quinta-feira, 23 de março de 2023

Comida pelas minhas novas duas amigas (lesb) (Março-2023)

 

By; Bruna

Oi, me chamo Bruna e sou casada. Isso aconteceu semana passada aqui no Rio...

Eu estava numa de minhas lojas na Barra quando apareceram duas garotas escolhendo algumas roupas, elas eram bem simpáticas e uma atendente foi logo ajudando a escolher as roupas e os tamanhos delas... Elas começaram a comentar sobre a boa qualidade do tecido e do corte e perguntaram detalhes pra atendente, eu estava por perto e disse ser a dona da loja e forneci os detalhes que elas queriam sobre os fornecedores, elas ficaram encantadas e começaram a comprar muitas peças de roupa, e até de lingerie... Suely e Marta eram os seus nomes, elas eram cariocas também e moravam em Botafogo.

Suely então no meio da conversa deu um beijo na Marta, achei lindo e até me deu vontade tambem, mas continuamos as escolhas, elas pagaram tudo no cartão e me convidaram pra irmos tomar um lanche na praça de alimentação pra batermos um papo, elas disseram que me acharam linda e com um corpinho muito gostoso, agradeci o elogio e fomos...

Sentamos numa mesa e começamos a falar sobre amenidades, até que a Marta perguntou se eu era gay, disse que sim, que era bi, casada com um machão pirocudo, mas que tinha minhas "amigas" que eu ficava de vez em quando!!!! Elas abriram o maior sorriso e me convidaram, Suely disse:

- "Soninha, porque não vamos agora até nosso apartamento pra gente se conhecer melhor, quem sabe, pode rolar alguma coisa!!!"

Eu disse que iria avisar as meninas da loja e já voltava...

Eram 3 da tarde e fomos pro estacionamento, resolvemos que irí­amos todas no carro delas, fomos direto pro ap em Botafogo...

Chegamos e paramos na garagem e subimos no elevador, já as 3 nos beijando muito, então mau entramos e começou uma tremenda seção de beijos e carinhos, elas explorando meu corpinho, foram tirando meu vestidinho e fiquei só de calcinha, então elas foram tirando suas roupas tambem, acabamos as 3 nuas ali na sala com muitas mãos passando aqui e ali, elas me puxaram pro quarto pra uma enorme cama de casal, me deitaram na cama e Marta ficou me beijando e alisando meus seios, Suely foi se ajeitando na minha frente e começou a me lamber a xaninha dando pinceladas com a lingua, eu já estava molhadinha.

Suely então começou a me chupar lambendo muito meu grelinho e enfiando dois dedos na minha bucetinha, Marta ficou me lambendo os seios ou me dando beijos, eu gemia muito e tive logo um orgasmo na lingua da Suely...

Elas ficaram sorrindo e trocaram de lugar, Marta então foi logo me chupando a xaninha molhadinha de melzinho, que delí­cia, Suely me beijando e depois lambendo meus bicos durinhos, tive outro orgasmo com a Marta me chupando... Elas pararam um pouco e eu descansei um pouco dos orgasmos seguidos, então elas foram no armário e cada uma pegou uma cinta e foram colocando na cintura, ficaram parecendo dois homenzinhos com aquele peru na frente, e Suely disse:

- "vc é nossa convidada e queremos te dar muito prazer, pra você voltar aqui sempre!!!!"

Suely foi mandando eu abrir as pernas e se ajoelhou na minha frente, foi montando em cima de mim e foi metendo o consolo na minha bucetinha ensopada, entrou fácil, ela me comeu gostoso e tive 2 orgasmos naquela "pica" deliciosa, então ela parou e a Marta tomou o seu lugar e disse:

- "tambem quero te comer gata!!!!"

E veio deitando em cima de mim e foi metendo o consolo em mim e começou a bombar me comendo gostoso, fiquei gemendo e tive mais 2 orgasmos seguidos... Então a Suely falou:

- "já vimos que você tem o cuzinho bem arrombado, queremos comer seu rabinho também”

E mandaram eu ficar de 4 na cama, obedeci e a Suely foi passando saliva no meu rabinho enfiando dois dedos, então foi metendo o consolo no meu cuzinho e começou a bombar, eu fiquei me tocando e tive outro orgasmo, então ela parou e quando a Marta foi me enrabar, ela falou:

- "temos um arrombador de cu que você vai adorar!!!!"

E foi no armário e pegou um super consolo gigante e super grossão, colocou na cinta e disse:

- "vamos ver se você é mulher bastante pra aguentar isso tudo no seu cu!!!!!"

Passaram KY no meu buraquinho e ela foi metendo, doeu um pouco, mas o prazer era ainda maior, foi rasgando minhas pregas e entrou tudo, Marta começou a bombar e eu a gemer muito, ela bombou por algum tempo até que eu sem me tocar tive um forte orgasmo pelo cu... Ela parou e ficou com tudo enfiado dentro de mim, então foi tirando aos poucos... Caí­ na cama deitadinha de lado com as perninhas encolhidas, parecia que tinha sido estuprada por aquelas duas mulheres, meu cuzinho estava ardendo, pensei em me vestir pra ir embora, mas elas foram logo dizendo:

- "agora vamos fazer uma dupla penetração com vc"

E a Marta trocou o consolo gigante por outro normal, Marta se deitou na cama e mandou eu me sentar com a bucetinha na sua "pica" que foi entrando com facilidade, então a Suely veio por trás e foi metendo no meu rabinho, e as duas começaram a meter sincronizado e eu como recheio do sanduí­che, eu estava gemendo muito e tive uns 3 orgasmos seguidos até que elas pararam um pouco e ficaram ali dentro de mim por um tempo, então foram tirando... Eu caí­ na cama com a respiração super ofegante, pedi pra elas pararem porque eu não aguentava mais de tantos orgasmos seguidos...

Fiquei ali deitadinha na cama descansando, elas duas tiraram as cintas e começaram a fazer um 69 do meu lado na cama até que as duas gemendo muito tiveram um delicioso orgasmo, então foram enlaçando as pernas e começaram a esfregar uma bucetinha na outra, gemeram muito até terem um gostoso orgasmo as duas juntas...

Ficamos as 3 ali na cama fazendo carinho uma na outra... Eu não aguentava mais nada, disse que iria me vestir pra ir embora, então Suely falou:

- "se fossem 2 homens em vez de nós duas, você acha que iria ter tantos orgasmos assim????"

Eu disse: - "é claro que não!!!!" e ficamos rindo...

Elas me convidaram pra voltar lá quando quiser, ou elas iriam passar lá na loja pra me procurar... Peguei o celular delas e elas o meu... Elas disseram que iriam me levar no shopping, mas eu disse que iria pegar um taxi...

No taxi, o taxista ficou me olhando pelo espelhinho, acho que ele pensou que eu estava doente, minha cara devia estar horrí­vel... Mas eu estava toda mole, queria mesmo era deitar numa cama e dormir... Fui até o shopping, já eram 7 da noite, me despedi das atendentes e disse pra gerente fechar a loja, elas até me perguntaram se eu estava bem, mas eu disse que estava sim, só bastante cansada!!!! E ficamos sorrindo...

Peguei o carro e fui embora pra casa, meu marido chegou bem mais tarde, eu estava dormindo, só acordei com ele já deitado na cama do meu lado querendo sexo, eu disse que não aguentava mais nada aquela noite, mas dei uma chupadinha nele, foi tudo que consegui, virei pro lado e apaguei...

  • Enviado ao Te Contos por Bruna

Trepada com o casado do app de relacionamento

 

By; Márcia

Oi, sou a Marcia e tenho 23 anos. Recentemente conheci um cara por um desses aplicativos de relacionamento e começamos a bater um papo. No começo foi tudo meio despretensioso, ou pelo menos parecia ser. Ele me disse logo que cara que era casado, mas que tinham um relacionamento aberto. Isso me fez gostar dele prontamente, pois além de ser sincero desde o início, sabia que ele não era mais um desesperado por um relacionamento! Ah, sem falar que gosto de conviver com pessoas que tem vivências diferentes das minhas, pra poder conhecer coisas novas através delas.

Conversamos muito sobre esse modelo de relação, o que na ideia me agradava, o que me fazia ter um pé atrás… E depois de um tempo chegamos ao assunto sexo. Ele não era apenas um cara interessante, fisicamente atraente, mente aberta, mas também tinha muito mais vivências do que eu. Isso me deixou mais interessada, mas também um pouco intimidada.

Conversamos sobre tudo durante viários dias, até que resolvemos nos conhecer pessoalmente. Nos encontramos no Parque da Cidade em meio a um dia nublado. Tentamos evitar, mas o jeito foi ficar no shopping até a chuva passar. Conversamos bastante, rimos muito, nos provocamos sutilmente e quando o tempo abriu, saímos novamente.

Como estava tudo ainda molhado, ficamos conversando no carro e logo começou aquela agarração. Ele tinha um beijo intenso, uma pegada firme e uma cara de safada deliciosa, tudo que me deixa louca! Ele já tinha me dito que gostava de mulheres de seios grandes, na verdade, assim que nos vimos ele conferiu primeiro o meu decote para depois olhar nos meus olhos. Assim, logo ele deu um jeito de baixar as alças do meu vestido e abocanhar com tudo, enquanto mexia no meu grelo!

Eu já estava rendida de tanto tesão que nem estava raciocinando mais. Poderia estar ainda um pouco tímida, mas me deixando levar totalmente. Até que ele abriu a calça e colocou o pau pra fora. Me lembro que meu primeiro pensamento foi “me lasquei”. Pica grande não me assusta, pelo contrário, costumo ser bem destemida. Mas confesso que nunca tinha visto uma tão grossa como aquela.

Minha mão não chegava perto de fechar enquanto o punhetava, minha boca sofria um pouco para engolir, e fazia isso já pensando no meu cu

– “Isso aí não cabe lá não!”.

Resolvi parar de sofrer por antecedência e aproveitar o momento. Chupei aquela pica com vontade até que senti-o me puxando pelo cabelo. Ele tinha acabado de perceber que tinham estacionado do nosso lado e tínhamos plateia. Aquilo tinha ido bem mais longe do que esperava para um primeiro encontro.

Cheguei em casa com a calcinha encharcada e me masturbei várias vezes, até aquele tesão todo acalmar. Continuamos nos falando sempre, o papo ficava cada vez mais safado, até que resolvemos matar a vontade dos dois, que era de foder gostoso.

Marcamos no meu apartamento no início da tarde. Ficamos conversando um pouco no sofá e logo estávamos nos beijando. Ele foi tirando minha roupa, agarrando meu corpo todo e foi me deitando. Logo ele já beijava meu corpo inteiro, inclusive minha buceta. Se ela já estava molhada antes, depois de sentir sua língua ficou mais ainda. Ele parecia testar minhas reações a cada coisa que fazia e eu ia cedendo cada vez mais.

Talvez por me sentir um pouco intimidada por ele, como já falei antes, estava um pouco retraída ainda. Mas foi só sentir aquele cadete duro pra mim de novo que enlouqueci. Me ajoelhei defronte do sofá, entre as pernas dele, e passei a chupa-lo. Dessa vez sem pressa, sem tensão em sermos surpreendidos (novamente) e assim me deliciava com cada centímetro. Ao tentar engolir toda, minha garganta reclamava e meus olhos lacrimejavam, mas não sosseguei até conseguir.

Ele se levantou, se ajoelhou no chão atrás de mim e começou a me foder de quatro. Sentia aquela pica grossa abrindo minha buceta toda e eu gemia descontrolada! Descontava aquilo com unhadas no estofado e nas almofadas enquanto rebolava pra ele. Ele metia fundo e com força, mas eu queria mais. Ele ficou de cócoras e continuou me comendo de quatro num ritmo inconstante e acelerado, enquanto abria meu cuzinho com os dedos. A essa altura eu já não sabia quando um orgasmo terminava e começava outro, apenas sentia meu corpo trêmulo e meu gozo escorrendo por entre minhas pernas.

Mas acabar comigo desse jeito não era suficiente. Depois de uma gozada intensa, ele passou a enfiar a cabeça no meu cu. Eu estava tão relaxada e melada dos gozos consecutivos que ele foi cedendo. Quando ela entrou nem acreditei. Comecei a rebolar devagar, sentindo aquele pau grosso e grande abrir meu rabo como nunca.

Depois que ele estava todo abertinho, o safado agarrou meus cabelos e começou a meter todo com força. Foi tão intenso que nossos joelhos começavam a derrapar do chão, numa mistura do meu gozo com o suor dele. Depois veio o inevitável, um gozo quase desesperado.

Minutos depois fomos tomar um banho e recuperar a energia. Fomos para o meu quarto, conversamos um pouco e logo depois já estávamos na sacanagem de novo! Voltei a chupá-lo já me excitando ao senti-lo crescer entre meus lábios. Depois acabei não resistindo e montei nele usando o pouco de força que restavam às minhas pernas. A cada sentada que dava, minha buceta respondia com um choque, me fazendo ter espasmos e gemer cada vez mais alto. Não aguentei muito e gozei, quase desfalecendo sobre seu corpo.

Me deitei e ele veio pra cima de mim com tudo. Me comia com força, me olhando com um ar de satisfação por ver que estava acabando comigo. Isso me dava uma certa raiva, uma vontade de revidar, mas meu corpo não aguentava mais de tanto gozar. Um tempo depois ele também se rendeu e banhou minha barriga e meus seios com sua porra quente.

Depois de um tempo ele foi para casa e eu voltei para minha cama para me recompor e pensar em tudo que tinha acabado de acontecer ali. Fazia muito tempo que eu não tinha uma tarde gostosa como aquela e espero que ele tenha sentido tanto prazer quanto eu.

Nos falamos sempre, sobre sacanagem inclusive, e logo vamos marcar outra tarde de muita foda…

Espero que tenham gostado tanto quanto eu!

  • Enviado ao Te Contos por Marcia

quarta-feira, 22 de março de 2023

O pai pagou para que eu tirasse a virgindade do filho dele.

 

By; Cristina

Te Contos, eu virei garota de programa há pouco tempo, uso o nome de Cristina, tenho 24 anos, 1,72 de altura, pele alva (detesto tomar sol), bem peituda, cabelos castanhos longos e lisos, e sempre nos anúncios, digo que tenho rosto de boneca e ninguém até hoje disse que era propaganda enganosa…

Depois de seis meses posso dizer que já me considero uma profissional razoável. Pode parecer pouco tempo, mas para mim, foi uma eternidade. Muitos homens usaram meu corpo, confesso que gozei muitas vezes, em outras me foi indiferente, fingindo orgasmos e tive momentos extremamente ruins que prefiro esquecer. Acredito que se eu narrar todos programas que fiz, muitos vão achar sem graça. Várias rapidinhas com parceiros querendo apenas gozar na minha xaninha, tirar a camisinha cheia de esperma, tomar uma ducha, se vestir, pagar e ir embora. Na ânsia de faturar, teve um dia que foi o recorde: Tive oito cacetes diferentes dentro de mim! Fui para casa com a grutinha ardendo, mas com a bolsa cheia de reais!

Mas também aconteceram coisas bem estranhas que eu mesma, se não tivesse vivenciado elas, se alguém me contasse, eu diria na mesma hora que era mentira. E uma dessas situações vou narrar agora, acredite quem quiser…

Certa vez recebi uma ligação de uma pessoa que queria apenas conversar comigo. Apesar de parecer constrangido, a pessoa denotava certo nível, pela forma de falar e termos empregados. Estranhei o papo e educadamente, recusei. Ele insistiu e disse que pagaria o preço do programa apenas para conversamos. Bastante desconfiada, fui ao seu encontro num barzinho tradicional da minha cidade. Mal entrei, um senhor próximo dos cinquenta anos de terno e gravata, sentado numa mesinha, fez sinal me chamando. Me aproximei, estendi a mão e disse:

- “Prazer, sou a Cristina!”.

O homem retribuiu o cumprimento e disse que se chamava Paulo. Seu olhar penetrante, me medindo da cabeça aos pés, incomodou. Parece que gostou do que viu. Tirou do bolso duas notas de cinquenta reais dobradas, colocou na mesa e empurrou para mim. Perguntou o que eu queria comer e beber. Pedi apenas um Martini…

Então começamos a conversar…

- “Cristina, não é? Um amigo falou de você. E você é exatamente a pessoa que eu procuro!”…

Me animei, pensando: “Poxa! Lá vem uma proposta de emprego decente!”.

E perguntei: - “Procura para que?”.

Ele suspirou, ergueu o tronco se apoiando mais forte no encosto da cadeira, deu uma bebida na caneca de cerveja, pensou um pouco e disse:

- “É o meu filho! Acabou de passar no vestibular da Federal e ainda é virgem!”. E continuou a história: “O meu filho mais velho que me contou que o Robson nunca transou. Roger, o mais velho, é muito esperto e sempre se virou sozinho. Já o Robson, quase nunca sai de casa e com dezenove anos nem namorada teve! Você não pode quebrar o galho dele?”… “Só de tentar, te pago o dobro! E se acontecer, te dou outro tanto!!!”.

Fiquei muda pelo inusitado da proposta. Lembrei de um cliente que ia comigo para o motel, pedia para eu ficar só de calcinha, soutien e sandálias de salto alto. Ele apenas beijava meus pés, dedos, lambia os saltos, baixava a calça e cueca, sentava na cama e pedia para eu, de pé, pisar na sua coxa e acariciar seu pau com o sapato. Ele se masturbava cheirando minha xoxotinha, enquanto com a outra mão, acariciava meu pé e perna. Gozava no papel higiênico, se limpava, agradecia, pagava e íamos embora. Pode?

Cada louco! Mas aceitei a proposta.

No dia seguinte, encontrei Paulo e o filho, Robson. O rapazinho era gordo, bem mais de cem quilos, mais baixo que eu (o salto alto dos meus sapatos aumentava a diferença), feição estranha onde se destacava os grandes olhos azuis, que me fitavam tímidos e curiosamente. A cabeça raspada (talvez pelo trote da faculdade) deixava o rosto mais redondo do que já era.

E o garoto pelo jeito gostou de mim… Talvez pela expectativa de transar pela primeira vez, o pai já tinha tudo preparado e planejado. Me deu um envelope e chamou um táxi. Falou para o motorista levar eu e o Robson para o melhor motel da cidade. Abriu a porta para mim. Entrei no banco traseiro e sentei. Paulo quase empurrou o filho para dentro do táxi. Quando ele entrou, o veículo até balançou.

No trajeto, um silêncio total, afinal o garoto era muito tímido! Olhei dentro do envelope que estava aberto. Nele havia dinheiro e um bilhete:

- “Quinhentos reais para você, os táxis e o motel. Aguardo no mesmo local. Se acontecer, te dou o restante prometido. Assinado: Paulo!”.

Aquilo me tocou, veja a que ponto chega um pai pelo seu filho!

Chegamos no motel. Paguei o táxi e entramos no quarto. Dava para notar seu jeito constrangido. Para quebrar o gelo, falei para ele sentar na cama. Para suportar esta vida, em todos clientes procuro algo de bom neles, algo que me motive e excite. Em Robson, o seu olhar puro e a expressão desejosa me tocou…

Liguei a TV e coloquei no canal de filme pornô. Aumentei o som ambiente e procurei uma rádio com música sensual. Comecei a dançar lentamente, simulando autocarícias nos seios volumosos, quadris largos e pernas compridas. De início, tudo profissionalmente, para ganhar o extra. Mas passados alguns minutos senti que minha bucetinha se umedecia de tesão. Fui descendo as alças do vestido, desnudando os ombros e revelando o soutien preto, que contrastava com a brancura do colo e parte do ventre. E requebrando ao ritmo da música, comecei a erguer o vestido, mostrando minhas coxas torneadas, adornada pela cinta liga.

E subindo vagarosamente, mostrando agora a calcinha vermelha fio dental. Sempre dançando, me virei rebolando a bundinha cheia, redonda e o pequeno triângulo de lycra que esticadinho, ocultava o centro do meu reguinho.

Tirei o vestido e joguei para o Robson. O garoto, com os olhos arregalados, nem piscava! Tirei os sapatos de salto alto, cor preto verniz, um de cada vez, e depois fui soltando a liga e enrolando lentamente e para baixo, cada meia escura e transparente. Dei um beijo molhado nele, que retribuiu desajeitado e ardorosamente. Fiz com que se levantasse, desabotoei e tirei sua camisa. Tentei desafivelar o cinto, em vão. Robson apressadamente, arrancou os sapatos sem se abaixar, pisando nos calcanhares, baixou ele mesmo a calça e numa agilidade surpreendente tirou as meias.

Ficou apenas com uma cueca samba-canção branca, enorme. Baixou ela também. Nu, o garoto parecia mais gordo ainda. Tão jovem e as banhas faziam três dobras no abdômen! Olhei para seu pau e ví a cabeça inchada, escondida nos pentelhos loiros. Tive de esticar a mão para pegá-lo. Estava duro como pedra! Era bem grossa e parecia de bom tamanho.

Peguei um preservativo, me ajoelhei e posicionei cobrindo a cabeça da rola. Abocanhei e com os lábios, desenrolei até a metade. Minha testa parou na barriga. Acabei de cobrir tudo com a mão, sentindo a rola pulsando. Nessa hora tive certeza que a tarefa de desvirgina-lo ia ser moleza.

Iniciei um boquete, atrapalhado pela barriga. Robson começou a gemer e estocar rápido na minha boca. Parei com medo, pois se ele gozasse iria estragar tudo.

Fiz o garoto deitar na cama com a barriga para cima. Tirei a calcinha e tentei ir por cima. A posição era muito desconfortável. Para ficar de cócoras tive de abrir bastante as pernas para enlaçar a largura da sua cintura. Segurei seu pau e fui descendo.

A cabeça entrou forçada… Um membro grosso sob controle sempre é prazeroso. Soltei meus 58 quilos. Foi até a metade. Meio torta, iniciei o sobe desce. Robson gemia de prazer! A sua pica entrava mais e mais, e descobri que era bem mais comprido do que eu tinha avaliado. Sua extensão estava escondida e embutida pela barriga. A posição que estávamos era cansativa! Resolvi mudar… Deitei eu de costas, coloquei um travesseiro sob a bundinha, entreabri as pernas e pedi para ele vir por cima. Infeliz ideia! O cacete do rapaz entrou ainda mais. Mas o peso da sua barriga pressionava meu ventre. Queria que ele gozasse logo, acabando aquele tormento, mas nem rebolar direito eu conseguia.

Ele estava todo torto na cama, com o pau enfiado na minha xaninha e as pernas apoiadas na cama envolvendo as minhas, bombando e gemendo sem parar. E eu me sentido penetrada e prensada por inteiro. Normalmente consigo controlar o corpo numa transa, mas naquela eu estava totalmente imobilizada. Já estava difícil até para respirar. Pedi para o garoto tirar um pouco, enquanto tentava inutilmente empurrar seu peito com as duas mãos. Olhei para seu rosto e vi uma expressão de quem estava vivendo um sonho, como se não acreditasse que estava trepando com uma mulher.

A saída dele foi um alívio só! Ergui mais as pernas e mal as apoiei no ombro dele, o menino já veio metendo novamente. Nessa posição de franguinho assado, o pau entrou mais profundo ainda, com a barriga empurrando a parte de trás das minhas coxas.

E logo Robson começou a estocar bem mais rápido, meio arfando e bufando. Me beijou alucinadamente. Correspondi com ardor para apressá-lo, soltando grunhidos. Estranhamente a foda estava ficando gostosa.

Mas mal comecei a movimentar as ancas, senti que ele gozou quando parou e soltou seu corpão relaxado sobre o meu, só o pau pulsando a cada esporrada. Novamente profissional, acionei os músculos vaginais, mastigando com a buceta, o pau que amolecia…

Quando Robson tirou o pau, notei que a camisinha estava cheia de porra, até pendurada na ponta, devido ao peso de esperma acumulado por anos. Pensei até em levar ao pai, como prova do feito! Com poucos clientes eu tenho orgasmo. Na maioria das vezes eu simulo eles. Como era a primeira vez do menino, não achei correto que ele tivesse uma falsa lembrança. Como a posição de franguinho assado tinha sido a mais confortável e prazerosa, dei mais uma vez e consegui me satisfazer um pouquinho.

Voltamos e Paulo, o pai do “ex virgem”, me recompensou generosamente. É de verdade aquela famosa frase: “Puta sofre, mas… Goza!”.

  • Enviado ao Te Contos por Cristina

terça-feira, 21 de março de 2023

Rapidinha na cozinha da casa nova da minha irma.

 

By; Geavana

Oi a todos, quero contar sobre a rapidinha que eu e meu marido demos na casa de minha irmã há algum tempo atrás. 

Foi pouco tempo depois que minha irmã se casou. Eles estavam de casa nova e queriam fazer um churrasco em família para estrear churrasqueira e proporcionar o primeiro churrasco em família na casa deles.

Acertamos tudo e no domingo marcado fomos para lá. Eu e meu marido fomos um pouco mais cedo do que os demais convidados para ajudar em algumas coisas: comida, limpeza e compras.

Eu nem imaginava o que aconteceria naquele dia e, também, nem queria aprontar nada sacana. Eu estava sossegada. Reunião em família, só pessoas do convívio familiar mesmo. Sendo assim, digamos que não tinha nada que pudesse me dar muito tesão para pensar em algo, além é claro da minha irmã, mas enfim, não estava com isso na cabeça não. Por isso não me produzi muito não, calça de moletom, blusinha simples e tênis no pé.

Chegamos lá, minha irmã e meu cunhado estavam em casa preparando as coisas. Minha irmã, sempre uma delícia, mas também bem casual assim como eu, de moletom, blusinha etc. Fiquei na cozinha com ela nos preparativos de alguns comes, enquanto meu marido foi ajudar meu cunhado na limpeza de mesas, cadeiras, churrasqueira, etc no andar de cima da casa.

Tudo corria tranquilamente bem. Os rapazes saíram para comprar algumas coisas e logo voltaram. Foi quando notaram que estava faltando gelo. Meu cunhado saiu para ir comprar e minha irmã aproveitou para pedir mais algumas coisas que haviam faltado. Meu marido safado, com preguiça ou talvez já pensando em algo, quis ficar conosco e meu cunhado dessa vez foi sozinho.

Eu e minha irmã ficamos na cozinha, mais precisamente na pia preparando o almoço enquanto que meu marido se sentou a mesa que ficava atrás de nós. Alguns minutos depois, com o almoço já adiantado, minha irmã decidiu ir tomar um banho e trocar de roupa, eu disse que tudo bem, já que não faltava muita coisa para terminar. Então ela foi para o quarto.

Fiquei na pia ainda cortando alguns legumes. Instantes depois de ouvir uma porta se fechar, senti um abraço gostoso por trás, em que uma mão veio na minha buceta e a outra no meu peito, seguindo de um:

- “Ficar olhando essas duas bundas gostosas pra lá e pra cá me deu um tesão da porra”.

Me assustei e respondi; - “Você é louco, pode chegar alguém, ou minha irmã aparecer”.

Enquanto suas mãos entravam dentro da minha calça e calcinha, meu marido safado falou:

- “Por isso temos que ser rápidos”

Foi quando em um movimento rápido abaixou tudo até meus joelhos. Estava agora parcialmente nua na cozinha da minha irmã já sentindo um pau querendo entrar na minha bucetinha.

Com muito receio de chegar alguém, me inclinei, me debruçando na pia para facilitar a penetração já que não estava tão lubrificada ainda. Ele encostou a cabecinha e ficou forçando a entrada continuamente, porém devagar, e logo com todo o tesão me lubrifiquei e o pau escorregou para dentro de uma vez: “hummmmmmmm”, gemi baixinho.

Ele me segurou na cintura e começou uma sequência de estocadas vigorosas e profundas, beemmmm gostoso, uma delícia. Sentia as vezes as bolas roçarem no meu grelinho, uma delícia de tão fundo que aquele pau ia. Não demorou, é claro, para eu gozar.

As estocadas iam ficando mais rápidas à medida que o tempo passava. Ouvimos quando o chuveiro foi desligado, fiquei apreensiva e disse:

- “Chega, está bom, você conseguiu o que queria”.

Ele começou a estocar mais rápido, me deu um tapa na bunda (ele sabe que eu adooooro) e disse:

- “Eu só paro quando gozar”.

Prontamente, respondi: - “Você é louco, ela vai nos pegar aqui”.

Nem terminei a frase ele me segurou forte na cintura e empurrou tudo até o fim, senti o pau pulsar várias vezes e logo percebi que cada pulsada era um jato de porra dentro da minha buceta. Que delíciiiiiiaaaaa!

Ele se contorcendo todo ainda engatado atrás de mim e ouvimos o estrondo da porta do quarto se abrindo. Ainda não faço ideia de como conseguimos nos vestir tão rápido. Parece que ela não nos viu, mas, pode ser talvez que tenha nos visto e não quis comentar nada.

Enfim, minha irmã voltou para cozinha e logo meu cunhado chegou. A porra que estava na minha buceta escorria toda pra fora, molhou toda minha calcinha e eu com medo de molhar a calça também, disfarcei e fui até o banheiro. Quando abaixei a calça, minha calcinha parecia que tinha acabado de ser lavada de tão molhada. De fato foi, porém com porra. Definitivamente, não dava mais para ficar com ela. Tirei, enrolei com papel e a guardei na bolsa, ficando sem calcinha durante todo o churrasco.

Depois de ter gozado gostoso, o pessoal começou a chegar, meus pais, minha outra irmã, meus tios, os pais e irmãos do meu cunhado e também um amigo de infância dele.

Começamos o churrasco, comes e bebes, risadas e muita animação. Às vezes, minha calça me marcava de um jeito dava para perceber que eu estava sem calcinha, mas sempre que eu percebia me ajeitava e agia como se nada tivesse acontecido. Eu olhava para o meu marido e ele fazia aquela cara de safado. Quando podia, colocava a mão no pau e mostrava para mim, para eu ver que ele ainda estava duro. Eu ria e ao mesmo tempo escorria um pouco mais de porra da minha buceta.

Foi muito gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Geovana

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...