domingo, 8 de setembro de 2019

Me deixou na seca, acabou levando chifre

By: Hellen

Meu nome é Hellen, e este fato que passo a narrar agora, aconteceu a cerca de 2 anos atras. Eu tinha 28 anos e com apenas uns cinco anos de casada já notava meu marido desinteressado sexualmente, e quando raramente me procurava, em nossas rápidas transas, sempre insinuava que gostaria de me ver “dando” (era o termo que ele usava) para um outro homem.
Eu estranhava muito aquilo, mas procurava tirar proveito da situação, já que quando ele falava sobre essa sua fantasia, as nossas transas ficavam mais “aquecidas” e eu conseguia gozar até duas vezes seguidas numa mesma noite, coisa rara.
Eu não conseguia entender o desinteresse dele, já que sou uma mulher que não deixo a desejar: estou sempre bem bronzeada de praia, com uma marquinha de tanga bem sensual, tenho seios um pouco acima de médios, bem durinhos, um bumbum arrebitado, coxas grossas, em fim, com tudo no lugar (pois sei bem o que ouço na rua e na academia onde faço ginástica, pelos homens que passam ao meu lado).
O fato que passo a narrar aconteceu justamente na academia, com meu instrutor de ginástica, que se chama Paulo. Era um dia de segunda-feira e eu havia ido pra minha aula de ginástica, como faço quase que todos os dias de semana.
Só que nesse dia, minha tensão era enorme, devido a minha ansiedade pelo longo período de jejum de sexo em casa, e eu não conseguia me entregar à prática de nenhum tipo de exercício, me mostrando até um pouco irritadiça, fato que chamou a atenção do Paulo, que me falou que naquele estado não adiantaria continuar a aula, pois de nada estava adiantando, falei pra ele que me desculpasse, que não era falta de atenção com ele, mas que eu estava com uma tensão enorme que não me deixava sentir bem em nada que fizesse naquele dia.
Ele gentilmente me disse que nesse caso, mais aconselhado do que ginástica seria uma sessão de massagem, isso sim, faria com que eu me descontraísse e me livrasse de toda aquela tensão, e em seguida se colocou gentilmente a minha disposição para uma sessão, já que ele também era massagista, e que naquela tarde a única aluna agendada era eu, fato que deixaria toda sua tarde livre.
Diante desse argumento, aceitei e em seguida ele me conduziu para o andar superior da academia, onde ficavam os boxes próprios para sessões de massagem.
Chegando lá em cima, e percebendo que não havia ninguém lá, estando, portanto, sozinhos, fiquei um pouco constrangida, e falei que seria melhor deixar para o dia seguinte, quando eu viria com roupas próprias para uma sessão de massagem, já que naquele momento eu estava vestindo apenas roupas íntimas (uma calcinha branca de renda e bem pequena, com lacinhos de lado e um soutien meia taça, com decote bastante generoso) por baixo do meu conjunto de lycra, no que Paulo colocou que isso não seria impedimento nenhum e que a maioria das “senhoras” da academia tomavam massagem em roupas íntimas e me garantiu que podia ficar tranqüila que ele seria discreto.
Eu fiquei encabulada diante da possibilidade de ficar em trajes íntimos diante de um homem estranho (até então eu só tinha ficado assim diante do meu marido), mas confesso que a curiosidade mexia comigo, e a firmeza do Paulo me intimidava, eu não conseguia dizer não para aquele homem, apesar da timidez. Senti que minhas pernas tremiam um pouco.
Mas diante da colocação dele consenti e me dirigi para um dos boxes indicado por ele.
Chegando lá, ele com bastante naturalidade me sinalizou para tirar a blusa e o short de lycra do meu conjunto.
Tentando mostrar naturalidade, fiz como ele mandou, ficando só de calcinha, que delineava bem minha bucetinha, deixando bem claro o seu volume, bem como a rigidez do meu bumbum, que naquela calcinha ficava quase todo a mostra, e de soutien, que como disse pouco escondia dos meu seios durinhos e arredondados, e por ser de uma renda bem fininha e branca, mostrava que meus mamilos estavam enrijecidos, talvez pelo inusitado da situação.
Ele nada falou diante da visão que estava tendo, mas tive a impressão que debaixo do seu short de lycra algo se mexia. Ele mandou que eu deitasse no colchonete e que procurasse relaxar, em seguida veio passando um gel desde o meu calcanhar até o início da minha bundinha, que por ser geladinho e mais o contato das mãos daquele homem, me provocara um arrepio que tenho certeza ele percebeu, pois os pelinhos dourados (faço uso de “blond” quando vou a praia para dourar meus pelos) da minha bundinha ficaram todos arrepiados.
Então ele começou a me massagear, de baixo para cima, mostrando ter muito jeito para isso.
Chegando nas minhas coxas, ele pediu que eu as entreabrisse um pouco, para que ele pudesse colocar suas mãos entre as mesmas, e ali ele se demorou bem mais tempo.
Quando ele subiu mais as mãos, em direção a minha bundinha, eu instintivamente abri mais as pernas, já sem precisar que ele pedisse, eu tinha completa noção da visão que estava proporcionando a ele, que na posição que estava, olhando de trás pra frente, podia ver com bastante nitidez o volume e o formato da minha bucetinha; minha respiração estava um pouco arfante, era indisfarçável o tesão que aquela situação estava provocando em mim.
Neste momento, ele me falou que precisava passar gel na minha bundinha, e estava com receio de que o mesmo manchasse a minha calcinha, já que a mesma era branquinha, num gesto impensado de minha parte, estiquei meus braços e com as mãos desfiz os lacinhos laterais da mesma, e com uma das mãos arriei sobre o colchonete o pedacinho da renda que ainda cobria meu bumbum, só depois de ter feito isso é que eu percebi que vistos de trás pra frente, não só minha bundinha, mas também quase toda a minha buceta ficaram expostas aos olhares daquele homem.
Eu já não me reconhecia e nem sei porque, mas nesse momento me lembrei da fantasia do meu marido, de querer que eu “desse” para um outro homem.
Paulo com habilidade tomou a iniciativa de abrir ainda mais um pouco as minhas coxas, e em seguida lambuzou todo o meu rabinho, agora nu, com o gel geladinho, e em seguida começou a massagear toda a minha bundinha com suas mãos hábeis, que a estas alturas deslizavam pelas laterais da minha bundinha, chegando bem perto dos grandes lábios da minha boceta, me arrancando um gemido que não consegui disfarçar.
Ele continuou trabalhando naquela área e me falou com carinho
– “Isso …relaxe bem …você vai conseguir …se solte”.
Minha respiração estava pesada. Senti que ele prosseguiu subindo pelas minhas costas até alcançar o lacinho do meu soutien, quando novamente ele me interrogou sobre o que fazer com o mesmo, sem nada dizer, e já me sentindo entregue, dobrei os braços que estavam todo tempo mantidos ao longo do corpo, e desfiz o lacinho do mesmo, o qual ele fez que deslizasse sobre o colchonete.
Ele deu continuidade ao seu trabalho, e na altura dos meus seios, ele fez com que eu arqueasse um pouco o meu corpo, e com isso ele deslizou um pouco suas mãos, fazendo com que as mesmas tocassem meus seios em direção aos biquinhos, não chegando a tocar neles.
Eu já não era mais dona de mim, minha respiração e meus gemidos entrecortados denunciavam que eu estava entregue nas mãos ágeis daquele homem.
Diante de tal quadro, ele voltou a falar baixinho, quase que no meu ouvido:
- “Você não pode se prender …relaxe …se solte   …você precisa soltar essa tensão”.
Ao que respondi: - “Eu não consigo …não estou conseguindo.”
E ele terminou esta parte da massagem dedicando bastante atenção aos meus ombros e pescoço, findo isto, ele se dirigiu para mim e disse que eu precisava me virar para que ele me massageasse também na frente.
Não sei como, mas consegui, ao me virar, manter a minha calcinha, mesmo com os lacinhos desatados, cobrindo a minha bucetinha, e com a ajuda dos meus braços, o soutien cobrindo pelo menos os biquinhos dos meus seios.
Nesse momento ele me perguntou se estava pronta para começar a segunda parte, balancei apenas a cabeça num sentido afirmativo, ao qual ele respondeu:
- “Se você não estiver passando bem diga. Quer que eu pare? Perguntou.
E eu respondi quase que pedindo: - “Não …continue …por favor …não pare.
E ele insistiu (parece até que me provocando) - tem certeza que quer continuar?
E como que suplicando eu lhe respondi: - “Sim …por favor …não pare agora …não pare”.
E diante do meu pedido ele deu início, desta vez no sentido contrário a primeira etapa, ou seja, do meu pescoço e ombros para baixo, desta vez ainda mais devagar e com movimentos mais lentos.
Chegando próximo dos meus seios, instintivamente, e sem que ele me pedisse, tomei a iniciativa de puxar o meu soutien para o lado, deixando meus peitinhos lindos, maravilhosos, durinhos, com os biquinhos duros de tão intumescidos, como que a desafiá-lo.
Com os seios completamente expostos aos seus olhares e mais ainda aos contados das suas mãos, que não se fizeram de rogadas e passaram massageá-los carinhosamente, com especial atenção para os biquinhos, que eram colocados entre dois dos seus dedos e bolinados.
Eu tinha minha cabeça virada para o lado, como que sem coragem de encará-lo nos olhos, tinha a respiração arfante e dos lábios saia um indisfarçável gemido. E ele voltava a insistir para que eu me “soltasse”, para que eu botasse pra fora toda minha “tensão”.
Eu só conseguia responder que “eu não consigo   …eu não consigo”, quase num sussurro.
Acho que pelo longo tempo sem sexo em casa, eu não conseguia gozar. E ele me consolava:
- “Não se preocupe, você vai conseguir”.
Dando continuidade à “massagem”, ele foi descendo em direção a região da minha barriga, e quando senti que ele se aproximava da minha bucetinha, a estas alturas já quase que se afogando no seu próprio líquido, de novo tomei a iniciativa de puxar a minha calcinha, que apenas repousava sobre minha “xaninha”.
Pronto, estava totalmente nua, e ai eu percebi que era isto que eu queria desde o início. Parecia até que eu conseguia ouvir os grandes lábios de minha boceta baterem palma, por terem se livrado daquela última peça que a mantinha como que presa.
Agora ela estava livre para, como os meus peitinhos, receber de uma maneira integral as caricias daquelas mãos experientes. Ele ainda se demorou mais um pouco na região da minha barriguinha, como que desfrutando totalmente e mais longamente o visual da minha bucetinha completamente nua e com seus pelinhos bem aparadinhos, pois não gosto de depilação total (raspada).
Eu sentia que ela já não conseguia reter dentro de si todo o líquido que ela mesma produzia, e deixava que o mesmo começasse a escorrer pelas minhas coxas em direção ao meu cuzinho. E era gostosa a sensação do líquido escorrendo pelo meu corpo.
Finalmente ele, com maestria, começou a “massagear” minha xoxotinha, primeiramente e com bastante delicadeza pela sua “testinha”, para em seguida, afastando um pouco mais minhas coxas, “massagear” meus grandes lábios e finalmente fazer um primeiro contato com meu grelinho, parecia até que eu estava recebendo uma descarga elétrica, meu corpo todo arfava e pingos de suor começavam a aparecer na minha fronte, eu já não conseguia ficar imóvel no colchonete.
Ele trabalhava toda a área da minha buceta, ora por dentro, ora por fora, na minha virilha, e sempre voltava para a área central, que era o meu grelinho. Meus gemidos já não eram mais disfarçados, eu gemia mesmo, com tudo que tem direito. E ele voltava a insistir:
- “Relaxe …você precisa relaxar de uma vez por todas …se solte …não pense em nada, apenas relaxe”.
E essa situação já se prolongava por mais de vinte minutos, sem que eu conseguisse efetivamente gozar. Vendo a dificuldade que eu estava tendo para gozar, ele me perguntou se eu queria que ele usasse de um recurso que com certeza não falharia, para que eu finalmente conseguisse me livrar dessa minha “tensão”, e eu, já num sinal de entrega total, numa demonstração de total submissão aquele homem tão experiente no trato com o corpo de uma mulher, disse-lhe num sussurro:
- ”Faça tudo o que você quiser …mas por favor …faça que eu consiga …por favor …eu quero sentir”.
Em seguida eu senti suas mãos com muita delicadeza abrirem os lábios da minha bucetinha, deixando meu grelinho completamente exposto, e então pude sentir um hálito quente se aproximando da minha buceta, e sentir meu grelinho indefeso ser abocanhado por uns lábios quentes e carnudos, não restava mais dúvida, ele estava me chupando.
Pelo tremor do meu corpo, eu tinha a sensação que tinha ido ao teto e voltado por várias vezes, para em seguida quase que gritar:
- “Paulo …você está me chupando …você está me chupando …isso é uma chupada querido”.
Sua língua ágil e carnuda lambia com técnica toda a minha buceta, seus lábios grossos mordiscavam os grandes lábios dela, e em seguida retornava para dar uma verdadeira “cossa” no meu grelinho, eu sabia que era uma questão de momento, eu ia gozar naquela boca maravilhosa.
Minha buceta estava inchada, já não agüentava mais conter o gozo e eu quase que gritando lhe pedia:
- “Não pára …não pára …eu quero gozar …eu quero gozar muito …chupa …vai gostoso …chupa meu grelinho …morde minha bucetinha ….chupa que eu quero gozar nessa boca gostosa”.
E aconteceu, entre gritos e gemidos eu gozei violentamente, minha intenção era apertar minhas coxas, como que numa tentativa de reter sua cabeça naquela posição, com sua língua maravilhosa dentro de minha xoxota, como que não querendo mais parar de gozar.
Meus gemidos de gozo se misturavam com um choro que tomou conta de mim, talvez pela emoção de ver que eu estava gozando de novo, quando eu já pensava que nunca mais ia conseguir gozar.
Mesmo durante minha gozada, Paulo continuou a chicotear meu grelinho com sua língua gostosa, e agora, num primeiro momento após o gozo intenso, meu grelinho, bem como toda minha buceta, estava por demais sensível, e já não aguentavam mais aquela “surra” de língua, agora eu já pedia quase que num pedido de socorro:
- “Pára …pára … eu não agüento mais …para …por favor Paulo …pára”.
E ele numa demonstração de completa sensibilidade, foi parando devagarzinho, até parar de uma vez, para em seguida depositar com muito carinho uns três beijinhos na minha bucetinha.
Me deixei recostar a cabeça no colchonete e respirei fundo, me sentindo realizada. Ele me deixou nesse “descanso” por uns cinco minutos, em seguida se arrastou até onde eu estava, com uma mão agarrou um dos meus seios e com a outra começou a alisar levemente a testinha da minha buceta, como que me fazendo despertar, nesse momento cheguei a sentir carinho e agradecimento por aquele homem. Juntinho de mim, ele falou bem baixinho no meu ouvido:
- “Você quer um relax completo?”.
Nem pensei no que poderia significar “relax completo”, imediatamente disse que sim, e acrescentei:
- ”Quero tudo que tenho direito, e que me foi negado durante tanto tempo”.
Ele me beijou na boca, um beijo gostoso onde pude sentir o gosto do líquido da minha buceta. Em seguida ele mamou carinhosamente nos meus seios, me “acordando” por completo, e me devolvendo todo o tezão que eu tinha sentido antes.
Então ele foi descendo seu corpo, se encaixando entre minhas coxas, logo eu senti suas mãos delicadamente abrindo minha xoxota, eu ainda não sabia o que ia acontecer, mas tinha certeza que fosse o que fosse me levaria ao gozo novamente, e isso era tudo o que eu queria, gozar, gozar e gozar, gozar muito.
Ainda estava envolvida com meus pensamentos, quando senti a entrada da minha buceta ser tocada por algo que com certeza não era a língua do Paulo, algo que já não só tocava, como agora começava a invadir minha “pererequinha”, e que com o início da invasão já não me deixava ter mais dúvidas, era a rola do Paulo.
Ele estava começando a enfiar a rola em mim, com carinho e delicadeza, mas firmemente, e eu fui sentindo que minha boceta, apertadinha pelo pouco uso, era completamente atolada com o volume daquela rola, que eu não podia ver, mais tinha a certeza que era volumosa, senti que o interior da minha buceta era alargado, para poder permitir a entrada daquela rola maravilhosa.
Num gesto que não consegui explicar, levei as mãos à cabeça, para quase que gritar:
- “Paulo …você está me comendo …Paulo …você está me comendo”.
Agora eu na prática estava sabendo o significado da palavra “relax completo”. Ele continuou enfiando aquela “jeba” em mim, parecia até que não terminaria nunca de enfiar, tão grande ela era.
Quando finalmente ele parou, pegou minha mão e levou até minha bucetinha, como que para me mostrar que já tinha enfiado tudinho. Não sei como, mas me senti feliz e realizada em ter aquela rola todinha dentro de mim.
Agradecida, procurei seus lábios e nos beijamos com muito carinho e tesão um pelo outro, nossas línguas se cruzavam como se fossemos namorados de longo tempo, pude constatar com minha boca como era volumosa a sua íngua e pensei no que minha xotinha tinha recebido há pouco.
Ele interrompeu nossos beijos para me perguntar se eu estava preparada e se desejava gozar de novo. E eu lhe respondi dizendo que ele tinha “carta branca”, que gozar na rola dele era tudo que eu queria.
Ele me deu mais um beijo e iniciou um entra e sai de minha boceta que foi uma loucura. Ele tirava tudinho, quase que deixando a cabeça sair do buraquinho da entrada dela, para depois enfiar tudinho de novo, até o fundo. Primeiro lentamente, mais logo em seguida ele acelerava o ritmo, me deixando louca pela sensação de gozo que aquilo me provocava.
Tinha momentos em que ele retirava e demorava a devolver pra ela aquele “brinquedinho” ao qual ela já estava se acostumando e não queria mais perder, parecia até que ele estava admirando o “estrago” que ele estava fazendo no buraquinho dela.
Nesses momentos eu pedia com a voz mais dengosa que eu conseguia fazer:
- “Não tira não querido …enfia de novo essa “rolinha” nela …vai querido …mete tudinho de novo …ela está carente”.
Ao que ele prontamente atendia, enfiando aquela rolona todinha na minha xoxota, me levando a sensações indescritíveis. E assim nós ficamos por não sei quanto tempo.
Até que, como numa comunicação telepática, quando eu já ia dizer a ele que não agüentava mais e que iria gozar, ele adivinhando meus pensamentos disse:
- “Querida deixe eu gozar dentro de você …deixe eu derramar meu leitinho nessa xotinha maravilhosa …diga que deixa eu me realizar dentro dessa bucetinha toda gostosa …diga”.
Ao que eu respondi: - “Goze querido …goze e me faça gozar junto com você …me dê seu leitinho …goza comigo …vai …me enche com sua porra quentinha”.
Num momento seguinte nós explodimos por igual, foi um gozo maravilhoso. Nossos corpos pareciam um só, a receber uma única e forte descarga elétrica. Eu quase que gritava:
- “Estou gozando …estou gozando de novo …eu estou gozando na sua rola …querido”.
Enquanto ele me cobria de beijos e deixava aquela tora enterrada dentro de mim até o fundo, derramando a última gotinha do seu gozo dentro da minha xotinha. Caímos de lado como que desmaiados, e não sei por quanto tempo permanecemos naquele estado.
Despertei e percebi que ele continuava como que em estado de repouso, o repouso merecido do “guerreiro”. Não quis pensar em nada, muito menos em qualquer coisa que me fizesse sentir culpada. Eu só queria pensar uma coisa: “eu estava feliz, tinha gozado novamente”.
Senti um pequeno incomodo no meio das minhas pernas, passei a mão e fiquei surpresa com o estado da minha bucetinha. Estava toda ardida e literalmente “machucadinha”.
Os nossos gozos escorriam misturados de dentro dela. Peguei um rolo de papel higiênico (próprio para limpar o gel usado na massagem), e me limpei. Senti que ela estava inchada e toda esfolada, devido o esforço para receber aquele “calibre”, mas estava satisfeita, nunca havia gozado daquele jeito.
Agora eu sabia o que era ser mulher de verdade. Olhei para o Paulo, ainda em estado de “repouso” e senti curiosidade de ver o “instrumento” com o qual ele tinha me feito tão feliz, e que tinha deixado minha bucetinha naquele estado. Me deparei com uma rola digna de todo respeito, era praticamente uma e meia da do meu marido.
Não sei porque, mas naquele momento me lembrei de uma amiga que me narrou com detalhes como foi quando fez sexo anal com seu marido pela primeira vez.
Cheguei sentir um arrepio pensando naquilo tudo entrando no meu cuzinho ainda virgem, pois meu marido sempre comentou que eu tenho um rabo lindo e gostoso, mas nunca se aventurou a me comer por trás, no máximo ele tinha alisado minha bunda algumas vezes, com ar de cobiça, mas sem passar disso.
Paulo estava na posição de lado e aquele colosso estava meio escondido entre suas pernas, num gesto de ternura e carinho, bem como de agradecimento, alisei carinhosamente aquele mastro; num movimento instintivo, ele se virou e ficou na posição de peito pra cima, deixando a rola toda exposta ao meu olhar curioso e meus carinhos, arregacei a pele que cobria a cabeça, expondo-a totalmente, era roxa, grande e chegava brilhar, acredito que do meu gozo e do dele que já havia ressecado, comecei a fazer carinho nela em toda sua extensão, e pude perceber que aos poucos ela dava sinal de vida, e esses sinais me impulsionavam a cada vez mais lhe dar carinho e com mais intensidade.
Chegando a um ponto que não me contive e comecei a beijar toda aquela gostosura, indo depois em direção a cabeçona, onde já não eram beijinhos e sim beijos demorados, para depois começar a botar ela na minha boca, e ensaiar uma chupadinha, o que eu fazia meio sem jeito, pois nunca tinha chupado meu marido.
Seu pau já estava completamente duro, tinha despertado e dava sinais de estar pronto para uma nova batalha. Nisso, ainda beijando e lambendo sua rola, percebi que Paulo tinha despertado e com uma das mãos acariciava meus cabelos, me olhando com um olhar meigo e carinhoso, e perguntou:
- “O que minha gostosona está querendo agora? Olha lá, não é bom mexer com quem está quieto! Rindo, acrescentou: - “Você vai arrumar problema pra você mesma”.
Como que sem saber o que estava fazendo, nem medir as consequências do meu ato, disse que tinha preparado um “presentinho” surpresa para ele, e ato contínuo, me virei de bruços, empinei meu rabinho para cima, e acariciando toda a extremidade de sua rola, disse:
- “Isso é como que um presente por todo o gozo que você me deu hoje, eu quero que você coma minha bundinha.
E pedi com a voz cheia de dengo:
- “Me come por trás …vai …eu nunca fui comida assim …me come   …por favor …vem tirar o cabacinho de minha bundinha”.
Ele ainda perguntou se era isto mesmo que eu queria, se eu já tinha visto que a rola dele era um “pouco” além do normal, se eu não iria me arrepender depois.
Mas quanto mais ele falava mais eu sentia tezão no cuzinho, eu já babava só de pensar em ter tudo aquilo no meu rabo. Pela sua demora em se decidir, voltei a pedir:
- “Me enraba Paulo …por favor …não recuse o presente que estou te dando com tanto carinho …eu nunca dei pra ninguém …não recuse minha bundinha …vai querido me enraba …enfia essa gostosura também na minha bundinha, como você enfiou na minha xotinha”.
Logo em seguida senti seu dedo recolhendo o melzinho que começava a escorrer da minha bucetinha e depositar esse mel nas preguinhas do meu cuzinho, carinhosa e pacientemente ele fez essa operação por várias vezes, e quanto mais ele enfiava o dedo na minha xotinha, mais mel ela voltava a “fabricar”, e novamente o mel era conduzido pra entrada do meu cuzinho.
Quando ele sentiu que a entradinha do meu cuzinho já estava bastante melado, ele pegou sua rola e sem eu esperar, enfiou todinha na minha buceta, me espetando até o talo, apesar de ter gostado da penetração, que fez minha xotinha vibrar, eu reclamei:
- “Não querido …não faz assim   …você enfiou no buraquinho errado …é na bundinha que eu quero agora …por favor …mete nela vai …por favor”.
No que ele falou ao meu ouvido me acalmando:
- “Calma, foi só para lubrificar toda a extensão do meu pinto. Eu vou sim comer esse cuzinho lindo e gostoso”.
Então, devagarzinho ele foi tirando de dentro dela, deixando minha xotinha com cara de menino que perde sua bala. Nisso ele enfiou a ponta do dedo no meu cuzinho, e fez movimentos circulares com ele lá dentro, para em seguida encostar a cabeça do seu pau bem na portinha do meu cuzinho. Arrepiei-me toda com aquele contato, e senti que não seria fácil levar tudo aquilo no cuzinho.
Ele pegou minha bunda com suas mãos, de dentro para fora, e foi abrindo a mesma, e pediu que por baixo de mim, entre minhas pernas abertas, eu passasse uma das minhas mãos e com ela fosse eu mesma direcionando a cabeça do pau dele para a entrada do meu cuzinho.
E assim eu fiz, só que, por mais que ele abrisse meu rabo, quando a cabeça batia na entrada do meu rabo, essa se negava a dar passagem para algo tão descomunal em relação ao orifício do meu cu.
Ele inverteu a posição, dizendo para que eu apoiasse meus ombros no colchonete e eu mesma abrisse minha bundinha com minhas mãos, enquanto ele direcionaria aquela ferramenta para o meu orifício anal.
Coloquei meus ombros de encontro ao colchonete, deixando meu bumbum totalmente empinado para cima, e coloquei meus braços por baixo de mim, com as mãos fui abrindo minha bundinha o máximo que podia, deixando meu cuzinho completamente exposto e a mercê do ataque daquele “guerreiro”, que eu sabia seria implacável.
Paulo encostou a cabeça bem na entradinha e num movimento lento, porém firme, ele foi enfiando aquela cabeça no meu cuzinho, sem chance de defesa para ele, que diante da pressão, se viu sem alternativa, a não ser ceder, esticando todas as suas pregas e dando passagem aquele pau enorme.
Quando tive a idéia do presente acho que não avaliei bem as conseqüências, meu cuzinho parecia que pegava fogo, ardia como brasa, minhas mãos tentavam a todo custo segurar o invasor, mas Paulo com suas mãos livres, pois já tinha guiado seu pau até a entrada do meu rabinho, segurou-as não deixando que elas agissem em defesa do meu cuzinho violentado, minhas pernas balançavam no ar como que a pedir socorro, e meu corpo se tremia todinho, eu sentia que as lágrimas corriam em meu rosto, e da minha boca saia um rouco pedido de clemência:
- “Não Paulo …pára …pára …você ta rasgando meu cuzinho …para …eu não agüento …não quero mais te dar esse presente …vem comer minha bucetinha …vem …por favor …pára …você ta rasgando meu cuzinho todinho …pára querido”.
Ele percebendo meu sofrimento acabou de fazer entrar a cabeçorra e parou, não deixando, porém, sair a parte que já tinha entrado. Beijou-me na nuca e carinhosamente me pediu pra ter calma, o pior já tinha passado, era preciso, disse ele, um pouco de sacrifício para podermos depois gozar do momento bom.
Mandou que eu respirasse e disse que aos poucos eu iria me acostumando com um “corpo” estranho enfiado no meu rabinho. Enquanto eu me acostumava ele alisava carinhosamente minhas nádegas, parecia até que estava ninando uma criança. Passados alguns minutos, a ardência praticamente já havia passado, e eu começava a ter uma sensação boa de dar o rabo pra ele.
Ousei passar a mão na minha bunda e topei com um verdadeiro poste enfiado na minha bunda, alisei o pau dele timidamente e percebi que ainda faltava muito pra entrar tudo no meu cuzinho. Ele percebendo que já não era tanto o desconforto, começou bem devagar a retomar a operação onde havia parado, e aos poucos foi metendo, com intervalos para uma carícia, ora na nuca, nos cabelos e nas minhas nádegas.
Eu suava que nem tampa de panela, em alguns pontos do meu corpo o suor chegava pingar, até que, finalmente, ele pegou minha mão e colocou na base do pau dele. Que alívio, para minha surpresa vi que tinha entrado tudinho. Eu nem acreditava que num buraquinho daquele pudesse caber algo daquele volume. Ele disse:
- “Agora é só nós gozarmos.
E iniciou lentamente o movimento de entra e sai, que no início ainda foi meio desconfortável, com meu cuzinho dando sinais de muita ardência, mais aos poucos ele foi se acostumando e eu comecei a sentir como é gostoso dar o cu. Em dado momento eu nem me reconheci, pois me fraguei pedindo:
- “Vai Paulo mete mais …mete tudinho …vai querido …mete no cuzinho da tua amante …vai …come meu rabinho virgem …me faz gozar no cuzinho …vai macho”.
E ele não se fazia de rogado, metia com vontade. Foram mais de trinta minutos de põe e tira, eu não podia ver, mas tinha certeza que meu cuzinho estava em frangalhos, devido ao castigo (gostoso) que estava recebendo.
Até que não agüentamos mais e aos gritos gozamos alucinadamente.
Foi maravilhoso sentir sua porra ser jogada bem dentro do meu rabo. Finalmente eu tinha perdido a virgindade na bundinha, e com um homem maravilhoso que sabia dar tratos a uma mulher.
Ficamos deitados lado-a-lado durante uns quinze minutos, quando ele me convidou para tomarmos um banho; nos dirigimos ao banheiro e lá, como não poderia deixar de ser, ele ficou fazendo gozação comigo, admirado com o volume da minha “xaninha”, e ato contínuo, veio com sua mão boba fazer carinhos na “testinha” dela, só que carinho na “testinha” foi só o começo, logo ele fez deslizar o dedo pra dentro da minha bocetinha a procura do meu grelinho e achando-o, disse que ele estava durinho, e isto para ele significava que eu estava “tezuda”, e que ele não queria que eu saísse dali assim; confesso que os carinhos dele nela e no meu grelinho tinham mexido comigo, e que ela já dava sinais de estar ficando molhadinha de novo.
Ele sentou-se no chão do box do banheiro e dobrou suas pernas, deixando os joelhos para cima, e em seguida mandou que eu sentasse com minha bundinha em cima dos seus joelhos, no início não entendi o que ele estava pretendendo, mas tão logo sentei como ele havia mandado, percebi sua intenção, pois naquela posição eu havia ficado com minha xotinha de frente e na altura da cara dele, e quando ele afastou meus joelhos, abrindo minhas pernas, eu fiquei com minha bocetinha aberta, a mercê dele, que veio com aquela língua gostosa que eu já conhecia, primeiro procurando meu grelinho, o qual foi premiado com o carinho da pontinha de sua língua, para em seguida ser sugado para dentro daquela boca quente, e em seguida eu tive minha boceta todinha sendo ora beijada, ora chupada.
Foi uma chupada de mestre, a cada contorcida que sua língua dava dentro da minha xotinha me levava à loucura.
Como uma desvairada, puxei sua cabeça pelos cabelos para dentro de minha buceta, eu queria ser comida literalmente pela boca gostosa daquele homem.
Foram mais de vinte minutos de chupada, onde eu não consegui contar quantas vezes gozei, até que, já não aguentando mais, dei uma última gozada, gritando como uma alucinada, todo meu corpo dava mostras do prazer sem medidas que eu estava sentindo, quase que desmaiei sentada nos seus joelhos, foi preciso que ele me segurasse com seus braços fortes, para que eu não caísse, e gozei sem nenhuma reserva ou pudor, aos gritos anunciei que estava gozando na boca de um homem gostoso e maravilhoso.
De tanto gozar, não tive pernas para ir pra baixo da ducha, ele me levou quase que de colo, só depois de um banho frio é que me recuperei.
Demos banho um no outro, com muito cuidado e carinho tentei recompensá-lo por tudo que recebi, lavando aquela rola que havia me dado tanto prazer e não me furtei em depositar vários beijinhos nela e ainda tê-la colocado na minha boca, onde iniciei uma chupadinha, mas paramos por ai, pois à tarde já terminava.
Cheguei em casa linda, leve e solta, e meu marido até estranhou meu ar de felicidade e perguntou o que estava acontecendo comigo, qual o motivo de tanta felicidade. Respondi que “ele mesmo procurasse saber o motivo”.
Fiquei durante muito tempo “dando” pro meu professor de ginástica e mais ainda, não dei o prazer ao meu marido de saber que eu já estava dando pra outro homem, pois achei que ele não merecia a alegria de ter sua fantasia realizada, já que ele me deixava de jejum em casa por longo tempo, bem como por ter me deixado sem saber como é gostoso dar o cuzinho.
Enviado ao Te Conto por Hellen

sábado, 7 de setembro de 2019

Levando Rolada das Boas

by: Kamilli

Eu me chamo Kamilli, tenho 20 anos. Eu adoro manhãs de domingo, mesmo as mais frias, e aquela manhã era especial, pois veio na sequência de uma noite muito agradável em que passei em ótima companhia… Paulo Henrique — o quarentão da construção civil — sentia meu corpo satisfeito e agradecido com tudo o que ele me proporcionou: momentos de doçura e prazeres… Desci das nuvens quando cheguei defronte ao meu prédio.
Após pagar o taxista, dei uma passadinha na padaria que ficava do outro lado da rua e comprei algumas daquelas delícias: doces e salgados para o café da manhã e uma refeição pronta para o almoço.
Na saída encontrei minha colega que voltava de sua caminhada matinal, Yasmin, a apressadinha, ela estava sempre agitada e com pressa, 17 anos, jeitinho de menina com um bundão de mulher, seios fartos e meio doidinha das ideias.
Morávamos no mesmo andar e era uma das raras pessoas do prédio com quem eu conversava. Além dela tinha também o rapaz da portaria que arrumava as coisas que davam defeito em meu apartamento; era um verdadeiro marido de aluguel. Os demais, inclusive os pais da Yasmin, eu apenas cumprimentava educadamente. 
Convidei-a para o café em minha casa e durante nosso desjejum ela insistiu na conversa que se repetia há alguns dias (ela era apressada também para falar): tentava me convencer a fazer uma matrícula, junto com ela, na academia que ficava algumas quadras do nosso prédio.
— Calma! Toma mais um gole de suco e respira. — Eu zoava com ela.
Eu estava a fim de ir, precisava manter a forma e quem sabe seria uma oportunidade de fazer novos contatos, já que a academia era uma das mais caras da redondeza e com certeza era frequentada por clientes em potencial e do mesmo nível dos que tínhamos na agência.
O problema é que eu estava fazendo contenção de gastos, porém cedi aos pedidos da garota que falava como uma metralhadora. Eu usaria parte da grana que ganhara horas atrás, a situação estaria sob controle por um mês, depois eu decidiria se continuava na malhação.
E lá fomos nós no dia seguinte (segunda-feira) para passearmos pelas instalações e conhecer o lugar — e principalmente os alunos — depois fizemos a inscrição, acertarmos os detalhes e tivemos a primeira aula no dia seguinte (terça-feira) 10 horas da manhã.
Percebi que o horário não era o preferido dos “senhores”, mas era só o primeiro dia e eu continuaria observando. Fizemos um pouco de musculação, sem exageros, pois éramos iniciantes, posteriormente fomos para a parte final da aula que era o alongamento para relaxar.
Esqueci momentaneamente da academia e da busca de clientes para o meu negócio paralelo como “Freelancer”, curtia a música suave e viajei com meus pensamentos revivendo cada momento que passei ao lado do Paulo Henrique, fiquei me questionando:
“Será que foi só mais um programa? Será que ele poderia ser meu cliente fixo e secreto em minha atividade independente? Ou será que este desejo de encontrá-lo novamente é porque ele mexeu comigo?”.
Perguntas como estas borbulhavam em minha cabeça desde o instante que sai de sua casa no domingo.
No final da aula fui para o vestiário da academia e verifiquei que havia duas ligações perdidas na tela do meu celular, como eu não conhecia o número, não liguei de volta e fiquei no aguardo que ligasse novamente.
Fui embora com a Yasmin caminhando aquele quase 1 km.
Mais tarde, sozinha em meu apartamento, toda ensaboada durante uma ducha gostosa e ouvindo a melodia romântica que vinha do rádio, viajei novamente com a lembrança do homem que não saia da minha cabeça, minha mão deslizou em meu sexo e comecei a me tocar relembrando nossa transa na banheira perfumada e misteriosa, perna levantada com o pé apoiado na borda da banheira, ombro apoiado na parede de azulejos, gemia ronronando como uma gatinha pressentindo o momento do clímax…
Voltei ao mundo real ao ouvir o toque do meu celular, minha expressão de raiva por interromperem meu prazer solitário se transformou em um sorrisão ao atender… era ele.
O destino estava conspirando a meu favor. Procurei não demonstrar muita ansiedade.
Depois da introdução ele rasgou elogios referentes ao nosso encontro do último sábado e a seguir convidou-me para almoçar naquela tarde. Puta merda! Eu estava cheia de trabalho até quinta-feira e não poderia cancelar nada.
Passava um pouco do meio dia e infelizmente tive que recusar o convite, expliquei que não gostaria de ter um encontro às pressas com uma pessoa tão especial quanto ele, eu teria que ir para o meu trabalho de promotora e o evento começaria às 14 horas.
Achei melhor adiantar outros esclarecimentos dizendo que tinha trabalho agendado até quinta-feira à noite, evitaria novas recusas e constrangimentos caso ele trocasse o convite de almoço para jantar.
Ele foi muito simpático e cavalheiro, após uma conversa agradável nós concordarmos que nosso reencontro deveria ser sem correria para podermos nos curtir com tempo, combinamos o almoço para sexta-feira e passaríamos a tarde juntos, já que não haveria eventos e eu estaria de folga o dia todo.
Encerrada a ligação, o normal seria que eu pensasse no dinheiro extra que poderia ganhar e no cliente novo que estava conquistando, no entanto, eu só pensei no prazer da sua companhia.
“Caraca! Será que este cara mexeu mesmo comigo?”
Continuei com meus pensamentos e antevendo a diversão que teríamos no próximo encontro. Aguardaria ansiosa a sexta-feira… Jesus!
Só então me lembrei do Matheus, ele vinha quase todas as sextas, contava com a sorte de que ele me procurasse somente no início da noite, assim tinha feito ultimamente.
Eu escolhi o ofício principalmente pelos momentos de prazer, porém têm programas que eu faço profissionalmente e sem a menor diversão, a vontade é a de dar um foda-se, mas acabo fazendo pelo dinheiro.
Isso acontece quando o cara chega bêbado e com atitudes bem desagradáveis, brocham e culpam a gente ou choram, não sei qual é o pior.
O que bloqueia mesmo o tesão são os machões estúpidos que tratam uma mulher como se fosse uma mula.
Ainda tem os casos de deformações físicas — órgão gigante, por exemplo — encararia um assim naquele final de noite.
Sexo é o meu passatempo preferido e adrenalina o meu combustível para acelerar e intensificar o orgasmo, sempre curto os programas e gozo no mínimo 90% das vezes, mas foi impossível gozar com aquele cara, a dor superou qualquer sentimento de tesão. 
Depois do trabalho de promotora em um evento eu ganhei uma carona para casa e iria me arrumar para o encontro, seria a primeira vez com este cara. Fiquei toda delicinha e fui para o motel onde encontraria com o cliente.
Aff! Que cara grande —   um metro e noventa eu supus — até que não era um gigante, mas assim que vi seu pênis monstro, quase desisti do programa, pois duvidei que aquilo coubesse dentro de mim. 
É gente! Engana-se quem pensa que vida de puta é só abrir as pernas e simular um orgasmo com gemidinhos. Tive que ser muito profissional e aguentar o tranco. 
Peguei o maior preservativo que tinha, um extralargo para mais de 20 cm, ainda assim entrou apertado no pau do cara que além de enorme era bem grosso. 
Prolonguei o quanto deu as carícias preliminares tentando fazer que o tempo de penetração fosse o menor possível, e o sofrimento também.
Depois caprichei no gel e quase fiz o Sinal da Cruz quando ele mirou aquele “extintor” em minha boceta… Deeeuus! Gemi e gritei bem puta mesmo. Aquela coisa me penetrava alargando tudo e parecia não ter fim.
Santa dilatação que permitiu que coubesse tudo sem que me rasgasse ao meio, porém o desconforto foi enorme ao sentir que tocou o meu colo do útero. 
O homem começou com as bombadas golpeando meu sexo. Minutos depois eu caprichei na simulação de um orgasmo tentando induzi-lo ao gozo.
Não bastava apenas dar gritinhos e gemer, pois ele me encarava, alojado que estava entre minhas pernas e sentado sobre as suas. Mãos enormes agarraram minha cintura e mantiveram meu corpo no ar na posição horizontal enquanto minhas pernas envolviam sua cintura. Seus movimentos de braços puxava meu corpo de encontro ao dele e o impacto era forte e torturante. Recuava meu corpo e as estocadas brutas se repetiam cada vez mais rápido.
Minha encenação de gozo com os olhinhos revirando e expressão de deleite falhou, nem sempre esta tática funciona. Ele deitou sobre mim e continuou com o castigo. Eu não aguentaria aquele espancamento por muito mais tempo.
Enfim, o grandalhão gozou, eu simulei outro orgasmo para que ele saísse logo de cima de mim, dei meu último gemido (de alívio) após levar “porradas” no sexo por mais de meia hora.
Além de toda dolorida, minha vagina ficou parecendo uma flor que desabrochou e escancarou toda. Estes de tamanho gigante deveriam pagar dobrado.
Felizmente era meu único cliente daquela noite. Achei que precisaria de um banho de imersão e 24 horas de repouso para me recuperar e aguentar um novo dia de trabalho e de bombadas.
  • Enviado ao Te Contos por Kamilli

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Já comi a minha sogra e foi muito gostoso...

By: Augusto

Eu me chamo Augusto, tenho 28 anos e namoro com a Luna a 2 anos e meio, ela é uma loirinha muito gostosa de 20 aninhos, que tem uma mãe, minha sogra mais gostosa ainda chamada Lucimara. A mulher é malhada, gostosa, peituda, tem uma bunda linda, parece até irmã da minha namorada.
Eu ficava secando minha sogra, caralho, que bunda gostosa essa mulher tem, meu sogro tem a maior cara de mané e já ouvi várias vezes conversinhas de que ele não dá um trato nela do jeito que a safada gosta.
Eu ficava fantasiando com minha sogra o dia inteiro, que mulher tesuda do caralho e quando rolava festa e ela bebia, a safada se comportava mal, abraçava, beijava todo mundo, descia até o chão, uma loucura.
Com o tempo minha sogra percebeu que eu tava encarando ela com uma cara de safado e ela gostava, porque ela mudou, vi ela começar a me provocar, inclusive com as roupas, bem curtinhas e apertadas. Eu passava mal.
Eu comecei a tomar café da manhã na casa da minha sogra, é a caminho para o meu trabalho, então aproveitava e levava ela na academia todo dia. Eu via a coroa com cada shortinho minúsculo que me deixava doido de tesão.
As roupas de malhação dela deixavam a bucetinha bem marcada, que tesão do caralho. Um dia não aguentei, a gente parado no trânsito, fiquei olhando aquele bucetão gostoso marcado na calça.
Ela sacou na hora achei que ela ia me dar a maior pregação, mas ela olhou pra mim sorrindo e disse:
-Você tá sem mulher em casa? olhando para a buceta da sogra?
Fiquei chocado com o que ela disse q só consegui olhar pra cara dela e sentir minha pica latejar.
-Ué, tá tímido agora?
Eu não aguentei, fui pra cima dela, tasquei um beijo na boca da minha sogrinha gostosa e comecei a passar a mão nas coxas dela. Com medo de alguém ver, levei ela para um cantinho onde a gente pudesse ficar a vontade, parei numa rua deserta.
Voltei a beijar ela toda, cada pedacinho do corpo dessa safada, seu pescoço.
-Eu sabia que você queria me comer, tava só de olho em você.
-Caralho, mas também você é tão gostosa, fica difícil resistir né?
A gente foi para um motelzinho, lá eu tirei a roupa dela inteira, fiquei doidão como minha sogra é gostosa, os peitos dela bem durinhos, a barriga perfeita, a buceta toda lisinha e uma bunda espetacular.
Eu já fui caindo de boca naquele bucetão gostoso do caralho, chupei pra cacete, senti ela se contorcendo e ficando mais molhadinha.
-Você chupa tão gostoso, aii que delícia essa língua na minha buceta.
Eu enfiava minha língua dentro da buceta dela, foi um tesão danado, eu sentia ela molhar minha cara toda e não parava de chupar mesmo com a língua dormente. De repente a safada não se aguentou de tanto eu lamber o grelinho dela e avisou que ia gozar.
Ela deu uma gozada gostosa, ficou se tremendo inteira, tendo espasmos e toda arrepiada e com o coração batendo forte. Subi em cima dela e beijei sua boca com o gostinho da sua buceta pra ela sentir que delícia que é.
A gente trocou um beijo molhado e meu pau não parava de latejar.
-Eu adorei sua chupada, vamos fazer um meia nove?
Aceitei e a gente começou a se chupar gostoso pra caralho, ela engolindo meu pau, eu com a língua de novo na xaninha dela, essa putinha me deixou doido de tesão e com uma vontade gigante de meter gostoso.
Ela mamava, eu também, antes que eu cortasse o barato e gozasse na boca dela, pedi pra ela deitar e abrir as pernas. Mais uma vez me maravilhei nessa buceta deliciosa, meti dois dedos, comecei um vai e vem bem safado, depois não aguentei e fui empurrando o pau.
-Que delícia apertadinha, puta que pariu!
Meu pau entrava numa facilidade do caralho, eita buceta gostosa da porra, fiz ela subir no meu colo e rebolar toda safada, eu não tava aguentando mais. Foi uma delícia do caralho.
Meti o pau na buceta dela, botei de quatro, empurrei fundo na minha sogrinha, fiz ela gozar de novo e gozei gostoso dentro dela. A mulher ficou louca, satisfeita e com um sorriso no rosto.
  • Enviado ao Te Contos por Augusto

A viagem que nos transformou (lesb)

By: Rosy

Oi, meu nome é Rosy, 26 anos, morena, seios durinhos e bundinha redondinha, sou casada e bem safadinha…
Bom este fato aconteceu há uns seis meses atrás. Tive que viajar pra uma cidade próxima pra resolver assuntos de trabalho, e chamei minha amiga Solange, bem ela tem 22 anos é mais morena que eu, cabelos cacheados, seios pequenos e bumbum grande, bem atraente ela.
Como não queria ir sozinha a levei pra conhecer a cidade chegando lá nos instalamos em um hotel no centro, ficamos em uma suíte (e modéstia a parte era bem luxuosa) saímos pra almoçar em uma churrascaria, fizemos umas comprinhas em algumas lojas e assinei uns documentos que precisava em um escritório contábil e voltamos para o hotel porque já era umas 20h00min e estávamos cansadas da viajem.
Assim que cheguei já fui direto pro banho e ela ligou o televisor pra assistir a novela, acabei meu banho e como de costume coloquei uma camisola e deitei na cama pra fazer umas ligações e ela ficou me olhando de uma forma meio estranha, se levantou pegou uma toalha e se dirigiu ao banheiro também.
Enquanto ela tomava seu banho liguei pra recepção e pedi nosso jantar no quarto visto que estávamos indispostas a descer, escolhi um cardápio leve e uma garrafa de vinho branco (adoro beber vinho quando estou cansada) bom assim que ela saiu do banho a campainha tocou, era o nosso jantar, ela foi até a porta o garçom entrou com aquela mesinha perguntou se precisava de mais alguma coisa, agradeci disse que não e se precisasse ligaria, dei a gorjeta e saiu.
Como estávamos famintas atacamos a refeição enquanto bebíamos o vinho aí é que vem o detalhe eu não sabia que a Solange era fraca pra bebida e percebi que ela estava meio alterada rindo demais, mas deixei ver até onde ia essa animação toda dela
Depois de um dia cansativo, acabamos de jantar ela contando casos e mais casos muito alegre eu falei que o papo tava ótimo, mas que era melhor dormimos porque no outro dia tínhamos que sair cedo, ela concordou fomos ao banheiro escovamos os dentes e eu fui urinar ela ficou me observando pelo espelho, mas não liguei acabei e fui pra cama ela demorou um pouco no banheiro, mas em seguida veio e se deitou também (detalhe cama de casal pra duas mulheres rsrs)
Bom cai em um sono profundo, mas acordei com uma sensação estranha de madrugada algo acariciava minha bunda por baixo da camisola aí que lembrei que estava deitada com minha amiga e pensei será possível? E fingi estar dormindo pra ver até onde ela ia, e qual foi minha surpresa quando ela afastou o elástico da minha calcinha e começou a esfregar os dedinhos na minha rachinha, nossa!
Não aguentei e soltei um gemidinho, ela se assustou vendo que eu tinha acordado e se afastou, nisso eu virei e falei:
- você me provocou sua safada agora acaba com o serviço
Ela falou: - desculpa Rosy é que eu não resisti essa sua bunda virada pro meu lado e eu sempre te desejei, sempre te imaginei, você é uma amiga muito gostosa tenho vontade de fazer loucuras com você
Eu disse
- então faça, prove que é verdade o que você esta falando
Nossa aí a guria pirou se deitou por cima de mim e me lascou um beijo na boca enquanto apertava meus seios por cima do tecido fino da camisola, foi descendo me lambendo e começou a lamber os biquinhos dos meus seios, revezando entre um e outro e começou a mamar forte, mordiscando e eu falava
- vai sua cachorra, mama nesses peitos
Ela chupava parecia que ia engolir meus seios; depois de um certo tempo ela tirou toda a roupa dela e minha camisola e minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a chupar meu grelinho com tanta maestria que cheguei a pensar que ela era profissional em chupar bucetas rsrs
Gozei forte, intensamente e aquela vadia me chupava mais e mais e colocava uns dedinhos na minha buceta, depois lambia meu cuzinho e enfia outro dedinho lá também, nisso eu gozei umas 4 vezes desse jeito e quando eu não tava mais aguentando puxei ela pra cima pelos cabelos e falei
- vem cá sua puta que agora você vai ver!
Não sei da onde tirei essa coragem deve ser coisa do tesão só pode porque nunca me senti atraída por mulheres, só sei que comecei a chupar os seios daquela safada e desci até a buceta dela e comecei a lamber tava toda melecadinha, mas achei gostoso não demorou muito e ela gozou e eu continuei chupando e enfiando os dedos naquela buceta fogosa e ele me implorou pra parar
Parei e ela se deitou por cima de mim só que com a cabeça pra baixo foi ai que eu entendi o que ela queria e começamos um 69 muito louco, mas muito gostoso, imagine duas gostosas em cima de uma cama king no meio da madrugada se chupando! Gozamos tanto que adormecemos uma ao lado da outra
No outro dia acordei com ela me beijando, levantamos tomamos banho juntas e pensa num banho pra lá de fogoso! Chupamos-nos ali mesmo em baixo do chuveiro com aquela espuma cheirosa de sabonete, gozamos muito uma na boca da outra desfrutando nossos corpos com tanta vontade como se o mundo fosse acabar naquele instante, acabamos o banho nos trocamos, descemos e tomamos o café da manhã e voltamos pra nossa cidade.
Bom nossa amizade depois disso mudou, mas para a melhor, sempre que estamos carentes recorremos uma a outra, mas isso já é outra história espero que tenham gostado!
Beijinhos
  • Enviado ao Te Contos por Rosy

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...