sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

E porque não !?

 

By; Anita

Oi meu nome é Anita, eu tenho marido e dois filhos. Somos evangélicos e temos cargos na igreja. Eu trabalho com adolescentes trazendo-os para a nossa igreja.

Muitos me criticam pela minha postura… mas na verdade eu não tô nem aí. Quero dizer que adoro sexo em toda a sua plenitude. Eu não tenho pudores. Minha vida fora da igreja é muito diferente. Eu vivo uma vida sexual bem intensa e ativa. Às vezes traio meu marido. Ele não sabe, claro, pois morre de ciúme de mim. Já teve umas duas vezes que fiz programa só para ver como era a vida.

Agora vou contar a historinha de um programa que fiz sem querer. Ou será que eu queria?

Meu marido tinha viajado para um interiorzinho e numa tarde de segunda-feira eu saí sozinha para um ponto onde ficam algumas prostitutas e levei alguns panfletos para entregar pra elas e ao mesmo tempo fazer aquele convite para elas irem à nossa igreja no próximo domingo. Eu saí de vestido longo. A parte de cima era coladinho ao meu corpo e deixava, na parte de trás, minha bunda bem saliente. Na frente tinha um decote generoso que mostrava parte do meu sutiã guardando meus peitões. Em baixo eu vestia uma calcinha pretinha com rendinha transparente na frente. Era bem pequena. Na minha bolsa, como sempre, eu usava um pacote de camisinha de morango. Não era preparada para transar naquele momento. Mas eu sempre andava com um ou dois pacotes de camisinha.

Depois que a última menina prometeu que iria no domingo à minha igreja, eu saí andando para ir à parada do ônibus e, ali naquele mesmo perímetro fui abordada por um homem dentro de um carro preto. Abaixou o vidro e mesmo eu andando ele perguntou:

- “Quanto tá o programa, gata linda?!”

Comecei a rir e levei na brincadeira e respondi a ele;

- “Já parei por hoje.” Eu continuei andando e ele me seguindo.

- “Te olhei e vi que você é muito gostosa. Entra aqui. Quanto cobra? Não é pra mim e sim pro meu enteado. Ele caiu de moto e tá com as duas pernas quebradas, coitado. Quer duzentão, gata?”

Eu olhei pra ele e vi que era um homem de seus quarenta e poucos anos, bonito, musculoso.

- “Que idade tem o seu enteado?”, perguntei e parei.

Ele pediu pra que eu chegasse mais perto. Cheguei perto do carro e me apoiei na porta.

- “Eu nunca vi você aqui. É veterana, não é? O garoto tem vinte anos. Tá com todo fogo. Você sabe como é.”

Sorri e perguntei; - “Ele não tem namorada?”.

Entreguei a ele um panfleto e depois continuei a andar. Ele continuou me seguindo com o carro.

- “Ele tá sem no momento. Ele vai gostar de uma gostosa e gata assim que nem você. Carnuda. Qual o homem que não gosta? Eu gostei do seu perfume. Diferente do cheiro das garotas daqui.”

- “Costuma vir sempre aqui à procura de prostitutas?”

- “Sempre, quando minha mulher viaja. Entra aqui, gata. Vamos lá com o garoto. Trezentos. Tá aqui o dinheiro. Pago adiantado. Você vai lá, alivia o garoto e pronto.”

Eu continuei andando e ele dizendo que eu era linda e que não tinha jeito de prostituta. Era perfeita. Uma mulher maravilhosa. Já estávamos longe do ponto das garotas e eu resolvi entrar no carro. Ele me entregou três cédulas de cem, subiu o vidro e fomos adiante. Ele me elogiando sempre. Ao passar a marcha do carro dava sempre aquele jeito de pegar nas minhas coxas. Ele sempre dizendo que eu era muito bonita e que era o tipo de mulher carnuda e cheinha gostosa. Observei que ele estava de pau duro. Mas não dei atenção. Eu só topei o programa porque estava bem a fim de trepar e mesmo assim o garoto só tinha vinte anos segundo o safado. do padrasto. Durante o trajeto ele elogiava a minha bunda e minhas coxas, ele até apalpou-as propositalmente.

Chegando à casa entramos e logo que ele trancou a porta me levou até o quarto. Bateu na porta e disse:

- “Trouxe uma bem gostosa pra ti”

- “Manda entrar. Tô do jeito”

Ele abriu a porta do quarto e, quando entrei, ele deu um tapão na minha raba. Assim que entrei vi o garotão apenas com um lençol fino cobrindo o pau que já estava duro. Assim que ele me viu disse surpreso:

- “Dona Anita??!! Não posso acreditar!! A mãe do meu amigo…?”

Era só o que me faltava! Lembrei que há mais ou menos uns dois anos ele andava lá em casa e era amigo do meu filho. Ele já era bonito e agora estava mais ainda. Bonito e gostoso. Lembrei que ele ficava me olhando discretamente quando eu passava de shortinho ou vestidinho. Eu pedi desculpas e quando quis sair ele disse:

- “Espera. Não vou falar nada pra ele. Já faz tempo que não vejo ele. Mesmo assim sempre achei a senhora muito gostosa. Essa bunda… essas coxas… esses peitos… que dia de sorte… vem cá.”

Eu cheguei perto dele e ele e disse pra ele:

- “Não fale nada pra ninguém. Nunca.”

- “Vai ser o nosso segredo”, garantiu ele, sorrindo. “Nem acredito que vou comer uma gostosa que nem a senhora. Meu pau tá muito duro. Quer ver?”

Tirei o lençol e realmente o pau dele estava duríssimo. Eu me deitei na cama com ele e começamos a nos beijar. Na boca. Ele estava totalmente enlouquecido não sei se por uma mulher ou por mim já que me queria desde aquele tempo quando frequentava minha casa. Ele estava com aqueles ferros metidos nas duas pernas e por isso eu tinha que tomar cuidado para não machucá-lo.

Ali mesmo fui tirando o vestido e deixei que ele tirasse meu sutiã e começasse a mamar nos meus peitões. Ele apalpava-os, metia a cara no meio deles e dizia que sempre sonhara comigo fodendo gostoso com ele e que batera muitas punhetas pensando em mim. Que delícia!

Depois disso eu comecei a beijar o corpo dele. O corpinho de um garoto naquela idade dá muito tesão. Eu tirei a calcinha e fiquei totalmente pelada. Depois comecei a chupar nos mamilos dele enquanto com a outra mão fiquei tocando gentilmente nas bolas. Ele estava gemendo gostoso. Com as duas mãos ele amassava a minha raba generosa. Então como ele já estava deitadinho ali, de cara pra cima, e me dizia a todo instante que eu era muito gostosa e que sempre tivera muita vontade de me foder, eu montei nele e fui botando a buceta bem na boca dele.

- “Chupa. Você vai adorar…”

Ele não perdeu tempo. Parecia que ele não tocava em uma mulher havia muitos anos pois começou a chupar com vontade, com volúpia. Aquela chupadinha gostosa de macho safado. Ele chupava no grelo e com as mãos amassava a minha bunda e metia o dedo no meu cuzinho. Eu remexia apenas os quadris para ajudar os movimentos de língua dele.

- “Você chupa… aaaiii… muito bem… desse jeito vou gozar na sua boquinha. Ai, seu safadinho… devagar com esses dedinhos no meu… buraquinho.”

Meus movimentos de quadris foram ficando mais rápidos… e mais rápidos… segurei nos cabelos dele.

- “Ai, meu Deus… no grelinho… chupa… não para… eu vou…”

Não contive os gritos de prazer naquela boquinha jovem e maravilhosa. Nem me lembrei de que lá no outro quarto estava o padrasto dele com certeza batendo punhetinha.

Depois do meu gozo me inclinei e comecei a chupar naquelas bolas. Hummm… eram deliciosas e durinhas… pequenas… depois fui lambendo o pau até chegar na cabecinha e meti na boca. Ele deu um urro de prazer. Mamei naquele pau meladinho como se fosse a última coisa que eu fosse fazer na minha vida. E pensar que ainda ganhara trezentos reais para ter prazer e mamar numa pica jovem, dura e muito gostosa.

Quando ele estava gemendo muito eu parei, fui na minha bolsa, peguei uma camisinha e vesti aquele pau inchado de tanto tesão. Montei nele, aprumei a pica na entradinha da minha xana e fui sentando devagar até minha bunda sentar na virilha dele. Ele fechou os olhos com aquele sorriso cínico de puro prazer. Eu não podia cavalgar pra não correr o risco de machuca-lo por conta daqueles ferros metidos nas pernas dele, então fui mexendo apenas os quadris para os lados e para a frente e para trás.

Agora gemíamos os dois ao mesmo tempo. Estávamos totalmente despudorados e nem nos importávamos com o padrasto dele que estava ouvindo tudo. Ele gemia alto e dizendo que a minha bucetinha era muito gostosa e meladinha. E dizia pra eu não parar. E ele dava tapas na minha bunda. Em meio à loucura ele perguntou:

-“A senhora toma no cuzinho? Ai, delicia… eu sabia que você era deliciosa fodendo. Remexe mais… isso… que mulher maravilhosa!”

Eu botei o dedo indicador na boca dele.

- “Ssssshhh… cala essa boquinha… teu pau é delicioso… um pau novinho e duro… eu queria um pau desses pra mim toda noite… goza… goza na camisinha…”

Ele amassava meus peitões… amassava minha raba… amassava minhas coxas… amassava a minha barriguinha… ele demorou bem até dizer que ia gozar. Eu também me apressei pra tentar gozar junto com ele. Mas meu corpo estava totalmente saciado pela loucura de está sendo fodida por aquele e novinho. E logo ele disse que não aguentava mais e gozou aos gritos e em bom som. Dizia que a minha buceta era deliciosa e que queria mais vezes.

Eu não consegui gozar de novo. Me levantei e tirei a camisinha cheia de leite. Ele pediu que eu derramasse nos meus peitões e assim o fiz. Lambuzei os peitos e espalhei aquele esperma com as mãos. Ele ficou levemente cansado. O pau caído para o lado.

Me deitei ao lado dele e ficamos nos beijando na boca. Entre nossas conversas ele perguntou quanto eu tinha ganho para foder gostoso com ele. Eu disse que o padrasto dele tinha me dado 300 reais; mas se eu soubesse que era com ele eu tinha aceito a oferta. Ele quis saber se eu realmente fazia programa. Sim, eu respondi, às vezes sim. Mas tenho as pessoas certas para essa prática.

- “Poxa, eu nunca pensei que um dia poderia comer a senhora. É um sonho. Bati muitas punhetas pra senhora.”

Essa foi umas das confissões dele. Ele perguntou se por aquele valor que eu tinha recebido ele não tinha direito a comer meu cuzinho. Eu estava fazendo carinho no corpo dele, tendo em vista que sou bem carinhosa. Para mim ele não tinha sido dos melhores novinhos que já peguei na cama. Mas era bonito e valia a pena. Sem falar que estava quase que imóvel numa cama.

-“Por que você quer comer meu cu?

Perguntei sussurrando no ouvido dele. Fui deslizando a mão pelo corpo dele até encontrar seu ferro que já estava meio lá, meio cá. Nos beijamos.

Ele não quis me chupar mais pois me confessou que não era muito fã de chupar buceta. Então eu pensei o quanto ele tinha ficado enojado de eu gozar na boca dele.

- “Você ficou com nojo de eu gozar na sua boca?”, perguntei.

-“nojo não, é que não gosto mesmo.”

- “Sei… desculpa… não sei o que dizer… Eu vou embora.”

Eu pensei que todo homem gostava de chupar buceta… e ele era tão novinho, gostosinho. Como é que um fã que queria tanto me foder não aproveitava meu corpo ali todo pra ele? Difícil entender a mente dos homens. Mas queria comer meu cu. Eu estava totalmente sem jeito. Queria ir embora e com vergonha de sair. Eu disse pra ele, educadamente:

- “Eu não faço sexo anal. Desculpa.”

- “Bata pelo menos uma punheta”.

Eu iniciei uma punheta no pau meio amolecido. Eu estava disposta a tomar no cuzinho, mas ele me desapontou. Eu me senti pequena e sem atrativo. Um novinho agindo como um velho conservador! Eu bati apenas uma punheta. Sem emoção.

Fiquei pensando no garoto lá da igreja… 17 aninhos… um excelente homem e amante na cama. Sabe aquele tipo de homem que enche os olhos quando ver uma mulher pelada? Sabe aquele tipo de homem que pelo gosto dele comia a gente inteira? Assim é o garoto lá da igreja. Quando ele me pega faz com que eu me sinta uma deusa. Desejada. Me pega com força; me chupa por inteira sem perder nada… sem deixar espaço em branco… e nossos gozos? Me deixa extenuada. Queria estar com ele nesse momento… ele me desejando… me elogiando… eu me deleitando com seus beijos e carícias… quando eu bato uma punheta nele… é aquela punheta demorada… com palavras sexuais de ambas as partes… molhadinha… encharcada… manipulando o saco… ele delirando dizendo que eu sou a melhor puta do mundo… “Ai, caralho”, me acordei do sonho com ele parando a minha mão.

- “A Senhora tá surda?”

Observei que ele estava todo melado de gozo. Eu nem tinha percebido que ele havia gozado e continuava punhetando.

- “Desculpa. Nossa!” eu exclamei, sorrindo.

- “A senhora é maravilhosa. Você vai voltar aqui de novo” ele perguntou. “Da próxima vez espero que a senhora tenha aberto essa mente e dê esse cuzão gostoso pra mim.”

Forcei o melhor dos meus sorrisos.

- “Com certeza. Olha, amei seu sexo.”

- “Seriozão? A senhora é a melhor. Agora vou dormir um pouco. Pensa na ideia de eu tirar o cabaço desse cu.”

Esse é o típico macho escroto que as feministas tanto falam.

Eu me esqueci que tinha o padrasto dele em casa e, antes de sair, perguntei pra ele onde ficava o banheiro. Depois de ele me indicar, eu peguei minhas roupas e saí do quarto e fui em direção ao banheiro.

Quando estava chegando, o padrasto dele saiu de dentro do banheiro e nos espantamos os dois. Ele estava nu. Completamente nu. Eu arregalei os olhos e tapei a boca com a mão. Com as roupas tapei os peitos. Ele abriu um sorriso de cobiça para o meu corpo e exclamou.

- “Minha vez agora?”

- “ Só se tiver mais 300tão ai”

- “ há então vai ter que ficar pra próxima”

Eu entrei no banheiro, me limpei, vesti a minha roupa e voltei pra casa, nunca mais vi os 2, vez ou outra eu pergunto ao meu filho se ele viu o “garoto” e finjo não lembrar o nome logo de cara …

  • Enviado ao Te Contos por Anita

O meu Daddy me levou a uma casa de swing

 

By; Rafaely

Sou a Rafaely, sou de uma cidade no interior do Goias, mas moro em Goiania desde os meus 20 anos, eu moro sozinha, vim morar aqui a mando da minha familia para estudar.

Hoje tenho 23 anos, sou morena clara, olhos marcantes e uma boca desejável, tenho 1.65 de altura, magra de peitinhos médios e durinhos, bumbum redondinho e pernas grossas …

Sempre fui muito ambiciosa, vaidosa e muito safadinha, conheci um site chamado Meu Patrocínio que foi a minha perdição, resolvi criar uma conta e ver no que dava, fui aprovada e comecei a usar o perfil, foi lá que conheci o Beto meu Daddy.

O Beto era o Daddy perfeito ele era charmoso, tinha cabelos grisalhos, alto, corpo atlético e culto ele tinha 58 anos, nós trocamos whatssap e lembro que passávamos horas conversando sobre diversos assuntos até decidir encontrá-lo pois sempre tive medo de encontrar pessoas que conhecia pela internet.

Com ele tudo foi diferente inclusive a forma como nos encontramos aconteceu de última hora , as coisas não estavam tão boas financeiramente pra mim e tinha acabado de chegar mais uma fatura do meu cartão, sem querer comentei com ele que estava apertada com minhas contas, ele logo se dispôs á ajudar disse que pagaria minhas contas, ajudaria no que fosse preciso e aproveitou pra me chamar pra jantar deixando claro que não teria obrigação alguma de retribuir a gentileza.

Estava muito animada pra sair com meu primeiro Sugar Daddy fiquei ansiosa pra saber qual seria o restaurante que nós iríamos naquela noite, eu tinha caprichado em tudo, confesso que fantasiei várias situações quentes com aquele homem no meu banho e logo ali senti vontade de me tocar eu não o conhecia pessoalmente mas já sentia um desejo enorme que só em relembrar molho a calcinha …

Me produzi toda e aguardei ele me ligar, em seguida mandou um uber pra mim ir ao local. Era um restaurante muito refinado e eu acertei na escolha da roupa, sentamos em um lugar mais reservado e conversamos bastante ele era tudo aquilo que eu esperava, seu charme me desconcentrava a todo momento e aproveitei pra mostrar o quanto eu gostei, sempre fui muito sedutora e ali não seria diferente, enquanto ele falava passei meu pezinho nas pernas dele e ele logo riu, depois ele fez questão de me levar em casa e eu deixei já não me importava com o que aconteceria com a gente mas ele fez tudo diferente…

No caminho de casa dentro do carro ele deixou claro que queria que me conquistar seria questão de honra, me encheu de elogios e acabamos nos beijando de forma ardente e ficamos horas com o ar-condicionado ligado apenas nos beijando até que pedi pra parar me fiz de moça pura e disse que não dava no primeiro encontro, ele riu e disse que não precisava e puxou nada um envelope entregou nas minhas mãos e disse que era pra ajudar com as , fiquei empolgada e agradeci em seguida me fez um pedido …

Ele pediu pra eu cortar o cabelo falou que achava muito sexy e que eu ficaria mais sensual com o cabelo mostrando a nuca, eu dei risada me despedi entrei em casa, naquela noite me masturbei várias vezes pensando nele e tinha esquecido de olha o envelope lembrei e abri, lá tinha mil e duzentos reais daria pra pagar todas as dividas e ainda sobraria pra cortar o cabelo e comprar um look novo rs .

Depois desse dia nosso contato e intimidade aumentou ele falava tudo que tinha vontade de fazer e eu também inclusive falei que sentia muita vontade de conhecer uma casa de swing que já tinha ouvido falar ele ficou surpreso e me contou várias aventuras parecidas, nós dois combinávamos em tudo inclusive nas loucuras .

Meu celular tocou já era um pouco tarde quando olhei e vi que era o Beto respondi imediatamente , ele estava me convidando pra sair queria que eu conhecesse um lugar assim , essa noite tinha superado todas as outras passamos a noite coladinhos como namorados , eu usava um vestidinho safado curtinho preto que dava impressão que mostrava a pele eu estava maravilhosa e tinha cortado o cabelo também, achei estranho ele não elogiar, quando tudo terminou ele falou;

- vamos pra outro lugar

Ele queria saber se eu teria tempo, eu disse que sim eu estava curiosa pra saber o que aconteceria, então fomos e de inicio parecia uma balada, mas não demorou muito pra perceber que não era qualquer balada pois estava começando um estripe, ele pediu pra que eu assistisse com ele e não perdeu a oportunidade de falar que tinha realizado meu desejo .

Aquela noite foi sensacional conheci a casa dos sonhos, pessoas bonitas e carismáticas, conversamos com vários casais e sim eu era a mais desejada ali por ser jovem e ter uma beleza diferenciada, as músicas eram excitantes, bebi bastante e dancei muito, comecei a dançar no poli dance pra ele já tinha bebido um pouco só pra ter a desculpa de me soltar um pouco mais  acabei tirando a calcinha e passei no rosto dele chamando pra conhecer a casa .

Dentro de uma das salas havia um ônibus e quando vi pensei que seria o lugar perfeito, pra dar gostoso pra ele com vários machos olhando, tinham outros casais lá dentro fazendo sexo gostoso sem pudores, mas tirei a atenção de todos pra nós dois pedindo pra que todos olhassem como se chupava um pau gostoso o Beto estava excitado com todo o ambiente e desabotoou a calça puxando seu pau que de tão duro já não estava cabendo dentro da cueca, mandou eu chupar não pensei duas vezes, abocanhei ele estava ensopado de tesão chupava com gosto toda lubrificação que saía do pau dele queria passar minutos só chupando ele daquele jeito, mas ele estava doido pra provar da minha buceta.

Então pediu que eu ficasse de quatro dentro no banco daquele ônibus pra ele meter, eu conseguia ver vários machos doidos de tesão por mim batendo punheta me desejando, ele meteu e eu pude sentir cada centímetro entrando e acabei dando um forte gemido pedi pra que ele me fodesse gostoso, eu gritava de prazer;

- me come Daddy

Passamos um bom tempo naquela posição e eu voltei a chupa-lo queria que ele gozasse na minha boca, pedi pra que ele me desse leitinho na boca, enquanto isso outro cara começou a me chupar enquanto eu chupava toda porra dele, ele gritava;

- caralho eu não vou aguentar eu comecei pedir pra ele dar leitinho na minha boquinha …

Senti um forte jato quentinho na minha boca e engoli tudinho , mas não tinha terminado de gozar ainda então ele mandou o cara que estava me chupando me comer pra ele assistir … Moreno alto e muito gostoso sabia usar muito bem a língua eu estava doida pra sentir a vara gostosa dele dentro de mim, queria muito que ele me fodesse gostoso , pedi pra ele me foder, ele pediu pra que eu repetisse me chamou de puta que me deixou mais louca de tesão eu estava louca pra sentar na vara dele, pedi pra que ele sentasse pra mim pular gostoso na vara dele e foi assim que eu gozei gostoso e conheci a casa de swing

Ate hoje sou Sugar do Beto.

  • Enviado ao Te Contos por Rafaely

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Trepei no provedor da loja e contei pro meu marido depois

 

By; Milena

Me chamo Milena, sou de Florianopolis, sou casada, trabalho como vendedora em uma loja e tambem sou G.P com consentimento do meu marido.

Certo vez depois de ter uma noite maravilhosa com meu marido, fui trabalhar no dia seguinte. Cheguei na loja e minha gerente não estava, porém seria um dia atípico pois ela não viria trabalhar naquele dia e eu ficaria tomando conta da loja.

De repente, enquanto eu estava distraída com meus afazeres, entra um cliente um moreno, alto de olhos verdes e corpo definido, muito bonito por sinal, disse que queria conhecer a loja pois estava precisando de algumas coisas que tínhamos. Comecei a lhe mostrar os produtos e vi que ele estava meio distraído sem prestar muita atenção no que eu lhe dizia e mostrava.

Foi quando ele falou que eu lhe parecia familiar que talvez me conhecesse de algum lugar, eu lhe disse que seria impossível, pois que mulher poderia esquecer um homem como ele, bonito, cheiroso, com um perfume envolvente e muito sensual ao falar suavemente com uma voz grossa e sedutora.

Mesmo assim ele me disse que meu rosto lhe era muito familiar que talvez poderia ter me visto em alguma foto como modelo ou algo parecido. Eu lhe disse que não fazia esse tipo de trabalho, então ele ficou pensativo. Me pediu para que pegasse um sapato que as caixas ficavam no chão, atrás de uma gondola um pouco escondido para os clientes não verem, então fui pegar o sapato e ele foi atrás, quando me abaixei deu pra ver minha calcinha minúscula e a mini marquinha do meu biquíni, foi ai que ele chegou onde queria. Me perguntou se eu fazia parte de uma agencia de acompanhante.

Respondi que sim e ele disse que sabia que me conhecia de algum lugar e disse que eu poderia ficar relaxada, que o meu "segredo" estava guardado com ele. Fiquei aliviada porém ele foi logo me chamando de gostosa tesuda e me dizendo que tava louco me pra me pegar ali mesmo no provador da loja.

Eu me aproximei da porta para trancar a fechadura e ele disse que não era pra mim fugir, que ele não iria me machucar, eu então logo falei:

- tu acha mesmo que sou mulher de fugir da raia? Ainda mais com um homem tão bonito e gostoso como você, achas mesmo que vou perder a oportunidade de dar minha bucetinha gostosa pra ti chupar e comer aqui dentro do provador e deixar de realizar uma das minhas fantasias?

Ele então sem perda de tempo, foi logo me agarrando e me chamando de puta gostosa, dizendo que eu era uma delícia que a tempos ele tinha vontade de me comer bem gostoso e me fazer gozar no cacete dele. Eu adorei cada palavra que saiu da boca dele me sentindo a mulher mais puta da face da terra, estava adorando aquele misto de adrenalina, medo e tesão que tomou conta de mim, levei ele para o provador e tirei a roupa dele e coloquei o cacete dele que era enorme pra fora e comecei a chupar e mamar bem gostoso como uma cadela no cio, que estava louca pra dar a buceta pra ele.

Depois de um tempo mamando gostoso na pica dele, ele me pegou no colo e tirou minha roupa me deixou completamente nua, e começou a chupar minha bucetinha com uma vontade tão grande que fez gozar três vezes na boca dele, cada vez que eu gozava na boca dele ele dizia que eu era linda perfeita e muito puta, que meu mel era uma delicia e pedia cada vez mais, foi quando fiquei de quatro pra ele na frente do espelho e pedi pra ele meter aquela vara enorme na minha bucetinha que eu não estava mais aguentando de tanto tesão, eu precisava sentir aquele cacete grande e grosso dentro de mim pois já estava ficando louca e queria muito gozar na pica dele bem gostoso.

Então ele sentou no puf e me mandou sentar no cacete dele e cavalgar bem gostoso, ele estava morrendo de tesão o seu pau latejava a cada metida, cada estocada que ele dava dentro de mim.

Me pegou no colo e começou a meter bem gostoso foi quando falei que iria gozar novamente, ele então me botou no chão se colocou entre as minhas pernas e disse pra eu gozar na boca dele, por que ele amou tomar minha porra, que era a porra mais gostosa que ele já tinha tomado e que não queria desperdiçar nenhuma gota sequer dela.

Ele tomou minha porra e me pegou por trás de pé, do jeitinho que eu amo dar pra qualquer homem, e começou a meter bem devagarinho, e depois foi aumentando a velocidade das bombadas que faziam eu me retorcer e gemer de tesão, eu estava adorando tudo aquilo que estava acontecendo comigo, não consegui acreditar, que aquele homem até então desconhecido, estava me comendo ali no provador da minha loja, depois de meter assim gostoso por trás ele que já não aguentava mais me pediu uma coisa, e se abaixou e começou a lamber o meu cuzinho, eu logo entendi o recado, eu estava num estado de tesão tão grande que acabei liberando o rabinho bem gostoso pra ele, ele lambeu bem, deixou bem lubrificado e começou a meter a cabeça do pau dele que não era nada pequeno.

Foi colocando bem devagarinho até entra todinho no meu cuzinho, eu estava morrendo de dor mas o tesão compensava tudo, estava maravilhoso.

Enquanto ele metia aquela vara no meu rabo eu gemia de prazer e ele me chamava de putinha vagabunda, e eu dizia pra ele me dar tapas na bunda, na cara e me fazer uma cadela.

De repente entre suas metidas espetaculares no meu rabo ele anunciou que iria gozar, eu mais rápida que nunca me desencaixei dele e me ajoelhei na frente dele como uma vagabunda, uma puta, e pedi que gozasse na minha boca, que desse aquele leite gostoso pra eu tomar e me lambuzar toda com a porra dele, eu nem terminei de falar e logo começou a gozar e me encher com seu leite, gostoso e quentinho.

Depois de tudo o que se passou, fomos ao banheiro e nos arrumamos e voltamos para o centro da loja como se nada tivesse acontecido. Para me fazer um agrado, ainda fez umas compras e no fim me deu R$ 200,00 reais pelo "serviço" prestado a ele, junto com seu telefone.

Até hoje marcamos encontros na loja e ou em algum motel, e depois conto tudo pro meu marido, que ficou orgulhoso por sua puta ter dado pra um” estranho” e depois ter contato sua aventura a ele durante nossas transas em casa.

  • Enviado ao Te Contos por Milena

Curtindo um motelzinho a 3 apos o trabalho (lesb) (16-12-2023)

 

By; Fabi

Oi, me chamo Fabi, tenho 29 anos e sou Bartender aqui em São Paulo.

Eu gosto do meu serviço de bartender, é sempre interessante, mas essa noite de sabado tava demais. Tinha uma querida flertando comigo sempre que vinha pedir bebida e às vezes ela vinha com uma gata.  Mas olha só que safadinha! Pegando a gata e me dando mole! Que fogo.

Aproveitei um momento que ela veio e pediu outro drink para dar aquela leve tentada.

— Se mostrar os peitos, eu não coloco esse na comanda. — O não eu já tinha né?

Ela riu e passou a mão pelos peitos, vi os mamilos dela ficarem duros quando ela beliscou por cima do tecido fino. Mas não mostrou nada. Entreguei o drink e ela fez sinal, se inclinando sobre o balcão. Eu me aproximei e ela puxou o decote do vestido, deixando um belo peito à mostra.

— Tô babando. — Falei com um sorriso bem safado.

— Não percebi. — ela falou com aquela voz gostosa.

— Se quiser eu te mostro. — Ela sorriu e ia se afastando, segurei o pulso dela com gentileza e ela olhou para mim, esperando.

— Qual de nós duas vai ter o privilégio de te ver nua no fim da noite? — perguntei curiosa.

— Por que não as duas? Tô solteira. — ela falou sorrindo.

— Ah para né. Solteira? Te vi com ela desde o começo da noite. — Falei sem levar ela a sério.

A gostosa não falou nada, mas na próxima vez que ela veio pegar um drink, a outra gata estava com ela.

— Bruna, essa gata perguntou qual de vocês duas vai passar a noite comigo — a gostosa disse para tal da Bruna — e eu falei que como eu tô solteira poderia ser as duas. Se nenhuma de nós tem compromisso ou expectativa, por que deveríamos escolher? — ela concluiu e eu fiquei ali olhando Bruna sarrar ela por trás, se esfregando naquela bunda gostosa, pegando nos peitos e beijando a gostosa na boca.

A única coisa que posso dizer para você é que estraguei a calcinha de tanto que molhou. Bruna falou algo no ouvido dela e ela riu. Ela ria de tudo, aquela safada. As duas se beijaram e eu encarando tudo cheia de tesão.

— E se você quiser vir com a gente… — a gostosa deixou o convite no ar e elas saíram.

Eu precisei ir ao banheiro, mais para siriricar do que para outra coisa. Lembrei do peitão dela, delas se esfregando me convidando para noitada. Baixei a calcinha e estava pingando de tesão. Passei a mão na xota, tirei os dedos melados e comecei a siriricar rápido, o papa léguas da siririca, pensando em nós três, em foder um cuzinho gostoso enquanto uma daquelas deusas me chupava e gozei gostoso. Prontinha para o resto do expediente.

Agora tava bem mais fácil trabalhar, mas elas continuavam me provocando. E quando acabei o expediente, passei por elas falando que já ia e a gostosa me intimou:

— Bora motel com a gente?

— Bora. — falei e saí, esperando elas na porta, do lado de fora.

— Eu sou a Fabi, prazer. — Falei do lado de fora quando elas me alcançaram.

— Essa é a Bruna, como te disse, e eu sou a Vera. Nosso carro tá ali.

Como eu tinha ido de carona, dava certo isso. Entrei no branco de trás e Vera entrou também. Antes mesmo da Bruna começar dirigir, Vera me beijou, senti o gosto fresco de bebida naquela boca gostosa e minha excitação voltou.

Ela era totalmente desinibida. Tirou o vestido ficando só de sandália e eu engoli seco. A cachorra tava nua. Pegou minha mão e enfiou na xota dela. Porra, tão melada.

Eu caí de boca naqueles melões mamando com fome e pedindo que se aquilo fosse um sonho, ninguém me acordasse. Ouvi um gemido e abri os olhos. Bruna nos olhava pelo retrovisor enquanto dirigia.

— Gosta dos meus peitos, safada? — ela falou segurando eles e eu só fiz que sim, chupando e alisando a xota dela, os pelos pareciam seda na minha mão.

E quando paramos no semáforo, ela abriu a janela dando ao motorista do lado o presente de ver aqueles seios gostosos.

— Gostosaaaaa — ele falou olhando vidrado para ela. Vera puxou meu rosto e eu mamei na frente do estranho. Bruna acelerou e a gente passou logo! Chegamos no motel.

Vera desceu do carro nua. Abriu a porta e se deitou na cama, eu arranquei minha roupa de qualquer jeito e cai de boca naquela xota deliciosa. Ela gemia e rebolava, e eu senti beijos na minha bunda. Bruna já estava tirando a roupa e tinha fome da minha carne suculenta.

Juntas éramos três safadas e deitadas nuas lado a lado, nos beijávamos sem saber quem beijava quem e eu só curtia sem querer saber quem dedava minha buceta, quem dedava meu cuzinho.

— Quero gozar… — Vera falou manhosa, a mão entre as pernas numa siririca, as pernas muito abertas e antes que eu pudesse cair de boca nela, Bruna meteu a cara ali chupando como se fosse uma bezerra faminta.. — Issssooooo ãããããã. — Ela falou empinando o corpo.

— Porraaaa que buceta gostosa. Bruna falou e eu olhava a cena maravilhada

Eu dei um jeito de meio que me sentar na cara da Vera, mas com cuidado para não afogar ela com meu xoxotão, eu rebolava e gemia, sentindo ela me chupar bem gostoso. A língua macia dela dando um trato no meu grelo que eu tava me sentindo a própria Barbie no dia de princesa.

— Ãããããã… Ah Vera… Sua putinha safada. — Falei rebolando na cara dela.

Vera ofegava, rebolando e gozando por fim. Ela teve um squirt e eu fiquei olhando aquele vulcão em forma de mulher entrar em erupção.

— Vem Fabi, me chupa. — Ela disse e eu sai de cima dela e só obedeci, me banhando naquela buceta em calda.

Eu chupei, mamava aquele grelo inchado e senti o meu pulsando de vontade. Alguém meteu na minha xota, eu empinei a bunda e rebolei.

Era Bruna com os dedos dentro de mim, curvados, a própria capitã gancho tocando meu sininho e ããããããã…. quase! Que trepada deliciosa.

— Haaannnnn hannnnn — Falei gemendo, ofegando, respirando fundo. — Tô gozando. — Avisei e gozei gostoso, sentindo a buceta pingar e as coxas tremerem.

Vera, com a agilidade de uma gata deitou por baixo de mim e começou chupar meu grelo, Bruna se encaixou sobre ela, rebolando gostoso, xota com xota numa tesourinha deliciosa, gemendo e eu ofegava, me recuperando do gozo na língua de Vera vendo uma Bruna de olhos fechados finalmente ficar tensa e gozar.

— Ahhhhh que delícia, porra. — Bruna disse e eu sentia a língua da Vera me lambendo, massageando minha xota e me dedando, gozei de novo, nem consegui avisar.

Bruna e Vera se beijaram, alisando o corpo uma da outra, Vera se deitou, quieta pela primeira vez. Eu deitei ao lado dela completamente trêmula.

— Tá tudo bem? — Ela perguntou colocando a mão gentilmente na minha barriga.

— Tô bem não, tô excelente. — Falei pra ela, beijando ela de leve nos lábios.

-E o que as meninas querem fazer agora? - Bruna perguntou.

— Quero gozar. — Vera disse alisando o grelo dela. — Meu médico receitou bucertralina 3x ao dia, essa foi só a primeira.

O jeito era continuar né? Quem sou eu para contrariar ordens médicas?

Enviado ao Te Contos por Fabi

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...