quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Trepei no meu trabalho (15-01-2020)

By: Erika

Oi, sou a Erika, tenho 28 anos, sou morena, cabelos liso, castanho escuro, tenho mais ou menos 1.70 de altura, tenho seios de tamanho medios e bunda bem gostosa.
Há cerca de 1 ano eu comecei a me relacionar com um companheiro de trabalho, ele é bem gostoso e safado, tem 36 anos, é casado e trepa muito gostoso, sempre estamos dando um jeitinho para uma sacanagem, uma mão boba, uns pegas, ate um motel basico… mas sempre ficou faltando realizar uma vontade nossa, que seria transar no trabalho.
Já fazia alguns meses que tinha uma vontade imensa de transar no meu local de trabalho, mas por imprevistos do destino esta minha fantasia estava difícil de se realizar.
Bom… Agora não falta mais!
Quarta-feira (15-01-2020), meu patrão viajou e desta forma ficaria mais fácil realizar a tão sonhada e desejada fantasia.
Na parte da tarde quando o movimento já estava bem baixo, já perto das 16h ele entrou na minha sala, meu corpo já estremeceu de tesão, pois só o fato de ver aquele homem e imaginar o que iríamos fazer já me excitou e muito, então ele sentou em frente a minha mesa, conversamos um pouco, mas para ser sincera nenhum de nós dois queríamos saber de conversar o que queríamos mesmo era transar, matar a nossa vontade, realizar nossa fantasia.
E vendo no olhar dele como me desejava, que assim como eu estava repleto de tesão, me levantei, tranquei a porta, e ele já se levantou e veio me beijar deliciosamente com aquela boca macia e molhada, enquanto me beijava sua mão percorria todo meu corpo, fazendo com que me excitasse ainda mais, a esta altura minha buceta já estava completamente molhada, e o pau dele bem duro, e já não aguentava mais de vontade de chupar aquele cacete gostoso.
Fomos para a outra sala, e la ele abriu minha calça, me colocou sentada em um cadeira e começou a degustar minha bucetinha, chupava muito gostoso, lambia meu grelinho, enfia a língua na minha buceta, enfiava os dedos e eu não resistia a tanto tesão, não aguentava mais, queria loucamente chupar aquele pau gostoso.
Pedi que ele se levanta-se, ele ficou em pé na minha frente, desabotoei a calça dele, passei a mão por cima da cueca, coloquei aquele cacete duro e melado para fora, e comecei a lamber inteiro, lambia a cabeça, o saco, enfiava ele todo na boca, lambia com vontade, pois adoro sentir o gosto daquele pau gostoso na minha boca, tiramos nossas roupas.
Agora já estávamos nus, nos beijando, sentindo o calor um do corpo do outro, ele me deitou no chão e por mais uma vez veio chupar minha bucetinha, chupava, lambia, mordia, deixava meu grelinho completamente duro e minha bucetinha extremamente molhada, não aguentava de tesão e queria sentir o cacete dele me invadindo, entrando todo dentro da minha buceta.
Me levantei, tiramos tudo que estava na mesa, me sentei abri minha buceta molhada e quente, implorando para ele me penetrar, quando ele já estava com a cabecinha do seu cacete dentro da minha buceta o inesperado acontece, o telefone toca, eu disse que não iria atender, mas ele falou:
- atenda quero comer vc falando ao telefone
Atendi o telefone com a voz um pouco tremula, e ele de propósito para me provocar, tirou o cacete da minha buceta, e foi enfiando aos poucos novamente, atendi a pessoa que estava do outro lado da linha, não ouvindo muito bem o que ela falava, não sabia direito o que responder, fazendo um esforço tremendo para manter a voz firme, mas não consegui plenamente, me esforçava para não gemer, sentindo ele me comendo, ele em um vai e vem muito gostoso.
Quando desliguei o telefone beijei aquela boca gostosa, fomos ate a janela, me debrucei sobre ela, e da janela via toda a rua, pois o meu trabalho fica em um prédio alto, empinei a minha bunda para ele, e ele veio, enfiando bem gostoso o seu cacete na minha bucetinha, quando sentia que minha buceta molhava ainda mais, fervia, ele começou a me foder bem gostoso, eu sentindo aquele cacete entrando e saindo, eu gemia baixinho, para ninguém ouvir, mas querendo pedir para ele me comer inteira, com força, pois queria sentir ele gozar bem gostoso.
Depois de muito me foder, ficar naquele vai e vem delicioso ele gozou, gozou na minha bucetinha, sem dar tempo ele me deitou no chão, e disse que queria me comer mais, eu abri as minhas pernas oferecendo a minha buceta toda melada e quente para ele, que de uma só vez enfiou o cacete inteiro, aquilo fez meu corpo estremecer, tremi por dentro, senti um frio na barriga, em estar sentindo aquele cacete gozado e ainda duro na minha buceta.
Enquanto ele ficava naquele vai e vem eu esfregava meu grelinho, deixando ele durinho, bem inchadinho, e ele me comeu muito ate que gozei com ele dentro da minha bucetinha, e me beijando deliciosamente, então ele ficou em pé, eu me ajoelhei, comecei a chupar seu cacete, estava melado, quente e pulsando… chupei ele ate que ele gozou gostoso na minha boca me dando seu leitinho quete e saboroso…
Curtimos um pouquinho, nos arrumamos e saimos sem dar bandeira, foi uma realização, uma trepada que ficara marcada para sempre.
  • Enviado ao Te Contos por Erika

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Minha inesquecível prof de Natação. (lesb)

By: Mari

Me chamo Mari, tenho 22 anos e sou de Santos-SP. Quero contar sobre quando consegui transar com a minha professora de Natação, embora tenha acontecido anos atrás quando eu era mais nova, ainda lembro como se fosse ontem.
Eu tinha 18 anos, cheia de hormônios e criatividade, minha sexualidade nunca havia sido explorada, sou lésbica, más naquela época aquilo ainda não era resolvido ou falado para alguém, tinha medo de ter que falar sobre isso com meus pais. Meus pais sempre me encorajaram a ter uma atividade depois do colégio, eles diziam que eu deveria aproveitar meu tempo livre enquanto eu ainda podia, que uma vez que se começa a trabalhar, não há tempo para mais nada (e eles estavam cobertos de razão).
Esse foi meu último ano fazendo o que eu mais amava fazer, natação, eu fazia natação duas vezes por semana no período da tarde, e fiz isso por pelo menos uns 3 anos. Aquele horário em particular era maravilhoso, eu tinha a piscina apenas para mim, eu ficava submersa nos meus pensamentos enquanto me exercitava e escutava o barulho dos meus movimentos acertando a água, eu tinha um instrutor que era muito meu amigo e me acompanhou pela maior parte em que eu fiquei por lá, más foi no último ano que Débora assumiu o lugar de instrutora e eu me encantei por ela no primeiro instante que nossos olhos se cruzaram.
Debora era linda, era alta, atlética, tinha um sorriso encantador, era alguns anos mais velha que eu, já estava quase finalizando a faculdade de Educação Física, parecia experiente, possuía um ar de madura que ainda faltava em mim, que se destacava perante minha inexperiência e ingenuidade. Debora era simpática, lembro que quando ela virou minha instrutora, a natação era apenas um detalhe na minha motivação de ir a academia, eu já ansiava pelos dias que a veria, de maio e molhada naquela piscina.
Debora sempre utilizava 10 minutos da aula para lazer, e como ela também estava na piscina, as vezes brincávamos, competíamos quem completava o trajeto ao fim da piscina primeiro, ou apenas conversávamos sobre coisas diversas, sobre séries, histórias dela na faculdade ou histórias minhas no cursinho, e no fim da aula, vinha o AUGE, por eu ser sua última aluna, assim que eu ia para o vestiário, ela também ia.
Eu nunca me senti confortável em vestiários, sempre me troquei dentro do banheiro e deixava para usar o chuveiro quando chegava em casa, más Débora era desinibida, ela tomava banho e se trocava sem o menor problema, acho que ela sabia o quão linda e perfeita ela era, e eu sempre demorava pra fazer qualquer coisa no vestiário só para poder admira-la.
Minha rotina do vestiário era me trocar no banheiro, enquanto ela usava o chuveiro, depois eu corria pro banco que ficava em frente ao chuveiro dela para colocar meus sapatos, e assim poder admira-la, e assim que ela desligava o chuveiro eu corria para a pia para tirar o cloro do meu maio e touca, más o real motivo é porque eu ficava de costas para ela, más de frente ao espelho que me revelava o verdadeiro espetáculo de mulher que ela era, pelo espelho eu conseguia a ver nua, secando seu corpo com uma toalha verde limão, cor essa que agora sempre me lembra ela e seu corpo delicioso, seus seios pequenos, seus cabelos molhados grudados em suas costas, e o show sempre terminava com ela dizendo e sorrindo, “-Te vejo na próxima aula”, e eu corria pra casa, para o meu chuveiro, para poder lembrar dela enquanto me ensaboava, eu deslizava minhas mãos pelo meu corpo imaginando que eram as mãos dela, imaginava que suas mãos circulavam meus seios, apertavam meus mamilos, depois desciam tranquilamente para minha barriga e depois para a minha vagina, e a partir daí, imaginava ela me masturbando com seus dedos, e eu me masturbava deixando a água quente cair sobre meu corpo até eu gozar bem gostoso sussurrando o nome dela “-Debora…”.
Era uma tarde de primavera, lembro inclusive da data, 17 de Outubro, cheguei na academia animada como de costume, me troquei no vestiário e fui para a piscina e lá estava a minha sereia, pulei na água e logo começamos o treino, porém esse dia em particular, o tempo livre durou mais do que 10 minutos, e nossos assuntos foram bem pessoais, o assunto havia começado com ela dizendo que havia ido no cinema com alguém, e eu não consegui esconder meu ciúmes.
- Você foi com seu namorado ?
- Não, não. Foi com um amigo mesmo.
- Entendi, más… você tem namorado ? – Insisti.
- Não, nenhum namorado dona Mari (meu nome, inclusive). Sou solteira.
- Nossa, más você é tão linda, como não tem namorado ?
Débora arregalou o olho e eu fiquei extremamente envergonhada pelo que eu havia dito, eu estava sendo muito invasiva e indiscreta.
- Nossa, obrigada, más infelizmente para eles, eu não gosto de homens.
Ela disse sorrindo e logo em seguida colocou seus óculos de mergulho e se afundou na água mergulhando e nadando, me deixando para trás, boquiaberta. Como assim ela me contava algo tão íntimo e me deixava no auge da história ? Mergulhei atrás dela, e agora meu desejo desabrochava, era como se agora eu pudesse me declarar a ela porque ganhei 1% de chance, ela era como eu, tudo estava em câmera lenta, era como se a piscina houvesse ganho quilômetros de distância, e ela nadava na minha frente, aquelas pernas torneadas com pé de pato, parecendo uma perereca, e como eu desejava aquela perereca, em todos os sentidos, quantas vezes não me imaginei entre as pernas dela. Meu coração batia rápido e forte, más não por causa do exercício, por causa do que ela havia me dito e por conta da minha imaginação.
Decidi que ela seria a primeira pessoa que eu me assumiria, e eu diria também o quanto eu gostava dela, seria agora ou nunca. Os minutos correram e a aula havia terminado sem eu sequer notar, foi ela que me lembrou apontando pro relógio de ponteiro que ficava na parede, eu estava perdida em meus pensamentos e pela ansiedade que aquilo me dava.
- Bora pro chuveiro ? A aula terminou !
E ela saia da piscina como uma deusa, apoiando seus braços na borda e buscando impulso para fora da agua, o menor gesto que ela fazia, parecia extremamente sensual e lindo, até a forma como a água caia pelo seu corpo era delicioso, ela tirava a toca jogando seus cabelos para trás, como uma atriz de cinema.
- Você vai ficar por ai ?
Debora ria, e só então percebi que ainda estava na piscina parada admirando ela. - Nossa, to viajando. - E sai da piscina atrás de Debora.
Segui o roteiro de sempre, enquanto ela tomava banho eu me trocava rápido pra poder calçar os sapatos de frente pra ela, quando ela desligou o chuveiro e pegou sua toalha verde limão eu corri para a pia, más ela me interrompeu.
- Mari, posso falar com você ?
- Claro, pode sim.
- Você ficou chateada com o que eu falei ? Sobre eu não gostar de homens ?
- Nossa, não, claro que não.
- Desculpa, eu como instrutora deveria ser mais reservada, isso é algo tão particular e…
- Eu também sou lésbica. - A interrompi
Debora arregalava os olhos mais uma vez e dessa vez ficava sem palavras.
- Nossa… que surpresa, hahaha. Então temos algo em comum. - Ela brincava
- Más agora minha vez de perguntar, e você ? Namora ?
- Não, más gosto muito de alguém.
- E ela sabe ?
- Não, mas esta prestes a saber.
Debora havia ficado muda, ela acabara de se tocar que eu estava falando dela, e antes que ela recuperasse a fala eu decidi falar tudo antes que ela me desse um fora.
- Eu acho você maravilhosa, desde que você entrou nessa academia, você é o motivo de eu vir pra cá, você é linda, simpática, e penso em você mesmo nos dias que não venho, sei que não tenho nenhuma chance contigo más eu precisava muito tirar is…
Debora me interrompia com um beijo, eu mal podia acreditar, levou uns segundos para eu entender que aquilo realmente estava acontecendo e eu não estava delirando. Suas mãos seguravam o meu rosto e eu podia sentir seus lábios pressionando os meus, era um convite para que nossas línguas se encontrassem, e então assim o fiz, embora nunca tivesse feito nada disso com alguém, fiz exatamente o que sempre imaginei que faria enquanto sonhava com ela, deixei que minhas ações se baseassem nos meus sonhos. A puxei pela cintura e pelo pescoço para que nossos corpos se roçassem, e nos beijamos com paixão, nossas línguas e lábios dançavam perfeitamente em sincronia.
- Hmm… você está molhando a sua roupa. –Débora dizia Não sei se ela falou porque realmente estava preocupada em eu molhar a minha roupa recém trocada ou porque estava insinuando algo, más eu decidi usar isso ao meu favor.
- Realmente, é melhor eu tirar ela. – NUNCA NA MINHA VIDA que eu esperava mostrar toda essa segurança, principalmente pra aquela deusa na minha frente. Era tudo truque para encobrir meu nervosismo.
Enquanto eu tirava minha roupa e jogava ela no banco, Debora se desfez do maiô dela, ficando completamente nua. Senti minha buceta inchar e meu clitóris pulsar, não era possível que aquilo estava prestes a acontecer. Debora me puxou para um beijo mais quente do que o anterior, era como se o desejo dela também tivesse se intensificado, os seios molhados dela encostavam no meu e eu precisava mama-los, me desfiz do beijo e agarrei os seios dela e lambia seus mamilos, sentindo eles se enrijecerem com a minha língua, Debora gemeu baixo e levou seus dedos para a minha boceta, o contato dos seus dedos com meu grelo já sensível me fez gemer alto, o que me deixou mais excitada ainda, eu queria aquela mulher, e queria ver ela gozar, também agarrei a boceta dela e roçava meus dedos em seu clitóris, ambas nos beijamos enquanto nos masturbávamos, e a cada beijo, gemidos de prazer.
- Eu quero te chupar – Gemi para Debora.
Debora deitou no banco com as pernas abertas e me chamava fazendo gestos com seus dedos, aquela cena era melhor do que eu imaginava, aquelas pernas abertas, aquele bocetão gostoso, ambos esperando por mim, aquele olhar de desejo da mulher dos meus sonhos me convidando para degusta-la, não quis perder muito tempo admirando, não queria desperdiçar um segundo sequer daquela oportunidade, fui e cai de boca na boceta de Debora, e ela gemeu alto, minha língua penetrava ela, eu queria sentir o gosto de cada canto dela, eu intercalava meus movimentos, se eu lambia a sua vagina, meus dedos masturbavam seu clitóris, e se eu lambia seu clitóris eu a penetrava com um dedo, apenas para massagear seu ponto G, e eu via ela indo a loucura, ela gemia mais e mais e brincava com seus mamilos, eu queria chupar cada gota dos seus sucos vaginais, queria o gosto dela para sempre em minha boca para nunca mais esquece-la, eu a sugava, e eu sentia ela pulsar de prazer.
- Mari, eu também quero te chupar.
- Espera gata, espera que esse momento é meu. – Falei ainda com a cara na boceta dela.
-Não, eu to quase gozando.
- Então goza na minha boca, eu quero te beber.
Ela gemeu alto depois que falei isso, é como se minhas palavras tivessem sido o gatilho do prazer dela. Ela então segurou minha cabeça contra a vulva dela e ela roçava sua boceta em minha língua, ela puxava tanto a minha cabeça que era como se ela me quisesse dentro da boceta dela. Ela rebolava e rebolava contra a minha língua, e eu a dedava enquanto isso. Suas pernas tremiam e se levantavam, uma perna já estava apoiada em meu ombro, e ela gemia, aquele gemido gostoso ecoando pelo vestiário
- Mari… Mari eu vou.. Mari… AAAARRRGGHHH
Debora desaguou, sua boceta ficava cada vez mais molhada e suculenta, e eu bebia e lambia cada canto, aquele cheiro de boceta gozando, e aquela boceta era só minha, ela estava gozando só pra mim.
- Ahhhh, más eu também quero.
Debora, me puxou e me deitou no banco onde ela estava, abriu minhas pernas e enfiou sua boca em minha boceta, e eu gemi alto, eu estava tão sensível, e tão prestes a gozar só pelo fato de estar mega excitada por chupa-la. Enquanto a língua dela me explorava lembro de que por poucos segundos tudo parava enquanto eu pensava, a mulher dos meus sonhos esta entre as minhas pernas e o gosto dela ainda esta em minha boca, eu via a toalha verde limão caída no chão, via os cabelos molhados de Debora grudados em suas costas, todos aqueles elementos que estavam sempre na minha imaginação, estavam de fato ali, fisicamente, a mistura de meus pensamentos com a sincronia da língua de Debora me fizeram gozar, e eu gozei bem gostoso, acho que foi a sensação de prazer mais intensa que tive na minha vida. Após recuperarmos o fôlego olhamos uma para outra e sorrimos. Aquilo foi uma loucura, imagina se alguém nos ouvisse ?
Depois daquele dia repetimos a transa mais algumas vezes, más dessa vez sem fazer banheirão, e sim na casa dela. Todas as transas foram maravilhosas, más a primeira foi de longe, a mais especial e mais incrível.
  • Enviado ao Te Contos por Mari

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Transando na faculdade

by: Soraya

Me chamo Soraya, 22 anos, negra, 1,67 de altura, e um corpo avantajado, coxas grossas, bunda grande e seios medios. 
A história que irei relatar, aconteceu a cerca de um mês. Atualmente, estudo psicologia em uma faculdade popular em minha cidade, na 2° semana de faculdade conheci Vagner, de 20 anos, de lábios carnudos, corpo malhado e todo tatuado, do jeito que eu gosto.
Logo quando o conheci, não conseguia parar de olhá-lo e admirar seus lábios, Vagner, ao perceber os meus olhares insistentes, se aproximou e pediu para se juntar ao meu grupo. Os dias foram passando, e eu não conseguia tirá-lo de minha cabeça, até que em uma madrugada em que estava muito inquieta e excitada, decidi procurar por ele no Instagram.
Em poucos minutos de procura, localizei o perfil dele, deslizava pela página e me tocava olhando as fotos que ele havia postado, em sua maioria de sunga, sem camisa, e com aquela cara de safado que vinha me perturbando a dias. Não pensei duas vezes, sai curtindo todas as fotos que apareceram e para minha surpresa, ele estava online e me mandou uma mensagem.
Quando abri a mensagem, percebi de cara que o meu desejo de transar com aquele homem, iria se realizar. Passamos horas conversando, trocando fotos, gozando, até que percebi que já estava amanhecendo, me despedi de Vagner e fui dormir, com a promessa de que retomaríamos a conversa no dia seguinte.
Passado o fim de semana, fui para a faculdade na segunda feira, pronta pro que viesse! Coloquei um vestidinho preto colado, com uma calcinha fio dental vermelha. Ao me ver, Vagner se aproximou da minha mesa e sussurrou em meu ouvido que eu estava vestida como uma puta, isso o deixando excitado, e que ele estava doido para me comer.
Minutos depois, sai da sala com a desculpa de que iria ao banheiro, e ele saiu logo atrás, subimos as escadas e fomos para o terraço da faculdade. Chegando lá, Vagner me agarrou, beijou meu pescoço, enfiou a mão por baixo do meu vestido e começou a dedilhar minha buceta, eu já estava encharcada e louca para ser devorada por aquele macho, sedentos de prazer.
Ele puxava meu cabelo, deslizava a língua pelo meu corpo e em dados momentos, sussurrava ao meu ouvido que eu era uma puta e que ele iria comer minha buceta até me encher de porra. Vagner me deitou no chão, levantou meu vestido, arrancou minha calcinha e chupou minha buceta com a intensidade que eu jamais havia sentido antes, eu gemia, me contorcia, gritava e pedia mais, enquanto ele me proporcionava o ápice do prazer, me fazendo explodir em orgasmos.
Estava sedenta, queria cada vez mais foder com aquele homem, queria vê-lo invadindo meu corpo e me preenchendo por inteira. Fiquei de quatro para ele, enquanto ele metia com força, puxava meu cabelo e dava tapas em minha bunda, quando percebi que ele estava prestes a gozar, comecei a chupar sua piroca, de forma vigorosa, até receber jatos de porra em minha boca, sem deixar derramar uma gota sequer.
Vagner olhou nos meus olhos, sorriu e me chamou de vagabunda, disse que a partir daquele dia, eu seria a puta dele! Eu sorri de volta, e respondi que minha buceta estaria sempre a disposição.
Nos limpamos, voltamos para a sala e fingimos que nada havia acontecido, a partir desse dia, tivemos muitas aventuras alucinantes nesse ultimo semestre de 2019 e espero ter muito mais nesse ano de 2020.
  • Enviado ao Te Contos por Soraya

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Tarde Quente... (11-01-2020)

By: Alyce

Oi, me chamo Alyce, tenho 19 anos, loirinha, magra, seios pequenos durinho e bunda redondinnha, sou de Fortaleza.
Sol. Calor e suor, tudo que o verão pode nos presentear, sábado monótono e eu ia pegar o ônibus para ir ao shopping com o meu amigo, porém estava atrasada, e acabei perdendo o ônibus, fiquei sentada na parada esperando o próximo passar, quando ouço
- Alyce?
Era o meu amigo, que por total coincidência se atrasou também.
- Não me diga que se atrasou também.
- eu também perdi o ônibus. Você sabe quando vem o próximo?
- Uns quarenta minutos, eu acho…
- Então só temos que esperar.
Nós se olhamos e concordamos em ficar esperando, nesse calor, Ele é bonito, estava um pouco suado com uma camiseta branca, não é muito musculoso, o papo era quente como tempo, ficamos um atiçando o outro com brincadeiras que estava me deixava molhada, e ele se excitava também. No seu short dava para ver que ele estava se animando, e que ele fazia questão de deixar amostra.
Não sou boba nem nada, coloquei a mão em cima do short e mexi devagarinho. Ele me olhou sem entender muito, mas não questionou. Eu peguei a mochila dele e botei na frente para ninguém ver, logo botei a mão dentro do short e comecei a movimentar no ponto certo. Ele parecia estar gostando, dava pequenos suspiros. Eu aumentava e diminuía a velocidade, torturava-o com devido prazer, sua feição era uma mesclagem de prazer e medo de ser pego no flagra, isso excitou nós dois.
- Faz carinho na minha bucetinha também.
Ele colocou a mão em meio a minhas pernas, e por cima da calça começou a acariciá-la. Ele estava indo lento, devia ser o medo. Era sábado no meio da tarde e nós dois se masturbando na parada de ônibus. Percebi que ele estava perto de gozar, seu pau pulsava e ele suspirava pesado agora.
- Goza tudo na minha boquinha, ok? - falei pertinho do ouvido enquanto me abaixava para abocanhar sua rola.
Engoli aquela rola da cabeça até a base, ele gozou no meio da minha garganta. Enquanto aperta o banco e fechava os olhos com força, seu corpo estremecia com o orgasmo, e ele se deliciava com minha boca.
Foi tudo muito rápido, tinha que ser. Engoli toda a porra, não deixei nenhuma gotinha sair. Ao que parecia ninguém viu nada.
Nós nos recomponhamos e esperamos o ônibus chegar, que deve ter demorado mais uns 15 minutos, foi gostoso e muito excitante, fique com minha buceta molhadinha o restante do dia inteiro.
  • Enviado ao Te Contos por Alyce

Meu irmão me comeu nas ferias em Canoa Quebrada (Dez-2019)

By: Yvina

Me chamo Yvina, tenho 20 anos, sou loira, sou de Vitoria-ES, tenho seios pequenos durinhos, coxas grossas sem exagero e tenho 1.65 de altura aproximadamente.
Nesse mês de Dezembro (2019) Estavamos de férias em uma casa de praia em Canoa Quebrada- CE, Estava somente, meus pais, meu irmão (de 18 anos) e Eu.
Em uma das noite quentes e com a pele um pouco ardida do sol e decidi dormir nua e dei bobeira, pois não passei a chave na porta, acho que devido ao cansaço, e fui dormir e de repente comecei a sentir algumas sensações estranhas e aos poucos fui abrindo meus olhos e quando percebi vi o meu irmão chupando a minha bucetinha
Eu pensei em gritar e bater nele, mas estava tão gostoso que eu não consegui gritar, só gemer de prazer enquanto ele sugava minha bucetinha, então ele se levantou, veio para perto do meu rosto e baixinho disse:
- se você não gostou eu vou embora
Naquele momento meu corpo se incendiou de tanto tesão, e eu coloquei a mão na sua calça e senti seu pau completamente duro e sem pensar arranquei toda a roupa dele e quase que querendo retribuir comecei a chupar gulosamente o pau meladinho dele, chupei muito, todo seu pau e suas bolas foram chupados com muita vontade, eu caprichei…
Eu então deitei na cama e ele começou a me lamber por inteiro sem deixar nenhuma parte passar despercebido, lambia e mamava meus peitos me dando arrepios de tesão, descia e chupava minha bucetinha meio que desesperadamente, e de repente me colocou de quatro e começou a lamber e meter deliciosamente a lingua no meu cuzinho e ao mesmo tempo passava sua mão e metia seu dedo de vez em quando na minha bucetinha me fazendo delirar e gozar
Eu estava alucinada de tesão gozando em sem parar, estava ficando até sem ar, e meu coração batia tão rapidamente que parecia que eu estava morrendo de tesão e prazer, e ele não parava de lamber e meter a lingua em meu cu, e enquanto fazia isso cada vez mais abria minhas pernas deixando minha bucetinha e meu cuzinho a sua mercê
De repente sem que eu esperasse ele socou todo aquele pau no meu cuzinho fudendo gostoso fazendo um vai e vem bem rapido e colocando o dedo bem devagarinho na minha buceta que estava inchada de tesão, que era tanto que comecei a gozar curtindo cada segundo
Então ele tirou seu pau do meu cuzinho e brutalmente enfiou sua cara na minha buceta me fazendo gozar feito louca lambendo meu gozo que saia sem parar, quando parei de gozar estava meio anestesiada e ele insaciável e de forma violenta enfiou novamente seu pau no meu cu e fez um vai e vem bem rapido me fodendo feito louco
Senti seu gozo entrando no meu cuzinho que estremeceu de tesão, então adormeci anestesiada pelo prazer que meu irmão me deu me deu.
No dia seguinte agimos normalmente como se nada tivesse acontecido, mas não conseguimos parar de nos olhar com desejo de mais…. mas não tivemos coragem e oportunidade eu acho…
Já voltamos das férias e sei lá se acontecera novamente…
Sei que só de lembra faz minha bucetinha ficar molhadinha de tesão.
  • Enviado ao Te Contos por Yvina

sábado, 11 de janeiro de 2020

Levei um cara para me comer em casa e meu namorado só assistiu!

by: Lorena

Meu nome e Lorena tenho 21 anos, sou morena e tenho um bunda grande e gostosa que adoro dá ao meu namorado todinha para ele comer do jeito que ele quiser, sou muito tesuda, gosto muito de fazer sexo com ele.
Desde o inicio do nosso namoro ele tem uns desejos muitos estranhos e excitantes, e sempre me pedia para me compartilhar com outro homem na cama, apesar de esta curioso eu nunca tinha aceitado aquela ideia maluca.
Então teve um dia que eu estava com muito tesão e sai para rua sem falar com meu namorado, fui para uma festa com umas amigas beber e dançar muito, lá todos as minha amigas arrumaram um paquera e eu acebei ficando sozinha, pois não tinha intensão de trair meu namorado eu tinha ficado em casa, então um carinha chegou em mim e pediu para dançar, aceitei e fomos dançar um pouco, ele era muito atraente  e confesso que até me interessei por ele, minhas amigas ficaram olhando eu dançar com aquele homem, logico todas torcendo para eu ficar com ele.
Eu estava muito excitada doida pra fazer sexo e aquele homem não parava de esfregar seu pau nas minhas pernas, e eu adorando e esfregando mais ainda nele, quando senti ele me beijando no pescoço, AI EU NÃO ME CONTROLEI MAIS, virei uma loba e começamos a nos beijar no meio da festa.
Ele me puxou pelo braço para o banheiro e nós beijamos muito, ele mordia no meu pescoço e chupava meus peitos apertando-os, eu estava louca de tesão e queria muito dá para aquele cara, senti sua mão na minha buceta, quando pedi para ele parar e desci eu só continuava se fosse em casa.
Ele aceitou, então fomos para a casa do meu namorado chama-lo, na estrada contei a fantasia do meu namorado para o carinha e ele aceitou, com uma condição ele queria me comer primeiro, antes de chegar em casa, eu já estava louca para que ele me comece e aceitei, paramos numa rua escura e fomos para fora do carro, escorrei no capo do carro e ele foi por baixo do meu vestido abaixando minha calcinha e me chupando, eu já estava toda melada de excitação, ele ficou de pe e começou a me comer ali mesmo no meio da rua, aquele safado estava muito louco de tesão que mesmo sem camisinha comeu minha bucetinha, no final senti sua gala escorrendo por minhas pernas….foi ótimo.
Mas eu queria mais, chegamos em casa e eu avisei para meu namorado que a fantasia dele iria se realizar hoje, ele sorria e disse, como?
Mandei o homem entrar na casa, o cara entrou e deu um abraço nele, nós três fomos por quarto, tiramos a roupa e meu namorado pediu para nós ficarmos a vontade, ele ficou olhando batendo punheta e eu e aquele cara transamos muito, eu era uma gatinha de muita sorte, ele esfregar minha bumba na cara dele e me chupava muito, chupava meu cuzinho que me levava ao céu, enfiando o dedo dentro dele e colocando na minha boca, ele tinha um beijo muito gostoso, eu chupava na língua dele na frente do meu namorado era mais excitante ainda, eu sabia que sempre eu ia querer aquilo agora.
Pedi para meu namorado se juntar a nós e fazer uma dupla penetração, queria prazer total aquela noite, mas ele preferiu ficar só olhando, ele queria mesmo era ser corno, trocamos uns beijinhos carinhosos enquanto o cara comia meu cuzinho, que estava lisinho raspadinha, sempre cheirosinho.
Pedi para ele gozar bem fundo no meu cuzinho e logo senti a rola dele derramando seu leitinho dentro do meu rabinho, como era quente, sentia meu cuzinho sendo preenchido de gala do meu amante e adorei.
Foi uma noite em que eu fui presenteada, ganhei a melhor foda da minha vida, no dia seguinte eu tava muito bem comida, sentindo o prazer daquela noite.
Me namorado ficou só na punheta mesmo. CORNO!
  • Enviado ao Te Contos por Lorena

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...