terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Me dei de bem...

 

By; Douglas

Me chamo Douglas e vou contar sobre minha amiga…

Eu sou amigo de um casal de namorados há muito tempo e éramos organizadores de eventos. A namorada dele é uma mulher sexy e eu a via com uma cara de safada que me deixava louco mas ficava em dúvida se podia me aproximar mais e ela não gostar.

Depois de toda reunião que fazíamos, eu mandava mensagem para ela para saber se estava tudo certo em relação ao evento, uma maneira de me aproximar mas ao mesmo tempo ficava com receio do namorado dela descobrir…

Fui pegando confiança e numa dessas noites eu comecei a apimentar nossas conversas. Ela então percebeu que eu queria algo mais e para minha sorte, gostou! Eu conversava com ela e o meu pau latejava. Eu queria ela de qualquer jeito e ficava imaginando se seria tão safada como eu imaginava.

Nossas conversas foram fluindo e eu ficava ansioso esperando a noite chegar para conversar com ela novamente. Então, depois de vários dias conversando madrugadas adentro, iríamos nos encontrar numa nova reunião de evento, que começou normalmente, pois seu namorado nem imaginava que estávamos conversando nas madrugadas. Sentia que ela me olhava com tesão, louca querendo meu cacete naquela bucetinha gostosa.

Estávamos sentados ao redor de uma mesa, ela ao meu lado. Eu não conseguia concentrar na reunião, somente nela. Então resolvi encostar a minha mão na perna dela por baixo da mesa, estava de mini-saia e eu fui subindo até encontrar a bucetinha dela. Ela era safada mesmo, pois estava sem calcinha. Eu tocava levemente aquela bucetinha lisinha e molhadinha, na frente do namorado e das outras pessoas. De vez em quando, olhava para ela e via que estava doida para fazer uma loucura. Quando eu tirei a mão, a safada colocou a mão por cima da minha calça e apertou meu cacete, duro de tesão.

Depois da reunião, chegando em casa recebi uma mensagem dela dizendo:

– Gostou? Quer mais?

Eu não aguentei e disse para ela:

– Vou fazer uma chamada de vídeo, quero te ver e gozar pra você.

Mas ela não quis, estava acanhada. Então mandei pra ela uma foto do meu cacete que a deixou louca. Estava com tanto tesão que acabei ligando pra ela, bati uma com ela falando muita putaria e gozamos gostoso.

Combinamos então de eu ir ao local de trabalho dela para buscar umas coisas do evento. Entrei na sua sala, ela estava sozinha e me recebeu com um beijo gostoso, cheio de tesão. Ela era tarada e safada, não se contentou somente com o beijo e sussurrou no meu ouvido:

– Quero mamar neste cacete gostoso!

Mesmo não tendo como trancar a porta, ela se abaixou , colocou meu cacete para fora e o engoliu como se fosse o último pau existente. Meu cacete encheu a boquinha dela, ela chupava e olhava para mim com aquela cara de putinha safada. Nem o medo de entrar alguém na sala conseguiu nos fazer parar com aquela loucura gostosa. Ela estava com tanto tesão que desceu a calça, abaixou a calcinha e disse:

– Me fode!

Eu já não me segurava de tanto tesão, peguei ela por trás, coloquei meu cacete na portinha da buceta dela e enfiei de uma vez só. Que delícia sentir aquela bucetinha quentinha e molhadinha. Ela olhou pra trás e disse:

– Come esta buceta que ela estava mesmo te esperando.

Eu comi ela ali, na sua sala, com a porta aberta e gozamos loucamente. Foi tudo muito rápido, mas que foda maravilhosa.

Na mesma noite, nos encontramos de novo na reunião e já não mais aguentávamos de tanta vontade. Neste dia a reunião foi somente nós três, então, quando o namorado saia para buscar algo, ela me beijava e segurava meu cacete com força.

A reunião acabou muito tarde e ela disse para o seu namorado que não precisaria a levar em casa e que iria de carona comigo. Assim que ela entrou no carro, abriu meu zíper e caiu de boca me chupando como uma vadia. Durante o trajeto, seu namorado ligou e ao mesmo tempo que ele falava, ela me chupava com mais tesão ainda. Quando desligou ela disse:

– Quero que você encha minha boquinha de leite quentinho.

Não deu outra, eu jorrei um jato de porra na boca dela, ela me olhou com aquela cara de safada e disse:

– Eu adorei seu leitinho, vou mamar até a última gota.

Cheguei em casa e só pensava nela, queria mais… Liguei pra ela e disse:

- Liga a cam que vou bater uma pra você assistir.

Ela só não concordou como ficou peladinha falando putaria e passando a mão na bucetinha molhadinha, me provocando, me deixando tremendo de tesão. Gozamos gostoso novamente.

Depois disso passamos a fazer loucuras… Ela passou a me chamar para ir na sua casa e na primeira vez, ela me recebeu só de calcinha, com aqueles seios fartos que me deixam louco… Ela pegou nas minhas mãos, me levou para o seu quarto, me deitou na sua cama e sugou meu cacete feito uma vadia. Pegou o celular e disse:

– Me filme te chupando, quero ter um vídeo da minha boca no seu pau!

Aquilo me deixou louco! Fiz o vídeo, depois coloquei ela de quatro e comi aquela bucetinha deliciosa, que gostou de rebolar na minha vara. Eu fudia ela com força e ela me provocando dizendo que até então era só o namorado a tinha comido e que tinha dado muito pra ele ali, naquela cama, mas que tinha mesmo era prazer em fuder comigo.

Assim foram várias vezes, mas o melhor estava por vir… Ela disse que queria mais e me propôs a chamar uma outra pra cama com a gente.

Agora, vamos precisar encontrar uma gostosa para realizar o desejo dela e o meu, claro! Espero logo, logo relatar para vocês como foi.

  • Enviado ao Te Contos por Douglas

Traindo em casa dando pro meu primo (2023)


By; Vanessa

Ola, me chamo Vanessa e quero contar sobre a minha deliciosa pulada de cerca com meu primo.

O Fabinho sempre foi o tipo de menino que todos gostam. As tias viviam elogiando a polidez e a educação que ele demonstrava já na primeira infância, os pais não cansavam de contar as proezas do garoto na escola e as primas mais novas, nas quais eu me incluo, achavam-no o menino mais bonito de nossas vidas.

Sete anos mais nova que ele, conheci o Fabinho quando eu tinha cerca de dois anos de vida. Na época, meus pais voltavam a São Paulo depois de cinco anos morando em João Pessoa e, sem emprego nem lugar para morar, aceitaram o convite dos meus tios – o pai do Fabinho é irmão do meu pai – para passarmos um tempo na casa deles.

Entre este período em que moramos na mesma casa e mais alguns anos os quais nos visitávamos nos fins de semana e em festas da família, transcorreram-se pouco mais de dez anos e eu, pré adolescente, fiquei perdidamente apaixonada por aquele moço bonito e namorador que me tratava como a irmãzinha que nunca teve.

Me mudei para belo horizonte e, como toda menina, logo arrumei outras pessoas para amar, esquecendo, pouco a pouco, minha primeira paixão.

Os anos se passaram e nesse ano eu já com 25 anos, acabei me reencontrando com o Fabinho, ele já separado. Coincidindo com uma viagem de negócios do meu marido à Brasília, decidi ir com ele e nosso filho passar a semana lá.

Reencontramos o Fabinho, neste dia, senti que meu primo queria muito mudar de vida e, ao que parece, meu marido gostou muito dele, pois convidou-o a passar uns tempos aqui em belo horizonte, onde poderia arrumar algum trabalho para ele, em atenção ao meu tio, de quem era muito amigo.

Convite aceito, confesso que torci para que não se realizasse, mas, um mês depois, estava eu buscando meu primo no aeroporo. Não sei o que me deu, mas me produzi com um vestidinho super curto e leve, sem sutiã e com uma calcinha que não marcava o tecido, dando a impressão de que estava sem nada por baixo.

Depois do abraço respeitoso, Fabinho foi logo elogiando a minha beleza e avisando que se eu usasse esse tipo de roupa em casa, seria difícil se manter longe de mim. Ri, desconcertada, e pedi que parasse com essa brincadeira.

Em casa, as primeiras duas semanas se passaram sem maiores novidades, exceto pelo prazer que eu sentia de estar, novamente, perto daquele homem pelo qual tinha tanto carinho.

O problema começou na terceira semana, quando o Fabinho chegou em casa por volta das 14:30, dizendo que havia largado mais cedo para aproveitar que meus filhos estava na escola e meu marido só chegaria à noite.

Às vezes, sinto que deveria tê-lo expulso de casa na hora, mas, não sei se foi pelo medo da repercussão disso ou se por um tesão guardado no fundo da minha inconsciência, tentei conversar com ele a fim de demovê-lo dessa ideia. Falei que era casada, que meu marido o convidara com a intenção de ajudá-lo, que meu tio não gostaria nada de saber que isso acontecia e outras baboseiras mais que só fizeram deixá-lo mais excitado e, aos poucos, a mim também, até que, não sei bem como aconteceu, terminei puxando-o para o quarto de hóspedes e, quando me dei conta, estava sem blusa – não uso sutiã em casa – e, só de short, sendo abraçada por ele que, sentado na beira da cama, me puxou, de pé, para entre suas pernas. Nesta posição, além de sentir seus braços fortes em volta da minha cintura, alisava seus cabelos lisos enquanto ele me chupava os seios.

Parece que o danado sabia da minha hipersensibilidade nos mamilos pois, sem mais nem menos, tirou meu short, sem parar de me lamber os bicos, e começou a me enfiar o indicador na boceta que, de tão molhada, devia estar pingando no chão.

Um pouco mais e percebi que estava completamente entregue. Então, de um jeito ou de outro, precisava retomar o controle da situação, seja saindo correndo de lá ou partindo para o ataque. Escolhi a segunda opção e, afastando-me um pouco, empurrei-o à cama, ainda com os pés no chão, retirei sua calça e cueca – enquanto ele tirava a camisa – e, me ajoelhando entre suas pernas, comecei a chupar seu pau.

Inicialmente, dava lambidas da base à cabecinha, mas, aos poucos, comecei a usar meus lábios como se fosse uma vagina, subindo e descendo naquele pau gostoso. Ele subiu um pouco mais na cama, a fim de ficar em uma posição mais confortável e eu, como uma serpente, deslizei sem largar-lhe o cacete, subindo, também à cama.

Deixava aquele fiozinho de saliva escorrer ligando minha boca ao pau do Fabinho e olhava-o nos olhos, com cara de safada. Enquanto isso, tocava uma punhetinha nele e apertava, levemente, suas bolas.

Fabinho elogiava minha atuação, dizendo que nunca recebera uma chupada daquela e me avisava que, se eu não parasse, ele gozaria na minha boca. Pedi que fizesse isso, mas ele, usando de certa força – embora com muito carinho – me pegou em seus braços e me faz deitar na posição de frango assado, enfiando sua pica grossa na minha raspadinha.

Devo ter gozado umas duas vezes antes que ele desse sinal de que estava prestes a acabar, mas, quando achei que ele gozaria, pedi-lhe que não fizesse dentro de mim. Fabinho me tranquilizou, tirando, em seguida, o pau da minha boceta, ficando em pé sobre a cama e me pedindo para chupar-lhe. Fiquei meio sentada e não alcancei o pau dele a tempo, que me deu um banho de leite, melando meu cabelo, rosto, ombros e, claro, o lençol.

Cansado, deitou-se ao meu lado, na posição invertida – pé e cabeça – e ficamos em silêncio por um tempo, com ele acariciando meu pé e olhando para a minha boceta de baixo pra cima da cama.

Percebendo que a visão o animava, me virei de quatro na cama e comecei a lamber as manchas de esperma no lençol. Vendo isso, ele começou a me chamar de putinha, me deu umas boas palmadas na bunda e, já de pau duro novamente, afastou minhas nádegas e começou a forçar meu ânus.

Nunca tive preconceito quanto a isto. Meu marido, por sinal não é bem dotado, tem a pica menor que a do Fabinho, já me comera várias vezes. Assim, tentando estimulá-lo mais, comecei. A gemer baixinho e a pedir que me comesse o cú, como se fosse uma garota dessas de filme pornô nacional.

O meu primo ficou louco com a cena e, enquanto me bombava o rabo, batia na minha bunda e me chamava de vadia. Momentos depois, avisando que gozaria, desta vez, dentro de mim, pediu-me que afastasse as nádegas com as minhas próprias mãos, ao que atendi prontamente, sentindo, em seguida, aquele leitinho me molhar por dentro.

Fabinho ainda ficou dentro do meu cú por alguns segundos e, quando retirou, ainda com seu pau pingando a leite, ordenou-me que o limpasse com a minha mão esquerda, a da aliança, que eu teria que sujar de esperma e, depois, enquanto ele tomaria banho, eu deveria arrumar o quarto dele.

Fiz tudo o que ele ordenou e corri para tomar banho junto com ele. Mais uns beijos no chuveiro e meu primo voltou a ser o homem cordial que eu conhecia.

Saí para buscar meu filhos no colégio e pensei muito no que acontecera, mas decidir não comentar nada com meu marido e, mais, se o Fabinho quisesse, estaria disposto a repetir a dose outras vezes, desde que ele mantivesse a discrição que, afinal, também lhe era interessante.

  • Enviado ao Te Contos por Vanessa

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Do app pro motel

 

By; Victor

Oi, meu nome é Victor tenho 36 anos sou casado a 10 anos e juro nunca tinha traído minha esposa, até conhecer em um app a Jessica.

No começo era só brincadeira até conhecer uma moça, Jéssica uma moça linda olhos castanhos, baixinha, seios fartos, bunda redondinha uma boca nossa, mas o mais impressionante era o seu jeito interessante de ser.

Começamos a trocar algumas mensagens sempre conversas bem legais, até que um dia tocamos no temido assunto, sexo e daí pra frente todas as nossas conversas acabavam nesse tema, realmente eu tinha muito medo daquilo tudo, e sempre que tentavamos nos conhecer pessoalmente, eu acabava fugindo podíamos estar bem perto que eu fazia ficar longe, o medo do que podia acontecer era inevitável, era sempre dizia que eu nunca teria coragem de encontrar mesmo sendo pra dar só um abraço igual tínhamos combinado.

Certo dia ela me dizendo que nunca iríamos nãos conhecer entrei no carro e fui até o bairro dela mandei uma mensagem dizendo que estava perto ela mandou a localização mesmo não acreditando, quando cheguei no apartamento dela ela desceu, nos olhamos, nos abraçamos e na loucura mais gostosa nossas bocas se tocaram, foi realmente fascinante, começamos a nos beijar, que delícia aquilo tudo, depois daquele beijo fui embora, com um gosto de excitacao no corpo.

Depois nos encontramos mais algumas vezes o beijo era simplesmente único, nos tornamos amantes, a boca dela tem algo que enlouquece mesmo, e depois de tantas tentativas, marcamos de irmos ao motel, estava apreensivo, logo pela manhã fui até a casa dela, ela entrou no carro e fomos, ela tava linda de short e blusinha, que delícia.

Chegamos ao motel e ao entrarmos no quarto eu poderia ter a agarrado feito uma transa louca, mas foi tudo bem provocante nos beijamos bem lentamente a despi toda e com minha boca a toquei por inteira, sua bucetinha meu Deus uma delícia toda molhada, minha língua tocava aquela bucetinha bem gostoso, talvez a parte mais gostosa daquele momento, levantei fiquei de joelhos na cama e ela veio com aquela boca me chupando, ele ficou louco ao sentir aquela boquinha gostosa, ela chupava bem gostoso, nossa que boca aquela, tava louco pra gozar na sua boca, mas aquele não era o momento, fui por cima dela brinquei um pouco com ele na sua bucetinha, e na maior loucura meti nela nossa, fiquei louco começamos a fazer bem gostoso aquela transa que delícia ela gemia baixinho e me deixava com um tesão fora do normal.

Depois de já ter gozado uma vez ela veio por cima, nossa gozei de novo e bem rápido, ela fez em uma intensidade maluca que não aguentei e gozei dentro dela.

Ficamos um tempo ali, fomos ao chuveiro e depois na cama nos beijando, foi quando a ataquei de novo e nossa aquelas socadas gostosas me fez realmente enlouquecer, ela é muito gostosa peguei suas pernas em meus ombros e soquei com vontade, a sua mão apertava meus braços de tesão, que loucura aquela, uma transa realmente inesquecível, gozei muito em cima de sua perna, nem comentei mas minhas pernas bambearam de prazer, e ela também tava bem louca, nos beijamos bem gostoso, nossa como o encaixe do beijo é perfeito, nos limpamos e nos trocamos para irmos embora ainda teve vários beijos gostosos.

Saímos do motel e a deixei duas ruas da casa dela, cheguei em casa todo arrepiado e excitado querendo muito mais, e torcendo para um novo encontro, com a mesma intensidade, e bem mais safado, que morena, que amante, que delícia….

  • Enviado ao Te Contos por Victor

Sobre ontem. (lesb)

 

Enviado ao Te Contos 

Sou casada a 3 anos, e nosso sexo sempre é insano.

Ontem chegamos cansada do trabalho, mas não conseguimos dormir. Precisávamos relaxar, tomamos um longo banho juntas, e ficamos nos sarrando no banheiro. Fomos pro quarto e deitamos na cama. Ela começou a me beijar lentamente, e me puxou pra cima dela. Assumi o controle, beijei ela lentamente cada pedacinho daquele corpo, fui descendo até chegar na buceta, chupei lentamente e aos poucos comecei a penetra-la , e a primeira vez que ela deixou eu come-la desse jeito. Fui chupando e penetrando, até ela gozar na minha boca. Que delícia !!!

Desci de cima dela, e ela veio, me beijando com força, e me apertando, desceu sua mão até chegar na minha buceta, e começou a me comer, primeiro com 2 dedos e depois com 3. Enquanto me comia com, alisava meu clitores e chupava meu peito ao mesmo tempo. Parecia que eu estava sendo comida por 3 pessoas ao mesmo tempo. Que delícia, até que não aguentei segurar, e gozei nos dedos dela.

Foi uma delícia, dormimos super relaxadas depois de ter gozado gostoso.

  • Enviado ao Te Contos

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...