quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Minha irma e eu transamos com os nossos primos

by: Fernanda

Meu nome é Fernanda e tenho 18 anos. Sou morena com um bumbum empinado e as coxas grossas.. 
Devido toda minha família, tios e avós, morarem em minha cidade, sempre fui cercada de primos e primas. Apesar deste contato todo, e ainda saber que minha irmã dava para todos os meus primos, nunca tive qualquer relacionamento com algum deles, apesar de todos serem muito bonitos. 
Todos nós sempre saímos juntos para festas, cinema e boates, mas sempre eu ficava com alguém de fora do grupinho. Minha irmã, piranha que só ela, não perdia uma chance de fuder com algum de meus primos, e já até a flagrei chupando o cacete de um deles. Como já havia rolado algumas vezes, combinamos, eu e ela, de jogarmos baralho aqui em casa com nossos primos Reinaldo e Roberto, 21 e 22 anos, pois meus pais estariam fora naquela noite e assim poderíamos beber e jogar a noite toda. 
Lá pelas dez horas os dois chegaram e logo começamos a jogar buraco, sendo nós duas contra eles. Ganhamos as primeiras partidas e, embaladas pela cerveja, brincávamos com eles, chamando-os de fracotes, que não tinham forças para ganhar da gente… e sabe com é que é homem, eles logo se sentiram diminuídos e começaram a nos provocar. 
-Então vamos apostar, jogar sem valer não tem graça
Provocou um deles. 
-valendo o quê?, perguntei. 
-Quem ganhar escolhe, respondeu. 
Sem ver sacanagem na parada, aceitamos. Começamos outra e tomando mais e mais cervejas, já fazíamos uma merda atrás da outra até que perdemos mesmo o jogo. 
-E aí fodonas, perderam? Ironizou Roberto. 
Minha prima mandou eles dizerem logo o que queriam. 
-Vocês vão ter que pagar um boquete para nós, Disse Reinaldo, sem vacilar.
-Qualé, ficaram malucos?, disse indignada. 
-Ué, tiraram tanta onda e agora vão amarelar?, provocou Roberto, rindo. 
-Ta bom então, mas só um pouco,aceitou minha irmã, que já estava adorando a situação. 
Ela foi logo puxando Reinaldo para o sofá e mandando ele sentar. Roberto ria e me provocava, 
-e aí Fernanda, perdeu pagou. 
Eu não acreditava no que via, minha irmã abaixou as calças de Reinaldo com cueca e tudo e começou a bater uma punheta para ele. Eles estavam á poucos metros de mim e logo comecei a sentir minha bucetinha se umedecer toda. Reinaldo tinha um cacete grande e logo estava super duro. Os dois me olharam e, com o cacete duro nas mãos, minha irmã me disse 
-Vai Fernanda, chupa o pau dele. 
Roberto me olhou e, já cheia de tesão mas muito envergonhada, o chamei para o meu quarto, puxando-o pelas mãos. Disse para o Roberto que seria só uma chupadinha e mais nada, e ele, com um sorriso safado concordou. Me sentei na cama com ele em pé á minha frente comecei a abrir sua calça. 
Antes mesmo de tirar seu cacete para fora, ele já se mostrava bem duro pelo volume que fazia. Não seria a primeira vez nem a segunda que eu iria chupar um cacete, mas aquela situação toda estava me perturbando muito, ao mesmo tempo em que me excitava, mas na hora que enfiando a mão dentro de sua cueca, tirando seu cacete para fora, um tesão louco me tomou o corpo e depois de o medir com os olhos, comecei a chupar. 
Era do tamanho que eu gosto, que dá para chupar bem gostoso enfiando quase tudo na boca. Abaixei sua calça e acariciando seu saco peludo, e me dediquei a mamar o cacete de Roberto. Seu pau era muito bonito e a cabeça era bem grande, inchada e roxa. Chupei meu primo durante uns dez minutos até que sentindo que ele iria gozar logo, aumentei o ritmo de minha chupada, indo e vindo com a cabeça cada vez mais rápido, até que senti sua porra me inundando a boca. 
Pela primeira vez eu deixava alguém gozar em minha boca, eu sempre pedia para gozarem sobre meus peitos, mas estava adorando. Sua porra tinha um sabor muito estranho, mas não era ruim. Roberto gemia baixinho enquanto eu mamava e mamava, engolindo seu leitinho todo. 
Depois me bateu uma vergonha e pedi que vestisse a calça. Ouvindo uns gemidos vindos da sala, Roberto me chamou para ir ver com ele o que eles estavam fazendo. Eu fui, e o que vi me acendeu novamente o tesão. 
Minha irmã estava de quatro no sofá sendo fodida com força pelo meu primo, que a segurava pela cintura. Roberto estava atrás de mim passando a mão em meu bumbum. Continuei a assistir a transa dos dois e logo meu primo já estava me abaixando a calça de lycra que eu usava. Dei uma olhadinha para trás mas logo voltei a outra cena, deixando meu primo me lamber o bumbum. Abaixado, ele me mordia a bunda toda e lambia meu reguinho. Eu estava hipnotizada pela cena, e muito excitada. Meu primo, se aproveitando disso, me abraçou por trás e começou a me acariciar os peitos e a bucetinha completamente úmida.
Depois ele tirou minha blusa e abaixando-se de novo atrás de mim, levantou uma de minhas pernas e começou a chupar minha buceta. Eu própria segurava minha perna no ar, enquanto sentia sua língua em minha bucetinha e no meu cuzinho. De onde nós estávamos eles não poderiam nos ver, pois eles estavam meio de costas para gente, e assim, assistindo meu primo comendo minha irmã, me agarrei ao alisar da porta e com uma das pernas levantadas, deixei que Roberto me comesse. Ele enfiou tudo de uma só vez e, me segurando pelos peitos, passou a me fuder. 
Depois de alguns minutos, eles mudaram de posição, com ela sentando sobre ele mas, não querendo que me vissem, fechei a porta do quarto e puxei Roberto para a cama. 
-Chupa minha buceta, eu estou morrendo de tesão, implorei. 
Roberto me deitou, abriu e levantou minhas pernas e mandou ver. Nossa, e como chupava bem! Ele abria com os dedos meus lábios vaginais e enfiava a língua lá dentro, me fazendo gemer. Eu nem lembrava mais dos outros dois lá na sala. Roberto me chupou bastante até que veio para cima de mim e cravou seu cacete em minha bucetinha. Eu gemia e o abraçava, enquanto de pernas para cima, recebia seu cacete gostoso. 
Louca para gozar, troquei de posição com ele e de cócoras enfiei seu cacete na buceta. O cavalguei por uns dez minutos e gozei aos gritos, rebolando como uma puta. Um dos melhores da minha vida! Meu gozo parecia não ter fim. Quanto mais eu rebolava mais eu gozava. Depois Roberto me virou de quatro e começou a me foder assim. 
-Que bunda linda!, disse. 
Enquanto me deliciava com as estocadas de Roberto, ouvia os gemidos de minha irmã na sala, me excitando ainda mais. Roberto tirou seu cacete e começou a lamber meu cuzinho. 
Depois de me lamber bastante, Roberto começou a enfiar um dedo, depois outro e logo um terceiro, enquanto me masturbava. Ele começou a me fuder o cuzinho até então virgem, preparando-o para o seu cacete. 
-Já bati muita punheta imaginando te comendo o cuzinho, disse enquanto enfiava e tirava seus dedos em minha bundinha. 
-Agora eu vou te comer como sempre quis, priminha gostosa, concluiu. 
Eu até pensei em fazer um doce para dar o cuzinho para ele, mas logo ele tirou os dedos e começou a enfiar o cacete duro como ferro em meu buraquinho apertado. 
Ao contrário do que esperava, não senti nenhuma dor, só prazer. Seu cacete foi entrando firme até que senti seu saco encostar na minha bucetinha, e assim que levei minha mãos até a ela, começando a me masturbar, Roberto começou a me comer. Ele estocava profundamente e quase tirava seu cacete de meu cuzinho, me fazendo delirar de tesão. 
-Me come gostoso, estou adorando dar o cuzinho para você, gemi. 
-Vou gozaaaaar….ele gemeu alto logo em seguida. 
Eu não aguentei tanto tesão e gozei com ele, aos gritos novamente, como nunca havia gozado. Ali eu entendi por quê dizem que nada é melhor do que gozar por trás. Roberto me fodia freneticamente e eu não parava de gozar, sentindo sua porra escorrendo pelas minhas pernas, até que desabamos na cama, exaustos. 
Depois de trocarmos uns beijos, nos vestimos e voltamos á sala, encontrando-os também já vestidos e no maior love, e depois de uma rodada saideira de cerveja, eles foram embora. 
Antes de dormirmos, contamos uma para a outra o que tinha rolado e rimos muito. Assim como eu, ela também tinha dado o cuzinho e tinha adorado.
Depois desse dia passei a transar com Roberto direto, e sempre terminando com ele me comendo por trás. 
  • Enviado ao Te Contos por Fernanda

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Estou viciada em fazer boquete no meu amigo da faculdade que me dar carona

By: Gisele

Olá, me chamo Gisele, namoro um rapaz chamado Lucas. Ele tem 18 anos e eu também. Nós dois fazemos faculdade, porém cursos diferentes e em faculdades diferentes. Me considero uma moça bonita, tenho 1,62, morena de cabelo liso, seios médios e bumbum empinado e bonitinha de rosto. Meu namorado também é muito lindo e eu o amo, e sei que é recíproco, estamos juntos há um ano. 
Faço faculdade no turno da noite e umas duas vezes por semana volto de carona com um rapaz de outro curso chamado Breno. Volto com ele desde o início do ano, ele tem 20 anos, um rapaz magro, moreno claro e um pouco definido, aparentemente tem 1,75 de altura. Ficamos bem amigos, ele também tem namorada e é um rapaz simpático, conversamos sobre vários assuntos. 
Mas na semana retrasada, quinta feira, quando ele vinha me deixar em casa, começou a falar sobre relacionamentos e ao decorrer do assunto perguntou se eu já havia traído o Lucas. Eu respondi que não, nunca havia traído ele. 
A conversa se tornou desconfortável e ao mesmo tempo picante. Ao prolongar da conversa ele disse que me achava muito bonita e pegou em meus cabelos acariciando-lhes. Eu fiquei meio sem reação. Em seguida ele pegou minha mão direita e pôs sobre o seu pau, por cima da calça. Fazia um volume muito grande. Eu tirei e fiquei calada, chocada com a situação. Ele desabotoou a calça e baixou a cueca e deixou a mostra um pau enorme e pediu pra que eu o punhetasse. 
Eu neguei o pedido e ameacei sair do carro, que estava parado em uma rua sem movimento. Ele disse para mim não fazer isso pois estava tarde e era perigoso. E voltou a insistir, disse que aquilo não arrancaria pedaço e que era só para aliviá-lo pois estava estressado…. aquele cacete estava muito duro, apontado completamente para cima, devia ter uns 19 centímetros (bem maior que o do Lucas), algumas veias só que um pouco apagadas, uns pentelhinhos na base, bem ralinhos, era cor de mel bem clarinho, com a cabeça rosadinha completamente exposta e a parte de baixo do prepúcio também. 
As luzes do painel do carro e os postes da rua iluminavam aquele cacete. Ele exalava um cheiro que estava me hipnotizando, cheiro de piroca, de homem… sua cabeça babava e brilhava chamando por mim. O ar condicionado havia sido desligado, eu estava suando de nervosismo mas minhas mãos estavam geladinhas, o Breno continuava com uma de suas mãos em meus cabelos, ele cuspiu na outra mão e esfregou o cuspe pelo Pau, em seguida pegou na minha mão direita, senti a sua saliva na minha mão. Ele agora falou baixinho:
- “Bate uma punhetinha pra mim, Gisele”. 
Eu confesso que tentei resistir, gente. Mas a carne foi fraca. Ele puxou minha mãozinha e fez com que ela abraçasse seu mastro, ele deu um gemidinho, disse que minha mão estava gelada. Em seguida soltou e mandou eu começar.
Comecei acariciando com minhas unhas, estavam grandes e faziam com que ele delirasse, passei elas por todo o pênis, alisando-o e aumentando o tesão. O saco dele estava completamente contraído. O Pau do Breno estava uma verdadeira obra de arte, muito lindo… Pulsava com a delicadeza de minhas mãos, a baba dele escorria entre minhas mãos e o cheiro…. Era hipnotizante.
Então comecei a punhetá-lo de verdade, fechei minhas mãos por completo e comecei o vai e vem. O barulhinho que o cuspe fazia era muito gostoso e o Breno urrava de tesão. Aquilo estava me dando água na boca (e na xota). Mas eu lembrava do Lucas, e o quanto eu o amo e respeito, e havia prometido a mim mesmo que não faria nada além de quebrar um galho, afinal, o Breno me dava carona e nunca havia pedido algo em troca. Ele fechava os olhos de prazer, sinto a mão dele que estava em meu cabelo se fechar, ele começa a puxá-lo, meio que levando minha cabeça em direção ao seu Pau, mas eu resisti. Naquele carro só se houvia o barulho do movimento de meu braço, e dos gemidos baixinhos que ele soltava. Perguntei se ele estava gostando e ele respondeu:
- “Estou, mas acho que você está gostando mais”. 
Fiquei calada e aumentei o ritmo. E ele esporrou, muito, gozou na minha mão, o cheiro era forte e o líquido grosso. Continuei o vai e vem até o cacetão ficar completamente mole, ele urrou de prazer e agradeceu:
- “Muito obrigado, "Gih”, você tem mãos maravilhosas, ajudou bastante, acho que vou querer mais vezes". 
Eu fiz uma cara de brava e fiquei calada durante o restante do caminho, ele me elogiou, disse que eu estava cheirosa e que eu era muito linda. 
Quando chegamos em meu prédio, ele se despediu, deu um beijo no meu rosto e disse que me aguardava na segunda. Eu simplesmente dei um boa noite meio seco. Subi até meu apartamento, falei com meus pais e fui ao meu quarto.
Quando deitei na cama comecei a cheirar minha mão no qual ele havia gozado. Aquilo me deixou molhadinha, comecei a lamber minha mão lembrando daquele pau, toquei uma siririca e fui dormir pensando no que aconteceu, nem banho eu tomei. 
No dia seguinte eu não tinha faculdade, então o Lucas foi lá em casa, passamos a noite juntos, e eu com a consciência pesada. Nós estamos juntos desde o terceiro ano do ensino médio. Nunca havia traído ele, na verdade, ele é o meu primeiro namorado. Mas não deu para resistir… 
Passei o fim de semana pensando naquilo, e quando foi na segunda feira, as 22:00 da noite, estava eu no estacionamento da faculdade esperando o Breno mais uma vez para ir pra casa. E dessa vez foi tudo muito rápido. Entrei no carro dele e dei “Boa noite”, não tocamos no assunto nem nada. Mas quando deu uns 5 minutos de viagem eu não aguentei. Estava um silêncio e falei:
- “Breno, para naquela ruazinha de novo" 
E pus a mão sobre o pênis dele e fiz um carinho.Ele olhou pra mim e disse:
- "Gostou né, safada?" 
Ele já estava quase chegando na rua, quando chegou, rapidamente tirou a calça e a cueca e deixou pra fora aquela pistola, eu não ia me controlar mais. Abaixei as alças do vestido que eu usava, tirei o sutiã e deixei a mostra meus seios. Joguei tudo pro alto… virei de lado, prendi o cabelo, baixei a cabeça e comecei a mamar. Babava como uma cadela naquele pau maravilhoso, não queria saber de mais nada. 
Ele me chamava de putinha e forçava minha cabeça em direção àquela rola, alisava minhas costas e dizia que dali em diante eu teria que pagar pela carona. Eu estava me sentindo uma vadia, mas a sensação era muito boa. Aquele pau é hipnotizante, não sei porque havia demorado tanto pra começar a chupá-lo. Eu chupava seu saco com maestria, ele me chamava de boquinha de veludo.
Dessa vez, gozou tudinho na minha boca, não deu nem a chance de eu tirar a boca, ele é muito mais forte do que eu e segurava com força meus cabelos, eu engoli tudo dominada pelo tesão. 
Após isso, lambi o cacetão todinho até deixá-lo limpinho. Guardei ele em seu devido lugar e me vesti. Ele me deixou em casa e se despediu, nada de beijo na boca. Eu nem queria mesmo, só um Tchau e um Boa Noite.
Eu estou viciada, isso se repetiu na Terça, na Quarta e na Quinta. O que era uma carona de apenas dois dias passou a ser de quatro.
Eu não sinto vontade de ter qualquer tipo de relacionamento com ele, nem beijo na boca rola entre nós, nem mesmo um cheiro no pescoço. Eu amo o meu namorado, quero construir uma família com ele, e sim, sinto tesão e prazer com ele. 
Mas que mal há em quebrar um galho para um amigo? 
  • Enviado ao Te Contos por Gisele

Transando com meu primo

By: Mari

Oi, me chamo Mari, tenho 23 anos e sou bem gostosa, tenho 1, 70 de altura e peso 62 kg, tenho seios grandes e durinhos, cabelos loiros e olhos verdes.
O fato que me trouxe aqui ocorreu logo que fiz 18 anos, tinha acabado de passar em uma faculdade de veterinária na cidade onde morava minha avó materna. Como eu morava com meus pais em outra cidade uns 50 km de minha avó, resolvemos que eu iria passar a morar com ela até terminar minha faculdade. 
Tudo resolvido, tudo acertado! Peguei minhas malas e fui para casa de vovó.
Ela era viúva há anos e morava com o meu tio (irmão mais novo de minha mãe),e meu primo, ele tinha na época 23 anos, um pouco mais velho que eu.
Fui recebida com todo amor e alegria por minha avó que era uma querida, eu a amava muito e sempre me tratou muito bem, meu tio, e meu primo que por ter quase minha idade, tinha as mesmas ideias que eu e sempre nos demos muito bem, além de ele ser um tremendo gato. 
Era um moreno de 1, 85 mais ou menos, cabelos castanhos e olhos verdes, um porte atlético e um charme todo especial. Sempre falava para ele que se não fossemos primos eu o pegava fácil, sempre que dizia isso ele ficava muito envergonhado, desconversava e saia de fininho, sempre achei que ele tinha uma queda por mim.
Quando passamos a morar juntos nos aproximamos mais ainda, íamos as baladas juntos e ele cuidava de mim como um cão de guarda, ou seja, acabei ficando sozinha desde que me mudei para lá.
Já estava a mais de seis meses sem ver uma pica na frente, minhas sirirícas já não davam conta de todo o tesão que eu sentia, tinha de dar um jeito de arrumar um homem, óbvio, sem que meu primo soubesse.
Certo dia, depois da faculdade, fui a casa de uma amiga para terminarmos um trabalho e meu primo foi para casa, achei que iria demorar bastante, mas ela havia adiantado quase tudo e acabamos rapidamente, voltei para a casa de minha avó e chegando entrei com minha chave, dei uma olhada geral e meu primo não estava na sala ou cozinha, imaginei que estivesse estudando no quarto, fui até lá tive a surpresa, ele estava com seu notebook, sentado na cama e com seu pauzão enorme batendo uma tremenda de uma punheta.
Fiquei ali apreciando a situação para ver onde ia dar, ele estava concentrado no que via, sua mão passeava lenta e compassadamente por todo aquele mastro lindo e pulsante, minha xoxota já estava melada só de ver a cena, minha mão procurou por meu clitóris que já se destacava entre minhas pernas tremulas, com olhar fixo me tocava enquanto ele se masturbava, ele põem de lado o note e pega algo do outro lado, quando vi me assustei, era uma de minhas calcinhas e ainda a que tinha usado no dia anterior, ele a levou ao nariz e cheirou acelerando a punheta, vi ele passando a calcinha o seu cacete delicioso e continuou a subir e descer sua mão. 
Minha indignação foi substituída por um tesão incontrolável, abri a porta e ele se assustou, escondeu com minha calcinha seu cacete duro e tentou se explicar ou brigar, sei lá, só sei que tomei a dianteira e o questionei.
-O que minha calcinha que usei ontem faz aí, cobrindo seu pau?
Ele olhou desconcertado para minha peça intima, tirou de seu cacete e me estendeu a mão com ela.
-Eu posso explicar!
-Você pode tentar. Talvez eu acredite, quem sabe!
Pude ver seu pau perdendo aquela forma maravilhosa, descia lentamente, murchando a cada palavra que dizia.
Peguei a calcinha e a cheirei, fiz uma cara de nojo e disse.
-Isto cheira a calcinha velha e fedida, em nada tem o cheiro de minha xoxota. Você quer sentir o cheiro de xoxota?
Ele tentou balbuciar algumas palavras que mal saiam de sua boca. Levantei minha sai e puxei minha calcinha de lado deixando minha xoxota raspadinha e melada na altura de seus olhos arregalados. Ele me olhou espantado e voltou a fixar os olhos em minha boceta, vi seu cacete ressuscitando ao estado que me deixou excitada, firme falei para ele.
-E então, vai cheirar ou só vai ficar olhando?
Ele veio em direção a minha boceta e ficou sentindo o aroma, cheguei bem perto dele e apoiei minha perna na cama deixando a sua mercê minha boceta babada.
-Experimenta, vai!
Senti sua língua tocando os lábios de minha xoxota, um arrepio subiu de imediato estourando em minha cabeça, ele agarrou minha bunda e enterrou sua língua em minha boceta que correspondeu com espasmos de tesão, não podia acreditar, eu já estava gozando, me entreguei e deixei ele me possuir ali, sentia contrações de tesão, o tempo sem trepar me deu mais tesão para aquele momento, sua mão apertando minha bunda me aprisionava e não tinha outra alternativa a não ser gozar e gozar novamente
Em um golpe rápido ele me deitou na cama, puxou minha saia e calcinha deixando a mostra meus poucos pelinhos louros da boceta para seu delírio, a abocanhou novamente enquanto suas mãos exploravam meus seios já quase desnudos, tirei minha camisa e o sutiã deixando a mercê de meu amante todo meu arsenal de possibilidades, logo ele abandonou minha boceta e veio se deliciar em meus grandes e apetitosos seios, sua boca babada de boceta me melou toda e aquilo me deu mais tesão ainda.
Ele, depois de saciado, me olhou e me deu um longo e melado beijo, senti sua mão posicionando sua rola na entrada de minha boceta enquanto ainda sugava minha língua, seu cacete foi entrando em uma estocada que bateu no fundo de meu útero, as bombadas são fortes e compassadas, o delírio volta a me dominar e o gozo chega me deixando desnorteada, gozo novamente agarrando e enterrando minhas unhas em suas costas, todo meu tesão reprimido estava vindo a tona ali, naquela foda que jamais imaginaria, de repente sinto meu útero ser invadido por toda a porra que ele poderia me oferecer, e era muita, senti seu cacete latejando dentro de mim, o volume de porra encheu meu útero enquanto eu gozava mais uma vez. 
O cara tinha acabado comigo, estava extasiada, exausta, sem fôlego, sem noção do que tinha acontecido. Ele se levanta e diz.
-Caralho, você é mais gostosa que eu poderia imaginar.
Apenas sorri para ele sem nada falar, na verdade não coseguiria mesmo. Nos deitamos lado a lado e adormecemos ali, pelados e melados.
Quando acordei ele não estava mais na cama, tinha guardado o note e as outras coisas, minhas roupas, dobradas, estavam junto a cabeceira da cama.
Levantei ainda meio tonta, fui ao banheiro do quarto dele e me lavei, coloquei minha roupa e fui para a sala quando ouvi barulho na cozinha, lá estava ele, só de cueca, fazendo ovos mexidos.
-Estou preparando algo para a gente comer. Gosta de ovos mexidos.
Cheguei perto dele e peguei no seu saco, bem evidente na cueca que usava.
-Gosto mais desses.
-Acho que precisamos conversar sobre o que aconteceu, não acha?
-Na verdade não acho não. Você quis e eu também, para que arrumar pelo me ovo?
Abaixei e puxei sua cueca, o cacete dele estava meia bomba, o que me deu a certeza que estava gostando daquilo, abocanhei enquanto ele desligava o fogo dos ovos, suguei aquele cacete delicioso e senti o volume crescendo em minha boca, logo estava com seu cacete em riste novamente, ali mesmo na cozinha me pôs sentada sobre a mesa e sem tirar minha calcinha, enterrou sua rola em mim, metemos até ele gozar em mim novamente, posso afirmar que aquele momento selou nosso futuro.
Hoje somos amantes discretos, nem meus pais nem minha avó sabem de nada e assim tem de continuar. Transamos sempre que conseguimos e pretendo manter isso até quando der. Ele é delicioso e eu insaciável, combinamos muito bem!
  • Enviado ao Te Contos por Mari

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Meu Ex ainda sabe me foder muito bem!

BY: Mari

Eu me chamo Mariana, tenho 1,67 de altura, cabelos no ombro loiros, peitos durinhos e uma bunda redondinha perfeita, adoro marca de biquíni. Nasci no Recife-PE, mas moro em em Santos-SP a mais de 10 anos, onde conheci meu atual marido que é o pai do meu único filho. 
Resolvi voltar até A minha terra natural para ver meus tios, tias e primos, mas acabei reencontrando o meu primeiro namorado que além de ter sido o meu primeiro amor, também tirou minha virgindade. 
Vai ser impossível esquecer aquele dia, que entrei no carro dele depois de um show de São João e de lá partidos para um lugar escuro que me deixou ainda mais a vontade para fazer tudo que eu tinha em mente. Transamos loucamente dentro do carro sem camisinha, comecei chupando o pau do Felipe, que não acreditava o quanto eu estava safadinha e bastante molhadinha só de pegar pela primeira vez em um pau.
Ele com o pau todo lambuzado por minha boca, empurrou devagar em minha buceta que estava bastante molhada e acabou não dando trabalho para a piroca entrar.
Gritada muito de dor e tesão “mais tesão do que dor”.
– Mete toda sua pica em minha xoxota, ela é toda sua.
– Vai caralho, me come de quatro e coloca o dedinho no meu cú.
– Vou gozar na sua picona, vai… Ahhhhhh delícia! Foi uma gozada diferente das siriricas que eu batia na hora do banho.
E assim foi a minha primeira vez, uma transa rápida, porém muito gostosa e excitante que me deixou na loucura.
Se passaram 9 anos e viajei até a minha terra natal, mas Meu marido tinha que trabalhar e acabou não podendo viajar comigo, fui com Meu filho que não conhecia o lugar onde sua mãe havia nascido.
Resolvi dar uma volta na cidade pra reencontrar minhas amigas, que me receberam com muita felicidade. Batemos um bom papo durante a tarde, ai a Camila que é uma das minhas amigas, uma morena com um lindo cabelo que vai até a bunda e sempre foi a mais safadinha de todas, acabou me chamando pra ir em uma festa na casa de praia de seu crush, fiquei sem querer ir porque tinha que deixar meu filho com minha mãe, mas ela disse que ficava com ele e acabei indo curtir uma festa depois de 9 anos.
Paredão tocando, muita bebida e a galera na piscina, ai acabo encontrando o cara com quem namorei e perdi meu cabaço, o Márcio que logo veio falar comigo e me reconheceu na hora.
– Você continua gostosa como a anos atrás, vamos tomar uma bebida comigo?
Eu: Vamos, mas tenho que beber pouco, pois volto cedo para ficar com meu filho
– Tudo bem!
Depois de muitas bebidas, eu já estava um pouco tonta, o Márcio resolve me dar uma carona, mas não é que o safado queria transar comigo como fez a 9 anos atrás, dentro do carro e no mesmo lugar.
Eu não resisti ao ver aquele volume na bermuda dele, nem lembrava que era casada, eu queria mesmo era cair de boca e chupar toda essa rola. Ele colocou o pau pra fora, cai de boca e fiz um boquete nele como não fazia a anos, ele logo empinou minha bundinha chupando meu cuzinho e deixando a buceta lambuzada pronta pro pau entrar. Enfiou o cacete e me enchia de tapas.
– Vai Márcio, fode que a buceta é sua e quero gozar em seu pau.
– Me come feito sua putinha de antigamente, me faz gemer vai….
– Aiiiiii que tesão, que pica deliciosa, enfia no meu cú.
– Devagar, vai… Delíciaaaaa!!!
Márcio logo disse: - Vou gozar dentro do seu cuzinho, sua cachorra!
Ele me deixou com o cú cheio de esperma, me chamou de sua putinha e me deixou em casa.
Não tive mais vontade de voltar para casa do meu marido, queria virar a putinha do Márcio, foi o melhor sexo da minha vida.
  • Enviado ao Te Contos por Mari

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...