quinta-feira, 20 de junho de 2019

Um jantar delicioso

By: G&I

A história que vou contar aconteceu à uns meses atrás, não vou refirir nomes mas aconteceu entre mim e um amigo especial.
O clima vária vezes que já tinha aquecido entre nós sem nunca passar de algumas mãos atrevidas e partilha de desejos.
Um dia fomos jantar juntos e parámos junto de um areal, jantamos, conversamos, trocamos olhares e sorrisos reveladores do desenrolar da nossa noite.
Após terminarmos o jantar, fomos dar uma passeio pelo areal. Entre mimos e beijos aparentemente inocentes, o clima começa a aquecer. Até que atingimos uma temperatura mais que suficiente para sentirmos que era impossível não se dar continuidade aquele desejo todo acumulado…
Uns passos a frente, encontramos umas rochas. Ele encostou me a uma das rochas e ficamos a beijarmo-nos intensamente sob um clima de tesão entre os dois enorme. Entre palavras de excitação os nossos corpos deixam sinais visíveis de um atração forte mútua.
Carinhosamente revelamos as nossas vontades um ao outro e é nesse momento que não desejamos esperar nem mais um segundo.
Com a intenção de o fazer cair aos meus pés, estava a usar uma saia curta e uma camisa com um soutien de renda a condizer com o fio de renda que já estava no bolso do casaco dele.
Chupei cada centímetro daquele tesão incontrolável e num movimento só, ele colocou me cuidadosamente sobre uma rocha e penetrou me com a fome que sentia por mim, forte, forte e forte..
Estavamos nas nuvens e com o som do mar a condizer com os meus gemidos contidos embalados pela brisa fria do mar que se tornava tão agradável naquele clima escaldante entre nos.
Após vários minutos de sensações incríveis atingimos o ponto e terminamos com aquele leite maravilhoso dentro da minha boca.
Foi a nossa primeira vez juntos, mas a fome está longe de acabar, aliás a cada dia aumenta.
  • Enviado ao Te Contos por G&I

ANITA UM TESÃO DE MULHER.

by: @dannadodebom

Meu nome é Dannilo, tenho 38 anos, tenho 1,85 e moro em São Paulo/SP. Como venho relatando em alguns contos, estou saindo com uma mulher excitante chamada Anita.
Nos encontramos mais uma vez, marcamos no metrô e dessa vez estávamos com pressa. Ambos se atrasaram em função dos trabalhos, pois mim e Anita trabalhamos, em nossos respectivos empregos, no período noturno e estávamos sem muito tempo e cansados. 
Chegando no motel e já fui logo tirando minha roupa ficando apenas de cueca, Anita tirou sua camisa ficando apenas com um top e calça, e logo já fui para cima pois estava louco de tesão. 
Comecei beijá-la, desci aos seios que estavam excitados e durinhos, e já tirei sua calça e sua calcinha. Subi beijando seu corpo e pronto para tirar seu top, mas quando cheguei ela já havia tirado e já fui mamando em seus seios, beijando e sugando o biquinho. Ela gemeu tão gostoso que fiz questão de continuar mamando e olhando para ela. Fui descendo beijando sua barriga, as coxas e a virilha. Virei seu corpo e comecei a beijar sua linda bunda e fui subindo beijando as costas até o pescoço, aproveitei e dei aquela roçada em sua bunda com meu pau.
Depois de deixar seu corpo arrepiado, comecei a lamber sua xaninha, percorrendo os grandes lábios, descendo até seu cuzinho, voltando e sugando seu grelinho. Enquanto isso eu só ouvindo Anita falando:
- Como você lambe tão gostoso. Que delícia.
E eu lambendo com mais vontade para deixar essa mulher entregue ao nosso prazer. Ela começou a gemer mais alto, se contorcer mais e gozou em minha boca enquanto sentia sua respiração bem ofegante. Anita ergueu seu tronco e me puxou e começou a lamber meu queixo, lamber minha boca e começamos a nos beijar até que sentir ela gemer novamente, pois eu subi e já meti em sua buceta que estava bem molhadinha. Comecei a foder essa buceta, com ritmo continuo e outro momento com força e estocadas intensas. Anita gemendo e pedindo para eu foder sua buceta:
- Foda minha buceta meu cachorro.
- Fode sua cadelinha, fode gostoso.
- Fode Caralho!
Eu ouvindo aquilo e numa sensibilidade absurda, senti que iria gozar e quando ela percebeu continuou:
- Goza meu cachorro, goza pra sua cadelinha.
- Isso, goza meu cachorro, goza pra sua cadelinha.
Eu comecei a gozar e ela prendeu com as pernas para sentir minha explosão dentro dela, meu pau latejando naquela buceta e ela gemendo sentindo meu orgasmo.
Como não tínhamos tanto tempo, resolvemos descansar um pouco para recuperar as energias. Passado algum tempo, recomeçamos e Anita olhou para mim e disse:
- Quero chupar ele (segurando meu pau já ereto) não chupei ele ainda.
Ela começou a chupar, a lamber a cabeça do meu pau, chupou minhas bolas e engoliu meu pau todinho. Pelo espelho eu via sua bunda, sua xaninha e seu rabinho balançando e se divertindo em me deixar pronto para ela. Chupou e lambeu igual uma cachorra no cio, viu que estava olhando enlouquecido de tesão. 
Quando deixou ele bem duro, foi subindo e encaixando em sua buceta e me beijando, sentou com vontade, deixando seu corpo relaxar e parou só quando sentiu minhas bolas. Ela rebolou, gemeu e sentou de uma forma difícil de explicar, seu corpo estava entregue e ela me olhava com um tesão absurdo. Seu corpo transpirava, o suor escorria pelo seu corpo. 
Quando ela parava de cavalgar ou rebolar, eu puxava seu corpo para frente, erguia meu tronco e começava a meter de baixo pra cima, nosso suor se misturava nesse momento, assim como nossas bocas se beijando e isso deixava-a mais excitada.
- Puta que pariu que delícia.
- Fode gostoso sua puta. Fode caralho!
Quando ela cansou, eu deitei na cama e continuei fodendo sua xaninha em um ritmo continuo e continuava ouvindo seus gemidos e seus pedidos:
- Fode minha buceta, fode sua cadelinha filho da puta!
- Como você come gostoso. Fode sua cadelinha fode.
Seus olhos se reviravam enquanto sentia seus orgasmos, eu ajoelhado na cama com as pernas dela erguida e vendo aquela cena deliciosa. De vez em quando eu acelerava com força, segurava as pernas com uma mão e com a outra eu apertava seu seio. Era só gemido e pedido de mais, pra foder mais, até que depois de foder bastante eu tirei meu pau de sua bucetinha e fui encaixando em seu cuzinho, pois meu pau já estava todo meladinho dos seus orgasmos. Ela deu um pulo, gemeu um pouco mais alto enquanto eu fui colocando e ao mesmo tempo ela foi erguendo seu quadril e cruzei suas pernas deixando controle total para foder com vontade. Meti com vontade no cuzinho de Anita, estava disposto a foder até quando eu conseguisse. Comi esse cuzinho por um longo tempo, em vários ritmos. Anita é muito tarada e atiça falando muito:
- Come meu rabinho cachorro.
- Fode meu rabo.
- Soca no cuzinho da sua puta, fode com força.
Enquanto eu metia dei alguns tapas naquela bunda, a cada tapa seu gemido só aumenta.
- Bate na sua puta.
Eu estava disposto a parar quando não aguentasse mais e assim foi. Quando soltei as pernas de Anita, não havia mais forças. Eu não tinha gozado, mas eu tinha fodido um rabinho com muita vontade. E que rabo maravilhoso que Anita tem. Tudo isso aconteceu em 2h.
Como não podíamos demorar mais, fomo tomar uma ducha. Sempre que tomamos o banho, gostamos de nos acariciar muito, de ensaboar um ao outro e sempre é muito gostoso. Mas Anita sabia que não tinha gozado, e quando ela veio ensaboar meu pau ela começou a me masturbar e estava ficando cada vez mais gostoso. Estava sentindo que ia gozar, estava na mão dessa mulher. Quando senti que gozaria pela sua mão, Anita se inclinou, empinou aquela bunda maravilhosa e encaixou meu pau no seu cuzinho de novo e falou:
- Goza meu rabo, goza no cuzinho da sua putinha.
Quando entrou eu dei um gemido de excitação, minhas pernas ficaram até bamba, segurei em seus seios e comecei o vai e vem naquele rabo incrível.
- Que rabo maravilhoso Anita.
- É? Então goza no seu rabo, goza meu cachorro.
Fui metendo, apertando os seios, a cintura e ouvindo
- Goza meu puto, goza no meu rabo goza. Termina de foder sua puta e goza no meu cuzinho.
Só lembro de fechar os olhos, ficar nas pontas dos pés, gemer alto, soltar um urro alto e sentir meu pau latejando naquele rabão delicioso de Anita. Ela me segurou, pois fiquei quase sem força. Ela apertava minha bunda para continuar sentindo meu pau latejar enquanto gozava um pouco mais. 
Terminamos nosso banho abraçados, sentindo o corpo um do outro, nos beijando e sentindo o tesão do outro. Nos secamos, começamos a nos vestir e fomos embora já marcando outro encontro. Infelizmente o 4º encontro não aconteceu ainda, mas isso só aumenta ainda mais o nosso tesão.
Vou deixar os outros dois contos nos comentários desse encontro.
(Como sempre ela leu esse conto também e não vê a hora de nos encontrarmos)
  • Enviado ao Te Contos por Dannilo

Socorro! Eu Quero Rola!

By: Tania

Meu nome é Tania, eu tenho 18 aninhos e sou de Campinas-SP. 
Meu pedido e quase de socorro, eu namorei alguns rapazes mais não tive sorte.
O primeiro era um rapaz lindo, loiro, olhos verdes, corpo lindo, barriga de tanquinho um pedaço de mal caminho. Logo comecei a namorar ele, no nossos abraços mais apertado eu sentia seu cacete duro, pelo tamanho do volume era grande, eu queria apertar mais, logo quando chegamos no rala e rola eu estava babando minha Xaninha escoria parecia que estava chorando de vontade de perder a virgindade.
Ele passava sua mão no meu cuzinho ele piscava talvez querendo cacete também, quando abrir seu zíper do short tirei seu cacete para fora ele estava duro como pedra, logo veio meu desespero, eu abaixei para chupar ele, e quando comecei pela aquela cabecinha vermelha, que parecia um pimentão vermelho eu escutei uma voz que vinha de traz de mim.
- Solta meu homem, sua vaca, puta, procure outro macho esse e meu.
Com a boca atolada no cacete dele eu fiquei aterrorizada de vergonha, e com raiva sai correndo, me escondi e vi meu loiro sendo levado pela sua namorada a base de tapas.
Meu segundo namorado, no rala e rola gostoso, quando ficou quente começamos a tirar a roupa, eu já estava passada de vontade de levar rola, meu corpo inteirinho parecia que estava desejando rola, eu estava minando água pelo corpo todo, eu estava com tanto tesão que não me importava que ele estava tentando tirar minha virgindade no terreno abandonado e escuro, eu só queria rola.
Eu e ele já estavamos quase nu quando veio o balde de água fria. Ele me contou que era casado e tinha 3 filhos. Me vesti correndo e disse
- você e um cafajeste, não me contou logo, a 6 meses me enganando. 
O terceiro era um preto que alumiava no escuro, só via os dentes dele Era bonito, um gato seu corpo falava por ele, era mesmo um homem de tirar qualquer mulher da linha, na escola todas solteira arrastava asas por ele.
Comecei a dar uns cata nele de leve, de vez em quando eu passava a mão no seu cacete para ver se era grande e grosso eu percebia que ele gostava.
Marcamos para o sabado pegar um cinema, logo chegou o sabado, eu e ele no cinema, no escurinho minha mão não saia de cima do seu cacete ele tirou pra fora e empurrando minha cabeça, eu entendi paguei de boquete dentro do cinema, ele logo gozou na minha boca e eu não perdi uma gotinha, bebi todo, limpei seu cacete com a lingua, deixei limpinho e guardei. Dei um longo beijo de lingua e disse
- você vai me levar para outro lugar quando sairmos.
Com a voz rouca ele disse: - eu gosto de mulher, mais sou casado, minha esposa me espera em casa para dar uma ainda hoje.
Eu dei um tapa no rosto dele e sai correndo do cinema, ate hoje não procurei mais namorado, estou arrasada, estou cem vontade de procurar, as noite de fim de semana parece longa, minha xaninha tem chorado de vontade de cacete e meu cuzinho coçando
Me desculpe meus erros de portugues, eu estou escrevendo isso cheia de tesão.
Eu quero foder! Eu quero Rola!
  • Enviado ao Te Contos por Tania

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Professora gostosa e irresistível

by: Vanessa

Meu nome é Vanessa, tenho 26 anos e moro em Santos/SP. Vou contar uma de minhas aventuras de quando fazia faculdade.
Eu tinha uma professora que era muito gostosa. Ficava molhadinha só em pensar nela pelada. Mas tinha um porém, ainda não tinha conseguido a certeza de que ela curtia mulheres.  Só que meu gaydar me dizia que ela curtia, por mais que ela fosse casada e tivesse uma filha.
Eu gostava muito de sentar no final da sala, só que passei a sentar na frente, só pra ter que ver ela mais de perto e ficar imaginando ela em cima de mim. Eu delirava sempre que ela passava por perto e me tocava. Ela passou a perceber minhas intenções quando jogava umas indiretas e depois piscava.
Eu me considero uma pessoa muito bonita, sou magra, porém tenho um corpo bonito. Dizem que meus olhos são atraentes e sedutores. Então coloquei isso a meu favor.
Ela foi minha professora em duas disciplinas. Uma delas que já tinha terminado precisa de voluntários pra ajuda-la a elaborar uns casos de APH. E pra minha surpresa ela me chamou.  Quando foi o primeiro dia de elaboração, eu fiz questão de chegar cedo. Então abri a porta da sala de onde iria acontecer a reunião e vi que  ela já estava lá fazendo algumas anotações. Eu fiquei parada na porta observando-a, aí ela se levantou e disse que iria pegar algo que tinha esquecido na sala dos professores. Continuei parada na porta que a proposito era larga, mas ela fez questão de passar se grosando em mim. Minha bucetinha piscou como os piscas de uma arvore de natal. Resolvi entrar e sentar. Ninguém ainda tinha chegado, então ela chegou e me disse que hoje iria ser somente nós duas.
Minha função ali era ajuda-la a montar um caso e separar alguns equipamentos. Eu sabia exatamente como montar o que estava na minha mão, mas fingi não lembrar, então ela veio pra perto de mim e tocou levemente na minha mão, o que me fez fazer o mesmo na mão dela. Houve uma troca de olhares intensos. Mas como sempre, ela inventava algo e saia. Eu ficava muito confusa, não sabia ao certo se ela queria. E com toda essa incerteza eu ficava com raiva, porque também não queria entrar errado.
Certo dia na aula dela, eu fiquei de papo com uma amiga minha muito gata que estava pagando disciplina comigo. Como nossa sala era a do ultimo andar, a professora ficou com preguiça de descer pra ficar na sala dos professores, então ela ficou na sala com a gente, então fiquei também. Continuei de papo com essa minha amiga na intenção dela ficar chateada. E adivinha, funcionou. Quando o sinal tocou pra começar a aula, ela começou a me fazer um monte de perguntas sobre o assunto.  Teve umas que não sabia a resposta e ela começava a dar carão em mim. Eu poderia ficar com raiva por ela está me fazendo passar vergonha, mas não fiquei, porque sabia do motivo dela estar assim comigo.
Semana depois, eu cheguei bem em cima da hora pra aula dela. Quando vou correndo nas escadas com medo dela já estar dentro da sala, encontro ela subindo as escadas também. Meu coração acelerou muito, mas eu falei.
- Depois da aula quero falar com você.
- Ok. – ela respondeu.
Enquanto ela dava o assunto. Olhares eram trocados entre nós duas.  O sinal pra ir embora enfim tocou. Minha amiga gata ficou me abraçando e me puxando pra sair. Mas eu sabia que tinha que esperar a professora pra conversar, e mesmo assim fui saindo com essa minha amiga. Então ela me chama.
- Vanessa, vamos conversar?
Dou um sorrisinho mentalmente, porque até agora meus planos de chamar a atenção dela estava funcionando.  Dei uma de doida saindo pra ir embora pra ver se ela estava curiosa sobre o que iria conversar com ela, então ela me chama mais uma vez.
A cantina fica bem próxima a minha sala. Como era horário de ir embora, não tinha ninguém na cantina, a gente então, vai pra lá. O sol bate nos olhos castanhos claros dela que me deixa nervosa. Então desisto de falar que eu a queria. Fico uns segundos em silencio.
- O que você queria me falar? – ela me pergunta.
- Nada. – digo.
Levanto-me e saio em direção da a um banheiro.  Ela me segue e puxa meu braço.
- Vai me fazer de idiota mesmo? – pergunta ela.
- O que quer de mim? – a respondo com outra pergunta.
- Você sabe o que está acontecendo entre nós. – ela diz, então minha pepeca começa a latejar.
Nesse momento a puxo para o banheiro e a beijo intensamente. Pego na cintura dela e puxo pra perto de mim. Enquanto vou beijando o pescoço dela, minha bucetinha está como uma cachoeira de tão molhada. Pego na bunda dela e aperto enquanto ela pega nos meus peitos. Desabotoo a calça dela e começo colocar minha mão dentro da calcinha. Como eu imaginava, a sua bucetinha estava mais molhada que a minha. Meto um dedo, depois dois dedos. Então começamos a fazer movimentos fortes. Ela gemia no meu ouvido o que me fazia meter com mais força. Me abaixo e começo a lamber seu priquitinho bem lisinho e macio.
Ficava passando na minha mente um pensamento de conquista. Desde o inicio sempre quis pegar essa professora gostosa. E agora estou entre as pernas dela fazendo-a gemer. Ela rebolava na minha língua velozmente, até que os movimentos foram ficando lentos e fora do ritmo, e sua barriga se contraia e ela falava baixinho.
- aaah socorro, vou gozar.
Ela gozou na minha boca. Seu gozo era como um chiclete. Ela começou a se tremer e então sentou no vaso. Que urubua gostosa da porra.
Depois de uma semana, agíamos como se nada tivesse acontecido na sala, mas nas mensagens combinávamos as transas dos dias.
Nas saídas da faculdade combinávamos pra sairmos sem que ninguém percebesse. Minhas amigas já estavam de saco cheio das minhas escapadas. Minha professora sempre me esperava na esquina da faculdade pra gente ir a um motel. Uma vez ela levou uns brinquedos eróticos, tipo algemas e um pau de borracha gigante, daqueles 2 em 1. Ficamos em uma posição onde o pau ficasse bem instalado dentro de nós e nossos clitóris pudesse se grosar um no outro. Foi a melhor transa da minha vida.  Pudemos gemer bem alto, sem preocupação de que alguém nos ouvisse. Gozamos muito.
Ficamos um ano com essas escapadas, até que um dia eu me apaixonei aí fudeu tudo.
  • Enviado ao Te Contos por Vanessa

Boquete no meu irmão mudou as nossas vidas

By: Marcia

Meu nome é Márcia, tenho 32 anos, sou casada, e vou contar um fato que aconteceu comigo a faz algum tempinho e que depois disso mudou o rumo de minha vida, mas que agora é parte do passado.
Quando aconteceu, eu era uma jovem garota, eu tinha 19 anos. Eu morava com meus pais e meu irmão mais novo do que eu um ano, nesta fase de adolescência, vocês sabem como é que é, muito hormônio, muito tesão aflorando na pele. Eu desejava os rapazes da escola, mas por medo me satisfazia nas siriricas que tocava no meu quarto, vendo vídeos pornôs no DVD do meu quarto. Ainda ficou melhor quando foi instalada internet no computador de minha casa.
O bom é que o micro ficava no meu quarto, pois eu dizia pro meus pais que precisava de internet para os trabalhos escolares e que estava me preparando para o vestibular.
Mas o que eu mais fazia de noite antes de dormir era trancar o quarto, e ficar me masturbando, navegando nas hot pages vendo aqueles pintos gigantescos penetrando aquelas bocetas felizardas.
Cheguei a comprar uma webcam e instalei no meu micro e me exibia pelada no MSN, claro que eu colocava uma mascara no rosto pra ninguém me reconhecer. Ficava eu me exibindo e o carinha do outro lado da net se exibindo também e depois nos masturbando, sexo virtual, sabem? rs.
Nessa época eu namorava um garoto muito lindo, universitário, mas extremamente tímido, meio nerd, eu o desejava, mas o máximo que rolava nos namoros eram masturbação e beijos. Nem um boquete o sexo oral rolava, ele não queria, dizia que me respeitava, e que queria casar comigo virgem, que era uma garota diferenciada.
Mas o que eu queria mesmo era ser penetrada e fodida forte. Eu andava com camisinhas na minha mochila escolar esperando a oportunidade de encontrar um carinha para me foder de verdade.
O problema que eu também era muito tímida na real, embora eu tivesse um tesão e um desejo de trepar enorme.
Muitas vezes os garotos flertavam comigo, pois eu sou uma gata, morena, olhos claros, bumbum empinado, mas pensava no meu namorado que já me namorava a mais de um ano e acabava desistindo da idéia de transar.
Nesta oportunidade uma amiga da escola me emprestou o vibrador dela, pois é, eu iria perder a virgindade com um vibrador. Mas logo de cara não usei, guardei escondido dentro do meu armário no quarto para que a minha mão não visse e esperando usar numa oportunidade.
Eu resolveria usá-lo depois de dar um ultimato ao meu namorado caso ele não quisesse transar comigo. Eu iria usar isso como barganha na nossa relação. Isso seria numa sexta-feira de feriado em que meus pais não estariam em casa, pois eles iriam passar o final de semana numa pousada na serra e iriam levar o chato do meu irmão.
O meu plano era depois de irmos ao cinema, eu iria convidá-lo para vir na minha casa para finalmente transarmos. Ele me pegou de carro para me levar ao cinema, de tardinha e meus ainda preparavam as malas para a viagem.
No inicio tudo corria bem, ficamos a vontade num cantinho do cinema para namorarmos, depois nós fomos ao mac’donald. Na volta para casa eu o convidei para entrar, porém ele disse que meus pais não estavam em casa e que não seria prudente ficarmos sozinhos lá dentro.
Então ficamos dentro do carro dando uns amassos, nos beijando e se tocando, eu estava super excitada, segurava o pinto tocando uma punheta nele que estava duro que nem pedra. Aí eu o convidei para entrar, e ele novamente relutou.
Aí dei um ultimato para o Bruno (nome dele), eu disse que se ele não me fudesse hoje, eu iria transar com um vibrador que eu tinha conseguido emprestado da minha amiga. Para minha surpresa a sua reação foi exageradamente agressiva e violenta.
Na mesma hora eu disse que tinha tudo terminado e que se ele me procurasse, não teria mais volta. Saí arrasada do carro, e sentei no banco do quintal em frente a minha casa e fiquei chorando.
Mas eu ainda continuava muito excitada, com muita tesão, e pensei no vibrador guardado no armário do meu quarto. Comecei e me tocar, ali mesmo no quintal.
Entrei em casa e estava tudo escuro embaixo, acendi a luz da sala e subi devagar as escadas, pois na casa em que moramos os quartos ficam no pavimento de cima.
Ao abrir a porta do meu quarto pensando mo meu vibrador de 20 cm, eu escutei uns gemidos que vinham do quarto ao lado do meu que é do meu irmão. Tirei os calçados e resolvi ir devagar na ponta dos pés para não fazer barulho, a porta do quarto dele estava semi-fechada, mas que dava para ver o que acontecia lá dentro pela fresta.
Era meu irmão se masturbando vendo um filme de sexo. Eu pensei comigo, mais que sacana, ele acabou não indo viajar com meus pais só para ficar batendo punheta o dia todo em casa.
Mas eu nunca tinha visto o pinto do meu irmão duro, já tinha visto ele pelado no banho sem querer, mas ereto daquela forma nunca tinha visto, era grande e majestoso, lindo, perfeito, media uns 20cm com ou mais, bem maior do que o do meu namorado, que era um pintinho comparado ao do meu irmão.
Ele estava deitado no carpete se punhetando deliciosamente vidrado no filme pornô vendo a mulher chupando o pinto enorme do cara. Mas ele era meu irmão, os meus pensamentos na hora ficaram confusos, eu observando ele se masturbar, minha língua salivava, desejava aquele pinto dentro de mim, na minha boca.
Mas como abordar ele? como chegar até ele?
Eu não pensei mais, ele iria acabar gozando e eu iria a ficar a ver navios. Eu estava de saia e então tirei a calcinha. Eu entrei devagar no quarto sem ele perceber e fique em pé de pernas abertas sobre a cabeça dele de modo que ele pudesse ver meu sexo. 
Ele abriu a boca de espanto e teve um tremendo susto. Ele deu um salto e ficou sentado agachado na frente da TV tentando esconder o pau duro entre as pernas, mas era muito grande a cabeçona ficava estufada pra fora. Eu comecei a rir, achei a cena super engraçada. Ele começou a me xingar, me chamando de puta, piranha, e outro palavrões mas desta vez não me aborreci com o chiliques do meu irmão.
Eu sentei calmamente na cama dele e disse que eu queria apenas o ver tocando punheta. Ele disse que não, dizendo que estava louca, maluca e outras baboseiras. Aí dei um ultimato, eu sabia onde ele escondia os filmes de sacanagem e disse que iria contar pra mamãe.
Ele disse tá bom, tá bom, mas mal ele sabia das putarias que eu via e fazia no micro do meu quarto. Ele começou a se punhetar , mas pedi que ele ficasse em pé na minha frente para eu ver mais de perto. Eu senti o cheiro do seu sexo, o pinto latejava de tão duro, o pinto cada vez mais grosso, estava úmido saindo uma secreção, pedi pra ele se aproximar.
O pau dele estava a um palmo da minha boca. Eu comecei a cheirá-lo, eu salivava muito, engolindo saliva, lambia meus beiços, e num gesto tresloucado abocanhei o pau do meu irmão.
Ele ao invés de parar, começou a fazer um movimento de vai e vem, fudendo a minha boca, a cabeça socava a minha garganta me deixando quase com falta de ar, ao meu tempo levantei a minha saia e comecei a tocar uma siririca.
Meu irmão em pé fodendo a minha boca e eu me masturbando. Senti o seu pau ficar cheio de veias, sabia que algo estava pra acontecer, acelerei minha siririca e dito e feito, de repente o seu pinto explodiu feito um vulcão. Diversos jatos de esperma quente inundaram a minha boca e garganta, era muito esperma que não parava de jorrar, o meu tesão era tanto que engoli toda sua porra e acabei gozando na mesma hora.
Depois de gozar, senti uma ânsia de vômito, o gosto estranho de água sanitária na língua e fui ao banheiro escovar os dentes e fazer um gargarejo. Ele preocupado perguntou se eu estava passando mal, eu disse:
- que nada, foi maravilhoso, foi perfeito, dei um beijinho nele e que agora poderíamos fazer muito mais coisas.
E fazemos ainda ate hoje!
  • Enviado ao Te Contos por Marcia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...