domingo, 15 de agosto de 2021

Hoje sou putinha do meu primo que tirou a minha virgindade

 By; Jessica

Me chamo Jessica, sou loira e tenho 19 anos. Tenho 65 kg bem distribuídos. Seios fartos, coxas torneadas e uma bunda carnuda bem empinadinha.

Vou relatar uma experiência que me ocorreu com meu primo Pablo, a 3 anos atras.

Quando cheguei aos meus 17 anos com os nervos a flor da pele, passei a me interessar por novas experiências, era virgem e longe de ser inocente. Tenho um primo, o Pablo que é 3 anos mais velho que eu. Moreno do corpo sarado, muito gostoso, sempre que ia a casa da tia inventava uma forma de provoca-lo, sempre indo de sainha bem curtinha, sentando em sua frente e abrindo levemente as pernas apenas para provocar.

Uma noite que meus pais tiveram que sair e voltariam tarde, eu liguei para meu primo vir ate em casa resolver um problema no meu notebook. Meus pais sairam e quase 40 minutos meu primo chegou, ele entrou em casa e foi sentando no sofá, conversamos um pouco ai falei que iria buscar o notebook e para provoca-lo passei apenas de toalha em sua frente para banhar, após o banho voltei até a sala ainda de toalha sentei ao seu lado, percebi alguns olhares e apenas rir.

- Jessica vai colocar uma roupa.

- Que foi priminho? Ta se excitando porque sua priminha esta apenas de toalha bem ao seu lado é?

Fiz cara de deboche e fui afrouxando a toalha me aproximando mais ainda dele. Apenas me insinuando, ele seria meu de qualquer jeito.

- Quer da uma olhadinha no corpinho da sua prima quer?

- Jessica para de brincadeiras, se continuar não vai ter volta depois.

Mordi os lábios, e fui puxando sua mão para minha coxa, ainda toda maliciosa. Nessa hora ele vei com tudo para cima, me deitando no sofá e puxando a toalha que estava enrolada. Foi me beijando e apertando meu corpo. Nossa como tava gostoso, meu corpo tava pegando fogo e eu queria mais e mais.

Ele foi descendo beijando meu pescoço e depois os seios, mordendo os mamilos e sugando depois enquanto colocava a mão na minha xoxota que tava encharcada, ficava esfregando meu grelinho enquanto mamava feito um bezerro em meus seios, uma hora um, uma hora outro. Foi descendo beijando meu corpo todo, abrindo minhas pernas e chegando na minha xoxota.

- Nossa prima que bucetinha linda, toda lisinha.

- Chupa ela vai, me acaba nessa tua boca gostosa.

Ele abocanhou minha xoxota com tudo, lambendo , enfiando a lingua. Quase enlouqueci. Subia a lingua e passava no meu grelinho enfiando o dedo na xota não demorou muito fui tendo uma orgasmo maravilhoso que me deixo toda tremula.

- Vem cá cachorra, chupar esse pau.

Toda obediente fiquei sentada no sofá enquanto ele foi ficando de pé em minha frente, batendo aquela pica no meu rosto. Devia ter uns 17 cm mais era bem grossa. Engoli aquele pau gostoso e ele segurando meu cabelo empurrando minha cabeça para frente, apertando meus peitos com a outra mão. Eu descia a boca e chupava aquelas bolas cheia de porra, sugava depois lambia a rola, a cabeça. Nossa era uma delicia, fico toda molhada só de lembrar.

Ele me pegou no colo e levou até minha cama, abrindo minhas pernas e volto a chupar meu xoxota enquanto se punhetava.

- Mete essa pica grossa na minha xoxota mete. Vai primo, me come.

Ele subiu em cima de mim encaixando a cabeça na entradinha da minha xoxota, forçou a entrada mais não entrou. Depois forçou com pouco mais de força e entrou a cabeça, era muito grossa e ardia mais mesmo assim não pedia pra parar.

Depois de um tempo quando já tava me acostumando ele forçou mais um pouco e enfiou até a metade esperou mais um pouco e foi fazendo movimentos de vai e vem. Doía mais ao mesmo tempo sentia prazer, finalmente tava trepando com o garoto que tanto sonhei.

Ele empurrava até o fundo apertando meus seios, tava tão delicioso que urrava de tanto prazer. Depois de muito tempo naquela posição ele sentou e pediu pra cavalgar. Fiquei por cima e quando comecei ele pegou na minha bunda com força e forçando a descida, chupando meus seios, e eu gemendo feito louca, não demorou muito gozei outra vez, e ele não parava de meter. Metia devagar até enterrar todo o pau dentro de mim, agora me fazendo rebolar.

Logo enjoou e me botou 4 voltando a chupar minha xoxota mais um pouco e meteu de uma vez, me fodia com força puxando meu cabelo e me xingando.

- É isso que queria? Toma vadia, vou te arrombar toda.

Segurando na minha cintura e puxando-me para trás ao encontro daquela torra que entrava freneticamente. Dando entocadas fortes, eu mal podia me manter naquela posição. Quando ele tirou o pau da minha xota e pediu pra chupar, depois liberou litros de porra direto pra minha boca.

Depois desse dia virei sua putinha predileta e ate hoje ele me come.

  • Enviado ao Te Contos por Jessica

sábado, 14 de agosto de 2021

A unica vez que trai foi pra provar uma rola GRANDE

 By; Dayane

Meu nome é Dayane, tenho 29 anos, moro em Londrina-Pr, sou casada há 9 anos, meu marido chama-se Antonio Carlos, tem 31 anos, um tesão de homem, sinto-me segura e sexualmente saciada.

A maioria das mulheres mesmo sendo felizes em seu casamento, tem suas fantasias, eu tenho a minha. Eu comecei minha vida sexual cedo, sempre fui muito assanhadinha no colégio, aos 15 anos, ficava com um menino de 17 anos, ele queria minha bucetinha e para satisfazê-lo o deixei colocar em meu cuzinho, meu primeiro anal, depois disso, fiquei com vários meninos e dava meu rabinho gostoso.

Aos 17 anos liberei minha bucetinha para o homem que hoje sou casada, mas minha fantasia era ser preenchida de verdade, jamais encontrei um de grosso calibre, queria ser devorada por um macho com um dote avantajado.

Viajava em meus sonhos e jamais percebi que em pouco tempo poderia tornar-se realidade, mas nada nesta vida é impossível, e aconteceu.

Em nossas férias de 2019 fomos até a casa de um amigo nosso que se mudou para Alagoas. Chegando fomos recepcionados, por ele, Mário, um cara com quase 40 anos (uns 38 acho), simpático, alto, forte, bronzeado pelo sol, e o principal financeiramente bem sucedido, moram em uma bela casa lá com piscina, ficara viúvo há 2 anos e ainda solteiro (curtindo a vida).

Alojamo-nos e no dia seguinte, fui tomar um bronzeado na piscina, precisava pegar uma cor para poder ir à praia, estava muito branquela.
Conversávamos descontraidamente quando bati o olhar em direção ao Mario e o vi de sunga, e putaquepariu fiquei hipnotizada pois mole já marcava bem. Na hora veio-me a cabeça minha fantasia, será que havia chegado o momento de provar um grandão, admito que fiquei deslumbrada.

No meio da tarde meu marido veio veio até á piscina e disse-me que iria até o banco, pois precisa pegar dinheiro para podermos curtir a noite, seria rapido pois iria no caixa eletrônico, falei que tudo bem, e pedi que tivese cuidado.

Logo que ele saiu o Mário veio fazer-me companhia, antes que ele chegasse, puxei meu biquíni para cima, deixando-o atolado em minha bucetinha depiladinha e atochado em minha bunda.
Deitei-me de bunda para cima e fiquei na espera de meu garanhão, quando ele chegou percebi seu olhar de cobiça para minha bunda, desci meus olhos para sua mala e fiquei espantada, arrepiei-me de tesão, aquele homem forte, tórax peludo com alguns pêlos grisalhos que lhe davam mais charme.

Entrei na água para refrescar meu tesão e logo sai, percebi que ele estava sentado á sombra em uma cadeira destas de piscina e logo que me viu colocou a revista que lia sobre seu pau, deveria estar excitado, teria que ser rápida, aquele homem não tomava a atitude que eu queria, se precisasse agiria como uma putinha safada, mas precisava sentir aquele colosso em mim.

Aproximei-me dele, dei-lhe um sorriso malicioso, sentei-me em uma de suas pernas e tirei a revista de seu colo, seu pau parecia querer furar a sunga, olhando para seus olhos comecei a alisar seu pau sobre o tecido de sua sunga, senti-o desconfortável preso, ajoelhei-me e fui vagarosamente despindo-o, seus olhos brilhavam de tesão, talvez não acreditando no que acontecia.

Voltei meus olhos para a parte principal, e fui presenteada com uma visão maravilhosa, seu pau pulou para fora, era descomunal, bem maior que o do meu marido e grosso (que delicia), meus olhos não acreditavam no que viam.

Ele começou a alisar meus cabelos com sua mão grande e forte, encaminhando meu rosto em direção de seu enorme cacete, beijei a cabeça daquele pauzão, lambi toda sua extensão até seu saco, arregacei minha boca e abocanhei-o, dei algumas mamadas e comecei a subir e descer com a boca, estava duro como uma rocha, encostava-o em minha garganta e retornava mamando-o, ele gemia desesperadamente, a cada mamada seu pau pulsava mais forte e inchava em minha boca, as veias grossas que recobriam todo seu pau pareciam querer explodir irrigadas por sua corrente sanguínea, a qualquer momento o vulcão entraria em erupção, acelerei, seus gemidos aumentaram e ouvi um forte urro, minha língua recebeu um jato grosso e quente, apertei forte meus lábios, conduzindo-o próximo a minha garganta e comecei a mamar sugando a cabeça de seu pau, foi maravilhoso, jatos fortes explodiam em minha garganta, suas pernas tremiam, massageei seus testículos com a mão liberando mais esperma para minha boca, sem tirar minha boca fui engolindo aquele leite grosso, quente, espesso e saboroso.

Tirei-o de minha boca e comecei a beijá-lo carinhosamente, ele saciado, abriu seus olhos, beijou minha boca com aroma de seu esperma, enroscou sua língua na minha, chegou minha tão esperada fantasia.

Com seus braços fortes pegou-me e levou-me para dentro da casa, subiu as escadas e chegamos até seu quarto, uma cama enorme, caberia ali uns 4 casais de tão grande, arrancou meu biquíni colocando á mostra meus delicados seios e minha bucetinha depiladinha, beijou meu pescoço, meus seios, mamando-os, desceu sua língua por minha barriga lambendo meu umbigo, abriu minhas pernas e começou a chupar minha ensopadíssima bucetinha, descia até meu cuzinho, lambia e beijava-o, estava quase gozando, peguei-o pelos cabelos e puxei-o para cima de mim, seu pau estava duro como estaca, peguei-o e encaminhei-o até a portinha de minha xaninha.

A sapequinha estava tão molhada que engoliu aquele monstruosa cabeça, sentia-me virgem com aquele caralhão invadindo-me, ele soltou seu peso sobre mim e colou seus lábios aos meus, senti meu útero sendo cutucado, começou um entra e sai gostoso, gemia de tesão e um pouco de dor, pois estava agasalhando uma tora dentro de mim, abri o máximo minhas pernas ficando arreganhada, enlacei seu quadril e começamos a fuder desesperadamente, seu pau entrava e saia de minha buceta numa velocidade incalculável raspando em meu clitóris e aumentando ainda mais meu tesão.

Minha respiração estava irregular, meu coração disparou, a pele de meu rosto queimava de calor, minha rachinha começou a gozar como nunca havia gozado, senti acelerar suas estocadas e fiz aquele homem maravilhoso gozar, esguichos fortes explodiam em minha buceta, lavando e inundando com seu leite fervendo e apagando meu fogo.

Ficamos grudados e beijando por uns 10 minutos, estávamos suados e fomos à ducha, aquela água refrescante caia sobre nossos corpos refazendo nossas energias perdidas, voltamos á cama e retornamos as nossas caricias, envolvi novamente sua cobra gigante com os lábios fazendo-a ficar super ereta, fiquei de 4 na cama arrebitando minha bunda insinuando que queria ser enrabada, sua língua percorria meu rego, meu cuzinho começou a piscar assanhado pelos beijos e lambidas que levava daquela boca carnuda.

Ele ajoelhou-se atrás de mim, pois suas mãos em meu quadril e penetrou minha buceta deixando seu pau lambuzado pelo meu líquido vaginal, sacou de minha buceta e apontou para meu cuzinho, mirou na portinha e foi forçando, rebolava e jogava de leve minha bunda de encontro aquela vara gigantesca e grossa, a cada cm. que a cabeça de sua rola entrava, minha ansiedade aumentava, o momento tão esperado chegou afinal, meu cu engoliu seu pau liberando sua portinha, arrombou meu cu arrebentando minhas últimas pregas, aos poucos meu esfíncter foi dilatando-se e recebendo aquela carne grossa, respirava forte e fazia força para abrir mais meu cu e completar minha fantasi.

A dor que sentia era imensa, mas era recompensada pelo fato de poder aguentar aquele jumento dentro de mim, passando pelo meu esfíncter senti seu pau deslizar gostoso, meu cu estava melado, sentia-o aos poucos seguindo seu caminho esfolando as paredes de meu canal anal, afinal senti-me totalmente preenchida, meu tesão era tão grande que quando senti seus pentelhos roçarem minha bunda e seus enormes testículos baterem em minha buceta, comecei a chorar de tanta emoção e excitação, a partir deste momento comecei a gozar pelo cu, alucinada pela sensação que sentia, aos prantos exigi que ele metesse forte, rasgasse-me se necessário.

Meu cu dilatou-se por completo e abocanhou de vez aquela pica grossa, movimentos de vai e vem ficaram acelerados, meu esfíncter tentava sem êxito morder aquela enorme vara, o sentia bater no fundinho de meu cu, meus pêlos arrepiaram, meu corpo começou a tremer, meu cu coçava com os inúmeros espasmos em suas paredes nervosas, cheguei ao clímax de meu orgasmo quando aos berros comecei a sentir enchentes ardentes de seu liquido seminal inundarem meu cu, sentia os esguichos baterem fundo em meu ânus, enfim consegui satisfazer minha curiosidade, aquela experiência foi sensacional.

Quando ele saiu de mim senti-me oca por dentro, ele deixou-me dilatada, mas feliz, novamente lavamo-nos e voltamos á piscina.

Quase 40 minutos depois que paramos meu marido chegou la do banco, ( dava ate para ter fodido mais um pouco, mas tudo bem, foi muito gostoso aquele tempo.

Ficamos ali por mais duas semanas, mas só transei com meu marido.

Voltando á nossa casa no Paraná, continuei minhas transas ardentes com Carlos, mas convenci-o a comprarmos uns vibradores diferentes, entramos em uma loja on-line e comprei um vibrador grosso, um de 25 cm.

Agora meu marido penetra-me a buceta e introduz o gigante em meu cú chegando ao fundo, fazendo-me lembrar de meu garanhão, liga o vibrador na potência máxima fazendo-me gozar alucinadamente relembrando aquele anal inesquecível, que ele nunca sabera, mas que torço para repetir.

  • Enviado ao Te Contos por Dayane

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Conheci o Carlos ele realizou meu sonho de ir a uma casa de swing trepar

 By; Evha

Me chamo Evha, tenho 26 anos, solteira no momento, tenho seios medios, sou alta, 1.70, magra, bunda redondinha, sou loira e sou de Curitiba.

A cerca de 2 meses conheci um homem lindo e maravilhoso pelo instagram, ele se chama Carlos, estavamos a dias ja conversando, ele é de minha cidade, e entao apos quase 1 mes de conversa, por rede social, por video chamada e whtsapp, resolvemos nos conhecer pessoalmente.

Marcamos um cinema, e depois um jantar em um restaurante de classe media aqui em Curitiba. Conversamos a noite inteira, e o tao esperado beijo so rolou quando ele me deixou na porta de casa, adorei ele... mais velho que eu, simpatico, atencioso e muito bonito.

Ele parece ser daqueles homens nos 50 anos que nao perde o bom preparo fisico pra nada, cabelos grisalhos, olhos azuis, e aparentemente deve ter seus 1,80. Sempre sonhei em conhecer homens assim, ja vividos e sabios do que querem e do que procuram. Adorei seu beijo, me deixou completamente molhada, o qual nao foi novidade assim que entrei em casa, correr para o banho e me tocar.

Na outra noite, marcamos de nos encontrar na minha casa para um drink, eu ja imaginava o que poderia acontecer. Entre nossas conversas colocamos de tudo, na verdade eu estava derretida por ele, e é claro que ele percebeu, nao me lembro ainda qual motivo nos levou a tocar no assunto de swing, acredito ter sido uma pergunta dele no intuito de entrar no assunto erotico e fantasias, onde declarei ter uma vontade imensa de transar com dois homens ao mesmo tempo. Ele adorou a ideia e disse ser adepto a essa fantasia, mas que ao longo desses anos todos nunca havia conhecido uma mulher ser tao firme em uma fantasia dessas, ainda mais com apenas tao pouco tempo de "amizade", ele disse que adoraria poder realizar esse meu sonho, e entao do nada peguei minha bolsa e o convidei para conhecer uma casa de swing que eu ja havia ido com um ex namorado, mas que nao aceitou que eu transasse com mais ninguem alem dele, e que acabou deixando minha fantasia de lado por meses, ele realmente me fascinou com aquela iniciativa.

Se eu ja sentia tesao em todos os aspectos fisicos dele, e por ele ser o tipo de homem que sabe como abordar uma mulher, aquela iniciativa de topar fazer parte de um desejo meu me levou aos ceus...rsrsrrs

Saimos de casa umas 10h, e em menos de 20 minutos estavamos na porta desse club que estrategicamente fica localizado em uma regiao de classe alta em curitiba.

Entramos feitos casal, com maos dada e se beijando. Nos sentamos no bar e pedimos umas bebidas, continuamos a conversar, a casa nao estava lotada ainda, mas haviam muitas pessoas ja, mais homens do que mulheres como sempre, digamos que 2 para cada mulher.

O convidei a dar uma volta pelos andares do club, em um certo momento em que passamos num corredor escurissimo senti varias maos passarem em meu corpo, e tbm um forte puxao vindo dele para que eu se encaixasse nele, senti que seu pau esta duro como uma rocha, e entao o beijei ali mesmo na escuridao, fiquei lokaaaa... me abaixei e abri sua calça e comecei a chupar seu pau, que alem de estar durissimo, era um monumento construtivo, uma delicia.

Na luz mais tarde pude comprovar seus 20cm com uma bela espessura, era realmente grossa. Mas voltando ao corredor, me depravei, afinal ninguem nos via, apenas sentiamos sermos tocamos por terceiros, assim me levantei deixando minha bundinha exposta ao corredor, e como estava com um vestidinho curto, nao demorou que outro se postasse a me chupar, senti duas maos levantarem meu vestido, e muito rapido afastar minha calcinha de lado, para que assim fosse rapida e facil a penetracao com a lingua, delirei e cai num gozo em menos de 3 minutos naquela posicao, escutei Carlos me convidar a sairmos dali, por que ele queria me experimentar antes de qualquer outro, e entao assim fiz...

Fomos para um quarto onde somos vistos por quem passa no corredor, e trepei com ele como a muito tempo nao fazia com ninguem, o homem era realmente uma chama que nao se apagava, acredito que eram mais de meia noite ja quando ele me olhou toda suada e disse, agora podemos escolher alguem para nao apenas matar seu desejo, mas como o meu tambem.

Aquilo me deu agua na boca, pois enquanto transavamos passaram inumeros homens e mulheres que nos viam, e nao deixei de perceber alguns, e me apurei a ir atras de um que havia me interessado, entao disse;

- espera que ja volto

Me compus novamente e sai a procura dele... O encontrei no bar, e perguntei se ele estava sozinho. Ele correspondeu que sim, e entao o convidei..

- Voce esta sozinho?

- Sim, sim...linda e voce?

- Com meu esposo..num quarto.

A sei.,aquele senhor eh seu esposo entao?

- Sim...e nos queremos que voce participe da nossa festinha particular, pode ser?...que me diz?

- Claro linda, nao poderia deixar de aceitar um convite desses jamais.

- Entao vamos, estou louca pra trepar com voce sabia..?

- Eh mesmo?.,e seu marido eh sossegado com isso?.

- Sim, e ambos temos esse desejo sabe..? entende?

- A clarooo, entao vamos logo linda.

Chegamos ao quarto e apresentei, e perguntei seu nome, e ele disse ser Marcelo, era um moreno alto de uns 1,85, talvez com uns 80kg e bem malhado.

O Carlos teve um certo espanto ao perceber o tamanho de Marcelo, e mais ainda quando Marcelo nao perdeu tempo e logo mostrou porque tinha aceitado o convite. Me abracou e me beijou sem ao menos uma palavra, e logo ja arrancou meu vestido.

- calma Marcelo, vamos com calma, queremos uma noite de amor e conforto, com tesao...entende.

- ok, tudo bem

Trepei com eles por umas 2 horas e jamais esquecerei como foi tao bom sentir 2 homens com paus imenso me penetrando ao mesmo tempo, foi um  prazer indescritível.

Para que aja mais dias assim, continuo me encontrando com o Carlos. Afinal nao eh facil encontrar homens que passam por esse tipo de papel todo dia neh?...

  • Enviado ao Te Contos por Evha

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Meu caso com a minha sogra.

 By; Pedro

Meu nome é Pedro, tenho 30 anos e minha esposa Neusa tem 26, temos um ótimo casamento que já dura 7 anos e vivemos muito bem.

Vou contar sobre a loucura, deliciosa e perigosa que se tornou a minha vida!

Recentemente aconteceu de a multinacional que minha esposa trabalha criar pequenos grupos de replicadores de processos administrativos, uma ótima oportunidade profissional. Por isso ela foi enviada para São Paulo para fazer um treinamento que duraria 6 dias corridos.

Para me ajudar aqui em casa, já que também trabalho o dia inteiro, a mãe de minha esposa veio passar estes dias que ela estava fora, conosco. Uma ajuda providencial porque que devido à forte frente fria que estava sobre a nossa região, um de nossos 3 filhos passou a sofrer de uma crise de bronquite e começou a requerer mais atenção.

Com ela em casa eu ia para trabalho muito mais tranqüilo. Alexandre é o filho caçula e tem 2 anos, ele tem mais duas irmãs de 5 e 6 anos que dormem no outro quarto. A nossa casa não é grande, mas é uma casa confortável.

Com a chegada de minha sogra, esta passou a dormir no quarto de meu filho. Ela é uma senhora de 48 anos, vistosa, loira, carnuda e tem a cintura bem feita, com pernas bem torneadas e seios grandes, viúva há 4 anos, nunca nos mostrou interesse em ter outro casamento. É uma pessoa recatada e de hábitos rotineiro que vive bem, mas sem luxos com a pensão deixada pelo marido e com o empreendimento que tem de fazer bolos, tortas e doces sob encomendas. Nós sempre nos demos muito bem, e apesar de eu ser muito brincalhão com ela, sempre a tratei com muita cordialidade e respeito, sendo a recíproca verdadeira.

As noites frias e úmidas fizeram com que Alexandre apresentasse crises de tosse, eu vinha fazendo nebulizações nele o que o fazia dormir melhor.

Em um dos primeiros dias da viagem de minha esposa, eu estava na cadeira do quarto dele com ele no colo fazendo nebulização, e minha sogra estava na cozinha terminando de assar um bolo para o dia seguinte. Eu e ele caímos no sono, e eu fui acordado por minha sogra me cutucando gentilmente no ombro para colocar o menino na cama dele e ir me deitar.

Eu disse que o colocaria, mas que preferia ficar ali e esperar um pouco mais, para ver se ele dormiria melhor. Ela sorriu, disse que estava ótimo, mas que ela ia se deitar. Enquanto ela foi escovar os dentes e se arrumar, eu ajeitei o garoto na cama, acendi o abajur, apaguei a luz e me sentei de volta em minha cadeira.

Minha sogra voltou, colocou o edredom em cima da cama que era de frente para a do meu filho. Eu não pude deixar de notar como ela era generosamente gostosa. Seios grandes que podiam ser percebidos mesmo com aquele camisão grande de algodão até o joelho pouco atrativo, terminando em pernas grossinhas e bem feitas, pés cheinhos macios e bonitos. Acho que ela percebeu que eu a estava olhando, mas mesmo assim fez tudo bem devagar, tirou ou relógio, ajeitou o lençol e o cobertor, arrumou o chinelinho almofadado sobre o tapete e se deitou.

Eu desviei meus pensamentos com o barulho vindo da rua, e voltei a me concentrar em meu filho, aos poucos comecei a cair no sono novamente, quando ouvi o sussurro de minha sogra dizendo que já que eu não queria ir me deitar, eu poderia me acomodar um pouco ali em um espaço em sua cama, de frente para o garoto.

Perguntei se não a incomodaria e ela respondeu que eu caberia ali sem problemas de ela chegasse mais para o canto. Eu me levantei da cadeira, olhei o menino que estava dormindo bem e me deitei na cama, falando que ficaria só um pouco e já sairia, porque achava que esta noite ele dormiria bem.

Fiquei ali deitado ao lado dela, o cheiro dela era bom. Ela se posicionou deitada de lado na cama de costas para mim e de frente para a parede, com as pernas ligeiramente dobradas de maneira que me sobrava um espaço na cama. Fiquei ali deitado quieto, mas à medida que o tempo passava, os meus pensamentos começaram a fervilhar e parecia que havia uma tensão no ar. Ela estava imóvel na cama. Eu mexi meu corpo e minhas pernas encostaram-se em seus pezinhos cobertos, ela se mexeu e me perguntou se eu não estava com frio.

Como eu estava com um pijama de calça e camisa compridas mais de algodão fino, disse que sentia um pouco sim, e o tempo estava realmente muito frio. Ela me disse então para entrar em baixo do edredom também, que este era bem grande.

Quando eu entrei debaixo do edredom o seu pezinho quente encostou novamente em minha perna. Esperei um pouco e comentei como ela estava quentinha, ela só sorriu. Aquele pequeno contato do seu pezinho quente em minha pele estava muito gostoso.

Meu filho tossiu e depois tossiu novamente, eu levantei ajeitei o edredom dele esperei um pouco e voltei para baixo do nosso edredom, só que desta vez me aproximei mais fazendo meu corpo encostar no dela além da perna. Ficamos ali quentinhos um com o calor do outro. Fiquei quieto um tempo. Cai no sono.

Acordei, olhei o relógio e tinha dormido 25 minutos, ela continuava na mesma posição, quentinha e cheirosa, e ainda encostada gostosamente em mim. Decidi que meu corpo ia tocar o dela mais um pouco, afinal o calor dela estava mesmo muito gostoso. E provavelmente ela também já estava dormindo.

Virei-me para o mesmo lado que ela estava, eu não a abracei, mas resolvi encostar-me nela toda. Meu rosto ficou próximo a cabeças dela, meu peito encostou-se a suas costas, pau encostou-se na sua bunda e minhas pernas encostaram-se às dela, que continuavam ligeiramente dobradas e tinha uma almofada entre os joelhos.

O corpo dela colado ao meu, cheiroso e quentinho, fez meu pau começar a endurecer, em pouquíssimo tempo ele estava completamente duro e totalmente colado na bunda macia dela.

Eu estava com um tesão enorme por aquela mulher cheirosa. E ela continuava ali parada, impassível. Se ela estivesse acordada até àquela hora, com certeza tinha sentido meu pau endurecendo colado em sua bunda. Estava com muita vontade de roçar meu corpo naquela mulher cheirosa.

Levantei, olhei meu filho e fui para minha cama antes que eu fizesse alguma besteira, deitei e continuei com o cheiro e o corpo dela macio em minha cabeça. Fechei os olhos e tentei dormir, passaram-se mais de 40 minutos e meu filho teve outro acesso de tosse.

Eu me levantei novamente, fui vê-lo, quando cheguei a minha sogra em pé ao lado da cama arrumando o edredom dele, peguei o xarope, pois já estava perto do horário mesmo e fiz com que ele tomasse. Eu fiquei novamente sentado na cadeira. Ela olhou para mim e disse:

- Você vai acabar ficando doente também, descalço nesse frio. Daqui você também pode ver ele.

Eu calado me levantei da cadeira e me acomodei na cama ao lado dela novamente embaixo do edredom. Ela se ajeitou e virou novamente para aquela posição para me dar mais espaço. Eu nem parei para pensar, já me virei também me encostando nela todo, do mesmo jeito que eu estava antes, e fiquei ali quieto sentindo aquele calor gostoso.

Meu pau começou a ficar mais duro novamente encostado na bunda macia dela, só que desta vez ele parecia aprofundar mais ainda no tecido do camisolão, parecia que estava encostando mais profundamente naquele bumbum gostoso. Dava a impressão que só os tecidos do meu pijama e do camisolão que ela estava é que separavam os nossos corpos.

Será que ela tinha tirado a calcinha? Será que ela tinha sentindo o meu pau encostando nela antes?

Fiquei parado quieto sentindo o cheiro. Ela estava quietinha também. Esperei mais um pouco então dei uma leve tossida, foi um motivo para me mexer e esfregar mais o pau em seu corpo macio. Ela não se mexia, eu realmente estava na dúvida se ela estava sentindo o que eu sentia. Fiquei ali parado me deliciando com aquilo mais um tempo e acabei cochilando.

Quando acordei, ainda sentia o corpo dela quentinho perto do meu, parecia mais perto ainda. Perguntei então:

- Ana, você está acordada?

Ela nada respondeu. Parecia estar dormindo. Não me contive, coloquei a mão em sua cintura e a puxei levemente de encontro ao meu corpo, e rocei o meu pau em sua bundinha de leve, ela permanecia imóvel. Aquilo era gostoso, continuei roçando em seu corpo muito levemente e passeando a mão, por sobre a camisola, por sua barriga e coxa. Eu estava com muito tesão naquela mulher.

Ela permanecia ali imóvel como se houvesse uma cumplicidade silenciosa no ar, sei que era só imaginação minha, mas era uma imaginação gostosa. Eu estava abusadamente audacioso, sem parar muito para pensar no que fazia.

Ela era atraente, cheirosa, sensual, carnuda, quentinha, próxima ao meu toque, mas era a mãe de minha esposa... Quanto mais eu pensava mais eu sabia “era proibidamente deliciosa aquela mulher”.

Estava tão gostoso que fiquei relando de leve em seu corpo, sentindo suas curvas com a mão que estava sobre ele. Alisando lentamente tudo que eu podia só para tocar aquela forma gostosa que o corpo dela tinha, com minha mão, com o meu corpo e com o pau em sua bunda macia.

A minha respiração ficou um pouco alterada e só sei que aquele ato de loucura proibida me fez gozar calado e intenso totalmente encostado na sua bunda. Fiquei até o fim colado nela, sentindo espasmos em meu corpo, gozei muito e melei o meu pijama todo, e com certeza ela poderia sentir a umidade em seu corpo muito encostado ao meu.

Aí caí em mim novamente, eu me levantei, fui trocar de pijama e voltei para a minha cama para me distanciar da minha loucura e dormir. Fiquei pensando na merda que aquilo poderia dar.

Acordei de manhã pensando no que havia feito, será que ela havia percebido? Qual seria a reação dela naquela manhã? Será que haveria confusão em nosso relacionamento familiar?

Levantei-me, tomei banho, fiz a barba e me arrumei para ir trabalhar. Quando cheguei à cozinha o meu café já estava pronto e com um pedaço de bolo delicioso a minha espera, ela me tratou normalmente muito doce com um sorriso.

Fui trabalhar ainda com a dúvida em minha mente. Será que ela percebeu? Devo estar ficando louco, um cara que goza tirando sarro da própria sogra na própria casa não pode estar normal.

Voltei à noite, tudo normal em casa, falamos com minha esposa ao telefone. No final da noite lá estava eu na cadeira novamente fazendo a nebulização do meu filho para ele dormir melhor. Percebi que a minha sogra, repetia o mesmo ritual de preparação para dormir, quando tirou o chambre vi que ela estava de pijama de algodão folgado ao invés do camisolão. Ela estava linda, e de novo convidativa a loucura.

Eu tinha que me controlar, se eu tive sorte até agora não devia continuar procurando confusão. Continuei com a nebulização e depois que o coloquei para dormir e fiquei sentado na cadeira de novo, devem ter se passado mais ou menos uns 15 minutos quando a ouvi falar:

- Você está querendo mesmo ficar doente pegando esta friagem.

Eu olhei para ela e sorri sem graça. Enquanto eu me levantava da cadeira ela já ela se virava de costas para me dar espaço na cama. Deitei-me atrás dela novamente. E novamente me encostando nela fui falando como era bom que ela estava quentinha, ela sorriu. Ficamos os dois quietos, encostados. O meu pau começou a endurecer, eu não desencostei, na verdade deixei-o bem próximo dela, e com certeza ela o sentiu em seu corpo.

Ficamos os dois quietos por uns 15 minutos, a casa estava o maior silêncio. De novo eu perguntei:

- Ana, você está acordada?

E de novo obtive silêncio como resposta. Eu devia estar ficando louco, mas a minha vontade de tocar naquela mulher cheirosa era algo irresistível. E eu descontroladamente sobre o meu desejo embarquei de novo na minha audácia.

Quando eu toquei em sua cintura com minha mão bem suavemente para tentar passar despercebido, percebi que com o pijama, que era de duas peças, eu poderia facilmente tocar sua pele na cintura por dentro da blusa.

Esperei um pouco e fui escorregando a mão muito lentamente para dentro até estar toda a mão em sua barriga. Ela continuava imóvel. De leve eu fui tocando em sua barriga quentinha, sua cintura gostosa de puxando-a para mim.

Eu estava com o pau duríssimo roçando em sua bunda, alisei lentamente sua barriga enquanto roçava o meu corpo em seu traseiro, como os tecidos eram finos, e não parecia haver calcinha para oferecer resistência, o meu pau parecia ficar bem posicionada entre as polpas de sua bunda gostosa.

Enquanto eu relava o meu pau no corpo dela, comecei a enfiar mais a mão para cima e toquei em seus seios. Ela estava sem soutiens e continuava imóvel, quietinha. Acho que era isto que me dava mais confiança para continuar na minha tara.

De leve comecei a passar a mão em seus seios deliciosos. Quando toquei em um dos bicos percebi que estava duro, passei a mão lentamente sobre os seios até o outro biquinho, que também estava durinho. Não resisti, alisei o peito todo até o biquinho e apertei-o de leve. Ela se contorceu um pouco e isso pressionou mais o meu pau no corpo dela. Morri de tesão mas eu gelei e fiquei quieto de novo. Será que eu a tinha acordado?

Eu devia estar ficando maluco, e se ela acordasse. Imagina a confusão na família que ia ser. Decididamente eu estava louco. Pensando só com a cabeça do pau.

Eu me levantei da cama, olhei o meu filho. Voltei para a minha cama. Eu não estava raciocinando. Me deitei, virei de lado e tentei pensar com clareza, tinha de parar com isto, eu estava arrumando confusão para mim mesmo. Virei-me para dormir, fiquei rolando na cama um tempão. Depois parado e ouvi pequenos rangidos de movimentos na cama, vindos do quarto de meu filho, olhei para o relógio e já estava quase na hora do remédio dele.

Levantei e fui ao quarto dele novamente, dei o remédio. A minha sogra continuava deitada ali na mesma posição, com o meu lugarzinho ali sobrando. Pensei:

“Vou me deitar aqui só mais um pouquinho”.

Me deitei e entrei de baixo do edredom me envolvendo novamente em seu corpo quente, encostei em suas costas e meu pau em sua bundinha, tomei um choque. Praticamente não senti o tecido de sua roupa, parecia que só o tecido do meu pijama nos separava. Coloquei de leve a mão sem sua cintura e fui correndo por sua perna, gelei de novo.

Ela estava só com a blusa do pijama, sem a calça do seu pijama ou a calcinha. Meu pau parecia que ia rasgar minha calça. Eu estava alterado com aquela nova situação, então resolvi aproveitar um pouco e bem de lentamente fui baixando a calça do meu pijama até tirá-lo.

Encostei meu corpo nu da cintura para baixo nela, o meu pau duro tocou em suas nádegas gostosas, estava uma delícia debaixo daquele edredom.

Ela continuava impassível, parada com a almofadinha entre os joelhos, sem movimento algum. Tirei novamente a mão de sua cintura e bem devagar direcionei o meu pau para o meio de suas pernas, sem penetrá-la. Fiquei com o pau totalmente teso entrando e saindo, muito lentamente, do meio de suas pernas, passando por suas nádegas e roçando em sua bucetinha cabeludinha.

Aquele escorregar sem atrito do meu pau, roçando a cabeça na bucetinha dela, me fazia sentir nele como ela estava úmida e quente, enquanto ficava com minha mão passeando em sua barriguinha e em seus seios macios bem devagar e sentindo seu cheiro gostoso.

Eu estava louco de tesão, fiquei ali deitado sentindo aquele calor úmido da sua bucetinha na minha pica, movimentando-me bem devagar e ao mesmo tempo brincando com aqueles seios e biquinhos gostosos bastante tempo, alisando as curvas gostosas dela, sentindo a pele quente e a respiração suave. Eu quase não respirava de tanto tesão.

Quando eu não aguentava mais, puxei o meu pau mais para trás e encaixei bem na entradinha de sua buceta, lentamente fiquei escorregando a cabecinha para dentro e para fora. Ela estava deliciosamente encharcada.

Eu escorregava devagar a cabeça do pau para dentro da bucetinha apertada dela, depois que a cabecinha entrava toda eu dava uma estocada bem leve e depois ia tirando até sair tudo, depois começava a escorregar a cabecinha para dentro de novo.

Aos poucos eu comecei a sentir que ela também estava muito lentamente rebolando no mesmo ritmo, quase que imperceptivelmente, colaborando para que eu brincasse com sua buceta molhada.

Fiquei metendo e tirando lentamente de sua bucetinha apertada, e em alguns momentos eu estrategicamente parava o movimento, me segurando para conter aquela sensação muito gostosa que me faria gozar.

Ela bem quietinha, deitadinha me oferecendo a xaninha, só respirava suave e por vezes tremia o corpo, como se levasse um choque gostoso, e continuava ali exalando aquele cheiro sensual.

Continuei brincando assim o máximo que pude, mas aí chegou um momento que eu não conseguia mais ficar sem perceber as contrações da buceta dela em volta do meu pau, o corpo todo dela tremeu, no começo de um modo fraco, mas foi intensificando rápido, eu não conseguia parar de enfiar e tirar, a buceta dela contraiu apertando minha pica e de repente eu senti o meu corpo, em volta do meu pau molhado, eu não aguentei, meti forte em sua buceta esporrando tudo dentro dela enquanto apertava o biquinho do peito. Ela esticava as pernas e depois as contraia novamente, esticava outra vez e tremia com uma vibração gostosa, tivemos juntos um gozo lento e demorado.

Ela tinha ainda leves contrações fazendo o corpo dela tremer um pouco, e eu estava tonto de tanto gozar, largado, deitado atrás dela sentindo a cama toda molhada, parecia que alguém até tinha derramado um balde de água no lençol. Ficamos quietos na mesma posição, comigo atrás abraçadinho a ela e eu desfaleci assim.

Quase de manhã, mas ainda escuro, eu acordei e ela não estava mais lá na cama, eu estava deitado no lençol úmido pelado da cintura para baixo. Ouvi barulho vindo do banheiro. Coloquei a calça do pijama, levantei-me e fui para o meu quarto. Não sabia o que fazer e o que dizer. Deitei, esperei ela voltar para o quarto dela, mas não fui lá. Fiquei deitado em minha cama, o dia clareou levantei, tomei banho me arrumei e fui tomar café.

Fui recebido muito com um sorriso lindo, um ótimo café com bolo, tudo normal, mas sem nenhuma palavra ou indicação de nada do que havia ocorrido. Nem a babá e nem a empregada nada perceberam. Fiquei até na dúvida se não teria sido um sonho meu.

Fui trabalhar e passei o dia todo esperando a noite chegar. Não tinha nem idéia do que ia acontecer, do que falaríamos um ao outro ou mesmo se havia algo a ser dito.

Cheguei em casa e a noite transcorreu toda normal até a hora de irmos todos deitar. Tudo se repetiu como os outros dias, só que no momento que ela tirou o chambre para deitar, enquanto eu fazia a nebulização, eu vi que ela estava só com uma blusa de moletom comprida, mas que só chegava na metade das cochas grossas, ela estava deliciosa, me olhando sorriu, arrumou o edredom e deitou-se de costas novamente, naquela mesma posição que me deixava lugar na cama dela para eu olhar meu filho.

Depois que terminei, coloquei meu filho na cama dormindo, fui ver o quarto das meninas, e voltei. Parei perto da cama dela e vi aquela mulher cheirosa deitada de costas para mim, sem movimento algum, esta provocação calada me convidava a deitar junto dela novamente.

Levantei o edredom e me deitei abraçando ela, um calor gostoso correu meu corpo. Ela permaneceu quieta, coloquei minha mão na cintura entrando embaixo do moletom e lentamente passei a mão pelo seu corpo macio. Ela estava sem nada por baixo de novo, nem soutiens, nem calcinha. Minha Pica ficou mais dura.

Fiquei acariciando o seu corpo bem devagar, cheirando o seu cabelo e roçando o meu corpo nela. Ela permanecia quieta só se permitindo ser totalmente manipulada por mim. Eu apertava seus seios suavemente, acariciava os biquinhos duros com as pontas dos meus dedos, ela ainda imóvel respirava levemente mais forte em alguns momentos. O seu cheiro aumentava o meu tesão, eu estava enfeitiçado por aquela mulher. Tirei a minha calça do pijama e encostei o meu corpo no dela. Rocei de leve em seu corpo quente o meu por alguns minutos.

Cheio de desejo eu fui virando seu corpo para que ficasse de barriga para cima. Ela sem dizer nenhuma palavra foi girando o corpo devagar, estava com os olhos fechados como se em uma sonolência leve. Será ela realmente participava de tudo comigo? Eu ia saber disso de qualquer jeito.

Eu estava deitado ao seu lado, com meu corpo virado de frente para ela, olhando-a detalhadamente na penumbra pouco luminosa do quarto, estávamos cobertos. Comecei a passar minha mão por seu corpo, e a levantar retirando o seu moletom, suavemente ela foi colaborando, retirando os braços e a cabeça, mas continuava de olhos fechados. Logo eu estava ali com o delicioso corpo nu da minha sogra por baixo do edredom. Linda, macia, peituda, gostosa e disponível.

Coloquei-me totalmente para baixo do edredom, e fui subindo sobre ela ficando apoiado em meus joelhos e braços totalmente sobre o corpo dela. Embaixo da coberta o cheiro dela era mais intenso, mais enlouquecedor ainda.

Beijei o seu pescoço, enquanto roçava meu corpo, beijei seus seios, mamava despudoradamente os dois, lambendo e mordendo os bicos, meu pau estava duro, ela murmurava sons e respirava forte, beijei e lambi sua barriga macia, desci a boca para suas virilhas e púbis, beijava e lambia tudo. Seu cheiro era mais gostoso ainda perto da bucetinha.

Comecei a lamber sua xana, aos poucos ela foi abrindo as pernas mais e mais, ficando com as pernas dobradas, mas abertas, totalmente arreganhadas, eu lambia o grelo, lambia a buceta de cima a baixo enfiando a língua toda dentro da vagina, sentindo seu gosto.

Ela já estava gemendo e suas mãos por dentro do edredom alisavam fortes meus cabelos por baixo da coberta, direcionando minha boca para a sua buceta, suas pernas arreganhadas deixavam a sua bunda aberta, molhei o dedo enfiando na sua buceta, e de leve, enquanto lambia a xana, fui alisando com a pontinha do dedo o seu cuzinho, minha sogrinha se arreganhou mais ainda, aos poucos fiquei escorregando e tirando a pontinha do dedo de seu cuzinho, ela gemia, respirava e tremia, de pouco em pouco enfiei o dedo todo na sua bunda, suavemente tirava e enfiava todo de novo, ela pediu para eu não parar, começou a ter espasmos, pediu para eu lamber mais, pediu outro dedo no cú, puxou minha cabeça esticou as pernas prendendo minha boca no grelo. Teve mais espasmos e molhou minha cara toda com seu gozo, molhou meu corpo, molhou a cama.

Bebi o que pude, era uma delícia aquela mulher gozando, era tanto liquido que imaginei que ela estivesse urinando, mas não, aquele jeito intenso era o seu jeito de gozar. Por isso o lençol tinha ficado tão molhado na noite anterior. Maravilhosa até no Gozo. Aos poucos foi relaxando.

Subi meu rosto molhado até perto do seu e nos beijamos, já deitando nossos corpos abraçados para o lado, nossas línguas tiveram um encontro sedento uma da outra, sua mão procurou meu pau, que duríssimo queria comê-la, ela já o direcionou para a sua buceta ainda encharcada, levantando uma perna. Eu Beijava, eu metia na buceta, eu esfregava a língua no seu rosto todo, ela lambia o meu, ela esfregava os seios no meu peito, ela me apertava, estávamos intensamente necessitados um do outro. Ficamos assim, com meu pau entrando e saindo de sua buceta dela por deliciosos minutos.

Ela foi aos poucos me largando, me olhou nos olhos, me deu um beijo e foi virando o corpo sem nada dizer, virou o corpo para mim. Eu a abracei por trás, beijando o seu pescoço, ela levantando uma perna foi guiando com a mão o meu pau para o sua bunda, colocou a cabeça do meu pau bem na portinha do seu cuzinho e começou a rebolar.

Com as mãos eu alisava o grelo dela e os seios, com a boca eu mordia e beijava seu pescoço. Eu estava teso com a cabeça do pau já dentro do rabinho dela, ela gemia gostoso. Naquele vai e vem o pau já ia os poucos entrando quase todo, ela já estava começando a ter novos espasmos, o bico do seio duríssimo era apertado por mim e por ela.

Quando eu senti que ela começou a ficar com movimentos frenéticos eu comecei a falar baixinho em seu ouvido para ela gozar com o pau todo dentro do cuzinho, com os bicos e grelo duros, para gozar que nem uma puta, para sentir o tesão correndo aquele corpo gosto.

Ela começou a esticar e encolher as pernas, as contrações do cú no meu pau ficaram deliciosamente intensas, ela gozou molhando muito de novo as pernas e eu gozei esporrando tudo dentro do rabinho dela.

Ficamos abraçados assim por muito tempo, depois voltei para o meu quarto. De manhã a vida prosseguiu normal, e neste dia mesmo a minha esposa chegou de viagem.

Nunca conversamos a respeito disso, a vida continua normalmente para nós dois, só que quando temos oportunidade, nós nos entregamos totalmente um ao outro, e eu vivo a loucura de ter aquela mulher completa comigo.

  • Enviado ao Te Contos por Pedro

 

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Aprendi a dirigir e transar com o meu tio.

 By; Regina

Meu nome é Regina, e vou tentar resumir um pouco o início deste conto pra chegar logo à parte que interessa. Moro numa cidade de pouco mais de 20 mil habitantes, onde meu pai na época era o prefeito.

Meu tio Elias (58 anos); irmão do meu pai, que foi o delegado da cidade até se aposentar, foi quem incentivou meu pai entrar pra política (vereador) sendo seu melhor cabo eleitoral já que todos na cidade o respeitavam como um homem honesto e íntegro.

Tio Elias após se aposentar passou a ser praticamente o motorista e o guarda-costas do prefeito; que continuava sendo meu pai (seu segundo mandato). Cidade muito pequena e pouco desenvolvida ainda, o povo tinha que ir pra cidade vizinha; a 60 km, pra fazer muitas coisas; inclusive faculdade.

Ao passar pra faculdade, meu pai fez questão de que eu aprendesse a dirigir pra poder me dar um carro de presente. Como na cidade nem tinha autoescola; eu teria que também ir pra cidade vizinha, meu pai pediu pra que meu tio Elias me desse alguns treinamentos pra não ter que ficar só dependendo das aulas na autoescola pra tirar minha carteira. Íamos cedo até a Prefeitura, e enquanto meu pai ficava despachando tio Elias com o carro particular do meu pai me levava pras estradas com pouco movimento (existia muitas) pra me ensinar a dirigir.

Tudo corria bem; já estava guiando com bastante firmeza, quando num dia sem nenhuma maldade fui pra treinar vestindo uma saia muito curta... Só me dei conta quando fazia qualquer movimento e minha calcinha aparecia. Tio Elias vendo meu constrangimento tentando puxar a saia constantemente.

- Não precisa ficar preocupada cobrindo sua calcinha toda hora, já que estamos só nos dois aqui no carro.

Criada numa cidade tão pequena, onde até os rapazes tinham medo de avançar nos namoros e só ficavam nos beijinhos na boca e no máximo passando a mão nas partes íntimas das meninas; eu, apesar da idade ainda era virgem e tinha muitas fantasias sexuais na minha cabeça... Resolvi deixar de me importar de mostrar minha calcinha pro meu tio; na realidade passei a gostar que cheguei em casa com a calcinha bastante molhada.

No dia seguinte coloquei uma calcinha transparente, mas vesti uma saia um pouco mais comprida... Não queria que meu pai desconfiasse de alguma coisa.

Ao chegarmos no local onde eu deveria pegar o volante e vendo que o tio Elias saiu do carro, mas ficou na porta me olhando, passei minha perna por cima do console e procurei ficar o máximo com as pernas abertas pra que ele olhasse pra minha calcinha... Ele dando a volta e entrando pelo lado do carona.

- Tá com calcinha transparente?

Eu fingindo surpresa.

- Você viu?

Ele sorrindo.

- Já disse que você não precisa ficar preocupada comigo quando eu ver sua calcinha né?

Foi minha vez de sorrir.

- Tá bom tio... Não vou mais me preocupar.

Senti um arrepio percorrer todo meu corpo quando ele levou a mão e passou na minha coxa.

- Você tem pernas muito bonitas Regina... Fico imaginando como deve ser sua bucetinha.

Fiquei realmente surpresa.

- Que isso tio? Sou uma menina muito direita, viu?

- Sei disso Regina, mas qual o problema de você tirar a calcinha e deixar ver sua bucetinha?

Um fogo foi me consumindo por dentro enquanto pensava um monte de besteiras.

- Nunca deixei ninguém ver minha bucetinha tio!

- Não vai me dizer que você ainda é virgem?

Engoli em seco vendo que tinha falado demais... Mas resolvi sustentar.

- Sou sim!...

- Caramba Regina... Mas se você me mostrar, prometo que só vou passar o dedo pra fazer carinho.

Eu que já tinha deixado muitas vezes um garoto que estudava comigo no ensino fundamental ficar passando só o dedo na minha xota que cheguei a ter até orgasmos.

- Mas aqui na estrada é muito perigoso tio.

- Vamos lá pra aquela estrada que fica naquele morro; de lá dá pra ver qualquer carro se aproximar.

Tio Elias tornou a tomar a direção do carro e chegamos no topo do morro onde não existia viva alma e dava pra gente ter uma boa visão de qualquer carro que viesse subir o morro. Ele empurrando minha saia pra cima segurou minha calcinha, tirou e guardou-a no porta-luvas. Me fez ficar com minhas costas encostada na porta com minhas pernas dobradas pra cima e passando a mão na minha buceta.

- Como é linda Regina... Deixa dar uma chupadinha nela, deixa?

Eu sabia que tudo aquilo era uma loucura, mas acabei aceitando irmos pro banco de trás. Deitando no banco de pernas abertas, ele de pé do lado de fora foi debruçando até chegar com a boca na minha xota... Simplesmente fui nas nuvens quando senti sua língua quente e viril passando no meio da minha racha. Ela passando a língua, chupando e mordiscando me fez ter um orgasmo que quase desfaleci de tanto prazer.

Só que tive que retribuir... Ele arriou suas calças me mostrando seu pau que estava duríssimo. Eu que só tinha visto daquele mesmo garoto quando ele me pedia pra masturba-lo, achei o pau do meu tio (que era normal) bastante bonito e grande.

- Chupa ele um pouquinho Regina, chupa!

Eu que só tinha ouvido falar em sexo oral, tinha acabado de ser chupada e estava pronta pra fazer meu primeiro boquete. Foi a vez dele ficar sentado no banco e eu de pé arquear meu corpo pra chegar com a minha boca no seu pau. Minha vontade foi tão grande que em poucos minutos eu estava mamando como se já tivesse bastante experiência no assunto.

- Puta-que-pariu Regina; você chupa muito gostoso... Vai! Vai! Ooooohhhh!

Engasguei com o primeiro jato batendo no bundo da minha garganta... Tirei rapidamente e enquanto ele continuava gozando pra fora do carro acabei engolindo o pouco que caiu dentro da minha boca.

Voltei dirigindo numa felicidade enorme por meu tio ter-me feito gozar com sua língua, e por ter adorado chupar seu pau.

No dia seguinte fizemos tudo do mesmo jeitinho... A diferença foi que tio Elias antes de chupar minha bucetinha mamou muito nos meus peitinhos e me beijou muito na boca me fazendo prometer deixar ele ser o primeiro a meter na minha xoxota quando sentisse vontade.

Vontade eu já estava tendo desde a primeira vez que vi seu pau duro na minha frente.

Ao ficar três dias seguidos sem sair pra treinar com meu tio, comecei a pensar que já estava na hora de perder meu selinho... Afinal de contas eu já não era nenhuma menininha inocente.

Estávamos no banco de trás no maior agarramento, ele beijando muito minha boca e eu com a mão no seu pau duro.

- Ah tio; estou com vontade de me entregar pra você hoje.

- Tem certeza Regina? Não vai se arrepender depois?

Tio Elias passou a esfregar seu pau duro no meio da minha pequena bucetinha fechada enquanto eu ia pensando de como seria querer transar pela primeira vez com algum namorado e ele descobrir que eu já não era mais virgem. Senti a cabeça do pau alargando a entrada da minha xoxota.

- Não tio! Para! Para!...

- Porra Regina... Agora que eu já estava quase conseguindo?

- Desculpa-me tio; é que comecei a sentir medo.

- Pelo menos deixa colocar na sua bundinha!

Era um modo que ainda nem tinha passado pela minha cabeça; transar pela bundinha... Mas achei que não podia decepcionar novamente meu tio. Concordei e ele me fez ficar de quatro com minha bunda virada pra fora do carro.

Após molhar meu cuzinho e também seu pau com saliva, encostou, empurrou e me fez tentar fugir quando senti seu pau arrombando meu cu... Gritei um pouquinho, mas logo fui acostumando e gostando de sentir aquela coisa dura indo e vindo dentro da minha bundinha que estranhamente acabei tendo um orgasmo ao mesmo tempo que ele gozava dentro de mim.

Tio Elias ficou quase duas semanas sem poder sair comigo... Ele e meu pai estavam resolvendo vários problemas na prefeitura antes do meu pai viajar pra Brasília. Achei que ficaria muito mais dias sem treinar com meu tio achando que ele ia viajar com meu pai... Mas, pra minha felicidade, só minha mãe quem foi com meu pai pra Brasília.

No dia seguinte tio Elias me ligou dizendo que ia me pegar em casa pra treinarmos um pouco. Sozinha em casa comecei a idealizar que eu e o tio poderíamos ficar muito mais a vontade dentro de casa sem medo de alguém aparecer de repente. Tomei um rápido banho e joguei um vestido por cima do corpo sem me preocupar em vestir calcinha e sutiã... Minha intensão era deixar meu tio me ver pela primeira vez totalmente pelada. Ele também já chegou com más intensões... Entrou na sala, trancou a porta e foi me agarrando, beijando, levantando meu vestido e descobrindo que eu estava sem calcinha.

- Hummm sua danadinha; pelo jeito hoje também não vamos treinar né?

- Não tio... Hoje eu quero ir pra cama com você!

- Hoje você vai deixar?

Era como se minha bucetinha estivesse pegando fogo de tanto desejo.

- Vou tio... Quero ser tua!

Chegamos no meu quarto e tio Elias tirou meu vestido me deixando peladinha.

- Você é maravilhosa Regina... É a menina mais linda dessa cidade.

Sabia que ele estava exagerando... Nunca fui nenhuma miss de beleza; mas tinha um corpo todo certinho: loirinha, peitinhos médios, bundinha arrebitada e coxas grossas.

Enquanto ele foi tirando a camisa fui abrindo avidamente sua calça até ter aquele lindo e gostoso pau na minha mão imaginando ele todo dentro da minha xoxotinha. Deitei e fiquei vendo-o se livrar das calças e começar a vestir seu pau com uma camisinha. Beijou, chupou meus peitinhos, beijou muito minha boca e colocando um travesseiro debaixo da minha bunda direcionou seu pau pra minha bucetinha. Fiquei tensa quando senti a cabeça do pau encostando no meu buraquinho virgem. Bastou tio Elias forçar um pouco pra sentir uma queimação... Era meu cabaço que estava sendo violado.

- Aaaaiiii! Aaaaaiiiii! Tira! Tira!...

Tio Elias praticamente deitado sobre meu corpo me abraçando e sorrindo pra mim com parte do seu pau parado dentro da minha ardida bucetinha.

- Você agora é uma mulher de verdade Regina... Não vai mais ficar preocupada por ainda ser virgem.

Realmente ser virgem com mais de 18 anos era um peso que eu carregava morando naquela cidade toda cheia de preconceitos. Mesmo sentindo um pouco de dor pedi pra continuar metendo na minha bucetinha. Senti empurrando o restante do seu pau e começar um vai-e-vem que me arrancava gritos e gritos de prazer misturados com a satisfação de me sentir mulher debaixo de um homem como meu tio, que delícia ter um orgasmo trepando pela xoxota.

Meu Tio passou o dia inteiro comigo... Comeu minha bundinha, gozou na minha boca e começava a anoitecer quando ele antes de ir embora me vez novamente urrar de prazer metendo novamente na minha xoxota. Até tirar minha carteira e ter meu próprio carro transei muito com meu tio.

Atualmente estou no quarto período da faculdade e namorando um empresário da cidade vizinha... Mas ainda sinto um prazer enorme em transar com meu tio.

  • Enviado ao te contos por Regina

Me toquei no meu trabalho essa tarde ( 10-8-2021)

 By; Kelly

Me chamo Kelly, tenho 27 anos, sou do interior de pernambuco, mas estou morando em Fortaleza, vim para estudar (faculdade), e para isso tenho que trabalhar para me manter aqui, me sustentar, com a pandemia, eu perdi o meu emprego em uma clinica onde eu era atendente, e agora, espero que temporariamente estou trabalhando como diarista em casa de familia.

Hoje eu estava louca de tesão e me masturbei no trabalho.

Sempre me masturbo quando tenho tesão e não posso transar, principalmente no trabalho, nessas horas vou direto ao banheiro, boto o dedo na minha buceta fico me fudendo e depois passo no clitoris, ate gozar bem gostoso

Hoje eu já tinha acordado com muito tesão, gozei antes mesmo de sair para trabalhar, mas mesmo assim ainda passei o dia com vontade, me segurei, até que não aguentei mais.

Eu estava trabalhando na casa de uma familia, já no final do dia e sem nada para fazer peguei no celular e comecei a ver filmes porno, logo comecei a ficar cheia de tesão e muita vontade de transar, logo entrei no banheiro, enquanto o patrão estava para chegar, me despi e me sentei no vaso com as minhas longas pernas abertas e pensando o quanto desejava um pau me fodendo gostoso com força.

Logo meti dois dedos dentro da bucetinha e senti ela bem molhadinha, comecei a me comer com os dedos, metia um dedo no cuzinho que me dã muito tesão, estava louca de vontade em transar mesmo, nua, sentada no vaso senti o tesão aumentar e o gozo vindo.

Meti mais e mais rapido, passava também no meu clitoris com vontade e metia sem parar dentro de mim, até que senti uma onda subir por mim, firmei os pés no chão e joguei a bunda para a frente me penetrando o maximo que podia.

O gozo foi rapido e forte, segurei o gemido porque podiam ouvir, senti a buceta se contrair muito e depois veio com tudo o orgasmo que e fez tremer todinha.

Fiquei quietinha esperando minha respiração voltar ao normal, na tela do celular ainda passava um filme de uma garota com dois caras, como queria estar no lugar dela, ainda estava com tesão.

Me vesti devagar e fiquei esperando meus patrões chegarem para vir pra casa.

Queria um pau me fodendo nesse momento, 2 então, seria maravilhoso.

  • Enviado ao Te Contos por Kelly 

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...