domingo, 26 de maio de 2019

Não resisti (lesb)

By: Luana

Sou a Luana, moro no Rio de Janeiro. Sou uma morena muito atraente, dona de um sorriso, particularmente, encantador. Meu corpo tambem é muito bonito. Seios medios durinhos, bumbum arrebitado e pernas bem delineadas. Meu cabelos sao lisos e medios.
Gosto de homens, mas sempre tive uma quedinha por mulheres. Principalmente por uma amiga minha a quem considero uma perdição. Ela sempre me teve como quase-irmã. Frequento a casa dela sempre e ate trocamos de roupa em frente a outra. Toda vez que iamos dormir eu me imaginava pulando na cama dela e arrancando suas roupas e a fazendo gozar em minha boca. Mas sempre achei que nunca teria essa oportunidade. Estava enganada.
Num certo dia, em que seus pais foram ao mercado, resolvemos bronzear nossos corpos e aproveitar para dourar todos os pelos do corpo. Como era dificil passar aquele produto sozinha, ela se ofereceu pra passar em mim com um pincel.
Nossa, logo imaginei a mao dela pelo meu corpo subindo e chegando ate a minha xaninha. Pude perceber que ela tambem estava sentindo algo parecido e pude confirmar isso quando fui passar o mesmo produto no corpo dela. Passava lentamente o pincel em suas pernas e fixava mais tempo na virilha e no bumbum perto do reguinho.
Vi que ela tava adorando! Resolvi ousar mais, olhei pra cara dela com tesao e, para minha surpresa, fui correspondida com o mesmo olhar. Pensei comigo:
“É agora ou nunca!”
Larguei o pincel e usei minhas maos para acariciar aquela pele tao macia. Apertei firme suas nadegas e fui subindo ate os seus seios que sao firmes e medios tambem. Cheguei bem perto dela e colei meu corpo atras do seu, beijando seu pescoço delicadamente porem, bem sensualmente. Sentia seu bumbum perto da minha xaninha e pressionava pra sentir aquela delicia mais perto. Com uma mao acariciava seus seios e com a outra apertava sua bunda contra mim.
E ao mesmo tempo sussurrava gemidinhos de prazer em seu ouvido, podia sentir um verdadeiro tesao entre minha pernas. Virei ela de frente a mim e lhe dei um beijo de lingua bem quente.
Ainda nessa posição fui guiando-a para o banheiro. Abri o chuveiro e, fui tirando seu biquini e pude ver bem de pertinho aquela gostosura que tanto queria sugar. A cara que ela fazia era o maximo e me dava cada vez mais tesao!
Apos dar um belo banho de espuma nela, colei meus labios nos seus e fui descendo por entre seus seios e sua barriguinha ate chegar naquele lugar que eu tanto queria provar, lambi suas coxas, sua virilha e torturava-a fazendo ficar ansiosa pela minha lingua. 
Ate que finalmente, depois de tanto suspense, cheguei em seu grelinho.
Nossa, como estava saltadinho! Lambi e suguei e via ela pedir mais e nao controlava mais seus gemidos de prazer.
Ela segurava minha cabeça com força e eu ficava doida com isso. Sugava mais e mais aquele lugar tao quentinho. Ate que ela nao aguentou e gozou na minha boca. Tive que segura-la pois ficou toda mole, so de ver ela daquele jeito eu ja fiquei satisfeita!
Nao deu pra continuar porque ouvimos o barulho do carro no portao, eram seus pais, entao corremos pra piscina como se nada tivesse acontecido.
Porem nos nossos rostos, aquele sorriso maroto de quem fez e adorou!
Esse dia foi uma delicia.
  • Enviado ao Te Contos por Luana

sábado, 25 de maio de 2019

Prazer Anita.

by: @dannadodebom

Meu nome é Dannilo, tenho 38 anos, tenho 1,85 e moro em São Paulo/SP
Eu sempre tive uma tara por mulheres mais velhas, mas encontrar uma que provoque todos os seus sentidos é bem difícil. Até que conheci uma linda e provocativa mulher chamada Anita, com seus 1,77 de altura olhos e cabelos castanhos, seios médios e lindos, uma bunda maravilhosa e tudo isso com seus 49 anos e um sorriso cativante. Mãe de 3 filhos, que não perdeu a sensualidade nem a ousadia que faz qualquer homem ficar encantado com tanto carisma.
Encontrei Anita nervoso, parecendo um adolescente ansioso. Ela também estava nervosa, me olhou por alguns segundos até nos cumprimentarmos:
- Prazer Anita.
Demos um beijo no rosto e saímos de braços cruzados para uma tarde que prometia ser maravilhosa. Após algumas semanas conversando pelo Tumblr, combinamos de nos encontrarmos em uma das estações do metrô em São Paulo.
O primeiro contato foi para sentir nossas reações, um misto de frio na barriga e troca de olhares para sentir que de fato estávamos ali frente a frente pronto para algo que desejávamos muito. Dali nos dirigimos a um motel na região.
Ao entrarmos procurei pegar em suas mãos, deixar aquela ansiedade delicadamente se diluir e a beijei. Que boca deliciosa, que beijo gostoso e que calor maravilhoso. Nos abraçamos e começamos a nos tocar a sentir o tesão aumentar. Ela começou a tirar minha camiseta e eu imediatamente tirei sua blusa podendo ver parte do seu corpo. Continuei a beijá-la, fui ao pescoço, desci até os seios e comecei a beijar e lamber seu entorno. Acariciei seus seios por cima da lingerie delicadamente, como uma pétala de rosa enquanto nossas bocas se atracavam.
Fomos para a cama e comecei a tirar sua calça, sua bunda maravilhosa começou a surgir em uma linda calcinha preta tipo fio dental, fiquei hipnotizado com tanta beleza. Quando a calça estava abaixo dos joelhos eu não resisti e comecei a beijar sua bunda, a lamber e mordiscar aquela escultura de mulher. Suas coxas quase convidando foi o destino seguinte e comecei a subir, lambendo perto de sua buceta o que fez ela erguer seu quadril me deixando louco quando pude lamber ainda por cima da lingerie sentindo sua buceta e seu cuzinho. Quando lambi sua buceta ela abriu as pernas para sentir minha língua, e fiz questão de tirar toda a calça para facilitar. Mas quando eu lambi seu cuzinho, ela soltou um gemido baixinho, mas tão excitante, que senti seu corpo se arrepiar e naquele momento eu queria sentir aquele cuzinho.
Deixando-a de barriga para cima, abri suas lindas pernas e comecei a lamber suas coxas descendo até sua xaninha que naquela altura já estava bem molhadinha, provoquei bastante. Minha barba roçando suas coxas e minha língua lambendo sua virilha, foi deixando essa mulher ainda mais excitada. Resolvi parar um pouco e fui até seus seios, que pude lamber e sentir os biquinhos durinhos da provocação, o encaixe foi perfeito em minha boca que devorei mamando com vontade enquanto olhava fixamente em seus olhos.
Após saborear aqueles seios, fui descendo pela barriga até chegar novamente em sua calcinha, passando a língua nas bordas para que ela sentisse minha língua se aproximando e comecei a empurrar com a língua sua calcinha. Ela começou a gemer muito gostoso ao ponto de puxar a calcinha de lado para sentir minha língua tarada naquela linda buceta. Eu olhei para ela e disse:
- Não sabia que tinha pedido ajuda.
Ela deu um sorriso, ergui seu quadril e tirei sua calcinha. Cheguei bem perto com minha boca e perguntei:
- Quem que você quer que de uma lambida nessa xaninha?
Ela deu um sorriso e excitou na resposta. Mais uma vez eu perguntei quem ela gostaria que desse uma lambida, e ela respondeu
- Esse Puto Safado!
Antes mesmo dela completar a frase minha língua já estava sentindo o sabor daquela buceta, toda molhada e enchendo de prazer minha boca. Seu grelinho saltando a cada lambida, seguia de gemidos de prazer e olhares para ver o quanto eu lambia uma mulher de verdade. Suas coxas começaram a pressionar minha cabeça, sinal de que estava tendo orgasmos e minha língua percorrendo e saboreando todo o prazer daquela mulher. Seus gemidos altos e suas mãos segurando minha cabeça indicavam o quanto estava proporcionando algo incontrolável e arrepiante. Seus pés começaram a roçar em minhas coxas, a procura do meu pau que estava duro e queimando de tesão. 
Ela se levantou com um olhar incrível, sua boca um pouco seca beijou a minha toda molhada do seu prazer, nossas línguas ardentes indicavam o quanto estávamos excitados, mas o olhar seguinte de safada indicou o que aconteceria logo a seguir. Ela me deitou na cama segurou firme meu membro lambeu delicadamente e engoliu ele todo. Soltei um gemido profundo, sua boca começou um vai e vem delicioso e quando me dei conta lá estava ela me olhando, delirando em me ver todo excitado enquanto sua língua lambia meu pau quente e minhas bolas. Quando viu que conseguiu causar a mesma excitação que a fiz ao fazer aquele oral nela, ela foi subindo e me beijou segurando firme minha cabeça e pronta para enfim senti-la.
Fiquei em pé fora da cama, puxei-a pelos pés até a borda e penetrei com força em sua buceta, fui fodendo com vontade e com força enquanto segurava suas coxas e seus pés acima do ombro. Seus olhos se reviravam, meu tesão ainda intenso metendo só que agora segurando seus seios que a pouco balançava a cada metida. Enquanto metia minhas bolas batiam em seu cuzinho e ela falando que estava extremamente excitada em sentir meu pau em sua xaninha e minhas bolas só atiçando seu cuzinho. Ela me interrompeu e se virou ficando de quatro para mim esperando-me meter gostoso. Que visão maravilhosa ver aquela bunda.
Coloquei meu pau na entrada de sua buceta, segurei firme suas ancas e meti com força, mas como eu meti gostoso nessa mulher, quanto mais eu metia mais ela gemia. Pelo espelho eu via aqueles seios lindos balançando aumentando ainda mais meu tesão, sua bunda tremendo conforme eu a penetrava e seu cuzinho ali piscando gostoso. Não aguente, parei de penetrá-la e resolvi lamber mais aquele cuzinho deslizando minha até sua buceta e voltando. Ela soltou um gemido, olhou para trás e pediu para eu comer seu cuzinho. Lambi mais um pouco para aumentar seu tesão, enquanto ouvia seus gemidos, coloquei a cabeça na entrada e senti quando ela segurou a respiração, fui colocando devagar até colocar tudo.
Conforme fui no vai e vem Anita gemeu muito, demais, seus gemidos só aumentou meu tesão. Fui aumentando a velocidade e bombando com mais força e rápido e ela falando:
- Come meu cuzinho gostoso. Fode!
E eu fodi muito aquele rabo gostoso, dei várias estocadas até que não aguentei e explodi em um orgasmo naquele cuzinho. Nunca tinha gozado assim em um cuzinho. Aquela bunda espetacular me proporcionando algo que não havia sentindo. Nossos corpos suados de tesão enquanto nos beijávamos antes de irmos para uma ducha que contemplaria aquela explosão de excitação e tesão.
Depois de tomar uma ducha, descansar um pouco e eu aproveitar para massagear essa linda mulher com um óleo de massagem, nosso tesão voltou à ativa e recomeçamos tudo novamente. Desta vez com beijos enquanto acariciava seus seios, lambi delicadamente e sempre olhando em seus olhos. Meus dedos já estavam acariciando seu grelinho e sentindo que ela estava molhadinha me esperando.
Fui descendo e ela foi abrindo suas pernas até que sentiu minha língua percorrer toda sua xaninha. Que buceta saborosa dessa mulher, a cada oral eu saboreava com todo prazer sem a menor pressa esperando seus orgasmos transbordar em minha boca. Aquele prazer foi retribuído logo em seguida, quando trocamos de posição e ela com aquele ar de safada no cio abocanhou meu membro e engoliu ele todo, lambendo cada centímetro, sugando e lambendo minhas bolas e segurando ele com firmeza sentindo ele quente, duro ao extremo e doido para sentir aquela buceta novamente, o que não demorou muito.
Uma vez deitado ela passou a perna por cima e sentou até sentir minhas bolas, seu gemido veio junto assim como o movimento de vai e vem que foi me deixando alucinado. Seus seios estavam um pouco distantes, mas me inclinei para lambê-los enquanto minhas mãos os seguravam firme e com certa força para que ela sentisse todo o meu tesão. Meu pau sentia aquela buceta gozar, ficando cada vez mais molhadinha e eu resistindo para não gozar e sentir aquela leoa delirar de tanto prazer.
Mas ela queria mais, e erguendo seu quadril segurou meu pau e colocou em seu cuzinho apertadinho, que sensação maravilhosa. Quando ela soltou o peso do corpo permitindo que a penetrasse, seu gemido foi as alturas, seu corpo suado começou a subir e descer devagar, aumentando a velocidade, buscando o equilíbrio.
Apesar de estar sendo delicioso sentir aquela mulher cavalgando, senti seu cansaço e resolvi deitá-la para continuarmos. Ergui suar pernas, me ajoelhei na cama a sua frente, coloquei seus pés acima do meu ombro, levantei bem o seu quadril ao ponto de ver sua xaninha toda molhadinha e seu cuzinho ainda piscando e penetrei em seu cuzinho, que fez ela dar um grito e gemido mais alto.
E ao sentir o seu tesão em comer aquele rabão delicioso iniciei um vai e vem frenético, acelerando, batendo minhas bolas em sua bunda a cada estocada, seus gemidos ficando ainda mais alto enquanto segurava seus tornozelos visualizando aquela cena espetacular. Meti com muita vontade, com muito desejo, seu corpo transpirava de tanto tesão, seus cabelos cobriam seu rosto e os seios balançando alucinado ao ritmo de cada penetração. Como um tarado no cio, fodendo sua amante deliciosa, me observei no espelho o quanto estava excitado e disposto a fazer aquela mulher nunca mais se esquecer de mim e da foda maravilhosa que estávamos nos proporcionando.
- Fode sua puta Caralho! Fode meu cuzinho gostoso cachorro.
Quando achei que tudo que estava acontecendo era maravilhoso demais, escuto, em meio aos seus gemidos, ela falando que estava gozando comigo comendo seu cuzinho. Nossa, eu acelerei o máximo que podia. Meti até o talo, minhas bolas batendo com força e ela gemendo como uma verdadeira puta, todo o prazer que estava lhe proporcionando. Senti quando ela ficou toda relaxada, sem resistência, ao gozar intensamente e me ver ainda fodendo aquela deusa insaciável.
Me afastei e vi aquele belo corpo estirado, arrepiado e todo suado ainda sentindo pequenos choques de tesão e um belo sorriso naquele rosto. Nossos lábios se encontraram em seguida, quase como um agradecimento de ambos por aquele momento de intensidade e prazer que estávamos curtindo.
Novamente fomos a mais uma ducha, aquela que esfriou nossos corpos quentes, fogosos e cheio de tesão. Algo demorado, mas excitante, pois estávamos ambos com uma energia transbordando e um sorriso esplendido em nossos rostos.
Nosso olhar não negava o quão maravilhoso aquela tarde se tornou em nossas vidas e nos despedimos naquela tarde com a certeza de novos encontros.
  • Enviado ao Te Contos por dannadodebom.tumblr.com

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Fazendo alegrias dos índios

By: Arilene

Me chamo Arilene, tenho 32 anos e sou de SP. Quando tinha 28 anos, resolvi defender tese de doutorado em sociologia, pois com meus afazeres de mulher casada, era impossível ausentar-me por semanas.
Entrei em contato com um de meus professores que deu-me a ideia de pesquisar sobre a vida dos silvícolas, achei interessante e resolvi colocar em prática.
Fizemos algumas pesquisas e constatamos uma tribo indígena na região amazônica, que imaginavam estar extinta, ficamos interessados e com certeza daria uma ótima pesquisa.
Contratamos um cinegrafista e fomos até a Universidade de Manaus, foi-nos apresentado um funcionário da Funai que serviria de guia e interprete.
Alugamos um monomotor e voamos até lá, aterrizamos próximo á aldeia e após uns 50 minutos de caminhada chegamos, fomos recepcionados por vários indios de diversas idades, tinham a pele dourada pela exposição ao sol e seus olhos eram negros como jabuticabas, tinham um pequeno pedaço de pano que tapava seu sexo e suas nadegas ficavam nuas, as mulheres assim como os homens tinha um tapa sexo, mas seus seios ficavam desnudos.
Percebi como curiosamente olhavam para mim, a cor de minha pele branquinha e a cor de meus olhos deslumbravam eles.
Levaram-nos até a cacique, um senhor com seus 50 anos, cabelos negros, alto, forte e algo que chamou-me a atenção o pano que cobria seu sexo era bem mais largo e comprido que os outros, ia até meio das coxas, minha curiosidade foi saciada quando ele deu alguns passos e pude vislumbrar a ponta de seu pênis, aquilo deveria ser absurdamente enorme, meus olhos brilharam de curiosidade em ver o que tinha por baixo daquele pano, não sou nenhuma puritana, já transei com mulher, negros, brancos e até um japonês, mas jamais tinha visto algo tão fabuloso.
Anoiteceu e o cacique fez questão que repousassemos em sua cabana, pois era bem maior que as outras, pois ele tinha 9 esposas e 22 filhos.
Ajeitamos nossas redes de dormir e coincidentemente fiquei ao lado do grande chefe, não conseguia dormir pensando como deveria ser aquela coisa gigante entre suas pernas, minha vagina começou a encharcar-se, meu coração disparou, parecia uma adolescente em sua primeira transa.
Desfiz de meus pudôres e levei minha mão até ele, encostei em sua barriga e logo desci e peguei naquela cobra, aquilo em que minha mão tateava era inacreditável, mesmo em estado de repouso, seu pênis era grosso e minha vagina piscava de tesão, comecei vagarosamente a masturba-lo e rapidamente começou a engrossar e pulsar em minha mão, alisava-o desde sua base e quando cheguei até sua glande, quase gozei
Minha mão não conseguiu circunda-lo de tamanha grossura daquela cabeçorra, parecia um cogumelo, aquilo foi crescendo em minha mão, levei minha mão até minha buceta e comecei uma deliciosa masturbação, quando estava prestes a gozar, fui interrompida bruscamente, uma mão grande e grossa segurou a minha, desvincilhei-me de seu pauzão e sua mão e fiquei em silêncio em minha rede, minha buceta latejava de dor pelo orgasmo interrompido, procurei relaxar e aos poucos adormeci acordando somente quando o dia estava claro.
Não conseguia fitar seus olhos, estava com muita vergonha, fui até nosso interprete e pedi para perguntar-lhe onde poderia banhar-me e fazer minhas higienes pessoais, o cacique com um olhar maroto, chamou 2 de seus filhos e orientou-os para acompanhar-me.
Andamos um pouco e logo chegamos a uma lagoa de águas límpidas, fui até uma moita tirei minha roupa, abaixei-me e fiz minhas necessidades, limpei-me e logo entrei na água refrescante daquele riacho, os bicos de meus seios ficaram tesos pela água fria.
Fiquei então a reparar naqueles 2 adolescente selvagens, olhavam-me banhar-me e pude verificar sua excitação pelo volume de seus membros.
Minha buceta foi invadida por comichões de tesão, tinha alguns meses que não sabia o que era um duro e gostoso pênis invadir-me.
Num ímpeto de saciar meu desejo resolvi ataca-los, sai da água, ajoelhei-me e abocanhei um pau, não era grande como de seu pai, mas bastante duro, chupava-o, levava-o até minha garganta querendo sem sucesso engoli-lo e masturbava o outro com a mão, estava desvairada de tanto tesão, os gemidos começaram a ficar mais fortes, senti pulsar e inchar o pau que estava em minha boca, primeiro foi um pequeno jato que molhou minha lingua, rapidamente levei a cabeça de seu pau até encostar em minha garganta e senti explodir 3 jatos fortes grudando em minhas amígdalas e vagarosamente escorrendo por meu esôfago a caminho de meu estômago, suguei até a última gota, senti as veias do pau que estavam em minha mão pulsar forte, estava quase explodindo, abocanhei-o e fui inundada por esguichos fortes de leite fervendo, um gosto diferente dos espermas que bebi em tempos atrás, tinha um gosto azedinho e bem mais ácido e sua consistência era gosmenta, uma verdadeira delicia, saciei minha sede.
Deite-me no chão e comecei a masturbar minha buceta e reparando que aquelas maravilhas voltaram a ficar eretas, puxei um deles para cima de mim, abri minhas pernas e encaixei-o em minha buceta que engoliu-o de uma só vez, começou um frenético entra e sai, enlacei minhas pernas sobre seu quadril e comecei a peneira-lo, jogava pra cima e deixava penetrar fundo, em minutos cheguei ao orgasmo, olhei para o lado e o outro estava na sobra, virei o que estava em cima de mim e comecei a cavalga-lo, arrebitei minha bunda e pedi para o seu irmão ajeitar-se atrás de mim, iria saciar os 2 de uma vez
Ajeitei seu pênis em meu cú que piscava de vontade de ser fodido, ele sem jeito penetrou-me de uma vez chegando ao fundo de meu cú, e começaram a socar com força, os 2 paus encontravam dentro de mim, estava enlouquecida de prazer, gozava alucinadamente aos gritos, mas o ápice de meu orgasmo chegou quando comecei a ser inundada simultaneamente por esguichos de porra quente em minha buceta e cú, sentia aquele leite fervendo lavando meu útero e meu canal anal, sairam de dentro de mim e deitaram ao lado, minha respiração estava ofegante, aqueles 2 quase me mataram de tanto gozar
Demorou bem uns 5 minutos para recuperar meu fôlego, mas o melhor da festa ainda estava para vir, reparei alguns passos em minha direção, abri meus olhos e para meu espanto era o grande chefe, tirou o tapa sexo e quase desmaiei de susto, aquele pau que senti em minha mão, agora eram vislumbrados por meus olhos, parecia um jegue, estava duro e chegava até seu umbigo, era do tamanho de meu antebraço e da grossura de meu pulso, ajoelhei e peguei-o com as duas mãos e abri minha boca o máximo possível e abocanhei-o, mamando sua cabeça que ficou totalmente atoxada em minha boca, lambuzei-o com muita saliva, pois sabia que o que vinha pela frente era demais para mim
Ele colocou-me de quatro, começou a pincelar aquela cabeçorra enorme em minha vagina lubrificada pelo esperma que escorria de meu útero lavado, arreganhei o maximo as pernas e arrebitei minha bunda, com as mãos juntei duas touceras de capim e fiquei aguardando, quando encostou na entrada de minha buceta senti que teria de ser forte, relaxei-me o máximo e comecei a ser penetrada, quando aquela monstruosa cabeça passou por minha buceta, senti que ela foi rasgada, como pressenti, aquilo tudo não coube em minha vagina, entrou pouco mais da metade e parou, pois já estava empurrando meu útero, começou um entra e sai frenético, um líquido quente escorria por minhas coxas, senti uma mistura de dor e tesão e comecei a gozar e empurrar meu corpo de encontro ao dele, acelerou as estocadas e senti rios de esperma encherem minhas entranhas, meus órgãos internos recebiam duchas de leite fervendo cheguei a mais um orgasmo.
Pensei que houvesse acabado aquele ritual sexual, enganei-me, senti seu pau aos poucos ficar mole dentro de meu canal vaginal, saiu de dentro de mim e na posição em que estava via seu esperma derramar de minha vagina, seu pau estava ensopado por meu liquido vaginal, continuei na mesma posição para disfarçar a dor que sentia.
Com seu dedo ele começou a roçar meu cú encharcado de esperma, aos poucos senti-o dentro de meu cú, foi fundo, tirou e enfiou 2 dedos e mexia dentro de mim, tirou novamente forçou e enrabou 3 dedos em meu cú, uma dor horrivel, mas o pior viria, voltei a olhar para trás e vi sua anaconda dura e comprida, seus dedos agora foram substituidos, senti a cabeça daquele pau encostar em meu cúzinho, fechei os olhos, cravei meus dentes em meus lábios e fiz muita força, meu esfincter dilatou-se mas mesmo assim não conseguia passar pela porta de meu cú de tão grosso que estava, fui respirando igual cachorrinha, forcei o máximo possível e prendi minha respiração para que ele permanecesse aberto, aquela tora que mais parecia um cabo de picareta, foi deslizando e entrou, literalmente rasgou as últimas pregas que insistentemente permaneciam alojadas ali
Meu esfincter tentou sem sucesso retrair-se, ele com suas mãos fortes juntou meu quadril e empurrou, meu esfincter foi obrigado a dilatar-se e engolir aquela mandioca dura e grossa, senti ele cutucar no fundo de meu canal anal e faltavam ainda alguns centimetros para ser totalmente preenchida, com certeza estava na porta de meu intestino, estava presa atoxada naquele big pênis, ele tentava empurrar tudo pra dentro mas não conseguia, meu cú prendeu seu pau
Foi então que desesperada pela dor que sentia forcei meu cú novamente e senti meu intestino abri-se para ele e ser invadido, a dor foi tão forte que cheguei a e chorar.
Quando senti suas bolas e seus pentelhos bater em minha bunda, percebi que tinha conseguido engolir toda aquele pênis com meu cú, ele tirou quase até a cabeça e socou novamente, repetiu 2 vezes e começou a acelerar, aos poucos meu cú melou-se e acostumou-se com aquela vigorosa ferramenta, como ele havia acabado de gozar em minha buceta, desta vez ficou uns 10 minutos socando em meu cúzão dilatado e dilacerado, comecei a gritar de dor e prazer e a cada vez que entrava e saia de meu intestino sentia fogachos em meu cú, arrepios começaram em minha nuca, foram descendo por minha espinha chegando até meu cú, comecei a esfregar minha buceta e quando meu intestino foi inundando-se com seu liquido quente, senti o orgasmo mais alucinante de toda minha vida
Pela primeira vez gozei simultaneamente pelos meus 2 buraquinhos, cú e buceta saciados, sentia-o como que urinando esperma dentro de mim, um estoque enorme de seu leite fervendo, lágrimas desceram de meus olhos e comecei a chorar de prazer, jamais senti um tesão tão grande, aos poucos seu pau foi amolecendo e meu esfincter retraindo, aquela cobra foi aos poucos saindo de meu ânus, fiquei de cócoras e defequei primeiro seu esperma, mas estava feliz e realizada pois não é qualquer uma que suporta uma pica desta.
Banhei-me novamente na lagoa, vesti minha roupa e voltei até a aldeia, ficamos ali por 3 semanas, terminei minhas pesquisas e durante este tempo não transei com nenhum deles, pois estava dilacerada e dolorida pelas fortes penetrações, apenas todos os dias esgotava os estoques de esperma de seus testículos fazendo-os deliciosas chupadas.
Voltamos para São Paulo, apresentei meu trabalho de doutorado e passei com a nota máxima, agora era uma doutora em sociologia.
  • Enviado ao Te Contos por Arilene

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Meu marido Mauro e nosso amigo Carlos me comeram...

By: Gerlene

Eu me chamo Gerlene, tenho 30 anos e sou casada com o Mauro, que tem 33 anos, e adoramos sexo…
Esse caso começou num domingo pela manhã quando eu e meu marido estávamos nos preparando para ir ao clube. Íamos nos encontrar com um amigo que estava sozinho, o Carlos – a mulher tinha viajado – e já tínhamos fantasiado muitas vezes a participação dele nas nossas trepadas.
No começo eu ficava meio constrangida, mas fui acostumando com a idéia e já gostava mesmo de falar sobre ele, quando a coisa estava quente e eu conseguia soltar o verbo. 
Nesse dia eu já acordei excitada e meu marido, Mauro, ficou brincando no meu ouvido, que eu tinha que colocar um biquíni que deixasse os dois de pau duro. Ele sempre falava que achava que o Carlos se masturbava pensando na minha bunda e isso me deixava molhada.
Escolhi um biquíni fio dental bem pequenininho e fui mostrar para o Mauro. Ele reclamou que não era de lacinho e assim não poderia desamarrar para passar óleo em mim. 
Fiquei meio chateada, mas fui trocar para não deixar ele bravo. Escolhi o menor biquíni que eu tinha, um azul minúsculo, com lacinho. Estava me olhando no espelho quando ele se aproximou, me agarrou por trás e disse que eu estava uma coisa de louco e que ia matar o Carlos de tesão.
Coloquei um vestido quase transparente, bem leve, tipo uma saída de praia, por cima e fomos para o clube. Eu estava pegando fogo e o Mauro ficava falando cada coisa que me deixava ainda mais quente. Acho que até molhei o banco do carro.
Quando chegamos ao clube fomos para o ponto combinado, um lugar gramado com várias cadeiras de piscina , afastado e sossegado. O Carlos já estava de sunga deitado numa cadeira e tomando sol. Eu tirei logo o vestido e fiquei só de sandália e biquíni. Ele levantou pra dar um beijinho e disse:
- “Olha só Fernanda !!
E me fez dar uma voltinha. O Mauro ficou só olhando e rindo com cara de sacana. Passei bronzeador rapidinho e deitei no meio dos dois. Ficou a minha cadeira no meio e os dois me ladeando. O Mauro foi buscar uma bebidas e nós ficamos no papo. 
Depois de uma hora tomando sol,cerveja e conversando a coisa já estava quente e começamos a falar de praias de nudismo e como seria gostoso ir à uma. Resolvi então deitar com o bumbum pra cima e pedir ao Mauro que passasse bronzeador. 
Senti a eletricidade no ar. Os dois sentados nas cadeiras virados pra mim e conversando, enquanto o Mauro soltava os nós da parte de cima do biquíni e começava a massagear minhas costas, bem devagar usando óleo. Fingi que estava distante, quase dormindo e deixei a coisa correr.
Ele foi baixando a mão até desamarrar um dos lados da parte de baixo do biquíni e lambuzou minha bunda com óleo de montão. Eu abri um pouquinho a perna e senti o bronzeador escorrendo até a xoxotinha – nessa hora o Carlos estava a meio metro da minha bunda vendo meu marido me massagear de um jeito meio sacana.
Virei um pouquinho a cabeça e percebi que ele estava tentando esconder o volume descomunal que tinha se formado na sua sunga vermelha. Mas o Mauro não quis nem saber e prosseguiu com a massagem chegando mesmo a colocar a pontinha do dedo no meu cuzinho. Quase gozei. Ia ser engraçado - eu ali no meio dos dois gemendo.
Mas o clube começou a encher e a situação ficou meio perigosa – meu marido amarrou então meu biquini e eu sentei na cadeira. Quando olhei para a cara do Carlos notei que ele estava transtornado. Resolvemos então ir embora.
Meu marido se ofereceu para levá-lo em casa, pois ele tinha vindo para o clube de bicicleta e nós numa camionete. Enquanto meu marido e ele colocavam a bicicleta no carro fui até o vestiário e tirei o biquini, ficando só de vestido. 
Estava sentindo um tesão enorme e cheguei a alisar de leve a xoxotinha, o Carlos queria ir junto com a bicicleta no bagageiro por que não tinha espaço na cabine, mas depois de muita insistência do meu marido e minha, ele entrou e sentou-se ao meu lado. 
Fiquei no meio dos dois e me deu vontade de rir quando lembrei do sanduíche que sempre fantasiávamos.
Quando o carro começou a andar meu marido colocou a mão em minha perna e começou a alisar devagarinho. Ele estava de pau duro e não resisti a tentação de passar a mão. Ele quase deu um salto surpreso e o Carlos olhou na hora e percebeu a situação. Mas não me abalei e continuei a alisar o pau de Mauro por cima do calção.
Que situação - eu sem nada por baixo de um vestidinho transparente, sentindo o corpo de Carlos me apertando inteira por falta de espaço no carro e alisando Mauro que subia a mão pela minha coxa. 
Mas faltava alguma coisa e numa curva meio fechada (acho que foi de propósito) fui jogada para o lado de Carlos e com minha mão livre segurei na sua perna, pertinho da virilha e senti que ele estremeceu. Deixei a mão ali um pouco e toquei de leve no seu saco por cima do short. Ele pegou minha mão e colocou em cima do pau. Levei um susto, mas deixei e comecei a alisar devagarinho. Era muito grosso e estava duro como pedra. 
Quando chegamos ele saiu do carro, pegou sua bicicleta e veio se despedir. Aí falou:
- Eu tenho uma garrafa de vinho em casa … vamos tomar? 
Topamos na mesma hora … eu estava até um pouco tonta com o que tinha acontecido. Entramos no elevador um pouco constrangidos, os três meio sem graça. 
Quando entramos no apartamento pedi para usar o banheiro … queria tomar um banho. Os dois foram abrir o vinho e ficaram conversando na sala.
Tirei o vestido e fiquei vendo espelho com estavam as marquinhas de biquini. Então cheirei minha mão direita, com a qual eu tinha tocado o Carlos, e veio aquele cheiro de homem, uma mistura de suor e esperma.
Me deu um tesão enorme … comecei a alisar o clitoris e quase gozei, lembrei daquele cacete enorme na minha mão e me veio uma vontade enorme de lamber cada pedacinho.
Entrei no chuveiro me banhei e deixei a água morna escorrer pelo corpo, depois de enxugar coloquei o vestido, ainda sem nada por baixo, e voltei para a sala. Os dois estavam tomando vinho e o Carlos foi pegar uma taça na cozinha para mim.
O Mauro (meu marido) ficou me olhando com uma cara de sacana … aí falei que tinha uma surpresa e levantei um pouco o vestido. Quando ele viu a bucetinha peladinha ficou louco.  Veio prá perto de mim e ficou alisando devagarinho, sentindo como estava depilada.
Aí disse no meu ouvido que tinha falado para o Carlos que meu sonho erótico era ser “devorada” pelos dois ao mesmo tempo, um sanduíche daqueles.
Quando Carlos voltou com o vinho resolvemos começar uma brincadeira com um dadinho. Quem tirasse o menor número pagava uma prenda para quem tirasse o maior. 
Na primeira eu ganhei e o Carlos perdeu. Mandei que ele ficasse só de short. Ele tirou a camisa simulando um striptease com aquela cara de sacana que só mesmo ele tem. Mas pude perceber uma ereção daquelas e ele não tinha como esconder.
Na rodada seguinte o Mauro ganhou e eu perdi. Ele mandou que eu mostrasse o que sabia fazer com a boca usando a garrafa de vinho, que estava quase vazia.
No começo fiquei meio sem graça, mas coloquei o gargalo na boca e comecei a lamber. Os dois observavam extasiados. Deixei a garrafa escorregar quase até a garganta e o vinho escorreu para minha boca. Mostrei aos dois minha língua cheia de vinho e engoli. Percebi que mal se aguentavam com o meu show. Dava para sentir o gosto do tesão no ar.
Na terceira rodada Carlos ganhou e meu marido perdeu. Mandou que ele ficasse nu e alisasse o cacete até endurecer. Ele não precisou nem de incentivo – tirou a camisa e o short – também não precisou fazer nada porque estava com o pau duríssimo. Ele brincou um pouco fingindo uma punheta e nós caímos na gargalhada.
Neste ponto eu ainda estava vestida e o Carlos só com o short. Então ele ganhou e eu perdi.
Ele mandou que eu fosse até a cozinha, apoiasse as mãos na mesa e levantasse o vestido deixando o bumbum à mostra. Ele queria ver a marquinha do biquini. Fiz o que ele queria – senti ele me observando e podia ouvir sua respiração acelerada.
Olhei prá trás e vi que ele segurava aquele pau enorme e iniciava uma punheta. Então ele o encostou na minha bunda – estava quente – e disse no meu ouvido que eu ia sentir aquilo tudo dentro do meu rabo.
Eu falei que não aguentaria – que só com muito lubrificante suportaria. Ele riu e mordeu de leve minha orelha.
Voltamos para a sala e encontramos o Mauro no sofá com o pau duro … nos observando.
A próxima rodada foi vencida pelo meu marido e Carlos perdeu. Ele determinou que o Carlos colocasse o pau para fora e tocasse com ele de leve no meu rosto. Claro que ele adorou pagar a prenda. 
Quando senti aquela glande roçando minha bochecha não resisti e passei a língua deixando minha saliva escorrer por ela. Carlos ficou louco. Mas ainda faltava a última rodada.
E eu perdi. Meu “castigo” foi tirar o vestido para os dois assistirem. Fui para perto da parede e comecei a dançar e tirar devagarinho. Os dois sentaram no sofá, ambos nus, e começaram a alisar os cacetes que brilhavam de tão duros.
Tirei tudo e fiquei só de sandálias. Apoiei as mãos na parede e deixei que os dois apreciassem meu bumbum – forcei para trás e eles puderem ver um pouco do meu cú. Isso me deu um tesão enorme. 
Neste ponto eles não reisitiram e partiram prá cima de mim. Os dois tentaram me beijar a boca ao mesmo tempo, mas o Carlos acabou sendo mais rápido e nossas línguas se enroscaram. Mauro mordeu o bico do meu peito com vontade e senti uma mistura deliciosa de dor com tesão.
A coisa estava tão forte que mal me aguentava em pé.
Então os dois se ajoelharam – parecia que tinham combinado – e um começou a chupar a bucetinha enquanto o outro enfiava a língua no meu cuzinho. Uma sensação incrível.
Depois de algum tempo eu estava a ponto de explodir … então eles se levantaram e empurraram minha cabeça de encontro aos dois cacetes. Comecei pelo Mauro a chupar com vontade engolindo tudo – cheguei a sentir seus pelos dentro da minha boca e a cabeça fazia cócegas na minha garganta.
Quando ele estava a ponto de gozar passei para o Carlos (nosso amigo) – aí foi diferente porque mal cabia na minha boca. Primeiro lambi bastante e depois suguei aquele monumento com toda força … fiquei olhando o rosto dele … parecia se contorcer de tanto tesão. Quase explodiu, mas não deixei. 
Pedi que os dois subissem no sofá e ficassem de quatro virados prá mim. Então comecei a lamber o cú de um enquanto colocava o dedo indicador no outro e mexia devagar. Foi gostoso sentir os dois como minha putinhas … e eles chegaram mesmo a rebolar pedindo mais.
Então Carlos, nosso amigo, levantou e saiu da sala. Enquanto isso meu marido me pegou pela cintura e me sentou com força no seu pau … senti ele entrar inteiro na bucetinha que estava úmida e latejante.
Assim ficamos … eu de costas prá ele sentada no colo.
O Carlos voltou do banheiro trazendo um tubo de lubrificante. Ele em entregou e pediu que passasse bastante naquele pauzão. Lambuzei todo, até o saco. 
Então Mauro me virou e beijando minha boca me fez sentar no cacete. Senti que Carlos começava a lamber meu cú e colocar um dedo, depois dois … naquele momento senti uma mistura de medo com um tesão incrível.
Então ele encostou o cacete na entrada e forçou um pouco … cheguei a ver estrelas. Mas com a ajuda do lubrificante ele foi enfiando devagar.
Tentei fugir mas meu marido me segurava pela frente e Carlos por trás – quase não podia me mover. Ele continuava a penetrar e parecia que não teria fim … em um determinado momento não aguentei e comecei a chorar. Mas eles não vacilaram.
Depois de alguns segundos, com o pau enorme todo dentro, comecei a mexer devagar e senti uma onda de prazer tomar meu corpo todo. 
Mauro falava no meu ouvido:
- Olha aí seu sonho sendo realizado. Que sanduíche mais gostoso. 
E foi mesmo. Gozamos os três juntos e senti meu corpo ser inundado por esperma. Acho que desmaiei porque quando abri os olhos estavamos os três deitados no tapete, nus e relaxados.
Depois de algum tempo Carlos começou a me beijar e tocar meus seios. Quando olhei ele estava novamente de pau duro. E Mauro também. 
Falaram que eu não saíria dali sem um banho de “leite”. Comecei a bater uma punheta nos dois e eles se ajoelharam, um de cada lado, deixando os paus próximos ao meu rosto. 
Fiquei deitada chupando os dois. Ao mesmo tempo eles alisavam os cacetes e tentavam enfiar na minha boca.
Meu marido me perguntava se e tinha gostado do cacete do Carlos no meu rabo e eu respondia que sim, que queria provar outras vezes, que queria foder com ele num motel, que sempre sentira um tesão enorme por aquele sacana …
Aí Mauro começou a gozar …. a porra foi toda para a minha boca … deixei que ele visse e engoli de uma só vez.
Carlos não resistiu e começou a ejacular muito forte … coloquei meus lábios em volta da glande e não deixei pingar nada no tapete.
Cansados e saciados fomos para casa – nossa fantasia foi realizada e abrimos caminho para várias outras.
  • Enviado ao Te Contos por Gerlene

Ela gozou duas vezes no meu pau

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