quinta-feira, 11 de julho de 2024

Ontem levei rola no cuzinho pela primeira vez. (10-07-2024)

 

By; Eveline

Ola, eu tenho 20 anos, sou de Fortaleza, me chamo Eveline, faço faculdade de educação Fisica.

Quero contar sobre ontem a noite, acabei dando meu cuzinho pela primeira vez.

Ontem a noite meu amigo, o Leo, me convidou para ir com ele e outros colegas da facul para ir a um barzinho, já que era aniversario de um amigo de sala. Eu fui para a aula com uma blusa branca que aparecia a cor do sutiã que estava usando que era rosa e em baixo uma calça leggin com uma calcinha bem pequena também rosa.

Leo tem 1,80 de altura, branco e ja tinha ouvido falar do dote dele rsrs ( fofocas das meninas ). Voltando, entrei no meu carro e fui ate o bar cheguei me encontrei com meus colegas e começamos a beber, num determinado momento Leo me puxou a um canto mais calmo para conversarmos, ele ja foi falando:

– nossa Raquel você é muito gostosa - e me beijou

Um beijo quente que durou uns 10 minutos, quando terminamos ele teve que ajeitar o pau e eu pude reparar no tamanho e falei pra ele:

– vamos para um local mais calmo

E ele respondeu: – podemos ir pra minha academia vai com seu carro e me segue - e assim fiz.

Chegando lá ele me levou numa área onde era as lutas e assim tinha tatames no chão, ela ja foi tirando a camisa e eu agarrei ele, ele ja foi tirando minha blusa e meu sutiã deixando meus peitos livres e começou a mamar eles ( adoro que mamem eles ) e com a mão começou a acariciar minha buceta, ele se afastou de mim e tirou o shorts junto a cueca me mostrando aquele pau gostosa que deveria ter uns 19cm, branco, cheio de veias grosas, não resisti e cai de boca nele, depois de uns minutos ele me pegou pelo cabelo pra consegui que eu tirasse o pau dele da minha boca rsrs e mandou eu deitar no chão, ele veio tirou minha calça e quando viu minha calcinha mandou eu ficar de 4 e falou:

– nossa que bunda mais linda ela é perfeita merece estar num quadro

E começou a beijar minha bunda e foi tirando minha calcinha lentamente assim que ele tirou ela, ele colou-a na minha boca e falou pra mim so tirar quando ele mandasse e voltou a beijar minha bunda, quando do nada ele com as duas mãos abre bem minha bunda e começa a passar a língua no meu cuzinho, de repende ele para se posiciona atrás de mim e começa a passar o pau na minha buceta e diz:

– nossa ta com a bucetinha toda molhada

E eu gemendo e ele passando o pau nela, e continua falando:

– sabia que você tem um cuzinho delicioso.

E eu respondo um é abafado por conta da calcinha rsrs, e ele continua passando o pau na minha buceta e continua a falar:

– é sim nunca vi um cuzinho tão lindo quando o seu rosinha

Ele enfiou aquele pauzão na minha buceta, soltei um uivo abafado de tesão com dor mais logo era só tesão, ele metia muito gostoso e abria a minha bunda e deixava cair cuspe no meu cu e continuava metendo na minha buceta, ate que ele na resistiu e começo a acariciar meu cuzinho com o dedão, e reparou que eu gostei rsrs e falou:

– eu quero comer esse cu gostoso da ele pra mim vai sua puta gostosa.

Tirei a calcinha da boca virei pra ele e ele metendo em mim e falei:

– meu cuzinho é virgem nunca dei ele, e meu ex nunca brincou assim com ele.

E ele responde: - que cara trouxa, eu vou ser carinhoso com o seu cu pode deixar, vamos fazer assim eu vou deitar e você vem com ele sentado no meu pau pra você se acostumar o que você me diz?

E eu respondi: – está bem vamos tentar

E assim ele fez deitou e eu fui sentando com uma mão fui direcionando aquele pau no meu cuzinho virgem e com a outra mão me apoiava no peitoral dele rsrs, eu acho que por estar meio bêbada foi indo fácil rsrs, a hora que eu senti a cabeça do pau dele entrando senti um mix de sensações, e na hora que a cabeça dele entrou no meu cuzinho soltei um berro e perdi as forças nas pernas e começou a entrar todo aquele pau no meu cu, quando me dei conta ja estava rebolando e sentindo as bolas dele batendo na minha bunda e ele deixando ela aberta bom as mãos e comecei a aumentar o ritmo ate que anunciei que ia gozar, gozei falando:

– como é bom dar o cu que tesão da porra

Ele sem perder tempo fez eu ficar de 4 de novo e falou;

- agora é minha vez vou comer esse cu com você de 4

E assim fez, me colocou, ele todo no me cu e começou a bomba no meu cu eu so escutava o som do saco dele batendo na minha buceta e aquilo foi me dando tesão e gozei de novo, ele percebeu e aumento o ritimo e gozou gostoso.

Quando ele tirou o pau do meu cu era tanta porra escorrendo, que eu comecei a me tocar e a gozar novamente de 4 mesmo.

Depois fui ao vestiário, me banhei, me vesti e vim pra casa, e tenho que contar sobre o agora, são 11h da manha, já toquei 3 siririca desde que me acordei, porque to sentido muito tesão, uma sensação gostosa no meu cuzinho, um dorzinha gostosa entendem.

Ontem foi isso !

  • Enviado ao Te Contos por Eveline

 

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Ontem, mamei a rola do novinho durante a festa de uns amigos (09 de julho - 2024)

 

By; Hilda

Oi, sou de São Paulo, me chamo Hilda, tenho 1,70 de altura, 39 anos, sou separada, mãe de 2 filhos. Apesar da minha idade ainda quero realizar muitas fantasias que tenho. Tenho seio médios, malho bastante, estou em forma, pernas grossas, bunda grande durinha, sou branca minha buceta é rosada assim como os bicos dos meus seios.

Ontem, 09 de Julho, Fui a uma festa de casal amigos meu, fui com um outro casal de amigos, lá não conhecia as pessoas que estavam mais foi bem legal.

A festa começou por volta de meio-dia,eu cheguei por volta das 15:00 horas. Após algumas horas de bebedeira já estava enturmado com a galera, por volta de 40 pessoas. É uma casa grande. A parte da frente é enorme e lá é que ocorria a farra. O quintal da casa é igualmente grande, com muitas plantas, árvores frutíferas e um barracãozinho onde são guardadas mesas, cadeiras, ferramentas, caixas de cerveja, etc e um banheiro pequeno com uma pia e um sanitário.

Lá pelas 21:00 horas meus amigos me chamaram pra ir embora pois eles tinham outros compromissos. Eu disse que ficaria mais um pouco e depois chamaria um Uber pra ir pra casa. Quis ficar mais um pouco, pois eu não tinha nenhum outro compromisso e além do mais já estava enturmado com o pessoal e a festa estava muito divertida.

Acabei conhecendo Conheci um rapaz, 18 aninhos, branquinho, loiro de olhos verdes, já todo rosadinho devido ao álcool, com quem me entrosei mais. Conversávamos sobre assuntos sérios, mas também sobre banalidades, quando ríamos muito. Volta e meia o pegava me olhando, ele ficava sem graça e baixava os olhos. Após as 22:00 horas a cerveja acabou e a galera saiu pra comprar mais. Como já havia diminuído o número de pessoas na casa, resolvi recolher algumas mesas e guarda-las. Perguntei onde poderia colocar e o pai do aniversariante me indicou o barracão. Solicitei ajuda do novinho que veio me seguindo pelo corredor. Talvez pelo efeito do álcool ele quando chegamos ao quintal ele falou:

- “Vá devagar sua bunduda! Pra que a pressa?”

Eu olhei por sobre o ombro e sorri. Danada como sou, eu disse:

- “Gostou da bunda né safado!”

Ele se limitou a sorrir. Coloquei as mesas no cômodo e fui ao banheiro lavar minhas mãos. Como não fechei a porta do banheiro para usá-lo, notei que alguém me observava. Olhei pra trás e vi o novinho morder o lábio inferior e com os olhos vidrados no meu rabão. Perguntei se ele gostou, ao que ele disse que sim. Então eu disse que ele poderia tocar, se quisesse, mas não poderia falar para ninguem.

Ele veio e encher a mão com minha bunda. Apertada e dava tapinhas nela, gemendo de tesão, assim como eu. Rebolava e ele apertava mais e mais. Sugeri que fossemos para o cômodo onde estavam as mesas e cadeiras, assim se alguém viesse poderíamos ver pela janela e assim despistaríamos que estávamos arrumando as mesas e cadeiras.

Entramos no cômodo e eu já fui me apoiando sobre uma mesa e baixando o meu short e a minha calcinha junta, ficando de costas pra o safado e abriu minha bunda e meteu a língua na minha buceta, arrancando gemidos e arrepios de minha parte. Eu apertava seu rosto quase o sufocando e rebolava na sua cara como uma puta. Já sentia baba escorrendo pelas minhas pernas.

Ele abriu minha bunda e cuspiu no meu cu. Meteu um dedo. Doeu pra caramba. Eu gemi mais alto mas deixei ele fazer movimentos de vai e vem com o dedo no meu cuzinho e lambia a minha buceta. Eu piscava o cu, fazendo-o mordiscar seu dedo. Ele se levantou mas continuou com o dedo no meu anelzinho. Debruçou-se sobre mim e começou a mordiscar minhas costas enquanto cutucava meu cu. Ele se levantou e baixou sua bermuda. Senti seu pau quente e duro encostar na minha bunda. Ele posicionou o pau na entrada da minha buceta e empurrou. Tenho certeza de que a cabeça entrou, eu quase gritei de tesão, minha buceta estava quente e ardia. Eu travei o moleque com uma das mãos pra ele não continuar. Disse a ele que não porque estávamos sem camisinha. Senti a parte do seu pau que havia entrado na minha buceta sair. Fiquei de pé e me virei pra ele, vi aquela cara de safado, com um sorrisinho de canto de boca. Olhei pra baixo e vi seu pau muito duro, apontando pra cima. É uma pau rosinha, de uns 17 cm, grosso, cheio de veias e com a cabeça parecendo um cogumelo. Pedi pra ele se sentar em uma cadeira, ele com o pau duríssimo de fora. Me ajoelhei em sua frente e lambi seu pau. Comecei pelo saco e fui subindo, bem devagar e sempre olhando pra ele. Bati com seu pau 3 vezes na minha cara e o engoli, coube todinho em minha boca. Engoli tudinho e fiquei com ele por alguns segundos em minha boca. Quando o tirei, seu pau já estava todo melado de baba. Comecei a bater uma punheta pra ele e a mamar feito uma putinha, de joelhos, satisfazendo seu macho.

Mudamos de posição. Ele ficou de pé e eu me sentei na cadeira. Mamava aquela rola como se fosse a coisa mais gostosa que experimentei na vida. Deixei só a cabecinha do seu pau em minha boca e fiquei batendo punheta pra ele. Olhava aquele novinho gemer e se contorcer com seu pau em minha boca. Ele começou a respirar mais forte, a arfar, a gemer um pouco mais alto. Eu sabia que o seu leitinho estava vindo.

Ele segurou seu pau e começou a bater uma punhetinha em meu lugar. Eu tirei a boca da cabeça do seu pau, me ajoelhei em sua frente, abri a boca e coloquei a língua pra fora, olhei pra ele e pedi:

- “dá leitinho pra sua puta dá!”

Ele fechou os olhos e senti um jato forte, consistente e quente atingir minha língua. O segundo veio no meu rosto, assim como o terceiro. Então engoli seu pau novamente e pude senti-lo pulsar e jorrar, enchendo minha boca de leite. O novinho goza muito. Amei.

Depois disto, pedi para o novinho ir na frente pois eu iria lavar meu rosto e dar um tempinho ali, fingindo estar arrumando as mesas e cadeiras no cômodo. Fui ao banheiro lavar o rosto, mas antes disto me siririquei sentindo aquele leite quente na cara. Gozei muito.

Lavei o rosto e alguns minutos depois voltei para a frente da casa. O pessoal estava chegando com a cerveja quando voltei para a frente da casa. Abri uma, servi ao novinho e bebemos. Um tempo depois seus pais o chamaram pra ir embora. 

Fiquei na festa até aproximadamente 01:00 hora da manhã e depois vim embora e só agora pela manhã notei a besteira que fiz, não peguei o número de telefone do novinho.

De qualquer forma foi muito bom. Espero encontra-lo novamente e dar pra ele.

  • Enviado ao Te Contos por Hilda

Tô realizada! (lesb) (Julho-2024)

 

By; Sandra

Oi, meu nome é Sandra, sou do Rj, tenho 21anos, sou universitaria e o que vou contar aconteceu comigo há alguns dias.

Eu adoro mulheres negras. Se elas forem altas e esguias...vou aos céus. Acho que minha paixão por mulheres negras surgiu na época da escola. Havia uma amiga, a Patrícia, negra, alta e de pernas lindas... um tesão de mulher, os homens a rodeavam e eu os invejando. Patrícia tinha aqueles beiços que só os negros podem ter e exibir com muita honra, mas eram perfeitos, não eram exagerados, eram carnudos, brilhantes e me deixavam doida imaginando as mais diversas loucuras. E as pernas? Pareciam que sempre estavam sob ação de algum óleo de lustrar móveis: reluzentes, o ébano envernizado. Uma delícia!!!!

Também adoro mulatas, suas bundas empinadas, suas pernas perfeitas e carnudas. Hummmm!

Embora adore mulheres, nunca tive coragem para me relacionar com alguma, meu consolo era os beijos e abraços tão comuns entre nós mulheres, pois se fosse homem estaria numa fossa de arrasar por não poder nem ao menos beijar um homem.

Meus namorados, logicamente, foram todos negros ou mulatos ou o menos claros o possível. Chocolate é comigo mesma.

Semana passada, no centro do Rio, caminhando assim meio que fora do mundo notei, de repente, algo de estranho no ar, percebi uma agitação fora do comum. Não era para menos: uma lindíssima e rara mulata passeava, aparentemente alheia a todo aquele agito que se formou em seu redor, olhando vitrines, perguntando algo a alguém, olhando as mercadorias dos camelôs. Alguns homens passavam mais perto e soltavam o enfadonho "Gostosa!" ou outras coisas do tipo.

Meus olhos ficaram hipnotizados por aquela mulher que vestia uma saia de comprimento até perto dos joelhos, sandálias de salto alto pretas de couro e amarradas em tiras na perna e uma blusa bem simples, mas muito elegante. As pernas reluziam mais que o couro, davam vontade de acariciar ali, de beijar, de passar a xota nelas todas e soltar um grito de gozo longo. E que beiços mais lindos!!!!! Enfeitados por um batom vermelho escuro.

Ela era nobre e eu era sua serva. Logo notei que não eram só meus olhos que a seguiam, meus pés também.

Mas acontece que ele não estava ali e eu estava doida por aquela mulher que me enfeitiçou toda.

Segui-a por muito tempo até ela virar numa esquina de uma das ruas do Saara. Ao virar a esquina trombei com ela de frente para mim, de braços cruzados. Meu coração estremeceu, as pessoas que passavam olhavam, mas logo continuavam seu caminho. Parecia que o tempo resolvera brincar e tudo pareceu lento demais.

-Alguma coisa, mocinha? - perguntou-me ela.

Sua voz era grave, mas feminina. Seu perfume era delicioso, seu pescoço vibrava e seu peito subia e descia me deixando excitada.

-Ah! É que...Bem...não sei! - não sabia o que responder. Eu só tinha olhos para aquele corpo e para aqueles olhos...meu Deus...verdes. - Seus olhos são verdes!!!! - falei de repente.

-Sim! E daí? Você está me seguindo por causa dos meus olhos? Olha aqui, moça: tenho mais o que fazer do que ficar me preocupando com mocinhas desmioladas, se continuar a me seguir eu chamo a polícia.

-Desculpe, eu te vi lá embaixo, meus olhos te seguiram e depois meus pés e não consegui controlar o impulso. Eu me apaixonei por você!!!

Acabei de falar aquilo e me dei conta do que havia dito e fiquei vermelha. Minha vontade era de correr dali e me esconder em algum buraco onde ninguém me identificasse. Onde estava com a cabeça para falar aquilo?

Instintivamente levei minha mão até a boca como a me policiar pelo que havia dito. Mas já era tarde!!!!

Ela olhou para mim meio que perplexa, mas pude perceber que lentamente seu rosto foi se modificando e não estava acreditando no que via ela estava sorrindo e de um sorriso veio uma sonora gargalhada, que inundou a rua e chamou a atenção de todos. Eu devia estar mais vermelha que tomate.

Ela levantou uma das mãos e pensei que ela iria me esbofetear, mas ela a descansou sobre meu ombro, olhou-me nos olhos e disse:

-O que você disse é algo muito grave, mocinha!!! Você tem certeza do que falou para mim?

Eu acenei com a cabeça que sim. Não parecia mais ser eu, era como se algo me levasse a responder daquela maneira. Meu coração disparava.

-OK!! Venha comigo!!! - ela se virou e começou a caminhar. Olhou para trás e, vendo que eu não arredava os pés do lugar, renovou o convite. - Venha!!!

Comecei a segui-la e logo em seguida estava ao seu lado. Pude notar que ela estava calma, apesar do passo rápido e de tudo o que havia acontecido entre ela e eu há poucos segundos atrás.

Ela começou a falar que seu nome era Mara e que trabalhava como vendedora de jóias, pulseiras, anéis e bijuterias. Era casada e mãe de duas filhas pequenas, uma de três anos e outra com um ano. Olhou para mim e disse:

-Já tive um ou outro cazinho com mulheres, principalmente nos tempos de colégio! Sempre gostei de mulheres, mas sabe como é...a família, a sociedade...Preferi casar com um rapaz simpático que conhecia desde o colégio e assim me resolver na vida. Vez por outra uma das pessoas para quem vendo minhas coisas quer algo mais e eu me dou por inteira e com prazer. Assim faço minha freguesia. - ela pisca o olho para mim.

De repente paramos em frente a um prédio antigo, ela olhou para mim e disse:

-Tem certeza de que queres continuar?

-SSSim!

-OK!

Subimos por uma escada tortuosa e logo demos num corredor, paramos diante de uma sala e ela pegou a chave e abriu a porta. Pediu para eu entrar primeiro e senti, enquanto passava por ela, seu olhar vasculhando até minha alma. Ela fechou a porta.

-Quer água? - perguntou-me.

-Aceito!

-Sente-se! Fique à vontade! Relaxe! Ninguém nos incomodará aqui. É meu escritório, mas aqui não fecho negócios pessoalmente, só por telefone. É raro eu chamar alguém. E é raro alguém das outras salas me incomodar.

Sentei na ponta da cadeira. Meu coração disparava. Minha vontade era sair correndo. Suava toda. Minha babaca estava molhada. Minha garganta estava seca. Mas estranhamente tudo isto me excitava. E mais: estava diante da possibilidade de realizar um antigo sonho!

Ela voltou com a água. Estava sem a blusa. Eu olhei para seus peitos. Lindos! O bico parecia do tamanho do de uma mamadeira e eram meio caídos, mas não eram murchos. Frutos da maternidade.

Eu bebi a água de uma só vez e ela se aproximou e encostou aqueles peitos na altura do meu rosto. Me ofereceu um deles:

-Mama! Pode mamar! As crianças adoram! - disse ela com olhar malicioso.

Eu nunca tinha feito aquilo. Comecei devagar. Ela pegava o outro peito e acariciava-o no meu rosto. Eu fiquei excitada e logo me vi mamando com vontade ora um ora o outro peito.

Mara ficou de frente para mim e sentou sobre minhas pernas. Estremeci. Minha babaca ardia. Ela me olhou e me ofereceu aqueles lábios...eu fechei os olhos e me entreguei. Meu sonho!!!! Senti sua língua roçar a minha e aquilo me satisfazia. De repente estava abraçando e acariciando seus peitos enquanto chupava com força sua língua e seus lábios. Ela gemia de prazer. Senti suas mãos procurarem minha calça e ela foi enfiando a mão lá dentro. Meu grelo latejava e estava molhado.

De repente ela levantou e foi tirando minha calça, abriu minha blusa, acariciou meus seios e os chupou com volúpia. Nunca havia sentido aquilo. Meu corpo estremeceu todo. Meu coração ardia e batia acelerado. Eu esfregava minhas mãos nos seus cabelos e na sua nuca e ela chupava tudo, do peito até minha calcinha, e ali, num gesto rápido, ela tirou minha calcinha e começou a enfiar o dedo. Eu gritei.

Ela me beijou!!!! O toque dos seus lábios e da sua língua me deixaram mais tranquila. Parecia que estava beijando sua xota, de tão macios que agora estavam. Meus lábios sentiam uma textura diferente, um gosto que não sentira antes. Parecia que todo meu corpo virara uma xota molhada. Era um delírio. Suas mãos, seus dedos no meu grelinho latejante. Veio aquela torrente e eu fiz menção de gritar... ela abafou o grito com outro beijo e eu esfregava as mãos no seu rosto, nas suas costas, nos seus seios, na sua cabeça, minhas pernas queriam enlaçar o corpo dela. Eu queria que ela não parasse mais. Eu me vi delirando, como se eu pudesse entrar nela ou ela entrar em mim. Como se uma fusão acontecesse e já não soubéssemos de quem era o orgasmo. Nós duas estávamos vibrando.

Logo trocamos e ela deixou eu invadir a xaninha dela e era ela que agora gritava de prazer e eu a beijava com mais prazer. Nós ficamos neste prazer mútuo por muito tempo. Quando, enfim paramos, estávamos encharcadas. Meu corpo ainda vibrava por conta dos espasmos de orgasmo. Parecia que o mundo girava. Eu estava mole. Não tinha ânimo para sair dali.

Ela veio por trás e me enlaçou com seus braços e me beijou no rosto. Ficamos assim, eu acariciando seu braço e ela ora me beijando o rosto e a cabeça e ora esfregando seu rosto junto ao meu.

Não me lembro como saí dali e nem como cheguei em casa, mas me lembro que dormi muito bem naquela noite e acordei com uma estranha sensação no dia seguinte. Olhei para o telefone e logo procurei algo na bolsa. Achei! O telefone dela.

O telefone tocou e logo ouvi sua voz. Ficamos ali conversando por um longo tempo. Marcamos outro encontro. Ainda vai acontecer.

Meu coração está mais leve. Meu corpo é outro. Eu estou doida para revê-la e continuarmos de onde paramos. Eu quero Mara, a minha mulata.

  • Enviado ao Te Contos por Sandra

terça-feira, 9 de julho de 2024

Me dei bem com o filho da minha vizinha

 

By; Soraia

Me chamo Soraia, 43 anos, 1,62 de altura , loira e modéstia a parte com uma bunda e um corpo de dar inveja em muitas novinhas. Eu havia me divorciado do meu marido de 52 anos, depois de muitas brigas, discussões e meses sem transar. Como a casa onde eu morava ficava no quintal de parentes dele, resolvi sair. Encontrei um apartamento bem simples e com um preço acessível.

Depois de uma semana no apartamento já tinha feito amizade com a Joana, a vizinha da frente. E num sábado ela me convidou pra tomar umas cervejinhas na casa dela, tava de folga mesmo, fui lá. Papo vai, papo vem, e nisso entra na casa dela um garoto da porra, alto, com mais de 1;85 de altura, cavanhaque, sem camisa, e com um corpo definido todo suado. Coração chegou a bater mais forte.

Ele entra e vai direto pra cozinha tomar água. Joana dá um grito da sala pra ele vir cumprimentar a visita, ele veio todo em graça e disse que tava com muita sede, pediu desculpa e me cumprimentou com dois beijos rápidos no rosto. Joana nos apresentou, disse;

- ” Esse sem educação é o Fábio, meu filho”.

Com tempo fomos nos afeiçoando tbm. Deu uns problemas no PC que uso para trabalho e fui perguntar a Joana se ela conhecia alguém que trabalha com isso, ela disse que o Fábio mexia muito bem com isso, só que ele não tava em casa, e assim que ele chegasse ia pedir ele pra dar uma olhada.

Ele chegou e tal e foi bater na minha casa. O capeta do garoto estava sem camisa de novo, com aquela barriga definida, me deixava louquinha. Ele começou a mexer no pc lá e eu fui conversando com ele. Descobri que ele tinha só 21 aninhos de idade. Até brinquei com ele falando que devia ter muitas moças doidinhas por ele riu sem graça. Ele resolveu os problemas do pc e eu ofereci uma cervejinha pra ele como agradecimento. Nisso ficamos conversando um tempo, eu disse pra ele que desde a separação me sentia sozinha, minha vida girava em torno do casamento e da escola onde eu trabalho, que fazia tempo que não saia com amigos e tal.

Ele olhou pro relógio da sala e disse;

- “agora são 5 horas eu vou pra casa e vc se arruma pra 7:30 a gente sair, vou te levar num bar que meu amigo abriu, lugar muito responsa”.

Eu falei que não, ele olhou nos meus olhos e mandou eu parar de graça e disse pra eu me arrumar, eu ia negar mas ele levantou e saiu e disse que 7:30 ia me chamar.

Acabou que na hora eu tava arrumada, coloquei um vestido decotado curto, pras minhas pernas grossas ficarem bem amostra, um salto. E 7:30 ele foi me chamar todo lindo, arrumado, com um perfume gostoso demais.

Chegamos no tal bar e ficamos conversando e bebendo. Aquele garoto é de uma ousadia, colocou a mão sobre minha perna, eu admito que gostei, mas os avanços não pararam e logo ele tá me beijando. Amassos e amassos, ele fala no meu ouvido;

- “vou fechar a conta aqui. Vamos para um motel”.

Gente!!!!

Ele fez questão de pegar uma suíte cara, com banheira e tudo. Que pegada aquele garoto tinha, me beijava, chupava meu pescoço, apertava meu peito, minha bunda. Nem esperou para eu tirar a roupa, levantou a parte de baixo do meu vestido me colocou de quatro e meteu aquele pau gostoso e grosso na minha bucetinha, me pegava firme pela cintura enquanto me socava com força, ele dava uns gemidinhos, me chamava de deusa, de puta, falava como eu era gostosa e gozou dentro de mim, senti aquela gala quente que não sentia há bastante tempo, veio me beijando e nisso já tirou meu vestido.

Em seguida, o pau dele tava duro e ele cheio de fome querendo me comer mais. Eu fiz ele deitar na cama do motel e falei que ia cavalgar gostoso nele. Cavalguei como nunca cavalguei pra homem nenhum, olhava nos olhos dele, enquanto eu gemia gostoso. Ele se inclinou pra chupar meus peitos, enquanto eu unhei as costas dele inteira. Gozei, gozei de verdade, nas mãos dele me sentia um especial e uma puta ao mesmo tempo. Em seguida ele gozou novamente. Ficamos deitados na cama por beijando e falando putaria um para o outro. Ele disse que desde o dia que me viu na casa dele, queria me comer gostoso.

Ele olhou para a banheira e disse;

- não usamos ela ainda, vamos lá.

Com a banheira cheia e já tomando um champagne montei nele de novo. Ele colocou seu dedão na minha boca, e entre suspiros e gemidos e chupadas no dedo fomos gozando juntos. Tomamos banho juntos no maior love/romantismo.

Fomos embora e como ele estava de carro, na garagem do prédio lá de casa ele colocou mão na minha perna e me disse;

- “vamos fazer assim, vc me faz um boquete gostoso e eu te dou uma chupada gostosa, pq to doido pra sentir o gosto da tua bucetinha”

Eu falei; - “mas aqui? Vc tá doido?! e se alguém ver”

Ele me olha e fala;

- foda-se, deixe verem eu até chamo pra participar.

Não perdi tempo á estava de boca naquele pau maravilhoso. Ele cumpriu o prometido, inclinou o banco e me fez o melhor oral da minha vida, gozei gostoso.

Nos dias seguintes transamos mais vezes, sem a mãe dele saber é claro.

Depois de alguns meses meu ex marido veio conversar e resolvemos voltar pq afinal eu estava desde os 23 anos casada com ele e sentia falta da companhia dele, das brigas e até mesmo da discussões.

Mas mesmo voltando, eu admito que ainda escapo para fuder gostoso com Fábio…..

  • Enviado ao Te Contos por Soraia

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...