By; Cleo
Oi, eu tenho 25 anos, me chamo
Cleo, sou de São Paulo. Desde os meus 20 anos passei a fazer programa, e perto
de completar 21 anos eu conheci o Sr. Tobias (casado e com 52 anos), fiz alguns
programas com ele, ate que ele me veio com uma proposta que foi muito boa para
mim, ele me propôs a ser sua puta particular, a só transar com ele, e me
pagando por eles, confesso que fiz vario programas sem ele saber kkk.
Bem, vou contar como foi a
minha primeira vez na Orgia
Já era a puta particular dele à
4 meses, estava adorando todas as novas experiências que tinha e a maneira como
ele explorava o meu corpo e os limites. Todas as semanas esperava ansiosamente
pela sexta feira (Era quando ele driblava a sua esposa com mais tempo), era o
dia.
Como de costume na hora do
almoço dirigi-me ao carro dele, fui até ao porta mala e retirei um saco, ele
abriu-me a porta e deu-me a mão para eu entrar. Já com o carro em andamento
comecei por retirar o plug anal da bolsa, passei lubrificante e enfiei-o no cu,
retirei a coleira da bolsa e coloquei no colo, descalcei-me, entretanto
chegamos ao portão e enquanto esperávamos que ele abrisse coloquei a coleira,
assim que começamos a entrar comecei a despir-me e quando entrámos na garagem
já estava pronta como o meu Dono gosta.
Ele abriu a porta do meu lado
do carro e deu-me a mão para eu sair, coloquei-me logo de joelhos pronta a
receber o primeiro leite do dia. Ele colocou o pau na minha boca e eu comecei a
mamar avidamente, ele gostava de me sufocar com o pau e ao fim de 3
sufocamentos comecei a sentir o quentinho do leite dele a escorrer pela minha
garganta.
Sem uma palavra como de
costume, dirigimos-nos para dentro de casa. Lá ele mandou-me ligar para casa e
avisar que hoje iria sair mais tarde do trabalho, que não se preocupassem que
depois o pai do meu patrão iria me levar a casa, eu assim fiz, a minha mãe
agradeceu e disse que esse homem era um anjo, eu sorri e desliguei.
- Já está avisada Senhor; disse
dirigindo-me até ele
Ele então com uma voz séria
disse-me que hoje ia ser diferente e colocou-me um cinto de castidade e depois
uma capa tipo medieval por cima, encaminhou-me novamente para o carro, sentiu a
minha ansiedade e disse-me:
-Já tivemos esta conversa,
nunca farei nada que possa pôr em risco a tua integridade, podes desistir no
momento em que quiseres.
Ao que eu respondi: - Eu sei
Senhor, desculpe Senhor, e com isto entrei no carro.
Ele conduziu por quase uma
hora, até que chegarmos a uma mansão no Morumbi, parou o carro e veio ajudar-me
a sair do carro, como sempre fazia. No jardim existiam dominadoras a montadas em
submissos, dominadores a passearem as suas cadelas pelo jardim ou simplesmente
sentados a conversarem enquanto elas permaneciam ajoelhadas no chão ao lado
deles.
Estava maravilhada a observar
aquele mundo novo para mim. Pelo jardim eu ia ao lado do meu Dono, caminhamos
até à porta, quando olhei para dentro vi que a decoração parecia de um castelo,
sentia-se o cheiro da pedra misturado com o cheiro da madeira, havia armaduras
e aparelhos que pareciam de tortura, na entrada um homem vestido somente com
uma tanga de pele e umas correias á volta do tronco recebeu a minha capa que o
meu Dono lhe ofereceu, tirou também o casaco e deu-lhe.
Distinguia-se bem os
Dominadores dos submissos, nós submissos estávamos completamente nus. Alguns
tinham vestidos peles de animais ou um plug com cauda ou com orelhas de animais.
Eu estava excitada com tudo aquilo.
O meu Dono encaminhou-nos para
um salão, onde foi recebido por um homem que perguntou se era hoje que iriam
experimentar a sua nova cadela e olhou para mim com um olhar lascivo. Encolhi-me.
O meu Dono apontando para o meu cinto de castidade respondeu que eu estava de castigo,
somente poderiam utilizar o que estava á mostra. O outro no mesmo instante
aproximou-se de mim e levou as mãos aos meus seios, apertou os meus bicos e
disse:
- Ajoelha-te e mama cadela.
Tirou o pau de fora, murcho e
colocou-me na boca, olhei para o meu Dono e ao sinal dele que sim com a cabeça,
agarrei naquele pau e comecei a mamar.
- Ohhh que boa boca tem a tua
cadela
Dizia ele ao mesmo tempo que
cadenciava os meus movimentos puxando os meus bicos, aquilo estava a dar-me uma
tesão imensa e eu já estava molhada. Em pouco tempo o pau dele cresceu na minha
boca e jorrou o seu leite dentro dela.
- Muito boa, da próxima vez
tens de trazer livre para tudo, eheheh, entrem e estejam á vontade; disse o homem
afastando-se.
Nós entrámos. o meu Dono
sentou-se num sofá e fez-me sinal para me ajoelhar ao seu lado. Naquela sala
existiam 4 sofás redondos. Observei atentamente cada um deles.
No primeiro uma submissa de 4 ,
na frente dela uma Dominadora com uma perna só em cima do sofá oferecia-lhe a buceta
para ela lamber, coisa que ela fazia com destreza, pelos gemidos que a outra
dava, por trás dela um Dominador metia na buceta dela e de lado tinha um outro
que lhe mexia nos peitos enquanto ela o punhetava.
No segundo sofá um submisso, na
frente dele um homem a quem ele mamava e por trás uma mulher que o enrabava com
um strap-on.
No terceiro sofá outra
submissa, esta deitada em posição frango assado, na frente um homem a quem ela
mamava o pau e do outro lado uma mulher que lhe enfiava a mão na buceta
fazendo-lhe um fisting, que pelos gemidos que dava estava a adorar.
E por fim no quarto sofá uma
outra submissa, esta tinha um Dominador por cima e outro por baixo numa dupla
penetração e um outro na frente que ela mamava.
Aquela sala tinha um cheiro
intenso de sexo e eu estava extremamente excitada, compreendi porque tinha um
cinto de castidade, se assim não fosse eu perderia ali a minha virgindade (de
orgia), mas sinceramente fiquei louca para ser usada. O meu Dono sentado no
sofá percebeu a minha inquietação e sorriu;
- já está doida cadela?
Fiz que sim com a cabeça,
aquele local era uma loucura.
- Vou te mostrar o resto da
casa, ao dizer isto levantou-se e fomos.
No corredor passamos por um
submisso preso numa canga por trás um dominador enrabava-o e pela frente outro
dava-lhe um pau para mamar, mais à frente amarrada a um poste uma submissa era
chicoteada. Outra sala, estava uma cruz de Sto André com uma submissa presa
sendo chupada por dois homens, ao lado uma cama com uma submissa presa com
vibradores enfiados na buceta e no cu, esta estava sozinha e ligeiramente ao
lado um cavalo de tortura com uma submissa sendo enrabada por uma Dominadora.
Eu estava maravilhada com tal
local. Eu estava toda molhada. Chegámos a uma sala, com uma espécie de caixa
grande, esta caixa tinha uma entrada e 3 buracos em cada parede. O meu Dono
retirou a correntinha da minha coleira e mandou-me entrar, eu entrei e ouvi uma
espécie de buzina tocar, logo apareceu um pau por um dos buracos, não me fiz
rogada e comecei a mamar, depois apareceu outro, eu agarrei-o com a mão e
comecei a punhetá-lo, mais outro e mais outro, aos poucos todos os buracos
estavam sendo preenchidos, eu mamava e punhetava-os, eles gozavam na minha boca
e saiam e logo eram substituídos por outros, foi o dia em que mais bebi leite
na minha vida, estava com tanta tesão que escorria pelas pernas, não sei quanto
tempo estive ali, mas todos os que lá entraram nenhum saiu sem me dar o seu
leite.
Quando saí, o meu Dono
perguntou se eu estava satisfeita e eu disse que sim. Fomos então em direção à
sala de jantar, uma mesa comprida com 15 dominadores de cada lado e o anfitrião
(o primeiro que me deu de mamar) à cabeceira, ao lado de cada Dominador, de
joelhos estava um submisso.
O meu Dono sentou-se no lugar
que lhe pertencia e eu ajoelhei ao lado dele. A Dominadora em frente dele,
disse-lhe que ele tinha ali um belo exemplar, referindo-se a mim, e perguntou
se eu era boa de boca.
Ele riu e perguntou-lhe se
queria experimentar ao que ela respondeu logico que sim. Ele então, com a correntinha
encaminhou-me a direção dela por baixo da mesa, engatinhei até ela, ela abriu
as pernas e eu procedi então ao meu primeiro oral feminino um pouco desajeitada,
mas rapidamente percebia o que ela gostava ou não e comecei a aprimorar. O seu
vizinho do lado começou a apalpar-me os seios as e a puxar um bico de cada vez.
Ouvia os talheres a baterem nos
pratos, eles comiam tranquilamente enquanto debaixo da mesa iam sendo mamados
ou apalpavam mamas.
Quando ela gozou, enxotou-me
com a mão e eu regressei ao meu lugar, no regresso reparei numa submissa a
mamar no meu Dono. Assim que cheguei ao meu lugar logo outra Dama requisitou os
meus serviços e eu passei agora a beber néctar de senhoras.
Já ajoelhada ao lado do meu
Dono vi uma das submissas ser encaminhada para cima da mesa e lá uma quantidade
de mãos a acariciavam, homens e mulheres, começaram então a enfiar-lhe dedos na
buceta e no cu, eu comecei a escorrer novamente, os dedos deram lugar a mãos e
foi fistada ali por várias pessoas, uns tiravam as mãos e outros punham, não
sei quantas vezes ela gozou, depois começaram a introduzir brinquedos, dildos
gigantes, vibradores, ela estava doida e eu também.
No fim do jantar o meu Dono
despediu-se de todos e fomos embora. Durante a viagem silêncio total. Assim que
entrámos a garagem e saí do carro ajoelhei -me e ele só disse;
- hoje não, para casa.
Assim que entrámos retirou-me o
cinto de castidade e o plug anal, e enterrou a rola no meu cu, ali mesmo no
meio do corredor, de pé, ambos estávamos cheios de tesão, comecei a escorrer
pelas pernas de tão excitada que estava e ele não demorou também a puxar a correntinha
da coleira obrigando o meu corpo a ir para trás enquanto ele urrava gozando.
Dali fomos para o banho, mamei
seu pau ate endurecer e depois ele fodeu muito a minha buceta, ficamos ate umas
21h trepando, daí ele foi me deixar em casa.
- Enviado ao Te Contos por Cleo