By; Nadia
Te contos, eu me chamo Nadia,
tenho 28 anos e estou casada (2x), mas sempre que posso fico com alguma amiga. Comecei
com 24 anos assim !. Uma amiga que conheci através de outra amiga que morava em
minha cidade convidou-me a passar uma temporada em sua casa no Rio de Janeiro.
Seu nome Deise.
Sabia que Deise mantinha uma
relação homossexual e isto me atraiu, mesmo não gostando de mulher, queria
experimentar tudo da vida. Ela também confessou-me que sua amante não era
ciumenta, desde que soubesse de tudo ou participasse.
Meio na louca parti para o Rio,
para uma estada de 3 dias. 3 dias que eu esperava serem inesquecíveis, e foram!
Apesar de querer viver todas as
experiências possíveis, eu já, mesmo aos 24 anos, carregava uma bagagem
considerável de conhecimento em termos sexuais.
Eu e meu ex. marido, tarado por
sinal, fazíamos o que desse vontade um com o outro. Fui introduzida por ele
mesmo, a seu pedido, na arte da inversão. O que me faltava, somente, era estar
com mulher. Sendo esta motivação de aceitar o convite de Deise.
Deise era mais velha que eu uns
10 anos, mas mantinha-se com todo o sabor de uma mulher atraente, uma bunda
levemente proeminente, pernas normais, olhos castanhos, grandes e brilhosos e
cabelos castanhos claros compridos quase chegando a cintura, sem pintura mais
bem tratada e cheirosa, era uma mulher bonita com seios que chamavam atenção.
Cheguei numa quinta-feira à
tarde, Deise me aguardava com vestido floral, cabelos soltos e um perfume
inebriante. Nos abraçamos, trocamos beijinhos na face, ofereceu o sofá, e
levando minha mala para o quarto de hóspedes ofereceu-me algo para beber.
Estava um calor sufocante,
tinha uma casa simples mas de muito bom gosto, mas não tinha ar-condicionado.
Aceitei uma cerveja gelada.
Ela sentou-se e começamos a
conversar, falar da amiga em comum, falei pelo o que eu estava passando, ela
confidenciou-me algum de seus fardos e prazeres, e assim fomos, conversando e
bebendo.
Disse que sua amante em breve
iria juntar-se a nós, pedi para tomar um banho, estava muito acalorada, ela
gentilmente ofereceu-me toalhas macias e sugeriu que eu me colocasse à vontade.
Que usasse um vestido, e ficasse mesmo super à vontade.
E foi o que fiz, após o banho,
vesti um vestidinho curto bem leve, e nada de calcinhas e sutiãs.
Nesta época não tinha seios
mais firmes e lindos que os meus. Percebi que Deise os olhava com curiosidade e
gula. Perguntei se queria vê-los, ela logo esboçou um lindo sorriso e assentiu
com a cabeça. Quando ia tirá-los, a porta se abriu.
Entraram uma mulher e um rapaz,
que logo fui apresentada. Era Juliana a amante de Deise e seu sobrinho.
Eu era louca, mas alucinada por
rapazinho. Ele deveria ter somente uns 17 para 18 anos, ombros largos, alto
para a idade, quase 1,80, e trajada camiseta e bermuda brancas. A principio
pareceu-me que sua bermuda estava apertada, mas um olhar mais atento percebi
que eram suas partes íntimas que apertavam-se contra ela. Seu nome Pedro
Ricardo.
Confesso que não mais tirei o
olhos daquele monumento das delícias, ele percebeu. Todas perceberam. Fiquei
envergonhada com isto e nenhum deles pareceu incomodar-se, relaxei.
Daí ficamos os quatro
conversando, Pedro também conversava, mas parecia um pouco impaciente. Percebi
que carregava no bolso da bermuda uma revistinha, fiquei muito curiosa. Ele
percebeu, enfiou-a para dentro do bolso.
Em dado momento, depois de
muita cerveja, risos, Pedro, chamou a tia para a cozinha. Tia? Fiquei cabreira
com aquilo, sobrinho e tia na casa da amante da tia? Achei estranho, mas a
cerveja já não me dava margens a raciocinar muito.
Enquanto os dois mantinham-se
em secretas confidências na cozinha, pois sussurravam, Deise percebendo minha
estranheza com a situação, falou-me por alto que o sobrinho de Juliana, já não
era um rapazinho tão inocente, e que tinha estado com ela, bem como sua tia.
Confesso que já tinha feito
muita coisa ousada, mas sobrinho transando com a tia e a amante da tia, aquilo
me pegou de surpresa. Mas como disse antes a cerveja não deixava margens a
muitos pudores.
Pedro voltou só da cozinha,
olhou para Deise que assentiu com a cabeça, e sentou-se perto de mim. Sua Tia
meio descabelada passou por nós e foi para o quarto de Deise que a seguiu, e eu
seguindo-as com o olhar de forma curiosa, já antevendo o que rolaria.
Quando virei-me para Pedro,
este de surpresa lascou-me um beijo. Segurando meu rosto com suas duas mãos
achando que eu poderia me furtar de ser beijada. Tolinho. Não me fiz de rogada,
além de corresponder, peguei no seu pau que vinha duro desde a cozinha e
deslizei minha mão sobre eles.
Pedro soltou um leve gemido e
empinou seu rebelde para o meu lado, levou uma mão no meio das minhas pernas e
começou a bolinar meu grelo. Molhei geral, ele percebeu, tentou enfiar um dedo
nela, não permiti.
Enquanto isto sons abafados
vinham do quarto, gemidos, grunhidos, as duas se pegavam.
Pedro, com a impaciência dos
adolescentes me forçou a ficar de quatro, expondo meu íntimo na sua cara. Com
gula, começou a me lamber, passava aquela língua grande que babava e queimava
meus orifícios, lambia de trás para frente, de frente para trás, melava tudo.
Eu empinava que nem égua arisca. Levantou-se e soltou seu vergalhão
introduzindo-o na minha boca. Nossa, naquela idade nunca imaginei que poderia
ter uma piroca tão grande, na faixa dos 18 cm, além de grossa. Abocanhei com
vontade, cuspi na cabeça.
Enquanto isto ele mantinha suas
mãos na minha xota, bolinando, apertando o grelo, esfregando ela. Comecei a
engolir devagarzinho, mamando cada pedacinho daquele delicioso membro.
Ele enlouquecido, aumentava os
movimentos de vai e vem, minha xana estava em chamas. Ele sentiu, montou em
mim, e feito cachorrão me fodeu. Eu que nem cadela no cio, babava, mexia de
todo jeito, ainda meio encabulada por estar na casa de estranhos e naquela
posição, gozei loucamente mas silenciosamente. Pedro sentiu que eu gozava, deu
tapinhas de leve na minha bunda e continuou metendo até que minha buceta
parasse de morder seu pau.
Fiz menção de me esborrachar no
sofá, ele não deixou, ainda não tinha gozado. Começou a mamar meu cu
freneticamente, lambia, mamava, enfiava a língua, apesar de ter gozado muito,
aquilo foi me acendendo novamente, colaborava rebolando na sua língua, colocou
um dedinho, dois e foi socando ao mesmo tempo que lambia, laceando mais as
pregas, com a outra mão esfregava minha buceta. Tirei sua mão dela pois estava
sensível naquele momento.
De repente tirou os dedos,
segurou meus quadris com força com medo que eu me esquivasse, e falou para eu
aguentar calada que iria enterrar agora. Apavorei. Não era nenhuma virgenzinha
nesta parte, mas não tinha levado um destes antes, ele me deu um tapa no
traseiro, foi espremendo nas mãos as carnes da minha bunda, arreganhando ela
por completo, mãos grandes e firmes, senti outro tapa, e foi entrando, a medida
que entrava me batia, e falava:
-Aguenta calada aí pra não
apanhar mais.
Fui gostando, relaxando, com o
caralho por completo no meu rabo dando estocadas, a principio devagar num vai e
vem gostoso, de repente sinto seu pau crescer no meu cu, à medida que cresce,
aumentam suas estocadas, num frenesi louco, ele retira e goza nas minhas
costas, bunda, me mela toda, ainda bem que estava nua em pelo.
Amorosamente, ele me faz sentar
em seu colo e me beija. Beijo doce, boca macia. Estava nas nuvens. E enquanto
me beijava, acariciava meus seios, com muita gentileza, mal percebi que as duas
mulheres estavam na sala e olhava-nos com ternura.
Juliana chegou perto de Pedro
passou as mãos nos seus cabelos e disse:
– Este é Pedrinho, nosso
homenzinho, que nos dá orgulho e prazer.
Deise juntou-se também,
ajoelhando a seus pés e começou a sugá-lo. Seu pau ainda estava melado de
nossos líquidos, e ela o banhava com sua língua. Juliana debruçou-se sobre ele
e começou a beijar sua boca.
Fiquei ali, com um misto de
vergonha e espanto, mas não fiquei esquecida por muito tempo. Juliana beijando
Pedro começou a bolinar meus seios. Saiu da boca de Pedro e começou a chupá-los
gostoso. Nunca antes tinha sido chupada por uma mulher. É diferente, elas sabem
bem como fazer.
Deixei os três divertindo-se
enquanto fui me lavar.
Recuperada voltei a sala e entrei
na brincadeira, Juliana e Deise faziam coisas deliciosas com Pedro, Pedro todo
largado no sofá, só recebendo. Pedi que Deise sentasse de pernas abertas no
sofá e que Juliana a chupasse para eu ver, e para que Pedro colocasse o pau na
boca de Deise e fiquei vendo a cena. Deliciosa, me chamaram para me juntar a
eles. Encostei nas costas de Pedro e comecei a esfregar meus seios. Pedro gemeu,
devia ser maravilhoso aquele sanduiche. Pinto sendo chupado e costas esfregadas
pelos seios. Sugeri que fossemos para o quarto de Deise, pois sua cama era
enorme e acomodaria nos quatro muito bem. Todos gostaram da idéia.
Juliana passou a chupar o cuzinho
de Deise, Deise por sua vez continuou a mamar Pedro e eu me coloquei nas costas
de Pedro. Fiquei alisando suas costas, passando a mão em seu corpo todo. Às
vezes segurava na cintura dele, e enfiava seu pau mais dentro na boca de Deise.
Todos se contorcendo e gemendo.
Deise voltou a mamar Pedro, e
depois pediu para ele penetrá-la, Pedro não teve dúvidas. Ela deitou-se de
costas, ele sobre ela e começou a entrar. Juliana, postou-se na cabeceira da
cama e pediu que Pedro chupasse sua boceta.
Deise começou a mexer sua
buceta, para cima e para baixo, sentiu que o pau de Pedro ficava cada vez mais
duro e grosso, enquanto ela mexia.
Ouvimos também; - vou gozar mete gostoso,
mete, aiauia hum hum hum aia, vai garanhão, soca tudo no rabo da sua puta.
Ouvimos um grito assustador. Meio animal,
gutural. Era Pedro esporrando dentro de Deise, gozou tanto, que saiu porra
perna abaixo. Deise estava com a coxas todas esporradas.
Pedro saiu de dentro de Deise.
Tia Juliana queria dar um banho de língua nele, ele a empurrou levemente.
Deitou-se em posição fetal e começou a chorar baixinho, que nem criança
desconsolada. Deise trouxe tolhas macias, e água morna, todas começamos a dar
um banho no corpo de Pedro.
Só posso dizer que os três dias
foram de glória, e em todos os três lá estava Pedro. Aproveitando tudo e todas,
e quando eles não estava a Deise e eu transamos bem gostoso.
- Enviado ao Te Contos por Nadia