quarta-feira, 3 de abril de 2024

Rapidinha no trabalho de pois de tomar um chá afrodisíaco.

 

By; Madu

Oi, me chamo Maria Eduarda (Madu), tenho 23 anos e sou de Fortaleza-Ce. Vou contar pra vocês do dia que dei minha buceta no banheiro do trabalho.

Por muito tempo, trabalhei em uma empresa de telemarketing. Nós tínhamos um intervalo de, mais ou menos, 35 minutos pra almoçar enquanto outras pessoas trabalhavam nesse turno. Tudo era revezado e eu estava com muita vontade de pedir demissão, porque não aguentava mais. Foi por isso que eu decidi me arriscar a transar no banheiro.

Tinha tomado um chá que minha amiga dizia ser afrodisíaco e achei que era brincadeira dela, mas quando o negócio começou a fazer efeito, percebi que era sério. Fiquei com muito calor e com uma vontade absurda de dar. Precisava fazer alguma coisa.

Quando chegou no horário do almoço, já estava subindo pelas paredes.

Para vocês terem uma ideia, eu nem senti fome na hora.  Tomei coragem pra chamar o cara gostoso que trabalhava no mesmo setor que eu e tomamos todo o cuidado pra não sermos pego pelas câmeras, porque tinha um ponto cego pelo banheiro. Trancamos a porta e começamos a nos pegar.

A mão dele era muito firme e apertava minha bunda com vontade. Eu já estava cheia de tesão, então aquilo só me ajudou a ficar com ainda mais fogo. Felizmente, ele também estava interessado em mim há algum tempo, então não precisei me preocupar com recusas.

Tirei a calça dele e a camisa social de uma vez só. Arranhei aquele peito malhado e comecei a descer a mão pro pau que já estava armado pra comer minha bucetinha. Sentei na pia torcendo pra ela não quebrar e abri as pernas. Como eu estava de saia, ele levantou o tecido e afastou minha calcinha pro lado.

Ele encostou a cabeça no meu pescoço e meteu o pau em mim. Segurou com força nas minhas coxas e não parava de mexer os quadris. Aquela foi a experiência mais louca e mais gostosa da minha vida, principalmente porque eu tinha me entupido de afrodisíaco.

Eu só sei que gozei tanto que deixei o pau dele todo babado. Saí da empresa algumas semanas depois, mas até hoje marco alguns encontros com aquele cara delicioso que me fez ir aos céus em uma foda simplesmente maravilhosa.

  • Enviado ao Te Contos por Madu

terça-feira, 2 de abril de 2024

Contando como dei meu cú pela primeira vez !

 

By; Regina

Eu me chamo Regina, tenho 24 anos. E vou contar pra vocês, como criei coragem e dei o cuzinho, e posso garantir que é muito bom.

O conto ficou um pouco extenso mas quis relatar tudo de uma vez, leiam tudo e não percam nem um detalhe, garanto que vocês vão se divertir e gozar muito com meu relato de como criei coragem para perder o selinho do cu.

Meu fetiche são homens maduros ou casados. Sempre que noto algum interessante, já começo o jogo de sedução. Não sei explicar tal fascínio.

Talvez porque, as transas com eles foram gratificantes. São amantes acostumados a dar prazer à parceira. Aproveitam o máximo quando conseguem dar uma escapadinha. O sigilo é garantido, além de não ficarem pegando no pé.

Já tentei fazer anal. Doeu tanto que nunca mais deixei. Porém, vendo filmes pornôs, ficou a curiosidade. As atrizes parecem sentir prazer de verdade. Sem contar relatos que li aqui e em outros sites.

Sou Regina, na época 21 anos, baiana, morena, cabelos lisos nos ombros. Tinha acabado de ingressar na UEFS. Aquele verão estava quente demais. Como não temos praias, o jeito é se refrescar em piscinas. Fui com Elza, uma vizinha e Eduardo, irmão dela no Parque Aquático. Pude estrear meu micro biquíni. As tiras mal escondiam os biquinhos dos seios. O fio dental da parte de baixo me dava a sensação de estar quase nua. Nem preciso dizer que por onde eu passava, os homens viravam a cabeça.

O Eduardo então nem se aguentava. Não é de hoje que ele arrasta asa pra mim. Com seus dezesseis anos ele já ficava me comendo com os olhos, todo embasbacado. Talvez um dia, a gente pode fazer alguma coisa. Talvez.

Eu também de olho nos homens. Teve um que chamou minha atenção. Uns 50 anos, barriguinha proeminente, cabelos ralos, alguns fios brancos. Não era bonito. Foi seu jeito carinhoso com as crianças. Filhos ou netos? Estava acompanhado de uma senhora. Fiquei de longe observando aquele pai de família. Teve momento que nossos olhares se cruzaram.
Dei um sorriso de cumprimento, no que fui retribuída. A partir daí foi um tal de troca de olhares disfarçados. Com direito a sorrisos marotos de menino travesso, que deixava o coroa mais encantador.
Na piscina, Eduardo ficou me abusando, louco, tentando passar a mão. Teve uma hora que me agarrou por trás, encostando o cacete duro na minha bunda.

– Para com isso, Eduardo!

– Puxa vida, Regina, você é gostosa demais!

– Sai fora, Eduardo. Não levo jeito pra babá, tá bom?

Apressada, fui para a rampa e deslizei na água. Acabei entrando de mal jeito, toda estabanada. Quem viu deve ter rido com gosto. Senti duas mãos me segurando pelo tronco, ajudando a me erguer. Na hora pensei:

“Aff! O Eduardo de novo! O danado aproveitando para tirar uma casquinha”.

Me desvencilhei com violência, pronta pra dar um chega pra lá nele. Quando abri bem os olhos, levei um susto. Era o pai de família! Fiquei sem fala, sentindo um leve rubor na face.

– Tudo bem como você?

Foram as primeiras palavras que ouvi dele. Que voz gostosa! Meu corpo tenso relaxou na hora. Sua mão tocava meu corpo e o contato agora era diferente. Que despertava a libido. Meio abobalhada na hora, só fiquei ali zonza, olhando seu rosto. O corpo achegou mais, de forma involuntária.

Quando ele percebeu que a esposa nos olhava, me soltou rapidinho. Afastou indo em direção dela e das crianças. Ela devia estar perguntando de mim, já que enquanto falava, olhava em minha direção. Sei lá que explicação ele deu.

Fui ao bar e pedi emprestado uma caneta. Num pedaço de papel que estava no chão, escrevi meu nome, zap e pedi para me contatar. Quando deu uma chance, passei o papel sem que a mulher dele visse.
No vestiário, ao pegar o celular, já tinha um recado. Dizia que chamava Rubens e queria conversar comigo. Porém, a esposa era ciumenta e teria que ser num outro dia. Perguntei quando estaria livre para me encontrar. Queria marcar para o dia seguinte, porém eu tinha plantão.

Três dias depois, na minha folga, nos encontramos no terminal central. Em pleno dia de semana, ele deveria estar gazeteando serviço. Me deu um beijo apressado e sem dizer nada, já foi para a Avenida Contorno, rodovia 324, região de motéis. Eu pensando que iríamos para um shopping.

Por mim, solteira livre e desimpedida, tudo bem. Ele que por ser casado, não poderia ser visto em local público. Assim, me deixei ser levada, apesar de achar que estava indo rápido demais.

Pouco sabia do Rubens. Seu jeito seguro de quem sabia o que estava fazendo, era um tanto intimidador. Devia ter certeza que iríamos transar, já que quem tomara a iniciativa tinha sido eu.

Quando desligou o carro na garagem da suíte do motel, ele se transformou. Veio me agarrando, dizendo que estava louco por mim desde que me viu. Logo estávamos trocando beijos e amassos, com as mãos passeando pelo corpo do outro.

Entramos no quarto como dois malucos, tirando as roupas. Nem fechamos a porta. Enquanto me beijava, ele me prensou na parede. Seu mastro duro já roçava a xana, tentando me penetrar. Eu também queria, porém, tenho muitas amigas que estragaram suas vidas com gravidez na hora errada. A dura penas, enquanto continha seus arroubos, pedi que usasse preservativo. Nessa hora, se a mulher não se precaver, bau bau. A cabeça de baixo do homem não pensa.

Camisinha colocada, deixei que entrasse em mim. Ali mesmo, de pé. Descobri que essa posição é bem prazerosa, trocando beijos. O pau movendo de baixo para cima, toca partes mais sensíveis da bocetinha. Tive o primeiro orgasmo. Nem assim, o fogo apagou. Rubens continuou estocando, dizendo o quão gostoso estava a transa. Que eu era linda, gostosa. Um monte de elogios. Não demorou para avisar que ia gozar.

Depois de uma carcada mais funda, parou. Ficamos nos beijando com ele dentro de mim.

Banho tomado, pediu um lanche pelo interfone. Comemos acompanhado de uma bebida gasosa, que continha álcool. Parecia uma espécie de cidra com sabor de pêssego, muito gostosa. Como não sou acostumada, logo senti um calor tomar conta de mim.

Conversamos bastante, podendo então nos conhecer melhor. Ele era bem casado, porém, gostava de ter aventuras fora. Tranquilizou quando eu disse que entre nós seria apenas uma amizade colorida, sem maiores consequências.

Deitamos na cama, continuando a conversa, entre beijos e amassos. Ele tomou a iniciativa de me chupar, retribui num delicioso 69. Acabei tendo outro orgasmo.

Foi quando ele perguntou:

– Você já fez anal?

– Não.

– Quer dizer que você é virgem no cu?

– É isso.

– Quer tentar fazer?

– Acho que não. Dói muito.

– Bom, isso depende de quem faz e como faz. Se for com cuidado e carinho, nem dói tanto assim.

Deu vontade de perguntar como ele sabia disso. Por um momento passou pela minha cabeça uma coisa engraçada. Quase perguntei se ele já tinha feito anal pra saber. Rsrs. Mas, não disse nada. Rubens insistindo:

– Olha, vamos só tentar, está bem? Se você não quiser ir adiante, a gente para. Tá?

Olhei para seu pau duro e inchado. Aff… Aquilo não iria entrar fácil no meu cuzinho. Enquanto isso, ele já tinha encapado com outro camisinha e passava um óleo lubrificante. Ficou deitado de barriga para cima e me tomando pelos braços, fez eu ir por cima.

Ainda cheia de dúvidas se faria ou não, me deixei conduzir. Se um tinha curiosidade, o medo era angustiante. De cócoras fui abaixando o quadril até a ponta tocar na entrada. O contato fez o anelzinho piscar de forma involuntária. Abaixei um pouco mais com o pau escorregando pelo rego. Rubens segurou nele e tentei outra vez.

Confesso que estava com as pernas trêmulas de apreensão. Quando senti a cabeça firmemente encostada na borda do buraquinho, desci um pouco mais e… uiuiui, entrou um pouco. Nossa! Nem sei se doeu mesmo ou o susto. Pulei como picada por uma cobra, me afastando.

Deitei a seu lado e disse que não queria continuar. Ele ficou me beijando, acariciando e insistindo.
Quando dei por mim, estava de bruços com um travesseiro sob a barriga. De bunda empinada e ele passando lubrificante nas preguinhas. Enfiou um dedo no buraquinho. Aff… que sensação mais esquisita. Humm… pareceu gostoso e deixei ele continuar a manipulação.

Agora eram dois dedos melados de gel que se afastavam um do outro, alargando, lubrificando as entranhas do meu cuzinho virgem. Causava certo desconforto, mas, era agradável. Ele subiu em mim, praticamente me montou. A ponta da vara tocou no rego.

Naquele momento, todo temor voltou. Estava presa entre ele e a cama, o travesseiro embaixo da minha barriga, sem rota de fuga. Pensei em sair debaixo, mas algo me dominava e fui me entregando. A coisa dura já estava forçando a entrada, pedindo passagem. Timidamente tentei negar, pensando num jeito de adiar, deixando para uma outra vez.
Rubens me seduzia com palavras, dizendo que eu não sabia o que estava perdendo, que eu ia gostar. Aqueles clássicos chavões que agora sei, tipo de só colocar um pouquinho, a promessa de se doer eu tiro… Foi quando entrou.

Ó pai! não…nossa! Doeu sim. Doeu a ponto de eu contrair os músculos anais, tentando expulsar o invasor. Não tinha para onde escapar, com ele pesando em mim. Enterrei a cara na cama, mordendo o lençol. Gritei.

Ele então parou. Eu dizia que não queria mais, que já bastava. Que estava doendo. Pedia para tirar, enquanto ele me acalmava, dizendo que a dor já iria passar. Só mais um pouco, só mais um pouquinho, dizia. Pedia para mim relaxar. Aff!… Era grossa a coisa dentro de mim. Parecia brigar com o interior do meu cuzinho, procurando espaço na marra. Devo ter chorado, sei lá.

– Chega! Tira, tira! Está doendo! Para! Não quero mais!

– Só mais um pouco, amor. Eu já tiro, tá bem? Só mais um pouco.

Nesse ¨já tiro¨ e ¨só mais um pouquinho¨, fui sendo levada na conversa. Estranhamente, não era mais dor o que sentia. Era algo diferente e inusitado. De estar com o orifício virgem preenchido. Movi lentamente o quadril empalado para confirmar. Apenas uma leve ardência. Aquilo me deixou mais relaxada. Esse movimento fez com que entrasse mais um pouco.

Nossa, o pequeno avanço me pareceu gostoso. Rebolei de novo um pouco. Apesar de arder um pouco, confirmei que era agradável. Remexi agora com mais intensidade. Rubens aumentou a pressão e o seu pau avançou. Ficamos nesse jogo e a penetração cada vez mais profunda. Doía, porém, uma dor suportável.

Deve ter entrado bastante, tanto que ele puxou o invasor. Ajudar evacuá-lo foi bem prazeroso. Desejei que fizesse tudo de novo. O entra e sai. Cada vez mais forte, mais rápido, mais fundo… Me alargando…
Não era eu que estava no controle da situação. Eu apenas recebia as carcadas. Era ele, Rubens quem controlava. Que metia e tirava. Eu rebolava tomada pelo prazer diferente. Deu vontade de masturbar. Consegui enfiar a mão, siriricando o clitóris. Rubens fodia como um garanhão, enquanto dizia:

– Que cu gostoso! Que cu apertado, amor! Gostoso demais! Demais!

Eu rebolava, rebolava e masturbava. Veio o clímax. Algo que nunca havia sentido. Forte, intenso, dolorido. A ponto de provocar piscadelas na xana e cuzinho ao mesmo tempo. As batidas do coração aceleradas e a respiração arfante. Fiquei parada, quieta, deixando que ele concluísse a sodomização.

Passei a sentir ardência maior ao ritmo das metidas. A cada socada forte, eu expulsava todo ar dos pulmões. Na saída da vara, puxava o ar com força. Isso de forma alucinante. Até que ele gozou, me empalando profundamente. Senti todo o peso do seu corpo sobre o meu.

Ficamos assim engatados por um bom tempo, só seu mastro pulsando dentro do meu rabinho, soltando gala e mais gala, enchendo a camisinha estufada. Quando saiu, levou minha virgindade atrás, deixando um vazio paradoxal.

Esse foi meu primeiro anal. Até a dorzinha latente que me acompanhou o resto do dia, foi algo delicioso. Me deixando com vontade de repetir. Nossa, eu gostei de dar o cu! Entendi agora porque dizem que isso vicia, rs…

Já se passaram alguns anos e continuo dando escapadelas com o Rubens, que sempre arruma um jeitinho de da um perdido no trabalho ou na sua esposa pra poder me comer.

  • Enviado ao Te Contos por Regina

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Sou a putinha do meu comedor.

 

By; Jessica

Oi me chamo JESSICA e contarei algo real de uma relação que tenho com um moreno a pouco mais de um ano, tenho 23 anos morena, baixinha 1,60 de altura bem magrinha com tudo no lugar não tenho bundão nem pernão mais minha bunda e bem durinha e redondinha bem empinada, seios pequenos, durinhos, tudo se encaixa perfeito, sou solteira tirando essa relação que é só sexo com esse moreno.

E ele e um moreno bem forte e alto 36 anos 1,87 de altura todo musculoso, casado, um pedaço de mal caminho o homem mais gostoso pra quem já dei, vou relata uma de nossas transas que são perfeitas, ele dominador e eu a submissa e nem tem como não ser submissa com um pau gosto igual ele tem, viro a cachorrinha, putinha e tudo que ele quiser rsrsr. 

Temos essa relação de putinha e comedor que adoro quando ele me chama de “minha putinha” e foi com quem fiz sexo anal pela primeira vez, nossa foi incrível, ele tem um pau grande e grosso e como ele e bem moreno o pau dele e bem escuro e a cabecinha bem rosinha, sou apaixonada pelo pau dele, em fim deixa eu conta nossa saidinha.

Tínhamos decidido para de transar e ser só amigos nem falar de sexo, mais esse dia ele me chamou pra da uma volta na cidade tomar umas de leve, e aceitei de cara por ser louca por ele, era um domingo logo a pós o almoço, ele me pegou na minha casa, moramos em cidades bem próximas eu Várzea Grande e ele Cuiabá MT. E fomos da uma volta ele parou em uma distribuidora e comprou duas cervejas e a gente começou conversar normal como dois amigos mais não demorou muito pra ele começamos a falar em sexo, pois era a melhor coisa que sabemos fazer jutos, ele ja começou com os joguinhos dele, e falou

- “amigos pegam na bunda de amigas pra saber se esta durinha”

Eu deixei claro ja estava excitada so por esta perto dele, depois ele falou

- “amigos pegam na buceta das amigas pra ver se esta lisinha e cheirosa”

E deixei e ele percebeu que eu ja estava bem molhadinha, e falou

- “nossa amiga sua buceta ta molhadinha ”

Tirou a mão da minha buceta pois eu tinha saído sem calcinha pois se ele não me provocasse eu iria provocar, quando tirou a mão da minha buceta eu peguei no pau dele que ja estava bem duro, e ele estava em short fino desses de jogar futebol, e cair de boca naquele pau lindo suculento e muito gostoso, enquanto eu chupava ele dirigiu para um motel, e adorei a ideia, mais chegando no motel como ele sabe que adoro apanhar e ser submissa a ele, ele falou que ia me da uma lição, adorei a ideia sabia que ele me bater sem dó, quando desci do carro ja me deu um tapa bem forte no rosto e falou pra mim olhar pra baixo, e de imediato fiz o que ele mandou, ai ele pegou no meu queixo e me deu um beijo bem gostoso, nossa aquele beijo fez minha buceta pingar de tesão.

Entramos no quarto ele me empurrou na cama, depois me pegou pelos cabelos e mandou chupar o pau dele, e chupei igual uma puta, com muita vontade, depois ele me empurrou na cama de novo e falou

- “sua puta”

Fiquei quieta, logo depois ele pegou uma cerveja me mandou tirá a roupa e como estava sem calcinha fiquei pelada, ele deitou mesmo vestido, e mandou chupar e comecei chupar o pau gostoso dele que mesmo sendo grande e grosso eu consigo engolir tudo,e enquanto eu chupava ele me dava varios tapas na bunda, minha bunda ja estava ardendo mais ele não parava e enquanto batia falava

- ” vai minha putinha chupa seu macho chupa seu comedor sua vagabunda, cachorrinha”

E os tapas dele so aumentava minha bunda ja estava doendo muito e comecei chora mais não pedia pra ele parar pois eu estava gostando mesmo doendo, e ele ficou mais excitado me vendo engolir o pau dele chorando, depois de uns 30 minutos que eu estava chupando ele e ele me batendo eu ja estava chorando muito, ele levanto me deu um beijo muito gostoso, e me chamou pra tomar banho com ele, e eu fui, ele tirou a roupa, e ficou na minha frente o abracei e como ele e bem mais alto que eu, minha cabeça alcança os peitos dele so, ele se abaixou um pouco me deu outro beijo e ligou o chuveiro, ele me entregou um sabonete e ficou com outro, eu passei sabonete no corpo dele e ele no meu,lavei aquele pau gostoso.

Depois que nos dois nos lavamos, ele sentou no chão do banheiro e me colocou na posição de 69 e fiquei quase de cabeça pra baixo, ele começou chupa minha buceta com vontade de um jeito que so ele sabe, não demorou muito gozei na boca dele, bem gostoso, e nao parei de chupa ele, ele me pos no chão e a gente e fomos pra cama.

Ele deitou colocou camisinha  e me mandou senta no pau dele e obedeci, sentei devagar no pau dele que estava bem duro, e comecei um movimento de subir e descer bem lento so que não demorou muito comecei sentar com força ele me beijando e batendo na minha bunda que ja estava bem vermelha dos tapas, mais não me importa isso me deixava com mais vontade, ele parou de me beijar e começou falar

- “vai minha putinha senta no pau do seu macho, acaba com o pau do seu dono, vai minha putinha, minha vagabunda ”

E toda vez que ele falava minha eu ficava com mais tesão e sentava com mais força, ai ele me mandou ficar de 4 que ia me foder com força e virei na beira da cama e fiquei de 4 bem empinada esperando ele mete na minha bucetinha gulosa que adora o pau dele, e ele meteu de uma vez o pau dele todinho na minha bucetinha e foi metendo forte,e batendo na minha bunda e falando

- ”toma sua safada, sei que vc estava louca pra eu te comer entao toma sua vadia, minha putinha safada”

E eu falando; - “vai meu safado, fode com força sua putinha vai, fode com força a putinha que adora te dar,”

E ele meteu sem dó e me fez gozar umas tês vezes, ai ele falou

- “da seu cuzinho pra mim minha putinha”

E eu so respondi; - “ele ja e seu meu dono”

Ele pegou um gelzinho, pois, não fazia muito tempo que ele tinha tirado a virgindade do meu cuzinho, ele passou bastante gelzinho no meu cuzinho e lambuzou o pau dele, e foi metendo aquele pauzão no meu cuzinho bem devagar, e depois que entrou ele começou acariciar minha bucetinha, foi metendo devagar e depois acelerando e falando

- ”toma no cuzinho minha putinha ”

E eu falando; - “mete no cuzinho da sua putinha mete, arromba o cuzinho da sua putinha que adora da o cuzinho pra vc”

E nisso ele meteu com muita força e bem rapido, eu ja não estava aguentando ai pedi pra ele me dar leitinho e ele meteu mais duas vezes bem forte tirou o pau do meu cuzinho tirou a camisinha, me ajoelhei no chão, chupei o pau dele, olhei nos olhos dele e falei

- “da leitinho pra sua putinha”

Ele falou; - “então toma leitinho minha putinha, toma”

E jogou varios jatos de leitinho na minha boca e eu engoli tudinho, tomamos banho e ele me levou em casa, e a gente transa ate hoje, muito gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Jessica

Sou puta do professor de musica da escola onde ensino.

 

By; Fabiana

Oi, me chamo Fabiana, sou professora de educação infantil, tenho 24 anos, loira, corpo bonito modéstia parte, seios e bumbum fartos e cheia de fogo, afinal, apesar de casar muito nova, meu marido não dá no tranco e as vezes acabo ficando na mão.

O professor de musica na escola onde eu trabalho, já se envolveu com outras professoras e uma até engravidou dele. No começo eu era meio arisca, achava ele asqueroso mas no fundo sabia que queria mesmo era provar aquele gostoso. Ele é homão, cabelos pretos, barba, corpo definido da academia, estiloso, cheiroso e dono de um charme irresistível que faz cair até a mulher mais santinha… Foi o meu caso!

Comecei a perceber que ele estava me olhando diferente quando num dia, entrei na sala dos professores e estávamos a sos. Começamos a conversar normalmente, sobre assuntos do dia a dia mas notei que ele não parava de olhar para meus seios.

Como estava na seca e precisando massagear meu ego, depois daquele dia comecei a fazer de tudo para provocá-lo. Botava roupas provocantes, calças justas e blusas decotadas e dizia que tinha “esquecido o jaleco”… Ele foi caindo no jogo e num determinado dia, quando nos encontramos na minha sala ele esperou minha auxiliar sair e pegou minha bunda com muita vontade.

Na mesma hora fiquei toda molhada, cheia de tesão. Ele sussurrou no meu ouvido

- “Vou entrar no teu jogo”

E me convidou pra ir a casa dele a noite. Passou o dia todo me mandando mensagens dizendo que eu iria pagar por ter provocado tanto ele, que ele ia acabar comigo… No fim, não aguentei e fui atrás dele no final da tarde.

Quando cheguei na sala dele, ele estava com o pau duro e latejando. Me abraçou forte para que eu sentisse sua pica grande e grossa latejando de prazer por mim. Começamos a nos beijar e eu já estava pingando de tanto tesão, com vontade de rasgar toda a roupa dele e o chupar muito gostoso.

Ele sussurrou no meu ouvido que ia fazer tudo bem devagarinho e eu quase pirei. Foi beijando meu pescoço lentamente, tocando meus seios e meus mamilos bem durinhos. Foi descendo bem devagar e tirando meu jaleco e minha blusa até chegar nos meus peitos.

Começou a chupá-los com muita vontade e eu comecei a gemer de tanto prazer. Foi quando ele tirou aquela pica enorme de dentro das calças e eu me desesperei, era muito grande ia me esfolar inteira, mas era isso mesmo que eu queria. Eu comecei a chupá-lo, acariciando suas bolas com as unhas e ele foi gemendo muito.

Ele me virou de 4 e começou a chupar minha bucetinha toda molhada, enfiando três dedos e lambendo tudo, até meu cuzinho que já estava piscando de vontade de dar pra ele.

Depois que eu já estava com as pernas bambas, ele meteu aquele caralho grosso e gigante na minha bucetinha apertadinha e começou a me fuder muito gostoso, puxando meu cabelo e me chamando de putinha safada, eu urrava de tanto tesão e ele foi metendo até o pau dele ficar todo melado.

Depois, meteu no meu cuzinho me arrombando inteira e eu já estava quase sem forças quando ele voltou a esfolar minha bucetinha gozando muito gostoso.

Depois daquele dia, nos encontramos todas as tardes, fodemos em quase todas as salas da escola, todos os motéis da cidade e o meu marido corno nem sonha. Virei a putinha do professor de música.

  • Enviado ao Te Contos por Fabiana

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...