terça-feira, 27 de agosto de 2019

Transando com o meu sobrinho dentro do seu carro

By: Lucia

Me chamo Lucia, tenho 43 anos, sou casada. Quero contar sobre a minha puladinha de cerca com o meu sobrinho.
Era final de semana fui para fazenda,estavamos em familia o meu sobrinho lindo estava lá, ele e meu marido estavam bebendo na beira do rio eu resolvi acompanha-lhos.
No cair da noite fui tomar banho e meu sobrinho também foi. Aí que tudo começou, por debaixo d'água ele esfregava a perna em mim e tentava enfiar o pé na minha buceta eu estava um pouco bebada e aquilo me excitou muito.
O cenário era propício estavamos bebendo era noite a água na temperatura otima, estavamos mais ou menos umas 6 pessoas só eu de mulher enquanto todos conversavam o meu sobrinho enfiava o dedão do pé na minha buceta, perdemos a noção do perigo o meu marido ali na nossa frente e não percebeu nada, minha vontade era de fuder ali mesmo.
Depois de um tempo saimos do rio e fomos pra varanda da casa, comer churrasco e assistir clip de musica e continuar bebendo. Fui tomar banho e trocar de roupa estava muito molhada, na volta o Marcos me convidou pra dançar e começou a falar no meu ouvido que eu era muito gostosa, sua casseta estava ficando ereta de tanto ele se esfregar em mim, eu sentia entre minhas pernas.
Passamos a noite assim dançando, ele falando sacanagem no meu ouvido, em um momento ele pegou na minha bunda e eu peguei na sua casseta.
Foi assim que perdemos a noção do perigo, em consequencia meu marido me chamou no quarto e falou que era melhor eu dormi antes que aconteça algo.
Até o momento eu achava que tudo o que tinha acontecido era porque estavamos bebados.
Porém no dia seguinte, estavamos todos novamente tomando banho no rio, em um momento o Marcos veio e enfiou a mão na minha bunda com tanto tesão que o meu biquini entro tudo na minha bunda. Eu tomei um susto não esperava que ele fosse fazer novamente, ele me olhava com tanto tesão que parecia que estava nua na sua frente.
Depois não contente pediu que me afastasse um pouco de onde eu estava encostada pois ele queria pegar na minha buceta. Então pedir pra ele parar fiquei com medo que alguém fosse desconfiar.
Nesse dia só aconteceu isso voltamos pra cidade, mas eu fiquei inquieta com tudo o que aconteceu, quando lembrava minha buceta ficava latejando e ficava molhadinha. Não aguentando resolvi ligar pra ele.
Estava no meu trabalho pedir que ele viesse ao meu encontro pois gostaria de esclarecer o que tinha acontecido, ele ficou com muito medo do seu tio descobrir tudo, mesmo assim veio.
Entrei no seu carro e fomos estacionar em outra rua, chegando lá ele me olhava com tanto tesão que quando o beijei ele mordia minha boca e chupava minha lingua.
Falei pra ele que toda aquela situação tinha me excitado, a mão dele começou a acariciar minhas pernas e os dedos se aproximavam para minha buceta louco pra enfiar o dedo.
Eu estava louca pra pegar sua casseta que aliás tinha percebido que estava dura dentro da sua calça jeans. Não resistindo um ao outro nos beijamos com tanto tesão, eu peguei na casseta dele e com o olhar sinalizei que gostaria de cair de boca e chupar até beber o seu leitinho.Iniciamos assim uma conversa bem safada:
Eu- vc gosta de uma chupada bem gostosa na casseta.
Ele- gosto e ainda quando a mulher bebe todo o leitinho.
Eu- vc tem certeza!porque se eu chupar eu quero sentar na tua casseta (enquanto conversamos eu ficava batendo uma bunheta bem gostosa e olhando nos seus olhos e mordendo sua boca)
Eu- vc gosta de putaria!
Ele- vc sabe que gosto, e sempre desconfiei que vc chupava uma casseta.
Eu- eu sou uma puta! vem ser meu amante.Posso fazer com você o que mulher nem uma já fez ou vai fazer
Ele- eu tenho medo de alguém descobrir.
Eu- vc vai falar? então, nem eu, esse pode ser nosso segredo!!!!!
Ele começou a enfiar o dedo na minha buceta, ficou louco quando viu minha buceta, tirou minha calcinha eu estava de vestido e pediu pra mim sentar na sua casseta. Ele me pagava com tanta vontade eu soquei de uma só vez sua casseta.
Foi aí que ale arregaçou minha bunda como se quisesse rasgar meu cuzinho, eu falei pra ele 
- voçê gosta de comer um cuzinho? eu adoro dar meu cuzinho
Quando ele estava pra gozar sair de cima dele e falei que chuparia a sua casseta até ele gozar. 
Comecei a chupar sua casseta engolir toda ela, ele gemia de tanto prazer e gritava um caaaaraaaalhooo!!!!!! bem forte.
Como eu havia prometido chupei gostoso pra ele nunca mas esquecer de mim e continuar me olhando com vontade de me fuder. Eu chupava e batia a punheta ao mesmo tempo, depois de um tempo ele gozou dentro da minha boca, não deixei sair nem um pouco de leitinho engolir tudo não deixei nada.
Terminado olhei pra ele e limpava a minha boca com a lingua, ele me beijou e sussurrou
- “onde vc aprendeu a chupar uma casseta tão bem”.
Eu falei pra ele que gostava, me dava prazer.
Tudo aconteceu dentro do seu carro, estacionado em uma via movimentada com muitos carros e pessoas passando. Pedir que ele me levasse de volta para meu trabalho, chegando lá nos beijamos novamente ele sempre me beijando com gosto de quero mais e com muito tesão.
Antes de descer do carro falei pra ele, que quando ele quisesse uma puta safada era só me ligar, entrei no meu trabalho e torci pra que ninguém viesse pegar na minha mão até chegar na minha sala, afinal estava só casseta e gala.
  • Enviado ao Te Contos por Lucia

Passei uma noite maravilhosa com a amiga da minha filha (lesb)

By: Ana Paula

Me chamo Ana Paula, tenho 39 anos, atualmente sou separada, e quero contar uma loucura deliciosa que me aconteceu.
A festinha de aniversário da minha filha Jéssica de 18 anos estava ainda animada, apesar de já ter durado a tarde inteira. Sua turma do condomínio já se sentia à vontade na minha casa. Aceitei recebê-la depois de muita recomendação: nada de excessos; bebidas só refrigerantes e cerveja; nada de “pegação” com os amigos.
Eu tivera um dia cheio, até que me sentei na cadeira balanço da varanda para descansar. A tranquilidade do momento fez com que eu pensasse um pouco na vida.
Todos viam em mim, Ana Paula, uma mulher de especial beleza juvenil, apesar dos meus trinta e nove anos: estatura mediana; morena de cabelos castanhos; corpo com as curvas nos lugares certos; rosto bonito; boca sensual com lábios carnudos; olhar de um verde penetrante. Mas o que mais chamava a atenção em meu corpo era a minha bunda cheiinha e bem feita. Eu não tinha nenhuma falsa modéstia com relação à minha aparência física, pois via tanto os homens, quanto diversas mulheres olhando para o meu corpo com interesse.
O meu divórcio foi uma surpresa para todos, mas meu ex-marido e eu sabíamos que era um caso sem solução. Casados há pouco mais de um ano, meu marido começou a fantasiar uma relação a três, com outro homem me comendo na sua frente. Fiquei chocada com a idéia a princípio, mas com o passar do tempo só a lembrança dela me deixava muito “acesa”: Um sentimento estranho me invadia, contaminado a minha alma e sentia a minha vagina umedecendo até deixar a minha calcinha molhada nos fundilhos.
Quando finalmente resolvemos colocar a nossa fantasia em prática, percebemos que não fora uma boa idéia. O homem foi escolhido por acaso, em uma boate bem frequentada e fomos para um motel. Rodolfo meu marido não teve estrutura psicológica para aceitar a cena de me ver cheia de tesão rebolando freneticamente para atolar o cacetão do desconhecido na minha buceta e, o que era pior, gozando com altos gemidos e espasmos como eu nunca gozara com ele. Foi assim que o nosso casamento acabou, sem que ninguém pudesse saber dos reais motivos…”Sua puta!”.
Depois do divórcio sentia-me muito solitária, mas descrente com os homens e sem nenhuma intenção de procurar outro companheiro. O Rodolfo continuou colaborador com os assuntos de família. Neste aniversário de nossa filha, por exemplo, ele veio não só para passar a tarde com a Jéssica, como também para ajudar na festinha e já fora embora…
Um barulho no segundo andar interrompeu meus pensamentos. Corri escadas a cima e encontrei a minha filha Jéssica caída no chão desmaiada e sangrando a testa.
- “Ela estava dançando, escorregou no assoalho e bateu a cabeça na mesinha”.
Mas fiquei mais tranquila quando ela gemeu e recobrou os sentidos.
- “Vamos gente… todo mundo para casa, pois vou ter que levar a Jéssica ao Hospital para ter certeza de que foi só o machucado na testa”.
Chamei Rodolfo pelo celular, contei-lhe o ocorrido e pedi que ele me aguardasse no Hospital. Jéssica estava ainda meio zonza. Então, por via das dúvidas, pedi à sua melhor amiga a Luciane que nos acompanhasse até ao hospital.
O pessoal do hospital atendeu a Jéssica, enquanto Luciene e eu ficamos na sala de espera, quando meu ex-marido chegou e me deu um forte abraço.
- “Como ela está?”.
- “Até onde pude perceber, ela está bem. Um pouco grogue, mas está bem”.
Fomos finalmente informados de que ela ficaria bem, mas por precaução precisaria ficar em observação até o dia seguinte. Rodolfo me aconselhou a ir para casa descansar, pois ele passaria a noite no hospital.
Chegando em casa, Luciene se ofereceu para me fazer companhia nesta noite. Ela já estava acostumada com a casa e conosco. Por vezes vinha passar o fim de semana com a Jéssica, quando faziam as tarefas escolares e iam juntas para a piscina do clube. Bastou apenas um telefonema para a tranquilizar os seus pais.
Fiquei algum tempo reorganizando a cozinha e Luciene entrou para me ajudar.
- “É uma pena a festa terminasse assim, D. Ana Paula. Pela animação ela ainda duraria um bom tempo”.
- “Pois é Luciene, olha quanto salgadinho e refrigerante sobrando”.
Abri o armário de bebidas e peguei uma garrafa de vinho.
- “Luciene, você quer tomar uma taça de vinho?”.
- “Sim. Por vezes gosto de beber um pouco na hora da refeição e em ocasiões especiais”.
- “Vamos fazer da sua visita uma ocasião especial então, apesar do pequeno susto que passamos por causa da Jéssica”.
Servi-lhe uma taça de vinho e dei-lhe uma caixa de bombons.
- “Suba para o quarto, enquanto fecho as portas”.
Quando cheguei ao meu quarto, levando a garrafa de vinho, não vi a Luciene.
- “Luciene… onde esta você?”.
- “Aqui no quarto da Jéssica!”.
- “Não seja boba meu bem… O meu quarto é bem maior e mais confortável!”.
Luciane chegou até à porta do meu quarto. Já vestia com uma camisola da Jéssica e carregava a caixa de bombons.
- “Fique à vontade Luciene. Sente-se aqui”.
Convidei-lhe batendo de leve na colcha da minha cama. Ela subiu na cama, sentou-se sobre os calcanhares. Sorveu ruidosamente mais um gole de vinho que lhe servi. Abri a caixa de bombons.
- “Está cedo ainda. Sobre o que nós vamos conversar? Namorados? Música? Maquiagem? Roupas?”.
- “Minha mãe não me deixa usar maquiagem”.
- “Por que ela não deixa?”.
- “Ela tem uma teoria sobre a maquiagem. Pensa que ela só serve para atrair os homens e ela acha que quem tem o firme propósito de estudar primeiro, não deve usá-la”.
- “Então nunca ninguém lhe ensinou como usar maquiagem. Posso ser a primeira?”
- “Claro”.
Peguei na cômoda alguns itens de maquiagem e um espelho portátil. Luciene e eu ficamos sentadas na cama, cara a cara, apoiadas nos joelhos e nos calcanhares. Puxei o rosto dela para mim e iniciei a maquiagem.
- “Agora o batom, mas isto você mesma pode fazer”.
Ela aplicou o batom o vermelho, vagarosamente enquanto eu enquadrava o seu rosto no espelho.
- “Nossa que transformação!”.
A minha surpresa era legítima, pois de uma beleza adolescente e natural, Luciene se transformara em uma linda jovem mulher.
- “Agora eu entendo por que a sua mãe não lhe deixa usar maquiagem. Você poderia deixar seus colegas com vontade de pular em cima de você”.
Luciene ficou ruborizada. Percebi que ela estava ficando alegre com o vinho, mas mesmo assim lhe servi a última taça.
- “Você gostaria de conversar sobre roupas? Esta camisola da Jéssica deixa você bonitinha, mas você gostaria de experimentar uma das minhas?”.
Fui até à gaveta do guarda roupa, escolhi uma camisola seda preta. Ela já ficara perdida para mim e era muito curta.
- “Toda mulher se sente especial quando um pano sedoso toca a sua pele. Experimente esta camisola”.
Luciene levantou-se da cama retirou a camisola da Jéssica, de costas para mim. Deixou à mostra a sua bela bunda redonda coberta em parte por uma calcinha de pano fino azul. As duas bochechas expostas da bunda eram maravilhosas. Senti que estava ficando excitada.
A camisola escorreu pelo seu corpo, deixando à mostra o final da calcinha no ponto em que parte das nádegas ficara exposta.
- “Que tal estou?”.
- “Está linda Luciene!”.
Apaguei a luz do quarto, deixando apenas um abajur ligado.
Luciene deitou-se de bruços ao meu lado. Para deixá-la à vontade, me vesti com uma lusa de malha, ficando só de calçinhas. Encostei o meu corpo de leve no dela, afaguei os seus cabelos, seus ombros, passei uma mão pelas suas costas sobre a blusa, percorrendo a espinha dorsal e com a outra eu alisei as suas coxas, detendo a mão até às proximidades da sua bunda. Tudo de forma suave e amorosa.
- “Relaxe Luciene”.
- “Ummm, isto é tão gostoso!”. Ela exclamou, tremendo a voz ligeiramente.
Olhei para o rosto dela voltado para mim, fiquei fantasiando que estava beijando-lhe o rosto, os lábios.
Ela fechou os olhos e a sua respiração mais profunda mostrava que ela já estava dormindo. Continuei a massagem, sentindo um tezão diferente invadindo o meu corpo. Eu ficava cada vez mais quente. Tirei uma mão da Luciene e passei alisar a fenda da minha buceta, sobre o pano da calcinha.
Ela virou-se sobre o corpo, ficando de barriga para cima. Passei a alisar a sua barriga, deixando os meus dedos chegarem até ao monte firme da sua vagina. Elevei o meu corpo e beijei de leve os seus lábios.
- “Tudo bem Luciene?”.
Não houve resposta. Movi a minha cabeça para frente e a beijei de novo na boca.
Ela abriu os olhos. Olhei profundamente neles, Luciene levou uma mão para o meu rosto e passamos a nos beijar profundamente e com paixão. Nossos beijos só eram interrompidos para darmos pequenos gemidos.
- “Tudo bem Luciene?”.
- “Tudo bem D. Ana Paula”.
Agora encorajada, tirei a camisola de seda, subi em cima dela e encaixei a minha coxa direita bem no meio da sua bucetinha, enquanto sentia que se encaixava na minha. Procurei pelos seus lábios avidamente e deixei a minha língua escorregar para dentro deles. Instintivamente ela começou a esfregar a buceta de encontro a minha coxa. Minha bunda subia e descia e ela a puxava com as duas mãos. O cheiro de sexo que vinha da Luciene me levou à loucura.
Saí de cima da amiga da minha filha, minha jovem amante, retirei a sua calcinha e passei a lamber a sua bucetinha melada e a alisar o grelinho. Enfiei as duas mãos por debaixo da sua bunda e aproximei mais a sua buceta da minha boca. Ela gemia cada vez mais…Ela grunhia. A sua bucetinha era linda: gordinha e agora com os grandes lábios entreabertos, dava para ver o clitóris rígido, levantando os pequenos lábios. A entrada da buceta estava agora entreaberta.
Lambi freneticamente a entrada da vagina junto com o grelo que dava pequenos saltos. Olhei para o rosto dela que estava com os olhos fechados, a boca entreaberta e soltando uma respiração entrecortada por sons sibilantes. Sua buceta soltava sucos abundantes que eu sugava e engolia, até que ela gozasse e soltasse uma golfada final do seu mel.
Tirei a minha calcinha e estimulei o meu grelo, enfiando os dedos da outra mão no canal da vagina e não demorou muito para que eu gozasse profundamente. Luciene olhou para mim com os olhos entreabertos, retirou os meus dedos da minha buceta e os levou à boca, para sentir o meu gosto.
Encostei o meu corpo no dela e passei a afagar os seus cabelos até que ela caísse no sono.
Jéssica voltou para casa com um “galo” na cabeça e Luciene continuou a frequentar a nossa casa, agora cada vez mais solícita e amorosa.
  • Enviado ao Te Contos por D. Ana Paula

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Fui deliciosamente fodida por 4 irmãos que faziam uma obra em casa

By: Kelly

Me chamo Kelly, moro em Niteroi no Rio de Janeiro, a minha casa fica encostada em um morro de barro vermelho que toda vez que chove fica aquele perigo
Bem perto da minha casa morava o seu Joao, um pedreiro famoso do bairro que já fez varias casas ali, um senhor de uns 50 anos, que conhecia o bairro todo, solicitei a sua visita e ele me explicou que poderia começar no sabado bem cedo fazendo um muro de contenção e uma valeta de escoamento paralelo a casa para desvio da agua quando caísse, me disse que usaria o seu material e me cobraria um valor X por todo o serviço.
Conversei com a minha família e aceitamos a proposta do sr.Joao que me disse que mandaria os seus filhos que já trabalhavam com ele desde cedo para fazer o trabalho.
As 7 da manha toca a campainha da minha casa, eu costumo dormir de short sem calcinha e de blusa sem sutiã, e não imaginava que eles chegariam tão cedo e assim fui atender a porta, para minha surpresa deparo com quatro negros na faixa de 20 a 30 anos, todos de camiseta, e bermuda, dizendo que chegaram para fazer o serviço, na hora os meus bicos ficaram duros, o que foi percebido por todos.
Me virei e caminhei eles ate os fundos da minha casa, tinha mandado as crianças para a casa da minha mãe para dormir, e disse para o mais velho e que falava mais que iria botar uma outra roupa, ele me pegou com jeito pelo braço e me disse bem perto de mim
- não precisa vc pode ficar a vontade
Aquela voz molhou todo o meu short, parecia que eu estava mijando em pé, fui andando na frente deles, e me sentindo pelada por todos que comiam a minha bunda, cada vez que andava percebia que o short entrava na minha bunda e eu não podia nem mexer nele, fui ate o nosso terreno e expliquei o que acontecia, sai de la correndo, porque ate o meu cheiro de femea eu conseguia sentir, escutei algumas risadas quando sai, fui para o meu quarto, tomar um banho e botar um outra roupa.
La pelas 11 da manha preparei um limonada para todos e fui la atras levar, todos já estavam sem camisa e com os corpos suados, mexendo muito mais com a minha cabeça, beberam a limonada e de novo o mais falante chegou perto de mim, botando aquele peito musculoso no meu rosto pingando de suor e me disse bem baixinho longe dos outros, que preferia a outra blusa, e o shortinho que eu estava antes sem sutiã, fiquei desconcertada, não sabia se bebia a limonada e comia o copo ou se sai dali correndo de novo, e voltava para o meu quarto
Na minha indecisão, ele me pegou pela cintura me trazendo para o seu peito e beijando a minha boca que foi logo retribuída pela minha lingua, não tinha mas como resistir aquelas torturas, e me entreguei naquele beijo
Logo senti outras mãos em meu corpo, apertando os meus peitos, beliscando a minha bunda e apertando a minha xoxota, tiraram a minha roupa toda, me deixando peladinha enquanto eles tiravam as deles, fiquei assustada e tesudissima com aquelas picas enormes a minha disposição, parecia que eu era uma rainha africana tendo os machos todos da tribo ao meu dispor
Me pegaram pelos braços e pernas, eles era muito forte e me colocaram em uma mesa de churrasco que tenho nos fundos da minha casa, senti que seria amaciada e comida por todos, senti que seria a carne e eles entrariam com os espetos, parece que eles tinham combinados, dois ficaram lambendo os meus dedos das maos e os outros vieram pelos meus pes, lambendo os meus dedoes subindo pelos meus pes e chupando as minhas coxas, enquanto os de cima já chupavam os meus peitos e mordiam os meus bicos
Eu já tinha gozado, so de pensar nas picas que teria na minha buceta, senti uns dedos grossos entrando na minha buceta, e logo senti a lingua do mais novo que levantei a minha cabeça para ver chupando a minha buceta, logo ele disse para os outros que eu já tinha gozado
Quando pensei em falar alguma coisa o mais velho com uma pica enorme colocou na minha boca, que tive que fazer um esforço enorme para chupar
” que pirocão era aquele”, pensei comigo mesma
Enquanto tinha as coxas marcada por chupões e os peitos mordidos, me levando ao delirio virei para o outro lado e vi uma outra pica não tao grande quanto a do mais velho, mas grande para os padroes normais, os quatro eram abençoados pelo deus pica, so podiam ser.
Tive o meu corpo virado, foi quando senti o maior medo, fiquei segurando duas picas e punhetando elas , enquanto tinha um lingua sendo enfiado no meu rabo, e logo um dedão, e depois dois, não adiantava pedir para não botar que machucava, eles estavam loucos com a minha safadeza
Me puxaram para a beira da mesa me deixando de quatro sobre ela, foi quando senti a pica do mais novo , sendo pincelada na minha buceta, procurei chupar o maximo a pica do mais velho enquanto punhetava o outro, e o ultimo brincava no meu cuzinho botando e tirando o seu dedão, rebolava feito uma louca e senti aquela picona entrando na minha xoxota, foi colocando, colocando ate chegar no fundo da minha buceta, apertei forte o pau que punhetava e tentei morder o pau que chupava, mas logo levei um esporro
- não morde o meu pau senão vou te dar uma porrada
Não pude escutar aquela ordem, rebolei mais , chupei mais, punhetei mais e empinei a minha bunda para o dedão entrar mais, eles ficaram louco me chamava de arrombada, de puta gostosa, de vagabunda, não aguentei e gozei de novo, tremendo as pernas e contraindo a minha barriga eles ficaram loucos vendo aquilo e trocaram de posição
Me viraram de pernas para o alto, na mesa, e já arreganhada tive a pica do mais velho, pincelando a porta da minha buceta, mesmo gozada e lubrificada entrava com dificuldade, os outros queriam tirar eles, dizendo que ele iria estragar a caverna, eu nada falava so rebolava, parecia uma cadela no cio, queria pica
Fiquei imovel sentindo aquela pica me alargar toda, peguei a pica dos outros e fiquei punhetando sem parar, enquanto o outro subia na mesa e colocava o sacão, era realmente um sacão na minha boca, parecia que eu iria me afogar, ele pegava a picona batia com ela na minha cara, depois colocava a cabeçona na minha boca, me deixando louca, eu pensava que eu iria desmaiar era muita pica para o meu corpinho, senti o mais velho acelerando o ritmo, logo ele gritou e encheu a minha buceta de porra, realmente ficou cheia
O outro gozava na minha boca, me fazendo engasgar e tinha as minhas maos melada e gozada pelo mais novo, eles sairam de mim e eu me virei ficando de quatro quase desfalecida na mesa, so que eu me esqueci que faltava um, foi quando senti uma pirocona invadindo o meu cuzinho, que não seria mais cuzinho depois dele, quis sair mais não tinha força, so tive o tempo de gritar para o delirio dos outros
- “aaaaiiiiiii meu cuuuuuuuu seu filho da putaaaaaaaaaaa”
Mas era o mesmo que nada tive os braços seguros pelos outros e o cu arrombado por ele que socava a pica na minha bunda sem parar, depois da dor vem o prazer, e assim ele veio, soltei meu braço e começei a tocar um siririca enquanto tinha o meu cu arrombado por ele, deixando os outros loucos que começaram a tocar punheta para mim
Eram tres tocando punheta enquanto o outro louco socava a pica no meu rabo, tremia as pernas de novo gozando, ele tirou rapido o pau do meu cu, soltando golfadas de esperna na minha bunda, enquanto os outros melavam minha cara, minhas costas, tudo.
Sai cambaleando dali, pegando as minhas roupas, e nem sei como acordei de banho tomado e deitada na minha cama totalmente pelada
Na porta da minha sala tinha um bilhete, o muro já esta pronto, a valeta de escoamento tambem, e o pagamento nos já recebemos, muito obrigado em meu nome e dos meus irmãos.
  • Enviado ao Te Contos por Kelly

Descontando o chifre com o caminhoneiro na estrada

By: Natalia

OI, me chamo Natalia e a cerca de 2 anos descobri que era traída. Chorei muito, mas decidi dar a volta por cima.
Fui para a estrada, sozinha. Que loucura, viajei de madrugada. O descaso do meu amor foi total. Ele sequer tentou me impedir. Em uma determinada altura, o pneu de meu carro estourou.
- Tô fodida…
Peguei o estepe e foi a cena mais ridícula que já vi. Rodava a roda e caia a chave, queria chorar. Nada conseguia fazer.
No auge do meu desespero, encostou um caminhão. Desceu um homem jovem, sem camisa, branco de pelo queimada pelo sol e devia ter seus trinta anos. 
- posso ajudar moça? 
- pode. Não consigo trocar esse pneu.
- uma mulher bonita e cheirosa não pode se sujar. Pode se afastar.
-você é muito gentil obrigada.
- Gosta de andar de madrugada, né?
- Sim. Respondi com medo.
Ele era um homem alto e muito malhado. Era uma delícia, meu sonho de consumo. Um sorriso malicioso. Talvez, a minha paz. Ou meu desassossego.
Notei que além de ‘no ponto’, carregava um belo pacote entre as pernas. Salivei quando vi aquilo.
- Vamos andar? Disse-me sorrindo.
- não conheço bem esta rodovia.
-venha me seguindo- ele me disse.
Entrei no carro e segui aquele homem, com a xana em chamas. Pensei em fazer verdadeiras loucuras com aquele parque de diversões ambulante.
Paramos em uma praia deserta. Eram quase 05 horas da manhã. caminhou na minha direção.
Não disse mais nada abaixou o calção e veio para cima de mim. Tinha um belo mastro, de grosso calibre e tamanho melhor do que normal. Fiquei atônita.
- Vai fazer o que?
- O que vc quiser, respondi.
- Chupa?
- Com gosto…
Gulosamente abocanhei aquela vara. Me pus de joelhos na pedra, e ele de pé, na minha garganta. Chupei freneticamente, sem dar descanso.
- Como você chupa gostoso, gata! AI…
Dei leves mordidas e beijocas na vara. Sugava com força, queria aquela vara na minha garganta, engasgar com ela. O gato endoidou. Me pediu pra enfiá-la em mim.
- Deixe- me foder vc?
- Vem, vem…
Entrou todinho, de uma vez gemi e estremeci. Parecia que tinha enlouquecido. Estacionou a piroca e dava leves reboladinhas. Coisas de um covarde especialista. Suei , fiquei arrepiada. As reboladas aumentaram o ritmo e fiquei mais melada ainda.
- aiiiiiii. Soca fundo, assim aaaaaaaiiiii!!!
-hum, putinha! Bocetinha quente…molhadinha….
-huuuummmmm…
O macho era do tipo puro sangue. Pica de primeira. Me segurava na vara. Entrava e saia de mim. Não pensei. Estava na praia. Amanhecia. Em breve a praia estaria lotada.
-Pare, esta amanhecendo…
- Eu vou preso gata, mas te fodo até gozar! Olha que delicia meu pau entrando na sua bocetinha apertadinha e depilada…
Perdi a noção. Só queria que ele entrasse mais e mais na minha carne. As estocadas seguiram-se. Eu enlouqueci. Levei toda a pujança daquele pau na minha bocetinha. Rebolei muito. Que gostoso. Pedi para que ele Gozasse e respondeu-me que não, ainda não era hora.
Fiquei apreensiva. Logo a praia estaria povoada. Estava no mínimo louca! Permitir isso!
No fundo adorei aquilo tudo! Aquela vara, entrando e saindo e o dia amanhecendo! Foi muito bom. Mesmo com medo de que outras pessoas vissem, adorei a sensação de perigo. As estocadas seguiram-se, fortes e firmes. Estavamos nus, embolados. A língua dentro da garganta. Não se sabia onde começava um e acabava o outro.
- Gostosa,delícia!!! Quero seu cu… Você é uma putinha deliciosa…
- Ai… Ai…Ai!
Levei maravilhosas estocadas. O gato me virou de costas, me abaixou e enterrou a vara com muita força, rasgando minhas pregas.
- O seu cuzinho… o seu cuzinho!!! Está gostoso?
- Sim. Ai…- Tá me rasgando… tá doendo…OH ! - que dor!
Empurrava minhas entranhas naquele cacete maravilhoso. Gritei feito louca. Adorei! Aquele pau, duro como um ferro e como era bem grosso e do jeito que eu gosto me fez delirar.
-Mete gostoso, vai-me fode com esse pau grande e gostoso Ele fodia muito gostoso.
- Eu não vou aguentar mais, vou gozar. Vou gozar…
- goza… eu engulo todo o leite que sair de você…“ engoli
- Goza no meu pau!
Minha bocetinha estava completamente encharcada e o caralho do moço explodiu no meu cu, senti um mar quente me melar todinha, chupei as gotas que restaram e as engoli.
O dia amanheceu, as pessoas estavam chegando. Entrei correndo no meu carro nua em pelo e ele foi para seu CAMINHÃO.
Minhas pernas não fechavam, meu cu ardia e escorria a porra, mas eu não parei de sorrir.
Estava muito feliz
  • Enviado ao Te Contos por Natalia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...