By; Valéria
Neste final de 2023 eu e o marido combinamos que
a virada de ano deveria ser tranquila e, então, decidimos comprar um pacote de
Réveillon em hotel próximo à Porto Alegre, o qual já conhecíamos e que possui
diversas atrações para nossos filhos, o que nos permitiria relaxar a esquecer
um pouco da rotina diária.
O hotel fica na zona rural e tem uma grande área
verde em seu entorno, na qual instalaram praças infantis e outras atividades como
escalada e arvorismo. Durante o dia as atividades se concentravam neste local e
na piscina, enquanto, à noite, este setor ficava fechado, concentrando os
hóspedes no restaurante e saguão do hotel.
Por ser um hotel estilo resort, com refeições
incluídas, os hóspedes sequer saiam do hotel e ficavam sempre circulando entre
suas dependências. Diante desta convivência de rotina diária acabam surgindo
contatos e amizades.
Foi no segundo dia de hospedagem durante o
almoço que notei, na mesa ao lado, um rapaz sentado sozinho, sempre ao telefone
e lançando olhares furtivos em várias direções. Em alguns momentos, duas
crianças vinham à sua mesa, ficavam um pouco e logo saíam para brincar.
Observei que, no jantar a mesma cena se repetira.
Curiosa, e aproveitando que o marido havia ido
ao quarto (razoavelmente distante dali) e também estava sozinha na minha mesa,
me dirigi ao rapaz e comentei:
- A gente programa uma viagem em família no
final de ano e no frigir dos ovos acabamos ficando sozinhos no jantar.
Ele me olhou, sorriu e comentou:
- Pois é, eu já sabia que seria assim, mas
trouxe os filhos para se distraírem um pouco. Estão precisando bastante.
Praticamente tive que dar um nó na língua para
controlar minha curiosidade em saber os motivos daquele comentário. Sorri e
nisso ele interrompeu:
- Eu a mãe deles nos separamos e ela acabou indo
embora para outro Estado. Eles sentem muita falta dela e então acabo me
dedicando quase que 100% do tempo a eles. Mas são coisas da vida. E você, está
sozinha por aqui também?
Depois de trocarmos algumas palavras,
levantou-se de sua mesa e estendeu a mão se apresentando. Eric tinha 42 anos,
moreno com cabelo cortado por máquina baixa e barba rala, bronzeado, corpo
definido e uma mão forte que certamente me levou a morder o lábio inferior de
forma involuntária.
Nos dias seguintes os filhos dele e os meus
acabaram criando laços de amizade e passavam os dias juntos, o que fez com que
Eric quebrasse um pouco de sua timidez e passasse a conversar e conviver mais
comigo e com o marido. Notei que quando eu estava sozinha ele ficava mais à
vontade e começava a demonstrar um certo interesse em mim.
Certa tarde fomos para a piscina térmica com as
crianças e ficamos conversando dentro da água. Como estava sol, a piscina da
rua estava lotada, enquanto a térmica vazia, somente eu, ele e as crianças por
lá.
Eric foi se soltando e falando de sua vida, da
desilusão com a ex-esposa, do fato que estava sem namorar há quase 8 meses e
tantas outras coisas, ficando cada vez mais íntimo.
Depois de uns poucos minutos as crianças saíram
correndo se dirigindo à piscina externa e ficamos os dois sozinhos lá. Ele me
olhava fundo nos olhos e meus pensamentos iam longe olhando aquele peitoral e
aqueles braços. Falei para acompanharmos as crianças e, então, nos dirigimos
até a escada de saída da piscina.
Quando fui sair ele me ajudou no equilíbrio
colocando a mão na minha cintura, quase no quadril. Notei que ficou olhando
minha bunda quando saí da piscina.
Fui tomada de um incrível tesão e o volume na
sunga de Eric dizia o mesmo a meu respeito. De propósito caminhei na frente
dele e me abaixei completamente para pegar a toalha e o meu chinelo de dedo,
empinando a bunda na sua direção. Vi que ele fixou os olhos nela, franziu a
testa e rapidamente escondeu sua excitação com a toalha. Estava dado o sinal de
interesse mútuo.
Era noite da virada de ano e o hotel havia
preparado uma ceia especial, com festa em volta da piscina externa e queima de
fogos. Convidamos Eric para sentar conosco e assim ficamos durante a ceia e o
resto da noite.
Eric vestia uma bermuda preta, mocassins e uma
camisa branca ajustada ao corpo com os dois primeiros botões abertos que
revelavam a primeira porção de seu peitoral. Já eu, sabendo do interesse de
Eric, caprichei no decote da blusa prateada sem sutiã que mostrava a marca de
biquini. Cabelo preso com pescoço à mostra, saia comprida branca e sandálias
prateadas.
Durante o jantar Eric não tirou os olhos do meu
decote e acabou dando bandeira para o meu marido, que comentou baixinho no meu
ouvido:
- Esse cara não tira os olhos dos teus peitos.
Claramente está querendo te comer.
Fiquei vermelha com o comentário e não sabia
como agir. Neste mesmo momento o marido pegou minha mão como se fosse fazer um
carinho e a levou até seu pau duro por baixo da mesa. Nos olhamos fundos nos
olhos e ambos compreendemos que aquela era uma senha de liberação.
Chegou a meia-noite. Contagem regressiva,
espumante, fogos de artifício, abraços, fotos. Eu, o marido e Eric celebramos a
chegada do novo ano com muita alegria e com um clima de tesão e sedução no ar.
A cada foto posada, Eric avançava um pouco mais no abraço, na mão próxima a
bunda ou naquele dedo maroto que deslizava para dentro da blusa pela lateral.
Após algumas taças de espumante o flerte entre
mim e Eric ficou um pouco mais evidente, embora ainda discreto, com olhares e
sorrisinhos safados, que mostravam que a noite reservaria mais do que um
simples brinde.
Lá pela duas da manhã o marido me dá um profundo
beijo na boca, aperta minha bunda e diz que vai até o quarto ver como estavam
as crianças. Dá uma piscada de olho para mim e se afasta. Eric percebe que
fiquei sozinha e se aproxima me convidando para curtir a pista de dança.
Sorrio, estendo a mão e ele me puxa em sua
direção, percorrendo os lábios por toda a extensão do meu braço direito até o
ombro. Com a mão esquerda me puxou para perto, de costas para ele, encostou o
peito nas minhas costas e cheirou meu pescoço, que àquela altura eu já oferecia
a ele.
- Meu Deus, que cheiro maravilhoso!
Com o corpo todo arrepiado e a buceta molhada,
apertei minha bunda contra o pau de Eric, já duro, e joguei a cabeça para trás
sobre seu ombro, sentindo sua boca quente em meu pescoço e suas mãos por dentro
da blusa buscando meus seios. O tesão era tanto que eu apertava o clitóris com
as coxas e mordiscava meu lábio inferior de olhos fechados, enquanto suas
fortes e grandes mãos me exploravam, ainda na pista de dança.
Me virei de frente para ele colocando os dois
braços em volta de seu pescoço e demos um quente e tesudo beijo de língua, sem
nos importarmos com os demais hóspedes. Ele agarrava e apertava minha bunda e
cada vez mais eu sentia o seu pau volumoso sob a bermuda.
- Me come! – disse a ele ao pé do ouvido.
- Estou louco para comer você, mas não temos
como ir para meu quarto – disse ele.
- Pra que quarto? Deixa eu ir na frente e depois
me segue.
Discretamente fui me afastando da área da
piscina onde acontecia a festa e me dirigi para a parte de trás do hotel, onde
fica o parquinho infantil que estava completamente às escuras. Desapareci no
breu da noite e fiquei próxima a um muro fora da vista da festa. Minutos depois
Eric me procurava no escuro e minha respiração acelerada acabou sendo o guia
para que ele me encontrasse.
As luzes da festa formavam uma leve
luminosidade, uma penumbra que somente nos permitia ver as silhuetas. Eric
chegou tirando a camisa e jogando no chão, uma atitude que me encheu de tesão,
pressentindo a pegada forte que viria adiante.
Sem cerimônia, levantou minha blusa e mergulhou
nos meus seios, agarrando-os com as duas mãos e percorrendo sua língua sobre
meus bicos sensíveis e endurecidos, causando arrepios reflexos no clitóris.
Com a mão direita foi levantando minha saia até
encontrar o caminho da minha bunda. A polpa da nádega foi agarrada por completo
e dois dedos desta mesma mão ingressaram pela lateral de minha encharcada
calcinha e invadiram minha buceta. Gemi com muito tesão, levantando a perna
para facilitar a exploração.
Afastei Eric e mandei que abrisse a bermuda.
Mesmo com a pouca luz do local tive uma visão maravilhosa de um pau vigoroso e
incrivelmente duro com um tesão de meses acumulado. A cabeça proeminente
brilhava e implorava por uma chupada.
Me pus de joelhos e puxei Eric para perto, segurei
aquele caralho e toquei uma punheta enquanto minha língua explorava todo o
comprimento e se deliciava em suas bolas bolas, olhando de cima para baixo os
músculos bem marcados de seu abdome.
Encarei o pau de frente e abocanhei de uma única
vez até um pouco mais que a metade. Com vigor suguei aquela cabeça melada num
vai e vem frenético, auxiliado pela mão de Eric que, atrás da minha cabeça,
guiava os movimentos e arrancava gemidos dois.
Estava louca e queria aquela piça dentro de mim.
Me levantei e tirei a calcinha. Levantei a saia até a cintura e prendi no
elástico, deixando acesso livre à minha buceta lisinha, que aquela altura já
pingava de tesão. Eric agachou-se em minha frente e retribuiu o sexo oral. E
que chupada gostosa!
A sua hábil língua percorria os pontos mais
sensíveis do meu clitóris, alternando-se com leves mordidas, lambidas sôfregas
e sugadas como eu jamais havia recebido. Me apoiei de costas no muro e, para
facilitar o acesso, coloquei a perna esquerda sobre o ombro direito de Eric, que
praticamente mergulhou na minha buceta.
Mãos e dedos também trabalhavam nas minhas
nádegas, seios, cu e buceta. Um delírio que me levou a um orgasmo intenso que
fez minhas pernas estremecerem a afrouxarem. Gemia segurando a cabeça de Eric
no meio de minhas pernas enquanto ele sorvia o suco que saía de mim.
Eric levantou-se e me beijou com a boca toda
melada da inebriante chupada. Senti meu gosto em sua língua e senti a cabeça do
seu pau roçando no meu sensível clitóris. Sem tirar os olhos dos meus e sem
segurar o pau, de frente para mim levantou a minha perna esquerda e atolou seu
caralho lentamente na minha buceta.
Revirei os olhos, gemi e senti seu membro me
preenchendo e chegando a lugares pouco usuais. Eric me apertou contra o muro e
começou a dar lentas e vigorosas estocadas, forçando até o fundo e me levando a
delirar sob o som da festa de réveillon que rolava não muito longe dali.
Eric foi forçando cada vez mais e acelerando os
movimentos, me levando à loucura e me arrancando gemidos cheios de tesão.
Segurava minha bunda, socava fundo e chupava meus seios e meu pescoço, fazendo
eu me sentir um brinquedo em suas mãos. Eu gemia muito e queria gozar mais.
Mandei que Eric se sentasse no banquinho do
parquinho e montei em cima de uma única vez. Cravei as unhas em seu peito e
sentei com vontade, ora rebolando com o pau socado no fundo, ora fazendo um vai
e vem apenas com o quadril. Era a vez de Eric gemer e revirar os olhos,
agarrado em meus seios.
Depois de alguns minutos de cavalgada soltei um
grito agudo, seguido de gemidos e dei uma gozada absurdamente intensa. Após
gozar ainda fiquei uns minutos fazendo lentos e curtos movimentos com Eric todo
dentro de mim, curtindo o momento.
Eric queria gozar. Sai da posição e, no mesmo
banquinho, me coloquei de quatro, levantei a saia e me ofereci para ele. A
socada foi vigorosa, sem nenhuma pena de mim, o que adorei. Ele apertava meu
quadril, puxando contra si e fodia minha buceta com vontade, em movimentos
fortes e rápidos. Ambos gemiam, inebriados pelo tesão de toda a situação.
- Vou gozar! – disse Eric.
- Dentro não!
Uns segundos antes de gozar Eric tirou o pau de
dentro de mim e, rapidamente, me sentei no banquinho me virando em sua direção,
recebendo um forte gozo em meu rosto. Abocanhei o caralho e segurei os demais
jatos de porra na minha boca. Eric gemia jogando a cabeça para trás, ao mesmo
tempo em que eu chupava o pau dele com a boca cheia de porra e olhando para ele
de baixo para cima.
Quando ele me olhou abri a boca e deixei toda a
porra escorrer pelo meu queixo, abrindo um sorriso de satisfação e tesão. Ele
me levantou com as mãos ao lado do meu rosto e me puxou para perto dando um
beijo na boca de tirar o fôlego.
Nos abraçamos por alguns instantes e começamos a
nos recompor. Eu estava com o rosto todo esporreado e não tinha como limpar.
Sem falar na buceta, completamente encharcada e arrombada. Eric tirou sua cueca
e ofereceu para que eu fizesse a limpeza do rosto. Não encontrei minha
calcinha, que ficou em algum lugar daquele canto escuro.
Eric saiu dali na frente e uns minutos depois
segui o mesmo caminho. Ao chegar na parte mais iluminada olhei para baixo e vi
que o decote da minha blusa mostrava seios banhados em porra que escorria a
partir do meu pescoço. Passei assim no meio da festa, sob olhares desconfiados,
e rumei ao banheiro, onde consegui fazer a limpeza mais completa.
Ao voltar para a festa encontrei o marido e Eric
conversando de forma descontraída. Fiquei com certo medo do assunto tratado,
mas me aproximei e dei um beijo burocrático no marido, que perguntou:
- Demorei muito?
- Não demorou não, foi rapidinho. Eu e o Eric
nem vimos o tempo passar – respondi.
Os três sorriram e ergueram suas taças de
espumante em mais um brinde às primeiras horas do ano recém iniciado.
E já começara muito bem!