segunda-feira, 29 de julho de 2024

Transando com a garota que conheci no São João

 

By; @a-pele

Vou relatar como foi a segunda vez que fiquei com uma mulher que é próxima a outra amiga, que nos apresentou. Eu havia conhecido ela em outro momento, num show do São João, tinha ficado interessado, mas antes que eu pudesse chegar nela, ela foi embora com os amigos dela. Ainda interagimos em outro momento sem maiores desdobramentos; mas só nos pegamos após conversarmos via Instagram e marcarmos um café.

Uma coisa é fato: nós temos um encaixe bem gostoso, algo da química de nossos corpos se vaporiza e nos entrelaça com o sangue fervendo.

Ontem, por exemplo, aconteceu algo bem interessante: quando ela chegou e eu a abracei, já comecei a sentir tesão quase instantaneamente. Subimos o elevador abraçados, e ela sentiu meu pau duro roçando sua bunda.

Quando chegamos, trocamos uns beijos gostosos, mas fui terminar de cozinhar enquanto conversávamos e trocávamos beijos gostosos, afinal, a comida estava no fogo. Cada vez que eu a beijava, meu tesão aumentava. O cheiro da comida se misturava ao cheiro de sexo que nós exalávamos.

Fomos para o sofá, onde ela se sentou no meu colo e começou a me beijar. Meu pau ficou duro na hora, pela centésima terceira vez. Ela usava um vestido leve e curto, e começou a se esfregar em mim, fazendo meu pau pulsar. Eu sentia a buceta dela quente, apertava sua bunda e seus peitos, aproveitando sua boca carnuda na minha. Comecei a alisar e depois massagear a entrada da buceta dela por cima da calcinha, que já estava encharcada, molhando meus dedos através do tecido.

Em seguida, a carreguei e a deitei no sofá, beijando com vontade. Ambos estávamos cheios de tesão. Desatei o vestido dela, que abria com um laço para o lado, e fui desvencilhando o tecido enquanto beijava seu pescoço e peitos. Ela vestia uma lingerie preta, que preferi não tirar logo, para apreciar a luz da noite percorrer sua pele.

Fui descendo, dando algumas mordidas, até chegar na calcinha. Antes de minha boca encontrar seu sexo, levei-a às coxas, mordendo e chupando-a até a virilha, enquanto ela se contorcia. Só então coloquei sua calcinha de lado e chupei sua buceta com vontade, enquanto metia dois dedos nela com uma mão e massageava a entrada do cu com a outra. Ela gozou gostosamente assim, arqueando o corpo e gemendo alto de maneira que os vizinhos do prédio ao lado devem ter escutado.

Fomos para a rede e ficamos conversando. Comecei a tocar sua buceta novamente, que estava bem molhada, não sei se ainda molhada ou se novamente molhada... Deitada de costas sobre mim, eu beijava com vontade sua boca carnuda, o tesão nos dominava uma vez mais. Apertando seu corpo contra o meu, minha mão encontrou uma vez mais seu sexo quente o molhado, quando meti o dedo do meio e o anelar com vigor e fui aumentando a intensidade e a velocidade das estocadas, chacoalhando com a palma da mão seu púbis e estimulando seu clitóris nesse movimento. Ela se contorcia de tesão, esfregando sua bunda meu pau enquanto segurava miha nuca com as mãos por trás da cabeça. Ela gozou assim, gostosamente, na rede da minha varanda.

Depois de descansarmos e conversarmos um pouco, dentro de uma sessão de carinhos e dengos, ela começou a alisar meu pau, que enrijeceu a seu toque e fomos para a cama. Chupei ela ainda mais e meti gostoso, alternando entre várias posições, até que ela veio sentar em mim. Peguei um brinquedo que tenho, uma varinha vibradora, e ela encaixou de um jeito que fez ela gozar em dois minutos, de um jeito muito intenso. Eu fiquei surpreso quando ela não parou o brinquedo e permaneceu na mesma posição enquanto eu metia, variando a velocidade e a força da metida, adorei vê-la gozando vez após outra, sentindo suas contrações apertando deliciosamente meu pau, tendo orgasmos múltiplos naquela mesma posição. Às vezes, ela sentava, e às vezes eu ficava me movendo, metendo por baixo. Ela gozou até não conseguir mais sustentar as pernas e caiu extasiada do meu lado. Eu gozei com ela me chupando e me masturbando, enchendo sua boca de porra.

Era meia noite e dez quando nossos corpos desabaram extasiados na cama. Tomamos um banho, comemos e dormimos gostosamente. Quando acordamos, rolou de novo, mas fica para um próximo relato. Tomamos um café delicioso na padaria entre risos e fotos mal tiradas por mim. Segui para o trabalho e somente à tarde descobri que era o dia do aniversário dela. Não sabia, mas acho que quem ganhou o presente foi eu...

  • Enviado ao Te Contos por @a-pele

 

quinta-feira, 25 de julho de 2024

Fui vendada e fodida pelo meu amante.

 

By: Carla

Me chamo Carla, sou casada, porém inserida num relacionamento totalmente gasto e sem muita atenção do marido. Desde que tomei coragem para uma primeira aventura extraconjugal me senti livre e realizada, passando por várias experiências deliciosas que vêm me deixado cada vez mais ousada! São estas experiências que venho trazendo aqui relatar.

Sou uma morena cor de jambo de 27 anos, cabelos escuros que oscilam entre lisos e ondulados, bem longos. Tenho 1,61 de altura, sendo a típica “baixinha bem equipada”. Sou levemente cheinha, com seios fartos, pernas bem torneadas e uma bunda bem atraente, sexy e grande.

Essa aventura que relatarei se passou com Alex, rapaz com o qual tenho tido várias experiências. Alex também é casado e se encontra em segredo comigo, sendo um homem alto, de pele clara e esbelto. Como conversávamos bastante e já havíamos nos visto outras vezes, nosso nível de intimidade já era bem alto.

Conhecíamos bem as preferências sexuais e fetiches um do outro, principalmente o fato de eu adorar ser dominada e Alex ser dominador. Toda vez que íamos pra cama eu era totalmente submissa a ele. Claro que isso me dava um tesão enorme!

No dia que havíamos marcado nosso encontro (um dentre muitos) estava tudo favorável para nós! Todo cuidado era pouco, então precisávamos esperar por dias em que sua esposa não estivesse em casa e nem meu marido. Coloquei uma blusinha rosa simples, um shortinho jeans e calcei meu tênis All Star. Não coloquei muita maquiagem nesse dia e minhas unhas não estavam pintadas, pois não tive tanto tempo para me preparar.

Alex me buscou em uma esquina afastada de casa e me levou para sua residência em segurança. Já que seu carro era peliculado, era possível eu entrar e sair de sua casa sem que os vizinhos percebessem, evitando assim, boatos e fofocas desnecessárias que poderiam chegar ao ouvido de sua esposa.

Depois de alguns encontros, já não perdíamos mais tempo. Sabíamos exatamente o que queríamos e íamos direto ao ponto. Ao chegar no quarto Alex colocou uma máscara preta de dormir (daquelas usadas apenas para cobrir os olhos e relaxar) para me vendar e já me deixar submissa. Na hora do sexo eu era praticamente a sua escrava.

-De joelhos, putinha. – Mandou Alex.

Sem ver nada, me ajoelhei em frente ao Alex, que logo começou a bater com seu pau duro em meu rosto. Ele alternava colocando sua pica bem fundo em minha garganta (apesar de não estar muito acostumada com garganta profunda) e tirava aquele pau babado para bater em meu rosto. Minha boquinha mal dava conta daquele pau gostoso.

Depois de brincar com minha boquinha, Alex me carregou e me jogou de bruços na cama. Tirou meus tênis e logo começou a tirar meu shortinho e minha calcinha. Ele dava tapas em minha bunda e mordia ela várias vezes, o que me arrepiava bastante e me fazia soltar leves gemidos. Como já tínhamos intimidade um com o outro, Alex decidiu fazer algo a mais antes de me comer:

-Abre esse cuzinho pra mim. Bora, cachorra.

Apesar de já ter escapado várias vezes, ainda me sentia levemente insegura com meu corpo. Mas obedeci. Com as duas mãos, abri minha bunda pra que ele pudesse ver melhor meu cuzinho apertado.

-Isso, cachorra. Do jeito que eu gosto!

Então deu um tapa na minha bunda, abriu ela com uma mão e começou a me chupar por trás. Sentia aquela língua quente deslizar no meu cu e na minha buceta, me fazendo gemer gostoso. Alex cuspiu no meu cuzinho e me chupou toda pra me deixar bem molhadinha e preparada pra foda que estava por vir. Mesmo molhada, Alex passou o lubrificante na minha bucetinha antes de começar a me penetrar de bruços. E assim ele começou a me comer.

Com os braços esticados pra frente, sentia aquele pau penetrar em mim, totalmente dominada, vendada, a mercê das vontades de Alex, que metia com força e cada vez mais rápido. Eu gemia, pedia mais, me sentia uma puta realizada, usando apenas a blusinha rosa que Alex não havia tirado de mim.

-Me come mais. Me come, amor! – eu suplicava por mais. Minha voz interrompida por meus próprios gemidos.

Depois de me arrombar bastante de bruços Alex me mandou virar e abrir as pernas:

-Arreganha mais essas pernas, cachorra. Segura elas bem abertas pra mim agora.

Segurei minhas pernas para que ficasse em posição de frango assado pra ele.:

-Caralho. Que gostosa!!

De surpresa, Alex começou a me foder naquela posição. Meteu forte em mim repentinamente e gemi alto. Ele não parou. Continuou me fodendo com força enquanto ele mesmo segurava minhas pernas para que ficassem bem arreganhadas e me comesse bem fundo.

Perdi a noção de quanto tempo Alex me fodeu naquela posição, sem parar. Eu gemia alto, às vezes gritava de prazer, e aquele pau me fodendo fundo. Vez ou outra eu levava um tapa na cara e ele xingava:

-Cachorra. Minha puta gostosa!

Aquilo me dava mais tesão ainda. Ele não parava. Vários minutos me fodendo naquela posição deliciosa. Às vezes ele abocanhava meus pezinhos e lambia minhas solas enquanto metia com mais força ainda.
Ele me arrombou por vários minutos até dizer:

-Porra, abre essa boca pra mim. Não aguento mais.

Ainda deitada, abri minha boca e Alex meteu aquele pau melado na minha garganta. Não demorou pra que ele gozasse em mim. Engoli um pouco daquela porra, mas parte escorreu pela minha boca.

Eu estava cansada, mas satisfeita por ter feito meu macho gozar gostoso. Eu amo dar prazer pros homens que me levam pra cama, já que meu marido não o faz direito. Talvez seja a vingança me dando prazer.

Arrombada e suada, fomos tomar uma ducha e depois ele me deixou em casa.


  • Enviado ao Te Contos por Carla

quarta-feira, 24 de julho de 2024

Mamei meu colega de trabalho antes das feria na biblioteca. (junho-2024)

 

By; Kersia

Ola, me chamo Kersia, sou casada há algum tempo e nunca havia pensado em trair o meu marido. Somos jovens, bonitos e nos damos super bem na cama. Não posso reclamar de nada, pois o meu marido sempre me come gostoso e me faz gozar.

Sempre fui muito safada, desde novinha, sempre gostei de tocar siririca e desde que perdi a virgindade sempre tive muitos parceiros, mas como disse, não havia pensado em trair.

Esse ano comecei a trabalhar em uma escola nova. Sou professora e fico sempre trocando de escola, assim conheço muitas pessoas novas.

Nesta escola, conheci Carlos. Mas antes de descrever nossa relação, vou descrever nossa aparência.

Eu sou morena, magra, mas com um corpo bonito, bumbum grande, peitos durinhos boca bem carnuda, tenho 27 anos e todos dizem que tenho cara de inocente.

Carlos, um homem de 45 anos, branco, magro, cara de típico professor de humanas, cabelos jogados nos olhos, sorriso bonito, olhos azuis, barba mal feita. Tio, mas com aquele ar de que vai te ensinar tudo.

Carlos era professor de História, falava de ideologias, arte, música e literatura. Logo de cara nós demos muito bem. Conversávamos sobre a escola, sobre os alunos, sobre nossos ideais filosóficos e políticos. Ele falava da esposa, que era ótima e eu também falava sobre o meu marido. Por um tempo ficamos bons amigos.

Mas, não dava pra negar que percebi Carlos olhando meu corpo e sei que ele percebia minha admiração por ele. Estávamos sempre juntos e um homem e uma mulher juntos uma hora ou outra algo acontece e foi isso que aconteceu.

Um dia estávamos na biblioteca, não haviam alunos na escola, era fim de período e estava tudo bem quieto.

Carlos falava sobre um livro que havia lido e como ele estava com dores de cabeça apagou a luz, e ficamos os dois sozinhos conversando.

Conversa vai, conversa vem, o tempo se passava e nem vimos. Carlos se levantou, trancou a porta e olhou fixado pra mim, sem dizer uma palavra. Eu senti meu corpo gelado, parte de mim já estava esperando esse momento. Dava pra sentir no ar que nós dois nos desejávamos muito e aquele era o momento. Parecia que estávamos parados há uma eternidade.

Carlos veio caminhando pro meu lado, bem pertinho de mim e passou os dedos no meu rosto.

- “Eu adoro ficar com você”

E veio chegando perto e mais perto até que me beijou, um beijo ardente, faminto e demorado. Aquele beijo que esperou meses para ser dado e que agora parecia querer te beber toda de uma vez só.

Eu estava perdida, mas correspondia…

Ele passava mãos no meu corpo todo enquanto beijava minha boca, meu pescoço… as nossas respirações cada vez mais intensas. Eu sabia que era errado, que estávamos dentro da escola que trabalhávamos e que nós dois éramos casados, mas o desejo era mais forte, e sentir aquelas mãos me acariciando, apertando estava me deixando louca de tesão.

Eu estava com a bucetinha molhada, escorrendo e o cheiro de buceta estava tomando conta da biblioteca. Passei a mão por cima da calça de Carlos e a pica dele estava muito dura, quase arrebentando o jeans da calça.

De repente, ele sem pensar, abriu o zíper, colocou o pau para fora, e que pau gostoso ele tinha…

Duro, uma cabeça inchada e brilhante. Não era muito grande, mediana, mas grossa e muito dura, feito pedra…

– Chupa minha rola, safada… sussurrou no meu ouvido e me empurrou a cabeça até a altura da rola

Mamei aquela pica com tanta vontade, como se fosse a última pica da terra. Ele acariciava meus cabelos e urrava de prazer. As vezes tirava a rola da minha boca e batia com ela no meu rosto, e eu olhava pra aqueles olhos azuis cheia de tesao e voltava a mamar gostoso.

Depois de alguns minutos mamando, ele me puxou pra cima, me colocou sentada em uma das mesas, levantou minha blusa, deixando os peitos a mostra e iniciou uma punheta em cima da minha barriga. As vezes eu olhava pra baixou, por vergonha ou para olhar o pau dele, então ele puxava meu rosto e me mandava olhar para ele.

Ele tinha uma expressão de puro desejo. E continuava punhetando, até gozar em cima de mim.

Terminando, com todo o cavalheirismo que sempre havia me tratado, pegou seu casaco e limpou o gozo.

Beijou minha boca mais uma vez, perguntou se eu estava bem e saiu da biblioteca, retornando logo em seguida, com um copo de água para mim e café para ele.

Continuamos conversando, sobre o livro e sobre a loucura que fizemos. Nossas conversas tem ficado mais íntimas, as vezes trocamos beijos e carícias, com cuidado para que ninguém da escola perceba…Mas confesso que é difícil trabalhar no mesmo local sem sentir vontade de transar com ele.

Eu morro de vontade de mamar aquela pica novamente, ainda bem que essas férias já esta acabando.

  • Enviado ao Te Contos por Kersia

 

terça-feira, 23 de julho de 2024

Sou uma Punheteira de mão cheia (o inicio de tudo).

 

By; Lily

Oi TeContos. Vou me identificar como Lily, sou atriz, não sou das mais famosas minha carreira ainda é curta, mas você já deve ter me visto, já fiz 5 novelas, 3 filmes de repercussão nacional, participações em programas na TV e propagandas nacionais . Já trabalhei na Globo, no SBT, na Record e em outros canais menores. Quase todos que leem este texto, já viram o meu rosto nas telinhas pelo menos uma vez na vida.

Atualmente tenho 23 anos, me cuido bastante e pareço que tenho menos. Consegui meu espaço na carreira artística principalmente por causa do meu rosto, que sempre foi muito elogiado pelos diretores. Nunca fui do tipo gostosona, mas tenho o IMC perfeito. Minha bunda não é grande, mas é bem redondinha. Meus seios estão entre pequenos e médios. Os bicos deles chamam a atenção pois têm aréolas largas.

Sempre adorei ler contos eróticos. Eu vinha planejando há vários anos fazer as minhas confissões. E esse momento chegou! Hoje vou contar uma das minhas maiores taras: bater punheta para os homens. Sim, isso mesmo! Você não leu errado! Sou uma verdadeira punheteira! Essa tara é tão diferente que definitivamente não é fácil compartilhar pessoalmente com ninguém. Quase ninguém vai entender. Só tive uma amiga que abri o jogo sobre os meus desejos punheteiros. Ela também é uma atriz muito famosa e uma pessoa que me entende em tudo. Ela brinca com essa minha tara por punheta me chamando de “punheteira” sempre que tem uma chance. Morro de rir! Quando eu olho um homem enquanto estamos juntas, ela pisca pra mim fazendo o gesto de punheta. Eu digo rindo: “nem me fala! Com esse aí, eu ia ficar sem braço!” E ela tem toda razão: sou mesmo uma punheteira!

Não sei porque sou uma mulher que gosta tanto de punheta. Já refleti várias vezes sobre o que meus fãs e os colegas de trabalho pensariam dessa minha tara. Talvez não seria tão estranho assim, pois artistas em geral são meio malucos. As pessoas não fazem ideia como muitos atores são gente com a mente desconectada da realidade. Quase todos os vídeos pornôs que eu gosto de assistir, são de “handjob” ou “tugjobs”, ou punheta em inglês. Fico procurando todas as possíveis variações de punheta ou “handjobs”. Mas gosto mesmo é de punheta amadora, especialmente em público, no mato, em um banheiro público, em estranhos. Não faço a mínima ideia quantas mulheres também têm tara por punheta, mas eu sou uma delas. A grande verdade é que gosto muito mais de fetiches do que da penetração pura e simples. Sou mais imaginativa. Não é a toa que sou atriz! Já até assinei um pacote de sites de “handjob” para tentar ver mais conteúdos diversificados, mas me decepcionei e cancelei a inscrição. Era tudo muito polido demais! Prefiro mesmo os amadores.

Eu descobri o tesão pela punheta com o meu primeiro namorado aos 16 anos, ele tinha 18 na época. Lembro de ficar hipnotizada assistindo ele batendo punheta debaixo do chuveiro. Deixem-me contar essa história super diferente!

A mãe do meu primeiro namorado era diferetentona. Ela deixava eu vê-lo tomando banho, mas deixava claro que não aceitava putaria dentro de casa dela. A gente obedecia com seriedade. Como a mãe dele sabia que adolescentes sozinhos são como fogo e palha, ela fazia marcação cerrada. Era um misto de liberar e puxar as rédeas aos mesmo tempo. Jamais entendi a mente da mãe dele. Ela era um mulher estranha pra dizer o mínimo.

A casa dele era muito liberal pra nudez. Todo mundo tomava banho de porta meio aberta. Moravam ele, a mãe, a irmã mais velha e a avó. Já vi, mesmo sem querer, todos daquela casa sem roupa. Eu já nem me importava mais. Mas as coisas não eram tão liberais assim como pareciam. A mãe do meu primeiro namorado não deixava a gente tomar banho juntos e nem ficarmos sozinhos em casa ou trancados no quarto. Nessa parte ela monitorava bastante. Porém, devido à liberdade com relação à nudez, ela permitia que eu ficasse dentro do banheiro, com a porta entreaberta, olhando ele enquanto tomava banho. Sim, acredite se quiser! Era realmente assim! Eu ficava sentada no vaso ou de pé, com o box entreaberto e a gente ficava ali conversando sobre coisas do dia a dia de adolescente enquanto eu o via se ensaboando. Mas eu nunca tirei a roupa lá, pois a mãe dele nunca mencionou que eu podia, afinal eu era uma estranha na casa. Na época eu era virgem e tinha pegado no pau dele rapidamente algumas vezes, mas a gente ainda não tinha feito praticamente nada.

Quando a mãe dele não estava perto do banheiro, ele ficava batendo pra eu ver. Eu nunca ensaboei ele, pois a mãe dele dizia que só me deixava ficar na hora do banho com ele se fosse com respeito. Eu sei que é estranho, mas era assim que funcionava! Eu ficava com tesão e com medo da mãe dele aparecer e o ver batendo. Os banhos dele eram sempre rápidos e não havia muito tempo pra ele ficar ali batendo por vários minutos até gozar. A mãe e a vó dele também estavam sempre por perto, circulando pela casa. Ele pedia pra eu vigiar, pois o barulho do chuveiro era alto e se a mãe dele tivesse vindo, ele não ouvia. Como não podíamos fechar a porta, ele batia um pouquinho quando dava. Várias vezes ele nem conseguia gozar, pois a mãe dele andava pelos corredores e até entrava no banheiro pra pegar alguma coisa. A porta estava sempre entreaberta. Quando ela entrava, eu olhava pra baixo e ficava tímida. Eu ficava gelada de medo da mãe dele ver, mas amava vê-lo batendo punheta! Tempos bons!

Quando ela entrava no banheiro de repente, dizia meio brincando e meio séria:

- “estou de olho em vocês hein, comportem-se”.

A casa era pequena e as chances de sermos pegos era alta. Mas quando a casa ficava silenciosa, ele me olhava e perguntava:

- “será que dá?”.

Eu já sabia sobre o que ele estava falando. Eu ia na ponta dos pés até porta pra conferir se a barra estava limpa e respondia:

- “acho que dá”.

Ele deixava o box entreaberto por segurança quando ele ia bater, então eu não conseguia ver 100% aquela punheta que eu amava. Eu tinha que ficar mais ou menos perto da porta para vigiar. Era uma mistura de frio na barriga com tesão. Eu então autorizava ele a bater. O pau dele duro tinha 17cm e era muito bonito. Sempre gostei de observar a beleza dos pênis. Esse é outro tesão oculto meu! Eu ficava hipnotizada vendo ele bater e ficava muito molhada. Ele não gozava rápido. Então tive a sorte de vê-lo gozar não mais do que umas 3 vezes. Eu amava vê-lo gemendo em silêncio, enquanto me olhava com cara de tesão. Quanto eu tinha sorte e dava tempo, eu tinha o prazer de ver os jatos voando.

Eu tinha vontade de tirar meus peitos pra ajudar no estímulo, mas o medo de adolescente era muito grande e eu ficava ali parada com tesão e com o coração a mil. Eu sempre fui muito curiosa e perguntava muitas coisas enquanto ele batia: se tava gostoso bater, qual era a velocidade melhor, o jeito melhor de bater, o quanto de porra costumava sair. Eu queria entender e saber tudo! Até ele achava curioso que eu fizesse tantas perguntas. Quando ele gozava, ele puxava bem o prepúcio pra trás e parava de movimentar. O pau ficava ali pulsando e jorrando os jatos de porra. Eu achava demais e caía o queixo nessa hora. Eu sempre dizia animada:

- “nossa! Saiu muito!”

Ele ria e dizia:

- “consegui me concentrar mas pensei que não ia dar tempo.”

Ele perguntava se eu gostava de ver e eu respondia: “muito”.

Tenho um perfil de mulher dominadora. Isso assusta os homens. Sou sempre eu quem está no controle na hora do sexo. Fico falando e pedindo que ele faça as coisas. Se eu não estiver no controle, não consigo gozar. Estou sempre perguntando, falando e pedindo coisas.

Acredito que o meu primeiro namorado me ajudou a gostar de ver e bater punheta para os homens. Massagear um pau até gozar, é uma das coisas que eu mais gosto de fazer na hora do sexo.

Eu adoro bater punheta! Eu sou tarada por punheta! É muito libertador confessar isso! É como tirar um peso da consciência, sabe. Quem imaginaria que uma atriz de TV (conhecida) como eu é uma punheteira na intimidade? Mas não tenho mais vergonha dessa minha tara. Sou uma mulher honrada, honesta, que trabalha, paga as contas e não deve nada a ninguém, tenho apenas uma tara diferente.

Esse foi o meu primeiro relato, logo volto para contar sobre algumas punhetas que bati em alguns caras.

Obrigada. Até a próxima!

  • Enviado ao Te Contos por Lily

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...