By; Ana Clara
Sou a Ana Clara e quero contar
sobre ontem, o que rolou entre minha amiga e eu.
Eu e uma amiga fomos visitar um
amigo que havia sofrido um acidente de moto. Chegamos na casa dele, conversamos
um pouco, e como já estava com visitas, não demoramos e logo fomos dar uma
caminhada no parque, como havíamos combinado. Corremos um pouco, e para repor
as energias, uma água, seguida de uma água de coco. Ameaçou chover, coisas de
final de tarde aqui na região, resolvemos nos recolher, passamos no mercado,
compramos algumas coisas para improvisar um café da tarde, e fomos para a casa
dela. Assuntos diversos o tempo todo, algumas indiretas e diretas, alguns
olhares, já comuns entre nós. Entrei na casa dela, pedi licença, ela riu,
dizendo que eu já era de casa. Falei sorrindo;
- “quer dizer que ate já posso
abrir a geladeira sem pedir?”.
Em meio a gargalhadas, ela foi
ajeitando as coisas na cozinha e dizendo;
- “você já pode muitas
coisas…”.
Emendei; - “já posso escolher o
canal da TV e invadir o quarto principal? agora?”.
Ela simplesmente respondeu; -
“pode”
Perguntei; - “pode o que? a TV
ou o quarto?”
Recebi como resposta, “os
dois!”, e finalizei;
- “quero o quarto, vamos lá?” e
fui puxando-a pela mão…
Saímos da cozinha, puxei seu
braço contra o meu corpo, nos abraçando, virei, e demos um beijo suave, mas
demorado. Ela foi tirando minha jaqueta e tirou a sua em seguida, colocou as
duas em cima do sofá enquanto eu caminhava até o quarto. Ela me perguntou,
- “a sua bolsa…?!”.
Eu paralisei, perdi o ar, virei
pra ela, sorri e disse;
- “pode deixar aí, saí de casa
na pressa e… deixa ela aí!”.
Ela sorriu de volta, vendo minha
cara de sem graça, e continuou:
- “bom, você me deu coragem
para comprar algo que eu sempre quis…”.
Corei ainda mais na hora, mas
abri um enorme sorriso, e a beijei, em meio a pedidos para me mostrar sua
compra… Ela pegou no armário, tirei de sua mão, coloquei ao lado da cama, louca
de tesão e voltei a beijar sua boca, cheia de desejo.
Fomos tirando nossos tênis,
enquanto o beijo continuava e as mãos corriam pelo corpo, tirando nossas
blusas. Nos aproximamos da cama, de pé, desci a boca para seu pescoço, passando
pelos seus ombros, joguei seu cabelo de lado e continuei com os beijos,
enquanto as mãos percorriam sua cintura, chegando até sua leggin, ameaçando
tirá-la. A segurei pelo quadril, e a virei de costas para mim, continuei com os
beijos, agora no ombro, de seu lado esquerdo. Abri um pouco suas pernas
colocando uma das minhas entre elas, e fui fazendo com que seu corpo caísse na
cama. Ela ficou apoiada nos cotovelos, aproveitei, e fui por cima dela,
beijando parte de suas costas, e tirando sua calça, ela levantou o quadril para
facilitar, puxei mais seu quadril, e ajeitei suas pernas, fazendo com que ela
ficasse quase de quatro. Desci as mãos por baixo dela, acariciando sua barriga,
beijando seu quadril e tirando sua leggin bem devagar, enquanto beijava sua
bunda e coxas. Tirei de uma vez sua calça, me ajoelhei por trás dela, passei
meus braços pelas suas coxas, quase que a abraçando, e continuei a beijar sua
bunda e seu quadril. Senti sua pele arrepiar, enquanto minhas mãos e minha boca
a acariciava. Ela jogou o corpo na cama, se virando de frente pra mim, me
puxando para beijar sua boca, e me convidando para um banho. Topei.
Nos levantamos, ela pegou as
toalhas no armário, enquanto eu tirava minha calça. Peguei de cima da cama sua
“nova aquisição” e perguntei;
- “é a prova d` água? já
testou?”.
Ela riu; - “é a prova d` água,
mas ainda não testei!”.
Tirei de dentro da embalagem e
observei, uns 16cm, modelo de vibra tradicional, fino, parecia ter mais de uma
velocidade, mais tarde descobri, três.
Fomos até o banheiro, no
corredor. Jogou as toalhas sob o box e ligou o chuveiro, ajustando a
temperatura;
- “água morna, por favor!”, eu
pedi sorrindo.
Ela se voltou para mim, me
abraçando e me beijando. Tiramos nossos tops, e ela tirou minha calcinha, me
empurrando contra a bancada na pia, abriu um pouco minhas pernas, ajeitei meu
quadril, meio que sentando na beirada do balcão, com os braços apoiados para
trás. Passou sua língua pela minha orelha, e foi descendo para o meu pescoço, me
deixando ofegante, ainda antes de escorregar seus dedos entre minhas pernas. Me
tirou um gemido, seguido de um suspiro dela, eu já estava encharcada. Joguei
minha cabeça para trás e ela continuou com os beijos pelo meu pescoço. Enquanto
uma de suas mãos provocava meu clitóris, a outra passeava pelas minhas costas,
puxando meu corpo contra o dela. Quase sem ar, fechei minhas pernas, apertando
sua mão entre elas, gemendo, e me levantei.
De frente para ela, fui
beijando sua boca, descendo rapidamente até seu pescoço, colo, chegando em seus
seios, mordisquei um de seus mamilos, acariciei o outro com os dedos, e a boca
foi até sua barriga, brincando com seu umbigo enquanto tirava sua calcinha. Fui
com a língua até seu ventre e desci ainda mais, até entre suas pernas, com os
braços em suas costas, fiz com que se arcasse um pouco para trás, e enfiei a
língua entre suas pernas, sentindo sua umidade, e ouvindo um gemido. Subi
novamente ate sua boca, e fomos para debaixo d’água.
Um beijo longo, calmo, mas
cheio de desejo. Nossas mãos percorriam nossos corpos, que estavam colados. Me
apoiei um pouco na parede, e a puxei quase para fora do chuveiro, deixando a
água cair em suas costas enquanto beijava e acariciava seus seios. Ela esticou
os braços, apoiando as mãos na parede, fiquei entre eles, enquanto beijava seu
corpo. Dei leves mordidas em seus seios, e passei com as línguas em seus
mamilos, puxando-os com os lábios cerrados. Passei com a língua por baixo
deles, fazendo seus contornos, e repetindo os movimentos. Seus suspiros ficaram
frequentes, assim como seu corpo inquieto.
Desci a boca pela sua barriga,
beijando cada parte, e acariciando suas costas com as mãos, cheguei com a boca
em seu ventre, sentindo sua respiração ofegante, puxei seu corpo mais contra o
meu, agarrando sua bunda, e fui com a língua entre suas pernas, afastando-as um
pouco. Ela relaxou o corpo enquanto escorria na minha boca. Fiz movimentos
devagar com a língua, provocando seu clitóris enquanto meus dedos a invadiam,
abraçando suas coxas por trás. Um dedo entrou facilmente, tirando um gemido
forte dela, enquanto rebolou devagar para se encaixar. Seu gosto e seu rebolado
me tiraram do sério, coloquei mais um dedo dentro dela, repetindo o gemido e o
movimento com o quadril. Manteve o apoio na parede só com um dos braços, e
desceu com o outro para acariciar e puxar meu cabelo contra seu corpo, pedindo
mais.
Acelerei os movimentos com a
língua, fazendo mais pressão, e intensifiquei as estocadas, não tirando os
dedos, movimentando-os dentro dela. Ouvi seus gemidos aumentarem, seu corpo
estremecer, e seu mel escorrer na minha boca. Sua respiração ficou ainda mais
ofegante e senti seu corpo amolecer. Fui cessando os movimentos, devagar, até
tirar os dedos de dentro dela, mais um vez, recebi uma “ajudinha” de seu
quadril rebolando, e me levantei, enquanto a empurrava para debaixo d` água
junto comigo. Nos abraçamos enquanto eu acariciava seu cabelo e beijava seu
pescoço com os lábios.
Ela sorriu pra mim enquanto
dizia;
- “acho que preciso de um
banho, gelado!”
A Abracei mais forte contra meu
corpo, olhei em seus olhos e falei;
- “ainda não…”.
Abri o box, e peguei o novo
amigo, ela ficou meio sem jeito, e riu. Voltei a abraçá-la, liguei, senti sua
velocidade, e comecei a passar o vibra pelas suas costas. Ela riu, e senti seu
corpo arrepiar, passou a beijar meus ombros, aumentei a velocidade, ela teve um
arrepio assim que desci pelas suas costas e passei na sua bunda, entre suas
nádegas, mordeu meu ombro, me tirando um suspiro, e sentindo meu corpo escorrer
e amolecer. Me mantive firme, e escorreguei com ele para entre suas pernas,
querendo quase penetrá-la, mas só provocando por enquanto. Seu corpo voltou a
estremecer e a se movimentar conforme o ritmo das minhas mãos, querendo mais.
Falei baixinho em seu ouvido;
- “vem cá, se apoia como você
estava antes.”
Beijei seu rosto, nos
aproximamos da parede e fui por trás dela, enquanto se apoiava na parede com os
antebraços. Voltei a beijar suas costas, enquanto uma das mãos acariciava seus
seios e a outra encontrava o meio de suas pernas, e voltava a provocá-la com o
vibra. Ela rebolava, pedindo para ser penetrada, enquanto suspirava tencionada.
Colei minhas pernas nas suas, para abrí-las, trazendo o vibra novamente para
suas costas, ajeitando seu quadril, e a penetrando por trás, devagar, mas
entrando de uma vez, já estava encharcada, senti a facilidade com que seu corpo
o recebeu, e seu delicioso gemido.
Fiz movimentos de entra e sai,
acompanhando seu rebolado, e acariciava seus seios com a mão livre, meus lábios
percorriam seus ombros. Senti seu corpo começar a estremecer, a ficar inquieto,
peguei sua mão de apoio na parede, e desci junto da minha entre suas pernas,
ela cessou a respiração. Entrelacei nossos dedos e comecei a acariciar seu
clitóris, enquanto entrava e saia de dentro dela, movimentos rápidos,
arrancando mais gemidos, e parando, fazendo bem devagar, quase saindo todo de
dentro, e logo, invadindo mais uma vez. Percebi que ela estava bem à vontade, e
tirei minha mão, deixando só a dela se tocando, ajeitei seu cabelo de lado, e
coloquei a mão em seu rosto, virando contra o meu e dando um beijo, enquanto
meus dedos melados seguravam seu rosto, próximo aos nossos lábios.
Ela entendeu o recado, e logo
chupou meu dedo, puxando-o de uma vez para dentro de sua boca, me tirando um
gemido e me deixando sem ar. Comecei a brincar com os dedos em seus lábios
enquanto acelerava os movimentos dentro dela. Não demorou e ela gozou
novamente, estremecendo seu corpo, e se contraindo, gemeu, e cerrou os dentes,
mordendo meu dedo que estava em seus lábios, abafando um gemido mais alto.
Desliguei o vibra, e tirei devagar de dentro dela. Ela só disse, com uma voz
cansada;
- “preciso deitar!”.
Se virou contra mim, enquanto
escorria a água do cabelo e me deu um beijo. Pegou a toalha e foi saindo, fiz o
mesmo.
Ela se jogou na cama, sentei ao
seu lado, e perguntei se queria algo da cozinha, eu precisava de pelo menos
água Ela aceitou o mesmo. Fui até a cozinha, e voltei com dois copos, além das
roupas que estavam no banheiro. Ela já estava sentada na cama, acho que um
pouco recuperada. Entreguei sua água e me sentei ao seu lado. Ela me olhou, em
meio aos goles de água, e falou;
- “eu quero o mesmo, tem
problema?”
Quase engasguei, mas me
contive, sorri, tentando disfarçar a quase surpresa, achei que já estava indo
embora, e respondi sorrindo;
- “claro que não!”
Segurei seu rosto e demos um
selinho. Acabamos com a água, ela pegou os copos e colocou no criado-mudo,
dizendo;
- “já que não tem problema, eu
quero igual. vem cá!”.
Me fez arregalar os olhos e
puxar o ar, não conseguindo soltá-lo. Ela soltou as nossas toalhas e veio por
cima de mim, beijando minha boca, e correndo ate os seios com a boca ávida.
Arqueei meu corpo pra trás, e abri as pernas para ela se ajeitar seu corpo.
Seguiu meus passos, e repetiu os mesmos movimentos que fiz em seus seios, me
arrancando suspiros e gemidos. Deixou meu corpo completamente inquieto debaixo
do dela. Minhas mãos agarravam o lençol, ela percebendo a inquietude, desceu a
língua para minha barriga, parando em meu umbigo, e me olhando, nossos olhares
se encontraram, não tirava o olho de seus movimentos. Voltou a abaixar a cabeça
e desceu entre minhas pernas. Afastou elas ainda mais com as duas mãos, passou
a língua pelas coxas, e encostou os lábios em meu clitóris, meu corpo vibrou,
estremeceu, e gemi, de alivio, relaxando o corpo. Percorreu devagar, com a
língua, meus grandes lábios, e clitóris, querendo me invadir, e me fazer
escorrer ainda mais, conseguiu! Me provocou mais um pouco entre as pernas, com
as mãos afastando minhas pernas, e subiu, até alcançar minha boca. Me falou
baixinho no ouvido;
- “vira!”
Atendi seu pedido, e me virei
de costas na cama. Ela pegou o vibra, e percorreu minhas costas com ele,
fazendo meu quadril rebolar. Fiquei de quatro, e fui me aproximando devagar da
parede, apoiando os braços, e erguendo o tronco.
- ” é assim que você quer?”
perguntei.
Ela não respondeu, senti sua
respiração ofegante novamente, e seu corpo se aproximar do meu. Me abraçou em
volto da cintura, puxando meu quadril de encontro ao seu corpo, colando toda em
mim, sentindo seu calor e sua respiração perto do meu ouvido. Pegou novamente o
vibra, me penetrando por trás, bem devagar, empinei meu quadril, e desci uma
das mãos, dando uma ajeitada. Gemi, quando entrou, e voltei a me apoiar na
parede, sua mão estava junto da minha. Segurei ela, e desci, entre minhas
pernas. Me tocava, em meio aos seus dedos. Ela se movimentava lentamente dentro
de mim, eu empurrava meu quadril contra seu corpo, e ela foi percebendo meu
ritmo, devagar, mas fundo. Peguei sua mão, junto da minha, e trouxe até minha
boca, chupando, lambendo, mordendo seus dedos, um a um. Ouvi um “ai…” sair da
sua boca, que estava colada em meus ombros, e seus olhos curiosos me fitavam.
Soltei sua mão, que ficou passeando pelos meus lábios, enquanto a minha desceu
para meu clitóris, não queria mais segurar. Meu rebolado acelerou, assim como o
ritmo da minha mão. Ela tirou os dedos da minha boca e voltou a se apoiar na
parede, enquanto me penetrava mais rápido. Meu corpo estremeceu, não segurei
mais os gemidos, e gozei, perdendo o ar, apoiando a cabeça na parede, deixando
o corpo relaxar junto do dela.
Ela desligou o vibra, tirou
devagar de dentro de mim, e se posicionou do meu lado. Fiquei parada,
recuperando o fôlego, até me deitar, largando meu corpo na cama, ao seu lado.
Fiquei deitada virada pra cima, e ela de lado, colocou seu braço em meu ventre,
me acariciando. Sorri, olhei para ela, e demos um selinho. Ficamos mais um
pouco deitadas, e sugeri comer alguma coisa
- “ótima ideia” ela disse
correndo para a cozinha e eu a segui, depois voltamos e ficamos na cama aos
beijos...
- Enviado ao Te Contos por Ana
Clara