sexta-feira, 28 de abril de 2023

Ganhei um boquete de uma amiga na carona

 

By; Casado

Olá tudo bem? Por hora, não gostaria de falar muito sobre mim, pois sou casado, mas farei em oportunidades futuras. Apenas sobre uma de minhas aventuras. No entanto, devo informar que muitas vezes preciso viajar a trabalho e, geralmente, de carro.

Em uma dessas viagens, na volta, fiquei sabendo que uma amiga estava na mesma cidade que eu estava e precisava voltar para a nossa cidade no mesmo horário que eu. Logo, não perdi tempo, ofereci uma carona, já que ela pegaria um ônibus para voltar.

Ela aceitou a carona, a peguei no local combinado, nos cumprimentamos e comecei a dirigir de volta para a nossa cidade. Papo vai e papo vem, foi inevitável não relembrar o passado – quando nos pegávamos – e, consequentemente, falar sobre sexo, o que me deixou muito excitado.

Não demorou muito, comecei a acariciar as pernas. Ela tentou evitar, tirando minha mão, mas deixando a entender que estava gostando. Eu insisti e, cada vez que ela tirava minha mão, eu segurava a mão dela e levava até o meu pau duro. Nesta hora ela acariciava meu pau e apertava, depois tirava dizendo que não poderia fazer isso. Persisti, e ela foi cedendo aos poucos, foi quando – já na pista – resolvi tirar meu pau para fora (com o carro em movimento). Peguei na mão dela e coloquei no meu pau, ela começou a bater uma punhetinha pra mim, enquanto eu massageava os peitos dela. Depois coloquei a mão sobre o pescoço dela e fui puxando, até que ela cedeu novamente e se debruçou sobre meu colo, começando a chupar o meu pau.

Que chupada gostosa! E que sensação maravilhosa… dirigindo o carro na rodovia e uma safada mamando no meu pau. Mas ela parou, dizendo que não poderia continuar, porque estava louco para dar, mas não podia (devia ter os motivos dela). No entanto, eu parei o carro no acostamento e forcei um pouco a barra, mas ela teimou dizendo que não poderia dar, mas que me faria gozar.

Já estava anoitecendo e, devido ao horário, o fluxo de carro era grande. E nós ali, parados no acostamento da rodovia, ela volta a chupar meu pau, segurando ele com uma mão, me punhetando e chupando a cabecinha. Ela ficou assim por longos minutos, enquanto eu alisava todo o corpo dela (na medida do possível) até que eu disse que quem não estava aguentando agora, era eu, que queria gozar. Mas não parou, continuou mamando no meu pau, até que eu não aguentei e comecei a gozar… E ela, nem quis tirar o meu pau da boca, tomou toda a porra que jorrou dentro da boca dela e no final lambeu a cabecinha.

Infelizmente, naquele dia, realmente não rolou sexo. Mas valeu a carona.

  • Enviado ao Te Contos por Casado

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Inaugurando com a minha amiga o vibrador que ela comprou (lesb) (26-04-2023)

 

By; Ana Clara

Sou a Ana Clara e quero contar sobre ontem, o que rolou entre minha amiga e eu.

Eu e uma amiga fomos visitar um amigo que havia sofrido um acidente de moto. Chegamos na casa dele, conversamos um pouco, e como já estava com visitas, não demoramos e logo fomos dar uma caminhada no parque, como havíamos combinado. Corremos um pouco, e para repor as energias, uma água, seguida de uma água de coco. Ameaçou chover, coisas de final de tarde aqui na região, resolvemos nos recolher, passamos no mercado, compramos algumas coisas para improvisar um café da tarde, e fomos para a casa dela. Assuntos diversos o tempo todo, algumas indiretas e diretas, alguns olhares, já comuns entre nós. Entrei na casa dela, pedi licença, ela riu, dizendo que eu já era de casa. Falei sorrindo;

- “quer dizer que ate já posso abrir a geladeira sem pedir?”.

Em meio a gargalhadas, ela foi ajeitando as coisas na cozinha e dizendo;

- “você já pode muitas coisas…”.

Emendei; - “já posso escolher o canal da TV e invadir o quarto principal? agora?”.

Ela simplesmente respondeu; - “pode”

Perguntei; - “pode o que? a TV ou o quarto?”

Recebi como resposta, “os dois!”, e finalizei;

- “quero o quarto, vamos lá?” e fui puxando-a pela mão…

Saímos da cozinha, puxei seu braço contra o meu corpo, nos abraçando, virei, e demos um beijo suave, mas demorado. Ela foi tirando minha jaqueta e tirou a sua em seguida, colocou as duas em cima do sofá enquanto eu caminhava até o quarto. Ela me perguntou,

- “a sua bolsa…?!”.

Eu paralisei, perdi o ar, virei pra ela, sorri e disse;

- “pode deixar aí, saí de casa na pressa e… deixa ela aí!”.

Ela sorriu de volta, vendo minha cara de sem graça, e continuou:

- “bom, você me deu coragem para comprar algo que eu sempre quis…”.

Corei ainda mais na hora, mas abri um enorme sorriso, e a beijei, em meio a pedidos para me mostrar sua compra… Ela pegou no armário, tirei de sua mão, coloquei ao lado da cama, louca de tesão e voltei a beijar sua boca, cheia de desejo.

Fomos tirando nossos tênis, enquanto o beijo continuava e as mãos corriam pelo corpo, tirando nossas blusas. Nos aproximamos da cama, de pé, desci a boca para seu pescoço, passando pelos seus ombros, joguei seu cabelo de lado e continuei com os beijos, enquanto as mãos percorriam sua cintura, chegando até sua leggin, ameaçando tirá-la. A segurei pelo quadril, e a virei de costas para mim, continuei com os beijos, agora no ombro, de seu lado esquerdo. Abri um pouco suas pernas colocando uma das minhas entre elas, e fui fazendo com que seu corpo caísse na cama. Ela ficou apoiada nos cotovelos, aproveitei, e fui por cima dela, beijando parte de suas costas, e tirando sua calça, ela levantou o quadril para facilitar, puxei mais seu quadril, e ajeitei suas pernas, fazendo com que ela ficasse quase de quatro. Desci as mãos por baixo dela, acariciando sua barriga, beijando seu quadril e tirando sua leggin bem devagar, enquanto beijava sua bunda e coxas. Tirei de uma vez sua calça, me ajoelhei por trás dela, passei meus braços pelas suas coxas, quase que a abraçando, e continuei a beijar sua bunda e seu quadril. Senti sua pele arrepiar, enquanto minhas mãos e minha boca a acariciava. Ela jogou o corpo na cama, se virando de frente pra mim, me puxando para beijar sua boca, e me convidando para um banho. Topei.

Nos levantamos, ela pegou as toalhas no armário, enquanto eu tirava minha calça. Peguei de cima da cama sua “nova aquisição” e perguntei;

- “é a prova d` água? já testou?”.

Ela riu; - “é a prova d` água, mas ainda não testei!”.

Tirei de dentro da embalagem e observei, uns 16cm, modelo de vibra tradicional, fino, parecia ter mais de uma velocidade, mais tarde descobri, três.

Fomos até o banheiro, no corredor. Jogou as toalhas sob o box e ligou o chuveiro, ajustando a temperatura;

- “água morna, por favor!”, eu pedi sorrindo.

Ela se voltou para mim, me abraçando e me beijando. Tiramos nossos tops, e ela tirou minha calcinha, me empurrando contra a bancada na pia, abriu um pouco minhas pernas, ajeitei meu quadril, meio que sentando na beirada do balcão, com os braços apoiados para trás. Passou sua língua pela minha orelha, e foi descendo para o meu pescoço, me deixando ofegante, ainda antes de escorregar seus dedos entre minhas pernas. Me tirou um gemido, seguido de um suspiro dela, eu já estava encharcada. Joguei minha cabeça para trás e ela continuou com os beijos pelo meu pescoço. Enquanto uma de suas mãos provocava meu clitóris, a outra passeava pelas minhas costas, puxando meu corpo contra o dela. Quase sem ar, fechei minhas pernas, apertando sua mão entre elas, gemendo, e me levantei.

De frente para ela, fui beijando sua boca, descendo rapidamente até seu pescoço, colo, chegando em seus seios, mordisquei um de seus mamilos, acariciei o outro com os dedos, e a boca foi até sua barriga, brincando com seu umbigo enquanto tirava sua calcinha. Fui com a língua até seu ventre e desci ainda mais, até entre suas pernas, com os braços em suas costas, fiz com que se arcasse um pouco para trás, e enfiei a língua entre suas pernas, sentindo sua umidade, e ouvindo um gemido. Subi novamente ate sua boca, e fomos para debaixo d’água.

Um beijo longo, calmo, mas cheio de desejo. Nossas mãos percorriam nossos corpos, que estavam colados. Me apoiei um pouco na parede, e a puxei quase para fora do chuveiro, deixando a água cair em suas costas enquanto beijava e acariciava seus seios. Ela esticou os braços, apoiando as mãos na parede, fiquei entre eles, enquanto beijava seu corpo. Dei leves mordidas em seus seios, e passei com as línguas em seus mamilos, puxando-os com os lábios cerrados. Passei com a língua por baixo deles, fazendo seus contornos, e repetindo os movimentos. Seus suspiros ficaram frequentes, assim como seu corpo inquieto.

Desci a boca pela sua barriga, beijando cada parte, e acariciando suas costas com as mãos, cheguei com a boca em seu ventre, sentindo sua respiração ofegante, puxei seu corpo mais contra o meu, agarrando sua bunda, e fui com a língua entre suas pernas, afastando-as um pouco. Ela relaxou o corpo enquanto escorria na minha boca. Fiz movimentos devagar com a língua, provocando seu clitóris enquanto meus dedos a invadiam, abraçando suas coxas por trás. Um dedo entrou facilmente, tirando um gemido forte dela, enquanto rebolou devagar para se encaixar. Seu gosto e seu rebolado me tiraram do sério, coloquei mais um dedo dentro dela, repetindo o gemido e o movimento com o quadril. Manteve o apoio na parede só com um dos braços, e desceu com o outro para acariciar e puxar meu cabelo contra seu corpo, pedindo mais.

Acelerei os movimentos com a língua, fazendo mais pressão, e intensifiquei as estocadas, não tirando os dedos, movimentando-os dentro dela. Ouvi seus gemidos aumentarem, seu corpo estremecer, e seu mel escorrer na minha boca. Sua respiração ficou ainda mais ofegante e senti seu corpo amolecer. Fui cessando os movimentos, devagar, até tirar os dedos de dentro dela, mais um vez, recebi uma “ajudinha” de seu quadril rebolando, e me levantei, enquanto a empurrava para debaixo d` água junto comigo. Nos abraçamos enquanto eu acariciava seu cabelo e beijava seu pescoço com os lábios.

Ela sorriu pra mim enquanto dizia;

- “acho que preciso de um banho, gelado!”

A Abracei mais forte contra meu corpo, olhei em seus olhos e falei;

- “ainda não…”.

Abri o box, e peguei o novo amigo, ela ficou meio sem jeito, e riu. Voltei a abraçá-la, liguei, senti sua velocidade, e comecei a passar o vibra pelas suas costas. Ela riu, e senti seu corpo arrepiar, passou a beijar meus ombros, aumentei a velocidade, ela teve um arrepio assim que desci pelas suas costas e passei na sua bunda, entre suas nádegas, mordeu meu ombro, me tirando um suspiro, e sentindo meu corpo escorrer e amolecer. Me mantive firme, e escorreguei com ele para entre suas pernas, querendo quase penetrá-la, mas só provocando por enquanto. Seu corpo voltou a estremecer e a se movimentar conforme o ritmo das minhas mãos, querendo mais. Falei baixinho em seu ouvido;

- “vem cá, se apoia como você estava antes.”

Beijei seu rosto, nos aproximamos da parede e fui por trás dela, enquanto se apoiava na parede com os antebraços. Voltei a beijar suas costas, enquanto uma das mãos acariciava seus seios e a outra encontrava o meio de suas pernas, e voltava a provocá-la com o vibra. Ela rebolava, pedindo para ser penetrada, enquanto suspirava tencionada. Colei minhas pernas nas suas, para abrí-las, trazendo o vibra novamente para suas costas, ajeitando seu quadril, e a penetrando por trás, devagar, mas entrando de uma vez, já estava encharcada, senti a facilidade com que seu corpo o recebeu, e seu delicioso gemido.

Fiz movimentos de entra e sai, acompanhando seu rebolado, e acariciava seus seios com a mão livre, meus lábios percorriam seus ombros. Senti seu corpo começar a estremecer, a ficar inquieto, peguei sua mão de apoio na parede, e desci junto da minha entre suas pernas, ela cessou a respiração. Entrelacei nossos dedos e comecei a acariciar seu clitóris, enquanto entrava e saia de dentro dela, movimentos rápidos, arrancando mais gemidos, e parando, fazendo bem devagar, quase saindo todo de dentro, e logo, invadindo mais uma vez. Percebi que ela estava bem à vontade, e tirei minha mão, deixando só a dela se tocando, ajeitei seu cabelo de lado, e coloquei a mão em seu rosto, virando contra o meu e dando um beijo, enquanto meus dedos melados seguravam seu rosto, próximo aos nossos lábios.

Ela entendeu o recado, e logo chupou meu dedo, puxando-o de uma vez para dentro de sua boca, me tirando um gemido e me deixando sem ar. Comecei a brincar com os dedos em seus lábios enquanto acelerava os movimentos dentro dela. Não demorou e ela gozou novamente, estremecendo seu corpo, e se contraindo, gemeu, e cerrou os dentes, mordendo meu dedo que estava em seus lábios, abafando um gemido mais alto. Desliguei o vibra, e tirei devagar de dentro dela. Ela só disse, com uma voz cansada;

- “preciso deitar!”.

Se virou contra mim, enquanto escorria a água do cabelo e me deu um beijo. Pegou a toalha e foi saindo, fiz o mesmo.

Ela se jogou na cama, sentei ao seu lado, e perguntei se queria algo da cozinha, eu precisava de pelo menos água Ela aceitou o mesmo. Fui até a cozinha, e voltei com dois copos, além das roupas que estavam no banheiro. Ela já estava sentada na cama, acho que um pouco recuperada. Entreguei sua água e me sentei ao seu lado. Ela me olhou, em meio aos goles de água, e falou;

- “eu quero o mesmo, tem problema?”

Quase engasguei, mas me contive, sorri, tentando disfarçar a quase surpresa, achei que já estava indo embora, e respondi sorrindo;

- “claro que não!”

Segurei seu rosto e demos um selinho. Acabamos com a água, ela pegou os copos e colocou no criado-mudo, dizendo;

- “já que não tem problema, eu quero igual. vem cá!”.

Me fez arregalar os olhos e puxar o ar, não conseguindo soltá-lo. Ela soltou as nossas toalhas e veio por cima de mim, beijando minha boca, e correndo ate os seios com a boca ávida. Arqueei meu corpo pra trás, e abri as pernas para ela se ajeitar seu corpo. Seguiu meus passos, e repetiu os mesmos movimentos que fiz em seus seios, me arrancando suspiros e gemidos. Deixou meu corpo completamente inquieto debaixo do dela. Minhas mãos agarravam o lençol, ela percebendo a inquietude, desceu a língua para minha barriga, parando em meu umbigo, e me olhando, nossos olhares se encontraram, não tirava o olho de seus movimentos. Voltou a abaixar a cabeça e desceu entre minhas pernas. Afastou elas ainda mais com as duas mãos, passou a língua pelas coxas, e encostou os lábios em meu clitóris, meu corpo vibrou, estremeceu, e gemi, de alivio, relaxando o corpo. Percorreu devagar, com a língua, meus grandes lábios, e clitóris, querendo me invadir, e me fazer escorrer ainda mais, conseguiu! Me provocou mais um pouco entre as pernas, com as mãos afastando minhas pernas, e subiu, até alcançar minha boca. Me falou baixinho no ouvido;

- “vira!”

Atendi seu pedido, e me virei de costas na cama. Ela pegou o vibra, e percorreu minhas costas com ele, fazendo meu quadril rebolar. Fiquei de quatro, e fui me aproximando devagar da parede, apoiando os braços, e erguendo o tronco.

- ” é assim que você quer?” perguntei.

Ela não respondeu, senti sua respiração ofegante novamente, e seu corpo se aproximar do meu. Me abraçou em volto da cintura, puxando meu quadril de encontro ao seu corpo, colando toda em mim, sentindo seu calor e sua respiração perto do meu ouvido. Pegou novamente o vibra, me penetrando por trás, bem devagar, empinei meu quadril, e desci uma das mãos, dando uma ajeitada. Gemi, quando entrou, e voltei a me apoiar na parede, sua mão estava junto da minha. Segurei ela, e desci, entre minhas pernas. Me tocava, em meio aos seus dedos. Ela se movimentava lentamente dentro de mim, eu empurrava meu quadril contra seu corpo, e ela foi percebendo meu ritmo, devagar, mas fundo. Peguei sua mão, junto da minha, e trouxe até minha boca, chupando, lambendo, mordendo seus dedos, um a um. Ouvi um “ai…” sair da sua boca, que estava colada em meus ombros, e seus olhos curiosos me fitavam. Soltei sua mão, que ficou passeando pelos meus lábios, enquanto a minha desceu para meu clitóris, não queria mais segurar. Meu rebolado acelerou, assim como o ritmo da minha mão. Ela tirou os dedos da minha boca e voltou a se apoiar na parede, enquanto me penetrava mais rápido. Meu corpo estremeceu, não segurei mais os gemidos, e gozei, perdendo o ar, apoiando a cabeça na parede, deixando o corpo relaxar junto do dela.

Ela desligou o vibra, tirou devagar de dentro de mim, e se posicionou do meu lado. Fiquei parada, recuperando o fôlego, até me deitar, largando meu corpo na cama, ao seu lado. Fiquei deitada virada pra cima, e ela de lado, colocou seu braço em meu ventre, me acariciando. Sorri, olhei para ela, e demos um selinho. Ficamos mais um pouco deitadas, e sugeri comer alguma coisa

- “ótima ideia” ela disse correndo para a cozinha e eu a segui, depois voltamos e ficamos na cama aos beijos...

  • Enviado ao Te Contos por Ana Clara

 

Rapidinha com um policial (Abril-2023)

 

By; Maria

Oi Me chamo Maria, tenho 28 anos, sou morena clara, cabelos castanhos ondulados e tenho um corpo bonito, malho a 7 anos e consegui meu shape com muito suor.

Tenho uma tara enorme por homens fardados, o conto que vou relatar aqui aconteceu recentemente. Sempre fui safada na cama, gosto muito de sexo e a maioria dos meus namorados não dão conta, eu acabo enjoando e termino tudo, mas acabei pegando um homem lindo com uma pegada maravilhosa que me deixou louca.

O nome dele é Igor, tem mais ou menos 1, 85, musculoso, moreno, cabelo raspado, tatuado e com pinta de bad boy, ele é policial militar e me abordou um dia quando eu estava saí­ndo de um show de Jorge e Matheus. Uma amiga minha tava bêbada, falou que ele era um gato e ele sorriu meio sem jeito. Me desculpei por ela e ele começou a puxar papo e falou que o turno dele acabaria logo, perguntou se eu não tinha telefone.

Passei meu número para ele, deixei meu grupo de amigos e fui encontrar com ele em uma rua próxima do show, onde era mais reservado. Ele falou que eu era linda e sexy com o vestidinho que eu estava usando e geralmente, eu que sou difí­cil com os homens, tava sendo bem fácil com ele.

Ele me tascou um beijo gostoso que deixou ele de pau duro rapidinho, mas ele disse que a gente tinha que sair dali, então ele andou pra uma rua mais distante dali e deserta, colocou o pau pra fora e disse:

-Chupa! Quero sentir essa boca gostosa no meu cacete.

E eu claro obedeci e chupei aquele caralho grosso e veiudo que devia ter mais ou menos uns 19 cm. Fiquei imaginando como aquele cacetão ia me arrombar se ele me comesse, bateu até um medinho, mas senti tanto tesão quando ele ordenou que eu mamasse ele.

Ele ia empurrando minha cabeça para minha boca chegar na base do seu pau, eu tava entalada com aquela piroca mas ele não tava nem aí­, metia fundo mesmo, me fez engolir aquele cacete babado cada vez mais. O gosto do pau dele era delicioso, um gosto bom e um cheiro de macho suado que me deixou louca.

Abri mais a calça dele pra dar de cara com um saco enorme, aquele homem além de gostoso era bem dotado e tinha uma resistência enorme, ele demorou uma eternidade pra gozar e gozou tudo na minha boca. Era uma porra grossa e farta, que encheu minha boca e melou minha cara toda, uma delí­cia!

Nesse momento eu tava me sentindo a putinha dele quando o safado disse:

- Ainda não acabou! Quero fazer você gozar também, sua gostosa!

E começou a enfiar os dedos na minha buceta, tocar uma siririca bem gostosa pra mim. Ele só não me chupou porque para ficar numa posição boa pra isso ia ser meio arriscado de dar na cara caso alguém visse a viatura parada.

Eu fiquei batendo punheta pra ele do jeitinho que ele pediu, aí­ sua pica ficou dura logo, ele tirou uma camisinha da carteira e quando ele abriu vi que tinha a foto de uma mulher e uma criança, logo depois soube que ele era casado, apesar de não usar aliança.

Quando ele colocou a camisinha, que mal dava no pau dele, o safado me fez sentar gostoso, olhando toda hora para os lados pra ver se ninguém aparecia, mas ali aquela hora seria bem difí­cil. O cara era muito safado, ele chupou meus peitos com tanta vontade, ele sabia fazer gostoso, mamava meus seios, dizia toda hora que meus biquinhos rosadinhos eram uma delí­cia!

Ele me segurava pela cintura metendo gostoso e falando muita sacanagem. Nesse vai e vem gostoso eu não aguentei e gozei com o pau dele dentro de mim, uma sensação deliciosa, então ele continuou metendo depois que gozei, minha buceta tava muito sensí­vel e um pouco dolorida por causa da grossura do cacete dele.

Ele me comia me chamando de cachorra, de vadia, de puta, e confesso que eu sempre adorei ser chamada assim, me dá muito tesão. Ele gozou mais uma vez, soltou um urro e começou a beijar minha boca.

Depois dessa foda deliciosa ele me levou pra casa, e me fez chupar o pau dele de novo.

  • Enviado ao Te contos por Maria

 

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Minha dp com meus primos em casa

 

By; Lorena

Oi. Me chamo Lorena, sou uma jovem de 20 aninhos e há uns 2 meses atrás eu tive uma experiência maravilhosa. Eu fiz sexo com dois primos ao mesmo tempo e foi muito gostoso. Nunca tinha feito isso antes na minha vida mas vieram meus dois primos que são gêmeos e tudo mudou.

Eles estavam há anos sem vir aqui em casa e quando vieram dessa última vez eu fiquei surpresa porque antes eles eram magrelos e dessa vez tinham virado dois morenos bem gostosos.

E como eu tinha crescido também e virado uma jovem bem safadinha a gente acabou fazendo uma putaria das boas. Meus pais saíram nessa noite pra jantar e deixou eu sozinha com esses safados. E a gente foi ver tv, estava passando uma serie muito boa e nós três acompanhávamos ela. E a gente foi assistindo, eu fiquei no meio deles e estava usando um shortinho bem curto que os deixou muito excitados.

E de repente no meio da serie uma mão boba vem nas minhas pernas e depois o outro também faz a mesma coisa. E a gente acaba trocando beijos gostosos e eu fiquei beijando os dois safadinhos ao mesmo tempo.

E o clima foi esquentando porque eles foram subindo as mãos e a mão que tava na perna já passou a tocar a minha bucetinha. E isso me deixou ainda mais excitada e eu não consegui resistir. Estava muito gostoso e eu tinha que fazer algo, e tirei o pau dos dois pra fora e comecei a chupar bem gostosinho. Eu fui caindo de boca nessas duas rolas e os safados iam gemendo e puxando meus cabelos enquanto me chamavam de puta. E estava gostoso demais essa sacanagem e eu fui mamando cada vez mais. E depois disso eu já tirei toda a minha roupa e elestambém ficaram peladinhos e vieram mamando meus peitos e minha xota.

Eu fiquei jogada no sofá com eles me chupando dos pés a cabeça E chegou a hora da sacanagem pesada. E eu fiquei de quatro e deixei eles irem revezando para meter na minha bucetinha e depois um já foi pondo o dedinho no meu cu e isso me deixou ainda mais excitada. E eu resolvi experimentar como seria ser duplamente penetrada ao mesmo tempo. E disse a eles que nunca tinha feito isso e que eles teriam que ir de leve para não me deixar toda esfoladinha.

Então eu sentei em cima da pica de um deles com a bucetinha e foi rebolando bem gostoso. E o outro chegou com muita suavidade, abriu a minha bunda e foi empurrando o mais devagar possível dentro da minha bunda. E eles foram juntinhos penetrando em mim e eu fui gemendo intensamente porque estava muito gostoso.

Era a primeira vez que estava tomando pirocada na xota e no cu ao mesmo tempo e confesso que estava gostoso demais. E eles foram me cutucando bem devagar, o que metia na minha xota ia mamando meus peitos me deixando louca. E o que metia no meu cuzinho ia apertando a minha bunda e enchendo ela de tapas bem fortes.

Eu estava me sentindo uma puta e tava gostoso demais que eu acabei gozando intensamente. E eles continuaram metendo enquanto eu ficava me contorcendo tendo um orgasmo sensacional.

Depois disso eles saíram e foram batendo punhetinha perto da minha cara. Eu fiquei sentada no sofá e eles se masturbando até me gozaram toda.

Depois eu fui tomar um banho e ai no outro dia eu senti o estrago que eles fizeram em mim. Fiquei com a  bunda e a bucetinha ardendo muito, mas valeu a pena demais porque gozamos intensamente juntos.

  • Enviado ao Te contos por Lorena

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...