segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Saudades...

 

By; mrerio

Um dia a gente chegou tarde em minha casa, mesmo morando com meus pais a gente conseguia fazer então coisas bem bacanas

Nessa noite em especial ouvi algo que nunca ouvi na minha vida, foi a primeira vez.

A gente se encontrou e chegamos tarde em casa, e como sempre, rolou uns pegas na escada de casa.

E como sempre, minhas não passavam pelo seu corpo, clima esquentava, rolava de todo ali, e sempre tinha algo a mais quando entrávamos em casa.

Seu corpo, pra mim, é descomunal, lindo, gostoso, até hoje.

Na escada rodou de quase tudo, beijo, eu te tocando, um pouco de sexo, e acho que que umas gozadas suas e uma minha.

Até entramos em casa.

Você estava com um tesão enorme, sei corpo pedia por prazer.

Fomos para o meu quarto, beijos apaixonados. Carícias picantes... Que corpo gostoso.

Até que vc ficou na posição que mais gosto, pra cima. Sentir seu peso, sua pele, seus movimentos, era mágico.

Você sentava magicamente em mim, seus corpo ficava lindo naquela posição , e com a luz da lua que entrava pela janela então, era mágico.

Não eu queria que você ficasse de um jeito, que era maravilhoso....

- Fica de costas pra mim, fica - pego no seu ouvido, mas pra minha surpresa ouvi uma resposta que nunca ouvi na vida de ninguém até hoje.

- EU QUERO O SEU PAU.... e você repetiu isso cara vezes.

Essa frase me encheu ainda mais de tesão e vontade de te comer.... Lembro de responder

- É todo seu... Toma...

Seu rosto, sua expressão naquele momento foi mágico. Nunca ouvi isso de alguém até hoje...

Você gozou em mim muito gostoso, e eu gozei em você, maravilhoso com seu pedido.

Nunca esqueci esse momento...

Seu corpo em cima de mim, a luz da lua que passava pela janela e batia em vc...

Suas curvas iluminadas pela luz, seus seios, seu rosto sentindo prazer era tudo mágico, e sua voz gozando... Era uma maravilha...

Eu quero muito poder ter vc de novo assim um dia....

Poder passar por isso de novo...

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

GOZADA DE RÉVEILLON

 

By; Valéria

Neste final de 2023 eu e o marido combinamos que a virada de ano deveria ser tranquila e, então, decidimos comprar um pacote de Réveillon em hotel próximo à Porto Alegre, o qual já conhecíamos e que possui diversas atrações para nossos filhos, o que nos permitiria relaxar a esquecer um pouco da rotina diária.

O hotel fica na zona rural e tem uma grande área verde em seu entorno, na qual instalaram praças infantis e outras atividades como escalada e arvorismo. Durante o dia as atividades se concentravam neste local e na piscina, enquanto, à noite, este setor ficava fechado, concentrando os hóspedes no restaurante e saguão do hotel.

Por ser um hotel estilo resort, com refeições incluídas, os hóspedes sequer saiam do hotel e ficavam sempre circulando entre suas dependências. Diante desta convivência de rotina diária acabam surgindo contatos e amizades.

Foi no segundo dia de hospedagem durante o almoço que notei, na mesa ao lado, um rapaz sentado sozinho, sempre ao telefone e lançando olhares furtivos em várias direções. Em alguns momentos, duas crianças vinham à sua mesa, ficavam um pouco e logo saíam para brincar. Observei que, no jantar a mesma cena se repetira.

Curiosa, e aproveitando que o marido havia ido ao quarto (razoavelmente distante dali) e também estava sozinha na minha mesa, me dirigi ao rapaz e comentei:

- A gente programa uma viagem em família no final de ano e no frigir dos ovos acabamos ficando sozinhos no jantar.

Ele me olhou, sorriu e comentou:

- Pois é, eu já sabia que seria assim, mas trouxe os filhos para se distraírem um pouco. Estão precisando bastante.

Praticamente tive que dar um nó na língua para controlar minha curiosidade em saber os motivos daquele comentário. Sorri e nisso ele interrompeu:

- Eu a mãe deles nos separamos e ela acabou indo embora para outro Estado. Eles sentem muita falta dela e então acabo me dedicando quase que 100% do tempo a eles. Mas são coisas da vida. E você, está sozinha por aqui também?

Depois de trocarmos algumas palavras, levantou-se de sua mesa e estendeu a mão se apresentando. Eric tinha 42 anos, moreno com cabelo cortado por máquina baixa e barba rala, bronzeado, corpo definido e uma mão forte que certamente me levou a morder o lábio inferior de forma involuntária.

Nos dias seguintes os filhos dele e os meus acabaram criando laços de amizade e passavam os dias juntos, o que fez com que Eric quebrasse um pouco de sua timidez e passasse a conversar e conviver mais comigo e com o marido. Notei que quando eu estava sozinha ele ficava mais à vontade e começava a demonstrar um certo interesse em mim.

Certa tarde fomos para a piscina térmica com as crianças e ficamos conversando dentro da água. Como estava sol, a piscina da rua estava lotada, enquanto a térmica vazia, somente eu, ele e as crianças por lá.

Eric foi se soltando e falando de sua vida, da desilusão com a ex-esposa, do fato que estava sem namorar há quase 8 meses e tantas outras coisas, ficando cada vez mais íntimo.

Depois de uns poucos minutos as crianças saíram correndo se dirigindo à piscina externa e ficamos os dois sozinhos lá. Ele me olhava fundo nos olhos e meus pensamentos iam longe olhando aquele peitoral e aqueles braços. Falei para acompanharmos as crianças e, então, nos dirigimos até a escada de saída da piscina.

Quando fui sair ele me ajudou no equilíbrio colocando a mão na minha cintura, quase no quadril. Notei que ficou olhando minha bunda quando saí da piscina.

Fui tomada de um incrível tesão e o volume na sunga de Eric dizia o mesmo a meu respeito. De propósito caminhei na frente dele e me abaixei completamente para pegar a toalha e o meu chinelo de dedo, empinando a bunda na sua direção. Vi que ele fixou os olhos nela, franziu a testa e rapidamente escondeu sua excitação com a toalha. Estava dado o sinal de interesse mútuo. 

Era noite da virada de ano e o hotel havia preparado uma ceia especial, com festa em volta da piscina externa e queima de fogos. Convidamos Eric para sentar conosco e assim ficamos durante a ceia e o resto da noite.

Eric vestia uma bermuda preta, mocassins e uma camisa branca ajustada ao corpo com os dois primeiros botões abertos que revelavam a primeira porção de seu peitoral. Já eu, sabendo do interesse de Eric, caprichei no decote da blusa prateada sem sutiã que mostrava a marca de biquini. Cabelo preso com pescoço à mostra, saia comprida branca e sandálias prateadas.

Durante o jantar Eric não tirou os olhos do meu decote e acabou dando bandeira para o meu marido, que comentou baixinho no meu ouvido:

- Esse cara não tira os olhos dos teus peitos. Claramente está querendo te comer.

Fiquei vermelha com o comentário e não sabia como agir. Neste mesmo momento o marido pegou minha mão como se fosse fazer um carinho e a levou até seu pau duro por baixo da mesa. Nos olhamos fundos nos olhos e ambos compreendemos que aquela era uma senha de liberação.

Chegou a meia-noite. Contagem regressiva, espumante, fogos de artifício, abraços, fotos. Eu, o marido e Eric celebramos a chegada do novo ano com muita alegria e com um clima de tesão e sedução no ar. A cada foto posada, Eric avançava um pouco mais no abraço, na mão próxima a bunda ou naquele dedo maroto que deslizava para dentro da blusa pela lateral.

Após algumas taças de espumante o flerte entre mim e Eric ficou um pouco mais evidente, embora ainda discreto, com olhares e sorrisinhos safados, que mostravam que a noite reservaria mais do que um simples brinde.

Lá pela duas da manhã o marido me dá um profundo beijo na boca, aperta minha bunda e diz que vai até o quarto ver como estavam as crianças. Dá uma piscada de olho para mim e se afasta. Eric percebe que fiquei sozinha e se aproxima me convidando para curtir a pista de dança.

Sorrio, estendo a mão e ele me puxa em sua direção, percorrendo os lábios por toda a extensão do meu braço direito até o ombro. Com a mão esquerda me puxou para perto, de costas para ele, encostou o peito nas minhas costas e cheirou meu pescoço, que àquela altura eu já oferecia a ele.

- Meu Deus, que cheiro maravilhoso!

Com o corpo todo arrepiado e a buceta molhada, apertei minha bunda contra o pau de Eric, já duro, e joguei a cabeça para trás sobre seu ombro, sentindo sua boca quente em meu pescoço e suas mãos por dentro da blusa buscando meus seios. O tesão era tanto que eu apertava o clitóris com as coxas e mordiscava meu lábio inferior de olhos fechados, enquanto suas fortes e grandes mãos me exploravam, ainda na pista de dança.

Me virei de frente para ele colocando os dois braços em volta de seu pescoço e demos um quente e tesudo beijo de língua, sem nos importarmos com os demais hóspedes. Ele agarrava e apertava minha bunda e cada vez mais eu sentia o seu pau volumoso sob a bermuda.

- Me come! – disse a ele ao pé do ouvido.

- Estou louco para comer você, mas não temos como ir para meu quarto – disse ele.

- Pra que quarto? Deixa eu ir na frente e depois me segue.

Discretamente fui me afastando da área da piscina onde acontecia a festa e me dirigi para a parte de trás do hotel, onde fica o parquinho infantil que estava completamente às escuras. Desapareci no breu da noite e fiquei próxima a um muro fora da vista da festa. Minutos depois Eric me procurava no escuro e minha respiração acelerada acabou sendo o guia para que ele me encontrasse.

As luzes da festa formavam uma leve luminosidade, uma penumbra que somente nos permitia ver as silhuetas. Eric chegou tirando a camisa e jogando no chão, uma atitude que me encheu de tesão, pressentindo a pegada forte que viria adiante.

Sem cerimônia, levantou minha blusa e mergulhou nos meus seios, agarrando-os com as duas mãos e percorrendo sua língua sobre meus bicos sensíveis e endurecidos, causando arrepios reflexos no clitóris.

Com a mão direita foi levantando minha saia até encontrar o caminho da minha bunda. A polpa da nádega foi agarrada por completo e dois dedos desta mesma mão ingressaram pela lateral de minha encharcada calcinha e invadiram minha buceta. Gemi com muito tesão, levantando a perna para facilitar a exploração.

Afastei Eric e mandei que abrisse a bermuda. Mesmo com a pouca luz do local tive uma visão maravilhosa de um pau vigoroso e incrivelmente duro com um tesão de meses acumulado. A cabeça proeminente brilhava e implorava por uma chupada.

Me pus de joelhos e puxei Eric para perto, segurei aquele caralho e toquei uma punheta enquanto minha língua explorava todo o comprimento e se deliciava em suas bolas bolas, olhando de cima para baixo os músculos bem marcados de seu abdome.

Encarei o pau de frente e abocanhei de uma única vez até um pouco mais que a metade. Com vigor suguei aquela cabeça melada num vai e vem frenético, auxiliado pela mão de Eric que, atrás da minha cabeça, guiava os movimentos e arrancava gemidos dois.

Estava louca e queria aquela piça dentro de mim. Me levantei e tirei a calcinha. Levantei a saia até a cintura e prendi no elástico, deixando acesso livre à minha buceta lisinha, que aquela altura já pingava de tesão. Eric agachou-se em minha frente e retribuiu o sexo oral. E que chupada gostosa!

A sua hábil língua percorria os pontos mais sensíveis do meu clitóris, alternando-se com leves mordidas, lambidas sôfregas e sugadas como eu jamais havia recebido. Me apoiei de costas no muro e, para facilitar o acesso, coloquei a perna esquerda sobre o ombro direito de Eric, que praticamente mergulhou na minha buceta.

Mãos e dedos também trabalhavam nas minhas nádegas, seios, cu e buceta. Um delírio que me levou a um orgasmo intenso que fez minhas pernas estremecerem a afrouxarem. Gemia segurando a cabeça de Eric no meio de minhas pernas enquanto ele sorvia o suco que saía de mim.

Eric levantou-se e me beijou com a boca toda melada da inebriante chupada. Senti meu gosto em sua língua e senti a cabeça do seu pau roçando no meu sensível clitóris. Sem tirar os olhos dos meus e sem segurar o pau, de frente para mim levantou a minha perna esquerda e atolou seu caralho lentamente na minha buceta.

Revirei os olhos, gemi e senti seu membro me preenchendo e chegando a lugares pouco usuais. Eric me apertou contra o muro e começou a dar lentas e vigorosas estocadas, forçando até o fundo e me levando a delirar sob o som da festa de réveillon que rolava não muito longe dali.

Eric foi forçando cada vez mais e acelerando os movimentos, me levando à loucura e me arrancando gemidos cheios de tesão. Segurava minha bunda, socava fundo e chupava meus seios e meu pescoço, fazendo eu me sentir um brinquedo em suas mãos. Eu gemia muito e queria gozar mais.

Mandei que Eric se sentasse no banquinho do parquinho e montei em cima de uma única vez. Cravei as unhas em seu peito e sentei com vontade, ora rebolando com o pau socado no fundo, ora fazendo um vai e vem apenas com o quadril. Era a vez de Eric gemer e revirar os olhos, agarrado em meus seios.

Depois de alguns minutos de cavalgada soltei um grito agudo, seguido de gemidos e dei uma gozada absurdamente intensa. Após gozar ainda fiquei uns minutos fazendo lentos e curtos movimentos com Eric todo dentro de mim, curtindo o momento.

Eric queria gozar. Sai da posição e, no mesmo banquinho, me coloquei de quatro, levantei a saia e me ofereci para ele. A socada foi vigorosa, sem nenhuma pena de mim, o que adorei. Ele apertava meu quadril, puxando contra si e fodia minha buceta com vontade, em movimentos fortes e rápidos. Ambos gemiam, inebriados pelo tesão de toda a situação.

- Vou gozar! – disse Eric.

- Dentro não!

Uns segundos antes de gozar Eric tirou o pau de dentro de mim e, rapidamente, me sentei no banquinho me virando em sua direção, recebendo um forte gozo em meu rosto. Abocanhei o caralho e segurei os demais jatos de porra na minha boca. Eric gemia jogando a cabeça para trás, ao mesmo tempo em que eu chupava o pau dele com a boca cheia de porra e olhando para ele de baixo para cima.

Quando ele me olhou abri a boca e deixei toda a porra escorrer pelo meu queixo, abrindo um sorriso de satisfação e tesão. Ele me levantou com as mãos ao lado do meu rosto e me puxou para perto dando um beijo na boca de tirar o fôlego.

Nos abraçamos por alguns instantes e começamos a nos recompor. Eu estava com o rosto todo esporreado e não tinha como limpar. Sem falar na buceta, completamente encharcada e arrombada. Eric tirou sua cueca e ofereceu para que eu fizesse a limpeza do rosto. Não encontrei minha calcinha, que ficou em algum lugar daquele canto escuro.

Eric saiu dali na frente e uns minutos depois segui o mesmo caminho. Ao chegar na parte mais iluminada olhei para baixo e vi que o decote da minha blusa mostrava seios banhados em porra que escorria a partir do meu pescoço. Passei assim no meio da festa, sob olhares desconfiados, e rumei ao banheiro, onde consegui fazer a limpeza mais completa.

Ao voltar para a festa encontrei o marido e Eric conversando de forma descontraída. Fiquei com certo medo do assunto tratado, mas me aproximei e dei um beijo burocrático no marido, que perguntou:

- Demorei muito?

- Não demorou não, foi rapidinho. Eu e o Eric nem vimos o tempo passar – respondi.

Os três sorriram e ergueram suas taças de espumante em mais um brinde às primeiras horas do ano recém iniciado.

E já começara muito bem!

Amizades que trazem novas cores

 

By; mrerio.tumblr.com

Uma antiga amiga sua precisava vir à cidade e queria te encontrar para por o papo em dia, e sem perder tempo, você insiste para que ela fique na sua casa, e que ficasse para o fim de semana também, para curtirem mais o tempo. E desde então sua ansiedade estava alta para que o dia chegasse, vivia falando comigo que faziam anos que não se viam, adorou ela ter ligado.

Finalmente chegou o dia, e você a recebe em casa... horas de conversa noite a dentro, conversando com ela presencialmente e comigo no telefone... me mandavam mensagem as duas juntas. E eu pensava "Nossa, os vizinhos devem estar loucos". Como de costume, quinta feira eu passo na sua casa com umas comprinhas para fazer uma janta, as gargalhadas ecoavam no corredor. Quando a minha chave meche na porta eu escuto "Ele chegou, vai adorar conversar com ele". Sou recebido com um apertado abraço e um beijo de cinema e finalmente sou apresentado à amiga da qual tanto falava. Uma moça bonita, olhos grandes, cabelo curtinho, castanho claro e uma voz muito bonita também. Eu fico uns minutos de papo e vou pra cozinha começar a preparar algo pra comemos. - Ele cozinha também!? - Sim, e bem - Nossa, ganhou na loteria heim... Gargalhadas...

Finalmente a comida fica pronta e levo para a sala onde estavam, mais umas boas horas de conversas, já estavam "alegrinhas" por conta dos bebericos que faziam enquanto a janta não ficava pronta.

Como estava acompanhada, eu preferi ir pra casa e te encontrar no dia seguinte.

Chego na sua casa na sexta, sala cheia de travesseiros no chão, cheiro de pipoca no ar - Chegou na hora, amor! A gente quer ver seriados hoje e eu queria te esperar para ver junto. - Oh beleza! quer que pega o colchão e poe na sala também? - Sim sim!

E la fui eu tirar o colchão de casal e trazer pra sala.

Os três estirados no colchão, comendo pipoca em um momento eu vou buscar algo para beber, e escuto risos vindo da sala... e mais risos.

Quando volto, lá esta você com a cabeça dela no seus ombros, e um sorrisinho que eu deixei passar.

Quando me sento, vc joga a mesma coberta que cobre vocês duas para cima de mim e me puxa pra ficar juntinho também.

De vez em quando eu sinto uns dados passando na minha perna de leve, achei que era você. Depois você fecha os olhos, e eu achei que era um cochilo. De repente vc suspira um pouco mais forte, eu entendi o que estava acontecendo.

De leve também levo a minha mão na sua direção, por baixo da coberta e já tinha uma mão lá, que não era a sua e nem a minha, sua amiga começa a tirar, sito que ela ficou sem graça, mas eu seguro a mão e volto com ela pra onde estava. Ela olha pra mim meio sem sem jeito e eu dou um sorriso e balanço a cabeça como quem diz "ta tudo bem".

Minha mão encontra a dela dentro do seu short, percebi que estava sem nada por baixo, nós dois te acariciando... Você inclina a cabeça pra trás e rapidinho tira a blusa que estava vestindo, e sua amiga baba.

Você me beija, aperta a nossa mão bem fundo em você e se vira para beijar ela também.. enquanto isso, vai empurrando a coberta pra baixo, nisso vejo que ela estava só com uma blusa sua, mais comprida.

O corpo da sua amiga era muito lindo também, pele bem clarinha, modelado, umas curvas lindas. Vocês duas ficavam muito lindas juntas, dois corpos lindos se entrelaçando. você levanta a camisa que ela usava, e começa a beijar, pescoço, seios, enquanto ela te puxava pra cima dela enquanto ela deitava.

Seu short já tinha decido bastante, eu te ajudo a tirar, e nessa hora você olha pra mim e pergunta: - Você só vai fazer o que eu deixar mesmo né? - Sim... - Se eu disser não toca nela, você não vai né? - Sim - Mas por dentro eu tinha dito não.... - E eu posso fazer o que eu quiser né? - Claro amor, a gente já conversou sobre isso uma vez. Sua amiga nos olhava com um espanto no rosto, e um sorriso muito animado. - Então, ela é só minha hoje... mas eu sou de vocês dois... quero matar saudades dela e quero você junto.... Mais beijos, meus, dela, carícias...

De vez em quando você colocava minha mão no seu seio e encostava no dela. Então você senta entre as minhas pernas e puxa a sua amiga e fala, agora você retribui o que fiz mais cedo. Ela ajoelha na sua frente e te acaricia e chupa, enquanto você e eu trocamos beijos bem apaixonados,

Minhas mãos nos seus seios, você gemendo no meu ouvido e um clima muito gostoso no ar...

Você estende a minha mão até o seu clitóris, todo molhado de gozo seu e saliva dela, deixa ela chupar um dedo meu, e depois segura a cabela dela entre as suas pernas, para ela voltar a te chupar lindamente...

Sua respiração acelera, sua pele arrepia, gemidos mais rápidos e seu gozo escorre até os lábios dela... Você escorrega mais para baixo e ela não para de te chupar...

Você puxa ela pra cima de você, dá um super beijo nela - Nossa, é uma delicia amor, prova pra você ver...

Ela vem pra cima de mim, e deixa os seios bem no seu rosto e chega o rosto dela pertinho do meu.. - Vai amor, agora pode...

Aí eu sinto o seu gostinho na boca dela, e você beija os seios dela enquanto ela me beija.. - Deita amiga, deixa eu agora fazer em você também... amor, vc vem por trás de mim....

Ainda bem que era uma sexta-feira.. pois a noite prometia ser longa...

 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Chamei ele para vir me comer aqui em casa (30-12-2023)

 

By; Jamile

Me chamo Jamile, tenho 20 anos, sou Morena, olhos pretos, cabelo curto e cacheado, seios médios, bumbum grande, gordinha, tenho 1,62 de altura.

Ele (Heitor), tem 30 anos, é casado, trabalhamos no mesmo local, ele é um delicioso, braços fortes, de um sorriso maravilhoso, alto, lindo, lindo.

O que eu vou relatar, aconteceu no sábado (30-12-2023)a noite.

Durante a semana, eu e Heitor tentamos nos ver mas os compromissos nos atrapalharam bastante. No sábado eu acordei querendo esse homem, acordei toda molhada com muito tesão e eu já sabia que ele tinha uns compromissos e não daria para nós sairmos, alguns parentes estava na minha casa, também não tinha como ele vim pra cá, mas eu queria muito e comecei a bolar um plano para tirar eles de casa , assim daria para o Heitor da um pulinho aqui.

Chamei Heitor no Whats e já fui direto ao ponto.

Eu: Bom dia, meu bem! Acordei pensando em você e estou molhada até agora, te querendo muito! Se eu conseguir tirar o povo um pouquinho daqui de casa, você vem cá?

Ele: Bom dia baby. Que delícia, eu estou doido te querendo também. Estou dentro. Que horas mais ou menos?

Eu: Às 19: 30, ok?

Ele: Beleza.

Eu: Até 18h30 eu confirmo.

Fui colocar meu plano em ação e como esperado todos saíram de casa para passear e eu fiquei com a desculpa que estava com muita dor de cabeça, confirmei com o Heitor as 17: 20h e disse que quando eu estivesse sozinha eu mandava mensagem.

Fui tomar meu banho, ficar cheirosinha pro meu pretinho. Coloquei um baby-doll branco todo transparente, passei o hidratante que ele gosta, deixei o cabelo solto, passei uma make leve com um batom vermelho e mandei a mensagem pra ele:

- Pode vim, estou te esperando.

Ele: Me espera no portão, estou sem internet na rua.

Eu: Tá bom. (Joguei um vestido por cima pra ir abrir o portão)

Com menos de 5min ele estava entrando no meu portão, assim que eu encostei a porta da sala eu tirei o vestido e ele falou:

- você me mata desse jeito. Gostosa pra caralho e me beijou

Fomos andando da sala até o quarto se beijando, quando chegamos no quarto, eu tirei a blusa dele, passei as unhas nas costas dele, ele me virou de costas para ele ralando o pau dele em mim (que estava muito duro), beijando e mordendo meu pescoço.

Me virou de frente para ele de novo e começou a beijar minha boca e apertava minha bunda, eu alisava seu pau por cima da roupa, tirei o pau dele pra fora. Ele puxou meu cabelo, agarrou forte na minha cintura me encostou na parede, veio beijar meu pescoço e morder minha orelha me chamando de puta safada.

Abaixou as alças do baby doll e começou a chupar meu peito, enquanto eu gemia e tocava uma punheta no pau dele, empurrei ele pra cima da cama e cai de boca no pau dele, chupava e passava a língua na cabeça, deixando o pau dele todo babado do jeito que ele gosta.

Ele ficou em pé e eu continuei a chupar ele, mas ele me deitou e veio tirar o resto do baby doll e começou a chupar minha buceta, passava a língua no grelo em movimento circulares e depois a língua em toda a minha buceta, e com a mão apertava meu peito. Eu rebolava na boca dele, gemia, chupei um dedo e passei no bico do peito (sinto muito tesão) e disse:

- Heitor me come, fode sua puta

E ele veio por cima de mim e enfiou o pau todo de uma vez só me fazendo gritar. E foi metendo sem parar e eu nos primeiros minutos já gozei no pau dele, que continuava metendo, alterava entre estocadas fortes, rápidas devagar as vezes parava e quando eu menos esperava ele metia com tudo.

Eu estava gemendo alto, ele me também gemia, já estávamos suando.

E ele me mandou ficar de 4 na ponta da cama, ele me dando tapas na bunda, parava de meter e eu rebolava, empurrava a bunda no pau dele com força, e disse:

- mete que eu vou gozar

Ele começou a meter rápido e sem parar e eu gozei, com a lubrificação da buceta ele purificou meu cuzinho e começou a dedar me levando a loucura, tirou o pau da buceta e começou a forçar no meu cuzinho:

- Aí aí aí Heitor devagar, tá doendo porra.

Ele: - Calma tá entrando, relaxa

Eu: - Aínnnnnnn cachorro.

E ele tirou a colocou na buceta dnv pra lubrificar o pau, depois voltou a forçar no meu cuzinho:

- Bota a cabeça e deixa que eu coloco o resto.

Ele colocou a cabeça e eu fui rebolando no pau dele e empurrando a bunda pra trás no meu tempo, quando eu já estava acostumada com o pau dentro do meu cuzinho, eu pedi ele para meter sem dó, e ele começou a meter sem dó e me dando vários tapas na bunda, e anunciou o gozo:

- Caralho que cu é esse, vou gozar dentro do seu cuzinho.

E começou a meter rápido e sem parar, e eu senti o pau dele pulsando e jogando porra no meu cuzinho. Assim que ele gozou, ele caiu por cima de mim ainda com o pau dentro, e disse:

- Você acaba comigo.

E ficou com o pau dentro de mim até amolecer. Depois saiu de cima de mim, nos levantamos e ele falou olhando pro espelho.

- Olha a sua bunda, vermelhinha

Me deu um beijo e fomos tomar banho.

E depois ele foi embora porque já estava atrasado para o compromisso dele, enquanto eu fiquei descansando, com o cuzinho ardido esperando todos voltarem do passeio.

  • Enviado ao Te Contos por Jamile

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...