segunda-feira, 24 de julho de 2023

Rapidinha (22-07-2023)

 

By; Casada

Eu sou uma mulher casada, não quero falar meu nome, tenho 33 anos, trabalho e o que contarei aconteceu nessa sexta-feira, 22 de Julho. E desde já aviso que fiz e faço porque gostos.

Eu deveria ter descido na Estação Santa Cruz. Mas a encoxada que estava levando me fez continuar. Um pau bem duro tinha se instalado bem no meio de minha bunda e empurrava o fino tecido de minha saia para dentro no vagão lotado.

As vezes o cara fazia o pau pulsar e eu o apertava com minha bunda. Tava uma delicia. Um tesão. Ele se mexia devagar e eu empinava. Minha vontade era de erguer a saia e colocar esse pau para dentro de mim.

Entendo e respeito as mulheres que não curtem e se sentem abusadas. Mas….eu curto.

Era um cara de terno cinza. As estações foram passando até que não teve mais como ele ficar atrás de mim sem chamar a atenção. Uma pena.

Chegamos na Luz e eu desci para pegar um trem de volta. Estava cheia de tesão.

-Você gostou ne? Ouvi alguém falando ao meu lado enquanto eu caminhava.

Era o tal de terno cinza. Parei e o olhei. Um quarentão bonito e alinhado.

-Vem comigo. Falei sem pensar duas vezes.

Me dirigi para a saída e ele ao meu lado. Nada falamos. Já na rua comecei a procurar um hotel. Qualquer um. Achei e entrei. Era uma espelunca dessas que tem no centro. Paramos na portaria e pedi um quarto.

-Uma hora é tanto. Disse o porteiro entregando uma chave.

O quarentão pagou e subimos um lance de escada. Numero 22. Entramos e ele fechou a porta. Eu entreguei pra ele uma das camisinhas que sempre carrego em minha bolsa.

Deitei de costas na cama, ergui o vestido e tirei a calcinha. Abri bem as pernas, fechei os olhos e esperei. Logo senti o peso dele sobre mim e o pau cutucando a buceta. Com a mão me certifiquei se estava encapado e o coloquei na entrada.

Com um só empurrão ele colocou tudo e eu gemi. O abracei com as pernas em suas costas e ergui o quadril. Ele fungava com a cara colada na minha. Meu tesão era tanto que em poucas socadas comecei a gozar deliciosamente. Ele também estava no limite e gozou se tremendo todo.

Ele caiu de lado. Eu me levantei ajeitei o vestido peguei minha bolsa e fui embora. Antes de fechar a porta ainda ouvi ele me chamar com um “Ei”. Nem liguei.

Na rua senti um ventinho fresco entrando por debaixo da saia e me dei conta que a calcinha tinha ficado na cama.

Sorri satisfeita comigo mesma. Eu gosto. Eu faço.

  • Enviado ao Te Contos por casada

Putaria no Rj.

 

By; Nadia

Te contos, eu me chamo Nadia, tenho 28 anos e estou casada (2x), mas sempre que posso fico com alguma amiga. Comecei com 24 anos assim !. Uma amiga que conheci através de outra amiga que morava em minha cidade convidou-me a passar uma temporada em sua casa no Rio de Janeiro. Seu nome Deise.

Sabia que Deise mantinha uma relação homossexual e isto me atraiu, mesmo não gostando de mulher, queria experimentar tudo da vida. Ela também confessou-me que sua amante não era ciumenta, desde que soubesse de tudo ou participasse.

Meio na louca parti para o Rio, para uma estada de 3 dias. 3 dias que eu esperava serem inesquecíveis, e foram!

Apesar de querer viver todas as experiências possíveis, eu já, mesmo aos 24 anos, carregava uma bagagem considerável de conhecimento em termos sexuais.

Eu e meu ex. marido, tarado por sinal, fazíamos o que desse vontade um com o outro. Fui introduzida por ele mesmo, a seu pedido, na arte da inversão. O que me faltava, somente, era estar com mulher. Sendo esta motivação de aceitar o convite de Deise.

Deise era mais velha que eu uns 10 anos, mas mantinha-se com todo o sabor de uma mulher atraente, uma bunda levemente proeminente, pernas normais, olhos castanhos, grandes e brilhosos e cabelos castanhos claros compridos quase chegando a cintura, sem pintura mais bem tratada e cheirosa, era uma mulher bonita com seios que chamavam atenção.

Cheguei numa quinta-feira à tarde, Deise me aguardava com vestido floral, cabelos soltos e um perfume inebriante. Nos abraçamos, trocamos beijinhos na face, ofereceu o sofá, e levando minha mala para o quarto de hóspedes ofereceu-me algo para beber.

Estava um calor sufocante, tinha uma casa simples mas de muito bom gosto, mas não tinha ar-condicionado. Aceitei uma cerveja gelada.

Ela sentou-se e começamos a conversar, falar da amiga em comum, falei pelo o que eu estava passando, ela confidenciou-me algum de seus fardos e prazeres, e assim fomos, conversando e bebendo.

Disse que sua amante em breve iria juntar-se a nós, pedi para tomar um banho, estava muito acalorada, ela gentilmente ofereceu-me toalhas macias e sugeriu que eu me colocasse à vontade. Que usasse um vestido, e ficasse mesmo super à vontade.

E foi o que fiz, após o banho, vesti um vestidinho curto bem leve, e nada de calcinhas e sutiãs.

Nesta época não tinha seios mais firmes e lindos que os meus. Percebi que Deise os olhava com curiosidade e gula. Perguntei se queria vê-los, ela logo esboçou um lindo sorriso e assentiu com a cabeça. Quando ia tirá-los, a porta se abriu.

Entraram uma mulher e um rapaz, que logo fui apresentada. Era Juliana a amante de Deise e seu sobrinho.

Eu era louca, mas alucinada por rapazinho. Ele deveria ter somente uns 17 para 18 anos, ombros largos, alto para a idade, quase 1,80, e trajada camiseta e bermuda brancas. A principio pareceu-me que sua bermuda estava apertada, mas um olhar mais atento percebi que eram suas partes íntimas que apertavam-se contra ela. Seu nome Pedro Ricardo.

Confesso que não mais tirei o olhos daquele monumento das delícias, ele percebeu. Todas perceberam. Fiquei envergonhada com isto e nenhum deles pareceu incomodar-se, relaxei.

Daí ficamos os quatro conversando, Pedro também conversava, mas parecia um pouco impaciente. Percebi que carregava no bolso da bermuda uma revistinha, fiquei muito curiosa. Ele percebeu, enfiou-a para dentro do bolso.

Em dado momento, depois de muita cerveja, risos, Pedro, chamou a tia para a cozinha. Tia? Fiquei cabreira com aquilo, sobrinho e tia na casa da amante da tia? Achei estranho, mas a cerveja já não me dava margens a raciocinar muito.

Enquanto os dois mantinham-se em secretas confidências na cozinha, pois sussurravam, Deise percebendo minha estranheza com a situação, falou-me por alto que o sobrinho de Juliana, já não era um rapazinho tão inocente, e que tinha estado com ela, bem como sua tia.

Confesso que já tinha feito muita coisa ousada, mas sobrinho transando com a tia e a amante da tia, aquilo me pegou de surpresa. Mas como disse antes a cerveja não deixava margens a muitos pudores.

Pedro voltou só da cozinha, olhou para Deise que assentiu com a cabeça, e sentou-se perto de mim. Sua Tia meio descabelada passou por nós e foi para o quarto de Deise que a seguiu, e eu seguindo-as com o olhar de forma curiosa, já antevendo o que rolaria.

Quando virei-me para Pedro, este de surpresa lascou-me um beijo. Segurando meu rosto com suas duas mãos achando que eu poderia me furtar de ser beijada. Tolinho. Não me fiz de rogada, além de corresponder, peguei no seu pau que vinha duro desde a cozinha e deslizei minha mão sobre eles.

Pedro soltou um leve gemido e empinou seu rebelde para o meu lado, levou uma mão no meio das minhas pernas e começou a bolinar meu grelo. Molhei geral, ele percebeu, tentou enfiar um dedo nela, não permiti.

Enquanto isto sons abafados vinham do quarto, gemidos, grunhidos, as duas se pegavam.

Pedro, com a impaciência dos adolescentes me forçou a ficar de quatro, expondo meu íntimo na sua cara. Com gula, começou a me lamber, passava aquela língua grande que babava e queimava meus orifícios, lambia de trás para frente, de frente para trás, melava tudo. Eu empinava que nem égua arisca. Levantou-se e soltou seu vergalhão introduzindo-o na minha boca. Nossa, naquela idade nunca imaginei que poderia ter uma piroca tão grande, na faixa dos 18 cm, além de grossa. Abocanhei com vontade, cuspi na cabeça.

Enquanto isto ele mantinha suas mãos na minha xota, bolinando, apertando o grelo, esfregando ela. Comecei a engolir devagarzinho, mamando cada pedacinho daquele delicioso membro.

Ele enlouquecido, aumentava os movimentos de vai e vem, minha xana estava em chamas. Ele sentiu, montou em mim, e feito cachorrão me fodeu. Eu que nem cadela no cio, babava, mexia de todo jeito, ainda meio encabulada por estar na casa de estranhos e naquela posição, gozei loucamente mas silenciosamente. Pedro sentiu que eu gozava, deu tapinhas de leve na minha bunda e continuou metendo até que minha buceta parasse de morder seu pau.

Fiz menção de me esborrachar no sofá, ele não deixou, ainda não tinha gozado. Começou a mamar meu cu freneticamente, lambia, mamava, enfiava a língua, apesar de ter gozado muito, aquilo foi me acendendo novamente, colaborava rebolando na sua língua, colocou um dedinho, dois e foi socando ao mesmo tempo que lambia, laceando mais as pregas, com a outra mão esfregava minha buceta. Tirei sua mão dela pois estava sensível naquele momento.

De repente tirou os dedos, segurou meus quadris com força com medo que eu me esquivasse, e falou para eu aguentar calada que iria enterrar agora. Apavorei. Não era nenhuma virgenzinha nesta parte, mas não tinha levado um destes antes, ele me deu um tapa no traseiro, foi espremendo nas mãos as carnes da minha bunda, arreganhando ela por completo, mãos grandes e firmes, senti outro tapa, e foi entrando, a medida que entrava me batia, e falava:

-Aguenta calada aí pra não apanhar mais.

Fui gostando, relaxando, com o caralho por completo no meu rabo dando estocadas, a principio devagar num vai e vem gostoso, de repente sinto seu pau crescer no meu cu, à medida que cresce, aumentam suas estocadas, num frenesi louco, ele retira e goza nas minhas costas, bunda, me mela toda, ainda bem que estava nua em pelo.

Amorosamente, ele me faz sentar em seu colo e me beija. Beijo doce, boca macia. Estava nas nuvens. E enquanto me beijava, acariciava meus seios, com muita gentileza, mal percebi que as duas mulheres estavam na sala e olhava-nos com ternura.

Juliana chegou perto de Pedro passou as mãos nos seus cabelos e disse:

– Este é Pedrinho, nosso homenzinho, que nos dá orgulho e prazer.

Deise juntou-se também, ajoelhando a seus pés e começou a sugá-lo. Seu pau ainda estava melado de nossos líquidos, e ela o banhava com sua língua. Juliana debruçou-se sobre ele e começou a beijar sua boca.

Fiquei ali, com um misto de vergonha e espanto, mas não fiquei esquecida por muito tempo. Juliana beijando Pedro começou a bolinar meus seios. Saiu da boca de Pedro e começou a chupá-los gostoso. Nunca antes tinha sido chupada por uma mulher. É diferente, elas sabem bem como fazer.

Deixei os três divertindo-se enquanto fui me lavar.

Recuperada voltei a sala e entrei na brincadeira, Juliana e Deise faziam coisas deliciosas com Pedro, Pedro todo largado no sofá, só recebendo. Pedi que Deise sentasse de pernas abertas no sofá e que Juliana a chupasse para eu ver, e para que Pedro colocasse o pau na boca de Deise e fiquei vendo a cena. Deliciosa, me chamaram para me juntar a eles. Encostei nas costas de Pedro e comecei a esfregar meus seios. Pedro gemeu, devia ser maravilhoso aquele sanduiche. Pinto sendo chupado e costas esfregadas pelos seios. Sugeri que fossemos para o quarto de Deise, pois sua cama era enorme e acomodaria nos quatro muito bem. Todos gostaram da idéia.

Juliana passou a chupar o cuzinho de Deise, Deise por sua vez continuou a mamar Pedro e eu me coloquei nas costas de Pedro. Fiquei alisando suas costas, passando a mão em seu corpo todo. Às vezes segurava na cintura dele, e enfiava seu pau mais dentro na boca de Deise. Todos se contorcendo e gemendo.

Deise voltou a mamar Pedro, e depois pediu para ele penetrá-la, Pedro não teve dúvidas. Ela deitou-se de costas, ele sobre ela e começou a entrar. Juliana, postou-se na cabeceira da cama e pediu que Pedro chupasse sua boceta.

Deise começou a mexer sua buceta, para cima e para baixo, sentiu que o pau de Pedro ficava cada vez mais duro e grosso, enquanto ela mexia.

 Ouvimos também; - vou gozar mete gostoso, mete, aiauia hum hum hum aia, vai garanhão, soca tudo no rabo da sua puta.

 Ouvimos um grito assustador. Meio animal, gutural. Era Pedro esporrando dentro de Deise, gozou tanto, que saiu porra perna abaixo. Deise estava com a coxas todas esporradas.

Pedro saiu de dentro de Deise. Tia Juliana queria dar um banho de língua nele, ele a empurrou levemente. Deitou-se em posição fetal e começou a chorar baixinho, que nem criança desconsolada. Deise trouxe tolhas macias, e água morna, todas começamos a dar um banho no corpo de Pedro.

Só posso dizer que os três dias foram de glória, e em todos os três lá estava Pedro. Aproveitando tudo e todas, e quando eles não estava a Deise e eu transamos bem gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Nadia

 

sexta-feira, 21 de julho de 2023

Virando a Amante apos essa trepada na loja.

 

By; Ana Maria

Me chamo Ana Maria, tenho 29 anos, sou de Sobral-Ce.

As vezes quando menos esperamos o cara la de cima manda uns brindes para quem está desacreditado na vida para nos lembrar que ele existe e a vida e linda basta nos aproveitarmos do jeito certo, as vezes nos mandam um emprego, as vezes um dinheiro aparece do nada, as vezes como foi meu caso mandou uma pessoas especial….

Ano passado, 2022, precisamente em Outubro. Eu estava em processo de separação, largada, sem brilho, sem desejo, sem sonho, sem sex appeal, enfim e nao sei o que ele enxergou em mim, mas era algo surreal o jeito que me olhava, que me desejava, que me comia com os olhos.

Ele e casado e começamos uma relação deliciosa de muito TESÃO, tivemos inúmeros momentos intenções de muita putaria, eu era gerente da loja dele e um dia veio uma pessoa para avaliar a loja para uma possível compra e ele me pediu que ficasse junto para mostras algumas coisas do sistema e da operação que ele nao tinha muito conhecimento.

Ficamos ali um tempo os tres conversando e falando da loja mas via que meu tesão (jeito carinhoso de chamar ele) estava ansioso, nervoso, me olhava com fome, com água na boca e fogo nos olhos, eu podia sentir a força dele para se controlar da vontade do cara ir embora….

Um tempinho depois o rapaz saiu e ficamos nos dois sozinhos, fechamos as portas, apagamos a maior parte das luzes para nao parecer que tinha gente dentro, eu estava com um vestido mais ou menos no meio da coxa, mas todo de botões na parte da frente e por baixo uma lingerie caprichada de pequena e meio transparente evidenciando meus seios e a bunda avantajada….rsrs….

Fui desabotoando a roupa enquanto ele se despia, ele me imprensou com força em uma da paredes e me chupava como se fosse sua última refeição antes de ser executado….Caralho aquela boca me chupando mordendo, a barba por fazer roçando cada centímetro do meu corpo arrepiando todos os pelos, a mão prendendo meu pescoço controlando minha respiração que nesse momento ja estava eceleradissima igual meus batimentos cardíacos, comparados a uma bateria de escola de samba….

Quando menos esperava me abaixava e metia a rola fundo na minha boca, me fazendo engasgar e as lágrimas escorrerem e ficava cada vez mais intenso assim como os tapas que me faziam estremecer de cima embaixo….

Minha buceta ja estava mais que melada, escorrendo pulsando de desejo daquela piroca dentro de mim.

Ele ia provocando meus instintos, meus sentidos, até eu estar completamente entregue a sua vontade, me colocou de 4 numa cadeira da loja e meteu com uma força deliciosa, o barulho do saco batendo no meu cu, meus gemidos, os urros de macho dominante dele, puta que pariu me fazem ter vontade de gozar so de imaginar agora, (confesso que precisei parar a escrita para me concentrar novamente porque ja estou delirando de tesão e quase gozando de tanto prazer na lembrança).

Ele socava, batia, eu gemia, ele me virava enfiava mais a pica na boquinha da putinha dele, me colocou de quatro novamente mas agora no chão da loja e me atravessava com mais força ainda, estávamos os dois ja sem noção dos movimentos do corpo e gozamos de escorrer litros. Amo muito gozo quente e viscoso me lambuzando e naquele dia foi fodaaaaa a quantidade …

Uns dias depois ele veio na loja, me chamou para uma reunião (uma punheta e um boquete delicioso) e me “convidou” para ser sua amante, lógico que aceitei.

  • Enviado ao Te Contos por Ana Maria

Puladinha de cerca ontem a noite (20-07-2023)

 

By; Adriana

Oi meu nome é Adriana. Tenho 27 anos e sou casada a quase 10 anos. Adoro fazer umas loucurinhas, mas sou super discreta. Sou uma morena, com 1.67m e 57 Kg, tenho olhos castanhos, cabelos castanhos e compridos. Tenho uma bunda grande, bem redondinha, cintura fina e seios médios.

Eu moro aqui em Fortaleza, o conheci no trabalho, onde ele foi comprar uma roupa, foi educado e galanteador, um charme de hipnotizar, trocamos celular depois de uma conversinha rápida, passamos a conversar e eu me senti super atraída. Ele é casado, muito lindo, mais velho que eu, ele tem 38 anos, corpo atletico, cabelo grisalhos.

Na primeira oportunidade marcamos de nos encontrar, e foi nessa quinta feira a noite, me preparei todinha pra ele, eu sentia que algo bem gostoso aconteceria. Coloquei uma calça jeans bem justinha que realçava bastante o meu bumbum, uma lingerie bem sensual e uma blusinha bem decotada.

No horário combinado ele parou no local que marcamos, entrei super tímida e dei-lhe um beijinho no rosto.

Fomos para um estacionamento pouco mais escuro de um super mercado, na hora, senti seu calor e um fogo já ia me consumindo. Minha xota parece que queimava, já senti que ela estava se contraindo.

Começamos a nos beijar ardentemente. Agora ele tocava meus seios já sem a blusa, elogiava a beleza deles, beijava-os como nunca ninguém tinha feito. Ele já sem camisa colou seu peito junto aos meus seios, deixou que os biquinhos ficassem durinhos com o toque de seus lábios quentes.

Ele me puxou para o banco traseiro do carro, já estavamos só com as peças intimas, e ele logo percebeu como eu estava molhadinha, mesmo me tocando por cima de minha calcinha. Logo ele a arrancou e começou a chupar a minha xota, como até hoje ninguém nunca o fez.

Ele massageava meu grelinho com sua língua encontrando precisamente o “pontinho da loucura”. Me segurei para não gozar tão rápido pois precisava senti-lo mais e mais. Eu suspirava e gemia de prazer, nunca tinha imaginado que uma língua pudesse proprocionar uma erupção de prazer como eu sentia naquele momento. Eu pedia beijos para sentir o gostinho da minha xota lambuzadinha na boca dele. Como adoro isso: sentir o gostinho dela.

Eu vi que o pau dele estava duríssimo, não resisti e comecei a chupá-lo de uma forma bem carinhosa. Eu começava beijando sua cabecinha, depois descia com a lingua até as bolas, depois subia novamente passando a língua ao redor, até abocanhá-lo completamente. De vez em quando eu ajudava com as mãos, massageando-o levemente, depois mais intensamente, e assim fiquei nesse ritmo por alguns minutos. Eu sentia gostinho dele como se fosse uma fruta suculenta, e o cheirinho de sexo que ele exalava, era perfeitamente alucinante.

Sentindo que minha xota nesse momento nem estava mais molhadinha, ela pingava, sentei delicadamente em seu pau, sentindo por alguns instantes a penetração magnífica que fizemos. Sentada de frente, roçando meus seios em seu peito, não resisti àquele membro quente dentro de mim e comecei a rebolar. Ele segurava com força em minha bunda, e quanto mais forte ele segurava, mais eu rebolava, nesse momento cavalgava como uma selvagem.

Quase louca de tesão, pedi para que ele me comesse da forma que mais gosto: de quatro. Me ajeitei de joelhos no banco do carro, e ele me penetrou com força. Ele dizia em meu ouvido umas palavrinhas mágicas que me fizeram enlouquecer, me chamava assim:

– cadelinha, puta, vadia, cachorra, safada.

E dizendo isso, eu pedi para que ele me batesse com gosto. E assim ele fez, me dava tapas na bunda, me segurava pelos cabelos e eu ia sentindo minha xota cada vez mais quente, escorrendo um líquido quentinho pelas minhas coxas, eu gemia, urrava como uma louca.
Um fogo nos consumia e logo percebi que ele ia gozar, então pedi para colocar o pau novamente em minha boca, dizendo:

– Goza em minha boca, meu amor!

E mais do que depressa abocanhei seu pau gostoso, mamei ele, chupei, lambi, beijei-o todinho até sentir seu leitinho quente saindo. Suguei todinho, deixando o pau dele limpinho. Nos beijamos ardentemente, depois nos vestimos e ele me deixou onde meu carro estava e foi embora.

Conversamos essa manha pelo whatsapp, planejamos um novo encontro. Acredito que nossa próxima vez será muito mais intensa que a primeira.

  • Enviado ao Te Contos por Adriana

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...