quarta-feira, 10 de abril de 2019

Minha Esposa, Eu e nossa amiga Carol, tivemos um noite de um delicioso sexo a 3

By: Pablo & Michelli

Eu e minha esposa somos um casal jovem, eu Pablo com 36 anos e Michelli com 32 anos, loira, seios gostosos, bunda durinha e buceta raspadinha.
Temos uma vida sexual muito saudável, adoramos sexo. Esperamos realmente que traga desejos a você, ao ler esse conto erotico da mesma forma que nos deu em realizar e relatar com você.
Uma noite destas, eu e ela, combinamos um jantar com um casal de amigos em nossa casa. Enquanto finalizamos os preparos fomos surpreendidos por Carol, a esposa, que chegou primeiro, alegando que o marido, Rui, estaria resolvendo situações do trabalho, mas que logo viria.
Temos o habito de convidar nossos amigos pra jantar conosco, recebemos às vezes até mais de um casal. Sempre colocamos o papo em dia, rimos muito, mas nunca houve nada tendencioso em nossos encontros, até esta noite que iremos relatar.
Carol estava exuberante, um vestido colado que acentuava suas curvas, despertando a curiosidade em ver por debaixo daquela peça de roupa, a olhei de cima a baixo e a gata a elogiou de cara:
– Que isso hein, assim você mata a gente.
Rimos e foi inevitável pensar nela sem aquele vestido. Servi vinho para elas e me senti muito bem por estar com duas belas mulheres. mesmo que por pouco tempo. Michelli e Carol são amigas de longa data, confidentes, se falam quase todos os dias. São do tipo de amigas que falam de tudo uma a outra.
– Esta malhando neh amiga? Ou vive só lendo conto erotico na internet ainda?
Minha mulher disparou pra safada e, o que poderia virar um papo de academia tomou rumos diferentes. E muito mais interessantes ou excitantes, como queiram. Ela então respondeu prontamente:
– Ah estou, olha minhas pernas! Ganhei mais bumbum também.
E claro, e foi conferir, apalpou de um modo muito safado aquela bunda deliciosa. A safada me olhando de canto de olho e minha vontade era fazer o mesmo, mas me contive, ver as duas se medindo estava me enchendo de tesão.
Já havia se passado 1 hora e nada do esposo, não sentíamos sua falta, o papo era leve e estávamos cada vez mais entrosados, até que o celular da Carol toca e Rui avisa que não vem definitivamente. Notei que a gata não se chateou, parece que até gostou do fato de continuarmos com nossa privacidade.
– Seu marido trabalha demais amiga. – Aposto que com isso vocês não transam como deveriam.
Foram 3 segundos de silencio… Pensei que o comentário havia estragado o clima.
– Não mesmo. Disparou ela. – Você esta olhando pra uma mulher carente de uma boa transa.
Rimos alto e aproveitei a deixa para interagir na conversa:
– Que desperdício.
E a puta completou ainda rindo:
– Não seja por isso. Hoje vamos resolver seu problema.
Fiquei estático, não sabia se era uma piada ou ela de fato pretendia transar comigo e sua amiga, louco para que a segunda opção fosse a real.
– Perfeito, além de vinho e massa, terei sexo bom, que mais posso querer? Disse ela.
Parecia um sonho, duas mulheres gostosas, na cozinha, falando em transar depois do jantar, mesmo que não acontecesse, o tesão de ouvir aquilo já valeria a noite. Jantamos e notei que as duas mais bebiam que comiam.
Michelli ora colocava as mãos na perna, virilha, sentindo o volume dentro da calça, ora massageava as pernas desnudas de da putinha, que cada vez mais relaxada já não se importava em ter seu vestido curto cobrindo quase nada, revelando a cor de sua calcinha.
Mudei de lugar e fiquei de frente pras duas, que cena, calcinha preta, minúscula, pernas entre abertas, já mantinha suas mão entre suas coxas de forma permanente, na verdade nem me recordo o assunto que elas falavam, não dava pra me concentrar, o decote generoso da tarada roçava o rosto da sua amiga vadia, que parecia mais embriagada que ela.
– Você já beijou uma mulher? Perguntou a puta do nada.
Michelli riu, mas a vadia insistiu:
– To falando serio..
– Não, nunca e você? Respondeu.
– Também não. Será que é bom? Podemos tentar? O que você acha Pablo?
A resposta foi automática, um sorriso safado no rosto:
– Acho que vocês devem fazer já, não há outro modo de saber.
Mal terminei a frase a duas começaram um beijo de tirar o folego, muita língua, muita força, era vontade pura, da boca pro pescoço foi rápido, pra quem já tinha uma mão nas coxas, era só subir, e ela claro subiu, tive que me aproximar, estava o pau latejando de tesão.
Dei um beijo em cada uma delas, pra ver se havia espaço pra mim naquilo tudo, a resposta foi rápida, senti uma mão no meu pau, era nova putinha, o marido devia estar devendo mesmo, pois apertava meu pau um tesão imenso, excitação ao sentir a vontade daquela mulher me deixava doido.
Comecei a acariciar os seios da carolzinha, deliciosos, naturais porém firmes, grandes, escapando pra fora de seu decote, ficando a mostra para meu deleite e também da Michelli, que ao vê-los não resistiu, deslizou sua boca muito tesão, chupando um de cada vez, sugando, mordiscando os mamilos, babando gostoso.
Carolzinha gemia sem receio e a cada chupada
em seus seios apertava mais tesão o meu pau, que a esta altura estava quase explodindo, ela percebendo, maestria o tirou pra fora começando uma punheta lentamente, olhando pra cara da esposa e perguntando, como quem não precisa de aprovação:
– Vai me deixar mamar essa pica gostosa sozinha? ou vai se divertir comigo?
Sem mesmo responder a vadia desceu e passou a língua levemente na cabeça do meu pau, era delirante, sua saliva escorreu mas ela a sugou de volta passando a boca pelo meu pau do inicio ao fim, ela não resistiu e começaram a dividi-lo tive que me encostar na pilastra, era tesão demais.
Eu olhava aquelas duas mulheres deliciosas me chupando com voracidade e não acreditava, segurava as duas pelos cabelos, acariciando a nunca e direcionando as mamadas, pedindo pra que babassem muito no meu pau. Ufa esse conto erotico é realmente demais….
Minha esposa safada que só ela, começou a descer devagar sua língua, olhando pra cima, indo em direção ao meu saco, sabendo que isso me deixaria mais doido ainda de tesão. enquanto Carol mamava a pica de modo espetacular, sugando, babando, passava a língua em minhas bolas e virilha, misturando sua saliva a da amiga, que escorria por pica toda.
– Se me fizerem gozar vão ter que tomar tudo. – falei como quem já dominava aquelas safadas.
Carolzinha levantou e tirou o restante de roupas que ainda tinha, ela realmente era demais, corpo lindo, nada sarado demais, tudo na medida, bico dos seios saltando, pedindo pra serem chupados. E foram, não resisti e enquanto uma me chupava maestria, cai de boca naqueles seios deliciosos, mamando sem pressa, olhando nos olhos daquela mulher magnifica que se entregava totalmente a nós dois.
Continuei a aventura por aquele corpo delicioso, enquanto mordia levemente seus mamilos, acariciava sue bucetinha lisa e totalmente molhada, tirando meus dedos melados e colocando na boca da minha esposa, que ai sentir o sabor daquela buceta não resistiu mais e abandonou meu pau dedicando-se apenas em devorar a bucetinha da Carol.
Colocamos Ana Carolina em cima de nossa mesa de jantar, de quatro, a bunda bem empinada, de um lado a puta chupava sua buceta, seu cuzinho e do outro a amiga mamava meu pau como uma putinha, gemendo, babando, punhetando, deixando pica toda lambuzada, confesso que fico doido isso.
Michelle subiu em cima da mesa junto sua nova colega e começaram um 69 delicioso, a coleguinha por baixo, enquanto esposa rebolava a bucetinha na boca sua amiga, dava tapinhas na buceta da piranha da companheira, tirando gemidos deliciosos daquela safadinha.
Me aproximei de esposinha, ela segurou meu pau todo melado e começou a roçar a bucetinha da parceira, me olhando uma cara de putinha safada que há muito não via, dizendo:
– Cachorro safado, ta adorando essa putaria não é?
Alternava em roçar a pica e coloca-la inteira em sua boca, repetindo a todo momento:
– Delicia de pica, gosto de buceta, delicia de pica!
Já gemendo de tesão por tudo que acontecia, quase gozei quando a gatinha encaixou meu pau na bucetinha de nova amiga sexual e me puxou pela cintura, fazendo com que meu entrasse de uma só vez naquela bucetinha enxarcada.
Caroline que devorava da mesma forma a buceta da esposa gemeu deliciosamente, pedindo como uma putinha pra sentir mais forte, mais rápido e mais fundo pica em sua buceta.
– Mete safado, mete gostoso nessa buceta vai, mete seu cachorro safado, seu puto. – dizia.
Sem me controlar mais, socava tesão naquela mulher deliciosa, olhando pra esposa que sentia o mesmo tesão que eu, percebia pelo seu olhar de safada, um leve sorriso no rosto, vindo em direção pra me beijar a boquinha toda melada de buceta.
Michelle inverteu sua posição, ficando ainda por cima dela, mas agora sua bunda empinada também em direção, a visão era deliciosa, socando uma bucetinha e vendo outra a rebolar na frente esfregando na barriga, e pedindo:
– Me fode cachorro, essa pica é , me fode agora! Me fode como naquele conto erotico que lemos juntos.
Prontamente a atendi, tirando meu pau de uma bucetinha e socando mais tesão ainda em outra, segurando a safada pela cintura a fazendo gemer gostoso, vendo as duas safadas se beijando tesão enquanto alternava em uma buceta e outra.
Depois de um tempo nessa sequencia, me sentei no sofá e pedi pra putona vir cavalgar meu pau como só ela sabe fazer, de costas pra mim, me deixando ver sua bunda deliciosa, porém, algo diferente nessa noite.
Enquanto rebolava em meu pau freneticamente, de joelhos em sua frente, mamava se grelo durinho, salivando muito, me deixando sentir sua boca gostosa as vezes em meu saco.
Quanto mais esposa cavalgava, mais a parceira a sugava, tirando gemidos altos de taradinha, que certamente podiam ser ouvido pelos vizinhos, principalmente ao gozar feito uma doida, meu pau enterrado em sua buceta e sua amiga de tanto tempo a te devorar.
Carol ficou tão envolvida a cena que acabara de ver que prontamente substituiu minha esposa na posição que ocupava, mas agora de frente pra mim, sentando de uma só vez na pica, a engolindo sua buceta extremamente melada.
Essa delicia de mulher quicava em meu pau de uma forma tão brusca, que evidenciava a excitação que a tomava com todo aquele ambiente a que nenhum de nós, até aquele momento, havia presenciado em dado momento a segurei pela cintura, evitando que fizesse qualquer outro movimento e comecei eu a socar meu pau muito tesão e força na amante puta.
Minha esposa alisando sua buceta melada de seu gozo se posicionou por trás de sua amiga e, antes de abrir sua bunda e enfiar a língua no cuzinho dela, disse:
– Safada, você vai gozar como nunca gozou.
Ela ameaçou olhar pra trás, mas foi contida ao sentir a língua devorar seu rabinho, se debruçou mais ainda sobre mim que percebendo o tesão daquela mulher socava ainda mais rápido e a apertava contra o meu corpo.
Me beijou sem coordenação alguma de tanto tesão, gemendo, cravando suas unhas em minhas costas, até atingir o climax e gozar deliciosamente, aquecendo pica seu gozo, que sensação maravilhosa, confesso que quase gozei ao sentir o calor daquela buceta.
Com a respiração ofegante de desejo deslizou ao meu lado, desejando um beijo molhado e a atendi automaticamente, percebendo uma mão puxando pica pra fora de sua bucetinha encharcada. Era a puta da mulher, querendo provar o gosto daquela buceta suculenta e meu pau.
Mamava a pica, esfregando em seu rosto, alternando suas chupadas entre meu pau e a bucetinha da amiga.
– Que delicia de pica, que delicia de buceta. – repetia essas frase de um modo muito safado, mantendo pica inchada de tanto tesão.
Percebi os olhares entre as duas, uma mistura de felicidade e tesão, deviam estar se comunicando apenas pelos pensamentos, imaginei neste momento as loucuras que estas duas poderiam ter feito até então, mesmo dando a entender no inicio dessa transa gostosa e nos 10 anos em que sou casado, que seria a primeira vez de esposa a participar de um menage.
Não deu tempo de pensar mais em nada ao ver as duas se ajoelhando a frente e iniciando um beijo extremamente safado, molhado, despudorado, tendo como recheio o meu pau, fazendo uma espécie de sanduíche, num movimento delicioso, subindo e descendo, entrelaçando suas línguas e salivando demais, o que tornava aqui muito mais excitante.
Michelli esfregava meu pau melado no rosto da companheira e logo em seguida lambia todo aquele melzinho que se formava no rosto da amiga.
A quenga retribuía da mesma forma, sugando a língua da esposa, falando putarias uma para a outra.
– Tava doida por isso né sua safada, você não me engana.

– Mas eu quero mais! – respondeu, colocando meu pau inteiro em sua boca.
Senti a cabeça da pica tocando sua garganta, estava a ponto de gozar, mas ela tirava sua boca aveludada lentamente, deixando uma fita de saliva cair sobre a cabeça do meu. Repetiu isso diversas vezes, enquanto ria, alisando meu saco melado da saliva que caia sobre ele.
De repente a vadia da esposa me olhou de um modo diferente e começou, sem parar de me olhar, a lamber meu saco e virilha muito tesão, segurando a quenga pelo cabelo fazendo movimentos pra cima e pra baixo em direção de pica.
Enquanto esposa me lambia sem parar, a outra fodia pica sua boca, me fazendo gemer de tesão a ponto de explodir num gozo maravilhoso. Não resisti, e enchi aquela boca gostosa meu leite.
As duas, mesmo meu gozo escorrendo na boca, não paravam de me devorar, me fazendo contorcer no sofá, tamanha era a sensação de êxtase, por ter gozado deliciosamente, e por presenciar essas duas safadas se divertindo ao me ver sem controle.
Na sequência presenciei um beijo entre as duas que misturava todos os nosso fluídos, saliva, meu leite, o gozo daquelas duas safadas.
Michelli sugeriu um banho a três em nossa banheira de hidromassagem, para darmos continuidade a nossa brincadeira. Todos nos sorrimos e concordamos no ato, mas fomos surpreendidos pelo celular dela era seu marido dizendo que havia resolvido seus afazeres, se desculpando por não ter chegado a tempo, e em tom de brincadeira, aceitaria uma saideira pra finalizar a noite.
Rimos daquilo tudo em uma mistura de frustração por não poder continuar nossa festa, mas felizes pela transa deliciosa que apesar de breve, foi muito intensa e excitante.
Nos recompomos rapidamente a espera de Rui, já planejando futuros encontros.
As duas riram de um modo safado até que ouvimos a campainha, era a conclusão de nossa noite deliciosa.
  • Enviado ao Te Contos por Pablo & Michelli

Rapidinha com o irmão da minha amiga nessa segunda (08-04-2019)

By: Ingrid

Sou a Ingrid, tenho 19, sou loirinha, seios pequenos, muito bons para serem chupados, tenho bunda redondinha (adoro tapas nela) e amo trepar…
Ontem (segunda feira 08-04-2019), Eu estava sozinha com o irmão de uma amiga minha, ela tinha saido, disse que voltaria logo e que esperasse.
Os minutos foram passando e eu fui jogando charme pra cima dele, ele sentou ao meu lado e eu fique passando a mão em sua perna, e começamos a nos beijar, ele é branquinho, tem 17 anos, tem cabelo liso, preto bem repicado, corpo forte não exagerado.
Nossos beijos foram ficando cada vez mais demorado, eu botei a mão dele no meu peito, e ai ele botou minha mão no pau dele, eu acariciei e pude sentir a grossura, fiquei tão excitada que pulei no colo dele, dei umas boas reboladas ate ele botar o seu pau pra fora
Eu estava com uma sainha jeans, foi perfeito para subi-la, botei a calcinha pro lado encaixei o pau dele na entrada da minha buceta e sentei com todo gosto, soltamos um gemidos bem altos, rebolei e comecei a cavalgar

Me senti rasgada, mais não estava nem aí, ele começou a me xingar e me bater na bunda, ele gemia muito, e eu também, eu falei umas boas sacanagens no ouvido dele e dei uma lambidinha.
Sentei e rebolei rapido e forte, ate ele dizer que não aguentaria mais, ele tirou o pau rapidamente me fazendo descer, ajoelhei na sua frente, pus seu pau na minha boca, dei duas chupadinhas e ele gozou na minha boca.
Enquanto eu mamava no pau dele eu metia e tirava os dedos na minha bucetinha já bem meladinha e gozei em meus dedos.
Que delicia!
Nos arrumamos e ficamos no sofá no maior amasso ate ouvirmos a irmã dele abri o portão e agirmos como se nada tivesse acontecido.
  • Enviado ao Te Contos por Ingrid

terça-feira, 9 de abril de 2019

Minha enteada é minha amante (lesb)

by: Fernanda

Eu me chamo Fernanda tenho 25 anos, 1,65m, 50Kg, olhos e cabelos pretos, seios médios (44) macios e deliciosos, uma bunda redondinha e durinha, e sou uma japonesinha muito faminta por outras mulheres
Eu me relaciono com uma outra mulher, chamada Denise, que tem 35 anos, 1,70m, 58Kg, cabelos loiros e olhos verdes, uns seios deliciosos médios, e uma bunda deliciosa, estamos vivendo juntas há cinco anos, ela tem uma filha de 15 anos, uma princesinha, que puxou a mãe, que se chama Priscila, 1,65m, 50Kg, cabelos loiros, olhos azuis que puxou do pai
Eu conheci Denise em seu consultório de ortopedia, eu trabalho com programas de informática, eu estava com dores no meu ombro, na época ela já era separada, na época eu já era lésbica, e estava solteira
Voltando a minha historia, fui consultar com a Dra. Denise para ver o meu ombro que doía, ai ela me pediu pra tirar a minha camisa eu tirei estava sentada na maca somente de sutiã e uma calça jeans apertadinha onde se podia notar a minha calcinha bem enfiadinha, ai quando ela me tocou no ombro eu gelei na hora, conversamos um pouco, ela me receitou um antiinflamatório, e fui embora, mas antes disso ela me deu seu telefone caso o remédio não dera efeito.
Eu liguei pra ela, e ela resolveu vim me visitar, pois, descobrimos que morávamos perto uma da outra, ela chegou na hora marcada e ficamos amigas logo e conversando bastante, ela me disse que depois da separação ela nunca tinha se interessado por mais ninguém, ai ela viu na porta retrato meu, eu e minha ex-namorada se beijando, ai ela me perguntou se eu era lésbica?
Eu respondi que sim, ai para minha surpresa ela me disse que não tinha nenhum tipo de preconceito, me confidenciou, que no momento em que me viu não conseguia mais tirar da cabeça, e quando me viu de sutiã se segurou para não chupa-los.
Eu fique surpresa ai nos aproximamos uma da outra, trocamos olhares e nos beijamos loucamente, ela começou a acariciar os meu seios eu a xoxota dela, começamos a tirar a roupa uma da outra, ela não sabia como transar com outra mulher, eu a ensinei ela.
Chupei sua xoxota deliciosa ate ela gozar que mel delicioso do dela, ai eu fui chupar os seus seios que delicias mamá-los, ai ela me chupou a minha xoxota até eu gozar varias vezes, ela adorou mamar em mim.
Depois fizemos um 69, voltamos a nos beija, ela me disse que eu fui muito bom e me disse que foi a sua melhor transas de todos os tempos, e que seu ex marido nem chegaria aos meus pés, nos vestimos pois ela me disse que tinha que ir pegar sua filha que na época tinha 10 anos do colégio.
Depois disso resolvemos morar juntas, a sua filha aprovou a idéia pra nossa surpresa. A minha historia com a Priscila começa quando ela tinha 13 anos, ate então eu e a Denise estávamos juntas há 3 anos e vivíamos muito felizes, eu sempre respeitei a Priscila, pois ela me chamava de tia Nanda, ela adorava me abraçar, sentar no meu colo, mas eu nunca tinha tido segundas intenções, sempre a abracei com respeito, mas um dia eu comecei a sentir uma forte atração por ela.
As vezes espiava ela tomando banho e me masturbava só de ver aquele corpinho maravilhoso com uma bundinha empinadinha bem lisinha, um par de seios apesar de sua pouca idade já estava bem definidos como o da mãe e uma bucetinha que aparentava ser bem apertadinha e com uns pelinhos bem ralinhos, quando à noite ela usava um sensual baby-doll rosa, com o shortinho super curto um decote onde pude notar a beleza de seus seios, eu sempre vi minha enteada como realmente deve ser, sempre a achei linda, mas nunca me passou pela cabeça olhá-la como mulher, eu comecei a sentir algo muito estranho pela minha enteada, no começo pensei se tratar apenas de coincidência, mas com o passar do tempo fui percebendo que não era.
Uma noite eu me levantei muito tarde da noite e me dirigi a cozinha para tomar um copo de água, quando já retornava ao quarto ouvi passos na escada e a vi descendo os degraus, usava uma camisola muito curta e transparente e uma minúscula calcinha, sem sutiã eu pude ver a beleza dos seios ainda em formação, podia ver os biquinhos pontudos com uma linda aureola cor de rosa
- Oi titia também vim tomar água
E se aproximando me deu um abraço, neste gesto procurou colar seu corpo ao meu. Sai dali rapidamente e nesta noite não consegui mais dormir, minha enteada estava realmente me perturbando
Um dia a Denise nos disse que ia fazer um curso em São Paulo, e que ia ficar fora uma semana. Ela ia numa sexta a noite, eu fui levar a Denise na rodoviária, ela se despediu da filha pois ela disse que tava cansada que ia tomar banho e ai pra cama, eu levei ela pra rodoviária, nos despedimos com um abraço.
Eu voltei para o nosso apartamento, eu entrei vi que a tv estava, ligada, pra minha surpresa a Priscila tava acordada, então ela pediu para dormir comigo, dizia que não queria que eu me sentisse só. Então ela veio com seu lindo baby-doll, se deitou e me abraçou, eu não consegui dormir, de madrugada eu acordei e a vi dormindo ao meu lado sem a blusa, eu me encostei por traz e a abracei, pude sentir seus maravilhosos peitinhos, logo eu comecei a beijá-la, então resolvi tirar a minha camisola e a calcinha e fiquei completamente nua
Eu comecei a tirar seu shortinho, quando tirei pude abraçar minha enteada completamente nua, sua bunda era macia como um pêssego, seu corpo era quente, sua bucetinha super macia e cheirosa.
Eu comecei a chupar seus peitinhos, sua barriguinha e sua bucetinha, quando eu notei que ela estava alisando, a minha xoxota, e começou a chupá-la, ela se deitou e me puxou para cima dela e nos beijamos muito.
Comecei a beijar e chupar todo seu corpinho que gemia de puro tesão, então eu chupei toda sua xoxotinha até seu gozo e notei que tinha uma virgem em minha cama.
Mudamos de posição fizemos um 69 onde ela me levou ao meu orgasmo tão desejado. Minha tara fez que eu fosse ao meu guarda roupas e vesti-se meu consolo (19x4,5cm) que eu uso em minhas transas com sua mãe.
Ela ao ver aquilo preso em minha cintura ficou assustada, mas meus carinhos a deixaram mais à vontade (na hora H o tesão faz milagres).
Chupando seus seios, ajeitei o falo na entrada de sua grutinha e comecei a pincelá-la até ela ficar bem molhadinha, desferi um golpe firme e certeiro, o consolo entrou até fácil e o sangue escoria manchando o lençol, eu a beijava e enfiava em cima dela, ela gemia e me abraçava com força e me pedia pra não parar, comi ela toda à noite.
No dia seguinte me e fui tomar banho, quando eu estava toda ensaboada eu senti algo, quando eu vi era a Priscila, nua me perguntando se podia tomar banho também, e eu apenas sorri e perguntei se ela tinha dormido bem.
Então começamos a nos ensaboar, eu ensaboava os seus peitinhos e sua bucetinha e ela a minha xoxota e meus seios, quando comecei ensaboa sua bundinha ela se empinou toda e não aguentei fui chupando ela toda,
Até aí tudo bem, mas quando saímos, então ajudei a se enxugar, e ela começou a passar a toalha felpuda pelo meu corpo, foi mais instintivo que intencional.
Quando ela estava passando pelos meus seios (são minha parte mais sensível) não pude evitar sentir tesão, mas o mais incrível foi que parecia transmissão de pensamento (ou de sentimento), ela também ficou excitada, ela largou a toalha e começou a apertar meus mamilos.
Encaixamos nossos corpos de forma que as pernas se entrelaçavam, e ela começou a passar a mão pelo meu corpo, nossas bocas foram se encostando até deflorar um beijo de língua delicioso, era uma sensação tão maravilhosa, sua mão era tão carinhosa, tão macia, sua boca tão doce.
Quando ela se aproximou da minha xoxota eu me contorci toda, ela começou a me masturbar e sussurrou-me para chupar seus seios, aproximei-me de seu peitinho e comecei a mamá-la.
Com uma mão ela me masturbava, com a outra mexia no seu próprio grelo, o tesão foi aumentando de uma maneira incontrolável, e, então, ela deitou-se por cima de mim e começou a me beijar e sussurrar baixinho.
- Deixa-me chupar sua bucetinha, por favor…
Ela virou-se de cabeça para baixo e começou a me chupar, que delícia ser chupada daquele jeito! Então senti aquela bucetinha deliciosa na minha cara e não fiz outra coisa senão chupá-la também.
Ficamos nesta loucura por mais ou menos uma hora, de noite fomos assistir tv, eu estava de camisa quase transparente sem sutiã e uma minúscula calcinha e Priscila de shortinho e top, uma delicia, eu passava a mão em todo o corpo da minha gostosa filha e ela como uma gatinha no ciu se esfregava toda em mim, pegava nos meus seios e xana, adivinhem onde isso foi dar?!
Fomos para o quarto, minha enteada tirou seu pequeno shortinho e seu top deixando seu corpo escultural a mostra apesar de ficarmos bem mais juntinhas, ainda tínhamos quase uma semana sem “minha esposa” e aproveitamos o máximo uma da outra transávamos no sofá da sala, na mesa de jantar, na mesa da cozinha, no banheiro, na cômoda, na cama minha e de sua mãe, em praticamente em todos os cômodos do apartamento possíveis e impossíveis de se imaginar.
Depois da chegada da Denise cada uma foi para o seu lado como não estivesse acontecendo nada, “Minha esposa” nem notou.

Atualmente transamos todo dia, ela é a minha amante que me faz muito feliz.
Por isso digo tenho a melhor enteada do mundo.
  • Enviado ao Te Contos por Fernanda

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Como me descobri corno

By: “Santos”

Olá a todos pra preservar minha identidade vou colocar nomes fictícios, aqui vou me chamar de Santos, tenho 29 anos
Esse fato real se passou no ano de 2010,  eu tinha 21 anos,eu morava em outro estado e tinha uma vida bem corrida com trabalho e estudo, não tinha muito tempo para festas e nem pra namorar
Eu na época trabalhava em uma empresa aonde eu era supervisor de vendas, viajava  muito pela minha região, por causa do meu emprego fui obrigado entrar na faculdade, e estava gostando muita gente nova, pra mim era tudo novo pois antes de eu vir morar nessa cidade eu morava em um sitiozinho bem lá no Interior do Paraná, como eu chegava todo dia atrasado pois como eu já disse eu viajava muito, sempre perdia alguma coisas das aulas
Então foi quando peguei amizade com a vitória, (nome fictício) ela era linda, branquinha 1,55 de altura, magrinha uns 50 kg mais ou menos, ela tinha uns peitos médios durinhos que era uma delícia, uma bundinha média redondinha propicia a seu tamanho, ela era uma delícia, da amizade que tínhamos começamos a namorar, nosso namoro era muito caseiro pois eu levava muito serviço pra casa, e a gente quase não saia, quando não estava estudando estava trabalhando
Passado se 1 ano e meio de namoro, pegamos férias da faculdade, e eu tinha colocado a minhas férias do trabalho TB no mês de julho pra poder ter tempo pra Vitória, saímos de férias resolvemos ir visitar sua família que eu ainda não conhecia, fui muito bem recebido pela família dela, seu Sérgio era meu futuro sogro um homem alegre de bem com a vida, 41 anos e sua esposa Laura Também 41 anos, Laura era uma mulher muito bonita, charmosa, também muito alegre, eles tinham 2 filhos Paulo 18 anos e vitória minha noiva 19, uma família linda
Paulo servia ao exército então na minha primeira visita eu não o conheci, Sérgio já foi me chamando pra ir ao supermercado com ele pra fazermos um churrasco, fomos compramos os preparos, vitória ficou com a mãe e mais um amigo Gustavo que se dizia fazer parte da família, pois era muito amigo de Paulo e depois que Paulo foi servir ao exército continuo a ir na na casa de Sérgio e Laura, até aí pra mim estava tudo bem
Até quando voltamos e vi vitória na piscina com  Gustavo, eu nunca tive motivos pra ter ciúme de vitória, mas eu confesso que na quela hora eu fiquei com muito ciúme, ela estava com um biquíni fio dental muito pequeno, e Gustavo estava com uma sunga apertadinha, eles estavam abraçados como se fossem namorados falando um no ouvido do outro e sorrindo, quando vitória me viu eles se separaram
Vitória entrou na piscina e Gustavo ficou sentado em uma espreguiçadeira, vi um volume grande em sua sunga, e estava de pau duro, o cachorro nem disfarçava, e seu Sérgio toda hora me chamava, comecei a ficar mais de olho neles, toda hora Gustavo abraçava vitória e dizia que estava com muita saudade, ficava tecendo muitos elogios, aquele jeito dele  com ela estava me deixando com ciúme e também excitado, mas não queria fazer nenhum vexame, seu Sérgio fez caipirinha, e não deixava meu copo vazio, toda hora tinha uma bebida diferente, eu confesso que sou fraco ao álcool e já estava ficando bêbado
Então tive uma leve impressão que meu  futuro sogro, queria me deixar bêbado, conversava-mos sobre vários assuntos, até chegar em mulheres, aí ele me perguntou se tive muitas namoradas, eu lhe respondi que não, que eu era bem na minha, só tive uma namorada mas não deu certo pq ela tinha me traído então terminamos, seu Sérgio deu uma risadinha e fez uma piada, o chifre foi feito pro homem, o boi usa de exibido, e voltou a dar risada como já estavamos bem altos no álcool, só sorri, e fui procurar vitória
Aquilo me deu um frio  na espinha quando eu entrei na sala escutei Gustavo conversando com vitória, eu escutei somente ele falando
- eu ainda vou te comer hj na frente do seu namorado
Ela não respondeu nada, aquilo aumento muito meu tesão, chamei vitória pra subirmos ao quarto, não questionei nada com ela, simplesmente deitamos e cochilamos um pouco, quando foi de tardezinha Gustavo nos convidou pra ir na balada, rejeitei o convite mas vitória insistiu, diz que iríamos ficar sozinho em casa pois seus pais iriam sair, então eu voltei a trás, e resolvemos sair pra dançar, marcamos pra sair às 22:00 horas, Vitória me chamou pra ajudar ela escolher uma roupa bem legal pra sairmos
Nesse momento começou a passar em minha cabeça, oq Gustavo disse em que iria comer Vitória na minha frente, fiquei de pau duro na hora, eu não queria aquilo, mas era mais forte que eu, enquanto Vitória foi tomar banho acabei me masturbando e dei uma gozada forte, assim que eu gozei meu pau continuou duro, eu não sabia oq fazer, e sabia que vitória estava caidinha por ele, Vitória me viu excitado, e perguntou oq eu tinha visto que tinha me deixado daquele jeito, dei um beijo nela e falei que era ela que me deixava daquele jeito, ela vestiu um vestidinho preto um pouco acima do joelho, como ela tem uns peitinhos lindos eu falei pra ela ir sem sutiã, eu tinha escolhido uma calcinha preta fio dental pequena com lacinhos, eu adorava que ela vestia aquela calcinha
Quando estávamos saindo o meu tesão estava tão alto que fiz uma coisa inesperada, antes de sairmos, chamei o meu amor até mim, ela veio pra me beijar, então eu arranquei a sua calcinha e falei
- agora está perfeita
Ela assustada sorriu, e disse que eu era doido, como eu a deixaria ir assim na balada sem calcinha e se algum homem percebesse e mechesse com ela, eu falei que estaria ao lado dela e não deixaria, ela sorriu me deu um beijo e disse que eu era o amor da vida dela, fomos buscar Gustavo que mora ali perto, e fomos pra uma casa de shows muito badalada
Chegamos lá estava tudo muito legal, ambiente agradável, só tinha um problema, eu não sabia dançar, aí começou a me bater um arrependimento em ter feito o grande amor da minha vida ter vindo sem calcinha, Gustavo então a chamou para dançar, depois de várias músicas que eles dançaram vi que ela estava mais soltinha com ele, não liguei muito pois  eles cresceram junto não vi mal nenhum
Eles voltaram pra mesa onde eu estava e eles conversavam como se eu não estivesse ali, ele com a mão no ombro dela, falando perto do ouvido dela e eles davam risada, fiquei meio intrigado com aquilo, mais me mantive calmo, pedi licença pra ir ao banheiro devido as várias cervejas que tomávamos
Quando eu estou saindo do banheiro, quase tive um infarto, Gustavo estava beijando vitória na boca, na hora eu queria ir lá e arrebentar os dois na porrada, mas uma excitação tão forte subiu em mim que aquilo me paralisou, fiquei confuso não sabia oq fazer, voltei ao banheiro passei uma água no rosto, e aquela excitação não passava, resolvi então bater uma punheta, se passaram 15 minutos que estava no banheiro, voltei pra mesa alegando que tinha passado mal no banheiro, eles estavam conversando normalmente, então vitória falou que ia no banheiro, fiquei conversando com Gustavo, e ele foi direto comigo,  ele falou
- olha Santos, vou ser direto com vc pra vc entender oq está acontecendo, antes de vitória ir embora a gente namorou um tempo, 3 meses que rompemos ela decidiu ir embora, mas como vc pode ver ela ainda ama minha pica, e eu sei que vc ama ela, pois vc viu agente se beijando por isso vc demorou no banheiro, e quando voltou fingiu que nao não viu nada, então eu quero pedir permissão para fode-la  esse fim de semana
Eu vi que eu não tinha controle de nada, a minha salvação era vitória vir comigo embora, então quando ela retornou a mesa eu chamei ela pra irmos embora então ela se recusou, disse que nunca saímos e agora que nós tivemos essa oportunidade então era pra aproveitarmos
Fiquei calmo, mas um frio na barriga me assustava, eu tinha certeza que Gustavo ia foder minha noiva mais cedo ou mais tarde, então tentei fazer marcação cerrada, mas não estava adiantando, pois ele passava a mão na bunda de vitória e ela não reagia, vitória o chamou pra ir dançar novamente, pois eu não sei dançar, Gustavo sorriu para mim, e me liguei que vitória realmente queria transar com ele, fiquei na mesa olhando de longe, e via eles se roçando um ao outro
Quando Gustavo viu que eu observa ele passeando a mão no corpo de vitória, ele tascou um beijo na boca dela como se fossem namorados, ali eu vi q tinha perdido minha noiva, ou eu nunca a tive de verdade,  comecei a chorar, depois de uma meia hora que estavam se amassando na pista de dança, ele voltaram pra mesa, vitória viu a minha cara de choro, e perguntou o q eu estava sentindo se eu me sentia mal, aí eu aos gritos comecei a falar
- como vc quer que eu esteja com minha namorada se amassando com outro homem
Ela sorriu e disse que o único homem importante para ela era somente eu, o Gustavo era simplesmente um desejo carnal
Eu não acreditava no que estava acontecendo, então chamei eles pra irmos embora, fomos pra casa de Gustavo, ele a possui na minha frente, falava que estava com saudade da bucetinha dela, a chamava de putinha, de piranha, e eu ficava quieto, até ele a puxar ela pelos cabelos e falar
- olha aí seu corno, vc não ama sua noiva então fique com ela
Ela começou a me olhar nos olhos, depois que chupou o pau dele e estava toda babada pois ele enterrava na sua garganta, e os olhos dela lacrimejavam, ele puxou ela até mim pelos cabelos e mandou eu a beijar, dei o beijo mais apaixonado da minha vida, eu não acreditava em ver minha namorada de quatro me beijando enquanto Gustavo esfregava o pau na sua bucetinha, eu estava com o olho fechado quando ouvi ela gritar
- vai Gu, me arromba! eu estava morrendo de saudade da sua rola, enfeita a testa desse corno, me faz ser sua puta novamente, faz o que esse corninho nunca fez, judia da minha bucetinha na frente dele, ele merece ser corno pois ele não fala nada
Gustavo xingava minha namorada, coisa que eu nunca tinha feito, ele socava o pau nela sem dó, ele falava que puta ele só usava, que ela era a vagabunda dele, que toda vez que ela quisesse um homem de verdade era pra eu chamar ele, a minha namorada ficou me beijando e gemendo o tempo todo enquanto ele socava sua bucetinha ela gozou 2 vezes na pica dele então ele gozou e foi tomar banho
Eu então fui fazer um carinho na bucetinha dela e quase que eu morri, ele não tinha comido a bucetinha dela ele tinha castigado era o cuzinho dela, cuzinho aquele que eu nunca tinha comido, Vitória se virou e me disse olhando nos olhos
- amor, ele desvirginou o meu cuzinho, eu sempre te falei que daria o cuzinho em uma ocasião especial, mas nunca falei que era vc que iria arrebentar minhas preguinhas
Ela falava e me deixava com mais tesão, então eu comecei a chupar aquele cuzinho arrombado,
Depois que limpei o cuzinho dela, aquele cuzinho que eu nunca tinha tocado, comecei a chorar  enquanto ele tomava banho, vitória veio me abraçar e falou pra eu não ficar triste que ela me amava muito, e que eu era simplesmente o grande amor da vida dela, ela me disse que em pouco tempo aprendeu a me amar por eu ser muito gentil com ela, mas ela sentia falta de ser penetrada violentamente, que sentia falta de uma pegada mais forte e que Gustavo sabia fazer isso
Gustavo saiu do banho com o pau meia bomba já foi chamando a minha namorada pra chupar ele novamente, fiquei olhando dessa vez com mais atenção e vi que eles formavam um contraste lindo, ela viu que eu olhava com atenção, ela veio até mim e me deu um beijo apaixonado e disse que tudo que acontecesse ali era apenas o momento e aquilo não iria mudar o sentimento que ela sentia por mim
Depois desse beijo, Gustavo a pegou pelo cabelo ea colocou de quatro  novamente e começou a bombar forte sua bucetinha, ele batia na bunda dela e chamava de biscate, mulher de corno, ele falou que a deixou pq sabia que ela era uma vagabunda que não vive sem rola e que agora ela estava bem com um corno manso
Nisso ele falando eu comecei a gozar, minha noiva me beijou enquanto ele socava forte e falava um monte de obscenidade, eu olhei no fundo dos olhos dela e falei
- vc pode ser tudo que ele está falando, mas pra mim vc é e vai continuar sendo minha noiva amada, que eu a conheci na faculdade, aquela jovem frágil e cheia de vida,
Nisso Gustavo veio rápido e começou a gozar na nossa cara enquanto eu fazia essa jura de amor de nunca a abandona-la, Gustavo mandou eu a limpa-la com a língua se realmente eu a amava, eu fiz conformo o ordenado, deixei ela limpinha após eu terminar, Gustavo deu um tapa na cara de vitória pra mostrar quem mandava e mandou a gente ir embora
Voltamos para a casa do meu futuro sogro, ele ainda não tinha chegado, fomos tomar banho, e lá nos abraçamos e nos beijamos e fizemos amor o restante da noite
Por um imprevisto não nos casamos como era meu sonho, pois ela recebeu uma bolsa pra estudar e estagiar nos E.U.A ainda fiquei esperando ela voltar, mas ela estava feliz lá, como eu não consegui tirar o meu passaporte, decidimos terminar, eu não queria que ela voltasse só pra me fazer feliz, sabendo que ela não estaria feliz, mas sinto muito a falta dela, foi ela que me mostrou os novos prazeres da vida. Hoje não temos mais contato.
Espero que gostem dessa experiência que tive.
  • Enviado ao Te Contos por “Santos”

Ela gozou duas vezes no meu pau

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