terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Depois do motel voltei pra casa com o cu doendo e bem FELIZ! (Jan-2025)

 

By; Cris

Oi meu nome é Cris, tenho 29 anos, sou do Parana, sou loirinha de pele branca, sou casada desde dos 20 anos.

Há alguns anos atrás, já casada, eu conheci o Vander, um carioca bem gostoso pela internet, um homem maravilhoso, muito gentil que se tornou vamos dizer assim, um parceiro para todas as horas (se é que me entendem...).

Vander é um negro lindo, musculoso, 1,82m, e um pau delicioso.

Semana passada, recebi um telefone dele no meu celular me contando que veio passar uns dias em uma cidade vizinha para resolver alguns negócios referente a sua empresa. Lógico que não podia perder a oportunidade de desfrutar daquele homem maravilhoso... Dei um jeito de escapar do escritório, e fui correndo para a cidade vizinha ver meu Deus do Ebano...

Marcamos um encontro em um motel da cidade. Quando cheguei, estacionei meu carro na garagem no quarto que ele tinha alugado. Bati na porta e para minha surpresa, fui recebida por ele, na porta do quarto, já totalmente nu, com aquele 'pau' enorme já ereto. Ele me puxou para si, espremeu meu corpo naqueles corpo musculoso e me deu um beijo de lingua longo e profundo na boca. Me levou até a frente do capô do carro e me mandou tirar toda a roupa.

- Como assim, eu disse.

- Tira essa roupa logo ou eu rasgo ela todinha e você vai voltar nua para casa... me retrucou rindo.

Imagina... eu tirar a roupa na garagem do motel, morrendo de medo de alguém ver, mas isso me deixou mais excitada do que nunca...

-Então vou te ajudar , disse ele...

Puxou as alças da minha blusa para baixo, exibindo meus seios, e imediatamente, meteu a boca no meio dos meus seios, aquela boca mordiscando em volta dos mamilos me deixava louca de tesão; de uma só vez arrancou minha blusa, meu sutiã e jogou sobre o capô do carro, desabotoou minha calça, me colocou de 4 sobre o carro e baixou minha calças e depois minha calcinha... tirou minha sandália, e jogou minha calça e calcinha junto com as outras peças de roupa sobre o carro...

Nisso ele me levantou e me segurou pelos ombros, me fez agaichar e foi colocando aquela rola grossa e enorme na minha boca.

Que pau é aquele!?... Ele começou a estocar o cacete na minha boca e aquilo foi entrando quase todo na minha boca, quase não conseguia respirar, tendo tudo aquilo entrando e saindo da minha boca num ritmo acelerado... minha saliva foi lubrificando aquele cacete delicioso.

Então, ele me levantou, me colocou de quatro sobre o capo do carro e me preparou para receber aquela vara. Senti aquela cabeça vermelha enorme, abrindo minha bucetinha, adentrando minhas entranhas que cheguei a gozar de tesão no pau dele.

Que cacete delicioso, ele vai entrando e não acaba mais de tão grande, dói para caralho, mas descobri que amo ser sodomizada por essa homem, quanto mais dor eu sinto, mais excitada fico. Ele sabe disso e faz questão de me causar dor para me dar prazer.

Na hora que senti as bolas dele batendo na minha bundinha, ele me deu uma estocada tão forte, que cheguei a revirar os olhos de dor e tesão, foi metendo forte que chegava a me levantar para o ar, aquilo dóia para valer. Queria gritar de dor, mas estava com medo que alguém visse e pegasse a gente trepando na garagem do motel. Ele puxada meus cabelos com uma das mãos e apertava meus seios com a outra, enquanto enfiava o cacete com toda força.

Quando estava quase gozando, ele saiu de dentro de mim e me arrastou para o quarto pelos cabelos.... fechou a porta, me jogou na cama.

Nisso ele veio para cima de mim, abriu as minhas pernas e meteu com força. Soltei um grito de dor, quando aquela vara entrou com tudo na minha bucetinha... ele foi estocando e eu só podia gemer e revirar os olhos de tanta dor e prazer....

-Tá gostando vadia... quer seu negão no seu cuzinho, vagabunda?, divertia-se.

Ele me dava tapas de leve no rosto, quando de repente saiu de mim novamente, me levantou da cama, me encostou na parede, me deixando de costas para ele. Me apertou com força contra a parede, quando senti o pau dele tentando invadir meu cuzinho.

Falei para ele que tinha trazido lubrificante pra sexo anal e que estava na minha bolsa, que era para ele deixar eu pegar. Ele riu.. e disse

- Piranha minha não tem essas frescuras.... piranha minha aguenta a seco mesmo.... e você vai aguentar tudinho.....quero ver você gritar, vadia... ria.

Sentia cabeça do pau forçando a entrada do meu cúzinho, ele me segurou pela cintura, quando senti a cabeça entrando no meu buraquinho, chegou a escorrer lagrimas dos meus olhos, mas ele se excitou e foi enfiando aquela vara devagarzinho no meu cuzinho.

Teve um momento que pedi para ele tirar, pois estava doendo muito, mas ele apenas disse.

-É pra doer mesmo, você tem que sofrer, para aprender a deixar o seu negão feliz.... ria.

Enfiou todo o cacete no meu cú, que nessa hora estava mais alargado que tudo. Começou um vai e vem selvagem, aquele pau saindo e entrando no meu cuzinho, me fazia ver estrelas. Quando mais eu gemia de dor, mas excitado ele ficava, e enfiava cada vez mais forte. Ficou estocando dentro de mim durante uns 10 minutos ininterruptos, aquilo me deixava louca de tesão, que cheguei a gozar antes de sentir aquela porra deliciosa e quente dentro do meu cuzinho...

Mesmo depois de gozar, aquele pau ficou duro dentro de mim, mais uns cinco minutos. Deitei na cama exausta, não aguentava nem levantar um músculo. Depois de descansar, fui tomar um banho, mas quando estava no banho, meu negro favorito, ainda conseguiu me foder mais um pouco... meter debaixo do chuveiro é muito gostoso.... Peguei minhas roupas em cima do carro, me vesti, e rumei para minha cidade, satisfeita, de cú doendo e realizada por ter passado a tarde com meu macho favorito.

  • Enviado ao Te Contos por Cris

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Minha irmã me deu o melhor presente de aniversario. (dez-2024)

 

By; Flavio

Ola, me chamo Flavio, tenho 20 anos. Há um tempinho que eu não via minha irmã gêmea por conta dela ter ido estudar em outros pais.

Ela voltou ao Brasil nesse mês de Dezembro para passar férias e aproveitar para comemorar nosso aniversario.

Depois do bolo ter acabado e com ele a festa, todos ficamos mais à vontade na sala, conversando até algumas horas da noite. Nossos pais foram dormir e uns minutinhos depois minha irmã também foi.

Geralmente à noite eu fico com um tesão insuportável e meu pau estava visivelmente duro por baixo da calça de moletom. Eu já estava com a mão por dentro da cueca, tentando me aliviar quando eu ouvi um risinho baixo, quase sussurrado e bem familiar, mais próximo que eu imaginava.

— Tsc, tsc. Que coisa feia, maninho. Quantos anos você tem, 14? —

Nanda estava usando um vestido colado e azul, que realçava sua pele bronzeada e marcava os seios grandes. Os cabelos iam até a cintura, negros, como os olhos dela.

— Nanda! Nossa, eu não sabia que você estava aqui. Que merda... —Resmunguei e coloquei a calça pra cima, um pouco envergonhado.

Ela sentou-se no sofá, ao meu lado e o vestido subiu um pouco pelas suas pernas. Eu achava que meu pau não podia ficar mais duro e eu nem sabia porque estava assim perto da minha própria irmã, mas tudo aquilo era antigo e eu sentia uma coisa por ela desde mais novo.

— Eu sei... não fala nada ta. —

Foi a única coisa que ela disse antes de agarrá-lo com força, sentindo ainda por cima da calça. Eu gemi de surpresa e ameacei levantar, mas ela já havia baixado minha roupa.

Eu estava em pé na sala e minha irmã gêmea ajoelhada na minha frente, com aquela cara de safada que só ela tinha e sua boca estava a centímetros da cabeça do meu pau. Impossível dizer não. Puxei na parte de trás de seu cabelo e forcei sua boca contra ele, e ela o chupou, tão maravilhosamente que eu estava quase gozando.

Compreensível, porque eu não transava há meses e ela fazia aquilo tudo tão bem. Pior de tudo era a adrenalina de ser chupado enquanto meus pais dormiam no quarto do lado.

Sua língua quente ia e vinha e os dedos estavam fechados na base. A sua outra mão acariciava minhas bolas, que tiveram a atenção especial de sua boca. Ela estava me chupando como uma vadia, esfregando o meu pau na própria cara, cuspindo, me masturbando com as duas mãos até que eu não aguentei e gozei na boca dela.

Fernanda sorriu e engoliu tudo. Ouvi um gemidinho saindo de sua boca gostosa depois que ela havia bebido a minha porra, como se quisesse mais.

— Deita no sofá, vai. Que eu vou chupar você agora. — Eu falei.

E não é que ela já estava sem calcinha? Ri da sua malícia e apreciei a vista de sua vagina molhada. A sensação era de ter conseguido o troféu depois da batalha... e que batalha! Eu me sentia extremamente vitorioso e não esperei mais nenhum segundo para cair de boca naquele clitóris.

Minha irmãzinha tampou a boca pra ninguém ouvir nada e se contorcia, na ponta da minha língua. Ela ficava cada vez mais excitada e chegou até a puxar meu cabelo, grunhir. Penetrei dois dedos dentro dela, toda molhada e quente, e ela se apertou contra os meus dedos. Fodi a buceta dela ao mesmo tempo que movia a língua e um polegar em seu grelinho. A mão que não segurava meu cabelo arranhava o sofá, e decidi que era hora de comer ela mesmo.

— Aqui não. — Ela disse ao perceber minhas intenções.

Ela cambaleou pra fora do sofá e eu vi que o líquido dela escorria pelas pernas. Andou até ao seu quarto e deitou de bruços pra mim, com aquela bunda grande e durinha pra cima. Nossa, eu quase enlouqueci.

Peguei no meu pau e quase pulei em cima dela. Afastei as pernas e a puxei mais pra cima. Meus dedos não se contiveram e eu meti no cuzinho da Nanda, que soltou um grito sem querer. Estapeei sua bunda em resposta e fechei a boca da minha irmã com a mão. Com a outra, segurei em sua cintura e posicionei meu pau na entrada da sua bucetinha e rocei. Ela rebolava contra mim e eu sussurrei o quão vadia ela era antes de fodê-la. Tudo aquilo me deixava louco e com muito tesão, mas eu precisava me segurar pra não gozar, bombando dentro da minha própria irmã, o mundo parecia que ia ruir e eu não me importava, não enquanto comia ela de quatro ou em pé na cama.

Ela gemia baixinho e eu xingava ao seu ouvido, chamando-a de puta, vadia, piranha. Eu podia ter certeza que estava me apaixonando por ela e aquele rebolado que só ela tinha. Ela gemia meu nome, sentada no meu colo e a gente se beijava loucamente.

— Você é minha, Fernanda. — Eu disse com autoridade, segurando em sua bunda pra ela pular com força no meu colo. Já era tarde da noite e eu já tinha gozado muitas e muitas vezes.

— Só sua, meu gostoso. —

Ela respondeu entre gemidos e logo seu orgasmo chegou de novo. Eu caí de costas no colchão, cansado demais pra continuar e ela parecia cansada também. Rebolou e cavalgou a última vez, com as unhas fincadas no meu peito antes de cair e dormir por cima de mim. Meu gozo estava dentro dela, guardado de presente.

Logo cedo eu levantei. Peguei minhas roupas espalhadas pela sala e me esgueirei até o meu quarto e deitei, com um sorriso no rosto, e dormi até ser acordado pelo seu grito da cozinha.

Acordei mesmo não querendo. Era dia de trabalho e eu precisava ir. Meu corpo estava quebrado mas eu me sentia melhor do que todos os outros dias, depois de vários meses. Cheguei na cozinha e ela estava lá, usando um pijaminha curto, com a bunda voltada pra mim, apoiada na ilha da cozinha. Eu podia sentir meu pau latejando por baixo da calça de dormir.

Apertei a bunda da minha irmã quando garanti que minha mãe não estava olhando e fui logo me aprontar pra ir trabalhar.

  • Enviado ao Te Contos por Flavio

Rapidinha antes de chegar em casa

 

By; Carol

Oi sou a Carol, sou morena, tenho 38 anos, casada, moro em Curitiba, e vou relatar o que aconteceu numa tarde de trabalho, eu estava sozinha na sala onde trabalho, teclava com um admirador de Rondônia, e como é de costume, as conversas com eles me excitam muito, chegando a me molhar de tesão, quando me entra de surpresa o Marcos, um colega de trabalho, com quem eu já transei um tempinho atrás.

Ele deu-me um beijo no pescoço e vendo o nome do meu admirador na tela, sai pra sua sala dizendo que ia ligar pro meu marido e dizer que eu os traia, brincadeira claro, voltou logo em seguida e disse que meu marido me perdoava, porém eu teria de sair para tomar um chopinho com ele naquela tarde.

Sem pensar em sacanagem eu disse que aceitava, mas ele teria de me deixar na minha casa porque eu estava sem carro naquele dia, prometido e fomos no fim do expediente ao chopp, alguns amigos no local e logo saímos, eu certa que iria embora pra casa, porém no caminho, o transito caótico como sempre, ainda cai um chuva terrível nos obrigando a entrar num estacionamento de um supermercado e aguardar até que cessasse o temporal, aquele ambiente era animador e propício.

Marcos enlaçou meu pescoço com seu braço, senti um frio na barriga, puxou pra junto de si e seus lábios procuraram os meus, retribui claro, já há tempos não saiamos, abriu minha blusa e uma de suas mãos acariciava meus seios, pois naquele dia não usava sutiã a outra subia por minhas pernas até alcançar minha calcinha, já evidentemente toda molhada, com um dedo puxou-a de lado e penetrou minha buceta, que delicia, eu por minha vez, apalpava seu pau ainda coberto pela calça, abri seu cinto e zíper, fazendo-o saltar pra fora, acariciei com minhas mãos usando de toda maestria até me abaixar e coloca-lo em minha boca.

Chupei aquele mastro com desejo e vontade, cheguei a engasgar qdo ele tocou o fundo de minha garganta expelindo uma saliva que o lubrificou ainda mais, enquanto a chuva aumentava lá fora. os bancos baixados ajeitei-me e Marcos veio sobre mim, já vestido com uma camisinha dirigiu seu pau à minha xaninha que implorava para ser penetrada, senti seu pau invadindo meu ser, seu toque no meu útero com o vai e vem lento e gostoso fazia com que gozasse desde a hora que me penetrou, eu gemia e pedia, mais, mais, mais.

Eu gozei mais de 4 vezes e ele nada, resolvi que era hora de dar a ele o que sempre me pedia e dos meus amantes era o único que ainda não tinha conseguido, fazer anal comigo, ele saiu de cima de mim, de minha bolsa tirei um lubrificante e entreguei a ele e disse;

- “use isso por favor”

Virei me de bruços, e com o bumbum arrebitado pra cima ele entendeu o recado, lubrificou bem seu pau, voltou a me montar e devagarinho foi introduzindo aquela tora em meu cuzinho, pelo tamanho não chegou a ser nenhum sacrifício pra mim, mas eu gemia como se sentisse dor, pois não queria que ele soubesse que fazer anal já era parte do meu cardápio em matéria de sexo.

Ele foi com cuidado até que sentiu chegar ao fim, senti suas bolas baterem em minha bunda, eu já gozava de novo com um dedo me masturbando, ele começou um vai e vem e gozou, gozou muito, chegava a gritar de prazer, enquanto gozava mordia de leve meu pescoço, ficamos ali ainda ele por cima de mim até nos recompor e nem percebemos que a chuva diminuíra e algumas pessoas já saiam do supermercado para tomarem seus veículos, assustados, recompomos e voltamos os bancos à posição normal.

Marcos me levou pra casa, cheguei minutos antes de meu marido, isso fez com que evitasse explicações ao atraso, transei gostoso com meu marido naquela noite.

  • Enviado ao Te Contos por Carol

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Acordei com fogo, e tive a melhor foda da minha vida! (19-01-2025)

 

By; Emanuelle

Oi me chamo Emanuelle. Domingo eu acordei suando, ofegante .. Excitada .. Molhada.. Muito molhada. Acabara de ter um sonho incrivelmente quente, onde eu estava nua, amarrada numa cama e vendada, sem poder me mover, toda aberta, e um homem incrivelmente sexy chegava e me torturava com sua língua .. Beijava minha boca, descia para meu pescoço, seios, lambia o bico dos seios, mordia de leve, descia para a barriga … Eu fica excitada, na expectativa de gozar na boca daquele desconhecido, mas ele voltada e beijava a minha boca novamente. Uma tortura realmente cruel!

Meu corpo contorcia de tesão, e então, no sonho, aquele homem começava a me chupar de forma bem carinhosa, passando sua experiente língua sobre o meu clitóris, descendo para a entrada da minha vagina, introduzindo a língua dentro de mim, sugando minha buceta encharcada de tanto tesão .. Abria ela com os dedos, e com os lábios sugava toda a extensão da mina vagina quente, pingando … E então, quando estava quase gozando, introduzia dois dedos, me masturbando com força .. E eu gozava .. De forma intensa …….

Por isso, acordei molhada de suor, quente, e com o coração palpitante!!

Me toquei e me surpreendi com a temperatura que estava minha buceta, e a forma como ela contraia contra a minha mão, pedindo um pau dentro dela .. Urgentemente.

Meu noivo dormia do meu lado .. Tranquilamente…. Porém, não por muito tempo.

Comecei a toca-lo, livrando ele de cobertas, deixando nu, pronto para mim usar como quisesse. Ele nem se moveu! Passei a mao por todo seu corpo, sentindo a pele morna, pulsação normal .. Desci as maos para seu membro que também dormia!!! Frustrante!!! Então, comecei a beija-lo, lambendo cada centimetro do seu corpo .. Estava em cima dele, e esfregava minha buceta quente e molhada naquele pau que ja começava a acordar.

Finalmente cheguei no membro quase acordado dele. Coloquei todo na boca. Estava derretendo de tanto tesão.. Suguei, lambi, beijei… Demorei um bom tempo dando um bom banho de lingua completo.. Deixando ele todo babado. Meu noivo se movia .. Estava dormente ainda, mas gemia com a sensação que proporcionava à ele.

Estava finalmente duro! Duro do jeito que gosto .. E eu estava amando sentir ele na minha boca .. Ele ja estava lubrificado, soltando o primeiro liquido antes do esperma sair… Meu noivo segurou minha cabeça, e começou a guiar o ritmo daquele boquete.. Mas jamais eu deixaria ele gozar naquela hora .. Não agora ..

A essa altura do campeonato, eu estava sentada sobre a perna dele, e todo o local estava molhado . Eu realmente estava pingando de tanto tesão!

Ele percebeu isso! Me perguntou o que havia acontecido, mas eu não queria conversar, nem contar .. Eu queria ele dentro de mim .. Estava urgente .. Então, sentei de costas para ele, guiando ele para dentro de mim, lentamente .. Quase gozei só de sentir a penetração quente, demorada .. Comecei a cavalgar devagar.. Ele sentou .. Segurou meus seios, apertando, fazendo com que o pau dele enterrasse todo dentro de mim .. Nesse momento tive meu primeiro orgasmo .. Apoiei minha cabeça no ombro dele, e ele me beijou enquanto eu gritava seu nome.

Mas aquele orgasmo so aumentou meu fogo .. E o dele também ..

Estava deitada, me recompondo, quando ele foi na geladeira e trouxe uma forma de gelo. Rsrs.. Nenhum gelo do universo, nem uma geleira, iria ser capaz de apagar o fogo que estava me consumindo naquele momento!! E ele sabia disso ..

Com uma pedra de gelo na mao, começou a passar pelo meu corpo, que estava fervendo. Era incrivel. A reação do choque era extremamente excitante. Ele passou sobre meus seios, barriga, e deixou o gelo derreter um pouco sobre minha virilha .. Eu quase estava gozando de novo so com essa sensação.. E ele se divertia ..

Depois, pegou uma nova pedra de gelo e introduziu dentro de mim .. Fui à loucura .. Uma segunda pedra de gelo e enfiou dentro do meu cuzinho .. É indescritivel o que senti.. Foi uma das melhores sensações da minha vida .. Faltava o ar de tanto tesão .. Meu corpo se contorcia e tremia .. E eu estava em transe ..

Então, meu noivo fez algo inesperado .. Sugou com força meu clitoris e todo meu corpo involuntariamente se levantou.. Com dois dedos ele empurrou mais fundo as pedras de gelo .. e colocou mais duas pedras de gelo .. Uma na buceta e outra no cu ..

Com dois dedos, ficou socando as duas pedras de gelo que estava no meu cuzinho, e lambendo minha buceta .. Novamente fui à loucura .. Estava rouca de tanto gemer, gritar.. Minha buceta apertava o gelo .. Sentindo aquele contato frio, com minha vagina que pegava fogo .. Foi inevitavel que eu gozasse varias vezes, uma atras da outra … Todas as vezes na boca dele.

Meu noivo estava tremulo .. Sentia o tesão dele de longe, e sabia que ele iria me foder de forma selvagem.. Seus olhos diziam isso ..

Eu fiquei de quatro pra ele, e ele começou a pincelar seu pau quente e babado na minha buceta, e no meu cuzinho, intercalando .. Me deixando na expectativa da onde iria penetrar … Eu nao aguentava mais .. Estava louca pra sentir ele dentro de mim .. Sentia o gelo derretendo e algo gelado/morno escorrer pelas minhas coxas .. Fui surpreendida com um dedo entrando no meu cu, socando mais fundo o pouco gelo que sobrava. Então, numa estocada firme ele penetrou minha buceta. Mais um orgasmo ..

Foram ao todo, três estocadas.. E ele gozou .. Inundou minha buceta com a porra quente, latejante dele. Mais um choque térmico, e mais uma vez eu gozei .. Minha buceta mordeu o pau dele com muita força com as contrações do orgasmo.. Ele nao tirou .. Gemeu alto ..

Cai na cama, naquela mesma posição .. Ele por cima. Era possível ouvir a respiração pesada, e os rápidos batimentos cardíacos dele .. Ou eram os meus .. Ou a mistura dos nossos … Não sei ao certo.

Depois de um certo tempo, ele saiu de cima. Eu nao tinha energia para levantar .. Se fechasse os olhos, dormiria, daquele mesmo jeito..

E realmente estava quase dormindo, quando sinto uma lingua invadindo meu cuzinho. Acordei na hora.. Que delicia .. Com as maos, ele me deixava totalmente aberta, exposta, e a lingua penetrava meu cuzinho..

Com uma das mãos, estimulava minha buceta, tocando o clítoris por cima, fazendo movimentos circulares .. E empurrando o polegar para dentro de mim ..

Enfiou dois dedos no meu cu, e dois na minha buceta, e começou a me masturbar assim .. E de novo as contrações do orgasmo estavam vindo .. Ele percebeu isso e começou a socar com mais força, mais intenso .. E de novo eu gozei ..

Me virei, e vi ele, duro novamente .. Excitado e babando .. E ele veio por cima, na tipica posição papai e mamae .. Penetrou com força .. Ele também estava em transe .. Socava com vontade, apertava meus seios, chupava eles, e mordia ..

Num grito, ele gozou novamente .. Mais jatos de porra dentro de mim.. Escorrendo pelas pernas, pelo excesso de liquido ..

Depois disso, fomos tomar um banho, exaustos, sem energia para nada.

Voltamos para a cama, e dormimos abraçados, cada um de volta ao seu sonho, saciados enfim.. Insaciável !!

  • Enviado ao Te Contos por Emanuelle

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...