quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Depois de uma década...

 

By; @mrerio

Vejo uma mensagem no meu telefone. Era sua...

- Oi, tá aí? Pode falar?

- Opa, estou sim, posso... Está tudo bem?

- Mais ou menos. Desculpa a hora.

Era um pouco tarde, e você sabia que as chances de eu estar acordado eram grandes.

- Ah, que isso! Ainda é cedo. Diz aí, o que você manda?

- Eu sei que sumi, mas precisava conversar com alguém. Podemos conversar?

- Claro, moça. Quer que eu te ligue?

Você me liga, e conversamos por muito tempo. Ouvir sua voz era incrível, apesar do contato que mantínhamos, conversar com você era sempre especial. Mas percebi sua voz fraca e chorosa. Imaginei que as coisas não estavam fáceis para você. Passamos horas conversando. Você falava de tudo: das dificuldades com as crianças, da separação, dos estudos e do trabalho.

- Você quer se encontrar?

- Nossa, eu realmente preciso conversar, mas hoje não dá.

- Pode ser amanhã. Estou livre esses dias. Ainda está trabalhando no mesmo lugar?

- Não, vou te passar o endereço novo.

Mais uns vinte minutos de conversa, e você dorme falando ao telefone. Como eu me levanto cedo, te mando um vídeo de bom dia, que você responde com um áudio um tempo depois, logo após acordar.

O combinado era passar na sua casa e irmos lanchar, mas resolvi fazer uma surpresa. Fui até o seu trabalho e te encontrei na saída.

- Mr.! O que você está fazendo aqui? - Você pergunta, admirada com a minha surpresa.

- Vim te dar uma carona.

Abri a porta do carro para você entrar e te levei até sua casa para se arrumar. Fiquei te aguardando no carro, um jazz bacana tocando no som.

Quando você saiu no portão, eu fiquei de boca aberta. Você usava uma saia até os joelhos, uma blusa branca de botão, cabelos presos e uma sapatilha. Estava linda.

Saí para abrir a porta, você me abraça, e um turbilhão de coisas passou pela minha cabeça. Sua pele encostando em mim, seu perfume, seu corpo, seu sorriso lindo embaixo daqueles óculos grandes que te deixavam ainda mais irresistível me fizeram delirar por uns segundos.

Fomos a um barzinho que gostávamos de frequentar na época em que estávamos namorando. Sabia que você gostava de lá, sempre falava da vontade de voltar, e eu quis te proporcionar esse momento. Chegando lá, você pede o tradicional que adorava e uma caipirinha. Eu peço o mesmo, mas no lugar da caipirinha, opto por um suco de laranja.

Papo vai, papo vem, te levo para dar uma volta pelas partes bacanas da cidade, lanches no carro, coisas para beber.

- Precisava tanto de uma folga, sabia? Ainda bem que você respondeu.

- Eu vi que não estava legal. Precisava de um amigo para conversar.

- É, estava quase explodindo - Você disse, abraçando meu braço e colocando a cabeça no meu ombro.

- Você sempre foi um bom amigo, mesmo depois de termos terminado.

- A gente não consegue ficar longe um do outro, né?

A partir daí, conversamos sobre nós, rimos das partes engraçadas, nos divertimos bastante.

Você já não chorava fazia um bom tempo. Um sorriso tomava conta do seu lindo rostinho, e sua voz estava muito mais animada. Seu semblante era outro.

Lembramos do nosso primeiro beijo. Estávamos perto do lugar onde tinha acontecido.

Eu coloco uma batatinha na sua boca, e você faz questão de morder meu dedo.

- Aí! Que isso? Canibalismo? - Rimos alto.

- Aquele dia você estava um fofo, nervoso, mas um fofo.

- Eu estava mesmo, e você estava linda. E ainda é.

Você olha para mim, sorri e puxa meu queixo para me beijar. Era tão bom sentir seus lábios de novo depois de mais de dez anos. Eles pareciam ainda mais doces e gostosos que antes.

Fico um tempo te olhando nos olhos, sorrindo para você.

- Precisava do seu abraço e senti falta do seu beijo - Você me diz no ouvido, enquanto me abraça forte.

Meu corpo tremeu todo, minhas pernas bambearam com seu abraço. Ainda bem que estávamos sentados.

- Você fez falta mesmo. Senti falta do seu cheiro, desse sorrisinho e desses olhos castanhos brilhantes. - Nos beijamos como se nunca tivéssemos terminado. Ficamos ali no banco, conversando e namorando como um casal apaixonado.

O clima estava ótimo entre a gente e esquentava a cada beijo e carícia que trocávamos.

- Você precisa ir embora cedo? - Eu te pergunto, preocupado com seus filhos.

- Não, as crianças estão com os pais. Só voltam na semana que vem.

- Quer ir lá pra casa?

Você pula no meu colo ali mesmo no banco da rua, sentada de lado, e me dá um super beijo, dizendo que sim. Me beija o rosto, o pescoço e levanta, respirando fundo.

- Quer pegar algo em casa antes da gente ir?

- Não precisa...

Entramos no carro e partimos para a minha casa. Conversamos o caminho todo, e eu deixava você falar bastante das dificuldades que estava passando. Tentávamos entender as coisas e as situações.

- Nossa, sua casa é legal, muito linda aqui!

- Aqui é um lugar muito bom mesmo, bem tranquilo e parado. De dia e no finalzinho da tarde, a vista é incrível. Fico feliz por ter gostado.

Faço umas caipirinhas para a gente tomar, petiscos, e ficamos no sofá. Você deitada no meu peito, sem os sapatos, enquanto conversamos e namoramos. Entre conversas e amassos, você levanta e senta no meu colo, me prendendo entre suas pernas gostosas.

Você ainda é um mulherão, uma "gordelícia" que me despertava muito desejo. Seus beijos eram mais intensos e me atiçavam cada vez mais.

- Eu sei que faz tempo, que a gente nunca mais se reencontrou, mas eu preciso disso hoje. Preciso te sentir. - Disse você no meu ouvido, enquanto eu beijava e mordia seu pescoço.

- Eu estava com muita saudade de você. Cada foto sua que eu via, cada mensagem sua me deixava louco, querendo você. E hoje vou curtir cada pedacinho seu.

Abro alguns botões da sua blusa e exponho o sutiã branco que guardava seus lindos seios cheirosos, que estavam à espera da apreciação da minha boca e mãos.

Eu liberto seus seios do sutiã que os guardava e os cubro de beijos, mordiscadas e chupões, fazendo seus mamilos endurecerem dentro da minha boca com o carinho da minha língua.

Você pede que eu tire minha camisa enquanto vai abrindo minha calça e sente meu membro pulsando dentro da cueca. Suas mãos o seguram e alisam deliciosamente.

Você levanta, termina de abrir a blusa, abre o sutiã e os remove na minha frente. Começa a massagear seus seios com as mãos e se ajoelha na minha frente, entre minhas pernas.

Sinto sua boca me tocar, me chupar com toda a vontade do mundo, como se soubesse que o amanhã não existiria. Seus lábios macios, sua língua quente, percorriam meu pau de cima a baixo, explorando cada pedaço. Suas mãos me excitavam, deslizando junto com o movimento da sua boca.

Seu oral sempre foi maravilhoso, e agora parecia melhor ainda. Sua habilidade de me dar prazer com seus lábios era excepcional. Suas mãos estavam quentes e me seguravam firme. Seus lábios escorregadios e macios, sua língua deslizava majestosamente na cabeça. Seus gemidos me deixavam ainda mais excitado. Você tem o melhor oral que já recebi.

Seguro seus cabelos para poder ver melhor seu rosto enquanto me chupava. Algumas vezes, você se tocava só para que eu visse o quanto estava excitada e molhada.

Começo a sentir um choque passando pelo meu corpo, as pernas ficando bambas. Minhas mãos agarravam mais forte ainda seus cabelos.

- Eu vou gozar... Para... - Te peço, segurando sua cabeça.

- Goza pra mim, bebê... Goza... Quero muito isso... - Você responde e volta a me chupar.

Seu pedido me deixa ainda mais louco de tesão. A sensação fica mais intensa, e me faz relembrar cada um dos seus boquetes da época em que namorávamos.

- Não segura não, goza pra mim! GOZA EM MIM...

Eu já não aguentava mais segurar para curtir essa boca deliciosa e me entrego ao orgasmo. Com um gemido alto, sua boca se enche do meu gozo, que você chupa até a última gota.

Você continua me chupando por um tempo após eu ter gozado. Se levanta, senta no meu colo de novo. Nesse momento, percebo que você estava sem calcinha, pois consigo sentir a pele da sua boceta em mim, sem nada.

- Bebê, vamos pro banho? - Você me pede, bem pertinho do meu ouvido, esfregando sua boceta super molhada no meu pau e na minha barriga.

Eu levanto com você no meu colo e te levo na direção do meu quarto para tomarmos um banho.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Nas ferias descobri a rolona do primo lá do Piauí (Jan-2025)

 

By; Juliana

Chamo-me Juliana, sou casada, 27 anos, branca, 1,75 de altura, pernas grossas, bunda arrebitada, olhos claros e cabelos lisos pretos. Moro em Brasília e tenho alguns parentes no Nordeste. Meu pai veio embora muito cedo, a fim de trabalhar por aqui.

Meu relato começa com uma viagem feita ao Piauí, quando eu estava em férias, neste janeiro que passou.

Tarde de sábado, após chegarmos (eu e minha família), fui à casa dos tios, no litoral piauiense. Logo eu fui recebida pelo primo Renato: 1,65, branco, 23 anos, franzino e sempre discreto, sem falar em sua educação, coisa que sempre me chamou atenção. Não era bonito, mas simpático.

Conversa vai, conversa vem, meus tios logo quiseram ir ao encontro dos meus pais. Meu primo, porém, estava terminando um trabalho acadêmico, e não poderia ir. Acabei ficando, fazendo-lhe companhia.

Eu usava um short muito apertado, fazendo muito volume na frente. Comecei a notar que meu primo, Renato, estava desconfortável, porque, volta e meia, olhava pra minha buceta, fechava as pernas, colocando sempre a camisa por cima de seu short.

Ao longo da conversa, pedi-lhe uma cajuína. Ele, um pouco apreçado, teve que se levantar, indo em direção a geladeira. Nossa! Eu nunca havia atentado para o meu primo: seu short estava esticado para o lado direito de sua perna. Quando veio em minha direção, não me contive e fixei o olhar guloso naquele rolão, a ponto dele perceber, chamando minha atenção:

- Juliana... Juliana... Tudo bem? Tome a cajuína, prima...

Fiquei com vergonha. Contudo, comecei a imaginar como seria aquela rola dura perto de mim, seu cheiro, tamanho e espessura. Minha buceta latejava e eu me contorcia suavemente...

Logo, ele me disse que tinha de sair, iria tomar um banho. Falei-lhe que não havia problema. Não me contive: fui em direção ao banheiro dentro do quarto e fiquei lhe espiando, mesmo sem condições de vê-lo por inteiro, porque o boxe atrapalhava da cintura para baixo. Ao sair do banho, tive uma surpresa deliciosa: uma rola grande e grossa, no meio das pernas brancas dele. Meu Deus, aquilo era demais pra mim. Ele, acanhado, tentou cobrir aquela jeba com a toalha, mas eu supliquei:

- nossa, primo... que é isso...deixa...solta ela...porra de rola mais gostosa...deixa eu pegar nesse picão...

Avancei, peguei na base da rola grande e quente. Comecei a punhetar aquela rolona; um delicioso cheiro de pica espalhava-se pelo banheiro, e meu primo soltou um “Uh” que me deu tanto tesão, passando a punhetar a picona com mais velocidade. Minha mão não fechava direito, tão grossa que era a rola. Esfolava aquela rola como jamais fizera antes.

Minha boca salivava como cadela faminta, rebolando o traseiro. Minha língua saía da boca involuntariamente, querendo lamber aquele pintão cheio de veias, de cabeçorra vermelha, uns 20 cm e muito, muito grosso.

Meu primo estava trêmulo, boquiaberto, até dizer-me:

- lambe...lambe minha rolona, minha putona, me mostra como chupa um cacete grosso...safada tesuda...

Minha língua parecia haver aumentado; passei a lamber da cabeça ao saco, que também era grande. Abri bem a boca e consegui apenas abocanhar a cabeçorra da rola, não dava mais para ir além da cabeça, de grossa que era. Assim mesmo chupava com força, esfolando, punhetando o cacetão de Renato, que pulsava e aumentava dentro de minha boca.

Não aguentando mais, fiquei de quatro na cama, ao lado da porta da suíte, tirando o short, convidando meu primo piauiense para a foda:

- ui... vem seu puto gostoso...vem atolar essa rola grossa na minha bucetinha, vem...atola essa picona, ui...

Pegando-me com força, Renato começo a colocar a cabeçorra na xota molhada. Senti uma pressão grande, quando começou o vai-e-vem. Puxando meus cabelos,Renato socava aquele cacetão em mim, dando-me palmadas no meu bundão branco, que rebolava, rebolava com uma tora grossa enfiada. Minha buceta parecia estar cheia de pica, nossa! Estava, na verdade, cheia de pica, uma rola muito grossa socava forte minha buça; os lábios iam e vinham (dava pra sentir isso), de forma que eu me sentia alargada, uma cavala sendo fodida por um jumento do picão grosso:

- uuiiiii...fode jumentão...fode essa priminha, fode...

Renato suava tanto, que eu sentia os pingos em minhas costas. Pediu ele, depois, pra que eu o cavalgasse... Vir-me-ei rápido, observando aquela rola que me fodia tão gostosamente, coisa que meu marido não poderia fazer, pois adoro um pintão que saiba foder gostoso, como o de Renato.

Ao sentar naquele mastro grosso, senti-me arrepiada. Foi aí que eu pude verificar a grossura da rola de Renato, porque eu levantava e descia, sentindo-me cheia, uma coisa descomunal para mim, até então. Cavalgava gostoso, enquanto Renato mamava meus peitos, revirando os olhos. Comecei a gozar, gozava tanto que parecia não terminar. Ele começou a respirar forte, rapidamente, ainda revirava os olhos verdes, quando liberou um “Uhhhh”, dizendo:

- pega leite de pica, pega...toma meu leite, safada...

Consegui sair de cima e, punhetando a rolona, senti no rosto uma jorrada forte de gala quente, outra na boca, e outra nos seios, ficando um pouco ainda na mão que lhe punhetava.

Nossa! Porra de rola gostosa a dele. Dei-lhe um beijo gostoso, avisando-lhe que iria voltar em breve. Dois dias após, lá estava eu com ele.

Retornei à Brasília, mas já estou morrendo de saudade, já esperando o carnaval para poder voltar lá e dar novamente a ele.

  • Enviado ao Te Contos por Juliana

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Fazendo minha namorada gozar (lesb) (Fev-2025)

 

By; Juliana

Oi, meu nome é Juliana e tenho 19 anos, sou lésbica.. tenho uma namorada de 19.. ela é linda!

No dia do aniversário dela, comprei um creme e fui para a casa dela pra comemorar os seus 19 anos, chegando lá, a mãe dela tava lá, mas como a mãe dela acha que nós somos só amigas, então não nos beijamos, algumas horas depois a mãe dela saiu e casa fico só pra nós duas, nisso eu comecei a pensar

 " nossa, seria tão bom se eu chupasse ela", mas ela não vai querer"

Ela veio e me deu um beijo, eu mandei ela deitar e tirar a blusa pra mim passar creme nela, ela deitou e eu comecei passar o creme e massageá-la, ai eu fui e deitei na cama dela de barriga pra baixo, pra mexer no notebook, ela veio e sentou em cima de mim, ai eu falei:

- amor, calma ae.. deixa eu virar de barriga pra cima

Eu me virei e ela começou a me beijar, comecei a passar a mão na bunda e logo depois passei a mão na bucetinha dela, eu me sentei, nossas pernas estavam entrelaçadas, ela estava só de sutiã, então abri o sutiã dela, eu chupava e apertava, nossa aquilo me deixou muito excitada, eu olhava seus bicos duro de tesão e aquilo me excitava mais ainda.

Deitei ela na cama, fui chupando os peitos dela, fui descendo pra barriga, até chegar perto da sua bucetinha, que parecia estar muito molhadinha, no começo ela não deixava eu tirar o shorts dela, de jeito nenhum.. mas depois eu fui pelo cantinho, e comecei a abrir o ziper, até que consegui deixar ela só de calcinha, comecei uma siririca nela, que a deixou louca, apertava o edredom que estava sobre a cama, estava louca de tesão, aquilo me excitou muito mesmo.

Comecei a chupa-lá e fazendo siririca ao mesmo tempo, ela gemia, gemia igual uma cadelinha, meu Deus aquilo tava muito gostoso, mesmo só ela recebendo prazer, mas eu escutando aquele gemido, me fazia ficar molhadinha, eu ainda estava de roupa, ela fez eu tirar minha blusa e desabotoou meu sutiã, meus bicos estavam duros por causa do tesão, eu chupava ela muito gostoso, ela gemia demais, quando eu enfiei meus dedos, ela começou a gemer 2x mais, nossa aquilo me deixou louca, eu estava devagar e comecei a fazer rapidinho, então eu chupava-a e dava dedada, ai ela começou a gritar:

- EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR!

Ela gozou, gozou gostoso, passei meus dedos na bucetinha dela, e enfiei na sua boca que sentisse o gosto da sua excitação, foi incrivel!

Enviado ao Te Contos por Juliana

Acabei com a buceta gozada pelo dj da balada de sabado (08-02-2025)

 

By; Flavia

Me chamo Flávia, tenho 20 anos, cabelos castanhos , olhos verdes e pele branquinha.

Vou contar o que aconteceu comigo semana passada.

Na semana passada fui em uma no bairro do Morumbi em SP com uns amigos. A gente estava VIP e ficamos em um dos camarotes. Por conta disso, recebemos pulseiras que garantiam nossa entrada onde o DJ ficava.

Pedimos nossas bebidas de costume. Whisky e energético! Combinação perfeita pra curtir a noite. Depois de algumas rodadas fui com minhas amigas pra pista.

Eu estava usando uma mini blusa preta com lantejoulas , saia jeans e botas de cano e salto alto.

Estava rolando uma das minhas músicas preferidas, me joguei na pista! Dançava com minhas amigas até o chão bebendo nosso drinque.
Até que em um momento me deparei com o DJ me devorando com os olhos. Fiquei mais animada ainda. Joguei as mãos pro alto e comecei a dançar sensualmente pra ele. Quando coloquei minha mão pra cima minha saia levantou um pouco e ficou bem perto de mostrar minha bunda.

Ele percebeu que eu queria chamar sua atenção e sorriu pra mim e respondi com uma piscada e uma lambida nos lábios.

Na troca dos DJs o que eu estava paquerando se aproximou de mim, pelas costas e sussurrou no meu ouvido, dizendo que eu era linda e que estava deixando ele com muito tesão.

Eu já estava bem alegrinha, por conta da bebida, e adorei quando ele me disse aquilo. Virei pra ele e o beijei. O beijo dele era maravilhoso! Combinou perfeitamente. Rolou uma química na hora!!!

Depois de um tempo dançando juntos, ele perguntou se eu gostaria de ir para um lugar mais reservado e eu aceitei na hora. Ele me disse que aonde os Djs ficavam tinha um lugar perfeito para nós.

Ele segurou minhas mão e me levou até lá. Era um lugar escuro só com uma luz vermelha, que tornava tudo ainda mais gostoso. Tinha um lugarzinho bem discreto, com cortinas que separavam aquele espaço da onde ficavam os DJs.

Assim que entramos ele me encostou na parede, colocou uma das mãos no meu seio e começou a apertar. Com a outra ele segurava meus cabelos pra que pudesse me beijar profundamente.

Ele arrancou minha roupa, me deixando só com a bota, me agarrou pelas pernas em me colocou em cima de seus ombros e começou a chupar minha buceta.

Que delícia, que homem forte meu Deus. Ele parecia especialista em sexo oral. Fazia círculos no meu clitóris que me levaram a loucura. Como o volume da música estava alto gemi sem medo!

Quando eu estava para gozar em sua boca ele me desceu, me virou e puxou meu quadril em sua direção e enfiou aquele pau enorme dentro de mim.

Estava tudo uma delícia. Aquela música alta, que parecia ficar no mesmo ritmo que nós a cada estocada dele dentro de mim, a sensação de que a qualquer momento alguém pudesse nos ver e principalmente o fato de ser um lugar proibido .

Todo esse conjunto me fez gozar deliciosamente no seu pau. Logo ele também gozou. Ficamos naquela posição um tempo para recuperar nossas forças. Eu estava com a perna bamba.

Depois me vesti, dei um beijo nele e fui encontrar minhas amigas. Sem nem mesmo perguntar o nome dele ou telefone. Queria ficar só com a lembrança dele metendo com força em mim.

  • Enviado ao Te Contos por Flavia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...