sexta-feira, 24 de maio de 2019

Fazendo alegrias dos índios

By: Arilene

Me chamo Arilene, tenho 32 anos e sou de SP. Quando tinha 28 anos, resolvi defender tese de doutorado em sociologia, pois com meus afazeres de mulher casada, era impossível ausentar-me por semanas.
Entrei em contato com um de meus professores que deu-me a ideia de pesquisar sobre a vida dos silvícolas, achei interessante e resolvi colocar em prática.
Fizemos algumas pesquisas e constatamos uma tribo indígena na região amazônica, que imaginavam estar extinta, ficamos interessados e com certeza daria uma ótima pesquisa.
Contratamos um cinegrafista e fomos até a Universidade de Manaus, foi-nos apresentado um funcionário da Funai que serviria de guia e interprete.
Alugamos um monomotor e voamos até lá, aterrizamos próximo á aldeia e após uns 50 minutos de caminhada chegamos, fomos recepcionados por vários indios de diversas idades, tinham a pele dourada pela exposição ao sol e seus olhos eram negros como jabuticabas, tinham um pequeno pedaço de pano que tapava seu sexo e suas nadegas ficavam nuas, as mulheres assim como os homens tinha um tapa sexo, mas seus seios ficavam desnudos.
Percebi como curiosamente olhavam para mim, a cor de minha pele branquinha e a cor de meus olhos deslumbravam eles.
Levaram-nos até a cacique, um senhor com seus 50 anos, cabelos negros, alto, forte e algo que chamou-me a atenção o pano que cobria seu sexo era bem mais largo e comprido que os outros, ia até meio das coxas, minha curiosidade foi saciada quando ele deu alguns passos e pude vislumbrar a ponta de seu pênis, aquilo deveria ser absurdamente enorme, meus olhos brilharam de curiosidade em ver o que tinha por baixo daquele pano, não sou nenhuma puritana, já transei com mulher, negros, brancos e até um japonês, mas jamais tinha visto algo tão fabuloso.
Anoiteceu e o cacique fez questão que repousassemos em sua cabana, pois era bem maior que as outras, pois ele tinha 9 esposas e 22 filhos.
Ajeitamos nossas redes de dormir e coincidentemente fiquei ao lado do grande chefe, não conseguia dormir pensando como deveria ser aquela coisa gigante entre suas pernas, minha vagina começou a encharcar-se, meu coração disparou, parecia uma adolescente em sua primeira transa.
Desfiz de meus pudôres e levei minha mão até ele, encostei em sua barriga e logo desci e peguei naquela cobra, aquilo em que minha mão tateava era inacreditável, mesmo em estado de repouso, seu pênis era grosso e minha vagina piscava de tesão, comecei vagarosamente a masturba-lo e rapidamente começou a engrossar e pulsar em minha mão, alisava-o desde sua base e quando cheguei até sua glande, quase gozei
Minha mão não conseguiu circunda-lo de tamanha grossura daquela cabeçorra, parecia um cogumelo, aquilo foi crescendo em minha mão, levei minha mão até minha buceta e comecei uma deliciosa masturbação, quando estava prestes a gozar, fui interrompida bruscamente, uma mão grande e grossa segurou a minha, desvincilhei-me de seu pauzão e sua mão e fiquei em silêncio em minha rede, minha buceta latejava de dor pelo orgasmo interrompido, procurei relaxar e aos poucos adormeci acordando somente quando o dia estava claro.
Não conseguia fitar seus olhos, estava com muita vergonha, fui até nosso interprete e pedi para perguntar-lhe onde poderia banhar-me e fazer minhas higienes pessoais, o cacique com um olhar maroto, chamou 2 de seus filhos e orientou-os para acompanhar-me.
Andamos um pouco e logo chegamos a uma lagoa de águas límpidas, fui até uma moita tirei minha roupa, abaixei-me e fiz minhas necessidades, limpei-me e logo entrei na água refrescante daquele riacho, os bicos de meus seios ficaram tesos pela água fria.
Fiquei então a reparar naqueles 2 adolescente selvagens, olhavam-me banhar-me e pude verificar sua excitação pelo volume de seus membros.
Minha buceta foi invadida por comichões de tesão, tinha alguns meses que não sabia o que era um duro e gostoso pênis invadir-me.
Num ímpeto de saciar meu desejo resolvi ataca-los, sai da água, ajoelhei-me e abocanhei um pau, não era grande como de seu pai, mas bastante duro, chupava-o, levava-o até minha garganta querendo sem sucesso engoli-lo e masturbava o outro com a mão, estava desvairada de tanto tesão, os gemidos começaram a ficar mais fortes, senti pulsar e inchar o pau que estava em minha boca, primeiro foi um pequeno jato que molhou minha lingua, rapidamente levei a cabeça de seu pau até encostar em minha garganta e senti explodir 3 jatos fortes grudando em minhas amígdalas e vagarosamente escorrendo por meu esôfago a caminho de meu estômago, suguei até a última gota, senti as veias do pau que estavam em minha mão pulsar forte, estava quase explodindo, abocanhei-o e fui inundada por esguichos fortes de leite fervendo, um gosto diferente dos espermas que bebi em tempos atrás, tinha um gosto azedinho e bem mais ácido e sua consistência era gosmenta, uma verdadeira delicia, saciei minha sede.
Deite-me no chão e comecei a masturbar minha buceta e reparando que aquelas maravilhas voltaram a ficar eretas, puxei um deles para cima de mim, abri minhas pernas e encaixei-o em minha buceta que engoliu-o de uma só vez, começou um frenético entra e sai, enlacei minhas pernas sobre seu quadril e comecei a peneira-lo, jogava pra cima e deixava penetrar fundo, em minutos cheguei ao orgasmo, olhei para o lado e o outro estava na sobra, virei o que estava em cima de mim e comecei a cavalga-lo, arrebitei minha bunda e pedi para o seu irmão ajeitar-se atrás de mim, iria saciar os 2 de uma vez
Ajeitei seu pênis em meu cú que piscava de vontade de ser fodido, ele sem jeito penetrou-me de uma vez chegando ao fundo de meu cú, e começaram a socar com força, os 2 paus encontravam dentro de mim, estava enlouquecida de prazer, gozava alucinadamente aos gritos, mas o ápice de meu orgasmo chegou quando comecei a ser inundada simultaneamente por esguichos de porra quente em minha buceta e cú, sentia aquele leite fervendo lavando meu útero e meu canal anal, sairam de dentro de mim e deitaram ao lado, minha respiração estava ofegante, aqueles 2 quase me mataram de tanto gozar
Demorou bem uns 5 minutos para recuperar meu fôlego, mas o melhor da festa ainda estava para vir, reparei alguns passos em minha direção, abri meus olhos e para meu espanto era o grande chefe, tirou o tapa sexo e quase desmaiei de susto, aquele pau que senti em minha mão, agora eram vislumbrados por meus olhos, parecia um jegue, estava duro e chegava até seu umbigo, era do tamanho de meu antebraço e da grossura de meu pulso, ajoelhei e peguei-o com as duas mãos e abri minha boca o máximo possível e abocanhei-o, mamando sua cabeça que ficou totalmente atoxada em minha boca, lambuzei-o com muita saliva, pois sabia que o que vinha pela frente era demais para mim
Ele colocou-me de quatro, começou a pincelar aquela cabeçorra enorme em minha vagina lubrificada pelo esperma que escorria de meu útero lavado, arreganhei o maximo as pernas e arrebitei minha bunda, com as mãos juntei duas touceras de capim e fiquei aguardando, quando encostou na entrada de minha buceta senti que teria de ser forte, relaxei-me o máximo e comecei a ser penetrada, quando aquela monstruosa cabeça passou por minha buceta, senti que ela foi rasgada, como pressenti, aquilo tudo não coube em minha vagina, entrou pouco mais da metade e parou, pois já estava empurrando meu útero, começou um entra e sai frenético, um líquido quente escorria por minhas coxas, senti uma mistura de dor e tesão e comecei a gozar e empurrar meu corpo de encontro ao dele, acelerou as estocadas e senti rios de esperma encherem minhas entranhas, meus órgãos internos recebiam duchas de leite fervendo cheguei a mais um orgasmo.
Pensei que houvesse acabado aquele ritual sexual, enganei-me, senti seu pau aos poucos ficar mole dentro de meu canal vaginal, saiu de dentro de mim e na posição em que estava via seu esperma derramar de minha vagina, seu pau estava ensopado por meu liquido vaginal, continuei na mesma posição para disfarçar a dor que sentia.
Com seu dedo ele começou a roçar meu cú encharcado de esperma, aos poucos senti-o dentro de meu cú, foi fundo, tirou e enfiou 2 dedos e mexia dentro de mim, tirou novamente forçou e enrabou 3 dedos em meu cú, uma dor horrivel, mas o pior viria, voltei a olhar para trás e vi sua anaconda dura e comprida, seus dedos agora foram substituidos, senti a cabeça daquele pau encostar em meu cúzinho, fechei os olhos, cravei meus dentes em meus lábios e fiz muita força, meu esfincter dilatou-se mas mesmo assim não conseguia passar pela porta de meu cú de tão grosso que estava, fui respirando igual cachorrinha, forcei o máximo possível e prendi minha respiração para que ele permanecesse aberto, aquela tora que mais parecia um cabo de picareta, foi deslizando e entrou, literalmente rasgou as últimas pregas que insistentemente permaneciam alojadas ali
Meu esfincter tentou sem sucesso retrair-se, ele com suas mãos fortes juntou meu quadril e empurrou, meu esfincter foi obrigado a dilatar-se e engolir aquela mandioca dura e grossa, senti ele cutucar no fundo de meu canal anal e faltavam ainda alguns centimetros para ser totalmente preenchida, com certeza estava na porta de meu intestino, estava presa atoxada naquele big pênis, ele tentava empurrar tudo pra dentro mas não conseguia, meu cú prendeu seu pau
Foi então que desesperada pela dor que sentia forcei meu cú novamente e senti meu intestino abri-se para ele e ser invadido, a dor foi tão forte que cheguei a e chorar.
Quando senti suas bolas e seus pentelhos bater em minha bunda, percebi que tinha conseguido engolir toda aquele pênis com meu cú, ele tirou quase até a cabeça e socou novamente, repetiu 2 vezes e começou a acelerar, aos poucos meu cú melou-se e acostumou-se com aquela vigorosa ferramenta, como ele havia acabado de gozar em minha buceta, desta vez ficou uns 10 minutos socando em meu cúzão dilatado e dilacerado, comecei a gritar de dor e prazer e a cada vez que entrava e saia de meu intestino sentia fogachos em meu cú, arrepios começaram em minha nuca, foram descendo por minha espinha chegando até meu cú, comecei a esfregar minha buceta e quando meu intestino foi inundando-se com seu liquido quente, senti o orgasmo mais alucinante de toda minha vida
Pela primeira vez gozei simultaneamente pelos meus 2 buraquinhos, cú e buceta saciados, sentia-o como que urinando esperma dentro de mim, um estoque enorme de seu leite fervendo, lágrimas desceram de meus olhos e comecei a chorar de prazer, jamais senti um tesão tão grande, aos poucos seu pau foi amolecendo e meu esfincter retraindo, aquela cobra foi aos poucos saindo de meu ânus, fiquei de cócoras e defequei primeiro seu esperma, mas estava feliz e realizada pois não é qualquer uma que suporta uma pica desta.
Banhei-me novamente na lagoa, vesti minha roupa e voltei até a aldeia, ficamos ali por 3 semanas, terminei minhas pesquisas e durante este tempo não transei com nenhum deles, pois estava dilacerada e dolorida pelas fortes penetrações, apenas todos os dias esgotava os estoques de esperma de seus testículos fazendo-os deliciosas chupadas.
Voltamos para São Paulo, apresentei meu trabalho de doutorado e passei com a nota máxima, agora era uma doutora em sociologia.
  • Enviado ao Te Contos por Arilene

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