terça-feira, 10 de agosto de 2021

A Assombração (lesb)

 By; Morgana

Sou loira, meu nome é Morgana, tenho 34 anos estou atualmente separada e para mudar os ares resolvi mudar de cidade, recentemente aluguei uma linda casa, em estilo antigo, o que mais me chamou a atenção foram as amplas peças e o banheiro com uma maravilhosa banheira de hidromassagem, a sacada com vista para o mar também foram importantes na minha escolha...Enfim, uma bela e deliciosa casa.

Desde o primeiro momento que pisei nela me senti muito bem, uns arrepios pelo corpo que me deixaram até com tesão, nunca havia sentido tesão por uma casa, não poderia deixar esta passar. Me mudei e estava adorando morar ali, mas uma noite algo esquisito aconteceu...

Estava assistindo tv e o sono tomou conta de mim de repente, quando olhei pra TV estava passando um filme porno (que eu não havia colocado), a cena era entre 3 mulheres, e rolava de tudo... muita lambida nas bucetas, chupoes nos peitos, dedos em todos os buracos, claro que aquilo me excitou, mesmo eu não tendo nunca fantasiado estar com outra mulher...

Me levantei e fui ao banheiro, meu susto foi ainda maior, pois estava escrito de batom no espelho...

 ”Voce é muito linda”...

Senti arrepios por todo o corpo novamente e então desmaiei. Acordei somento no sábado de manha, corri ao banheiro e não tinha mais nada escrito, então presumi que tinha sido tudo um sonho... fiquei mais tranquila, mas por pouco tempo, pois a noite tudo aconteceu de novo, estava no quarto deitada e ouvi a tv ligada e uns gemidos, fui muito receosa ver o que acontecia e novamente passava um filme de lesbicas na minha TV, novamente muita putaria corria solta... uma loira linda estava lambendo o cú de uma mulata e metendo não sei quantos dedos em sua buceta, a mulata se contorcia de prazer, acabei ficando molhada com a cena, então lembrei do espelho do banheiro e fui verificar se tinha algo escrito e lá estava outro recado;

 “voce também é muito gostosa e estou afim de te comer”.

Fiquei muito assutada, mas também com muito tesão, pois já fazia um tempo que estava só e precisando de uns malhos... Novamente desmaiei e acordei só no domingo, de novo nada parecia ser verdade, apenas sonho, domingo a tardinha de novo aquela sonolencia e o mesmo se repetiu, filme de lesbicas na TV e mensagem no espelho, só que agora a mensagem mandava eu escrever no espelho respondendo se estava pronta pra ter uma sessão de sexo!!

Fiquei pensando por um tempo, mas a curiosidade tomou minha razão e alem do mais era apenas um sonho mesmo, que mal faria?? Escrevi no espelho:

 “Estou aberta pra viver tudo que o sexo pode me proporcionar!!”

Escutei a campainha da porta tocar e achei muito estranho, pois não esperava visitas aquele dia. Abri a porta e me deparei com uma Deusa, isso mesmo, era uma mulher morena clara, com labios carnudos cor de cereja, muito bem maquiada, cabelos lindos e compridos, Olhos cor de mel com traços orientais ou sei lá eu, devia ser a própria Cleopatra, ou re-encarnação dela, um corpão escultural incrivel, com um vestido florido transparente que com a luz do sol deixava ver nitidamente sua generosas curvas, nem sei como ela conseguiu sair na rua vestida(ou pelada), daquele jeito.

Depois do susto inicial olhei em seus olhos e me senti penetrada, hipnotizada mesmo, um arrepio muito forte começou em minhas pernas e foi subindo até minha nuca, fiquei inteira arrepiada, ela então falou;

-Vim assim que recebi seu recado...

-Mas que recado você se refere, pois não enviei recado nenhum??.

-O recado no espelho meu amor!!

Engasguei na hora e fiquei sem ação, então ela perguntou se não iria convida-la a entrar?.

-sim claro, me desculpe, por favor entre.

-deseja algo pra beber ou comer?

Ela olhou pra mim deu um sorriso maroto e respondeu;

-Eu quero comer algo sim!!Algo que esta muito molhado!!

Novamente engasguei.

-Quero comer sua buceta e você inteirinha, quero te foder como jamais você imaginou na sua vida!!

Falando isso, ela sentou-se no sofa do meu lado e foi logo passando a mão em meus seios, eu estava travada, não sabia se deixava ela prosseguir ou se impedia, mas sua caricias estavam tão gostosas que não consegui resistir, ela então enfiou a mão embaixo de minha saia e dentro de minha calcinha, perdi as forças e me derreti todinha!

Ela massageava meu grelo de um jeito especial, fazendo movimentos circulares em volta do grelo, depois passava a unha de leve no grelo me levando a loucura, então explorava minha buceta com os dedos e mergulhava-os profundamente em minha caverna, na volta trazia a umidade de meu mel e novamente massageava em volta do grelo...

Fez isso muitas vezes e me fez perder a razão, estava quase gozando com sua massagem e pra me fazer derreter de vez ela mergulhou de uma vez, 4 dedos na minha buceta, mesmo muito molhada a pressão foi intensa e gozei aos berros. Enquanto me recompunha ela falou em meu ouvido;

-Se prepara pois vou te fazer gozar a noite inteira!!

Então ela pegou minha mão e me levou pro meu quarto, incrivel como ela parecia conhecer bem a casa!! Entao sem eu falar nada ela falou.

-Ja morei nesta casa e adoro estar aqui!

Ela foi me despindo e tambem tirou seu vertido, nossa como era linda, não tinha nem sequer uma manchinha na pele, incrivel.

-Agora deita que vou chupar sua buceta

Nao fiz nenhuma menção de recusar, estava entregue aquela beldade devoradora!Ela subiu em cima de mim e veio me beijar, que boca carnuda, que beijo gostoso e que perfume ela tinha, tudo maravilhoso...Beijamo-nos ate perder o folego, então tive sua boca sugando meus mamilos, que tecnica arrojada, só de pensar como ela devia lamber uma buceta, a minha buceta babava e latejava...

Então ela chegou na minha virilha, levantou minhas pernas empurrando-as em sentido do peito, me deixando exposta a sua luxuria, lambeu meu cú e veio subindo pela racha ate meu grelo, lambeu em volta e depois diretamente no grelo, já comecei a gemer e me contorcer, comecei a gozar e não conseguia parar mais, depois que gozava ela ficava por um tempo lambendo meu cú e minha racha e depois voltava a me açoitar no grelo...

Perdi a noção do tempo, acho que durou uma duas horas, sera que ela não cansaria nunca de lamber??

Então quando estava quase gozando de novo, ela meteu de uma vez os 4 dedos fundo na minha buceta de novo, gozei aos uivos e urros, então desmaiei e quando acordei, logo pensei que tinha sido tudo um sonho, mas não, ela estava sentada na cama esperando eu me recuperar.

-Esta recuperada?Agora vou te fazer uma massagem!!

Me mandou virar com a bunda pra cima, começou a espalhar oleo por tudo, massageou as costas e quadril, desceu para os pés, panturrilha e coxas, estava totalmente relaxada quando ela começou a massagear minha bunda e a derramar aquele oleo quente no meio de minhas nadegas, escorrendo pelo meu cú e buceta, voltou a massagear as polpas de minhas nadegas, forte e mergulhando as maos no meu rabo.

Então sua mão esquerda começou a explorar minha buceta, foi atiçando meu grelo e com o dedo massageava o grelo e subindo me penetrou, quase nem senti, pois estava muito escorregadio, foi revezando neste movimento aumentando o numero de dedos e me deixando alucinada, chegou a penetrar os 4 dedos muito profundamente, pois senti os ossinhos dos dedos entrando e saindo.

Então com a mão direita começou a massagear meu cú, derramou mais oleo e penetrou um dedo, travei a bunda devido a surpresa, mas foi tarde seu dedo estava inteiro, então ela perguntou se gostei e eu falei que adorava anal e tinha vários consolos pra isso.

Ela puxou o dedo rapidamente e então atolou tres dedos, urrei e fui ao ceu, com a buceta e o cú sendo explorados, cheguei a receber 4 dedos em cada buraco ao mesmo tempo...

Novamente perdi a noção de tempo ou de orgasmos, ela então parou e mandou me sentar na cama, recostada na cabeceira com vários travesseiros pra descansar, enquanto ela me mostraria algo!

Ela então subiu na cama se ajoelhou e ficou de quatro com a bunda na minha frente, que visão incrivel, rabo fantastico, buceta linda, depilada e carnuda, ordenou que eu derramasse oleo em sua bunda e a fodesse com os dedos, bem forte...

Espalhei oleo na buceta e atolei dois dedos, ela começou a massagear o grelo e pediu mais dedos, quis impressiona-la e meti logo quatro, ví que ficou arrepiada, mas pediu mais, com a outra mão também. Coloquei mais dois, depois tres e por fim os quatro, fiquei toda molhada, pois nunca esperava viver uma cena tão quente e depravada, ela pediu então que empurrasse os oito dedos bem profundamente, ate onde consegui-se, com as palmas das mãos juntas fui cavocando aquela caverna incrivel, os ossinhos ate a palma das mãos foram engolidos, ficaram só os dedoes de fora...

Que elasticidade incrivel tinha aquela buceta, ela mandou então eu tirar os dedos da mão esquerda e deixar os da mão direita, dobrar o dedão no sentido da palma e empurrar os cinco dedos pra dentro, então ala pega meu pulso com sua mão e puxa pra dentro, minha mão inteira, não houve dificuldade nenhuma da minha mão ser tragada, pois os oito dedos que meti fundo, eram bem mais espessos que apenas um punho...Parecia tão natural meu pulso mergulhado naquela fogosa buceta, isso se não tivesse uma mão inteira la dentro!!

 Tive que masturbar meu grelo que estava doendo de tanta excitação, ordenou que eu fechasse minha mão como se fosse dar um soco e fizesse um vai-e-vem com o braço, o mais fundo que conseguisse e depois puxasse até quase sair, bem rapido.

Nossa aquilo sim era verdadeiramente fuder uma buceta, mas ela ainda queria mais, mandou puxar a mão toda pra fora de uma só vez e depois com o punho fechado meter ate o fundo de volta...Dai então finalmente ela, rebolando, masturbando o grelo, uivando e eu socando a mão, gozou sem parar, orgasmo duplo, triplo, sei lá, sei que ela puxou o corpo desatolando minha mão e desabou na cama...tambem gozei e desmaiei.

Acordei com o dia claro, nem sinal de minha Deusa grega, quarto todo arrumado e limpo (sem oleo), fui ao banheiro e lá estava no espelho uma mensagem escrita de batom;

“A noite quero foder sua buceta do mesmo jeito que fez comigo, e só escrever no espelho me convidando”

Quase cai sentada no chão! Durante o dia descobri que não era mais segunda-feira e sim quarta-feira, ficamos dois dias no quarto, trepando...

Na noite daquele quarta-feira, escrevi no espelho do banheiro:

“Estou toda molhada e te esperando”.

Sonho, Realidade ou uma assombração?!

  • Enviado ao Te Contos por Morgana

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Transei com a minha Amiga e o seu Namorado

 By; Mayara

Eu me chamo Mayara e tenho 23 anos.

Bom! Desde os tempos do colégio que eu cultivo uma grande amizade com algumas garotas, e sempre saímos juntas, seja pras baladas, pro shopping ou qualquer outro evento, sempre estamos juntas, somos inseparáveis.

Com essa pandemia ficamos muito tempo sem nos ver pessoalmente, ate que se começou a liberar bares ate certo horario, e já vacinadas marcamos de nos ver, matarmos a saudade.

Marcamos em um final de tarde para uma tomar uma cervejinha, já que o calor ta bravo e ninguém é de ferro. A noite chegou e todas foram embora, ficando apenas eu e minha amiga mais chegada, a Debora, que de vez em quando ficava falando ao celular.

Quando estávamos prestes a ir embora, a surpresa, Marcelo, namorado da Debora, que ela havia convidado pra nos levar pra casa, e resolveu ficar mais um pouquinho pra beber conosco.

Marcelo chegou animado, super simpático e alegre, bebemos mais um pouco e notei algo diferente, conversas ao pe do ouvido um do outro, e é claro que a Debora tinha segundas intenções.

Batemos um papo animado, bebemos muito, rimos mais ainda, até chegar a hora de irmos embora. Como de costume eu levava a Debora ate em casa, mas como Marcelo estava de carro levou a Debora e pediu pra que eu os acompanhasse até em casa, eu sabia que a Debora estava sozinha em casa pois seus pais estavam viajando, e logo imaginei que iria rolar uma sacanagem entre eles, fiz o que foi sugerido e os acompanhei ate em casa, seguindo-os no meu carro.

Chegamos na casa dela e entramos, fui logo ao banheiro fazer xixi e fiquei imaginando o que iria rolar

“será que ela me chamou pra ver ela e o namorado trepando?”

Quando sai do banheiro e cheguei na sala, Marcelo e Debora estavam completamente nus, ele sentado no sofá com aquele pau duríssimo e ela fazendo um delicioso boquete. Na hora fiquei sem ação e minha boca ficou seca de vontade de também abocanhar aquele delicioso caralho, e minha buceta ficou latejando na hora. Marcelo olhou pra mim e disse:

- “Vem!”

Na hora fiquei sem ação, Debora olhou pra mim e sorriu e fez sinal com a cabeça me convidando a se juntar a ela, fiquei meio sem graça, mas achei que seria divertido eu e ela dividindo e saboreando o pau do Marcelo, me ajoelhei junto a Debora e olhei pra ele, ele olhou pra mim e disse:

- “Chupa…”

Ah.. como eu adoro um pau na minha boca!

Eu e a Debora ficamos nos revezando enquanto ele metia seu dedo na minha buceta e na buceta da dela. Chupávamos aquele pau delicioso e gemíamos de prazer, eu estava curtindo demais aquela brincadeira deliciosa, afinal sempre gostei de sacanagem, e so de imaginar aquela cena, chupar o pau do namorado da minha amiga na frente dela e com ela desfrutando do mesmo prazer comigo era demais.

Estava tudo indo muito bem quando de repente, Marcelo me pediu pra beijar a Debora;

“caralho, nunca tive interesse ou intensão de beijar ou tocar outra mulher”

Olhei pra Debora e ela riu, ela sabia muito bem que meu negocio era homem, agente sempre conversava sobre sexo, sabia como eu pensava.

Enfim eu não queria decepcionar nenhum dos dois e nos beijamos.

Aquilo era loucura pra mim, eu beijando minha amiga, fazendo um boquete no seu namorado e tudo ao mesmo tempo. E que beijo delicioso, que boquinha macia, sedosa, quente, úmida, nunca tinha beijado alguém assim. Fomos nos revezando, beijos, carícias, chupadas, e de repente Marcelo olha de novo pra mim e pediu pra que eu chupasse a buceta da Debora.

O que eu poderia fazer???? Não dava pra dizer “não” e se aquele beijo foi tão delicioso porque não experimentar também aquela bucetinha, nunca tive essa vontade e minha amiga sabia disso, mas no auge do tesão todos os meus conceitos caíram por terra.

Naquele momento, ela achou que eu não fosse capaz de chupa-la pois ela sabia muito bem do que eu gostava, sorrindo pra mim ela sentou-se no sofá e escancarou as pernas o mais que pode e ficou me olhando. Aquele olhar pra mim era um desafio, olhei pra buceta dela e fui chegando devagar ate sentir o seu cheiro, colei minha boca nela, senti o calor e a umidade, e chupei a buceta dela, não sabia bem o que fazer, mas pensei em como eu gostaria de ser chupada, passei minha língua no seu grelo, senti o gostinho da sua buceta, ela gemia baixo e eu ficava cada vez mais excitada, enquanto isso Marcelo socava seus dedos em mim.

Debora me pôs no chão, e numa posição meia nove, veio me chupar, ela era voraz, sabia como chupar uma buceta, parecia ter anos de experiência, me chupava com força, cheguei a sentir dor, mas ao mesmo tempo, sentia um prazer louco, eu gemia alto, me contorcia de prazer até que gozei na boca dela.

Marcelo sentado ao lado apreciava nosso desempenho, eu estava suada, molhada, ofegante, e gozamos juntas uma na boca da outra. Confesso que não foi tão ruim chupar uma buceta, foi muito gostoso, prazeroso descobrir um prazer diferente com uma pessoa do mesmo sexo, mas eu queria sentir ainda aquele gostinho de porra em minha boca, me debrucei no colo do Marcelo e com uma vontade louca, voltei a chupar aquele pau que latejava na minha boca quente, sentia seu caralho pulsando na minha boca e ficava com mais vontade de engolir tudo.

Marcelo gemia alto e Debora agora era uma mera observadora, na hora do gozo, Marcelo urrou de prazer, enquanto eu sentia toda aquela porra deliciosa inundar minha boca. Debora colou sua boca à minha num beijo ardente e eu dividi com ela a porra do seu namorado, terminamos, suadas, cansadas mas muito feliz por tudo e rindo de tudo.

Depois de um descanso Marcelo ainda fodeu minha buceta enquanto a Debora e eu nos beijávamos, sem duvida nenhuma mais um beijo delicioso, pela segunda vez na noite eu podia desfrutar daquela boquinha macia e sedosa, quente e úmida. Marcelo socava forte seu caralho em minha buceta e logo urrou de novo enchendo minhas entranhas com seu caldo groso e quente.

Marcelo se vestiu, nos despedimos e ele foi embora, ficamos eu e Debora, ela ria de mim, afinal eu sempre disse que nunca beijaria uma mulher, muito menos chuparia uma buceta e acabei beijando justamente ela e ainda chupando sua buceta.

Depois de ter meus tabus derrubados por terra posso admitir que gostei da situação, de beijar outra mulher e chupar uma buceta. Já eram quase meia noite quando meu namorado me ligou, falei que estava na casa de uma amiga, e ele foi me buscar, me levou pra sua casa pra dormir com ele, eu sem banho e com a buceta inchada, melada e exalando “sexo”.

Chegando em casa, queria ir direto tomar uma ducha, mas ele me beijou ali mesmo na sala, foi tirando minha roupa, pensei comigo, “é hoje que tudo vai acabar”, e é claro que percebeu minha calcinha melada e cheirando a porra, mas ele me fez deitar com ele ali mesmo no tapete da sala.

Não sei o que houve naquela noite, mal me deitei e ele veio me beijar de novo e sem falar nada, tirou minha calcinha melada e sem dó, me comeu com força e vontade. Foi delicioso, sentir seu pau grosso e duro sendo engolido pela minha buceta e eu gozei, novamente, montada nele.

Meu namorado encheu minha buceta de porra como nunca tinha feito antes, parecia que era a primeira vez que comia uma buceta, apesar de ter sentido o cheiro de porra na minha buceta, de ter visto minha calcinha melada com porra de outro, ele não tocou no assunto ou perguntou qualquer coisa a respeito. Apenas diz que me ama, e isso me deixa feliz. 

  • Enviado ao Te Contos por Mayara 

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Fiz programa para poder apagar meu fogo.

 By; Jordania

Ola, meu nome é Jordania, tenho 33 anos, sou casada, me encontro com um dilema: estou com o meu companheiro faz alguns anos e sempre fui fiel mas, estou com problemas.

Meu marido não me satisfaz completamente mais. Apesar de ter uma vida sexual ativa, não consigo ter um prazer mais intenso e profundo. Me nego a aceitar que a fidelidade seja abdicar-se de uma vida madura e completa.

Acredito que o amor não signifique a negação do meu eu e sim, o respeito ao companheiro e que, ter relações sexuais somente com o homem amado, não signifique e nem seja prova de amor. Inconformada, me nego a curvar aos padrões patriarcais que vêm sendo impostos pela sociedade.

Estou a ponto de cometer uma loucura. Atualmente tenho brincando em fantasiar, e isso tem encharcado, mais ainda, de libido, meu corpo de mulher. Quem lucra, é meu parceiro mas, ele nem sabe o que me torna tão insaciável. Diante de tanto desejo, quase que satisfeita, tenho masturbado. Não sinto falta de um grande e poderoso falo, quanto as demais mulheres. Sinto falta de novas e avassaladoras emoções. Meu corpo sente dores profundas na ansiedade de saciar-se chegando ao ponto de senti-lo se contraindo seguido por uma grande dor que se aproxima de uma cólica fazendo com que a minha buceta se molhe. É desesperante. Meu libido deve ser consumido. Há um desequilíbrio.

Decidi acabar com a covardia me entregando para outro a qualquer custo.

Outro dia surgiu a oportunidade. Meu marido viajou e iria ficar fora por vinte e quatro horas. Então pensei:

E se investir na noite, e se na hora “H” voltar atrás?

Eu estava insegura mas não podia perder a chance. Decidi me passar por uma prostituta em dos pontos mais conhecidos da cidade.

Meu marido, depois de muita espera, partiu. Como uma louca, corri para o banheiro e tomei um longo banho com a conhecida companhia do sabonete que, sempre era desviado pelas minhas safadas e experientes mãos. Mais que depressa, sai do banheiro e , nua, com a ajuda de um secador, modelei meus cachos.

Depois foi a hora de escolher a roupa. Mas como, em meio a tantos vestidos e saias longas e sapatos de salto. Tinha que me passar por uma mulher vulgar e atraente. Lembrei-me, então, de uma roupa extravagante que usava na adolescência.

Depois de revirar o guarda-roupas, finalmente encontrei aquela micro saia de couro prata. A calcinha e o sutiã, não tinham problemas. O que eu tinha de sobra eram calcinhas e sutiãs. Acabei vestindo um sutiã meia taça, que salientava meus seios e deixei a calcinha de lado. (na hora lembrei-me do vento) Preferi ficar sem. Assim poderia imaginar melhor o que me esperava. Faltava a blusa. Qual?

Então acabei optando por uma segunda pele preta de manga comprida, totalmente transparente. Vestida, me fiz, e calcei uma bota preta que ia até os joelhos com um grande salto plataforma, bem estilo setenta. Faltava agora a maquiagem e o perfume. Come não gosto de base e pó compacto, salientei os olhos com delineador branco e depois prata. Um remiu e um batom meio prata.

Depois de passar muito perfume, aliás, eu uso pouco, mas imaginei que deveria aumentar.(risos... acho que exagerei). Lá foi eu toda temerosa ao descer o elevador. Estava torcendo para não encontrar ninguém.

Quando a porta do elevador se abriu, foi um alívio. Não havia ninguém, somente o porteiro me viu sair com as formas e seios quase à mostra. Parada na esquina, aguardando um táxi, quase desisti ao ver que os motoristas que passavam na rua, mexiam parando o carro para olhar e, falavam:

-Gostosa, delícia...

Para meu alívio, um táxi parou e mais que depressa entrei. Sem falar nada, o motorista seguiu o caminho indicado.

Desci em um lugar escuro onde não tinha nenhuma outra mulher fazendo ponto. Sabia que não poderia ficar perto das outras pelo fato de ser nova no pedaço. Poderia ser uma afronta a até ser agredida. Como era um local auto, ventava muito. Apesar do frio, minha vagina trêmula, estava aquecida. A blusa transparente conjugada ao sutiã meia taça só tampavam até os mamilos. Minhas pernas roliças estavam arrepiadas. Eu andava de um canto para o outro. Sentia minha buceta úmida e sedenta quase a me molhar. Estava inquieta.

Alguns minutos depois parou o primeiro carro. Um boizinho. Ele falou:

- Oi gata! Quanto é, em? Vamos dar uma trepada?

Como não estava afim do garotão, subi a avenida fingindo que não estava ouvindo. O carro me seguiu. Então falei que já tinha um programa marcado e que estava aguardando. Ele seguiu caminho. Permaneci ali por mais alguns minutos. Apesar do temor de ser reconhecida, permaneci exibindo seus traços bem.

Foi quando notei um carro que estava parado, a uns 50 metros, com o farol alto. Não dava para perceber quem estava dentro. (neste momento, acredita que cheguei a pensar em uma mulher. Mas como eu nunca transei com uma mulher, aliás só beijei e foi demais. O carro, vagarosamente, veio em minha direção. Como que adivinha, meu coração disparou. Então parou ao meu lado e o homem que o conduzia disse:

-Entre gata! - De meia idade, talvez uns quarenta, era impecável em seu porte e em seu olhar malicioso.

E sem falar uma palavra, entrei seduzida. Ouvia-se no ambiente do carro um ritmo árabe o qual desconhecia mas, que me deixava em suspense. Ao conduzir o veículo, senti suas mãos quentes entres as pernas roçando minha buceta já viscosa e banhada de fluído. Percebendo minha excitação, disse:

- você já está quente, que delícia! Gosta de prazer, não é? Estás afim de ser comida, não?

E com os lábios já molhados, me vi sem fala. Então levou seus dedos já lambuzados do meu fluído até você, cheirou e maliciosamente os levou até a boca.

Eu observava cada gesto daquele homem: primeira, seta, segunda, volante.... A cada marcha um novo som, levando-me a uma nova palpitação. E em alta velocidade conduzia o carro com segurança. Sua intimidade com a velocidade me excitava levando-me a imaginá-lo conduzindo meu corpo, controlando cada platô . (Que loucura.) E sua mão, às vezes, me apertava como se dissesse:

-Se segura que estou aqui para te comer! Calma! Vou acabar com você.

E perdendo a referência, me vi conduzida BR afora e depois estrada de terra adentro até chegar a um chalé acolhedor.

Ao entrar, deparei com os detalhes masculinos do ambiente. Livros misturados à garrafas de vinho, jornais conjugados à roupas e cama totalmente desarrumada. Então ele pegou um vinho e duas taças e me ofereceu:

-Toma linda, você vai precisar! Qual é seu nome?

Então falei: Paula.

Ao degustar o vinho que era suave, percebi seu olhar malicioso e encantador. E me olhando fixamente foi se aproximando até que me beijou tomando o vinho que ainda restava em minha boca.

 Foi quando suas mãos foram cobrindo meu corpo apertando-o com certa firmeza. Com sua boca carnuda e quente, deslizou em meus lábios inseguros me acariciando loucamente e depois sua língua invadiu a minha boca, fazendo- me beber seu suco. Eu estava trêmula e então me entreguei a seu louco beijo enquanto acariciava minhas nádegas e depois minha xota. Ela estava lisinha e peladinha em seus grandes lábios. Seus dedos eram para mim, o céu. Então o abracei e não resistindo fui beijando o seu pescoço. E roçando a sua barba que ainda estava por fazer, arranhava meu rosto o que me deixou meio ébria. Meu coração parecia que ia saltar pela boca.

Novamente ele colocou aquele música árabe e sentou-se em uma poltrona e disse:

- Agora é sua vez linda! Se liberte. Eu estou aqui para te saciar. Tire lentamente a blusa

E obediente a sua ordem tirei. E ao ver aquele homem sedutor a me deliciar, embalei-me à música e me fiz livre soltando a tigresa que estava guardada dentro do meu corpo feminino. E desejosa, dançando, foi retirando cada peça de roupa: blusa, bota, sutiã e saia ...excitando com minhas mãos: seios, colo, nádegas, buceta...

Ele me olhava fixamente acariciando seu membro ainda coberto pela calça. O volume que se via entre as suas pernas era como ao de uma barraca que se arma. E o líquido que teimava em escorrer entre as minhas pernas me fez dançar mais e mais... levemente me levando a arrastar de joelhos até as suas coxas duras e grossas. Eu era sua escrava e estava disposta a dar-lhe tudo o que quisesse.

Então olhando-o nos olhos abri-lhe o feche da calça e a retirei com vontade. Sua cueca mostrava seu volume. Cheirando a virilha, me apeguei ao seu pênis que já estava avantajado sentindo-o em minhas mãos. Mais parecia um tora de tão duro. As veias estavam dilatadas e a cabeça inchada. E gostoso, desejei mordê-lo, comê-lo. E ainda ajoelhada, como um servo, o levei até boca. Senti cada veia se dilatando e sua glande crescendo. Sentia tanto prazer ao chupá-lo que seria capaz de me sufocar com o pênis que fechava-me a garganta. Da minha boca carnuda escorria um suco que o banhava e fazia deslizar mais e mais. Os seios encontraram conforto em seus joelhos, sendo roçados pelos pêlos de suas pernas. Os mamilos enrijecidos eram acariciados. Suas bolas, esparramadas, enchiam uma das palmas da minha mão. Eu gemia e bramia manhosamente. Queria esmagá-las e engoli-las. Beijando sua virilha, me vi, depois, em sua boca (que boca sedenta). Ao mesmo tempo que o beijava loucamente, o masturbava.

E ele então me jogou no tapete e beijou lentamente cada parte do meu corpo: pescoço, seios, colo... até chegar até à buceta. Meus grandes lábios se encontravam sem pêlos e os pequenos, vermelhos. E louca de prazer me segurei em seus cabelos. Ele, então, brincou com meu clitóris, lábios... chupava-os e mordia-os levemente. Com a sua língua deslizava entre o anus e o

Pegando-me pelos braços, levou-me até a mesa ordenado-me que deitasse com as pernas abertas sobre ele. E como uma escrava, obedeci. Então falou:

- Abra mais as penas minha vadia. Vc vai ter o que quer.

E temerosa e desejosa ao maximo tempo mais uma vez obedeci, pois o gozo é a coisa mais próxima entre o céu e a terra. E sem excitar penetrou-me o vibrador com toda a força na xota molhada. Então gritei. E sem dó ele me furava abrindo minhas entranhas até o útero. Eu gritava, gemia, me contorcia. Ao ver seu pau dilatado, queria abocanhá-lo. Mas ele se fez mau. Se masturbava e me observava gemer. E num vai e vem com o vibrador, eu me contorcia mais e mais. Ele falava:

- Isso gostosa... geme... tá gostando vadia, quer gozar em? Goza para o seu macho ver. Vai!...

E depois flexionando o meu clitóris, apresada, gozei feito um gata manhosa gemendo várias e várias vezes baixinho e me contorcia. Dava para ver o meu útero se contrair de delírio. Foi um gozo intenso de quero mais. Percebendo a minha loucura, falou:

- Ai gata, está gozando, que safada eu ainda não acabei. Vou te fazer gritar mais e mais gostosa. Vai, goza gostoso e pense no meu pau. Isso, isso!... Me aguarde...

Sem ejacular, ele tirou o vibrador e o penetrou com um dos dedos e falou:

- Gata, goza linda.

E então fui me acalmando. Passado alguns segundos ouvi-lo dizer:

- Ei gata, ainda está aí? Não acabou não. Vem cá abre essas pernas de novo, quero te comer com os dedos, quero sentir sua xana carnuda e quente jorrar o seu melzinho. Vem cá gata, eu quero gozar ao ver o seu delírio.

E com o dedo, foi certeiro no ponto g que a cada momento crescia me agitando. E uma confusão de prazer com a vontade de urinar, me fazia gritar. Eu me aquecia novamente, só que desta fez uma febre vinha de dentro se espalhado-se pelo corpo todo. Novamente o melzinho escorreu entre as minhas pernas e molhava a sua mão e a mesa. Ele novamente levou seu pau a minha boca. Eu mamei...mamei. Até que ensandecida, senti seu líquido jorrar nos meus lábios e cair sobre os meus seios.. Ele falava:

- isso gata, bebe o seu leite... bebe... Sinta o gosto e cheiro do seu homem... Isso vadia gostosa...

E desejando seu pau, novamente me deitei a mesa e levei a minha xota junto ao seu corpo conduzindo-o, já menor, a minha vagina. Seu tamanho era um carinho que fazia cócegas levando-a a desejá-lo cada vez mais. E na calmaria, mexia e gemia até que finalmente gozei. Múltiplos. Ele não estava viril, mas era o carinho as minhas paredes. Foi tanto que me contorcia e mordia os lábios implorando para que comece a minha bunda. Falava:

- Come a minha bundinha, vai!... Come meu cuzinho. Ele é todo seu. Come a sua vadia! Vai... Vou me abrir toda para vc.

E ele se fez novamente viril ao sentir meu gozo. Minha buceta em sucção o chupava, o levava para dentro e útero que se contraia.

E novamente ereto, me desceu da mesa e colocando-me de quatro, invadiu meu cuzinho com a sua cabeça grande e dilatada, quase arrebentando meus anéis. Então senti seu pau me invadir, abrindo meu cuzinho fechado crescendo mais e mais... aponto de causar-me dor. Primeiro a cabeça, depois o tronco. Sempre devagar e num vai e vem lento que mais parecia um carinho. Sentia-o se dilatando e agigantando-se dentro de mim, varando-me. Eu gemia e as vezes soltava gritos de dor. Desejosa, o queria tanto, que levou-me a abrir e a prostrar mais para que ele o enterrasse... Ele falava:

- Aí sua puta gostosa, mexe. Dá ele todo, vai... É assim que gosta não? Vou arregaçar esse seu cuzinho apertadinho. Vem, vem... Isso... Assim... Dá para mim este cuzinho gostoso.

E a dor, se transformou em um intenso prazer e, me segurando à mesa e ele aos meios seios, o pedi para me fuder mais e mais. E atendendo minha súplica foi investindo cada vez mais estocando a sua vara em mim. Ensandecida eu gritava. Pedia para me apertar, machucar meus mamilos... bater em minhas nádegas. E como gritava escandalosamente, me tapou a boca com uma de suas mãos e penetrou com toda a sua intensidade. Eu gritava e mordia seus dedos. Queria mais e mais. Achei que fosse morrer de tanto prazer. Estava incontrolável. E a dor se esvaiu levando-me a implorar:

- Me come, come....mais...mais...isso...assim. Come esse cuzinho que é todo seu. Fode a sua vadia, vai...

E ensandecidos acabamos por gozar juntos. Mais intenso, múltiplos, múltiplos e.... que se espalhavam por todo o corpo. E ele jorrou o seu gozo na minha bunda.

Nosso gozo prosseguiu em uma escala cada vez menor até que nos demos por vencidos e extasiados. E ainda dentro de mim, sentia seu sêmen escorrer, espalhando-se pelas pernas. E como ele me beijou e me abraçou. (Que homem! - A virilidade de um homem não está no tamanho de um pau e no tempo de ereção. E sim na capacidade de conhecer o corpo da mulher e satisfazê-la e vice- versa.)

E depois ele, mole e calmo, dentro de mim. Seria capaz de gozar loucamente outra vez. Depois de gozarmos intensamente, ficamos um pouco deitados no tapete e quietos. Ele sugeriu que fossemos tomar um banho. Então fomos para o chuveiro. Conversamos um longo tempo debaixo do chuveiro. De tudo um pouco. Ele era um homem culto e educado.

Depois, safadamente começou a lavar meus seios, costas, nádegas até que senti suas mãos entre minhas colhas roliças, lavando minha buceta. A cada momento seu pau crescia um pouco. Então eu o peguei e comecei a masturbá-lo. Então resolvemos sair do chuveiro e ir para a cama. Eu na frente, me abaixei para pegar a toalha, deixando a mostra o meu cuzinho rosado. Ele ficou louco e me agarrou falando:

- vou comer o seu cuzinho agora! Eu quero ele novamente! Vem cá e arrebita essa bundinha linda para eu te fuder.

E eu com medo de doer pois, não estava lubrificando falei:

- Ainda não. Calma! Me deixe molhadinha vem!

E pegando em sua mão o conduzi até a cama. Ele então me chupou novamente. Meus lábios, clitóres... Sua língua, em um vai e vem delicioso. Eu queria que ele me comesse novamente. E ele loucamente a me chupar. Até que falei:

- Come meu cuzinho, vai!

Então ele se deitou e eu fiquei em pé com as pernas entre seu corpo e fui descendo bem devagar. E seu membro certeiro, foi entrando em mim. Ele vidrado em meu corpo agarrou-se as minhas coxas e apertando-as, machucando a carne. Seu pau me cortava por dentro e eu gemendo de dor acariciava meus seios. Até que a dor foi transformando em prazer. Eu cavalgava cada vez mais em um ritmo crescente sempre o introduzindo mais e mais. Depois subia e descia. E ele assistindo tudo, às vezes deixava escapulir um grito. E ensandecido me colocou de quatro abrindo as minhas pernas e me arrebitando a bunda. E meteu loucamente. E eu gritava e urrava, masturbando o meu clitóres. Nunca gritei tanto. E ele falando:

- Vai gata, goza mesmo. Goza e grita para este homem que te fode e te come... goza gata.... que eu vou gozar...isso.. assim... grita gostosa... grita....

E achando que fosse morrer de tanto delírio, novamente gozei tendo orgasmos múltiplos, deixei o meu cuzinho ser estocado com o seu pênis a cortar a minha bunda mais fundo até ele gozar. E ele trêmulo se desfez e caiu sobre o meu corpo e me abraçou. Então pude sentir o seu peso. Eu estava feliz. E extasiados descansamos um pouco. Depois voltamos a tomar vinho.

O dia já estava claro quando resolvemos tomar outro banho. E novamente no banheiro nos atracamos trocando beijos e carícias, onde transamos outra vez me comendo a xana por trás. Muito gostoso.

Terminado nos enxugamos e vestimos a roupa e voltamos para a cidade. Ele perguntou onde eu iria ficar. Desci no Centro. Ao parar o carro onde pedi, ele abriu a carteira e sem perguntar quanto era, tirou algumas notas verdes e me deu. Eu sem poder falar nada as peguei e as coloquei na bolsa. Ele me beijou profundamente como um adeus. Depois do longo beijo que não mais queria acabar, desci do carro e sem me voltar para traz, segui o meu caminho.

E satisfeita, parti para minha vida de casada, como que renovada e aliviada. Só levando uma boa lembrança . Acho que ainda quero mais (risos...)

  • Enviado ao Te Contos por Jordania

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Meu marido me deu o melhor presente de aniversario da minha vida!

 By; Mariana

Olá, me chamo Mariana, sou casada, tenho 30 anos, e vou falar sobre a comemoração de aniversário que as minhas amigas (Katia, Cintia, Vanessa e Cris)fizeram para mim, mas o melhor presente que ganhei na minha vida foi o que o meu marido me deu, a realização de um sonho.

Fomos todas juntas para comemorar em um barzinho, lá ficamos por algumas horas bebendo e batendo papo enquanto esperávamos nossos maridos, eles logo chegaram e se juntaram á nós, ganhei meus presentes e os abri ali mesmo, ganhei do (Cesar) meu marido, um lindo conjunto de lingerie preto, a Katia e o Cassio me deram um Scarpin de salto alto tambem preto, a Cintia e o Fabio me presentearam com uma linda camisola longa de cor branca com uma bela fenda para mostrar bem as pernas e ainda um generoso decote, a Cris sempre saidinha me presenteou com um lindo vibrador negro de 24 cm, parecia de verdade, me deu até água na boca rssss.

Bom nos despedimos todos e saímos do barzinho e quando entrei no carro, meu marido disse que tinha uma outra surpresa para mim e carinhosamente me vendou e saiu com o carro.

Depois de uns 40 minutos o carro parou, meu marido me pegou pelas mãos e me guiou para dentro de uma casa, não via e nem ouvia nada, ele me pôs sentada em um sofá pequeno e lá fiquei por alguns instantes, logo senti alguém se aproximando de mim, era meu marido que com voz baixa falou:

- ABRA A BOCA MINHA PRINCESA

Fiz o que ele pediu e senti meus lábios sendo forçados pelo pau dele, sem reclamar comecei a chupá-lo e punhetá-lo, logo ele puxava para o lado as alças do meu vestido e deixa meus seios a mostra, ele os acariciava e gemia baixinho, ficamos assim por um tempo.

Até que ele tira o pau da minha boca e fica batendo no meu rosto, abria a boca pra tentar colocá-lo de volta, mas ele não deixava, ele se afasta de mim e logo volta e coloca ele de novo pra eu chupar, senti um gosto diferente, mas mesmo assim continuava a chupá-lo, ele tirou de novo e me levantou e deixou meu vestido cair ao chão, adorei sentir ele me beijando a nuca e me algemando as mão para trás, ele me põe de quatro no chão e retira minha calcinha que já estava toda molhada e a joga para o lado, ele volta e se senta na minha frente e ouço sua voz novamente:

-CHUPA MEU PAU PUTINHA LINDA

Faço que ele manda e sinto alguém acariciando minha bunda, me assustei com o toque, mas logo me acalmei e fiquei me perguntando quem poderia estar ali comigo e meu marido?

Seria algum dos meninos (Fabio, Felipe, Cassio ou Raul),senti uma lingua áspera sobre minha bunda e que logo passou pelo meu cuzinho indo parar na minha buceta, estava muito gostoso ser pega daquela forma, meu marido se levanta um pouco e logo retorna, me beijando e acariciando meus seios, sorri para ele e perguntei:

-AMOR QUEM ESTÁ AQUI CONOSCO?

Não obtive resposta somente fui forçada a chupar a rola dele, mas com certeza não era meu marido pois o cacete na minha boca era bem maior que o dele, fiquei mais curiosa e ainda mais cheia de desejo, o cara atrás já pincelava o pau na entrada da minha bucetinha, e eu já doida com a brincadeira empurrava meu corpo para trás tentando empurrá-lo de vez para dentro.

Logo senti a estocada firme e o pau escorregando para dentro, era grande e bem grosso, tentava adivinhar quem era apertando ele com minha bucetinha, seria seu Raul ou o Felipe? pois ambos eram dotados.

Eu gemia alto já com as estocadas:

-FODEEE!!! ASSIMM!!!

O outro colocava a pica na minha boca, mas não conseguia chupar direito pois o cara me comia gostoso e eu não parava de falar:

-ME COMEEE!!! SEU PUTOO!!! DELICIAA DE PAUU!!!

Estava quase gozando quando ele parou de meter em mim, mudaram minha posição e agora fui colocada pra cavalgar em cima de um deles, estava me ajeitando ainda quando senti um dedo forçando meu cuzinho, gemi gostosamente soltando:

-AAIII!!!

Pedi para abrir as algemas pois estavam me incomodando, eles me soltaram e pude me ajeitar melhor para receber aqueles paus que estavam me levando a loucura, me abaixei e segurei o pau e o coloquei na entrada da buceta, ele escorregou pra dentro gostosamente, o outro passava algo no meu cuzinho, devia ser KY, logo ele estava na portinha da minha bunda tentando entrar, parei um pouco minha cavalgada e empinei minha bunda para ele e joguei minhas mãos para trás e abri minhas nádegas me mostrando toda, então ele força a cabeça e começa a cravar aquela maravilha em mim, me virei e disse:

-PORRA!!! VAI DEVAGAR FILHA DA PUTA, SEU PAU É GRANDE TÁ ME RASGANDO

Ele sem falar nada empurra tudo de uma vez pra dentro e diz:

-CALA BOCA SUA CADELA BRANCA, SEU CÚ JÁ ESTÁ TODO ARROMBADO, JÁ DEVE TER LEVADO MUITA ROLA NESSE RABO, OLHA QUE CÚ GULOSO VOCÊ TEM

Nossa saiu até lágrimas dos meus olhos, o safado literalmente me arrombou as pregas, ardeu mas logo estava curtindo muito a DP, estava levando uma surra com 2 homens estranhos e de paus enormes socados em meus buraquinhos, logo meu marido chega perto (ao menos achava que era ele)e me dá o pau pra eu chupar, pego no cacete dele e o punheto enquanto digo:

-AII!!! AMOR ELES ESTÃO ACABANDO COMIGO, DELICIAAA!!! VAAII!!! SOCAAAA!!!

E engoli o pau do meu gato, meu marido diz:

-ESTÁ GOSTANDO DO SEU PRESENTE DE ANIVERSÁRIO MINHA PUTINHA LINDA?

E retira a venda dos meus olhos e eu surpresa olho pra frente e vejo meu marido sentado no sofá nú e de pau duro, olho pra baixo e vejo um negro lindo que me chupava os seios e outro nú na minha frente segurando uma rola enorme em uma mão e na outra a venda que estava em mim, olhei para trás e vi o outro que me comia a bunda como doido, eram 3 negros lindos me fodendo na frente do meu marido, eu sorri para ele e mandei um beijinho carinhoso.

Ele olha fixamente para mim sendo duplamente penetrada e com um pau na boca e ordena:

-METAM ESSES CARALHOS COM VONTADE RAPAZES

Só então eles aumentam o ritmo das estocadas me fazendo delirar:

-ISSOO!!! ME FODAAM!!! TÁ GOSTANDO DE VER AMOOOR!!!

Ele se levanta e afasta o negro que estava com o pau na minha boca e me tasca um delicioso beijo, olho pra ele toda descontrolada e digo:

-SEU CORNO FILHA DA PUTA!!! ME ENTREGOU PRA ESSES NEGROS CARALHUDOS!!!, GOSTA DE ME VER ASSIM NÉ, SEU SAFADOOO!!!, UUUIII!!! COISA BOAA!!!,

Logo ele sorrir e fala:

-FAÇAM ESSA PUTA GOZAR, QUERO VER ELA TODA ARROMBADA POR VOCÊS, METAM SEM DÓ NESSA VADIA POIS É ASSIM QUE ELA GOSTA

Eles obedecem e metem com rapidez e com estocadas firmes me levando ao êxtase:

-ISSOOO!!! METAAAM!!! ME FAÇAM PUTAAA!!! AIII!!! VOU GOZAARR!!! TÔÔÔ GOZANDOOO!!!

E cai toda mole sobre o negro que ainda me fodia a buceta com muita virilidade, já sem forças era detonada em meus buraquinhos por eles e com certeza iria ficar toda assada e sem sentar direito por alguns dias por causa daquelas tôras enormes que me fodiam. Então o que me comia atrás avisa:

-QUE RABO GOSTOSOOO!!! VOU TE ENCHER COM MINHA PORRA SUA PUTA BRANCA

E gozou dentro do meu cuzinho me deixando toda melada, os outros dois me levantaram e ficaram revesando minha boca enquanto me xingavam:

-CHUPA PUTA SAFADA!!! ENGOLE MEU CARALHO CADELA BRANCA, ABRE A BOCA PRA EU TE DAR MEU LEITE SAFADA

Abri minha boca o máximo que pude e veio um jato certeiro e espesso para dentro dela, engoli e chupei o quanto pude aquele cacete que me fodeu com tanto tesão como forma de agradecimento, logo o outro negro chega ao gozo tambem esguichando seu leite sobre meus peitos, que tive o cuidado de espalhar esfregando as mãos nos meus seios e engolindo o pau dele todo até o fundo da garganta para deixá-la limpinha

Olhei para meu marido sorrindo e fui até ele e me sentei no seu colo e o beijei de forma bem gostosa e safada e disse:

-TE AMO MEU AMOR!!!

Ele sorriu e me virou de quatro e meteu seu pau na minha bundinha e bombou rápido e gozou feliz da vida me dizendo:

-FELIZ ANIVERSÁRIO MINHA PUTINHAAA!!! TE AMOOO!!!

E assim termino esse relato, beijos e até a próxima.

  • Enviado ao Te Contos por Mariana

Meu marido não quis então achei quem me comesse.

 By; Joana

Me chamo Joana, tenho 35 anos, sou casada, 1 filho, muito bem fisicamente, seios turbinados, bunda grande e coxas grossas, sou formada em ed.fisica e trabalho em uma academia.

Lembro-me como se fosse ontem, quando minha amiga Claudia me falou:

“Vida de casada é fooogo!”.

E ela estava certa - lavar, passar, cozinhar para um marido ingrato é a pior coisa do mundo. Muitas vezes eu ficava louca de tesão e ele só pensava em trabalho, comida e cama pra dormir. Numa certa noite, meu marido chegou em casa, pra variar cansado do trabalho. E eu com o ventre ardendo em chamas.

- Boa noite, Júlio! - procurei ser simpática, sedutora.

- Fiz um jantar especial pra você. Até comprei aquele vinho que você tanto gosta!

- Hmmm... Estou com uma fome!

Era sempre o que ele dizia. “Estou com fome”, “Estou com sono”. Mas dessa vez ele não me escapava, nem que eu tivesse de colocar afrodisíacos na bebida dele. Essa noite eu queria trepar com meu marido.

Eu estava usando um vestidinho bem apertadinho, tipo tubinho, sem calcinha. Ele se sentou no sofá e ligou a televisão (como sempre fazia quando chegava do trabalho), enquanto eu preparava o jantar dele com o maior prazer. Minha xoxota estava tão molhada que eu sentia escorrer pelas coxas.

Então, num tom de brincadeira maliciosa, enfiei meu dedo na boceta, peguei um pouco do meu mel e dissolvi na taça de vinho dele. Coloquei o jantar sobre a linda mesa de vidro, fazendo questão de não colocar toalha para que ele olhasse minha vagina ardendo através dela. Sentamo-nos na mesa para comer. Quase não contive o riso quando ele levou a taça de vinho a boca. Fiquei toda esperançosa de ele reconhecer o gosto, mas nada... Sentei-me de frente para ele, com as pernas mais abertas o possível, mas ele parecia estar entretido demais com o salmão para me enxergar.

Fiquei furiosa, abri ainda mais minhas pernas e puxei o vestidinho pra cima. Enfim ele notou. Júlio me olhava, olhava para o peixe, olhava para minha vagina, olhava para o vinho e nada fazia além de continuar comendo. E eu fiquei lá, sem tocar em meu prato, “servida” pra ele como uma idiota, até que ele terminou seu jantar.

- A comida estava ótima. Nossa, como estou cansado, hoje foi um dia difícil no escritório e amanha também será. Vou dormir, boa noite! - disse, me dando um beijinho na testa e seguindo para o quarto.

Não saberia dizer em palavras como eu estava possessa e frustrada. Eu queria matar o desgraçado. Como podia me deixar daquele jeito, toda fogosa, e ir dormir?! Como sempre, a primeira reação foi de raiva, Joguei um prato no chão e disse bem alto “Caiu, amor.”, atirei os copos na pia rezando para que eles quebrassem, e eles não quebraram.

Terminadas as minhas obrigações domésticas, vieram a angustia e a solidão. Nessas horas, a única pessoa que me reconforta é a Claudia, minha amiga. Saí correndo para o apartamento dela do jeito que eu estava. Mas, para minha surpresa, quem atendeu a porta foi o marido dela, o Edgar.

- Oi, Joana. O que aconteceu? Você esta chorando?

- Nada não, Edgar. A Claudia não esta ai?

- Ela deu uma saidinha, foi até a mãe dela. Acabou de sair. Mas pode entrar... Quer conversar um pouco?

Só quando entrei é que reparei que o Edgar estava de toalha e roupão, com um grande volume entre as pernas. Aceitei a cortesia de uma conversa e me sentei no sofá. Ele me serviu um copo de agua e sentou-se ao me lado. Conversa vai, e vem, e de repente o volume entre as pernas do Edgar começou a crescer.

Não que eu seja uma vagabunda reparando no pau do marido da minha melhor amiga, mas eu já estava carente, frustrada e insegura. Não dava para ignorar aquele volume aumentando rapidamente, era um tanto grande para não ser notado. Eu ri sem graça e falei.

- Nossa, Edgar, esconde esse negocio... Estou ficando sem jeito!

- Por que? Você não gosta? Não gosta de um pau duro?

O jeito daquele homem falar fez com que o mel entre minhas pernas reavivasse. Tive até de apertar as coxas para conter o gemido que cresceu em minha garganta.

- Desculpe, acho que estou um pouco encabulada...

- Ah, não precisa ficar assim. Nos somos adultos...

E passou o braço por trás da minha nuca e foi me puxando. Eu resisti um pouco no inicio, mas fui cedendo, cedendo, até que abri as cortinas que escondiam aquela pica fenomenal. Enfiei minha boca em sua tora e quase me sufoquei. Nossa, nem sei dizer como aquilo era grande e grosso. Parecia madeira, de tão duro.

- Mmmm... Meu Deus, Edgar, que pica gostosa você tem. Eu passaria uma eternidade chupando isso aqui.

- Então chupa tudo, gostosa, chupa tudo.

E foi penetrando seu dedo entra as minhas pernas e também foi provocando meu grelinho, enquanto eu me sufocava naquele cacete rígido e quente. Como que por instinto, fui me virando, virando, até que fiquei de bunda virada pra ele, com a mão passando por entre minhas pernas, pegando o pau dele que estava atrás de mim.

- Coloca ele em mim. Quero sentir essa tora dentro de mim.

Ele se posicionou com o pinto na entradinha da minha xoxota, segurou forte em minha cintura e foi entrando bem devagarinho. Eu queria berrar de tanto tesão, mas ao invés disso eu mordia a fronha do sofá pra poder aguentar. Aquilo era um demônio, não era uma pica. Eu rebolava gostoso e ele fazia o movimento inverso, me comendo como um cachorro no cio.
Até que fiz o pedido que em seguida me levaria ao arrependimento.

- Me fode o rabo... Come meu rabo...

Já era tarde pra voltar atrás. Além do mais, queria ser fodida até pelo ouvido, se isso fosse possível. O senti cuspir na minha bunda, a saliva quente e melada, que ele foi espalhando com o dedo, forçando minha entradinha apertada e imaculada com seu dedo curioso.

Então ele posicionou seu pau e tentou penetrar uma, duas, três vezes. Mas nem a cabeça entrava de tão grande que era.

Eu já pensava em desistir quando ele me segurou forte e me puxou. Acho que essa foi a primeira vez que eu conheci a dor de verdade. Meu reto se rasgou com seu caralho me penetrando e eu senti tudo girar. Acho que senti veia por veia, nervo por nervo de seu pênis, e amei cada centímetro.

Ficou ainda mais gostoso quando tudo se ajustou e ele pode se mover com menos cautela. Era uma delicia sentir suas mãos me segurando e seu pau me fodendo o cu.

- Me come, me fode bem gostoso... Vai... Me fode... Esfola seu caralho em mim...

Eu rebolava e ele as vezes chegava a cambalear de tanto tesão que sentia. Suas bolas batiam contra a minha buceta, seus pêlos roçavam minhas coxas. Eu não aguentei, comecei a gemer cada vez mais alto.

- Fode mais forte, fode mais forte... Estou gozando! Ah, mete que eu to gozando!

Ele aumentou o ritmo das estocadas e começou a gemer mais forte, gozando junto comigo. Eu rebolava cada vez mais devagar, tentando puxar todo o gozo de dentro do pau dele.

Quando terminamos, não havia muito a ser dito. Eu me levantei, nos despedimos com um beijo no rosto e eu voltei pra casa.

Deitada, então, com meu marido roncando atrás de mim, fiquei pensando na experiência que tive e lembrei-me de minha amiga Claudia.

"É, Claudia" - murmurei em voz baixa - "Vida de casada é fogo mesmo."

  • Enviado ao Te Contos por Joana

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Minha esposa veio ao meu trabalho e me deu cuzinho (21-07-2021)

 By; Paulo

Me chamo Paulo, tenho 41 anos, trabalho como segurança.

Vou relatar uma experiencia maravilhosa que tive com minha esposa no sabado dia 31 de Julho.

Eu sou casado a vinte anos e minha mulher é um pouco temida em relação ao sexo, mas esse dias ela estava com fogo total, eu trabalho como segurança em uma casa onde a maioria dos finais de semanas todos saem em viagem ao interior ou praia e eu fico sozinho.

Me viro como posso pra passar a noite, algumas vezes fico pela internet,  estava sozinho na casa, no sabado enquanto conversava com minha mulher resolvi chama-la pra vim até o meu serviço sem pretensão alguma, eu sabia que ela não viria, mas qual foi minha surpresas quando toca o interfone

- " pizza vim entregar!"

Mais eu não pedi pizza alguma deve ter algum engano, ao ver pela câmara era minha mulher, abri a porta e ela falou;

- vc sempre fala que gostaria que eu fizesse uma surpresa pra vc, aqui estou

Meu tesão foi tão grande que meu pau ficou duro, ali mesmo eu já a joguei ela na cadeira e subi sua saia, coloquei a sua calcinha de lado e chupei aquela buceta bem gostoso, ela gemia como uma puta, meu tesão era grande meu pau latejava, ela veio me chupar

- chupa gostosa, vou goza hoje no seu cu chupa

Meu pau ia ate o fundo da sua garganta, ela engasgava mais não deixava de me chupa, era hora do que eu mai queria naquela noite;

- senta na cadeira de costa pra mim, quero comer seu cu agora vai!

Como uma puta obediente sentou deixando aquele cu todo amostra, não tive duvida passei saliva na cabeça do pau e no seu cu e coloquei pra dentro, eu bombava como um louco, ela gemia como um cadela;

- vai meu macho como meu cu bem gostoso vai.

Sem dó nem piedade soquei tudo bem la no fundo;

- aiii aiii vc esta estourando minha pregas todas aiiiiii

- isto minha gostosa goza, goza vai, quero ver vc gozando bem gostoso hoje vai!

Ela estava com tesão tão grande que gozou gemendo muito alto, como se quisesse que os vizinhos ouvisse tudo, não aguentando mais e tambem gozei enchendo seu cú de porra quente.

Quando tirei minha rola de seu cu vi aquele buraquinho todo aberto e minha porra escorrendo de dentro dele, foi maravilhoso ver minha querida esposa toda aberta naquela posição, ela abaixou a saia me deu um beijo bem gostoso e falou

- " isto e pra vc para de falar que eu não tenho coragem pra certa coisas no sexo "

E foi embora me deixando tudo mole para trabalha a noite toda, mais valeu apena.

  • Enviado ao Te Contos por Paulo          

 

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Saindo com meu primo para transar com ele (31-Julho-2021)

 By; Izabela

Me chamo Izabela, tenho 22 anos e sou de Fortaleza.

Esse final de semana fui ficar na casa dos meus tios aqui em uma cidade vizinha, para comemorar um aniversario de uma tia. Lá reencontrei um primo que não o via desde o inicio da pandemia, conversamos bastante, e acabei descobrindo que ele estava com uma namorada, ate ai tudo bem, ate que vi os dois no maior amassso, e não sei porque, aquilo me despertou um tesão enorme por ele, comecei a olhar ele com outros olhos.

No sexta feira ele me chamou pra dar uma volta, eu topei claro. Estavamos conversando e eu o calei com um beijo e ele me correspondeu, que beijo gostoso, depois ficamos um olhando o outro sem dizer uma sò palavra.

No sabado, ele me chamou para passear no carro dele, topei mas precisava tomar um banho, entrei no banheiro e comecei a imagina-lo me comendo, me chupando era uma loucura. Coloquei uma saia sem calcinha e um top, quando ele me viu eu pude ver o fogo nos seus olhos,e o meu corpo se arrepiava a cada olhada dele.

Então saimos, ele me levou a lugar deserto estacionou e me beijou, nesse momento eu ja estava molhada. As mãos dele percorriam o meu corpo, ele chupava os meus seios com carinho, colocava seus dedos em minha xana que ja estava totalmente molhada, me beijava e me chupava ate chegar na minha xana que boca maravilhosa que lingua, eu me contorcia de tanto prazer estava doida pra gozar mas prendia, podia sentir o seu pau duro, e então coloquei a boca, chupava gostoso e adorava ve-lo gemer e me chamando de putinha eu ja estava querendo aquele pau dentro de mim, quando ele me disse

- da essa bucetinha pra mim

Eu mais de que depressa iniciei uma cavalgada, cavalgava como louca e ele gemia e sussurrava em meu ouvido, dizendo vai putinha fode esse pau acaba com ele e comigo tambem, as palavras dele me deixava mais louca aquele pau entrando e saindo gostoso, ele me retirou de cima dele eme comeu de quatro me bombava com força e batinha na minha bunda, sussurrava no meu ouvido não aguentei e gozei naquele pau gostoso, e ele continuou me bombando com mais força retirou e pediu para eu chupar...

Chupei chupei ate que ele gozou nos meus seios, ele se debruçou sobre o meu corpo e seu pau continuava duro, e eu querendo mais.

Saimos do carro ele me colocou sobre o capo do carro e me bombou com tanta força que eu gritava, me contorcia e pedia mais, ele me chupava e metia varias vezes, fizemos um 69 maravilhoso que demorou muito tempo, mais uma vez ele meteu em mim de quatro, estava delicioso quando gozamos juntos mais uma vez...

Voltamos pra casa sem dizer uma palavra, enfraquecidos de tanto sexo. E já to louca para repetir logo.

  • Enviado ao Te Contos por Izabela

sábado, 31 de julho de 2021

Nossa primeira vez de muitas (lesb)

 By; Fatima

Me chamo Fatima, tenho 37 anos, sou casada, tenho 1,70 de altura seio medios, morena, cabelos escuros, amo academia, mantenho minha forma e minhas medidas sempre de forma rigida.

Eu sempre amei meu marido, mas tudo mudou assim que vi a Ana Paula pela primeira vez no restaurante perto do meu trabalho, eu fiquei louca, so pensava nela.

Seus olhos escuros e sensuais, penetravam na minha alma, seu sorriso timído e inocente, era totalmente apaixonante, sua voz suave e doce me levava ao delírio e desejos mais que proibidos e inéditos para mim.

Eu estava entregue ao desejo e isso me enlouquecia, as noites com meu marido eram frias, não havia tesão, paixão, já não havia mais amor, pois na minha mente só havia ela, meus suspiros, gemidos, eram todos pensando nela.

Resolvi então que era hora de tê-la ao meu lado, coloquei em prática um plano. Tinhamos (meu marido e eu) uma pequena empresa e eu sempre viajei por ela.

Desta vez decidi que meu marido iria, inventei que estava doente, não estava bem para uma viagem, depois que ele viajou eu me arrumei e fui ate o restaurante em que a vi (mesmo que de longe) todos os dias. Passei a manhã e a tarde inteira lá, a sua espera e eis que ela surge.

Como todos os dias passou por mim, me encarou com olhar firme e sentou-se depois de mim, eu respirei fundo, me encorajei e fui ao seu encontro, cumprimentei-a, perguntei se podia me sentar ali e ela aceitou.

Conversamos bastante, ela me jogou charme, jogava seu cabelo para o lado e depois para o outro, e me surpreendeu quando me convidou para um chopp mais tarde, disse que estava só, era nova na cidade e precisava de novas amizades.

Aceitei sem pensar (aproveitei e deixei meu endereço com ela), marcamos a hora e o local (apartamento dela). Faltava uma hora, para o horário marcado, estava prestes a me vestir quando a campainha toca.

Era ela, linda com um vestido preto, tomara que caia, me olhou da cabeça ao pés, se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:

- Resolvi adiantar as coisas.

Me puxou pelo braço e me deu o melhor beijo da minha vida, peguei ela pelo braço e fui em direção ao quarto, mal chegamos e ela já foi me jogando na cama, continuamos nosso beijo, foi longo, intenso, molhado, apaixonado e excitante.

Ela acariciava minhas coxas, cintura, beijando meu pescoço, rosto, orelhas e me falando várias sacanagens que me deixava louca como a anos eu não ficava (nem sei se tive tanto tesão assim ate aquele momento na vida).

Tirei o roupão que estava, já que não tinha me vestido ainda e implorei para que fosse chupada, mais ela não obedeceu, continuou a beijar meu corpo todo, indo até os pés e voltando ao pescoço.

Depois de muita tortura resolveu que era a hora de acatar meus pedidos desesperados, abriu as minhas pernas, e com aquela sua lingua maravilhosa, começou a me chupar. Ninguém havia me chupado assim, meu marido não chegava nem perto do que aquela garota fazia em mim.

Sua língua ia fundo, com movimentos circulares, ela beijava, chupava e sugava minha buceta de uma maneira incrível. Ela ficou dessa maneira por alguns minutos, eu já não aguentava mais de tanto prazer, gritava, me contorcia na cama.

Não aguentei mais, gozei como nunca havia gozado antes, fiquei em transe ate que me sentia um pouco culpada por tudo, mais não me arrependia de nada, estava satisfeita e olha que nós não tinhamos nem começado.

Demos mais um daqueles beijos apaixonados como antes, sentamos na cama e começamos uma tesourinha pra lá de excitante. Ela gemia, gritava pelo meu nome, gritava os maiores palavrões possíveis e aquilo me deixava louca.

Enquanto estávamos na tesoura, eu aproveitava para beijar seus seios, sua boca, orelhas e tudo mais que via pela frente. Dessa vez era a vez dela de gozar, então não perdi tempo.

Sentei ela na cama, abri suas pernas e comecei a chupá-la desesperadamente, não demorou muito e ela gozou, pudi sentir seu gozo em minha boca, chupei tudo, não deixei absolutamente nada pra trás (confesso fui um pouco"gulosa" hehe).

Nos deitamos na cama e demos mais um daqueles beijos apaixonados. Dormimos agarradinhas a noite inteira.

Ao acordar de manhã, fomos tomar um banho juntas e confesso que foi AQUELE banho.

Os 3 dias em que meu marido esteve viajando, Ana e Eu ficamos em casa transando em todos os lugares, eu me rejuvenesci, me senti umas adolescente novamente. Ficamos mantendo um caso por 4 meses, ate que não aguentei mais ficar longe dela e acabei separando do meu marido e hoje tenho 2 anos de casada com Ela, e sou a pessoa mais feliz do mundo.

  • Enviado ao Te Contos por Fatima :-)

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...