quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Prazer em gozar sozinha

By : Rosa Maria

Oi, me chamo Rosa Maria, tenho 43 ano e casada. Após tantos anos casada, de sexo com único homem, onde cumplicidade, respeito e prazer de toda a forma era permitido, estava reaprendendo a ser sozinha e pensava como seria retomar relacionamentos.
Esse despertar acendeu um fogo intenso em mim. E durante um tempo masturbar era tudo de bom, alem de necessario. Desenvolvi técnicas maravilhosas e foi a masturbação que me trouxe o Paulo, meu vizinho.
E depois de trepar com ele em 2 oportunidade, tomei uma grande consciencia do meu corpo com a experiência da masturbação. E nada melhor pro prazer que ter essa consciência.
Vivia com a bucetinha pulsando, molhadinha. Bastava cruzar com algum grisalho na rua pro tesão tomar conta de mim, eu amo, ficar de quatro por um grisalho.
Eram horas de masturbação gozando loucamente, não que nao pudesse ou quisesse parceiro, mas era um momento meu, era um período de  redescoberta.
Tinha um ritual: um banho gostoso. Enquanto a agua acariciava  meu corpo,  eu me tocava. Apertava os biquinhos durinhos dos seios, a água escorria entre minhas nadegas o que fazia com que ficasse com o cuzinho ansiando por um toque. Massageava o clitoris, sentia a buceta melada, pulsando, se abrindo.
As vezes ficava alisando o clitoris de  forma leve me permitindo dividir com a agua morna um gozo  doce, aveludado como musica suave que me fazia estremecer.
Após me secar ia pra cama, pegava um creme e massageava todo o corpo:  pés, coxas, bunda, barriga e seios que ficavam com biquinhos tão duros que chegavam a doer.
A vagina  se ensopava, pulsava, escorria. Deitada,  abria minhas pernas colocando bem no fundo um dedo, fazendo um vai e vem gostoso. Ia até meu limite, quando sentia que o gozo se aproximava reduzia os movimentos. E alisava meu clitóris lentamente, acalmando o tesão pra de novo afundar os dedos e aumentar o ritmo. 
Muitas vezes, sentindo a pulsação do cuzinho penetrava um dedo nele e outro na buceta fazendo movimentos sincronizados enquanto fantasiava uma dupla penetração.
Totalmente livre, dona de mim, mantinha o movimento, ora enfiando os dedos na bucetinha, hora alisando meu clitóris durinho quase explodindo  e mantendo o dedo cada vez mais fundo no cuzinho me entregava  a um prazer divino, a um gozo frenetico que me levava ao choro me deixando relaxada , entregue a mim mesma.
Era tão bom, que nesse momento enquanto relembro e escrevo, fico toda ofegante e molhadinha, louquinha pra uma nova sessão de prazer sozinha
  • Enviado ao Te Contos por Rosa Maria

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O começo do meu caso com o meu sobrinho

By: Ana Paula

Me chamo Ana Paula, tenho 35 anos, moro no Rio e essa é a primeira vez que vou contar isso.
Eu sempre gostei de homens mais novos, aqueles de 18, 20 anos, por aí, nunca curti homem mais velho, sempre gostei de tomar pirocada com força e os novinhos tem um fôlego de dar inveja rs.
Tenho um sobrinho chamado Reinaldo que tem 19 anos, é malhadinho, tem cara de novo e adora surfar, é aquele típico garotão carioca, bronzeado e pegador. Modéstia a parte, eu também não sou de se jogar fora, tenho um corpo bem feito, trabalhado na academia e consigo arrancar facilmente olhares de vários homens quando saio na rua.
Um dia, do nada, comecei a reparar em como meu sobrinho é lindo, o sorriso dele é perfeito e comecei a fantasiar com ele, eu me masturbava várias vezes por noite pensando nele. Eu não tava mais aguentando a situação, era uma vontade louca de ver ele pelado, de imaginar como era a pica dele agora que ele virou um homem, entre outros pensamentos safados que uma tia não poderia ter.
Ele sempre tá aqui comigo, eu e a minha irmã (mãe dele) moramos no mesmo condomínio. Comecei a me exibir pra ele igual uma puta a espera de um macho na esquina. Eu colocava roupas insinuantes que deixavam meu seio a mostra, uma parte da minha bunda e notava ele olhando pra mim o tempo todo. Um dia até flagrei ele me olhando e pegando rapidinho no pau.
Foi aí que percebi que ele também sentia tesão por mim, só disfarçava muito bem. Ficamos nessa enrolação toda, nesses joguinhos de sedução por um mês, até que um dia ele veio aqui trazer um bolo que minha irmã tinha feito e me elogiou me olhando de cima a baixo.
Quando fui na cozinha colocar o bolo em cima da mesa, senti ele por trás de mim, sem encostar, mas bem próximo, a ponto de eu sentir o calor do corpo dele e a sua respiração no meu pescoço. Fiquei toda arrepiada e assim que ele notou, passou as mãos pelo meu ombro e foi descendo pelo meu braço até alcançar minha cintura.
Nessa hora ele encostou mais, senti seu pau duro na bermuda tactel e fiquei louca, dei uma empinadinha e não conseguia dizer uma palavra, só queria sentir aquele cacete em mim.
Ele me virou, abriu a bermuda e pediu pra eu chupar me olhando com o maior sorrisinho safado. Eu abocanhei, iniciando um oral gostoso, chupando até o talo e ele me segurando pela cabeça forçando minha boca para engolir cada centímetro do seu cacete.
Nem sei como consegui engolir aquele pau grande sem engasgar, mas chupei gostoso e ele empurrava minha cabeça contra sua pica como se tivesse fodendo minha buceta. Me senti a putinha dele nessa hora. As mãos dele me acariciavam sem parar, ele tocava meus peitos, chupava, até a gente chegar na cama e foder de tudo que é jeito. Ele primeiro me colocou de ladinho e encaixou o pau na minha bucetinha.
Ele me segurava pelos ombros metia gostoso enquanto eu tava com a perna bem levantadinha tocando uma siririca bem gostosa. Eu tava gemendo feito puta, ele apertava meus seios e eu me arrepiava toda. E
le então levantou, mandou eu ficar de quatro e tome pica mais uma vez. De quatro ele metia mais gostoso ainda, a rola entrava e não dava nem tempo de eu respirar. O suor escorria de nós dois, eu rebolava no seu cacete e ele enchia meu rabo de tapas com sua mão grande de macho.
Assim nessa posição, o meu sobrinho safado tava tão empolgado que nem avisou que ia gozar, simplesmente gozou gostoso dentro da minha buceta.
Depois fiquei abraçadinha com ele na cama namorando e logo ele foi embora para casa e eu fui arrumar tudo antes do meu marido voltar.
O resultado disso é que  tem 2 anos que agente trepa quase todo dia quando meu marido vai trabalhar.
  • Enviado ao Te Contos por Ana Paula

Meu segundo Mènage D'Or

By Ursula Safada

Como disse anteriormente em outro conto, tenho 44 anos, seios pequenos e achatados, um corpo equilibrado (1,62 x 54 kg), uma bundinha de chamar a atenção. Casei virgem aos 16 anos, vivi em um meio evangélico rígido até os 40 anos e meu ex-marido tinha sido meu único homem até os 43 quando me divorciei e conheci o meu namorado. Braulio (vou chama-lo assim) tem 56 anos, superexperiente, foi o primeiro homem que tirou minha virgindade anal e hj eu adoro dar o cu. Mais ainda, adoro as fantasias e putarias que ele inventa.
Já fizemos um ménage masculino, recentemente um feminino e agora, na semana passada mais um masculino. Ele adora ler o que eu escrevo e agora vou à mais um conto.
Estávamos trepando como loucos na quarta feira da semana passada (18/09) e novamente ele pegou o vibrador e enfiou na minha buceta quando estava comendo meu cu. Ele falava putarias no meu ouvido e meu tesão subiu nas alturas quando ele começou a lembrar do nosso 1º ménage. Começou a lembrar que eu estava montada no convidado, cavalgando no pau, quando meu amado veio por trás e começou a comer meu cu.
Depois ele repetiu o gesto da ocasião, quando sincronizava alternadamente as metidas, ora no cu ora na buceta. Gozei como uma cavala no cio. Ele ficou louco com a cena e perguntou se queria repeti-la no sábado (21/09). Nem titubiei na resposta:
- SIM!!!.
Meu filho estaria viajando. Seria perfeito!
Sábado usei novamente o vestido de puta que ele me comprou, sem calcinha e fomos à caça novamente. Fomos para a zona sul de SP, Av. Indianópolis. Desci do carro e fiquei parada em uma esquina vazia. Logo juntou uma pequena fila de interessados.
Combinamos de eu deixar o celular com o microfone dos fones de ouvido ligado para ele acompanhar a conversa e também como medida de segurança. Nunca se sabe. Confesso que no começo minhas pernas tremiam um pouco, apesar da garrafa de vinha que tinha tomado para relaxar. Eu estava um pouco altinha ainda e aquele misto de tesão e medo. Aquilo estava me deixando tão molhada que sentia o meu mel escorrer pelas pernas (sem calcinha não tinha como segurar).
Na medida em que os caras mais feios ou sebosos questionavam o “programa” eu chutava o preço bem alto para que corressem fora.
Até que chegou um rapaz bem bonito em um carrinho importado bem pequeno. Meu amado disse que era um Mini. Dentro um bonitão com cabelos meio grisalhos, parecendo bem alto já foi chutando o balde:
- Você não tem cara nem jeito de puta Menina! O que está fazendo aqui?
A princípio fiquei surpresa e ele viu meu rosto enrubescer. Ele deu uma risadinha do tipo “te peguei heim!” e eu também acabei rindo também. Falei que era uma fantasia nossa, que meu namorado estava a distância acompanhando tudo, e que buscávamos um parceiro para uma aventura, um ménage. Ele perguntou qual seria o pré-requisito para participar da farra.
- Um cara gostoso com um pau bem grande – respondi de bate pronto.
- 18 cm passa pelo seu crivo? – respondeu ele…
- Hummm… deixa eu ver.
- Só se você o tirar da minha calça – prosseguiu.
- Hummm…
Olhei bem nos olhos dele, me debrucei na sua janela, passei a mão por cima da sua calça e senti o volume crescendo. Ainda olhando nos olhos dele perguntei:
- Você goza rápido?
- Na primeira sim. Depois eu controlo legal.
Abri seu zíper, tirei o seu pau para fora e pensei comigo: “respeitável público, isso sim é um belo caralho!”. Comecei a alisá-lo, e aquilo crescendo cada vez mais enquanto a gente se olhava nos olhos.
- Já tem lugar? Os motéis estão lotados hoje. Se quiser ir ao meu apê, não tem ninguém em casa -disse ele.
Enquanto punhetava o bonitão, peguei o fone e falei para o meu amado:
- Acho que achei quem procuramos. Nos convidou para prosseguirmos no apê dele. E amor… tem mais uma coisa…. estou com uma vontade louca de chupá-lo. Posso?
- Claro Amor. Só não o deixe gozar na sua boca. Quero beijá-la sem sentir o gosto de porra de outro marmanjo. Entre no carro dele e faça o serviço enquanto os sigo. Fala pra ele estacionar quando eu piscar o farol 3 vezes. Eu vou encostar atrás. Termine o “serviço” depois venha até mim. Fala que vamos segui-lo.
Dei a volta, repeti as instruções ao bonitão, vi que ele começou a monitorar o Braulio pelo espelhinho. Andou um pouquinho até achar uma vaga em uma rua paralela que cabiam 2 carros.
Enquanto andava, eu ia punhetando seu pau que naquele momento tinha apresentado todas suas credenciais e dito ao que veio. Mal ele parou, caí de boca!
Falou que estava louco de tesão e que não iria aguentar muito tempo minhas chupadas. Fato! Acho que dei umas 5 ou 6 engolidas até a garganta punhetando com a mão, quando senti seu gemido. Fui tentar levantar a cabeça, mas ele me segurou. Senti o primeiro jato.
Pensei em forçar a barra para levantar a cabeça, mas aquele gosto maravilhoso inundou minha boca e relaxei. Senti a sequência do 2º e do 3º jatos de porra na minha garganta. Evitei de engolir e babei tudo na sua calça. Ele aliviou a pressão e olhei seu rosto novamente. Minha cara estava toda babada de porra e escorrendo pelo meu pescoço. Ele abriu o porta-luvas e me deu lenços de papel para eu me limpar.
Depois ele fez o mesmo na sua calça. Adoro brincar com a porra na boca até coalhar… gosto de mastigar entre os dentes aqueles fiapos antes de engolir.
Pensei comigo mesmo: “deu merda agora. Será que meu amor vai desistir? Essa gozada não estava nos planos.” Reportei o acontecido pelo celular esperando uma bronca que não veio.
Fomos para o apê dele, não sem antes passar por uma farmácia e comprar um enxaguante bucal. Adentramos o apê dele. Super bem transado, com 2 quartos e uma sala superbem decorada, com uma bela vista da cidade, na região da V. Mariana/Paraíso. Morava com um filho de 25 anos que estava viajando também. Mal chegamos ele foi ao banheiro e eu em outro.
Quando voltei meu amor estava na sala, de pé com o pau pra fora.
- Chupa! Faz comigo o que fez com ele!
Nem pensei duas vezes, ajoelhei e comecei a engolir aquele cacete que tanto amava. Notei que os 2 caralhos eram equivalentes em tamanho e grossura. Muito parecidos mesmo. Enquanto chupava ele foi sentando em uma poltrona de couro e tirando meu vestido pela cabeça.
Quando o bonitão voltou pegou a cena em andamento e já se armou. Veio por trás e começou a chupar minha buceta que estava encharcada. Sentia ele passar a língua em toda ela. Desde o grelho até meu cu. De vez em quando ele abria bem minha bunda e passava a língua no meu cu enfiando a ponta no meu buraco. Eu ia até a Lua de tesão. Ouvi o barulho dele rasgando um envelope da camisinha e perguntando ao Braulio:
- Posso meter?
Nem esperei a resposta e falei: - Mete com tudo na minha buceta. Meu cu é do meu amado.
Seu pau entrou me rasgando de uma só vez. Vi estrelas até me acostumar e voltar o tesão. Eu com o pau do meu amado na minha mão e boca sentindo aquelas espetadas na minha buceta, subia como um foguete pelas minhas entranhas e aí dei a 1ª gozada. Adoro gritar e o fiz tal qual uma cadela no cio. Ele não parou de bombar.
Meu amado desceu ao chão. Senti seus dedos brincando no meu grelo enquanto chupava meus peitos . Veio a 2ª gozada com o bonitão bombando fundo na minha buceta, batendo na minha bunda e ambos me chamando de puta. Eu só pedia:
- Me fode. Fode com essa puta! Sou puta… sou puta… sou puta!
Quase desfaleci. Levou um tempinho para nos recuperarmos e fomos para o quarto. Braulio mandou o bonitão deitar com a pica para cima para eu começar a cavalga-lo. Tinha acabado de encaixa-la na buceta até o fundo quando senti a barba do meu amado no meu pescoço e sua voz grossa no meu ouvido:
- Agora sim, você vai sentir o que é prazer.
Me abaixou um pouco e senti seu pau procurando meu cu. Mas não foi dessa feita. Estava paralisada e perguntei o que estava fazendo. Ele me falou que estava enfiando na minha buceta. Que eu iria levar uma DP de buceta.
Não sei bem explicar a sensação, mas era novamente aquele misto de dor e tesão. A buceta começa a ser rasgada. Sensação parecida quando ele enfia o punho todo dentro dela. Aquela sensação de tesão profundo começou a percorrer o meu corpo todo enquanto sentia arrepios. Era uma comichão e ao mesmo tempo uma vontade de me sentir arrombada. Veio o primeiro golpe de dor em seguida o arrepio de prazer. Sua voz me disse:
- Viu puta! Entrou a metade. Agora vou enfiar tudo.
Tentei gritar DEVAGAR! Não deu tempo. Fui surpreendida com o segundo golpe. Uma dor mais funda, mais nas entranhas e ao mesmo tempo mais prazerosa. Senti os 2 bombando alternadamente enquanto eu gritava como louca. Pedi para me bater na cara. O Braulio. Falou para o bonitão:
- Sabe fazer isso?
A resposta foi um tapa de mão aberta que encheu minha cara e aí chegou o gozo com tudo. Eu gritava e tremia como louca até desfalecer ao lado da cama. Estava com meu corpo vibrando quando ouvi:
- Ainda não acabamos, daqui a pouco a gente volta, disse o meu Amor.
Pensei não ter mais forças. Ouvi ambos conversando animadamente na sala. O papo parecia entusiasmado enquanto me recuperava. De repente voltaram. Estavam bebendo um whiskey e o meu Amor parecia que estava com uma gravata de crochê nas mãos. Achei aquilo esquisito, mas fiquei na minha.
Tomei um gole do whiskey e na sequência me recolocaram na mesma posição, para cavalgar aquele pau maravilhoso. Dessa vez senti aquele friozinho do gel no meu cu. Com um pau enterrado na minha buceta, abaixei bem e arrebitei a bunda pois já sabia o que vinha acontecer. Senti aquele pau grande e grosso do meu amor começando a rasgar a portinha do meu cu.
Subitamente ele pegou meus 2 braços e os trouxe até minhas costas. Virei-me meio espantada quando senti que ele estava amarrando meus punhos com a gravata e sorrateiramente ia enfiando lentamente seu pau no meu cu. Uma onda de prazer imenso começou a percorrer meu corpo. Com uma das mãos, ele segurava meus braços, me puxando para enterrar seu pau com tudo. Com a outra mão segurava meus cabelos levantando minha cara. Ouvi sua voz grossa dizendo:
- AGORA!
O primeiro tapa do bonitão estourou no meu rosto esquerdo de surpresa. O susto e a dor se juntaram ao tesão. Tomei fôlego para gritar quando veio do outro lado com as costas da mão do meu lado direto o segundo tapa, não tão forte quanto o primeiro.
Quando reuni forças para gritar bem alto senti o pauzão do meu amor entrar no meu cu com tudo. Quem gosta de dar o cu sabe como funciona esse lance de dor e tesão. Já não sabia mais distinguir o que era dor o que era prazer. Não sei descrever que se o que senti era orgasmo ou surpresa ou o misto de ambos. Comecei a chorar de prazer e pedir mais e mais e aí aquele gozo chegou… e vinha … e vinha … e vinha sem parar.
Não sei quanto tempo levou…. Fechei bem os olhos e me deixei levar por aquela sensação de gozo pelo corpo todo que jamais havia cogitado sequer que existisse. Fez me lembrar do meu primeiro gozo anal que foi muito intenso, mas esse era mais forte, mais intenso.
Quando abri os olhos ainda vi o pau do meu amor apontando para o meu rosto e ele falando:
- CHUPA Vagabunda…. chupa!
Mal pus na boca senti o 1º jato da sua porra que eu gosto tanto. Depois o 2º e 3º jatos deixei percorrer toda minha boca. Gosto de mostrar minha boca cheia de porra antes de engolir.
Adoro ver a cara dele de tesão quando vê isso. Ainda brinquei com a porra na minha boca um certo tempo antes de engolir.
Como acabou tudo isso? Bem, teve um segundo round, mas isso é para um outro conto!
Enviado ao Te Contos por Ursula Safada

Transando com a minha prima gostosa casada

By: Paulo André

Meu nome é Paulo André, tenho 22 anos, sou forte sem exagero, tenho 1,75 de altura.
Tudo começou quando minha prima Ariana, de 24 anos, resolveu passar um tempo aqui em casa porque brigou com o marido.
Sempre me dei bem com ela e como nossa família mora no interior, ela sempre recorre a mim quando o bicho pega. O marido dela bebe pra cacete e além de não dá conta dessa morena deliciosa, ainda trai ela com várias putas. Imagina só como minha prima não estava carente de um pau.
A gente curte muito ver série, então quando ela veio pra cá numa sexta, ficamos assistindo algumas, até que e eu já tava pescando, quase cochilando e apaguei. Quando acordei, pensei que tava sonhando. Meu pau tava duro e minha prima tava batendo uma punheta pra mim bem discreta enquanto assistia tv.
Foi praticamente um assédio kkk. Não me mexi nem nada, fiquei quieto vendo até onde ela ia, mas ela batia tão gostoso que logo não aguentei e respirei mais forte. Pensei nessa hora que tinha fodido com tudo e que ela iria parar, mas que nada! A safada olhou pra mim e depois caiu de boca na minha pica.
Minha prima foi bem gulosa. Parecia que não chupava um pau a anos. Ela tava tão afoita que me machucava um pouco, mas era uma sensação bem gostosa. Aproveitei que ela tava de graça e comecei a forçar a cabeça dela pra engolir mais minha pica e a garganta da safada era profunda viu? Ela mamava meu pau até o finalzinho sem tirar da boca.
Meu cacete tava duro feito uma rocha, eu queria comer a safada, levantei e pedi pra ela me dar a bucetinha. Ela tirou a roupa, ficou toda nua na minha frente, jogou a calcinha pra mim e aproveitei pra dar uma bela cheirada e sentir aquele perfume gostoso que exalava da sua xana.
Ela começou a me provocar roçando sua bunda no meu pau, se virando e beijando minha boca enquanto dava essa roçada, até que não aguentei, segurei ela pela cintura e disse que ela não ia me escapar, que meu pau necessitava ela.
A safada então se virou de frente pra mim, ficou de cócoras na minha pica e eu ia levantando ela pelas pernas. A gente meteu sem camisinha mesmo. Na pressa de fuder, nem lembramos disso, mas mesmo assim valeu muito a pena.
Ela quicava no meu pau igual atriz pornô. A buceta dela tava toda lisinha e bem apertadinha, parecia uma pepeca virgem de tão apertada que era. Eu comi gostoso ela rebolava e logo ela colocou um dedo no seu grelinho e começou a se masturbar enquanto eu fodia ela toda.
Ela gemia igual putinha no cio, me chamava de safado e dizia que era uma delícia sentar na rola do primo. Sinceramente, nunca pensei em ver esse lado puta dela, mas a mulher é um furacão mesmo na hora do sexo.
Puxei ela pelos cabelos, dei um tapa na sua bunda e coloquei de quatro. Assim que ela ficou empinadinha ela colocou um dedo na boca e depois passou na buceta. Esse gesto me deu mais tesão ainda e eu fui e soquei o pau todinho nela nessa posição. Ela gemia alto, acho que não tava nem aí para os vizinhos. Ela precisava é ser bem comida.
Fiquei bombando nela, o atrito dos nossos corpos deixou a bunda dela toda vermelha e ela gemia gostoso e rebolava na minha rola. Eu não precisava nem meter, ela fazia todo o trabalho.
Depois de uns 10 minutos socando na gostosa, ela avisou que ia gozar e deu uma gozada gostosa, ficou toda relaxadinha e disse que ia me retribuir esse prazer gostoso. Ela então pediu para eu meter no seu cuzinho. Quando fui colocar, ela quase desiste por causa da dor.
Também pudera, o cu dela é apertadíssimo. Mesmo assim fui lambuzando meu pau e metendo aos poucos, até que minha rola entrou todinha nela e ela tentou tirar, mas eu fiquei parado deixando o pau lá dentro só pra ela acostumar.
Quando ela acostumou, eu comecei a meter devagar, aí ela dizia que tava doendo, mas que ao mesmo tempo tava gostoso, mas mandou eu ir devagar. Depois de um tempo metendo devagar fui aumentando o ritmo. Senti que ia gozar e queria gozar gostoso no cu daquela safadinha.
Fui bombando, empurrei todo, ela gemia, apertava meu pau, até que não aguentei e soltei toda minha porra dentro do seu rabo gostoso. Ela ficou com o cu piscando quando tirei a pica, uma coisa deliciosa de se ver.
Depois disso fomos tomar um banho juntinhos, comemos alguma coisa e ficamos namorando no sofá.
A safada continua com o marido corno, mas quando briga com ele ela sempre volta aqui pra casa e mata sua vontade de ser comida de verdade.
  • Enviado ao Te Contos por Paulo André

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Fiz sexo com a minha sogra

By: Gabriel

Oi Te Contos, eu me chamo Gabriel, tenho 23 anos e vou contar da rapidinha que dei com minha sogra Raquel, uma coroa super gostosa de 50 anos, loira, bronzeada, bunda e seios perfeitos, uma mulher que se cuida e aparenta ter bem menos na idade do que realmente tem.
Eu namoro com a Carol, a filha mais nova dela, de 18 anos e sempre fui um genro muito presente em sua vida. Desde o começo percebia que minha sogra me olhava diferente da forma que olhava para os outros genros.
Eu tive certeza do interesse dela uma vez quando estava todo mundo na piscina do condomínio onde ela mora e minha sogra gostosa não tirava o olho do meu pau. Eu não aguentei e também comecei a secar ela inteira, minha sogra fica um tesão de biquíni.
Sua bunda é um tesão, a barriga retinha, dando show em cima de qualquer novinha que se acha gostosa. Depois desse dia passei a sentir o maior tesão por essa gata. Eu dormia e pensava na minha sogra. Ela é muito esperta e logo notou meu interesse, aí o padrão do nosso relacionamento foi mudando.
Quando estavamos sozinhos ela dava várias indiretas em mim, eu me fazia de desentendido mas tocava várias punhetas pensando nela. Na verdade morria de vontade de comer minha sogra mas tinha um medo da porra de dar a maior merda.
Um dia minha namorada foi pra casa de uma amiga, eu crente que ia ter um sábado numa boa tomando uma cervejinha com os amigos, atendi ela e minha namorada lembrou do favor que eu prometi pra minha sogra. Ela queria que eu levasse numa cidade aqui perto onde a mãe dela mora, uma TV.
Um verdadeiro programa de índio. Eu poderia arrumar uma desculpa mas a chance de ficar sozinho com minha sogra me deixou animadão, resolvi ir e umas 11 da manhã fui buscar ela, colocamos a TV e outras coisas no carro e fomos para a cidade dos pais dela. O Lugar fica a mais ou menos duas horas e meia de carro, fomos o tempo todo conversando, primeiro conversas animadas, depois ela foi ficando mais ousada e começou a me elogiar, dizendo que eu tava bonito com o cabelo cortado, que sou um homem cheiroso e rindo disse que a filha dela deveria tomar cuidado senão ia perder o namorado.
-Oh Gabriel, dá uma paradinha aí no posto que eu quero fazer xixi.
Parei no posto, comprei uma água e quando ela voltou da conveniência veio com umas garrafas de ice e uma lata de cerveja no bico. Ela começou a beber tudo, falou que era para se refrescar um pouco porque tava com muito fogo, foi bem assim que ela falou mesmo, aí não aguentei, fiquei imaginando mil putarias, minha garganta até travou.
Depois de beber a lata de cerveja e as 4 garrafas de ice, minha sogrinha tava solta, rindo, falando comigo e passando a mão na minha perna. Ela ajeitava a blusa e eu via mais seu decote, sua calça marcando sua bucetinha gostosa me deixou louco, aí não aguentei e disse que toda vez que ela passasse a mão na minha coxa eu ia passar na dela também.
-E se eu passar a mão em outro lugar? você também vai?
Caralho, mais explícita que isso só se eu fosse retardado, não aguentei e respondi que se ela fizesse isso eu ia passar a mão e enfiar outra coisa.
Essa foi a frase mágica que fez a safada ficar louca e começar a acariciar minha coxa, subir, segurar meu pau. Caralho, nem tava acreditando. Fiquei meio sem graça, afinal a coroa é minha sogra, mas ela mexe comigo demais, até hoje.
-Que isso sogrinha, desse jeito não vou me aguentar, você é muito gostosa.
-Eu sei que você sempre quis me comer também, seu safado.
A gente ficou ali falando umas coisinhas safadas, ela botou meu pau pra fora, começou a tocar uma punheta bem gostosa que me deixou louco, todo melado. Ela ainda arriscava dar uma chupadinha, mas na BR é foda, por isso a safada só deu umas lambidas na cabecinha para provocar mas nem ela tava aguentando mais e disse que na primeira pousada eu parasse.
Depois de uns 20 minutos rodando e 1:30 de viagem, paramos em uma pousadinha daquelas de posto de gasolina. Pedimos um quartinho que era até meio vagabundo mas tudo limpinho. A gente nem quis saber de nada, minha sogra já foi tirando a calça, me puxando e abrindo meu zíper.
Ela começou a tocar punheta, dessa vez bem mais rápido, me deixou louco pra caralho. A safada se ajoelhou e me chupou. Ela adorou o gosto forte do meu pau suado em sua boca e se lambuzou inteira. Eu aproveitei cada segundo, coloquei as tetas dessa puta pra fora e mamei gostoso, deixei ela toda arrepiada com a minha chupada.
Na pressa de fuder, meti as mãos na sua bucetinha, toquei uma siririca pra ela e quando vi que ela tava toda molhada eu lambuzei meu pau com o líquido da sua entradinha e fui encaixando minha vara. Meu pau entrou quase todo de vez na buceta dela, foi um tesão do caralho.
Ela só fez gemer, um gemido alto que fez ela se tocar de onde a gente tava e colocar as mãos na boca. Meu pau entrava e saia gostoso, no quarto o cheiro dos nossos flúidos, a gente suando de tanto fuder e ela toda empinada na minha pica, rebolando gostoso e falando sacanagem.
-Mete mais forte na minha buceta, aproveita vai!
Eu comecei a segurar ela pela cintura e meter forte mesmo, a safada não se aguentou, começou a tocar uma siririca deliciosa e a gemer igual uma puta daqueles pornôs.
Apesar de coroa e de já ter dado muito essa buceta, minha sogra é super apertadinha, me dava muito prazer comer essa safada, teve uma hora que já não aguentei mais, a gente já tava metendo a vários minutos e acabei gozando dentro dela. Ela deixou eu jorrar minha porra todinha dentro dela.
Depois dei uma bela chupada naquela buceta melada e gostosa e fiz ela ficar doidinha e ter um orgasmo na minha boca.
Foi uma loucura da porra, depois disso, fomos para o carro e seguimos viagem. Queria ter fodido ela a noite toda, mas se a gente demorasse todo mundo ia ficar preocupado, mas apesar disso, valeu muito a pena ter dado uma rapidinha com minha sogrinha deliciosa.
  • Enviado ao Te Contos por Gabriel

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...