segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Uma boa trepada na sexta a noite (07-02-2025)

 

By; Fatima

Oi, me chamo Fatima, sou de Salvador. Sou artista plastica e tenho um ateliê onde realizo trabalhos e também dou aulas para adultos na arte da pintura.

Na sexta feira passada, eu estava terminando a última aula do dia quando bate a porta um homem lindo, que a princípio não reconheci mas me parecia bem familiar. Me perguntou se ali era o atelier de Fatima e eu disse que sim , ele percebeu que eu não o reconheci, estava tendo aula, se desculpou pelo incômodo e disse que voltaria mais tarde. Fiquei muito intrigada e a imagem dele não saia da minha cabeça . Pensando todo tempo o que ele poderia estar querendo. Doida para o tempo passar, para ver se ele voltaria.

A aula acabou e eu estava organizando o ateliê e de repente ele bate na porta. Eu estava sozinha, ele entrou, se apresentou dizendo que era o João Luiz um velho colega de juventude. Estava bem à vontade . Me lembrei rápido e sua imagem veio logo na minha mente. Fiquei muito feliz em revê-lo após quase 20 anos.

Conversamos um pouco e ele me convidou para um chope antes de ir para casa. Encantada mas ainda sem entender nada , não tinha como recusar o convite daquele homem tão sedutor!! Muito mais que antes.

Mas disse a ele que precisava de terminar a arrumação pois no dia seguinte o trabalho começava cedo. Ele não só não se importou em esperar como também se pôs a me ajudar . Diante disto não conseguia fazer nada direito, me atrapalhando toda. É por uma enorme distração minha acabei sujando de tinta a sua calça bem no bolso dianteiro esquerdo. Fiquei muito incomodada com o ocorrido e imediatamente peguei um pano umedecido e passei a esfregar o local da mancha .

Quando percebi que alguma coisa se avolumava por debaixo do tecido até que de repente ele segurou a minha mão e pressionou contra seu membro totalmente duro ,grosso e enorme. Não tive reação.

Ele me puxou e me entreguei a um beijo profundo e caliente por alguns minutos. As nossas memórias reviveram os intensos amassos do passado.

Sem pensar aonde estávamos fomos arrancando as roupas daí para ficarmos totalmente nus foi um piscar de olhos. Totalmente inexplicável o calor que tomou conta do meu interior. Algo que jamais tinha sentido.

Ele me sentou na mesa de trabalho e se pôs a chupar os meus seios. Passava a lingua em movimentos rápidos e contínuos, circulando meus mamilos e de vez em quando dava uma mordiscada na pontinha me deixando totalmente entregue a um tesão intenso. Estava em pé no meio das minhas pernas com aquele enorme pau a centímetros para entrar em mim, e eu completamente enlouquecida com a cena.

Veio descendo seus lábios no meu corpo com lambidas bem babadas e mordidas leves até chegar no me grelo que a essa altura estava estufado e prestes a me proporcionar uma explosão de gozo. Enquanto lambia meu grelo ( coisa que fazia inexplicavelmente bem ) ele apertava minha bunda e dava tapinhas deliciosos que me arrepiava toda. Já nem me lembrava mais quem eu era e aonde estava.

Totalmente enlouquecida de tesão. Ele veio devagar com aquela mão enorme e colocou o dedo na minha buceta pois estava prestes a gozar. Foi só ele começar a enfiar o dedo na minha buceta totalmente melada e o gozo veio de forma estupenda e arrebatadora. Parecia que estava em outra dimensão . Não enxergava mais nada.

Eu levantei devagar da mesa sentei na cadeira e comecei mamar na pica dele que estava grossa e roxa de tão dura. Mamava e punhetava
aquela verdadeira coluna grega e com a outra mão alisava seu corpo e sua bunda gostosa.

Não demorou muito ele me pediu para parar pois estava prestes a gozar e queria curtir muito mais ainda este nosso reencontro.
Fiquei de joelhos na cadeira, me debruçei sobre o encosto e ele me invadiu por trás com aquela pica maravilhosa. Quanto mais ele socava e falava sacanagens no meu ouvido eu mais queria pica na minha buceta.

Delicioso....Acabamos gozando juntos numa explosão de desejos realizados.

Ficamos abraçados relembrando o nosso passado e refletindo como tudo aquilo que havia acabado de acontecer completava as nossas histórias. Faltava o sexo e agora não falta mais.

Ele voltara aqui em alguns dias e vamos repetir a dose.

  • Enviado ao Te Contos por Fatima

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Transei com o sobrinho do meu marido no mês passado (Jan-2025)

 

By; Dalila

Oi te Contos, o que passo a contar aconteceu no mês passado, em Janeiro. Eu me chamo Dalila, sou casada, tenho 37 anos e sou daqui do João Pessoa.

O sobrinho do Paulo veio de viajem visitar toda a família, moramos na capital e ele mora em São Paulo, sempre vem nos visitar, porém nesse dia muita coisa mudou…

Henrique é um rapaz de 25 anos, branco, forte, usa barba, uns 90kg e aproximadamente 1.85 altura é muito alto pelos padrões do estado.

Bom ele chegou no sábado e no final da tarde foi na minha casa, ele chegou todo sorridente como sempre e foi logo abraçando o tio dele e perguntando pelos primos, não demorou muito e convidou uma prima dele para ir com ele a uma festa que haveria na cidade, pediu para o tio dele se tinha problemas, Paulo disse lógico que não e já foi entregando a copia da chave para ele ficar mais a vontade no horario de retorno, ele sorriu e agradeceu, a prima dele iria junto com o namorado dela e o Henrique sozinho, eu e o Paulo ficaríamos em casa, pois o Paulo tinha combinado com uns amigos nossos beber um vinho.

Chegou a noite e a prima dele chegou com o namorado, para buscar o Henrique e saem todos juntos, eu e o Paulo já estávamos bebendo vinho com nossos amigos e conversando, depois de umas 2 horas nossos amigos foram embora e eu e o Paulo fomos para cama, ele estava bem alterado e nem tomou banho, deitou e dormiu, eu fui no banheiro tomei um banho e fiquei deitado do lado dele lendo um livro no tablet e acabei dormindo.

Eu acordo às 2 da manhã com barulho na porta, levante e fui ver se estava tudo bem, eram eles que tinham chegado da festa, estavam muito bebados, minha sobrinha falou para cuidar do Henrique que ela já estava indo embora, Henrique entrou muito mal e eu;

- falei vai logo tomar um banho para melhorar e tenta vomitar

Assim ele fez, mal entrou no banheiro vomitou na camiseta e no vaso, ele demorou no banheiro, depois de um tempo ele sai de toalha e pede para mim;

- tia tem um calção?

Eu falei; - tem um do seu Tio, daqueles de jogar bola

Ele disse; - não tem problemas

Pegou e voltou para o banheiro, como ele foi tomar banho no banheiro do quarto de hospedes, no que saiu já estava vestido com o calção e deitou na cama e apagou, só cobri ele e fui dormir.

Por volta das 4h da manhã eu acordo meio assustada, com o Henrique fazendo anciã de vomito, fiquei com medo dele engasgar com o próprio vomito e fui ver ele, quando cheguei no quarto ele já estava no banheiro colocando tudo para fora, ajudei ele a se lavar e a voltar para cama, fiquei um pouco do seu lado, esperando para ver se ele iria vomitar novamente, acabei adormecendo, quando acordei ele estava me abraçando de conchinha, levei um susto, mais vi que não era nada pois ele estava desmaiado ainda, tentei tirar o braço dele cima de mim e ele se mexe e coloca a mão na minha bunda e se encaixa melhor, tentei novamente sair sem acordar ele e senti algo na minha bunda, era o pau dele ficando duro, não resisti e forcei contra ele para sentir mais, aí ele disse perto do meu ouvido;

- nossa tia tá gostosinho aqui e tô ficando com tesão

Nem consegui responder nada, ele começou a tirar toda minha roupa e quando eu já estava sem nada ele começou a chupar minha buceta, em minutos eu gozei, fazia tempo que alguém não me fazia gozar tão rapido, foi quando falei que era a minha vez do chupar.

Ele sorriu com aquela cara de safado e disse;

- vem minha tia gostosa

Quando desci aquele calção pulou para fora uma rola enorme, grande e grossa, branquinha e cabeça rosadinha, ele disse;

- vai sua safada chupa essa rola

Caí de boca chupei, não cabia a metade na minha boca, depois de chupar aquele mastro ele me segurou e disse ;

- agora eu vou dar um trato na minha tiazinha

Me segurou forte e me colocou de quatro e começou a pincelar o pauzão na minha buceta e começou a enfiar, nossa senti que estava me abrindo toda, foi indo até enterrar tudo, eu não podia gemer alto e acordar o Paulo, ele começou a meter com força, eu tive que abafar os gemidos com o travesseiro.

Depois de quase meia hora me arrombando e de eu ter múltiplos orgasmos ele gozou, enchendo minha buceta com sua porra, Henrique foi tirando o seu pauzão da minha buceta e acabamos deitando exaustos, acabamos adormecendo novamente e só acordei com raios de sol passando pela janela, eu me levantei e corri para o quarto cheia de tesão e de medo, mas ainda bem que meu marido ainda dormia.

Me banhei e fui preparar um café dos bons.

  • Enviado ao Te Contos por Dalila

Troca de oleo !

 

By; Isabel

Me chamo Isabel, tenho 38 anos e sou uma executiva do mercado financeiro e vivo em ambientes de grande competitividade e stress.

A preocupação como trabalho é tão grande que acabo deixando de lado algumas coisas importantes como família, amigos e lazer. A única coisa que ainda consigo fazer é ir à academia e cuidar do corpo. Tenho um corpo bem em forma pela minha idade.

Outro dia indo para o trabalho o meu carro apresentou uma falha no funcionamento.

Quando cheguei lá , comentei o fato com um gerente da minha equipe e ele me indicou um mecânico para que eu levasse o carro para verificar o que poderia ter sido a causa do mau funcionamento.

Liguei para o mecânico, tinha uma voz muito sensual, e agendei para aquele mesmo dia no final da tarde.

Sai do trabalho e peguei um trânsito bastante complicado e acabei chegando muito atrasada na oficina. Achei até estranho que ainda estivesse aberta. Entrei com o carro na oficina e fui logo abordada por um homem forte, alto e merecedor do atributo da sua voz ao telefone.

- Luís Carlos muito prazer, você deve ser a Isabel!

- Oi Luís, desculpe o atraso, o trânsito estava péssimo. Disse muito envergonhada

- Sem problemas, eu estava só te esperando para ir embora.

Expliquei o problema e ele começou a verificar o carro mas logo foi interrompido por um senhor que chegou pedindo emprestado uma ferramenta. Ele atendeu ao senhor e me disse:

- Você se importa se eu fechar o portão da oficina, senão toda hora vai entrar alguém pedindo alguma coisa e vou demorar mais do que o necessário para lhe atender.

- Claro que não. Disse eu bem gostando de ficar a sós com aquele gato.

Fechou o portão e voltou a examinar o meu carro e eu fiquei reparando a oficina do Luis. Tudo muito organizado e limpo. Fiquei muito bem impressionada e comentei fazendo um elogio a ele. Ele disse que eu não tinha visto nada, disse que tinha uma sala vip para os clientes aguardarem e me indicou o local. Caso eu quisesse aguardar lá ele me chamaria quando terminasse o serviço.

Fui até lá e realmente era um luxo, ar condicionado, água gelada, revistas etc.....

Sentei em um sofá bastante confortável e fui pegar uma revista para ler e acabei me deparando com uma dessas revistas masculinas com fotos bem picantes. Comecei a folhear a revista pensando naquele homem delicioso que estava ali naquela oficina. Fiquei em chamas. Um calor interior foi tomando conta de mim. Abri alguns botões da minha blusa e meus seios estavam arrepiados, os mamilos duros . Enfiei a mão embaixo da saia dentro da calcinha e a minha buceta totalmente encharcada.

Quanto mais eu me tocava olhando a revista mais excitada ficava e esquecendo totalmente que estava ali na sala de espera da oficina.

Me entreguei totalmente aos meus pensamentos vadios só imaginando aquele homem fazendo mil coisas comigo ali. Meus seios já estavam fora do soutien a blusa totalmente aberta e a calcinha abaixada no meio da coxa e meus dedos feito loucos movimentando para aumentar meu prazer.

Eu já estava completamente alucinada de tesão.

Neste momento o Luiz abre a porta para falar que o carro está pronto e me encontra daquele jeito. Ficou totalmente sem jeito e sem entender o que estava vendo mas eu tratei logo de explicar que era aquilo mesmo.

- Vem meu gato, aqui agora só falta você. Disse a ele com cara de vadia e safada. E ele veio de mansinho como um gato mesmo....

Puxei lentamente o zíper do macacão dele até o final e logo pude ver o corpo sarado que ele tinha e pelo volume na cueca foi possível ter uma idéia do tamanho da pica que me esperava. Fiquei enlouquecida!

Ele ficou em pé na minha frente e eu sentada no sofá, fui me livrando rapidamente da calcinha , e da minha camisa, fiquei só com a saia, baixei a cueca dele e tirei aquela coisa monumental pra fora e passei a chupar com vontade e muito tesão, a sua glande era enorme e rosada seu pau era grosso com os vasos sanguíneos estufados devido alto fluxo promovido pela intensa ereção.

Ele foi me deitando no sofá começou a chupar a minha buceta com aquela língua quente e habilidosa em um delicioso 69 de ladinho. Não demorou muito e eu gozei deliciosamente. Voltei a chupar o pau dele e fui lubrificando aquele majestoso pistão para o que vinha depois.

Me pegou no colo encaixada na sua cintura, seu pau ereto relando meu cuzinho de leve e isto me deixou alucinada e ele me levou para onde estava o meu carro. Me colocou sobre o capô de bruços passou a mãos numa lata de graxa que estava ao lado e começou a engraxar o meu corpo deslizando aquelas mãos enormes pelo meu corpo me fazendo delirar de tesão.

Já não estava aguentando mais, ele aproveitando da posição que eu estava ele penetrou o meu cuzinho e me chamando de vadia foi estocando aquela vara em mim e eu implorando para ele meter cada vez mais fundo. Sentir aquele homem forte me comendo e eu totalmente lambuzada me levou ao delírio.

Ele me tirou do capô, sentou em um banco me encaixou e seu pau e me penetrou profundamente. Aos poucos ele foi deitando e então passei a cavalgar aquela montanha de músculos de forma delirante até que gozamos juntos. Senti aquele jato quente entrando em mim e me lambuzando toda por fora. Uma delicia!!!!!

Fiquei ali deitada sobre ele me recuperando e sentindo sua respiração ofegante. Aí ele me disse:

- Consertei seu carro e troquei meu óleo.

Caímos na gargalhada, nos despedimos com um delicioso beijo e eu parti torcendo para que o próximo defeito não demorasse a surgir.

  • Enviado ao Te Contos por Isabel

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

O Retiro.

 

By: Johny

O que vou contar aqui aconteceu a mais de 6 anos, antes da pandemia e toda aquela loucura. Mesmo assim, os nomes foram trocados e o local omitido.

Eu e Júlia  estávamos juntos a pelo menos 3 anos e a relação estava esfriando rapidamente, com interesse diminuido e sexo cada vez mais raro. Muito trabalho, pós-graduação, stress, tudo contribuia para o desandar da carruagem.

Uma amiga de  Júlia  a aconselhou a fazer Tantra, para se redescobrir, relaxar e sair da rotina. Da indicação da amiga, Júlia começou a frequentar um centro especializado, tudo bem sério e espiritualizado. Logo ela me levou de arrasto e, a princípio reticente, acabei achando interessante. Era um sopro de energia mental e um redespertar sexual.

Até que num feriado prolongado surgiu o convite do centro para um retiro para meditação e prática de tantra por casais em uma fazenda turística. Seriam vários casais bem descolados e, apesar de caro, fomos eu e  Júlia para o tal retiro!

O lugar era lindo, com uma brisa refrescante, muito verde, paisagens a perder de vista.Chegamos e os casais foram aos poucos se reunindo em um espaço coberto, parcialmente fechado mas com vista ampla para fora. Alguns casais chegaram atrasados, uns nós já conhecíamos de vista, outros não. Ao todo eram 6 casais mais o casal de instrutores. Um dos casais era formado por duas mulheres, uma bem mignon, toda docinho, e a outra era mais forte, meio marombeira, mas de aparência agradável e simpática.

O primeiro dia, todos ainda cansados, foi de meditação, exercícios de respiração, um pouco de yoga, seguindo de um jantar leve e repouso.

No dia seguinte, pela manhã já estava bem agitado. Cursos e práticas de tantra, o casal de instrutores ensinando e discutindo movimentos, fisiologia, respiração, massagem yoni (nelas) e lingam (neles).

Depois tivemos uma prática coletiva de massagem, com os casais aplicando as técnicas aprendidas entre si. Os instrutores observavam e orientavam, às vezes participando discretamente. Isso foi bom pois quebrou o gelo inicial, e logo os casais estavam todos relaxados, entregues ao tantra sem medo e sem reservas. Era muito interessante ver as mulheres coletivamente se soltando, se entregando ao prazer das massagens entre urros, gemidos e orgasmos! Havia um ar de voyeurismo e exibicionismo, e cada uma se sentia livre e belo, em uma prática naturista.

Os homens eram um pouco mais discretos na sua vez de receber a massagem, mas o efeito da estimulação mútua do casal, somado à energia sexual coletiva, se refletia nos seus membros excitados dos rapazes. Algumas mulheres ficavam visivelmente orgulhosas em dominar e exibir a virilidade dos seus companheiros, nítido pela forma que elas olhavam em volta, procurando aprovação e desejo dos outros casais.

No final da sessão foi permitido pelos instrutores e alguns casais concluíram o exercício com movimentos básicos de kama sutra, com movimentos rítmicos, quase uma dança, com penetrações discretas e orgasmos ruidosos. Foi uma experiência transcendental!

Eu e  Júlia participamos ativamente, com ela se entregando aos meus toques e massagens. Na massagem yoni ela teve pelo menos dois orgasmos intensos. Mas eu fui bastante discreto, pois diante de tantos homens em forma e bem dotados, preferi ficar a maior parte do tempo com uma sunga box escura, só retirando quando foi minha hora de receber o lingam. Mas eu estava mais com vergonha do que excitado, com  meus 12 cm de rola (meu amendoim!).

À tarde os casais ficaram liberados para meditar, treinar respiração e praticar. Eu e  Júlia  fomos para um dos ambientes, que era menor que o outro, mas ainda assim bem espaçoso. Logo chegaram o casal de mulheres (Alba e Liz) e um casal do sul (Arno e Beth). O casal do sul era de Porto Alegre e eram altos, louros, muito elegantes e fitness.

Nos cumprimentamos, falamos trivialidades do momento e cada casal se posicionou mais ou menos perto, para conversar durante a troca de massagens entre si. O ambiente era de total liberdade e cumplicidade, e logo as meninas estavam todas nuas, besuntadas de óleo de massagem e gemendo sem pudor sob a massagem forte do seu par masculino (vou incluir Alba no time dos meninos). Cada casal tem seu ritmo, mas nós estávamos meio que sincronizando uns com os outros.

No momento que a massagem começou a ser das meninas nos meninos, Arno ficou nu e colocou sua imensa manjuba pra fora. Mesmo mole era assustadoramente grande. A minha Júlia não conseguiu segurar o espanto e soltou um "Nossa! O que é isso!". Todos riram e então Beth começou a massagem no Arno, fazendo comentários engraçados. Júlia então começou a massagem em mim, mas num movimento ela nos colocou posição 'flor de lótus' e se encaixou no meu colo. Ela guiou meu pequeno pênis para dentro dela e começou a se movimentar de forma sensual, com gemidos roucos e intensos. Eu sabia que não era eu que estava causando aquilo tudo nela. Ela estava apenas me usando para se exibir e provocar o Arno. Eu já não tinha mais muito apego sobre Júlia, apenas me segurei para não gozar rápido e deixei ela fazer o show dela. Ela meio que esqueceu o tantra e foi para o kama sutra com força total. Até que ela teve um orgasmo forte, e rolou de costas, ficando com a barriga e os peitões à mostra e as pernas semi dobradas, mostrando suas lindas e grossas coxas. Júlia era uma mulher muito bonita e sexy. Eu não gozei, apenas curti o momento.

Logo os outros casais concluíram a suas massagens, respiraram um pouco e começaram a rir e comentar sobre o evento. Eu fui buscar água e algumas frutas e quando voltei Júlia estava integrada com o casal Arno e Beth. Eu me aproximei e ela já foi falando:

- "Amor, vamos fazer uma troca de massagens? Já combinei com a Beth de ficar com você e eu fico com Arno!"

Eu sabia que aquilo ia acabar acontecendo. Júlia foi casada com um homem bem dotado e ela sentia falta daquilo. Arno seria o ideal pra ela matar essa saudade por rola grande. Desapegado, eu concordei. Beth era uma típica gauchona: alta, loura, magra, sem muita bunda mas com belos peitões. Beth sorriu pra mim, se levantou (como ela era grande) me pegou pela mão e disse;

- "Então vamos!"

Eu e Beth nos afastamos uns dois ou três metros de Júlia e Arno, nos sentamos e começamos. Beth chegou perto do meu ouvido e disse bem séria:

- "Nada de penetração! Eu estou tentando engravidar do Arno e não quero putaria." Wow!

Bom, o combinado não sai caro. Então entendi que eu deveria aproveitar a oportunidade de massagear aquela beldade nórdica e deixar de lado a ideia de "comê-la". Isso foi até libertador, pois me dediquei a fazer uma massagem completa, iniciando pelos pés, panturrilhas e a parte de trás das coxas, com bastante óleo e firmeza nas mãos. É muito bom tocar o corpo macio e curvilíneo de uma bela mulher! Beth soltava gemidos discretos e respiração forte, que foram se ampliando ao longo da massagem.

Comecei a massagear as coxas, entre-coxas e bumbum, passando perto mas sem encostar na vagina. Ela gemia bem gostoso! Enquanto isso, Júlia se derretia nas mãos de Arno, que fazia a massagem nela totalmente nu, deixando a imensa mangueira dele passear pelas pernas, costas e bumbum de Julia. Chifre trocado não dói, dizia minha avó.

Continuei meus trabalhos em Beth, ainda vestido com a minha sunga. Beth então abriu as pernas discretamente, se arrebitou e pediu que eu fizesse um pouco de yoni nela. Gostei do pedido, peguei mais óleo comecei a massagear entre coxas, bumbum e escorregando progressivamente pelo cuzinho rosa e depois naquela linda buceta pink! Comecei a massagear por fora, nos grandes lábios, fazendo o giro em torno do sexo dela, de forma suave mas forte. Enquanto girava os dedos em torno da yoni dela, deslizava o dedo indicador fazendo pequenas penetrações nela. Logo ela começou a urrar e dar espasmos até ter um orgasmo forte e intenso. O cuzinho e a buceta piscavam sem parar.

Nessa mesma hora, Arno estava macetando Júlia -isso mesmo, socando aquela rolona sem dó na buceta- com ela deitada de lado uma perna pra cima e Arno meio sentado, enforquilhado no sexo dela. Então ele puxou o pauzão pra fora, tirou a camisinha que cobria só metade da rola dele e esporrou no chão. Realmente o cara era um cavalo!

O casal de meninas Alba e Liz ficaram mais assistindo do que fazendo massagem entre elas. Descansamos um pouco, já era tarde e fomos nos recolher.

No jantar, o casal de meninas veio se sentar conosco, mas o casal Arno e Beth não apareceu. Fizemos comentários engraçados, tentando adivinhar o que eles estariam fazendo. Então Alba, a mais masculina delas, abriu o jogo. Ela disse que gostou muito da forma respeitosa que fiz a massagem na "gauchona" e perguntou se não queríamos fazer uma troca de massagens com elas. Alba ficaria com Júlia e eu com a mignon Liz. Claro, eu adorei a ideia! Olhei pra Júlia e disse de forma afirmativa,

- "Claro que sim! Será um prazer e uma honra trocar massagens com vocês, não é Julia?".

Era a minha vez de iniciar uma troca e Júlia não teve muita saída. Acho que ela curtiu também, afinal Alba era um mulherão.

Como já era noite e os espaços já estavam fechados, combinamos de Liz iria para o meu quarto e Júlia iria para o quarto da Alba. Eu já estava muito excitado quando chegamos eu e Liz no quarto. Ela tirou o vestidinho leve que usava. Ela estava linda e sem nada por baixo. Então ela me disse numa voz bem doce e sedutora:

- "Que bom que Alba escolheu você! Achei você super simpático e seu pênis lindo, no meu tamanho ideal! Aquele outro rapaz parecia um elefante! Eu prefiro muito mais o seu!".

Aquilo me pegou meio de surpresa. Eu achei que ia ser algo mais tântrico, mas a intenção de Liz era um sexo tradicional, forte e intenso.
Depois de tanto estímulo o dia todo, meu saco estava quase explodindo de tesão! Depois da abertura dela, eu iria fuder aquela coisinha gostosa como um cavalo, um jegue no cio!

Sorri e deu um beijo apaixonado em Liz, que foi muito bem correspondido! Levantei ela do chão e a coloquei na cama, com as pernas bem abertas e fiz uma bela sessão de oral. Lambia toda a buceta dela, fazendo giros e apertando o cuzinho dela com o dedão, também fazendo giros. Ela segurava a minha cabeça apertando contra o sexo dele e gemia forte, dizendo

- "Ai que delicia! Me chupa, seu safado!"

Senti que o orgasmos dela estava chegando, quando ela me segurou pelos cabelos e me puxou em direção a boca dela. Ela me deu um beijo de língua e rebolou seu quadril, procurando a cabeça do meu pau até que ele entrou sozinho naquela bucetinha apertada! Ela então deu aquela gemida gostosa da primeira enfiada! Ela falou algo tipo

-"OMG! Que pica gostosa! Mete! Mete em mim! Mete gostoso, seu cachorro!"

Fazia tempos que eu não fazia sexo com alguem tão excitada e querendo aproveitar comigo aquele prazer animal, louco. Não me preocupei com regras, técnicas, respiração, com Júlia ou com o outro casal. Só queria comer bem gostoso aquela coisinha linda e macia que gemia debaixo de mim!

Gozei urrando dentro dela (nem lembrei de camisinha, e quer saber? Foda-se se ela engravidasse! Eu seria um pai super legal!).

Gozei, mas o pau ainda ficou dentro e duro. Latejando! Acalmei a respiração, e o pau ainda duro lá dentro, excitado! Ela percebeu a situação e começou a rebolar debaixo de mim. O tesão me subiu na cabeça de novo e eu reiniciei o vai e vem, num delicioso papai-mamãe. Ela retomou o embalo e começou a gemer, rebolando no meu pau, falando coisas tipo

- "Que delícia! Mete mais, seu gostoso! Mete com força!"... E assim foi quase até amanhecer o dia!

Ao raiar do sol, descemos eu e Liz para tomar café e encontramos Júlia e Alba, ambas com uma cara bem safada, de quem aprontou muito. Sentamos todos juntos, com comentários engraçados uns sobre os outros. Mas estava nítido que a troca foi muito mais profunda do que inicialmente imaginado.

Já era o último dia de retiro, estávamos os quatro sempre juntos fazendo as atividades, mas numa nova configuração. Agora era eu e Liz. E Alba e Júlia. Julia novamente dormiu com Alba e eu com Liz.

E assim ficamos por muito tempo, mesmo depois da volta do retiro.
Por fim, fiquei com a doce Liz e Júlia ainda ficou com a Alba por muito tempo.

Eu e Liz somos muito tranquilos e apaixonados um pelo outro, a ponto de formarmos uma família linda.

  • Enviado ao Te Contos por Johny

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...