domingo, 21 de novembro de 2021

Motel de sábado com o coroa casado aqui do prédio em que moro (20-11-2021)

 By; Ana Julia

Ola. Meu nome é Julia, sou de Fortaleza, tenho 25 anos, 1,60 mt, branquinha, cabelos longos loiros, seios grandes e quadril largo.

Eu estou solteira a 3 semanas no maximo, e esse sabado foi o primeiro sabado que tirei para sair, combinei com minhas amigas para irmos ao barzinho que sempre vamos, me arrumei e me perfumei e quando estava esperando o elevador para ir ate a garagem pegar o carro chegou mensagens dela dizendo que iriam chegar la bem mais tarde, que sacanagem, eu não tava nem um pouco afim de esperar sozinha.

Resolvi que iria gastar o tempo no shopping ate a hora marcada com minhas amigas, mas.... tudo mudou na garagem, lá eu acabei encontrando o seu Artur, 50tão, moreno claro, cabelos já bem grisalhos, mãos grandes, incrivelmente em forma e pouco mais alto que eu.

Ficamos conversando, com ele de olhos cravados no meu decote, e claro que eu tava adorando, ele é bem educado, é casado, e sua mulher tinha saido com sua filha e voltaria mais tarde.

Hummmm !!!! e porque não nos fazermos companhia !?

Convidei para um shoppinho e ele aceitou, fomos a um bar/restaurante e ficamos conversando, ate nos aproximamos e acabamos aos beijos e abraços na frente de todos, foi um desejo tão grande que quase não consigo voltar a realidade de que ele é casado, minha consciência pesou e o medo de alguns conhecido nos ver me deu um certo medo.

Ele disse para relaxar, pois estava bem gostoso, ele me excitava com olhares, lambidas em meus dedos, e passando a mão nas minhas coxas, eu estava ficando louca e me molhava ainda mais imaginando em ir ao motel com ele, pois queria uma transa.

Bebemos um pouco e eu perguntei se ele não queria ir a um motel, os olhos deles brilhavam, pedimos a conta e fomos para o carro e la ele me beijava, sugava minha língua, acariciava meus seios, lambia minhas costas, mordia minha barriga e coxas me levando a excitação total, já tava pra perder o controle ali mesmo, fomos para o motel antes de acontecer no carro.

Chegando lá ele se desvencilhou de suas roupas, e eu deixei ele ir tirando a minha e a cada peça tirada eu ganhava vários beijos e lambidas.

Ao tirar meu sutiã dispensou atenção especial aos meus seios, elogiado, mordiscando os biquinhos, apertando, chupando e mamando com muita vontade. Nessa hora eu quase gozei!.

Ele foi descendo pela minha barriga, mordendo e lambendo, até que parou no meu umbigo. Enfiava a língua e apertava minha cintura. Sem parar com a língua, foi tirando minha calcinha e sua boca foi descendo até que atingiu minha xaninha que já estava toda molhada de tesão.

Devagar foi abrindo minhas pernas e se colocando em uma posição que pudesse explorar todo meu sexo. Mordiscava minha virilha e lambia minha xaninha por cima. Eu já estava enlouquecendo quando ele lambeu toda minha xaninha, ficando lambendo meu grelhinho, ele lambia, mordia, chupava e acariciava com os dedos. Fui à loucura e gozei na sua boca de uma forma muito gostosa.

Percebendo meu gozo ele aumentou a lambidas agora enfiando sua língua na minha xaninha, me fodendo com a língua. Foi maravilhoso. Eu gemia e me contorcia e ele esfregava a barba por fazer me deixando alucinada. Ficou nisso por vários minutos até que pela segunda vez eu gozei na sua boca. Meu corpo tremia e eu balbuciava palavras como;

- Delicia. Que gostoso -– isso entre gemidos e suspiros.

Deitei de lado e ele deitou atrás de mim, sempre acariciando minha xaninha com os dedos, me deixando excitada constantemente. Foi quando senti a cabeça do seu pau roçando minha bunda. Ele estava duro, quente e latejando. Eu empinei a bunda pra trás e ele tentou enfiar na minha xaninha, doeu um pouco e me afastei, era grosso e grande.

Ele, com bastante carinho reaproximou seu pau da minha xaninha que estava super molhada e veio esfregando, mexendo até que senti cada centímetro entrando, eu me senti completa e ele começou com um vai e vem gostoso, eu gemia e fechava os olhos querendo que aquilo nunca acabasse, até que gozei gostoso com o pau de Artur dentro de mim.

Ele perguntava se sua putinha estava gostando de levar uma surra e eu dizia que sim, que estava gostando muito.

Ele me deitou de barriga pra cima, sentou e colocou minhas pernas sobe as suas e enfiou seu pau na minha xaninha bem devagar. Senti nessa hora seu pau encostando e empurrando meu útero. Aquilo me deixou mais louca ainda. Ele dava estocadas fortes e começava a me comer de forma mais violenta. Ele dizia que eu era uma safada e que adorava me comer. Tirou o pau duro feito rocha e ficava dando batidinha com o seu pau na minha xaninha.

No começo senti certo ardor, mas começou a ficar muito bom, batia às vezes com carinho, outra batia seu pau com força, com violência. Eu estava amando, ele levantou, me virou e me colocou de quatro e meteu bem fundo, me chamando de cachorrinha, dizendo que eu era sua putinha e que ele iria me fazer gozar muito.

A cada vez que ele entrava, eu gritava de dor e prazer e ele vendo que eu estava gostando, me pegou pelos cabelos, enrolou eles em suas mãos e puxou me deixando com o queixo erguido, isso me dava muito prazer.

Ele me dizia que eu era sua éguinha de raça e que ele ia me comer todinha. Começou a me dar tapas na bunda e a cada tapa que dava eu gemia e gozava mais, depois ele foi tirando e ficou entrando e saindo só com a cabeça, massageando bem gostoso a entradinha da minha xaninha, ficava alternando entre estocadas fortes e fundas e entradas só com a cabecinha.

De repente sinto alguma coisa fria molhando no meu cuzinho e senti seu dedo entrando sem resistência. Ele fudia meu cuzinho com o dedo e minha xaninha com o pau. Eu estava me sentindo no céu e gozei loucamente.

Então ele tira o pau da minha xaninha e força a entrada do meu cuzinho, senti muita dor devido o pau dele ser grande e cai deitada na cama. Ele disse que sempre teve vontade de comer meu cuzinho e que eu podia tentar deixar mais um pouco. Eu sugeri que tentássemos comigo deitada de lado e nessa posição foi entrando, apesar da dificuldade, e fui gostando. Ele ficou louco, enfiava gostoso e dizia que estava muito bom até que eu tive o melhor gozo da noite.

Ele disse que não estava aguentando mais e que se continuasse iria gozar, tirou, me virou de frente e ficamos em um papai-mamãe bem gostoso, ele disse que eu era gostosa e que ele não aguentaria mais por muito tempo, tirou o pau e gozou deixando meu seio e minha barriga cheia de porra quentinha.

Ele deitou do meu lado e me abraçou, ficamos conversando sobre o que havia acontecido, com isso fui ficando excitada novamente e comecei a beijar seu peito cabeludo e fui descendo até que parei no seu pau ainda mole, comecei a chupar e como estava pequeno colocava ele todo dentro da boca e brincava com ele com minha língua.

Aí sinto ele começar a crescer, e é muito bom sentir um pau crescendo dentro da boca, eu chupando, lambendo, mordendo de leve a cabecinha e ele se contorcendo e gemendo. Eu chupava seu saco e subia lambendo do saco até a pontinha do seu pau, ele delirava.

Não aguentando mais me colocou de quatro e enfiou tudo dentro de mim de uma vez e ficou em um vai e vem forte, até meio animalesco, me segurava pelos cabelos e me batia na bunda com vontade, gozei gostoso.

Depois me colocou de ladinho, e foi enfiando devagar, ficamos assim um tempo até que eu virei de bruços e ele veio por cima de mim e me comia muito gostoso.

Eu não sei dizer quantas vezes eu gozei e nem qual delas foi a melhor, continuamos transando na posição papai-mamãe até que gozamos juntos.

Ficamos mais uns longos minutos deitados abraçados e conversando, fomos tomar um banho gostoso.

Depois disso eu fui deixar ele la no predio e fui encontrar as minhas amigas no barzinho em que tinhamos marcado... foi um sabado muito gostoso!!!

  • Enviado ao Te Contos por Ana Julia

sábado, 20 de novembro de 2021

Meu corninho virou corno de verdade e adorou !

 By; Ana Maria

Me chamo Ana Maria, sou loira, tenho 32 anos e modéstia à parte sou muito gostosa. Tenho coxas grossas, peitinhos médios com os biquinhos rosados e uma bunda grande e bem carnuda. Os homens ficam loucos com esse meu cuzão e várias vezes eu recebo cantadas na rua. Principalmente porque sou dentista e ando com roupas brancas e as calcinhas ficam aparecendo.

O meu marido (coitado) tem um "estranho" hábito de fantasiar que eu estou trepando com outros homens. Desde que éramos namorados ele contava histórias de sacanagem explícita com outros homens na cama e eu até que gostava. Com o passar dos tempos, o casamento veio e ele se revelou um corno de marca maior. Continuava com suas histórias onde me entregava para vários machos e ele seria o cornudo mais feliz do mundo ao ver o seu neném tomando uma pica grossa no cu.

Fomos aprimorando as histórias e cheguei ao cúmulo de foder com ele olhando para a sua cara e o chamando de corno. Ele adorava quando eu gritava o nome dele seguido pela palavra corno. Era chifrudo, corninho, corno manso, corno otário, viadinho, cornudo bicha, enfim, um repertório de elogios que o faziam gozar. E mais, não satisfeito com o chifre virtual que levava, ele gozava fora da minha buceta só pra chupar a sua própria porra.

Um dia bebemos demais e depois de um festival de palavras de corno que eu disse, ele gozou e me disse que gostava de chupar minha buceta cheia de porra pois imaginava ser a porra de outro homem. Daí percebi que aquilo não era uma fantasia, era uma obsessão.

Sem contar a ele, pois ele apesar de todas estas histórias parece ser muito ciumento, resolvi dar a este corno o que ele realmente merecia : um par de chifres enormes e bem sacanas! Quero deixar bem claro que eu o amo mas o tesão que ele próprio me proporcionou ao me expor a estas histórias na cama me deixou curiosa.

O primeiro chifre veio com o meu ex-professor da faculdade que me comeu toda dentro do seu escritório. Me senti estranha pois nunca havia dado para outra pessoa, mas no fundo gostei apesar dele ter um pau não muito grande. Fiquei com muito tesão e resolvi arregaçar de vez.

Conheci o Cesar, o professor de capueira da academia e logo no primeiro bate-papo perguntei :

- Você não gostaria de me comer. Tenho o maior tesão por negros e aposto que você tem uma pica enorme. Vamos pra minha casa pois quero fuder com você agora.

E ele aceitou sem perguntar pelo meu marido.

Chegando em casa eu fiz questão de apreciar ele tirando a roupa, e quando ele tirou a cueca eu não acreditei no que vi, era um delicioso e lindo pau, de cabeça bem vermelha, grosso de 20 centimentro, o do meu corninho tem 16 cm e eu achava bom, imagina o de 20, dei uma pegada bem gostosa, punhetei, senti o peso daquela rola e o calor de suas bolas... que delicia!!!

O puto me deu um banho de língua e eu me sentia a maior puta do mundo, ficava imaginando aquele corno do meu marido que deveria estar na aula e pensando na sua reação ao ver sua loirinha branquinha levando um pica daquelas no rabo, e eu fiz questão de ser arrombada.

- Fode sua puta meu tesudo. Põe um chifre bem grande naquele corno do meu marido. Aquele otário merece ser corno manso. Isso é que é pica. Enfia tudo. Me arregaça. Fode esta puta. Não estou aguentando de tanto tesão. Esporra na minha buceta. Me alaga de porra pra quele corno depois chupar. Ele tinha que estar aqui me vendo tomando na buceta. Aquele chifrudo. Não sabe o que é meter.

Meu meu macho, me fodia com um vigor que me deixava cada vez mais fora de mim. Gritava que era puta e que meu marido era um corno. Os vizinhos provavelmente estavam escutando pois havia me descontrolado com aquela pica.

- Vem minha puta que seu macho vai comer seu cu!

No primeiro momento achei que não aguentaria aquele cacete na bunda, mas só de imaginar a chifrada maravilhosa que seria tomar uma vara daquelas no cu e tornar o meu marido otário no maior corno deste mundo me deixava completamente puta.

- Me arregaça meu macho pois quero cornear meu marido de todas as formas.

- Pode deixar que eu vou te foder toda sem dó. Este cu já era. Aquele corno do seu marido devia estar aqui pra ver. Aliás se ele estivesse aqui provavelmente iria dar o cu pra mim também pois marido que gosta de ver a mulherzinha tomando pica de outro homem, tem que ser corno mesmo!

Aquelas palavras me deixaram louca e gozei muito com a pica do meu macho no meu cu.

Ele esporrou na minha cara e me disse pra não lavar pois queria ver a reação do meu corninho. Foi embora e me prometeu voltar quando eu tivesse coragem de fuder com ele na frente do meu corno.

Quando meu maridinho chegou em casa, eu estava completamente arregaçada e contei tudo a ele.

O CORNO ficou perplexo e me disse que se sentia feliz apesar do chifre, vi que ele era um chifrudo mesmo, ele tirou sua roupa e veio todo feliz me comer, e tenho que dizer que foi a melhor transa dele em anos.

Passei a chamá-lo de corninho dentro de casa o que o deixa super feliz.

O problema é quando escapole um corninho numa festa, num bar, aí até explicar, é uma loucura!!!

  • Enviado ao Te Contos por Ana Maria

 

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Fui hoje ao motel com o meu professor de química (19-11-2021)

 By; Romana

Meu nome é Romana, sou de uma cidade no interior do estado do Ceara, tenho 20 anos, sou morena jambo, cabelos e olhos castanhos escuros e 1,67 de altura.

Depois que aconteceu o retorno das aulas presencias, conhecemos o nosso novo professor de Quimica (e eu odeio quimica), mais o professor é um gato, ele mudou durante a pandemia aqui para a cidade, veio pelo emprego, tem 30 anos, cabelos e olhos castanhos escuros, moreno claro, 1,73 de altura e fortinho, usa óculos que dar a ele um ar de safado sei la.

Assim que eu o vi decidi que daria a ele, eu faria o impossível, e aticei tanto ele, ate passei a ir pra perto de sua casa e esbarra sem querer querendo com ele para puxar conversa...

Resumindo ele gostou da safadinha aqui, trocamos beijos as escondidas no colegio logo após uma 5ª aula e surgiu o convite para sairmos juntos, e assim que terminou a aula de hoje eu fiz bastante hora pra sair justamente para que ninguem nos vissem.

Sai indo bem devagar e ele na metade do quarteirão do colegio parou o carro do meu lado e fomo em direção a um motel pertinho da saida da cidade.

Mas finalmente o grande dia havia chegado, estávamos sozinhos e cheios de tesão dentro de um quarto de motel, fomos para o chuveiro, lá nos beijávamos e acariciávamos o tempo todo.

Ele me virou do costas, beijava minha nuca, dava mordidinhas, me chamava de puta, piranha; recebia tapas na bunda e adorava. Ia ao delírio.

Ele abaixou-se e beijou minha bunda, logo em seguida passou a língua em meu rego, o que me fez delirar de prazer. Pegava em meus peitos e chupava-os com vontade, dava mordidas e os apertava com certa força, me fazendo gemer e muito.

Estava louca de vontade de chupar o pau dele que a toda hora encostava em mim e eu fazia de tudo para tocá-lo.

Abaixei-me e fiquei cara a cara com o meu objeto de desejo e não mais resistindo comecei a chupar com toda a vontade que havia guardado por meses. Engolia tudo, tirava, chupava com certa rapidez, beijava apenas a cabeça, lambia tudo, passava a língua em volta e deixei que ele fodesse minha boquinha.

Por estar já há algum tempo sem ter um cacete a minha disposição, a ansiedade por aquilo tudo me deixava arrepiada, aumentando ainda mais o meu tesão. Queria chupar o máximo que pudesse, colocá-lo todo em minha boca e senti-lo pulsar. A sensação era ótima! Ter aquele cacete duro enchendo minha boca, indo até a garganta, me deixando com a boca toda tomada por aquele pau que eu tanto esperei. Tudo isso sempre estimulada por ele, meu macho, me chamando de puta, vagabunda, dizendo que eu era boqueteira e tudo mais. Sempre disse a ele para que fizesse isso comigo, mas não imaginava o quanto ficaria excitada com ele me dizendo essas coisas.

Chupei até ele gozar em minha boca e engoli tudo; toda aquela porra quentinha e gostosa. Estava com tanta vontade de porra que até me engasguei. Mas não deixei escapar nada.

Após este banho maravilhoso, ele me enxugou, sempre me beijando e fomos para a cama, e nela continuavam as carícias e as chupadas. Chamava-me de piranha e dava tapas em mim pedindo pra que eu o chupasse da forma que ele quisesse e eu adorava, pois estava em minha boca aquilo que tinha esperado por tempo.

Mandou que me deitasse e começou a penetrar a minha buceta, ainda virgem, com os dedos. Ele colocava e tirava com força... dois, três dedos... Sentia uma mistura de dor e tesão. Na verdade, nem sabia direito o que estava sentindo, mas não queria que ele parasse, doía mas era bom, estava mais molhada do que nunca.

Em certo momento disse que não aguentava mais e pedi que ele parasse, mas foi inútil, ele penetrou também o meu cuzinho com os dedos!

Colocou três dedos dentro de meu cu e a outra mão, por inteiro, em minha buceta. Sentia-me aberta, arreganhada, mas mesmo assim sentia muito tesão, em certas horas, em que ele mexia dentro de mim com força, me faltava o ar, mas a sensação era ótima. Eu gemia, pedia pra ele ir devagar e ele me dizia que eu era a sua puta, a sua piranha e era assim que estava me tratando. Disse para que eu me tocasse, fizesse uma siririca, mas não conseguia nem me mover direito. Sabia que tinha que atender aos desejos do meu macho e assim o fiz, meio sem jeito, pois mesmo estando super molhada e com o tesão a mil, a dor também era bem grande. Mesmo sentindo dor por estar sendo invadida daquele jeito, eu sentia que iria gozar...

Na verdade, não sabia bem o que acontecia, todas as sensações eram boas, mesmo a dor sendo quase que constante, parecia que ia gozar a todo tempo: quando ele me tocava, quando eu me tocava, quando ele estava com a mão toda em minha buceta, fazendo movimentos fortes e intensos, ou quando ele tinha enfiado os dedos nos meu dois buracos ao mesmo tempo.

Ele mandou ficar de quatro e colocou novamente a sua mão toda em minha buceta, que à esta altura já estava bem maior do que ela era de início, e continuou colocando no meu cu os dedos, mandando que eu continuasse a siririca.

Eu estava exausta, e já não suportava nem ficar mais naquela posição... Caí de bruços na cama, ele me disse que queria que eu gozasse, mas eu não tinha mais forças pra nada, a dor e o tesão se misturavam, minhas pernas estavam meladas, eu estava totalmente acabada, quase chorei, mas não conseguia nem chorar, pois no fundo estava contente.

Nunca pensei que fosse capaz de suportar algo desse jeito, fiquei surpresa comigo mesma. Ele me beijou, tomamos banho novamente, mas desta vez apenas trocando carícias e logo depois voltamos pra cama, onde ficamos nos acariciando e nos beijando.

Estava exausta e feliz... Nos braços do meu Profe...

Por a calcinha e a calça jeans para vir para casa foi torturante, acho que tava tão sensível que gozei novamente, marcando meu jeans, cheguei em casa tentando disfarçar tudo, vim direto pro quarto e deu certo.

Amanha vou me encontrar com ele de novo e vou ter mais tempo para foder muito !!!

  • Enviado ao Te Contos por Romana

 

A fome de rola me fez perder a cabeça. Agora fudeu! (13-11-2021)

 By; Branca

Eu tenho só 39 anos... E porque digo isso? Eu me chamo Branca, sou casada, me cuido passando um tempo na academia desde jovem, mantenho meu corpo em forma, tenho lindos seios, pernas sao torneadas e firmes, barriga sequinha e bunda grande.

E mesmo assim passo meses sem transar, meu marido tem 60 anos, e daqueles viciados em trabalho, tem uma empresa grande aqui no estado.

Quando passo muito tempo sem sexo com ele, eu me viro com siriricas e brinquedos, ate ele olhar a minha situação e fazer sexo comigo.

Só que nesse ultimo sabado foi diferente, eramos para termos viajado, mas deu errado, meu marido e minha filha acabaram indo trabalhar (ele trabalham juntos), eu acordei e antes de levantar já tinha tocado duas siririca e nua corri para a piscina de casa, quando sai da agua que olhei para o lado e tinha uma pessoa...

Eu nem quis saber fui pra cima e quando me dei conta do que estava fazendo, já era tarde demais, já estava gostoso demais pra parar. Há anos eu não sabia o que era ter uma rola em minha boca. Há anos eu não fazia uma pica endurecer com minha língua e meus lábios. Era muito bom segurar um cacete duro de novo, e era muito duro, muito bonito, apontava pro teto, dava coices no ar.

Senti-me poderosa de novo, senti que ainda sabia dar prazer a um homem, fazê-lo gozar gostoso. Beijava aquele mastro desde as bolas gostosas e macias até a ponta da cabeça roxa, brilhando, linda. Lambia ele todo, passava a língua embaixo do seu saco e ia babando naquela pica grossa até o racho que ia derramar o meu leitinho.

Ele gemia gostoso, me chamava de puta, safada, gostosa. Como era bom ouvir aquilo, sentir a boceta encharcando, o corpo esquentando, a respiração aumentando.

Fui erguida pelos braços e recebi um beijo novo, um beijo que eu nunca tinha recebido antes. Um beijo com muito tesão, com o gosto do pau dele na minha língua, as mãos em minha bunda e a rola melada roçando na minha barriga. Tremia de tanto tesão.

Meu corpo já meio mole foi colocado de quatro e eu senti seus lábios dando beijos estalados em minha bunda:

- Que bunda linda, que bunda maravilhosa... –

E dava tapinhas em minhas nádegas brancas. Beijava, lambia, cheirava, mordiscava, acariciava, estapeava. Fiquei louca:

- Me fode! Quero sua rola!

- Quer?

- Quero! Me dá!

Passou o pau duro por todo o meu bumbum e massageou a porta da minha boceta com a cabeça grossa. Eu já estava babando, escorrendo, suando, implorando. Senti a cabeça me invadindo e só aquilo já era bom demais. O safado colocou bem devagar, o cacete pulsava lá dentro, era grosso, tinha porte. Quando senti o saco encostar, soltei:

- Ah, delícia!

- Gostou safada? .– forçou mais um pouco.

- Nossa, me come... – e aí, enlouqueci –- Come a puta da tua sogra! Me fode, me fode.

Gostou. Riu. Sentiu-se o rei das trepadas. E me comeu com poder, com força, com sarcasmo.

- Sogra puta. Sogra puta... – repetia ele.

- Me fode meu genrrinho gostoso. Me fode... – entrei no jogo.

Também gostei. Pela primeira na minha vida, estava me sentindo vagabunda, biscate, fazia aquilo simplesmente porque precisava de uma rola, e acabava de encontrar um belíssimo exemplar. Perfeito.

Continuava de quatro, gemendo como um desabafo, rebolando como uma verdadeira puta e mordendo os lábios a cada tapa estalado na bunda. Adoro esse som. O som de um tapa bem dado. Minha nádega fica quente, formigando. A mão volta, agora com gentileza. Mas a pele está sensível e meu corpo inteiro se arrepia, rebolo mais, gememos juntos. E me veio com toda a força.

Gozei. Gozei gostoso, Gozei num pau. Adoro gozar em um cacete. Sempre gostei. Anos, perdi anos em que eu poderia ter experimentado inúmeros caralhos diferentes. Uns maiores, outros mais grossos, os mais cabeçudos, os mais sacudos.

- Eu tô gozando. Eu tô gozando na sua pica, seu filho da puta!

- Goza puta. Goza gostoso na rola dura do teu genro, goza. Rebola vadia, rebola.

Vadia. Era exatamente assim que eu me sentia. Mas pra ser uma completa vadia, eu tinha que ser esporreada, inundada, encharcada.

- Quero porra...

- Quer?

- Quero. Muita.

Segurou minhas ancas e acelerou o ritmo. O saco batia violentamente em minhas e boceta. Meu corpo esquentou de novo, comecei a rebolar, mordia os lábios, batia no colchão.

- Isso, gostoso. Isso... Fode a tua sogrinha, fode.

E estalava mais um tapa.

O caralho ficou ainda mais duro e então eu pude sentir um mel grosso e quente me invadindo. Um, dois, três, quatro fartos jatos de porra quente. Estava realizada, nas nuvens. Rebolei de novo, com gosto.

Deixou o pau amolecer dentro de mim e, enquanto arfávamos exauridos, olhei para seus olhos brilhando, o sorriso no rosto me fez lembrar que aquele que tinha acabado de gozar dentro de mim era o meu genro. O namorado da minha filha.

Comecei a me arrepender e ele me beijou. Nossa...

- Ah, meu genro gostoso...

- Minha sogrinha puta...

Agora fudeu de vez!

  • Enviado ao Te Contos por Branca

 

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

É um caso, é só sexo ! E Eu Amo Meu Marido! (Out-2021)

 By; Rosana

Meu nome é Rosana, tenho 36 anos, sou casada desde os meus 22 anos, e meu marido tem a mesma idade que eu.

Nossa casamento é muito, temos 2 filhos, somos bem parceiros, inclusive na cama, transamos gostoso ainda, admito que não com tanta frequência como no inicio do casamento.

Recentemente, eu comecei um envolvimento extra conjugal, não foi para descontar algo que sofri, eu apenas trai, me envolvi com toda a situação e aconteceu.

Eu juro que nunca tinha pensado em trair meu marido... até que, vi o Rodrigo, senti algo diferente, não sei porque, mas senti uma atração irresistível, nunca tinha me acontecido aquilo... Achei ele bonito com seus 25 anos, simpático na medida certa, pois odeio aqueles caras que falam com todo mundo ( ou todas as mulheres do mundo ), o conheci na academia e ele é professor.

Certo dia, pedi para ele me orientar em alguns exercícios, ficamos amigos, conversávamos bastante, mas nada além da academia, papo vai, papo vem...e um dia conversando sobre noitadas, porres, doideiras de solteiro, ele me chamou para sair e tomar umas caipirinhas só de zoação.

Claro que com outras pessoas da academia, só que ficávamos só falando em marcar...e nada. Sei que ele me dava uns molezinhos sutis e vice-versa, mas nada demais, ninguém na academia notava, era coisa de sintonia mesmo, quase que inconsciente, atração mútua, eu podia sentir!

Um dia ele sugeriu que, já que o pessoal ficava de sair e nunca saía, que fossemos nós dois, ele falou para eu ligar para ele à noite. Tudo isso é possível pois meu marido viajava durante a semana, a trabalho.

Nesse dia choveu muito à noite e foi a minha deixa para desmarcar, pois eu estava morrendo de medo de fazer isso. Ao mesmo tempo que eu queria, não sabia se era apenas uma fantasia, para ficar apenas no pensamento.

Na hora em que a coisa esquentou eu pulei fora e dei a desculpa da chuva e de que isso iria atrapalhar pois barzinhos são descobertos na maioria. Então agente ficou nessa de marcar de novo quando meu marido viajasse novamente.

Uns 3 ou 4 meses depois meu marido viajou, então marcamos, dessa vez eu liguei e confirmei, ele me pegou em casa e fomos para um barzinho, eu bebi umas 3 caipirinhas e ele também (o que para mim era o suficiente para ficar alegre!), decidimos então ir embora...

Quando entramos no carro ele me deu um beijo, que foi maravilhoso e cheio de tesão. No caminho de volta ele me perguntou se não gostaria de ir à outro lugar e eu respondi que podia ser...

Então ele entrou num motel e eu não falei nada, deixei, entramos na garagem e ele logo me deu um beijou novamente já passando a mão em meus seios ( tamanho 42 )e beijando-os, eu passando a mão em seu pau duro chamei-o logo para o quarto, mal entramos e fomos tirando a roupa.

Eu estava com uma calcinha fio-dental mínima de oncinha, ele enlouqueceu, sabe aquele desejo incubado há meses? Então!Paguei o maior boquete da minha vida, fiz tudo que eu nunca tinha feito com meu marido nem com ninguém, chupei aquele pau maravilhoso, lambi ele todo, o saco também...Hum...muito bom!!!. Deixei ele gozar em minha boca e engoli tudo.

Depois ele me pegou, abriu minhas pernas e me lambeu todinha, eu estava louca de tesão quase gozando quando ele pegou seu pau quentinho e enfiou na minha bucetinha molhada e me comeu.

Depois me virou de costas, me colocou de 4 e mandou ver, me senti uma puta na cama pela primeira vez, então pedi para ele me bater, ele me dava uns tapas na bunda e de repente começou a tentar comer meu cú virgem...

Eu deixei pois estava louca de tesão! Nem me importei com dor ou com nada! A transa fluía de uma maneira incontrolável. Nossa química na cama é FODA! Eu gemia de prazer...e ele também até que, depois de me comer bem forte, ele gozou em mim.

Descansamos um pouco e logo começamos novamente,peguei uma bala Halls preta que tinha na bolsa e chupei, junto com o pau dele e dava soprinhos em seu pau levando ele ao delírio!

Transamos de todas as formas...em pé, eu cavalgando nele de frente, de costas para ele com meu rabo empinado virado para ele...pedia para ele me dar tapinhas na cara (eu adoro!), arranhava ele de leve (para não deixar marcas...)

Enfim: foi muito bom! Nunca gozei tanto e nunca havia deixado um homem tão louco! Acabei com ele, eu mesma me surpreendi comigo, me senti poderosa com meu potencial.

Sei que ele ficou louco pois depois disso, toda vez que meu marido viaja vamos ao ao motel.

Amo meu marido e gosto dele sim, mas sabemos que nosso negócio é sexo, sei separar bem isso é coisa de pele mesmo, algumas vezes até me bateu um peso na consciência e eu jurava que ia parar com isso, mas eu superei, pois é mais forte do que eu, não consigo controlar meu tesão por ele e ele também não.

  • Enviado ao Te Contos por Rosana

 

Aprendendo a gostar de dar o cuzinho.

 By; Thais

Oi gente. Meu nome é Thaís, tenho 28 anos, sou casada, sou loira, 1. 65 de altura, seios redondinhos (silicone), bunda grande e coxas grossas.

Quando eu tinha 18 anos, eu ainda era uma ninfeta, mas já experimentava todas as emoções do mundo sexual adulto. Foi a minha amiga Carla, uma colega oriental do ginásio, que me introduziu nesse universo sedutor. Ela cantava e dançava em uma boate quente da cidade, seminua, mas isso só eu sabia, ao sabados eu contava a minha mãe que iria dormir na casa dela e ela dizia a sua que dormir em minha casa, e passávamos a noite toda na boate.

Havia um executivo todo alinhado que aparecia sempre aos sábados à procura de consolo para sua solidão. Ele se fazia por um homem sério, mas na hora do prazer só pegava ninfetinhas. Com muito custo consegui fugir de suas garras e ele não dava folga.

Uma noite, depois de assistir ao erótico show de Carla, fui ao banheiro (para me masturbar) que ficava nos fundos da boate, e lá estava ele, escondido atrás do biombo no jardim, aquele homem charmoso empurrava seu enorme pau para dentro da boca de uma das ninfetinhas da casa, lambuzando-a. A moça chupava ora a cabeça, ora as bolas dele, preocupada em não ser vista.

Fiquei espiando atrás de uma coluna, enquanto ele pedia para que ela se apoiasse na parede e começou a enfiar a cabeça inchada e lubrificada com saliva na bucetinha dela. Ela deu um gemido rouco e seu corpinho tremeu numa leve convulsão, ele empurrou para a frente sem piedade, e a tora mergulhou fundo na delicada grutinha dela.

- "Aaaaah...Uhhh!!! Devagar, seu bruto, senão você me machuca com esse seu pau enorme."

De repente, ele tirou o cacete da boceta e esporrou em cima dela, aquele lugar era uma loucura total, para cada canto que se olhasse, só se viam transas e mais transas.

Cássia, a irmã caçula de Carla, também frequentava muito a boate, só que em vez de cantar ou dançar, ela preferia "tocar flauta". Seu namorado nem saía do carro; Cássia dava seu show no estacionamento mesmo, tocava flauta até cansar a boca, ficava horas chupando o pau dele pqp!

Quanto a mim, fui iniciada nas artes do prazer absoluto por essas irmãs endiabradas.

Um sabado descidi levar meu namorado, o Ricardo, na boate, elas encorajaram-me a fazer sexo anal com ele. Até este dia nunca tinha dado o meu cuzinho, pois tinha muito medo da dor. Eu e meu namorado transávamos sempre que havia oportunidade, mas nunca tinha deixado me comer o rabo, por mais que ele insistisse, e elas sabiam disso pois eu contei.

Carla mostrou uma foto bem explicita do que estávamos prestes a desfrutar.

- "Mas eu nunca fiz isso!", disse eu, com medo.

Ricardo tentou me acalmar com um beijo de língua e Carla colocou sua mão entre minhas pernas e começou a me alisar, disse a eles que gostaria de ir para um lugar mas sossegado.

Carla nos levou ao seu reservado particular, lá, eles (Carla e Ricardo) tiraram toda a minha roupa e em seguida tiraram as deles e, sobre o imenso sofá, nós três nos esbaldamos. Ricardo sentou no sofá com aquele cacete maravilhoso apontando para cima, e feito duas loucas, pulamos na pica enorme de Ricardo e começamos a chupá-la.

A língua de Carla às vezes roçava a minha, enquanto banhávamos a pica ereta de Ricardo, e eu delirava. Ele dizia palavras sem sentido e gemia baixinho:

- '' Que gostoso, isso, chupem assim, assim, que delícia. Vocês estão me matando com essas línguas tesudas. Vou gozarrrr!"

Ele gozou intensamente e nós duas lambemos o pau dele inteirinho até ficar limpinho; eu e Carla repartimos o "seu leite". Com um beijo ardente.

Ainda assim, eu permanecia muito tensa com a ideia de ser penetrada por trás, e justamente quando o clima esquentou para valer Carla nos deixou sozinhos e foi cantar.

Quando ele saiu, comecei a acariciar o pau de Ricardo, para que ele voltasse ao ponto de bala, comecei masturbando-o bem dedicadamente até que ele ficasse totalmente duro.

Ricardo me pediu para que deitasse de costas e abrisse bem as pernas, veio por cima de mim e, devagarzinho, foi enfiando o seu pau em minha xoxotinha, senti aquele mastro enorme abrindo minha xaninha, bem gostoso; com a língua, ele lambia meus seios e às vezes dava umas mordidinhas. Gozei duas ou três vezes seguidas.

Mas, de repente, a pica escapou do canal apertado e úmido, para ir alojar-se na minha rosquinha virgem. Ele começou a enfiar a cabeça bem devagar.

- "Ai, aí, não, meu amor! Tá doendo muito! Tá doendo!", gritava eu.

Mas meu noivo não desistiu, continuou enfiando a rola dentro do meu cuzinho.

- "Calma, amor, calma, a dor já vai passar"

Num movimento rápido ele enfiou o resto do pau no meu cuzinho, o prazer chegou logo, com uma sensação tesuda, irresistível, e uma onda invadiu meu corpo trêmulo, gozei novamente e com uma intensidade que nunca tinha sentido.

Mas Ricardo ainda não tinha gozado, ele se sentou no sofá e me puxou por cima dele, fazendo-me sentar a fundo sobre sua vara até minhas nádegas quase engolirem as bolas, eu me recostei sobre seu peito forte enquanto ele vibrava os dedos em meu grelinho duro.

- "Deixa eu meter tudinho. Abre mais as pernas, amor, assim", dizia ele, ofegante.

Ele pediu para que eu tentasse "piscar" o cuzinho, consegui pelo menos duas vezes e na última ele gozou inundando totalmente o meu ânus! Era tanta porra que eu sentia o líquido escorrendo pelas minhas coxas.

Quando Carla voltou do show, me encontrou jogada no sofá, exausta e toda esporrada.

- "Então eu perdi a tua inauguração, hein, gatinha?", disse ela, sorrindo, e já totalmente nua.

Meu namorado, que se lavava, voltou correndo ao ouvir sua voz.

- "Eu quero sentir o teu gosto agora, pequena oriental."

Ricardo deitou-a no sofá e deu seu cacete para que ela chupasse, enquanto ela engolia a enorme pica, eu me deitei entre as pernas dela e comecei a masturbá-la com minha língua, fui subindo pelo seu corpo até chegar aos seus seios e chupei-os avidamente; subi mais um pouco e repartimos o caralho de Ricardo.

Antes que gozasse, ele pediu para que Carla ficasse de quatro no chão e com os braços apoiados sobre o sofá; ele encostou a cabecinha no buraquinho rosado dela e, como não viu resistência, introduziu tudo de uma só vez. Percebi que Carla gozou imediatamente, eu observava tudo e com os dedos tocava uma siririca. Quase que imediatamente, meu namorado gozou, inundando o cuzinho de Carla de porra.

Tomamos banho os três juntos e voltamos para a mesa, para continuarmos a assistir aos shows.

Depois desse dia nunca mais tive medo de dar o cuzinho, pena que quando a Carla completou 21 anos ela tenha viajado para o Japão para trabalhar lá e não voltou mais.

  • Enviado ao Te Contos por Thais

 

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Transei com o filho da minha amiga de 17 anos. (Out-2021)

 By; Fran

Meu nome é Francisca, tenho 43 anos, sou morena, tenho seios fartos, uma bunda relativamente gostosa para minha idade, sou casada e com 2 filhos.

O que vou contar aconteceu a um mês atras com Marcos, mais antes vou contar minha historia.

Eu e a mãe (a Jane) de Marcos, somos amigas desde a epoca de crianças, e ficamos gravidas na mesma epoca, tanto que ela teve Marcos quinze dias depois de eu ter meu filho. Praticamente vi marcos crescer, há dois anos me mudei para uma cidade proxima ha São Paulo onde vivo ate hoje, um dia fui na casa dela e depois de horas de conversas ela me confidenciou que tinha visto ele se masturbando, ate rimos, mais sabemos que é normal para a idade dele, 17 anos.

Mas isso ficou na minha cabeça durante as horas, e toda vez que eu o vi ficava imaginando o tamanho, pois ele é um menino alto e bonito, uma hora já perto de ir Marcos entrou na sala apenas de short dando em vista aquelas coxas, e aquele peito lindo, acabei no embalo já começando a me despedir dele, convidei ele a ir passar uns dias la em casa, assim ele faria companhia ao meu filho.

Na hora não tinha vontade nenhuma em trepar com ele, pois para mim ainda era uma criança, no sabado meu marido e meu filho já tinham um compromisso juntos e o Marcos chegou pela manha, conversamos bastante e sempre notava que ele me olhava diferente, aquilo me deixou bastante exitada, quando comecei a fazer perguntas sobre sexo, de noite na hora de dormir fui ao quarto dele inesperadamente vi ele assistindo video porno no notbook, ele rapidamente fechou e eu sentei ao lado dele na cama, na hora notei que ele estava de pau duro, perguntei o que estava acontecendo?

Ele ficou todo sem jeito, mas depois de muito insistir ele falou que estava batendo uma pensando em mim, perguntei qual era a vontade dele comigo?

Ele disse que queria me tocar, eu levantei, fechei a porta do quarto, não pensei duas vezes, peguei sua mão e coloquei no meu seio, ele ficou vermelho, falei para ele relaxar e aproveitasse, de repente a gente se beijou, nossas linguas parecem duelarem, fiquei nua em sua frente bem ligeirinha, peguei sua cabeça e pus sobre meus seio fazendo ele abocanhar meus seios, peguei sua mão e coloquei na minha xoxota, depois de estar bem molhadinha ele colocou o rosto na minha xoxota.

Na hora percebi o que ele queria fazer, mandei que ele chupasse, ele lambia de um jeito inexplicável quando tive meu primeiro orgasmo, quando dei por mim estava gozando na boca do garoto que considerava meu filho, um tempo depois fiquei frente-a-frente com o pau dele era bonito e grosso.

Comecei dando-lhe umas lambidas, passando a língua pela glande, descendo por toda a sua extensão e chegando até o saco que peguei com carinho lambendo suas bolas macias uma de cada vez naquele saco novinho, voltei a medir aquele cacete engolindo todo, quando ele disse que iria gozar comecei a aumentar o ritmo da chupada e a intensidade, quando de repente ele despeja todo aquele creminho delicioso que derramava na minha boca, que gozo delicioso...

Um tempo depois ele começou a mamar no meus seios, mamava feito um bebê recém nascido, logo depois percebo que o pau do meu garoto estava duro novamente, apontei aquele pauzão gostoso para minha xana introduzindo, aguentei sentindo uma das coisas que não sentia há meses, eu rebolava bastante sentindo o vai e vem daquela “criança”, falei para ele aumentar o ritmo que eu estava para gozar, ele aumentou o ritmo mandei que ele me xinga-se de puta velha, daí então tive o mais intenso orgasmos dos ultimos 4 a 5 anos.

Foi maravilhoso, depois ficamos abraçados, ele me perguntou se tinha gostado? Falei para ele que tinha gostado e que meu marido não me comia a semanas, tinha o que queria um macho jovem que podia proporcionar muito prazer, falei para ele que meu marido há anos não comia meu cuzinho, e queria que ele come-se...

Abrir bem as pernas arrebitando bem, apontei seu imenso membro no meu cu e, logo assim que a cabecinha passou, tive uma dor lancinante, ele parou um pouco mandei ele por bem devagar aos pouquinhos, em pouco tempo a dor cedeu lugar a um prazer indescritível, eu gemia bem baixinho, ate tentei abafar o som com o lençol, o tesão me fez senti tanto prazer em ver e ter um pau novinho fodendo meu cu, tratei de rebolar mais ainda sendo puta dele, o garotinho que peguei no colo quando bebe.

Jamais, em toda a minha vida, experimentei tanto prazer, ele gozou de novo, explodindo toda a virilidade de seus 17 anos.

Estávamos exaustos e satisfeitos, ele saiu de mim e deitou-se ao meu lado, abraçando-me carinhosamente, eu lhe beijei e fui para o meu quarto, onde meu marido já estava no quarto sonos, fui tomar um banho e dormi levinha, e acordei as 7;30 como uma mulher realizada sexualmente, la pelas 9h ele acordou com aquela carinha de adolescente, quando chegou na cozinha eu dei um beijo naquela boca linda, e disse a ele que arrumaríamos outras oportunidade para transar mais se ele quiser, ele sorriu e disse que logico que queria.

No final de semana não tivemos oportunidade, pois meu filho chamou outros amigos e não sal de casa, ele foi embora na segunda feira, mas vamos trepar mais...

  • Enviado ao Te Contos por Fran

O melhor oral do mundo

 By; Mr. Erio

Eu sempre fui mais afim de chupar uma garota que ser chupado por uma, mas eu tive uma namorada que me fez o melhor oral de todos.

A gente havia se encontrado a noite e ela ia dormir lá em casa, chegamos tarde, e como sempre, namorávamos na escada, uns pegas bem quentes.

Descemos e entramos em casa, e como gostávamos de ver seriados, liguei a tv e começamos a ver Netflix. Ela deitou no meu ombro e eu abracei ela, e agora poucos minha mão foi passando pela barriga dela, foi pra uma das coxas, e ela de saia, ah como amo mulher de saia, e ela falava muito gostosa numa. A saia foi subindo e minha mão brincando na coxa dela foi suicídio também. 

Até chegar bem pertinho da bocetinha, fui brincando, acariciando, e já sentia que estava quente e molhada.

Ela pôs a mão e se acariciou também, tirou a calcinha para mim e me deixou acariciar, até quase gozar.

Quando estava perto ela deu alguns tapinhas na ppk, e eu entendi o convite.

Ajoelhei, abri as pernas dela e chupei ela ali no sofá da sala, até gozar.

Sentei de volta no sofá, abraçado com ela no mesma posição de antes, ela pôs meu pau para fora, e me masturbou, e começou a me chupar, que delícia de chupada.

Era gostosa, com carinho, ela beijava e lambia meu pau de um jeito muito bom, nunca senti nada igual, eu ia tremendo, querendo gemer, mas não podia, eu segurava um seio dela com uma das mãos e com a outra apertava o sofá, uma mistura de tesão e relaxamento corria o corpo todo, e meu pau latejava muito dentro da boca dela.

Ela me olhou com uma cara de tesão, olhinhos semi fechados, boca aberta e língua pra fora, sabia que eu ia gozar, perguntei se ela gostava, se queria que gozasse na boca dela, e ela voltou a me chupar, eu não conseguia ficar de olho aberto e olhar pra ela, revirava os olhos.

Eu gostei na boca dela, e ela chupava enquanto eu gozava, e se não me engano, engoliu meu gozo, aí que delícia.

Foi a primeira vez que ela me chupou, e me chupou daquele jeito.

Ela foi para o banheiro, lavou a boca, e fui depois tambem, me limpei, lavei meu pau, e como ela ia dormir no meu, entrei lá, dei uns beijos e uns amassos bem gostoso, transamos lá mesmo no quarto e depois dormimos.

Eu nunca esqueci essa noite.

  • Enviado ao Te Contos por Mr. Erio

 

Rapidinha no carro com a minha namorada (lesb) (12-11-2021)

 By; Mary

Olá gente sou a Mary, sou namorada da Ju, eu tenho 20 anos sou loira um pouco magrinha mas com seios fartos, que por sinal a Ju adora!

Vou contar a vocês uma transa que eu e a ela tivemos no carro, na estrada a caminho da casa dos tios da Ju, nesse inicio de feriadão..

Era tarde de sexta feira por volta das 5:00 eu e ela saímos de carro destino a casa da tia dela que morava umas duas cidades depois da nossa, fomos conversando quase o caminho todo a Ju começou a me fazer perguntas.

-Mary você já transou no carro?

-Não e você?

-Ainda não também!

-Por que ta me perguntando isso?

-Porque to com vontade.

Ela continuou dirigindo até que chegou na cidade da tia e entrou em uma rua super vazia, perto da pista, tipo um atalho, parou o carro fechou os vidros e começou a me beijar. Isso é o que mais amo na Ju, nunca se sabe o que ela vai fazer rsrs

-Ju ta doida? Pode chegar alguém a qualquer momento.

-Para de ser medrosa vai, vamos aproveitar um pouco, ta tudo escuro já ninguém vai passar por aqui.

Depois de um tempo concordei e nossos beijos foram aumentando, cada vez o clima ficava mais quente, os beijos no pescoço, mordidas e mãos pelo corpo começavam..

Ela tirou minha blusa foi descendo com seus beijos do meu pescoço até meus seios, fomos para o banco de tras. Ela abriu meu sutiã, a essa hora eu já estava ficando molhadinha, super excitada, ela pegou nos meus seios e apertava enquanto acariciava meu corpo todo, chupou muito meus seios com vontade uma mão ia descendo por meu shorts jeans até tirá-lo e me deixar só de calcinha no carro.

Sim, tinha horas que era desconfortável no carro mas nada acabou com o tesão que estávamos sentindo naquele momento. tirei a blusa dela e aqueles maravilhosos seios ficaram a mostra pra mim, aproveitei recompensei todas as carícias, chupadas e beijos que a ela tinha feito em mim, no meu corpo que já estava quente.

Tiramos o resto de nossas roupas ela deitou e subi em cima dela comecei a masturbá-la, ela estava muito molhadinha, começando a gemer pra mim, percebi que ela estava quase tendo um orgasmo, desci até sua bucetinha e comecei a chupá-la todinha, uma delícia, ela gemeu bastante, dizia pra eu continuar que estava muito bom, coloquei dos dedinhos nela, que já se contorcia de tesão, gozou muito gostoso...

Depois de um tempinho ela se recuperou e veio pra cima de mim com muita vontade me acariciando e dizendo que eu era muito linda e gostosa, falava que me amava e começava novamente a apertar meus seios, amo quando ela faz isso com toda vontade que tem.

Estava tudo ótimo, nossa primeira transa no carro, ju chupava muito minha bucetinha, que delicia que foi, ia cada vez mais rápido com sua língua cheia de habilidade, apertava minha bunda continuava a me chupar e olhava pra ver minha reação.

Eu fechava os olhos, segurava nos cabelos dela, passava minha mão sob seu corpo perfeito, tive um orgasmo delicioso gozei na boquinha dela que depois me deu vários beijos e falava que tinha sido uma delícia, e que queria mais vezes.

Nos vestimos e fomos para a casa da tia dela, foi a nossa primeira transa no carro e foi uma delicia.

  • Enviado ao Te Contos por Mary

 

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Gozando no carro na garagem do apartamento (12-11-2021)

By; Daniele

Olá, meu nome é Daniele, tenho 19 anos, sou branca com cabelos castanho escuro, longos e cacheados, 1,63 e peso 50kg, e tenho um corpinho malhado, seios redondinhos, bonitos, grandes e uma bundinha que atrai muitos olhares masculinos.

Meu namorado se chama Rafael, ele tem 22 anos, ele tem 1,70, 69 kg, olhos cor de mel, cabelos pretos.

Sexta feira, fui na casa dele, era tardezinha e eu vestia uma calça jeans apertadinha com uma blusinha rosa que ele diz ser a mais sexy por marcar meus seios. Quando eu cheguei na portaria do predio ele já me esperava e quando me viu, pude perceber sua excitação imediata, ele me recebeu com caricias, apalpando meus seios, bunda, acompanhado de beijos provocantes. Ambos estávamos excitados, no entanto não podia rolar nada intenso ali, no elevador as caricias continuaram ate que chegamos ao andar, entramos em sua casa e fomos para o sofá da sala, e logo as caricias foram surgindo e pude "sentir" o seu pau completamente duro através da bermuda, o que me deixou muito excitada e molhadinha.

Não sendo possível fazer algo mais ousado ali, pois seus pais estavam em casa, ele me fez uma proposta tentadora, ir pro seu carro na garagem do prédio.

Eu, lógico, aceitei e saímos de mansinho sem que ninguém nos notasse, as sextas o porteiro só chega la pelas 9h da noite, o que nos deixou mais excitados ainda, pois apenas teríamos que tomar cuidado com outros moradores que poderiam aparecer na garagem, e os vidros escuros nos davam grande privacidade.

Sentamos no banco de trás para poder ter uma posição mais confortável, ele adora umas preliminares e por isso sempre me atiça ao máximo, me deixando louca e totalmente molhada.

Ele começou a me beijar, beijos demorados, fortes e intensos, ao mesmo tempo foi deslizando sua mão pelo meu corpo, começou nos cabelos, passando pelo meu rostinho, nuca, seguido de um beijo na minha orelhinha, o que me deixa sem controle, indefesa, e ele sabe muito bem disso. Continuou passando a mão pelos meus seios, descendo a alcinha da blusa carinhosamente, e logo lambeu o biquinho e beijou loucamente meus seios.

Quando ele viu que eu estava excitada ao máximo, desabotoou minha calça, abaixou a calcinha começou a lamber os cabelinhos da minha vagina, passando a língua quentinha bem perto dos meus grandes lábios, o que me deixou louquinha.

De repente ele colocou as duas mãos por baixo da minha bundinha, e passou sua língua sobre meus grandes lábios, e deu um beijo intenso e forte passando vagarosamente toda a extensão da língua no meu clitóris, o que me fez estremecer.

Sua língua fazia um misto de movimentos circulares, verticais e horizontais sobre meu clitóris, o que me arrancava gemidos, meu corpo tremia feito batedeira e segundo ele, eu já estava dizendo palavras sem sentido! Eu estava quase no orgasmo, mas de repente ele parou, sua costa estava dolorida devido à posição desconfortável no carro, ele sentou do meu lado, colocou rapidamente seu dedo médio no meu clitóris e continuou os movimentos e me deu um orgasmo tão incrível que cheguei a sentir falta de ar, devido os vidros do carro estarem quase fechados.

Logo depois do orgasmo descansei alguns segundos e fui retribuir esse prazer maravilhoso. Abaixei seu short e cueca e vi seu pau completamente duro, então comecei a acariciar seu pau com a mão dando leves beijos, notei que ele começou a se excitar, e então comecei a beijar com mais intensidade, beijos que envolviam a metade ou mais do seu pau, fazia movimentos circulares com a língua sobre a glande, o que deixava ele mais e mais excitado.

Logo em seguida, aproveitando que o pau já estava molhado com os beijos, fiz movimentos de vai e vem com a mão segurando todo o pau, desde a base até a glande, isso resultava em gemidos cada vez mais intensos e o deixava com respiração ofegante. Comecei devagarzinho aumentando a velocidade e a força com que eu segurava seu pau, que naquele instante já estava até expelindo um pouco de líquido.

Repeti mais uma vez a sessão de beijos, o que o deixava louco, e novamente os movimentos com a mão, eu sabia que nessa hora ele ia chegar ao orgasmo, mas pra aumentar ainda mais seu prazer, parei os movimentos com a mão e dei mais beijos de vai e vem com a língua, e então continuei com os movimentos, ele tremia o corpo todo e estava suando.

Agora sim, vendo que ele não aguentava mais, fiz os movimentos freneticamente com a mão até que ele começou a pedir pra não parar, eu espertinha quando vi que ele ia gozar, comecei a fazer os movimentos com a língua, e ele gozou na minha boca, senti um jato quente de esperma e minha boca ficou cheia a ponto de eu quase engasgar, mas era uma sensação maravilhosa ter aquele triunfo do prazer dentro da minha boquinha que ele diz ter o formato de um coração.

Ele então perdeu os sentidos, como sempre acontece, e ficamos abraçadinhos por uns 10 minutos até ele se recuperar. Eu já estava pronta pra sairmos do carro quando de repente ele parou e me surpreendeu com um pedido: ele queria outro orgasmo!

Eu logo aceitei e sem aviso algum, pulei em cima do seu colo, de modo que podia sentir a ponta do pau tocando a minha calcinha, ele então me abraçou com força e começou a beijar meus biquinhos de modo tão intenso que até me afastei, mas ele me puxou novamente de um jeito tão gostoso que me deixou até mole, então deixei ele beijar como um louco meus seios... foi então que saí de cima e comecei a acariciar seu pau.

Dessa vez o pau estava mais sensível e qualquer toque era motivo de delírio, ele pedia muito que eu passasse a linguinha nele, e o fiz com movimentos frenéticos, alternados com beijos envolvendo a glande e movimentos com a mão, e às vezes tocando o seu saco, ele tremia muito, suava, gemia, enfim estava fora de si. Por ele ter gozado a tão pouco tempo achei que ele não o faria novamente, mas me enganei, não demorou, pois ele gozou intensamente, e mais uma vez engoli todo aquele néctar, ele gozou tanto dessa vez que acabou caindo na minha blusinha e no meu braço.

Mesmo após ele ter gozado, eu ainda continuei fazendo os movimentos com a língua, o que o deixava mais louco ainda, a ponto de pedir“para parar e quanto mais ele pedia mais eu fazia, acho que ele quase morreu de prazer essa hora.

Descansamos por algum tempo e ele então foi me levar em minha casa, ambos muito felizes pelo prazer dado e recebido.

  • Enviado ao Te Contos por Daniele 

O melhor aniversario da minha vida !!! (Outubro de 2021)

 By; Maria Fernanda

Meu nome é Maria Fernanda, sou carioca, tenho 27 anos, 4 anos de um casamento conturbado.

Decidi relatar o ocorrido, no dia de meu aniversário, pois escrevendo talvez me sinta melhor e possa diminuir o peso de minha consciência.

Sou casada com um engenheiro da Petrobrás, trabalha em uma bacia petrolífera, fica as vezes 40 dias fora de casa, sabia disso quando casei-me com ele, mas sinto-me carente, necessito de carinho e minhas masturbações não causam mais efeito.

Até o ocorrido jamais o tinha traído, mas existem situações em que perdemos a razão.

Mas vamos aos fatos:

Na véspera de meu aniversário, meu marido ligou-me dizendo que infelizmente não poderia vir, talvez para a próxima semana, senti-me frustrada, tinha preparado tudo, teriamos uma noite inesquecível de amor, saciaria toda minha sede, pois havia mais de 30 dias que não sabia o que era uma carne dura e rija invadir minhas entranhas e fazer-me feliz.

No dia de meu aniversário recebi a visita de 3 amigas minhas, trouxeram-me presentes, conversamos muito sobre meu casamento e duas delas já divorciadas falaram da barra que é o matrimônio, desabafei com elas, disse-lhes que estava sedenta por sexo, chorei muito e uma delas disse-me que viriam á noite e sairiamos para festejar meu aniversário e que receberia um presente surpresa.

Fomos á um restaurante e tomamos vinho e até champagne, rimos muito e quando eram 23:00 horas, disseram que iriam me levar até meu presente surpresa, levaram-me até o apartamento de uma delas, fomos até o quarto, estava escuro, e quando acenderam a luz, surpresa!!!!!!

2 rapazes, lindos, maravilhosos, haviam contratado só para mim, ele deixaram cair a toalha de seus corpos e realmente escolheram a dedo, seus paus eram majestosos, já eretos, apontando para cima, bem maior que de meu marido.

Tentei refletir sobre aquilo, mas pelo meu desejo e o efeito da champagne que bebi, não resisti.

Abraçaram-me, arrancaram minha roupa, meus seios saltaram para fora, minha bucetinha depiladinha e preparada para meu marido agora era daqueles deuses, mamaram meus seios, lamberam minha bucetinha e beijaram meu cúzinho, de olhos fechados gemia e me entregava por completo, não era mais eu Fernanda que estava ali, aquela mulher cheia de escrúpulos agora era uma puta louca de desejos.

A cada lambida e chupada daquelas linguas, meu fogo se acendia mais, o mundo lá fora não interessava mais, apenas aquele quarto, minhas amigas sem cerimônia, despiram-se e se masturbavam deliciando-se com aquela cena.

Gemia alto, abafada por um cacete enorme atochado em minha boca, minha bucetinha era chupada avidamente e recebia um dedo em meu cúzinho, sem resistir mais implorei que penetrassem-me, se necessário rasgassem-me ao meio, estava enlouquecida e nem pensava mais no que falava.

Colocaram-me de quatro e quando percebi encostar um cacetão em minha xaninha, percebi que estava sem preservativo e reclamei, uma de minhas amigas disse-me que tranquilizasse-me, a agência que havia contratado-os era de confiança e que estavam limpos e que eu necessitava de sentir carne com carne.

Aos poucos aquela pica foi deslizando por minha buceya, pedi para ir devagar, pois tinha algum tempo que não recebia um pau.

Minha bucetinha molhou-se e engoliu aquela vara deliciosa, comecei a rebolar e sentir cada estocada rápida e forte, chegando a encostar no fundo de meu canal vaginal, chupava um pau delicioso e não demorou muito comecei a gozar, minha buceta latejava de prazer e quando comecei a sentir jatos de esperma inundarem o interior de minha xaninha e receber esguichos fortes rebatendo no ceu da minha boca, cheguei ao ápice do orgasmo.

Ficamos abraçados nos acariciando e logo estavamos novamente restabelecidos, prepararam meu cúzinho e a pedido de minhas amigas, escolheram o da pica maior e mais grossa, lambuzaram meu cúzinho de KY, comecei a receber aquele pau comprido, grosso e muito duro, sua cabeça passou e estourou as últimas preguinhas que existiam, relaxei meu esfíncter e ele foi dilatado, engoliu todo aquele pau, chegando ao fundo, tirou até a cabeça e empurrou novamente, meu cúzinho melou-se e acostumou-se com aquele pintão...

Começou então um entra e sai frenético, aqueles garanhões eram resistentes, não se cansavam fácil, as paredes nervosas de meu cú tremiam de tesão a cada esfolada que aquele cacete fazia em seu trajeto de entra e sai, e agora foi a vez de meu cúzinho engolir grande quantidade de esperma quente que espocavam em jatos intermináveis, sentia aquele líquido quente lavar minhas entranhas e com a saida daquela carne dura, vomitou tudo para fora.

Minha fome estava quase saciada e para terminar a orgia, iniciaram-me na D.P., recebi um pau na bucetinha e um no cuzinho, encontravam-se lá dentro, meteram e meteram sem parar, fazia uns 5 minutos que recebia 2 paus e cheguei ao orgasmo mais maluco de toda minha vida, senti arrepios descerem por minha espinha e simultaneamente comecei a sentir meu cúzinho e minha bucetinha ferver e aos gritos gozei por meus dois orifícios e fui inundada novamente pelos líquidos daqueles machos insaciáveis.

Fiquei deitada na cama, estava exausta, adormeci, acordando quando amanheceu o dia, meus buraquinhos estavam doloridos, mas satisfeitos, tomei uma ducha, um café reforçado com minhas amigas e retornei até minha casa.

Foi o melhor aniversario da minha vida, ganhei os melhores presentes...

  • Enviado ao Te Contos por Maria Fernanda

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...