sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Seria uma sereia com quem transei na areia da praia em Aracaju?! (lesb)

 

By; Alana

Oi a todas aqui do Te Contos, me chamo Alana e tenho 32 anos.

Depois de tantos dias de luta, enfim os dias de glória e minha glória tinha vindo em forma de: férias de inverno NO NOR-DES-TE. Pois sim! Eu e minha best saímos diretamente do frio sulista para um airnb na ensolarada Aracajú. Como nós, professoras do ensino fundamental iríamos pagar? Simples bebê, parcelando no cartão, é claro.

Leninha estava se arrumando, ia sair pra jantar com um boy que a gente conheceu ali. Eles insistiram pra eu ir, mas gente, nunca, ninguém vai me chamar de empata foda.

— Tem certeza que você não quer ir, Alana? Não vai incomodar em nada. — Ela ainda insistiu antes de sair.

— Amiga, relaxa. Só cuidado porque acho que esse boy só quer te comer. — Falei.

— Amiga, tomara. — Ela falou piscando para mim e saiu.

Era seguro sair sozinha, então botei um biquíni e uma canga e saí rumo ao entardecer. Eu estava toda enjoada, phyna e ryca passeando pelas areias do nordeste. Estávamos num lugar relativamente isolado, com uma praia linda e pouco frequentada,

Conforme eu ia caminhando eu escutava uma linda melodia, uma voz encantadora, que ia aumentando cada vez mais conforme eu ia me aproximando

— Se o dinheiro acabou, o amor acaba também, eu não to de bobeira pra dar minha xota grátis pra ninguém

Mais adiante eu encontrei, deitada na areia, um pouco distante, eu vi uma mulher banhada pelos últimos raios de sol do fim da tarde. Seria uma miragem?

— Ja não sei quem botou, quem será que eu dei, só sei que eu to rica, vida milionária que eu tanto sonhei.

A gata cantarolava de olhos fechados Tô fazendo amor com a favela toda, da MC Jéssica, e que voz… Digna de uma sereia. Encantadora, melodiosa.

— Chupa o bico do meu peito e mete com vontade…

A interrompi me aproximando, que se assustou parando de cantar.

— OI! — eu falei

Ela olhou para mim dando a mão, me cumprimentando. Ela estava bem à vontade. Bem a vontade mesmo porque a delícia estava fazendo topless. Me aproximei dela tentando não encarar os peitos.

- Estava ouvindo você cantar. Eu amo essa música, e que voz hein?

— Gentileza sua. Eu amo cantar, me chamo Úrsula. — ela falou super tranquila como se fosse Eva no paraíso.

— Eu sou Alana. — Disse para ela. — Está esperando alguém? — Perguntei.

— Não, só curtindo a areia no finzinho da tarde. E você? Tá sozinha?

— Tô. Minha amiga saiu com um boy e eu fiquei pra trás.

Eu respondi e aproveitei que a sereia passava as mãos nas pernas pra dar uma manjada nos peitinhos dela. Minha nossa, nossa, nossa… Piercing? O grelo chega bateu palma.

— E você? Nenhum boy? — Ela perguntou olhando para mim.

— Na verdade, tô num relacionamento a distância: eu tô aqui no presente e minha namorada me espera em algum lugar do futuro. — Falei e ela riu.

— Quando encontrar essa namorada aí diz que ela perdeu foi tempo te deixando esperando. Porque olha, não sei se é seu aniversário, mas tá de parabéns.

Foi minha vez de sorrir. Deitei e enfiei os pés na areia morna, tão gostoso. Ficar ao lado de uma mulher desconhecida dos peitos de fora não me causava incômodo algum, pelo contrário, me causava curiosidade.

Começamos jogar conversa fora e não demorou muito para começar uma conversinha toda trabalhada no duplo sentido. A noite estava quase caindo eu queria que meu biquíni caísse junto.

— Sabe dizer que hora são? — Úrsula perguntou e eu peguei meu celular pra olhar.

— Quase sete. — respondi.

— Errado, é hora de você me beijar. — Ela disse se inclinando para mim e me beijando.

Os lábios mornos, a língua macia e eu prontamente alisando aqueles seios macios. Eu salivava de vontade de sentir o frio daquela peça na minha língua e ãããããã não me arrependi. Que tesão.

— Ãããnnn — Úrsula gemeu. Seu gemido era gostoso como ela.

A gente voltou a se beijar e ela desatou o laço da minha calcinha, expondo minha xota e caiu de boca ali como se a gente estivesse num quarto ao invés das areias da praia.

— Ããããããnnnn chupa mais. — Eu falei, mas de olhos abertos e olhando em volta. A gente tava ali sozinha fazia um tempo, mas né? Não diz que pobre não tem sorte?

Úrsula enfiou os dedos em mim, tirando eles melados, esfregando meu grelo, esfregando toda minha xota. Como era bom. Minha xereca tinha se transformado num oásis de tesão. Um alagamento bucetônico capaz de causar desocupação de uma área de quilômetros.

Ela dedava minha xota, meu cuzinho e chupava meu grelo. Eu rebolava na cara dela, apertando meus mamilos e massageando eles durinhos na minha mão. A brisa arrepiava minha pele e eu suspirava entregue ao meu momento lagoa azul.

— Úrsula… Falei segurando a cabeça dela e gozando deliciosamente. Sentindo minha buceta aplaudir. A chupada da Úrsula era uma performance digna de um Oscar.

— Gozou, deliciosa? Vem, vamos entrar na água rapidinho tirar essa areia.

E eu fui, é claro. Não fomos pro fundo e nuas, nos abraçamos ali. Eu chupava os seios dela e acariciava a bunda, puxando ela pra mim. Esfreguei o grelo dela ela inclinou a cabeça para trás gemendo novamente.

— Ah… Vamos voltar pra toalha?

Sugeri e voltamos de mãos dadas, Úrsula se deitou e abriu as pernas para mim, me chamando com os dedos. Beijei os seios dela e desci pela barriga, mordendo as coxas e chegando na xota dela.

Lambi de baixo pra cima, parando no grelo e ouvia o gemido que ela fazia. Mamei o grelinho dela, sugando e pressionando, lambendo e chupando, fazendo a pontinha dele bater na minha língua quando sugava. Eu sentia as pernas dela trêmulas, sentia a barriga dela se mexendo embaixo da minha mão, subindo e descendo. E quando enfiei os dedos dentro dela e chupei de novo, ela levantou o quadril, parecendo que ia pular ali na minha cara e eu vi um lindo esguicho sair do priquito dela, ela estava tendo um squirt.

Ela abaixou o quadril e se contorcendo. O esguicho virando um borrifo, podia jurar que fez até um arco-íris contra a luz, e eu chupei doidinha para me afogar naquele suco bucetônico.

Chupei de me lambuzar. Deitei ao lado dela, nos beijamos e nos acariciamos em silêncio por um tempo ainda. O tesão foi aumentando e sem um pingo de vergonha a gente montou uma na outra, deu um pouquinho de trabalho encaixar, mas quando encaixou… nossa… como a gente se comeu gostoso. Ela gemia se contorcendo embaixo de mim e eu rebolava por cima dela, sentindo o grelo dela no meu. Ela apertava os meus seios, se inclinou novamente, e eu senti o jato do squirt dela me atingir e caralho gozei com força novamente, sentindo os nervos das coxas repuxando, sentindo o corpo todo tremer.

Nos deitamos lado a lado e tal qual um celular sem torre, eu não dava qualquer sinal. Foi Úrsula que interrompeu o silêncio dizendo

— Preciso voltar para casa antes de cair totalmente a noite.

— Quer que eu te acompanhe? — Sugeri, já me vestindo.

— Não, está tudo bem, eu moro perto. Foi um prazer conhecê-la. Espero nos encontrarmos novamente. — Úrsula me deu um beijo no rosto e se levantou com pressa sem me deixar falar nada.

Me levantei um pouco ansiosa e completamente chocada conforme eu me dava conta de que havia trepado com desconhecida na praia correndo o risco de alguém ver tudo.

  • Enviado ao Te Contos por Alana

 

Foi intenso e muito gostoso.

 

By; Pedro

Me chamo Pedro, Sou divorciado há dois anos, tenho 35 anos, vou contar mais uma história que aconteceu comigo quando eu fui trabalhar no Rio Grande do Norte.

Na época eu ainda era casado, minha ex mulher morena baixinha com cerca de 1,65 cabelos pretos compridos, branquinha com uma bunda linda e seios maravilhosos, bem grandes do jeito que eu sempre gostei, na verdade fisicamente foi o que mais me chamou atenção nela quando a conheci, além do seu lindo rosto é claro.

Fui enviado a trabalho para o nordeste para um projeto de 4 meses, como minha mulher trabalhava não poderia me acompanhar, sendo assim a cada 15 dias eu voltaria pra casa.

Claro que com o inicio do projeto logo percebi que não conseguiria ir pra São Paulo a cada 15 dias devido a distancia e logística ruim, sendo assim ficar tanto tempo sem ver a mulher é complicado, cada vez que falava com ela era um tesão de adolescente, coisa de maluco. O máximo que conseguíamos era enviar “nudes” para diminuir o tesão com uma bela punheta ou algo assim.

Sabendo das dificuldades não apenas sexuais mas de relação mesmo, ela decidiu pedir férias antecipadas para ficar comigo lá, pelo menos enquanto eu trabalhava ela curtiria as praias e paralelo a isso matávamos a saudade, principalmente daqueles seios maravilhosos, que estavam tirando até minha concentração no trabalho.

O que eu não esperava é que minha sogra também pediu férias para acompanha-la, para que ela não ficasse sozinha em Natal durante o dia, eu gostei da ideia pois minha sogra é uma boa pessoa, porem eu estava louco pra encontrar minha mulher e passar pelo monos uma noite transando até não aguentar mais, mas pelo jeito as coisa iriam se complicar.

Obs: Eu estava num FLAT, ou seja apenas um quarto com cama de casal, um sofá e o banheiro.

Tudo deu certo e elas pegaram férias e foram para Natal, eu estava com muita ansiedade e tesão ao mesmo tempo, fazia muito tempo que eu não ficava semana sem sexo, elas chegaram se acomodaram no flat enquanto eu trabalhava. Cheguei por volta das 20:00h muito cansado, porem quando eu entrei no flat vi ela com aquela blusinha pequena devido ao calor, aquele decote que mostrava boa parte dos peitos eu esqueci qualquer cansaço, abracei elas conversamos bastante e eu com o pau parecendo uma pedra de tesão na minha própria esposa, que loucura.

Eu dei várias indiretas pra ver se minha sogra sai um pouco para ir até a farmácia, supermercado ou algo parecido, coisa de 5 minutos eu já comeria minha esposa ali mesmo em qualquer lugar. Mas nada dela sair e pra piorar ela já tinha preparado o jantar e queriam jantar naquele momento, minha expectativa é que ela iria tomar banho para então eu aproveitar e pelo menos ver aqueles peitos e aquela bunda da minha esposa. Nunca passei por uma situação tão estranha, eu morrendo de tesão da minha própria mulher e não podendo fazer nada pois tinha alguém me atrapalhando, já aconteceu outras vezes em outros lugares, mas nós saíamos matava a vontade e depois voltávamos.

Pois bem, à noite entrando o pau latejando e nada de conseguir comer minha esposa, só comi o jantar, foi aí que pensei rápido, disse que estava muito cansado para ver se deitávamos, assim minha sogra dormiria e eu enfim me deliciava de tudo aquilo.

Deitei fingindo cochilar enquanto minha esposa colocava sua “roupa” de dormir, como ela já sabia que eu estava latejando de tesão, colocou um micro short sem calcinha onde eu vi a aquela boceta bem depiladinha, ela disse que deixou assim para usar biquíni, lisinha e bem branquinha o que me deixou louco pra cair de boca, colocou uma blusinha larga que quando ela abaixava eu via tudo, aqueles peitos grandes e duros, com os mamilos avermelhados, meu pau tava até doendo de tanto tempo que estava duro.

Minha sogra geralmente dorme muito rápido, eu estava só esperando minha esposa deixar pra eu já começar ao menos passar as mãos na sua bucetinha. Antes mesmo da minha esposa deitar minha sogra já roncava no sofá, foi o melhor ronco que eu ouvi na vida, enquanto ela roncava eu sabia que poderia cavalgar na minha esposa sem problemas, o ronco era meu limite.

Quando minha esposa de deitou ao meu lado, eu já enfiei minhas mãos dentro do sua blusinha onde segurei os dois peitos que saíram pra fora e eu cai de boca, eu chupei, chupei, mordia os mamilos devagarinho, fiz isso durante uns 10 minutos pois sei eu ela adora isso, ela gemia baixinho e bem gostoso, muito tesão, mais não podia gemer alto, aquele gemido controlado me deixava mais excitado, chupei tanto seus peitos que ela já estava molhando a cama e pedindo para eu comer sua boceta, mas como eu já estava no controle preferi continuar me deliciando e chupando os dois peitos de uma vez só, enquanto ela gemia e eu acariciava sua boceta extremamente molhada, antes de comer aquela boceta ela já estava gozando, deixei ela gozar só com meu dedo no clitóris e mamando seus peitos, ela gozou gostoso ao ponto de colocar meu dedo dentro da sua boceta, deixei ela gozar sem penetração pois sabia que ela iria querer mais.

Depois que ela gozou e respirou fundo e veio louca pra e pegou meu pau com aquela mão quente e gostosa, aí foi eu que comecei a gemer baixinho, ela me punhetava gostoso e devagar e perguntava se eu estava gostando, tudo isso debaixo das cobertas pois minha sogra estava dormindo ao lado eu gemendo e olhando a sogra, logo em seguida ela colocou a cabeça debaixo da coberta e abocanhou meu pau, não sei como ela fez pois estava escuro, mas foi uma sensação maravilhosa de boquete quentinho e molhado, e isso ela faz maravilhosamente bem, eu estava em outro nível de tesão, logo eu pedi pra ela chupar mais devagarinho pois o tesão estava incontrolável e eu só queria gozar comendo sua boceta lisinha.

Dito isso, ela deu a ultima chupada com mordidinhas na cabeça do meu pau e se deitou de lado e pediu pra eu comer sua boceta molhadinha, nessa hora eu fiquei com receio de acordar minha sogra com o barulho do movimento ou do gemido que provavelmente minha esposa iria fazer, mas o tesão falou mais alto posicionei meu pau na entradinha da sua boceta e fui colocando devagarinho, com aqueles movimentos leves, colocando e tirando colocando e tirando, e ela gemia gostoso, sussurrava pra eu não parar, e eu controlando pra não gozar pois o tesão estava a mil.

Depois de um bom tempo metendo naquela posição ela deu uma empinada onde facilitou eu colocar até as bolas praticamente, ela gemia e me puxava cada vez mais, até que ela disse que ia gozar com meu pau na sua boceta e acariciando seu clitóris, aí nao teve jeito gozamos juntos, uma gozada gigantesca demorada e quente que nos deixou extremamente cansados, suados e tudo mais.

Foi tão intenso que dormimos daquele jeito, pelados debaixo do cobertor.

Dai em diante sempre demos um jeito de conseguir transar mesmo com minha sogra por perto.

  • Enviado ao Te Contos por Pedro

Aconteceu e gostei. (Out-2023)

 

By; Drí

Oi Meu nome é Adriana, Dri para os íntimos, sou casada, tenho 32 anos, como a história que eu vou narrar é sobre sexo, vale a pena me descrever, sou loira, 1,65, seios bem grandes (siliconados), bunda bem redondinha, fruto de muita academia, barriga lisinha e traços bem finos, modéstia a parte, chamo a atenção por onde passo.

Se perguntarem porque traí meu marido, eu não sei responder, tenho um marido ótimo, bonito, vaidoso, malhado, que ganha um bom dinheiro e me dá muita atenção e carinho, além de um sexo constante e sempre muito bom, apesar de bem básico. Tenho alguns tabus sexuais que ele respeita e não insiste, não faço anal, não gosto de chupar, principalmente um saco, acho nojento, e não gosto de gozada na boca, já recebi e quase vomitei, não me senti bem. Sou uma pessoa bem reservada e elegante, me cuido muito e me visto muito bem, não uso calcinha comum, só uso lingeries de marca e caríssimas, não por nada, apenas para me sentir poderosa e confortável.

Meu marido, Matheus, precisava viajar, sexta-feira, isso não era muito comum de acontecer, mas as vezes aconte. Fui para casa mais cedo, fizemos amor gostoso e por volta das 19h levei Matheus para o aeroporto. Quando voltava para casa, já pensando em pegar uma pizza e dormir a noite toda, quando recebo uma ligação da minha melhor amiga, Laura, me convidando para ir ao aniversário do namorado dela, em uma famosa balada de SP, fiquei de pensar se iria ou não, eu gosto de dançar e o Matheus confia muito em mim, então, as vezes me dou o direito de me divertir um pouco.

Fiquei pensando se iria ou não, fui pra casa, tomei um banho, deixei a depilação em dia, sem segundas intenções, somente vaidade mesmo e deitei pra comer minha pizza assistindo Netflix, hábito que adoro. Por volta das 22h, recebo uma mensagem da Laura

- “Miga, vc vem ou não? O Matheus não vai ficar bravo, vem, preciso da sua companhia, os amigos do meu namorado são muito chatos”.

Fiquei uns 5 minutos pensando e decidi ir, só para me distrair mesmo, tanto que nem me produzi muito, fiz uma maquiagem bem de leve, vestidinho preto bem soltinho (estava muito calor) e uma linda lingerie tb preta, sexy e confortável.

Cheguei na tal balada e sentia que a noite seria ótima, eu só não sabia pq ainda, encontrei a Laura e fui pro camarote onde ela estava com o namorado e os amigos, ela me apresentou a todos e nos sentamos, começamos a beber e conversar e de vez em quando íamos para a pista dançar um pouco. Reparei que os amigos dela não paravam de olhar para o meu decote, afinal tenho seios grandes e bonitos, no vestidinho eles ficavam bem apetitosos eu diria. Fiquei na minha, afinal, amo meu marido, e apesar dos dois amigos serem realmente lindos e sarados, eu não estava ali para isso. Resolvi que iria parar de beber pois iria dirigir, enquanto os demais enchiam a cara.

De repente Guto, o namorado de Laura começou a passar muito mal e todos ficamos preocupados, decidimos levar ele pro AP da Laura pra cuidar dele, eles estavam de uber, depois de conversarmos um pouco, me ofereci para leva-los pra casa, pois estava de carro e havia bebido pouco, fomos os 5 pro AP de Laura, fui eu dirigindo com o Douglas ao lado (um dos amigos), Laura, Guto e Murilo (o outro amigo) foram no banco de trás.

Ao chegarmos lá, demos um banho no Guto e colocamos ele para dormir, Laura ficou lá no quarto com ele e eu estava me preparando para ir pra casa, quando Laura me chama:

– Dri, dorme aqui

– Não, preciso ir embora

– Pq ? Ta tarde, é perigoso, o Matheus não esta em casa

Percebi que ela tinha razão, não tinha pq me arriscar no meio da noite, decidi dormir ali, apenas fiquei meio receosa pois os meninos tb iriam dormir lá e o AP só tinha um quarto, eu teria que dormir na sala com os 3, até cabia, mas achei meio constrangedor, mas no fim, acabei topando. Os meninos dormiriam um em cada sofá e eu em um colchãozinho. Nos ajeitamos para dormir, mas acabamos iniciando uma conversa, uma longa conversa, só eu, Douglas e Murilo, perdemos a noção do tempo e em poucos minutos riamos alto das várias piadas que os rapazes faziam. Eu que antes estava com um pé atrás com os meninos agora me sentia amiga de anos deles, a ponto de até falarmos sobre sexo, eles contando histórias deles e eu contando as minhas com o Matheus (meu único homem até então).

Eu então disse que estava com sono e resolvi dormir, nos despedimos e ficando em silencio tentando dormir, de repente, de relance, olhei para o lado e vi que o Douglas estava deitado só de cueca e percebi um grande volume enchendo a cueca dele, não consegui desviar o olhar, fiquei hipnotizada com aquele homem delicioso a ponto de morder os lábios de tesão, o que eu não sabia é que Murilo estava acordado e me assistindo babar no amigo dele, quando percebi que ele estava olhando fiquei sem palavras e vermelha, ele sorriu e me disse:

– Gostou do que viu? kkkkk

– kkkkkk, não vi nada demais ué, não dá pra saber se gostei ou não

– Entendi, bom, o dele eu sei que é grande pq eu já vi, mas diz então o que vc acha do meu…

Ele disse isso e tirou a cueca, não deu nem tempo de protestar, quando vi, ele estava de pau duro, um pau bem grande e grosso, com a cabeça avermelhada, olhando pra mim com cara de safado, eu não sabia o que dizer nem o que fazer, mas nunca havia visto algo daquele tamanho, fiquei realmente hipnotizada. Nos segundos seguintes eu não sei o que me deu, fiquei com os olhos vidrados naquela rola e engatinhei até o sofá onde ele estava exibindo aquele monumento, não falamos nada, eu apenas coloquei minha mão e lentamente punhetei a rola dele por alguns segundos até lentamente levar minha boca ao pau dele e comecei um boquete digno de uma profissional, chupei bem lento, bem babado, subindo e descendo naquele pau delicioso.

Naquele momento, esqueci todos os meus tabus, estava fora de mim e com um tesão inacreditável, tanto que caí de boca no saco dele, chupando as bolas, sentindo o gosto de virilha suada que me dava tanto nojo e naquele momento me dava apenas tesão, fiquei louca, tão louca que nem tinha percebido que o Douglas estava acordado e ficou em pé ao nosso lado, com o pau bem duro ainda dentro da cueca, quando percebi ele em pé ao meu lado, não pensei, puxei a cueca dele e comecei a mamar o caralho dele, que era um pouco maior que o do Murilo mas um pouco mais fino, chupei do mesmo jeito, lento, gostoso, babadinho, chupei o saco dele, enquanto fazia isso ele dava batidinhas com o pau no meu rosto e eu fui ficando maluca de tesão.

Então, parei de chupar e o Douglas tirou meu vestido, elogiando meus seios e minha linda lingerie, me deitei no colchão e ele veio pra cima de mim, chupou bastante um dos meus seios enquanto o Murilo chupava o outro, eu fui a loucura e já gemia bem gostoso. O Douglas então foi pro meio das minhas pernas e lentamente tirou minha calcinha, que nesse momento estava ensopada, o Murilo ajoelhou ao meu lado e colocou o pau na minha boca enquanto o Douglas terminava de me deixar pelada.

Quando tirou minha calcinha, Douglas abriu minhas pernas e caiu de boca na minha xoxotinha, chupando muito gostoso, passando a língua de baixo pra cima, pincelando o grelinho, chupando meu cu, de repente parou com a língua bem dentro da minha buceta, deu umas linguadas e me fez ter um orgasmo forte e gostoso e eu gemia baixinho, alias, minha gemida é baixinha e manhosa, o Matheus adora, mas nesse momento, era o Douglas que me fazia gozar, enquanto eu mamava o Murilo.

Douglas veio até mim e tirei o pau do Murilo da boca, para beijar a boca do Douglas, ficamos uns segundos beijando, até que ele se ajeitou no meio das minhas pernas e começou a me foder, sem camisinha mesmo, senti o tranco daquele pau enorme me invadindo e batendo lá no fundo, senti as forte estocadas dele e ouvia o barulho do saco dele batendo na minha bunda, aquele ploc ploc gostoso, enquanto isso, Murilo ainda colocava o pau na minha boca, com o ritmo da foda, chupei mais acelerado e de repente, do nada, senti os jatos de porra do Murilo invadindo minha boca e eu que nunca gostei disso, segurei o pau dele na boca enquanto os jatos de porra inundavam minha boquinha, esperei ele terminar e deixei o pau limpinho, tudo isso com o Douglas comendo minha buceta.

O Murilo afastou um pouco e me concentrei no Douglas, que metia forte na minha buceta, fui ficando louca e logo gozei de novo, dessa vez na rola dele. Ele esperou eu terminar de me recompor e me colocou de quatro no colchão, encaixou-se por trás e enfiou o cacete dele na minha bucetinha, voltando a comer minha buceta com força, voltei a gemer manhoso enquanto era fodida pelo meu novo macho, em pouquíssimo tempo, ele não aguentou mais e gozou dentro da minha buceta, me enchendo de porra, muita mesmo.

Senti a porra de outro homem escorrendo da minha buceta foi maravilhoso, mas não deu pra curtir muito, Murilo já estava com o pau duro de novo e não perdeu tempo, se encaixou atrás e mandou vara na minha xoxota, comeu minha bucetinha muito gostoso e fui ficando louca novamente.

Ele então, saiu de trás, deitou no colchão e não disse nada, eu percebi o que ele queria e sentei no pau dele, que estava bem duro e deslizou fácil pra dentro, comecei a rebolar gostoso e gemer cada vez mais alto, enquanto quicava no pau dele, Douglas parou ao meu lado, com o pau duro de novo, eu percebi, virei a cabeça pro lado e comecei a chupar o caralho dele enquanto sentava no Murilo, não demorou nada e gozei de novo, pela terceira vez, e quando eu gozei, dei uma travada tão forte na buceta que Murilo não aguentou e gozou tambem, misturando as porras dentro da minha xoxotinha.

Nesse momento, achei que tinha acabado, ainda estava em cima do Murilo, com o pau dele dentro de mim e chupando o Douglas, ele segurou meu rosto e pela primeira vez falou comigo:

– E ai, o que esta achando dos nossos paus ?

– To adorando, vcs são gostosos pra caralho

– Que bom, mas o meu ta duro ainda, quero gozar de novo

– Quer gozar como gatinho ?

– Quero gozar na sua bundinha… dentro dela….

Eu não sei o que me deu, eu tava fora de mim, saí de cima do Murilo, dei um gostoso beijo nele e pedi pra ele sair do colchão, então, me posicionei de quatro no meio do colchão.

Ele então se colocou atrás de mim, passou o pau na minha buceta que estava completamente melecada de porra e mirou no cuzinho. Enfiou com tudo, me fez sentir um raio de dor invadindo o corpo, ele esperou um pouco até eu acostumar e começou a comer minha bundinha bem devagar, fazendo carinho nas minhas nádegas e nas costas, fui relaxando e aproveitando a deliciosa enrabada.

A sensação de ter o cu fodido (algo que antes eu nunca gostei), sem camisinha por um pau diferente era deliciosa, eu estava nas nuvens e em pouco tempo gemia gostoso enquanto Douglas entrava e saía, bem devagar, parecia que queria aproveitar ao máximo aquele momento, logo olhei pra frente e vi Murilo ajoelhado na minha frente, com o pau duro, pensei comigo mesmo “uau, mas já ?”, dei um risinho safado e comecei a chupar ele novamente, estava sendo enrabado e chupando uma rola ao mesmo tempo, duas coisas que não sou muito afim, me sentia uma puta, talvez eu fosse mesmo, mas aquilo estava uma delicia e eu só curtia.

Douglas aumentou o ritmo, eu aumentei a gemida e passei a chupar mais rápido também, logo, Douglas encheu meu cuzinho de porra e eu quando senti ele gozando, gozei também, mais uma vez, Murilo tirou o pau da minha boca, punhetou um pouco e gozou de novo na minha cara, me deixando com a cara toda melecada de porra, de repente eu estava com a buceta, o cu e a cara cheias de porra, deitamos os 3 exaustos no chão, sem falar nada, apenas nos recompondo, quando olhei pro corredor do AP, vi Laura em pé, com a mão dentro do shorts se masturbando, ela sorriu pra mim e apenas disse:

– Que show hein amiga, mas relaxa, o Matheus nunca vai saber disso…

– A quanto tempo está aí ? – perguntei

– O suficiente pra ver vc levar gozada em todos os buracos…

Demos uma gostosa gargalhada, dei um beijo em cada um dos meninos e fui tomar um banho bem gostoso, Laura me deu shorts e camisetinha dela para dormir, trocou os lençóis e me deitei de novo, os meninos tambem foram pro banho e logo depois dormiram.

No dia seguinte, peguei o zap dos meninos, tomei um café e fui pra casa. Quando cheguei em casa, fiquei pensando no que tinha feito mas não me senti muito culpada, acho que me senti muito mais aliviada do que culpada. Lembrei dos meninos e de tudo que nunca gostei de fazer mas com eles eu fiz e foi bom, a cada coisinha que eu lembrava, dava um sorrisinho safado, aos poucos percebi a calcinha molhando novamente.

Enviado ao Te Contos por Drí

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

A primeira vez que trai com o meu cunhado

 

By; Lívia

Me chamo Livia, sou loira 1,68 alt 56kg bem distribuídos em belas curvas, cabelos lisos passando os ombros olhos castanhos.

Tudo começou quando meu cunhado irmão mais velho do meu marido brigou com a mulher e foi passar uns dias la em casa.

O Marcos irmão do meu marido com seus 42 anos estava bem em forma, pois jogava futebol e malhava marcos sempre me tratava com muito respeito certo dia o ao chegarmos de uma festa cansados acabamos adormecendo todos ali na sala.

Certa hora da noite percebi uma mao acariciando minha bunda por debaixo da minha sainha, como meu marido tem este costume empinei meu bumbum e encaixei meu corpo no dele, neste momento percebi que o corpo estava diferente maior, quando levei minha mao ate seu pau me assustei, percebi que era maior do que o do Nando.

Abri os olhos vi o Nando apagado a minha frente fiquei apavorada, mas ao mesmo tempo excitada com a situação, nao sabia o que fazer, temia que se eu xingasse o Marcos o meu marido poderia acordar, entao fiquei ali quieta e as maos apalpavam minha bunda cada vez mais intensamente, levemente encaixei meu quadril como se estivesse dormindo, senti a respiraçao ao meu ouvido beijando meu pescoço, o tesao me consumindo e meu marido ali do lado roncando.

Quando de repente a mao desliza em direçao minha bucetinha molhada e começa acariciar, nao resisto levo minha mao e sinto aquele mastro duro, grande, pulsando e começo a masturbar, quando me vira meu rosto e me da um beijo molhado e vai descendo ate minha grutinha umida e começa a chupar me fazendo contorcer de prazer ate que ele encosta a cabecinha e começa a esfregar na portinha me fazendo implorar por ele.

Entao ele deita atras de mim me enquadro o corpo e por tras ele começa a estocar levemente me levando ao delírio, eu ali nem me importava com o perigo do nado acordar, quando ele me puxou o cabelo e disse ;

- fica de 4 pro teu macho

Me desmanchei, empinei o rabo e senti aquele mastro introduzindo cada centimetro dentro de mim, foi quando senti o jato do seu gozo quente, entao ele tirou o pau de dentro veio ate meu ouvido e disse

- agora limpa o que tu fez - E me fez chupar ele

Eu chupava com tal devoção que ele acabou gozando no meu rosto e eu adorei, depois nos deitamos, eu no meio do meu marido e do meu cunhado e meu cunhado dormiu atras de mim me encoxando.

No outro dia acordamos e fizemos de conta que nada tinha acontecido, mas continuamos a transar as escondidas por mais um tempo.

  • Enviado ao Te Contos por Livia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...