quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Dei pro meu tio antes da virada do ano (31-12-2023)

 

By; Livia

Me chamo Livia, sou branquinha com 1,60 de altura, belos seios e um corpo apetitoso.

O que venho contar aconteceu na casa dos meus tios antes da festa do Reveilon, e eu fui mais cedo para ajudar a arrumar os preparativos, logo o restante da família iriam chegar. Minha tia pediu a seu marido a voltar no mercado para comprar mais coisas que estavam pendentes e eu me ofereci a ajuda-lo.

Entramos no carro e fomos conversando sobre a vida, família e relacionamento. Logo me perguntou sobre meu “ficante” e como tínhamos um bom relacionamento entre tio e sobrinha, desabafei com ele.

– ah tio, ele é legal, mas sabe, não me deixa feliz por completo – eu disse

– feliz por completo? Como assim? Na cama você quer dizer? – disse ele

– Também tio, preciso de novas experiências, estou crescendo e quero aventuras.

Nesse momento, olhei pra pica dele por cima da bermuda e ele viu que olhei.

Fomos ao mercado e voltamos pra casa da minha tia em silencio. A festa começou e logo todos curtindo. Minha tia já estava toda animada e dançando horrores.

Fui ao banheiro do quarto e notei alguém passando pela porta em direção ao quarto. Era meu tio. Sai do banheiro e andei em direção ao quarto dele, entrei e pedi para ele fechar meu vestido que possui um zíper atrás. Ele começou a fechar o vestido mas bem lentamente. Tenho arrepios no pescoço e quando ele chegou perto com sua mão e junto com sua respiração tão próxima, estremeci e me arrepiei.

– Ta arrepiada sobrinha? – ele disse

Com a respiração ofegante respondi:

– Sim, estou.

-Me chamou pelo meu nome, sobrinha? Ta tudo bem? – Ele disse (nunca chamo pelo seu nome, apenas tio)

– Estará se você baixar um pouco mais a mão – respondi

Ele entendeu o recado, e devagar, foi levando a mão em direção a minha bunda. Subiu um calor incomum e involuntariamente abri um pouco as pernas.

Ele passou a mão para frente e acariciou minha buceta por cima da calcinha, com movimentos circulares.

Ouvimos alguém se aproximar do quarto, corremos e trancamos. Em seguida, minha tia fala:

- ” amor, ta tudo bem contigo? Por que a porta ta trancada? ”

– Estou me sentindo um pouco mal amor, logo volto pra la – respondeu ele

E mesmo enquanto minha tia falava pelo outro lado da porta, ele continuou com as carícias, subiu pra minha barriga, passou a mão nos meus seios e essa hora foi ao delírio, dizendo que era um sonho tocar neles.

Minha tia voltou para festa e ele me empurrou na parede, puxou meu cabelo e mordeu meu pescoço, que delicia de homem. Acariciei o pau dele por cima da bermuda e falei que queria tudo aquilo dentro de mim.

Ele abaixou a bermuda e me mandou mamar. Abaixei e abocanhei toda aquela maravilha e fui a loucura. Que pica deliciosa, quase engasguei colocando tudo na boca.

Fomos pra cama e ele chupou minha buceta que já estava pingando. Rebolei na cara dele e quanto mais eu rebolava, mas ele enfiava mais a língua.

– entra com tudo, preciso sentir sua pica em mim.

– Calma sobrinha, titio vai com calma

– pode me chamar de puta aqui, se quiser poderá me chamar por mais vezes.

Quando falei isso, ele encaixou a pica na minha buceta e enfiou tudo de uma vez.

- ” É pica que tu quer, então toma”, ” Vou te arrombar toda, sei que você gosta sua vagabunda”

Ele socava cada vez mais forte e fomos ao delírio juntos. Rebolei na sua pica, fiquei de quatro depois e ele pode apreciar minha cu perfeito. Ele ficou louco e pediu para enfiar. Neguei, o cu seria só se ele me prometesse uma próxima.

Depois dele encher a minha buceta e eu gozar no seu pau, nós fomos para a festa como se nada tivesse acontecido, esperar a virada do ano.

Vamos marcar de transar novamente quando minha tia estiver no trabalho.

  • Enviado ao Te Contos por Livia

 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Ele insistiu tanto que acabei dando pra ele e gostando muito.

 

By; Ana Flavia

Ola, me chamo Ana Flavia, tenho 20 anos, sou de uma cidade do interior.

A tempos atrás comecei a conversar com um homem mais velho, casado e experiente. Ele sugeria constantemente para marcamos algo, só que eu não dava moral para ele de jeito nenhum…

Até que um dia, deitada em meu quarto, olhando fixamente ao teto, meu celular vibra de repente… Quando olhei na tela, vi que era aquele homem novamente… Olhei a mensagem com desdém. Até pensei em não responder, porém, a curiosidade falou mais alto e respondi usando um vocabulário proeminente. Finalmente disse o tal do “sim” que ele tanto queria.

No dia seguinte me arrependi daquela disposição que estava. Consegui enrolar ele o dia inteiro e somente no outro dia marcamos para nos ver. Nossa! Eu já não aguentava mais a insistência dele.

Eu sou do interior. Lá ninguém podia saber, pois ele é amigo da família. Só este detalhe poderia causar inúmeros problemas para nós dois.

Contrariando todas as regras, fiquei firme na minha decisão “será só uma vez”. Saí de casa às 19h e comecei a andar por uma rua, já escura e deserta a esta hora. Era nosso combinado. Ele passou por mim, parou seu carro logo adiante e entrei sorrateiramente.

Fiquei insegura e desconfiada a princípio. Ele tinha fama de gostoso entre as mulheres. Subitamente me peguei imaginando nós dois juntos.

Começamos a conversar sobre variados assuntos até saímos da nossa pequena cidade. Logo adiante, ele estacionou seu carro num local mais reservado. Depois desceu, abriu a porta e me deu um longo abraço seguido de um beijo.

Sugeri irmos para o banco traseiro do carro e assim fizemos. Nesse momento pensei em tantas coisas. Juro que me deu um sentimento de medo e insegurança. Nem sabia mais porque tinha aceitado o convite. Mas já era tarde para isso. Ele já estava com suas mãos entrelaçando meus longos cabelos e aproximando seu corpo ao meu, fazendo aquele momento tornar-se inesquecível.

Seu toque era muito carinhoso. Senti como se eu fosse uma joia de cristal, frágil e delicada. Sem delongas, ele começou a tirar minhas roupas e tocar cada parte do meu corpo de um jeito que me deixou completamente arrepiada. 

Nesse momento percebi o quanto era muito desejada por ele. Seus olhos me encaravam como um Leão querendo devorar a caça. Ele me tocava de uma maneira diferente, simplesmente não consegui resistir.

Ele conseguiu deixar minha calcinha molhadinha de tanto tesão em questão de minutos. Sinceramente não estava preparada para este show de experiência.

Em seguida ele abriu minhas pernas e desceu sua língua lentamente, passando por minha barriga até começar a se deliciar com minha buceta, devidamente lisinha… Estava totalmente entregue àquele momento. Fechei os olhos e curti cada curva que ele fazia com a língua. Com calma, enfiou um de seus dedos em meu sexo.

A esta altura, estava louca de vontade para me sentar em cima daquele enorme cassete. Creio que ele leu meus pensamentos.

Com suas mãos grandes, me pegou pela cintura e me colocou em cima do seu colo, com aquele pauzão duro feito pedra! Olhei bem em seus olhos e lentamente deslizei naquele mastro. Senti seu pau gostoso entrando devagarinho na minha buceta. Eu me deliciei em cada centímetro que entrava, me contorcia de tanto prazer.

A princípio, ele começou a meter carinhosamente. Fui dando liberdade para o movimento aumentar de forma contínua, até que nós dois saímos do controle.

Ele começou a meter cada vez mais forte, bater na minha bunda e me segurar firme. Dominada pela situação, eu gritava feito louca subindo e descendo naquela rola toda molhada com meu mel.

Eu me senti completamente preenchida por dentro. Não queria parar de jeito nenhum. Só o que se escutava dentro daquele carro eram nossos gemidos e sussuros, no meio de curtas frases tipo “mete mais”, “soca tudo” e por aí vai.

Gozamos como loucos naquele dia! Saí dali pensando “não posso repetir isso”, mas nossos desejos falaram mais alto.

A partir desse dia aconteceram inúmeros reencontros nas estradas da vida e longos encontros em casas, carros e hotéis.

Ele fez despertar em mim uma putinha na cama que nem eu sabia que existia.

Nunca quero perder este homem!

É com este homem que quero ser comida no lugar de comida. É para este homem que quero dar sempre o melhor, desde uma doce companhia até os mais tórridos momentos.

E assim o  que “era pra ser só uma vez” já não possui mais  sentido algum….

  • Enviado ao Te Contos por Ana Flavia

 

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

Minha primeira rola grande

 

By; Rayane

Me chamo Rayane, tenho 26 anos, noiva, sou de Santos-Sp. O que contarei aconteceu quando eu estava com 17 anos, e confesso que ate hoje ainda lembro de tudo muito bem.

Eu estava na casa de uma amiga, a tarde, estávamos no terraço, rodeadas de livros e da mãe dela que era nossa professora de reforço em matemática, foi uma época em que eu tinha que ficar a tarde inteira estudando… também lembro que o pai dela adorava me ver por lá, e não perdia a oportunidade pra me espionar, pois, apesar de só ter 14 anos nessa época, eu já era encorpada, com peitos semi fartos e uma bundinha redonda, não tão grande como ela é agora, claro…enfim

Este senhor, pai da minha amiga, investia forte em mim, sem sua esposa e filha saberem ou notarem, eu nem posso dizer aqui as coisas que ele me falava, pois, eram coisas sujas, nojentas, desagradáveis demais para uma adolescente lidar. Ele era muito safado, na frente da filha e da sua esposa ele era gentil comigo, nem mesmo olhava pra mim, mas bastava eu e ele ficarmos a sós e frente a frente em qualquer canto da sua casa pra ele descer o nível…nossa, ele era muito cafajeste. E o que mais me irritava era aquele seu sorrisinho sínico.

Eu tinha um namoradinho na escola e estava na empolgação das descobertas de minha vida sexual, não saía nos finais de semana, minha diversão era ir pra casa de minhas amigas pra conversar, passear nas pracinhas a tarde, ir ao cinema e logo no final da tarde eu tinha que estar de volta em casa, ordem de meu pai que ainda era casado com minha mãe…

Contudo, quando eu queria fuder com meu namoradinho eu tinha que enganar minha mãe dizendo que ia ficar a tarde estudando no meu quarto, aí quando todos iam trabalhar eu aproveitava que eu estava sozinha em casa e convidava esse meu namoradinho pra vir… aí tínhamos a casa só pra nós dois, e fudíamos em todos os cantos sem parar… fudendo muito mesmo… eu dava umas oito trepadas por semana, e mau sabia que eu estava me especializando no assunto…

Eu não gostava desse meu namoradinho a ponto de amá-lo, nada disso, eu tava com ele só pela empolgação das fodas mesmo, eu achava toda aquela sensação que tomava conta de meu corpo juvenil o máximo, eu estava ficando viciada, lembro que meu primeiro orgasmo foi na escola mesmo, numa sala de aula vazia à porta trancada, em cima da mesa do professor… esse meu namoradinho chupava minha bucetinha novinha tão gostoso que não aguentei, e por ainda não saber controlar minhas sensações acabei soltando um grito bem alto… nossa, eu lembro até hoje, pois, foi naquele dia, naquele momento que eu descobri que sexo era muito bom…

Bom, certa vez, quando eu tava na casa dessa minha amiga, já era hora de eu voltar pra minha casa e não tinha ônibus, pois, os motoristas estavam de greve… então ele, o safado do pai da minha amiga, se ofereceu pra vir me deixar aqui em casa, afinal, ele também tinha ido nos buscar na escola, e tinha nos levado direto pra sua casa para as aulas de reforço em matemática… Minha amiga ficou, pois, tinha que ajudar a mãe dela em algumas coisas da casa, daí só me restou ir sozinha com ele em seu carro… nossa, foi tudo o que aquele safado queria…

Durante o trajeto ele puxou conversa, afinal, ele notou que eu não queria falar nada, perguntou sobre a escola, quem era meu pai, o que ele fazia, enfim… até que ele começou a fazer perguntas a meu respeito, e eu respondia a tudo pacientemente, só que então o safado perguntou pra mim quem era o garotinho com quem eu estava aqui em casa, pois, numa certa vez que ele veio me buscar pras aulas de reforço e ele viu meu namoradinho aqui… e nesse dia, aliás, lembro que tínhamos acabado de fuder… nossa, aí eu mudei de cor e fiquei até nervosa, aí o safado me falou que iria contar pro meu pai que eu ficava transando com um garotinho em casa enquanto ele e a mamãe iam trabalhar, eu gelei, afinal, eu só tinha 17 anos e certamente eles iriam me punir.

Então, eis que rindo pra mim, e já com o seu carro estacionado próximo a um campo baldio, o safado me pediu que eu o chupasse ali mesmo, caso contrário iria contar pros meus pais sobre meu namoradinho… não tive outra alternativa, afinal, eu já estava acostumada mesmo com rola…

Contudo… quando o safado abriu seu zíper e colocou pra fora a sua rola… eu vi que a rola do meu namoradinho não era nada comparada a rola dele… puta que o pariu… era muito grande e grossa pras minhas mãos de adolescente… não sei dizer quantos centímetros aquilo tinha, mas, era imensa e dura, parecia com as rolas que eu via nos filmes pornôs que eu assistia nas casas de minhas amigas… devia ser maior que a do meu namoradinho umas duas vezes e meio… afinal, o pai da minha amiga já era quase um senhor, com seus 46 anos, e era alto e forte, bem encorpado… perto dele meu namoradinho era um frangote e eu uma bonequinha.

Fiquei olhando praquela rola… impressionada, pois, nunca havia visto outra que não fosse a do meu namoradinho de escola… era cheia de veias inchadas e com muita pele ao redor da cabeça… e que cabeça… bem rechonchuda e rosada… o safado tinha a virilha raspada, assim dava a impressão de que aquilo era muito maior do que já era… e sem tempo pra me esperar ele pediu pra eu começar a boqueteá-lo, pegando-me pela cabeça atrás de minha nuca e me puxando de encontro a sua rola…

Ele me puxou com tanta força que bati meu olho na cabeçona da rola… pedi calma pra ele e pus minhas mãos nela… nossa, eu sentia as veias pulsando, e a medida em que eu ia descendo aquela pele toda mais a cabeçona ia aparecendo… comecei a masturbá-lo ao mesmo tempo em que aproximei minha boca e pondo a língua em cima… dando leves e sutis lambidas… enquanto isso ele me pedia pressa, afinal, não queria ser flagrado ali com uma adolescente… nossa, eu tive que abrir bem a minha boca para poder abocanhar aquilo tudo, tive que salivar bastante meus lábios antes de chupar… eu sentia ela quente entre minhas mãozinhas pequenas e delicadas, latejando, sem falar daquele cheirinho de porra que eu já estava acostumada por conta dos boquetes que eu fazia no meu namoradinho.

Então comecei a chupar… coloquei aquela cabeçona todinha na minha boca com jeito e esforço… de imediato a baba escorreu ao mesmo tempo em que ela deslizava pra dentro e pra fora de meus lábios… o safado gemia com os olhos vidrados em mim, o cheiro era forte e eu tive que continuar… chupei, tirei da boca e lambi em cima da cabeça, em baixo e deslizei minha língua até o tronco… em pouco tempo minha boca já havia se acostumado com aquilo tudo… estava toda lambuzada…

Acabei gostando, na verdade, não passava pela minha cabeça que tão novinha assim eu pudesse ter à minha disposição uma rola tão grande como aquela, eu sabia que logo estaria transando com outros caras, afinal, eu não amava meu namoradinho, e com isso eu ficava imaginando as rolas que eu iria encontrar no decorrer de minha vida sexual… e se alguma delas fosse ser igual as dos atores pornôs dos filmes que eu assistia… e ali estava eu… 17 aninhos e com uma bela rola de 20 centímetros entrando e saindo de minha boca…

Comecei então a acelerar as chupadas, conseguindo até mesmo abocanhar a rola até adiante daquela cabeçona por sobre minha língua… contudo eu gorfei logo, cheguei a lacrimejar e tossir após me engasgar… ele me chamou de fresca, de molenga…

Então olhei séria praquele puto safado e mostrei par ele toda a minha fome de rola, segurei firme aquela rolona entre minhas mãos, coloquei minha boca por sobre o buraquinho de seu falo e comecei a sugar bem forte… sem tirar a boca… parecia que eu queria sugar a alma dele pelo pau… fiquei assim durante uns minutinhos, sugando incessantemente… nossa, eu chupei aquele filho da puta tão forte que ele gemeu alto, tanto de tesão como de dor… chegando a se contorcer ali sentado no banco do carro… enchendo minha boca todinha de porra quente.

Depois olhei pra ele com a minha boca aberta, mostrando pra ele ver a toda aquela porra por dentro, então cuspi tudo no peito dele, emporcalhando a camisa dele… ele ficou com raiva e me deu um tapão no rosto, doeu muito, mas, ao invés de chorar eu fiquei foi encarando ele e rindo sinicamente, com os cantos da minha boca sujos de porra, então lambi meus próprios lábios e engoli aquela sobra… ele me chamava de putinha, de vadia e tudo mais…

Abri a porta do carro, sai e segui a pé, afinal, ele havia parado o carro a algumas quadras da minha casa e eu conhecia bem o trajeto. Fui sem olhar pra trás. Ele tentou comer minha bucetinha nas oportunidades seguintes, toda vez quando eu voltava lá na casa dele pra estudar matemática…

Mas, acabou que, certa vez, a minha amiga flagrou ele me cantando… aí ela contou pra mãe dela… e quando a mãe dela me chamou à sós pra conversarmos sobre isso, eu fingi um choro e disse que estava com muito medo dele pois, ele não me deixava em paz, que estava me sentido coagida por ele… e é claro que elas duas ficaram do meu lado.

Muitas coisas aconteceram naquele tempo, seus pais se separaram, o assedio que ele estava fazendo comigo foi a gota d’agua para a mãe dela. E nossa amizade continua firme e forte ate hoje.

E o pau do pai dela foi o meu primeiro pau grande que provei.

  • Enviado ao Te Contos por Rayane

Matando a saudade do meu gatinho

 

By; Amanda

Sou a Amanda, já tenho alguns contos enviados aqui e essa é mais uma transa que eu quero eternizar num conto. Para me descrever costumo dizer que faço o tipo gordinha gostosa, peito e bunda grande com coxa grossa.

O conto de hoje é sobre a foda de ontem com meu atual ficante, estávamos há pouco mais de uma semana sem se ver, então ontem fui na casa dele, conversamos um pouco sobre como tinha sido a semana entre alguns beijinhos que iam esquentando cada vez mais até que um beijo pegou fogo e eu fui pro colo dele, nosso beijo é maravilhoso nosso lábios e línguas fazem uma dança num ritmo perfeito.

Eu não costumo usar sutiã, então ele tirou minha blusinha, encheu as mãos nos meus peitos e ia mamando um por vez ele adora morder meus piercings, ele esfrega meus peitos no rosto dele e aí eu beijo ele novamente, enquanto isso ele desabotoa meu shorts e eu fico em pé em cima do sofá na frente dele, ele tira meu shorts e me puxa pra boca dele, eu então puxo minha calcinha pro lado, ergo uma perna e rebolo minha bucetinha na boca dele, eu gemendo as vezes olho pra baixo e vejo os olhos famintos dele me chupando com tesão e saudade da putinha dele.

Eu volto pro colo dele, beijo a boca dele e lambo todo meu melzinho no rosto dele, saio do colo dele e o shorts dele já tá estufado com o pauzão dele marcando e dá pra ver o molhadinho no shorts, dou um beijinho por cima do tecido mesmo e logo tiro a roupa dele, ver o pau que ele diz ser meu todo babadinho me dá muito tesão, passei a língua olhando pra ele e ele me olha com uma carinha tão linda de tesão, coloco a cabecinha na boca e vou chupando e rodeando a língua, desço até onde eu aguento e sinto o pau dele na minha garganta, forço tentando engolir mais do pau dele, mesmo sabendo que eu não consigo é gostoso sentir que aquele pau enorme é todo meu e é tão grande que não cabe na minha boca, fora os gemidos dele que me dão cada vez mais fome do pau dele, chupo as bolas dele, lambo ele por todos os lados deixo todo pau bem babadinho.

Então ele me pede pra sentar pra ele, subo no colo dele de novo e depois de dias sem transar com ele, o pau dele quase me rasga, sento devagarzinho olhando nos olhos dele e nós dois com cara de quem tá tendo a melhor sensação do mundo, quando entra tudo eu fico falando pra ele o quanto tava com saudade de sentir ele todinho dentro de mim, beijo ele e começo a rebolar devagarinho até acostumar com o pau dele, então ele começa a apertar minha bunda me fazendo quicar em cima dele, eu entro no jogo e começo a sentar forte e gostoso em cima dele, gozo toda me tremendo em cima dele e travo com ele dentro de mim.

Nessa hora ele pede pra eu deitar e me chupa como se estivesse me dando um beijo de língua na buceta, eu seguro a cabeça dele e faço carinho no cabelo dele enquanto gemo pra ele, como é gostoso ser chupada assim logo depois de gozar, então ele se levanta e pincela o pau em mim, passando pelo meu cuzinho e pela minha bucetinha e então ele enfia o pau em mim, mesmo depois de ter sentado horrores nele, nessa posição sinto ele indo muito mais fundo e quase grito ao sentir ele tocando o fundo da minha buceta, daí ele começou a me foder num ritmo compassado e firme, sinto ele saindo quase todo de mim e voltando forte até as bolas baterem na minha bunda, ele anuncia que tá pra gozar e eu falo pra ele

- "goza pra mim amor"

Ele tira o pau e goza fora da minha buceta, aquela porra grossa de quem tá há dias sem transar, ele então fica todo fraquinho, damos um beijo, damos um tempinho para relaxarmos e vamos tomar banho juntinhos.

Voltamos pra sala e ele pede algo pra comer, ele vestiu o shorts dele e eu botei minha blusinha e a calcinha, como eu já tinha comido não acompanhei ele, ele comeu e ficamos deitados abraçadinhos nos beijando até que todo fogo acende novamente, a gente não consegue beijar sem transar é incrível como temos química, me beijando ele vai com a mão até minha calcinha e me sente toda molhada, então ele começa a me dedar e eu gemendo com a cabeça deitada no ombro dele, aí ele pede pra eu dançar pra ele (como eu gosto de dançar funk, ele coloca funk e pede pra eu dançar pra ele) eu fico de quatro no chão e começo a chupar ele e aí ele se empolga mais que da primeira vez, se levanta, me segura pelos cabelos e fode minha garganta, em uma das vezes ele empurra minha boca no pau dele e dá tapas na minha bunda, quando ele finalmente me libera para respirar, meu rosto e pau dele estão todo babados, chega escorrer, ele me elogia diz que sou maravilhosa, gostosa, uma delícia e manda eu ficar de quatro, me lambe todinha e começa a me dedar enquanto chupa meu cuzinho, eu rebolo na cara dele, ele para abre bem minha bunda fica me olhando e eu assistindo a cena por cima do ombro até que ele pega o pauzão dele e mete forte na minha buceta, eu gemo gostoso adorando, amo quando ele me pega com força, grito pedindo pra ele

- "mete na sua putinha amor, me fode gostoso"

E ele não aguenta mais muito tempo e goza no meu rabinho, vamos tomar outro banho e eu até brinco com ele

- "lá vamos nos mais uma vez kkkkk"

Damos risada e ele pergunta se gozei, respondi que nessa segunda vez não mas que tinha gozado na primeira, dai ele diz que não dá pra resistir comigo de quatro

- "eu vejo toda sua bunda e meu pau saindo molhadinho, vejo que você tá com tesão e não consigo segurar".

(kkkkkkk tem coisa melhor pra ouvir?) Me visto e digo que preciso ir pra casa e vou dar um beijinho nele, que vira outro beijinho e vai virando um beijo delicioso e ele pede pra para pq não aguenta outra, que estava cansado e eu digo que só estava me despedindo mas na verdade gosto de ver ele sofrendo de tesão.

Foi isso, até a próxima te-contos.

  • Enviado ao Te Contos por Amanda

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...