segunda-feira, 15 de abril de 2019

Sendo putinha de um coroa da rua

By: Larissa

Olá, me chamo Larissa, tenho 25 anos 1,65, 60kg, sou rabuda e peituda, amo academia estoume formando em Ed.Fisica.
Oque vou contar aconteceu comigo quando eu tinha 17 anos.
Morava na minha rua um coroa que devia ter uns 37 anos, moreno e alto até que bonito, bem cuidado, morava com sua mae, sua mulher e um filho.
Ele sempre foi muito legal com todos, chamavamos ele de tio,  ele sempre dava balas doces e claro eu adorava, sempre depois de ganhar os doces tambem ganhava um abraço, as vezes, quando não tinha ninguem perto ele pedia pra sentar no colo dele e ficava passando a perna na minha xaninha, sentia uma sensação estranha, como se tivesse um coração batendo dentro da minha xaninha, nem sabia o que era, mas adorava aquilo e nao perdia a oportunidade de sentar no colo dele.
Com o passar do tempo comecei a beijar os meninos e apesar de estar na fase de odiar a escola, eu adorava ir, porque no intervalo os meninos com os hormônios a flor da pele faziam comigo o que viam escondido dos pais nos filmes.
Eu ja era moh putinha safada, adorava chupar o pau dos meninos atraz da escola, embora nao soubesse mto, adorava os trabalhos em grupo em casa, porque os meninos ficavam tentando por o pauzinho na minha xaninha mas sem sucesso, nao tinhamos pratica, mas eu ja sabia bem o que era aquela sensação que sentia com o meu vizinho tiozao.
Então estava sempre pedindo pra sentar no colo dele enquanto ele rosava a perna em mim. Ele nao sabia mas eu ja era bem safadinha, e um dia dei uma de inocente pra ele e disse:
- tio, posso te falar uma coisa, to com vergonha de dizer em casa.
Ele disse: - claro.
Eu falei: - é que as vezes sinto uma coisa estranha como se tivesse alguma coisa batendo dentro da minha bucetinha. Poe a mão pra vc ver !
E já peguei a mao dele e coloquei na minha buceta por cima do shorts. Ele começou a alisar por cima do shorts e falou que era normal, mas que nao era pra eu dizer a ninguém.
Velho safado, mau sabia ele qye eu ja sabia bem o que era aquilo, ele bem aproveitador todo dia passava a mão na minha bucetinha que ficava latejando e molhada, mas sempre por cima da roupa, e eu ja queria bem mais, e comecei a pensar em como fazer.
Um dia cheguei da escola e ao passar ele ja me esperava pra alisar minha bucetinha, aproveitei que ele estava com a mao e ja sentia seu caralho duro nas minhas costas, mas nao sabia direito porque o dos meninos eram pequenos e finos. ele até suspirava me alisando, e eu sabia bem o que ele e eu sentia. E disse
- tio, fui fazer um trabalho de escola na casa de um amigo e ele colocou um filme estranho, todos estavam pelados e comecei a sentir mais essa coisa que sinto na minha xaninha.
Ele falou: - vai pra casa avisa que ja chegou e volta, mas nao pode contar pra ninguém que vai vir na casa do tio ta?.
E assim eu fiz ja esperando chegar la e ter mais daquele coroa safado, quando entrei ele me levou pro quarto e ja estava passando um Filme, imediatamente disse:
- olha tio, ta batendo e ele começou a alisar, mas nao saia daquilo, foi quando eu disse.
- Tio, a minha xaninha nao é igual a dela, é lisinha, eu raspo vc quer ver?
Ele mandou eu tirar o short e a calcinha e começou a alisar meu grelinho, que delicia, fui abrindo mais as pernas, arreganhando minha buceta pra ele que me masturbava e dizia:
- que delicia, molhadinha.
Eu ja era bem putinha, mas fingia ser ingenua, falei:
- tio porque o homem ta beijando a xaninha da mulher?
E ele dizia: - porque ele gosta dela, assim como eu gosto de vc.
Eu disse: - vc vai beijar a minha tambem?
Ele disse: - vou, mas nao pode contar
Mandou eu deitar e começou a lamber meu grelinho, metia a língua na minha grutinha e eu gemia e me contorcia de tesao, quando ele parou, eu pedi:
- beija mais, ta uma delícia
Ele disse: - safadinha
E continuo chupando gostoso, gozei feito louca e ele sugou todinho meu melzinho, depois disse:
- agora da um beijinho no tio.
Eu ja louca de tesao, nao consegui mais me fazer de ingenua e meti a boca no pau dele, mas era bem maior e mais grosso do que o dos meninos da escola.
Comecei a chupar e punhetar e ele falava: - ah minha putinha, safada, vc ja tem prática né, chupa vai !
Chupei muito e de repente ele tirou da minha boca e gozou no chão, sentou do meu lado na cama e perguntou:
- onde vc apendeu a chupar?
Ai contei tudo pra ele, que chupava o pau dos meninos na escola e ele falou:
- safadinha! E eles ja meteram na sua bucetinha?
Eu disse que não, e ele disse:
- o tio vai ensinar.
Começou a me chupar de novo, logo seu pau ficou duro, ele passava a cabeça no meu grelinho e tentava empurrar, mas nao entrava era grosso, então ele disse que nao queria me machucar, fez com que eu chupasse seu pau de novo até ele gozar, e depois disse pra eu nao contar pra ninguém. E assim eu fui para casa.
No outro dia voltei la, e ele me ensinou direitinho a chupar o seu pau, e chupava muito a minha buceta, e eu gozava feito louca com a boca dele indo desde o meu cuzinho  ate a buceta era incrivel.
Ele passou a me comer com o passar dos dias, me chamava de puta e me comia muito, até o cu ele me fez dar pra ele e quando consegui sentava no pau dele com gosto.
Gozava feito louco dando o rabo pra ele, era uma delicia, todas as tardes quando voltava ele me comia. Adorava ser putinha dele, ate que já com uns 20 anos, ele se mudou para outro estado e nunca mais nos falamos de novo.
Mas tenho muita saudades daquelas tardes.
  • Enviado ao Te Contos por Larissa

Uma DP no motel e depois uma foda na cozinha de casa, DELICIA!

By; Vick

Ola, meu nome é Vick, tenho 21 anos, nao sou nenhuma modelo, estou até fora de forma no momento, mas tenho uma vida muita agitada e adoro sexo!!!
O que eu quero contar sobre o dia que fiz sexo a três, num motel perto da minha casa no Rio de Janeiro.
Era um sabado e eu estava em casa sozinha quando o Beto ligou me perguntando se nao queria sair com ele, eu já sabia quais eram suas intenções, e como estava um tédio ficar em casa sozinha, aceitei, tinha um tempo que nao dava pra ninguém, já estava entrando em pânico…
Marcamos de nos encontrar em um bar proximo a minha casa, ele chegou com 20 minutos de atraso, todo cheio de amores, carinhoso que só vendo, ali mesmo me deu um beijo, que já me deixou cheia de tesão!
Ele é tudo de bom, moreno, não muito alto, olhos verdes…um gostoso!
Ele perguntou onde eu queria ir, eu respondi que ele poderia me levar pra onde quisesse, nós ja tinhamos transado antes, não ia ser novidade ir com ele pra um motel…
Mal chegamos ele já me beijou, antes mesmo de dar tempo de largar minha bolsa, só q de repente ele parou e falou que precisava fazer uma ligação e entrou no banheiro, antes disse que eu ia ter uma surpresa, enquanto ele estava no banheiro, liguei a tv e fiquei vendo um filme erotico que passava naquela hora
Não resisti e comecei a me masturbar na cama, já estava acostumada a fazer isso, quando dei conta, o Beto estava tocando punheta me observando, fui até ele e o lhe dei um beijo, ele me jogou na cama e começou a lamber todo meu corpo, eu já estava toda molhada…
Ele começou a me chupar com toda força, estava sentindo tanto prazer que me contorcia, nao aguentei e gozei na boca dele, logo depois ele me levantou, colocando seu pau na direção da minha boca, chupei com prazer, ele se segurou pra nao gozar.
Eu estava doida pra que ele metesse logo, mas ele disse que nao, que a minha surpresa teria que chegar antes, então ficamos brincando, ele me chupava e eu chupava ele, até que alguém bateu na porta, fiquei assustada, mas ele disse pra me acalmar que devia ser minha surpresa.
Quando ele abriu a porta, vi o Michel, um amigo dele que já tinha pedido pra ficar comigo algumas vezes, mas eu nunca tinha ficado por falta de oportunidade, sempre estavmos rodeados de amigos, mas eu via nele um objeto de desejo, tinha um tesão louco por ele…
O Beto ficou com medo da minha reação e disse que se eu nao quisesse tudo bem, que eles nao iam me forçar a nada, como eu já estava ali, puxei o Michel e lhe dei um beijo, enquanto abria sua blusa, o Beto foi tomar banho e disse que era pra gente se divertir um pouco
O pau do Michel era tudo, enorme, nunca tinha visto nada daquele tipo, estava arrependida de nao ter dado o que ele queria antes, ele começou a chupar meus peitos, que são bem grandes, como um bebe, mordia, chupava, lambia e ao mesmo tempo enfiava dois dedos na minha xaninha…
Fui descendo pelo seu corpo e comecei a chupa-lo, ele delirou, depois de um tempo me jogou na cama e disse que era a vez dele me chupar, eu adorava aquilo, ao mesmo tempo que me chupava, enfiava o dedo na minha xaninha…
Ele nao aguentou e começou a colocar a cabeça do pau na entrada, forçando um pouco, bem devagar, resolveu brincar comigo, ficava só ameaçando, e nada e eu já estava implorando pra ele meter, quando ele colocou tudo, foi tudo de uma vez, doeu, quase chorei, ele disse que pararia se eu quisesse, mas aquilo começou a me dar prazer…
De repente vi o Beto saindo do banho, enrolando na toalha, dava pra ver o volume do seu pau, estava muito excitado, chamei ele pra participar da brincadeira, ele ficou na minha frente e colocou o pau na direção da minha boca e eu chupei com vontade, nunca tinha estado com dois cacetes dentro de mim…
Logo o Beto perguntou se eu já tinha experimentado uma dp, eu disse que nao, nunca tive coragem, ai ele perguntou se eu queria tentar, falei que sim…
O Michel me colocou por cima dele, e o Beto veio por tras, foi lubrificando meu cu com saliva e dpois foi enfiando devagar, o Michel ainda estava dentro de mim, mas tinha parado os movimentos para facilitar o trabalho do amigo, doia muito, mas pedi pra ele nao parar e quando senti suas bolas batendo na minha bunda eu comecei a rebolar, tava bom de mais !
Os dois começaram a meter com vontade, eu explodi e gozei feito louca e eles também, eu estava recebendo porra de dois homens ao mesmo tempo!!!
Eles resolveram trocar de posição, ai sim fiquei com medo porque o pau do Michel era descomunal, mas ele disse que ia devagar, que era pra nao ter medo, eu deixei, então o Beto veio com toda força na minha buceta, eu gritei de prazer, o Michel esperou um pouco até eu me recuperar, e veio por trás bem devagar, assim que ele enfiou tudo, uma lagrima rolou no meu rosto, tava doendo muito, mas depois foi ficando bom, enquanto ele me comia pro tras ficava apertando meios seios, chegava a doer até que eles gozaram de novo e eu também!!!
O beto logo caiu no sono, e eu fiquei me divertindo com Michel, enquanto ele metia no meu cu, enfiava três dedos na minha xaninha!!!
Fui tomar banho, quando estava jurando que a diversão tinha acabado, o Beto entrou na banheira e disse que o Michel tinha dormido e ele fez a mesma coisa outara vez, meteu tudo de uma vez na minha buceta, gritei de novo, dessa vez mais de dor do que de prazer, arranhei as costas dele, ficamos ali metendo dentro daquela banheira durante quase uma hora inteira, até ele dizer que tinha que ir embora, porque ia sair e que o Michel ia me levar em casa…
Por mim estava tudo bem…acordei o Michel, ele tomou banho e foi me levar em casa.
Chegando, perguntei se ele nao queria entrar, ele aceitou, nao tinha ninguem em casa, estavmos os dois sozinhos, fui até a cozinha pegar um refrigerante e deixei ele na sala vendo tv, quando dei por mim, ele já estava na cozinha, junto comigo, me beijando o pescoço…
Virei de frente, ele começou a tirar minha blusa, estava sem sutiã, lambeu meus seios, levantou minha saia, começou a me chupar por cima da calcinha minuscula que eu estava usando, nao aguentei, comecei a tirar roupa dele, chupei ele durante alguns minutos e ele me comeu ali mesmo em cima da bancada da cozinha como uma puta, me xingando, puxando meu cabelo.
Ele desceu da bancada, me puxou pro chão, me virou de costas, colocando minhas mãos pra apoiar na bancada, e foi por tras de mim, começou a enfiar no meu cu, tudo de uma vez, quase desmaiei, ele metia com força!!!
Comecei a chorar, ele falou que nao ia parar agora que sabia que era uma putinha, até gostei de ouvir isso, ele ficava estocando cada vez mais rapido até que ele gozou, meu cu transbordou de tanta porra…
Ele nao satisfeito, meu comeu mais três vezes naquele dia, fiquei toda inchada, mas foi muito bom, eu adorei e to louca por mais!
  • Enviado ao Te Contos por Vick

sábado, 13 de abril de 2019

Traindo com o zelador da colonia de feria

by: A Jornalista

(…)
Quem me conhece não vai acreditar nisso tudo que vou contar aqui, se bem que, ninguém que eu conheça pode ler isso. Mas o que eu quero dizer é que me conhecendo como eu sou, uma jornalista atirada na profissão, que convive e conversa com todo mundo, em todos os ambientes, nunca tenha dado uma puladinha de cerca e, menos ainda vão acreditar, que eu nunca tivesse gozado com um homem, no pau de um homem.
Já gozei muito, sim, mas sempre sozinha, com as minhas manipulações sobre o meu grelo. Só com a excitação vaginal, nunca. Quantas e quantas vezes, depois das transas, eu me masturbava às escondidas, simplesmente porque não tinha coragem de me masturbar durante a penetração, junto com a penetração?
E a culpada sempre fui eu mesma, pois outra coisa que ninguém vai acreditar é que sempre fui, acho que sou ainda, fechada, retrancada, cem por cento cheia de pudor na hora de transar.
Foi assim com o meu primeiro namorado, foi assim com o segundo, que durou pouquíssimo tempo exatamente por causa disso, e tem sido com o meu marido, com quem estou casada há oito anos.
Só não foi com o negão… digo, com o Luís, zelador de uma colônia de férias lá em Águas de não posso dizer aonde.
Acontecia de eu querer passar uns dias por lá, dar uma descansada, e meu marido não queria ir. E como já havíamos nos desentendido outras vezes tantas por causa dessa coisa de um querer e outro não, acabamos brigando e num momento de raiva ele disse que eu podia ir sozinha. E fui mesmo. Juntei minha malinha, abasteci meu carrinho e me mandei. 
Mas errei o caminho umas trinta vezes e acabei chegando na colônia já de noitinha, bem depois da hora planejada e com a recepção já fechada.
Estava procurando alguma entrada, para eu me anunciar aos funcionários quando levei o maior susto. Susto daqueles de gritar, quase mijar na calcinha.
É que o local estava mal iluminado e do meio de uns arbustos, de repente, surgiu a fera.
Sei que não devia falar assim, mas a verdade é que a primeira impressão que tive foi de ter visto um touro fugindo do pasto, um gorila, um pé grande, um abominável homem das neves, um lobisomem, um ser de outro planeta com um único olho no meio da testa… 
O que é a imaginação na hora da paúra!
Mas era apenas o Luís, um e noventa e três de altura, um tanto quase igual de largura, braços mais grossos que minhas coxas, uma pele da corta da noite sem luar, olhos vivos na minha direção, um rosto bonito, bem bonito mesmo, um sorriso mostrando os dentes mais que brancos, e uma simpatia de fazer desaparecer qualquer monstro, qualquer bicho feio, qualquer homem do saco…
Enquanto ele carregava minha coisas para dentro da colônia, para o aposento que eu havia reservado, eu me via na obrigação de explicar que o meu susto não havia sido pela sua aparência, mas, sim, por ele ter aparecido de repente daqueles arbustos.
Ele ria, dizendo para eu não esquentar, pois que até ele se assustaria vendo um negão aparecendo na sua frente num lugar escuro. Depois ele me indicou o restaurante, que já estava quase fechando. 
Corri para não dormir com fome. Depois tomei um gostoso banho e caí na cama, sem me enxugar, logo dormindo, pelada, coberta por nada. Minha cabeça estava povoada de pensamentos libidinosos, mas com o cansaço da viagem logo tudo se misturou, mil imagens, carros na rodovia, acidente, Luís, colônia… dormi feito pedra, se é que pedra dorme.
Mas se tem uma coisa que, com certeza, pedra não faz, e faço sempre, principalmente quanto estou meio alterada, seja para baixo ou para cima, isto é, triste ou alegre, ansiosa, qualquer coisa assim. Essa coisa chama-se siririca, masturbação, qualquer outro nome que se queira dar, mas, para quem não sabe, consiste em obter prazer sexual sozinho… ou sozinha, no meu caso.
Acho que sempre me masturbei para assim compensar os orgasmos que nunca tive com os homens com quem já me deitei, e que são apenas três.
Eram três.
Depois de desmaiar na cama, quando percebi estava meio que dormindo, meio que acordada, meio que me masturbando… estava apenas acariciando minha xana, passando o dedo no grelo, descendo até a entrada da vagina, enfiando a pontinha para lubrificar, subindo novamente até o grelo… Estava gostoso, gostoso, quando, de repente, duas coisas quase que simultâneas aconteceram. 
A primeira coisa foi que vi o meu quarto muito iluminado para ainda ser noite e, que horror, que apenas o vidro da janela estava fechado e a mesma visão que do meu quarto eu podia ter do lindo pomar lá fora, quem estive no pomar também tinha do meu quarto. Quer dizer, se alguém estivesse por ali, na certa teria observado minhas contorções sexuais.
Por que não peguei um quarto no andar de cima?
A segunda coisa que aconteceu foi a campainha tocando e, crente que era o meu marido arrependido que tinha feito uma viagem às pressas para estar comigo, o máximo que fiz foi me cobrir com uma toalha e correr para a atender. Era o Luís.
E o Luís, com toda delicadeza e mais um tanto de safadeza que logo descobri que ele tinha, simplesmente me disse para não continuar o que estava fazendo e deixar a janela aberta à noite. Falou e saiu.
Juro que minha reação imediata foi procurar a direção, a supervisão, qualquer “ão” que fosse para expulsar aquele convencido da colônia, mandá-lo embora por justa causa…
Mas não fiz nada disso, apenas fechei a porta, entrei no banheiro, fiz o meu xixi matinal e outras necessidades e entrei num prolongado banho. E enquanto me banhava, não sei exatamente por que, evitei me acariciar.
Acho que eu temia estar concordando com a cantada que ele havia me dado, mesmo que secretamente.
Vesti-me, fui tomar o café da manhã, depois caminhei à beira da piscina, e terminei sentada numa cadeira à sombra de uma mangueira. Não vi o Luís em lugar algum.
E assim foi acontecendo por todo o transcorrer do dia, até que fiquei por demais curiosa, me perguntando se já o haviam demitido, e indaguei um dos funcionários, que me informou que ele só trabalhava à noite.
Fiquei chateada. Eu bem queria falar umas verdades pra ele. Mas as verdades que eu queria falar foram se transformando ao longo do dia. Se de manhã era uma vontade de dizer que não sou nenhuma putinha e que ele não é nenhum deus sexual, na parte a vontade era dizer que ele era um deus irresistível e que eu estava mais que disposta a me transformar em uma putinha na cama com ele.
Mas fui para o meu quarto acreditando que só me restava terminar a sessão de masturbação que eu havia começado de manhã. E recomeçaria sob o chuveiro.
E já estava inteiramente nua quando percebi um vulto no pomar, caminhando na direção da minha janela, o que me fez cobrir instintivamente o corpo com uma toalha, muito embora, não sei se por desejo ou não, eu já adivinhava quem era aquele vulto.
Nem esperei que ele batesse na janela, simplesmente soltei o ferrolho, ele foi empurrando e pulando, fui falando que ele era doido, que alguém podia ver, que eu não era o que ele estava pensando, que ele não ia fazer comigo o que estava acostumado a fazer com outras hóspedes, que… Com um metro e sessenta e cinco de altura, tive de ficar nas pontas dos pés, enquanto ele curvava um pouco o corpo para o nosso primeiro beijo.
E depois do primeiro veio o segundo, o terceiro, eu ainda insistindo em tentar convencê-lo, ou convencer a mim mesma, de que eu jamais transaria com outro homem que não fosse o meu marido e, quando percebi já estava deitada na cama, sem toalha, sem nada, pernas abertas, xana exposta, e o Luís beijando.
Ele beijava, passava a língua, subia até o grelo, descia até a vagina, insinuava pequenas mordidas, me olhava, sorria, chupava mais, mais, mais… Entreguei-me tal como me entreguei na minha primeira vez, com o meu primeiro namorado, quando trocávamos carícias e eu me dizia que não iria até o fim… e fui.
Com o Luís não foi diferente. Mesmo com todo o pudor que sempre carreguei, de repente me entreguei a ele por completo, totalmente, virei mulher, virei um sexo. Eu o agarrava pela cabeça e o puxava, como se quisesse que ele adentrasse com corpo e tudo na minha vagina. Eu me dobrava para olhar ele chupar, eu me largava na cama, repuxando o lençol, eu me dobrava para erguer o quadril, oferecer minha xana cada vez mais aberta, mais molhada, mais carente por um pau.
Pau?
Chegou a hora em que, completamente fora de controle, fiz com que ele parasse a chupação e me oferecesse o seu membro. Quase caí dura quando ele baixou o calção, baixou a cueca, e fez surgir aquela coisa, que logo imaginei ser exatamente do tamanho do meu antebraço… só um pouco mais grossa.
E ele queria sentir naquela coisa grossa o mesmo que eu acabara de sentir na xana… quer dizer, ele queria ser chupado. Sentou-se numa poltrona, puxou-me entre suas pernas e esperou om ansiedade pelo serviço. Seus olhos demonstravam a vontade de sentir minha boca em seu pau… ou seu pau em minha boca, o que me pareci um tanto impossível, pois era tudo desproporcional.
Porém, excitada como eu estava, agradecida como nunca pela chupada que havia levado, eu achava que tinha mais era de retribuir e retribuí. Fui de língua, de dentes, de lábios, de boca, colocando a cabecinha(çona), e até ensaiei aprofundar mais um pouco a questão… isto é, resolver se aquilo cabia ou não na minha boca.
Coube só até um pedaço, mas já estava bom, ele estava gostando, eu estava adorando.
Continuei chupando até que ele demonstrou aquele desejo que eu também demonstrava… quer dizer, ele demonstrou quer me penetrar e eu demonstrei querer ser penetrada. Mas o seu desejo assustava um tanto o meu desejo, pois ele queria me pegar logo de quatro e também logo temi que aqui iria sair na minha boca. Não pedi para que fosse devagar, não tive coragem, mas ele bem percebeu a minha apreensão e foi devagar, muito devagar.
Na verdade, primeiro ele ficou um tempão apenas roçando aquilo na minha xana, de vez em quando apontando a cabeça na minha gruta, enquanto eu me desmanchava em gemidos e também desmanchava a cama.
Depois, já num momento de excitação extrema, quando eu mesma comecei a empurrar meu corpo para trás, querendo por que querendo engolir aquilo, ele foi enfiando, enfiando, enfiando…
E aquilo foi entrando, forçando, rasgando, preenchendo, enquanto eu gemia, arregalava os olhos e enrolava de vez os lençóis.
Mas não entrou tudo. Em nenhuma momento entrou tudo. Batia lá no fundo, ele percebia, se controlava, não deixava machucar. Mas foi nessa de não deixar entrar tudo e ao mesmo tempo querer que entrasse tudo, que começamos a trocar de posição.
Num momento eu já não estava mais de quatro, mas, sim, deitada com ele ajoelhado entre minhas pernas, pernas que ele dobrava, fazendo erguer o quadril e aparecer cada vez mais aberta a minha xana. Acho que o meu pudor começou a ir embora nesse momento. 
Noutro momento ele é quem estava deitado e eu ajoelhado em cima dele, de frente pra ele, sentando até onde eu conseguia sentar… e com uma vontade louca de me masturbar. 
Explico que nessas alturas, sentindo que ele poderia gozar a qualquer momento, eu queria antes ter o meu orgasmo, precisava do meu orgasmo, pois se não gozasse, de nada teria valido aquele cacete, aquela minha traição.
Meu marido já estava levando um galho sem tamanho… quer dizer, com um tamanho enorme, e não era justo para mim carregar essa culpa sem sentir o êxtase. 
Não sei porque fui lembrar do meu marido naquele momento, mas sei que por ter lembrado e pela vontade de me masturbar para gozar, eu mesma fiz a mudança de posição, ficando ainda ajoelhada sobre ele, penetrada por ele, mas de costas para ele.
Só assim comecei a me masturbar timidamente. E mesmo assim ele percebeu.
- Vai. Masturba essa buceta. – ele disse, então, numa das poucas vezes em que falamos algo inteligível um para o outro.
A partir daí, não sei se por ele ter me incentivado ou se por eu ter ouvido a palavra buceta, fui me soltando, me soltando, até que algum tempo depois eu estava literalmente esfolando a minha xana, quase arrancando o meu grelo, enquanto ele, por baixo, me cutucava com aquela lança enorme, aprofundando em minhas entranhas.
- Vai menina! Mexe nessa buceta! Goza! Goza Gostoso no meu pau, goza.
Mas ele teve de falar essas palavras muitas vezes, pois simplesmente pensei que, mais uma vez, eu não ia conseguir. Eu nunca havia conseguido só com a penetração vaginal e também não ia conseguir mesmo com penetração e masturbação juntas. Eu esquentava, esquentava, chegava perto, bem próximo, mas alguma coisa me fazia esfriar.
Por que sou assim? – quase gritei.
Mas gritos mesmo eu soltei foi no momento seguinte, quando ele continuou me incentivando com aquelas palavras, mandando que eu me masturbasse e, ao mesmo tempo, sossegava o pau, parando os movimentos, apenas deixando-o em repouso na minha vagina. 
E com o pau em repouso, sem o meu receio de que fosse machucar lá no fundo, fui sentando cada vez mais, mais e mais, até que engoli tudo. Daí bastou uma esfregação mais violenta no meu grelo e uma juntada mais forte na minha xana para que minhas coxas começassem a vibrar, meu quadril se descontrolasse e eu perdesse a noção de onde estava, pois gritei tanto e tão forte que teve gente que ouviu.
Simplesmente, eu tinha conseguido o orgasmo mais gostoso da minha vida, o primeiro orgasmo num pau, ainda que eu tivesse me ajudado com a masturbação. Foi louco, divino, indescritível.
E não foi o único naquela noite. 
Sem me dar um descanso, um tempo para recuperar a respirar, uma pausa para meditar, ele me pediu que o fizesse gozar com as mãos e com a boca, pois além de temer me machucar na hora do seu orgasmo ele revelou, e depois demonstrou, que simplesmente enlouquece gozando dessa maneira, com uma mãozinha apertando, uma boca sugando… 
Pois é! Suguei… Fazer o quê?
Mas em compensação ele logo voltou a me chupar, depois de comeu por cima, de lado, eu de cavalinho e…
O meu segundo orgasmo ainda foi com a ajuda dos meus dedos, mas o terceiro, o que me derrubou naquela noite, foi apenas e tão somente no seu pau… eu em cima, cavalgando, quase me dilacerando por dentro com aquela coisa socando lá no fundo, e sem ajuda dos dedos.
Aí bateu o sono, o desmaio, o apagão, e quando acordei, um tanto mais tarde, desesperada para fazer xixi, eu já estava sozinha. Fui até a janela que ele havia deixado encostada, passei o ferrolho, voltei a dormir, mais que feliz, cheia de imagens deliciosas na cabeça.
No dia seguinte acordei com um certo sentimento de culpa. Eu havia traído o marido e isso não era direito, principalmente porque havia sido uma traição maravilhosa, que eu tinha gostado e muito.
E meu sentimento de culpa aumentou um tanto mais no decorrer do dia, quando comecei a perceber certos olhares e sorrisos por parte do pessoal da que trabalha na colônia, especialmente de uma certa camareira.
Seria o Luís casado?
Era. Descobri isso quando ele tentou invadir novamente o meu quarto naquela noite seguinte.
- Só vai entrar depois de responder uma coisa: você é solteiro ou casado?
- Sou casado, mas…
- Agora pode entrar.
E só depois da segunda transa daquela noite é que ele me explicou que era casado, mas que que estava separado da mulher, talvez definitivamente.
Não acreditei que fosse verdade, fiz ele confessar que não era verdade, mas pouco me importei com isso nos cinco dias seguintes… quer dizer, nas cinco noites seguintes, pois durante o dia eu até evitava sair, a não ser para as refeições, só para não ter de aturar aqueles olhares.
Mas me importei um tanto com os gritos e gemidos… aprendi a por o lençol na boca naquelas horas de maior fervor sexual, principalmente quando eu gozava… e sem a ajuda dos dedos.
Mas um dia bateram na porta e fui acordada por uma pessoa que estragou tudo. Era o meu marido, que resolvera passar o resto das férias comigo. 
Quase gritei que eu estava sozinha no quarto, que eu não tinha feito nada, que era tudo mentira… Mas depois, logo em seguida, uma coisa que me ocorreu e que me deixou em estado de desespero foi pensar na hora em que o Luís fosse aparecer na janela à noite.
Temi muito por esse momento, mas ele não aconteceu.
O que aconteceu foi que descobri outra coisa. Na parte da tarde, pegando-me sozinha no quarto, aquela camareira que tanto me olhava torto naqueles dias todos, me disse para ficar sossegada que ela já havia avisado ao Luís que agora eu estava acompanhada.
- Agora ele vai ter de procurar outra janela. – ela disse.
- Como assim? – perguntei.
- Você não percebeu, não? Ele é um tarado, não deixa escapar ninguém…
- Que sacana! Mas é verdade que ele está separado da mulher? – perguntei.
- Sim e não. – ela me disse. – Ainda moramos juntos, mas é cada um pro seu lado.
(…)
Fiquei mais uma semana ainda na colônia, agora em companhia do meu marido. Evitei ficar saindo com ele, para que não ficassem olhando com sorrisos diferentes para nós dois. E por ficarmos a maior parte do tempo no quarto ou, então, para fazermos as pazes, transamos como nunca, gozei como nunca… Como nunca mesmo, pois igual gozei no pau do Luís, nunca mais.
(…)
  • Enviado ao Te Contos A Jornalista

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...