sexta-feira, 21 de junho de 2024

Transei no banheiro da academia com o cara tambem casado.

 

By; Marcia

Oi meu nome é Marcia, sou casada, tenho 30 anos, branca, fofinha, dona de casa, mas me cuido muito bem, faço academia, não para ficar sarada, mas para manter o meu corpo mais ou menos em forma.

Meu marido chegou na casa dos 50 anos, e devido a covide que contraiu ele começou a ter problema de impotência, e eu, como sempre fui muito fogosa, e gosto muito de sexo, comecei a a sentir falta do sexo, passei a me masturbar, a usar vibrador, o que me ajudava, mas não resolvia a falta de sexo.

Meu marido fez tratamento mas, apesar de melhorar, não voltou a ser o que era, trepávamos todos os dias, as vezes duas vezes, pela manhã e a noite, principalmente aos finais de semana, e passamos a trepar uma ou duas vezes por semana.

Um dia acabou aconteceu de trair o meu marido e isso iniciou uma fase puta em mim. Foi com um novinho da academia.

Eu sempre fui para a academia na parte da tarde, quando ela fica mais vazia. Nesse dia, eu estava tendo dificuldade com um aparelho e um rapaz, bem jovem, se ofereceu para me ajudar, eu estava em pé, puxando uma corrente com um peso, e estava fazendo errado, ele veio por trás de mim e começou a me ensinar o movimento correto, e nossos corpos acabaram se encostando, e logo comecei a sentir o pau dele bem duro na minha bunda, senti um misto de repulsa e tesão, não sabia se me afastava ou deixava rolar, o tesão falou mais alto e acabei deixando seguir e ele foi ficando cada vez mais abusado, como só estávamos nós dois naquele ambiente da academia, ele foi se esfregando em mim descaradamente, chegando a por a mão na minha bunda, nesse momento eu falei;

- "opa, o que está fazendo?"

E ele não se intimidou, disse que eu tinha cara de safada, que estava querendo rola, e apertou pau, dizendo;

- está duro pra você, quer chupar?

Eu olhei e fiquei sem ação, ele se aproximou e meteu a mão no meio das minhas pernas, esfregando minha buceta, eu já estava molhada, fiquei com medo pelo lugar que estávamos, e disse;

- "não, para com isso, sou casada,alguém pode ver e dar problema "

E ele; - "seu marido nem vai saber, e ninguém vai falar, quero te comer",

Me agarrou, me deu um beijo de lingua e passou a mão na minha bunda, peitos buceta, acabei me rendendo. Ele me levou para o banheiro, eu estava assustada, entramos em um box, ele fechou a porta e abaixou o shorts, e aquele pau duro, apontando pro céu apareceu, não resisti e caí de boca, que delícia de pau, chupei com gosto, ele segurou minha cabeça e começou a foder a minha boca com força, eu nunca tinha feito isso antes, apesar de ter tido uma vida sexual intensa com meu marido, ele sempre foi carinhoso, nunca me tratou como objeto, e o rapaz me fodendo a boca com força e encheu minha boca de porra, e uivava de tesão, e disse;

- "engole tudo sua puta gostosa"

Em seguida abaixou minha calça e calcinha, fez eu me inclinar para a parede e já com o pau duro de novo, meteu na minha buceta, mais uma foda forte, sem dó, dizendo;

- "toma pica sua puta, tâ melada, tu gosta de pica né, vou te arrombar, devolver você pro seu corno cheia de porra"

E fodeu, eu estava adorando, nem ligava para os palavrões e insultos que me fazia, estava muito bom, comecei a gozar e ele disse;

- "isso vagabunda, goza no pau do seu macho, piranha filha da puta, toma pica”

E por fim gozou dentro de mim, só aí me toquei que não usávamos camisinha, e me preocupei com possíveis doenças, mas ao mesmo tempo estava realizada.

Depois desse dia, passei a ser puta dele, fiquei um bom tempo trepando com ele em motel.

  • Enviado ao Te Contos por Marcia

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Dei pro velho safado na mata apos o jogo (Maio-2024)

 

By; Marilene

Ola Te Contos, tenho 30 anos, me chamo Marilene, sou separada, trabalho e muitas vezes faço programa, faço por que gosto, porque cresci fazendo.

Muitos conhecem o futebol de várzea, aqueles times de bairro que normalmente jogam nos finais de semana em campos de terra. E que às vezes rola um churrasco após a partida.

Então, cresci num bairro próximo a periferia, e ia com meu pai assistir a esses jogos. Um campo de terra com um barranco que era a arquibancada improvisada. As pessoas se aglomeravam, de pé, debaixo de um sol escaldante para acompanhar.

Fazia muito tempo que não assistia uma partida lá, acredito que no mínimo uns vinte anos. E navegando pelo instagram, acabei encontrando um perfil de uma torcida do time que via os jogos quando criança/adolescente. Conectei ao perfil e passei a ver a agenda dos jogos. E com isso, encontrei muitos conhecidos e fui adicionando, conversando, até que conseguiram me convencer a ir assistir a uma partida, matar saudades.

E num desses domingos de sol escaldante e calor, lá fui eu prestigiar o futebol no terrão. Chegando lá por volta das 10:30, pois o jogo iria começar às 11h, parei o carro na avenida e fui caminhando pelo apertado beco que dava acesso ao barranco arquibancada, incrível, os anos passaram e continuava do mesmo jeito. Não mudou nada. E lá, já comecei a encontrar os conhecidos da época do meu pai.

Os senhores envelheceram e os jovens se tornaram senhores. Como estava calor neste dia, a loira aqui estava de shortinho, camiseta e tênis.

A torcida chegou, e logo arranjaram uma blusa deles pra mim para que ficasse a caráter. Um boné para aguentar o sol. E enfim, começou o jogo. A temperatura só subindo, já tinha dobrado as mangas da camisa, amarrado na altura da barriga para dar uma aliviada e nada… O bicho pegando literalmente.

O jogo estava agitado, o time da casa começou perdendo, mas a torcida estava animada, empurrando o time para buscar o resultado. Olhei para o lado e vi um senhor, que ao vê-lo, veio as lembranças da adolescência. Ele era um tarado, ficava secando as menininhas. E pelo jeito, não tinha mudado nada. Hoje ele está com 66 anos, um velho na idade, mas bem conservado no físico. Ao lembrar dele desse jeito, não resisti e me aproximei para cumprimenta-lo. E para manter a fama de safado, ele me deu aquela secada. E sem disfarçar, deu uma passada de mão na minha bundinha e falou que o tempo passou e que agora eu podia, já que tinha me tornado uma bela e gostosa mulher.

Enfim, terminou o primeiro tempo. Fomos para um barzinho tomar algo para refrescar. Conversa vai, conversa vem… voltamos para o campo. Continuei próximo a ele. Torcendo, gritando, incentivando os meninos a jogar… e conseguiram o empate. Gol e claro, comemoração na torcida e ele mais uma vez aproveitou para me tocar. Abusado! mas estava gostando rsrsrsrs.

Mais uns minutinhos, gol do time da casa novamente, e eis que alguém abre uma mangueira de água em uma das casas que fazem fundos para o barranco e joga água na torcida para refrescar durante a comemoração. Como me deram uma camisa da torcida, um detalhe, a camisa era branca, e esses tecidos de poliéster quando molham ficam transparentes, e na troca, quando tirei a camiseta que havia ido.. os seios ficaram a mostra rsrsrsrs. Ele viu… e descaradamente falou que adoraria chupar. Que só pararia depois que eu desce leite.

E assim o jogo acabou, todos felizes pelo time ter vencido. Ele então me perguntou se não queria ir conhecer a casa que ele tinha comprado ali perto ao lado do campo…

Pensei, esse safado vai querer me atacar lá…e porque não, já que já fiz várias vezes o que estaria prestes a fazer com ele kkkkkk.

Saímos de modo estratégico para que outras pessoas notassem. Saí com meu carro e retornei por uma rua e fiquei esperando ele. Ao me encontrar no lugar em que estava, entrou no carro e fomos para a tal casa ali pertinho do campo. O carro ficou na rua próximo, enquanto adentramos um beco que dava acesso. Lá, o imóvel era pequeno, simples, uma pequena sala, dois quarto, um banheiro e uma cozinha, e os fundos da área tinha um barranco feito pela chuva e que dava acesso para a mata. Até agradável rsrsrsrs.

Um safado, foi à geladeira e pegou cerveja pra nós. Ofereceu que me molhasse numa ducha que tinha no fundo do barraco. Fingindo inocência…

- “como vou me molhar se não estou preparada, não estou com biquini”.

Prontamente me respondeu; - era só ficar nua, ninguém iria ver.

De fato, dei uma olhada em volta, e os vizinhos realmente não poderiam ver nada mesmo.

- “Mas sou tímida, não sei ficar sem roupa sem ser num quarto (a santa recatada kkk)”.

Ele; - se servir de incentivo, fico pelado também

E já foi tirando a camisa revelando os peitos cheio de pêlinhos brancos (adoro homens assim, rústicos), baixou o calção e ficou só de cuecas. Jà exibindo aquele volumão.

Falei com ele que tiraria então, mas era pra ele se virar porque tinha vergonha rsrsrsrs, tinha que fazer um charminho né gente.

Ele então se virou, tirei a camisa, seios de fora…

- não pode olhar tá!!!

Tirei o short jeans juntamente com calcinha e fiquei peladinha.

- Agora pode olhar. rsrsrsrs.

Ele viu e … noooooossa aaaaaaaaaaa. E já veio me agarrando..

- Calma…Calma… é para tomar uma ducha e refrescar.

Ele se conteve em meus braços, olhei em seus olhos e pedi novamente que tivesse calma, tínhamos todo tempo do mundo naquele momento. E nisso, desci minhas mãos para sua cueca e dei uma apertada em seu pau, que estava durão. Puxei pra fora e sai sentido a ducha, abri e comecei a me molhar e ele lá perto olhando, admirando… Até que chamei para junto de mim. Aquela água fria ia causando arrepios no meu corpo, ele veio por trás de mim e começou a passar suas mãos por todo o meu corpo, seu pau encostando em minha bundinha, ele o roçava no reguinho…

Virei de frente pra ele, segurei seu rosto e fui baixando sua cabeça em direção aos meus seios, e falei pra ele;

- agora mama.

Quando ele encostou a boca no biquinho, senti uma corrente elétrica percorrendo todo o meu corpo. Aquela língua quente e áspera me incendiou de vez.
Não me contive e desci beijando seu corpo, seu peito, descendo vagarosamente até chegar em seu pau, rosinha, duro feito pedra, latejante… e com jeitinho fui colocando em minha boca. Passava a língua em volta da cabeça e depois chupava com força, vontade. E ele só gemendo e curtindo, até que me pediu pra parar porque não queria gozar ainda.

Obediente que sou, atendi, parei e fiquei de pé em sua frente, e perguntei o que queria. Ele me pegou pela mão e saiu me puxando rumo a vala que tinha no fundo da área, atravessamos e entramos na mata. Passando por um trilhozinho, chegamos numa pequena clareira cercada por árvores. E pelo jeito do lugar, era meio que parte do abatedouro dele, algumas camisinhas jogadas no chão.

Lá ele deitou na grama no chão e me pediu para fazer um gostoso 69. Adorei a pedida, ele me chupando, passando aquela língua na minha bucetinha me deixando molhadinha, enfiava um dedo dentro dela e me tocando por dentro, deixando louca de vontade. E por minha vez, deixava o pau dele ainda mais duro e todo babado. Mudei de posição e segurando seu pau, fui guiando para entrada da minha bucetinha, a cabeça arredando os lábios e lentamente penetrando, e baixando meu corpo até sentir seus pêlos pubianos tocarem minha bundinha.

Pronto, totalmente preenchida, comecei a subir e descer em seu pau, movimentos leves, até que comecei a embalar. Nós dois gemendo de prazer, eu já estava gozando no pau de quem me secava na adolescência, mais uma vez ele pediu para parar e mudar de posição.

Pediu que ficasse de quatro, cadelinha. Atendi, fiquei que quatro, joelhos, bundinha empinadinha só esperando ele vir me foder. Ele se aproximou, pediu que desce uma chupada caprichada para deixar seu pau molhado, assim eu fiz, deixei todo babado de novo, e lá foi ele, de uma vez com seu pauzão na minha bucetinha, vi estrelas, um misto de dor e prazer, me segurando pela cintura foi dando estocadas fortes, viril, voraz. E após alguns instantes, urrando feito um animal, ele despejou seu leitinho todo dentro de mim.

Minha bucetinha que estava toda molhada de gozar, agora escorria meus líquidos junto aos dele. Ufa, meus joelhos doíam um pouco por ter ficado algum tempo na mesma posição.

De pé à sua frente, com leitinho quente e grosso escorrendo de dentro da minha bucetinha, observei que tinha bastante camisinhas jogadas no chão, ou seja, ele estava bem ativo. Perguntei se era tudo ele quem tinha usado, me respondeu que não. O filho dele também usava o lugar. Deu um frio na barriga nessa hora, pensei… se o filho aparecer, terei que dar pra ele também rsrsrsrs.

Agachei e dei umas contraídas na bucetinha para expelir o seu gozo de dentro de mim. Fomos de volta para o barracão, abri a ducha e dei uma molhada para limpar e tirar o suor do corpo. Ele pegou mais uma cerveja pra nós e ficamos na pequena varanda conversando.

Trocamos numero, quem sabe em outro momento role novamente, foi bem legal. Tomei a cerveja que ele trouxe, me vesti e vim embora.

  • Enviado ao Te Contos por Marilene

 

Sobre a noite de sexta (15-06-2024)

 

By; Kelly

Cheguei em casa tarde da noite, uma sexta-feira, cansada, suada, doida por um banho e uma cama quente.

Nada melhor do que uma chuverada, as águas mornas limpando a pele, lavando a alma.

Revigorante.

Sai do banho dez anos mais jovem, mais leve. Espalhei o hidratante nos seios, pescoço, no ventre e no rosto. O cheiro adocicado do creme se misturou com o cheiro de flores do roupão que eu me vesti.

Displicente nem amarrei, fui até a cozinha e preparei um chá de hortelã. O sabor morno me esquentando a boca, a garganta. Fui caminhando até a sacada, eu gosto de me sentir livre, de imaginar que alguém me olha, se espanta ou quem sabe admira. No fundo toda mulher gosta de se saber admirada.

Eu não esperava que fosse eu a admirar uma vista linda. Um deus grego! Do outro lado da rua. No edifício em frente ao meu.

Eu nunca tinha visto a tal pessoa, devia ser novo. Um gato malhado em pé no meio da sala. A toalha branca como saia, distraído a apertar o desodorante nas axilas. Os músculos dos braços, o peito estufado, os mamilos morenos, pequenos. A barriga trincada. Divino.

Escondi o rosto atrás da xícara, o riso de quem sabe que está fazendo algo proibido, admirando a vista de um macho lindo.

Senti a respiração ficando curta, os seios ficando cheios, os mamilos endurecendo. O macho desatento se exibindo do outro lado da rua. Como uma estátua viva.

Apaguei a luz e foi então que eu desconfiei, um olhar furtivo do desconhecido, um átimo. Meu sexto sentido me fez suspeitar que ele se exibia pra mim.

Pensei em sair, mas o máximo que eu fiz foi desenhar minha silhueta na contra luz que ficou acesa na sala. A xícara ainda presa nos dedos a me esconder a cara.

Ele riu olhando para baixo, deitou o desodorante na mesa e desamarrou o nó da toalha. Foi se livrando aos poucos da saia. As coxas grossas, torneadas, os joelhos redondos, o início das pernas.

Até melhor que o David de Michelangelo, até por que o membro era bem mais avantajado. O tamanho exato para ser lambido. Uma obra prima a escultura inteira. Quanto será que custava ter uma dessas no meio da sala?

A mão grande de dedos compridos cobriu o púbis a se fazer um carinho. Ainda tímidos os dedos longos foram atiçando o nembro. O falo foi crescendo, erguendo se assumindo, como uma espada longa com a pele esticada.

Ainda mais quando a cabeça brilhante foi surgindo, se livrando do prepúcio tímido. O gato foi se tornando um atrevido.

Os dedos deslizaram pela extensão do falo, alisaram as bolas cheias guardadas dentro dos sacos. O pau grosso ficou ainda mais vivo, pulsando com carícias. A mão firme envolveu a cabeça roxa. E aquele nojo ficou mais excitante, eu comecei a me molhar.

O vizinho me encarou do outro lado da rua. Achei que ia fugir assustada, mas fiquei ainda mais paralisada. Meu coração batendo como um tambor apressado. Doida pra saber o que viria.

Ele riu e moveu a boca. Eu li ‘gostosa’ nos seus lábios. O peito largo se movia compassado no ritmo que a mão afagava o falo. Um membro grosso e curvado ia ficando esticado e moreno. Apetitoso e brilhante aquilo devia estar tão gostoso.

O vizinho foi perdendo o medo, abusado foi ficando agitado, obsceno. O pau erguido no meio, os peitos musculosos retesados, a barriga ainda mais trincada.

O indecente falou entre os dentes: ‘tira, tira’. Fiquei de lado, a luz da sala desenhando o perfil da minha cara. Coloquei a xícara no balcão e desci os lados do roupão. Fiquei esculpida pela escuridão.

Segurei um peito, alisei o mamilo até beliscar o bico. Puxei e estiquei a ponta do bico até ela ficar grossa, até vir um gemido.

O macho gostoso me mostrou a ponta da pica. Puxou o dedo e esticou um fio longo. Um creme denso ligando a cabeça da pica a ponta do dedo.

O riso riscado na face ele mostrou o dedo melado, levou à boca e engoliu inteiro. Eu fiz o mesmo mostrando a teta, estiquei a língua e lambi o peito até morder o bico grosso na silhueta escura.

“Goza garoto, geme gostoso”. Nem sei se ele ouvia, mas eu sabia que ele me entendia.

Ele fez como eu queria a mão cheia agitou aquele tronco duro. Num quase desespero, uma aflição alucinada, a cara foi ficando crispada e vermelha, as pernas tesas. O deus grego ia gozar pra mim, era o que eu mais queria.

O alívio veio num grito fundo, os jatos longos molhando o chão da sala, ele vibrando a cada esporrada. Meti meus dedos no meio dos pelos. A gruta encharcada, um abafo quente vindo do ventre. Foi minha vez de sofrer de desejo.

O tesão me eriçando os pelos, me eletrizando a pele. A loucura foi tomando conta, eu me exibindo para o estranho. Os dedos finos me excitando a mente. As unhas pintadas cada vez mais molhadas.

Nem sei por que eu fiz aquilo. Quando percebi que o orgasmo vinha. Segurei a xícara e afastei as coxas, tremi inteira enchendo a xícara.

Eu sabia que ele não esperava. Olhei na cara dele e mostrei o copo. Fiz um brinde e dei uma golada. Eu queria que ele soubesse que aquilo me deixou mais safada. O gosto de uma fêmea saciada misturado com o sabor do chá de hortelã.

-Pra você, eu falei. Abrindo um sorriso na escuridão.

O macho lindo num riso, mostrou os dedos melados num creme branco. Passou o polegar espalhando a nata nos dedos e engoliu de olhos fechados saboreando o gosto forte da própria porra.

Me imaginei ajoelhada naquela sala, uma pena, as gozadas quentes na minha cara. Me contentei com o sabor da xícara.

Eu ainda de lado, a silhueta desenhada, ele de frente me olhando indecente. Puxei o roupão e segurei com o dedo por cima do ombro. Bem casual.

Sai andando na ponta dos pés, estilosa como uma gata.

Ouvi um grito vindo do outro lado. Uma voz de trovão, um berro alto:

-“Gostosa, volta aqui!”

Eu ri. Maldosa eu apaguei a luz e fui dormir.

  • Enviado ao Te Contos por Kelly

Trabalho de diarista e puta para o meu patrão

 

By; Viviane

Oi, meu nome é Viviane, tenho 29 anos, sou morena, tenho olhos castanhos claros e 1,65 de altura.

Eu trabalho como diarista. De uns tempos pra cá eu acabei ficando sem trabalho, ninguém me chamava nem pra fazer faxina, e eu precisava do dinheiro pra poder pagar o aluguel. Até que estava tão desesperada que acabei postando em todas as redes sociais que precisava de um emprego. Surgiu vários comentários dando apoio e indicando lugares, mas as vagas eram preenchidas muito rápido.

Dias se passaram até um homem me chamando no direct, perguntando se estou interessada em trabalhar para ele e pra sua família. Olhei o perfil, e ele parecia ser gente boa. Sabe aqueles homens de classe?! Vi que era casado e sua esposa era muito linda, daquelas que tem um sorriso que invade o peito. Enfim, acabei aceitando esse emprego. Começava na segunda. Fiquei o fim de semana ansiosa pra ir. Muito nervosa e louca pra trabalhar pois, como disse, precisava do dinheiro.

Segunda chegou. Vou logo preparando minha bolsa e tomando meu café, pra não chegar atrasada no meu primeiro dia.

Chegando lá, eu toco a campainha e vem o Carlos abrir a porta para mim

-Oi, você deve ser a Viviane, pode entrar.

-Obrigada.

Entro um pouco envergonhada. Ele era alto, robusto, tinha um olhar como se olhasse no fundo da minha alma e soubesse o que eu queria.

A casa era linda, fui entrando e ele pediu pra eu sentar no sofá pra ele me explicar como seria. Hoje seria um teste pra ver como me sairia. Eu não conseguia prestar muita atenção no que ele falava, os movimentos dos lábios enquanto falava me deixava molhada. A única coisa que consegui responder era acenando a cabeça concordando com o que ele dizia.

Depois de acertarmos tudo, fui pra cozinha e comecei a limpar de lá. Depois fui pra sala, e para os outros cômodos. Quando enfim cheguei em seu quarto, tinha várias fotos de viagem com sua esposa, roupas deles jogadas pelo chão. Fui recolhendo e pensando: que mulher de sorte, ter esse homem só pra ela. Deve ser maravilhoso na cama. Na mesma hora eu contive meus pensamentos e voltei ao trabalho.

O dia passou, acabei meu horário de teste e Carlos chegou até mim dizendo que gostou do meu trabalho. Mandou que voltasse amanhã.

Fiquei ansiosa pelo dia seguinte. Como combinado chego às 9 da manhã. Toco a campainha, mas dessa vez quem atende é a esposa dele.

– Oi, sou a Roberta, Viviane né?! Carlos me disse que viria hoje. Ele está no escritório. Deixei as coisas para o café na mesa. Estou atrasada. Digo que sem problemas e desejo um ótimo dia. Entrei e já fui direto preparar o café.

Após deixar tudo pronto vou ao escritório do Carlos saber se ele precisava de alguma coisa. Como a porta estava semi aberta resolvi entrar sem bater. E pra minha surpresa eu encontro o senhor Carlos se masturbando. Me virei com tudo e fui logo me desculpando. Ele se assustou mas logo deu um sorriso e disse:

-Que bom que é você, e não a Roberta.

Eu fiquei sem reação. Ele veio chegando perto, parou na minha frente e fechou a porta atrás de mim com um sorriso malicioso. Me agarrou pela cintura e disse:

-Pode me ajudar a terminar o que eu comecei aqui?

Eu fiquei molhada na mesma hora. Sem reação. Aquelas mãos firmes me agarrando daquele jeito me deixou fraca. Sua voz no meu ouvido me deixou extasiada, não conseguia dizer uma palavra, mas as expressões no meu rosto já dizia que sim. Ele foi logo tirando minha blusa e minha calça, enquanto beijava cada traço do meu corpo, e dizendo que queria ter feito isso ontem. Que me queria desde a hora que me conheceu. Ele me sentou em cima da mesa dele, e começou a me chupar todinha (que língua maravilhosa). A cada chupada eu gemia mais.

Depois ele me colocou na cadeira, segurou o meu cabelo e me fez chupar aquele pau enorme que mal cabia na minha boca. E eu chupei com tanta sede.

Quando menos esperava ele me colocou de quatro e começou a meter na minha buceta. Dava tapas fortes na minha bunda, me deixava louca de prazer. Quanto mais ele me socova mais molhada eu ficava. Ele me virou várias vezes. De frente, de lado, me colocou pra sentar, de costas, levantou minhas pernas e enquanto metia em mim, me masturbava, e eu gozava horrores naquele delicioso pau. Eu nunca tinha tremido tanto na minha vida.

Ele me jogou deitada na mesa e continuava a me socar, e quando foi gozar jogou tudo em meus peitos.

Ficamos sem ar por alguns minutos, e depois ele disse

-Vai fazer o meu almoço, estou com fome depois dessa rs.

-Como quiser.

Vesti minha roupa e fui pra cozinha com as pernas tremendo. Bebi muita água. Não me arrependi de ter fudido com um homem casado.

Deu a hora de ir embora. Eu fui como se nada tivesse acontecido. Me despedi do casal e segui meu caminho.

No dia seguinte a mesma coisa se repete, e continuo assim, tive as melhores experiências, e ainda ganhando dinheiro pra isso.

  • Enviado ao Te Contos por Viviane

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...