terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Realizei meu desejo e provei minha deliciosa amiga (10/02) (lesb)

By: Sandy

Moro no Rio de Janeiro, me chamo Sandy, tenho 19 anos, sou uma morena, tenho seios medios durinhos, bumbum arrebitado e pernas bem delineadas, cabelos sao lisos e medios.
Eu gosto de homens, mas sempre tive uma quedinha por mulheres, principalmente por uma amiga minha a quem considero uma perdição, ela sempre me teve como quase-irmã, frequento a casa dela sempre e ate trocamos de roupa em frente a outra.
Toda vez que iamos dormir eu me imaginava pulando na cama dela e arrancando suas roupas e a fazendo gozar em minha boca, mas sempre achei que nunca teria essa oportunidade.
Estava enganada!
No ultimo domingo (10/02/2019), seus pais sairam e nós, resolvemos bronzear nossos corpos e aproveitar para dourar todos os pelos do corpo, como era dificil passar aquele produto sozinha, ela se ofereceu pra passar em mim com um pincel.
Nossa!!! Logo imaginei a mao dela pelo meu corpo subindo e chegando ate a minha xaninha, pude perceber que ela tambem estava sentindo algo parecido e pude confirmar isso quando fui passar o mesmo produto no corpo dela.
Passava lentamente o pincel em suas pernas e fixava mais tempo na virilha e no bumbum perto do reguinho, vi que ela tava adorando, então resolvi ousar mais, olhei pra cara dela com tesao e, para minha surpresa, fui correspondida com o mesmo olhar.
Pensei comigo: “É agora ou nunca!”
Larguei o pincel e usei minhas maos para acariciar aquela pele tao macia, apertei firme sua bunda e fui subindo ate aos seus seios que sao firmes e medios tambem.
Cheguei bem perto dela e colei meu corpo atras do seu, beijando seu pescoço delicadamente porem, bem sensualmente, sentia seu bumbum perto da minha xaninha e pressionava pra sentir aquela delicia mais perto, com uma mao acariciava seus seios e com a outra apertava sua bunda contra mim, e ao mesmo tempo sussurrava gemidinhos de prazer em seu ouvido, podia sentir um verdadeiro tesao entre minha pernas.
Virei ela de frente a mim e lhe dei um beijo de lingua bem quente, ainda nessa posição fui guiando-a para o banheiro, abri o chuveiro e fui tirando seu biquini, pude ver bem de pertinho aquela gostosura que tanto queria sugar.

A cara que ela fazia era o maximo e me dava cada vez mais tesao!
Apos dar um belo banho de espuma nela, colei meus labios nos seus e fui descendo por entre seus seios e sua barriguinha ate chegar naquele lugar que eu tanto queria provar.
Lambi suas coxas, sua virilha e torturava-a fazendo ficar ansiosa pela minha lingua, ate que finalmente, depois de tanto suspense, cheguei em seu grelinho.
Nossa!!!, Como estava saltadinho!
Lambi e suguei e via ela pedir mais e nao controlava mais seus gemidos de prazer, ela segurava minha cabeça com força e eu ficava doida com isso, eu sugava mais e mais aquele lugar tao quentinho, ate que ela nao aguentou e gozou na minha boca.
Tive que segura-la pois ficou toda mole, so de ve-la daquele jeito eu ja fiquei satisfeita, infelizmente nao deu pra continuar pois ouvimos o barulho do carro no portao, era seus pais, entao corremos pra piscina e agimos como se nada tivesse acontecido, porem nos nossos rostos, aquele sorriso maroto de quem fez e adorou!
Esse dia foi uma delicia.
  • Enviado ao te Contos por Sandy

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Meu vizinho fodeu meu cuzinho e me fez gozar

By: Catiane

Tenho 22 anos, peitinho pequenos com um bico bem grande, uma bundinha redondinha e muito safada.
No mês passado aconteceu um encontro inesperado com um senhor que me ensinou a gozar gostoso na bundinha. Já tinha dado a bundinha algumas vezes mas nunca tinha sentido prazer de verdade e foi aí que realizei minha fantasia de ser a ninfetinha safada de um um coroa que mora aqui do lado da minha casa.
Ele vivia me olhando quando eu tava no jardim e eu sabia que ele me deseja porque eu provocava ele com minhas blusinhas que deixavam o bico do meu peito quase furando minha mini blusa.
Nos fins de semana eu colocava meu biquíni e ficava pegando sol com o biquíni meio fora do lugar e fingindo que não sabia que minha bucetinha ficava com os lábios saindo do biquini.
No mês passado eu fiquei com vontade de fazer umas brincadeirinhas com aquele velho e resolvi deixar o portão de casa aberto enquanto eu tomava sol e depois de um tempo eu comecei a tocar meus peitinho e me masturbar pra ele. Não cheguei a ficar nua mas ficava apertando os bicos dos meus peitos e alisando minha buceta.
Quando vi que ele tava pegando no pau e fui para dentro de casa e deixei a porta aberta. Deitei no sofá, enfiei o biquíni todo na minha racha e fiquei com os peitinhos de fora do biquíni. Não demorou 2 minutos e ele já tava dentro da minha casa com a calça abaixada e o pau de fora.
Ele batia punheta e me disse para eu tirar o biquíni e ficar caladinha que ele ia me dar o que eu queria. Fiquei pelada e ele me disse para eu chupar o seu pau que ainda estava mole e que ele queria me fuder gostoso.
O cacete dele não subia de jeito nenhum, era grosso, grande e cheios de veias grossas com uma cabeçona enorme, mas eu tava adorando mamar gostoso e ver o velho ficar louco de tesão.
Enquanto eu chupada o cacete e as bolas eu pegava na minha buceta que tava latejando de vontade de gozar.. depois de chupar quase meia hora o pau dele, ele começou a pegar na minha bucetinha e mamar nos meus peitos. Ele chupava os bicos do eu peito e eu já tava pra gozar de tanto tesão.
Ele me deu a ordem de deitar e barriga pra cima, levantar e segurar as pernas que ele queria me masturbar mais. Eu tava toda aberta pro velho e ele ainda com pinto mole se esfregava em mim enquanto dava tapinha no meu cuzinho e na minha bucetinha.
Fui ficando doida com os tapinhas no cu, cada tapinha eu ficava com o cu mais aberto, até que ele cuspiu no meu cuzinho e colocou um dedo dentro. Ficou um tempo me fudendo com um dedo e depois foi colocando os dedos devagar até ficar com os quatro dedos dentro do meu rabinho.
Eu tava revirando os olhos de tesão.

Ele enfiou os dedos de um jeito e me disse que era ali que eu ia gozar gostoso. Ele sentia quando eu tava pra gozar e parava um pouco pra me deixar cheia de vontade.
Ele saiu da minha frente e tirou os dedos do meu rabinho, veio por trãs de mim, colocou seu cacete mole na minha cara e meteu os dedos de novo no meu rabo.
Novamente ele colocou os dedos la no fundo e disse para eu me preparar que agora ele ia deixar eu gozar gostoso. Ele me fudia com força com a mão enquanto seu pau mole se esfregava na minha cara até que me fez gozar enquanto enfiava os dedos na minha bunda.
Nunca imaginei que eu pudesse gozar no cuzinho daquele jeito.
Depois que ele me fez gozar ele ainda me fez mamar no seu cacete por mais uma hora e no fim das contas o pau do velho não subiu, mas ele me fez gozar na bunda, coisa que eu nem sabia que existia.
Agora eu to viciada em gozar na bunda, mas ainda não achei um macho que nem o velho.
  • Enviado ao Te Contos por Catiane

Namorada do meu enteado me deu um boquete

Tenho 55 anos e namoro uma moça de 44. Faço exercícios regularmente, portanto tenho um corpo atlético e equilibrado, com 1,89m e 90 kg.
Ela tem um filho de 24 anos que namora uma menina de uns 22 anos que está seguindo a carreira de atriz. Já participou de alguns comerciais e alguns bicos na Globo. Uma gracinha! Morena, cerca de 1,65 com uns 50 kg, morena dos olhos de jabuticaba e um sorriso encantador.
O rapaz está com essa pérola desde dezembro do ano passado e tivemos a oportunidade de viajarmos juntos na virada do ano para uma pousada em Paraty.
Nosso quarto era grande e era comum o casalzinho frequentar nosso espaço na hora de arrumarmos para sair. Seu corpo jovem e bem desenhado sempre atraiu meus olhares, a ponto da minha namorada chegar a comentar algo a esse respeito.
De vez em quando durmo na casa da minha namorada e é comum encontrar a belezinha circulando pela casa em trajes sumários. Camiseta sem sutiã, saias curtinhas deixando a calcinha à mostra, camisetões largos que qualquer movimento revela intimidades, essas coisas que você deve saber bem como funciona.
Um dia estava trepando com minha namorada e imaginando que estivéssemos sós, ela se soltou e gritou um bocado, aquelas coisas do tipo: sou sua puta, enterra tudo, me fode amor, e por aí vai…
Quando sai do quarto e fui ao banheiro, notei que ela havia chegado, e estava no outro quarto com a porta aberta, ouvindo tudo. No princípio, contei o episódio à minha namorada e ficamos bastante encabulados com a situação. Mas coincidentemente, daí para frente as situações provocativas ficaram mais intensas.
Uma das vezes fui entrar no banheiro e a porta estava destrancada quando ela estava saindo do banho. Apesar do susto, vi que ela não fez grande esforço para esconder sua nudez, deixando um seio propositalmente à mostra e uma parte de suas coxas e bunda à mostra.
Depois foi minha vez.
Estava eu me enxugando e minha namorada pediu que abrisse a porta para passar uma escova no cabelo. Ela e o filho iriam ao supermercado fazer umas comprinhas. De repente a porta se abre. Novamente a situação de susto, mas antes de fechar ela me solta essa:
- Corpão heim sogrinho?!
Confesso que na hora fiquei vermelho, mas pensei comigo mesmo: - Essa menina tá procurando.
Sábado agora, 09/02 após uma bela noitada de sexo com minha namorada, ela acordou mais cedo e me disse que iria fazer umas comprinhas para o café da manhã. Ficamos nos bolinando na cama enquanto ouvíamos seu filho tomar banho e se aprontar para passear com seu cão, rotina que ele fazia regularmente nas manhãs de domingo por meia hora. Mal ele saiu com o dog, minha namorada saiu 5 min depois. Disse que iria demorar meia hora, pois passaria no super para algumas compras.
Fui tomar uma ducha rapidinha e ao sair do banheiro de cueca, me deparo com a cena: ela de camisetão, notadamente sem calcinha nem sutiã, em pé no corredorzinho em frente à porta do banheiro, sorriso maroto com aqueles dentes brancos maravilhosos e me pergunta:
- É verdade que você tem pauzão Sogrinho!
Após o choque inicial, senti aquele tesão típico de situações de perigo. Ela deu dois passos à frente, pegou no meu pau por cima da cueca e com uma cara de safada finalizou:
- aposto como eu faço ele ficar grande.
Feito isso, se ajoelhou e tirou meu pau que começava a endurecer e o abocanhou como uma puta de programa. Começou a chupar loucamente.
Engolia todo, lambia minhas bolas e no cúmulo do requinte, passava seu dedinho pela portinha do meu cu. Tomei-a em meus braços, taquei-lhe um beijo e ainda senti meu gosto em sua língua. Corri para a porta de entrada, girei a chave deixando a porta travada se alguém voltasse. Ela ainda estava em pé na porta do quarto quando e empurrei para a cama.
Ao deita-la abrir suas pernas assustei quanto mel escorria. Ela estava ensopada. Lambi seu grelo rapidamente e senti seu mel jorrar pela buceta quando enfiei o 1º dedo. Ela gemeu! enfiei o 2º. Ela gemeu mais alto.
Continuei chupando e enfiei o o 3º. Ela se contorceu toda e segurou minha cabeça. O 4º dedo eu preparei uma surpresa. Enfiei no seu cú. Ela largou minha cabeça, pegou um travesseiro para abafar seu grito. Senti seu gozo com o cu piscando no meu dedo. Virei ela de 4 e falei:
- agora você vai sentir minha vara!
Ela disse: - Não! Não não! Eu não quero que você me foda! Brinque com seus dedos como eu vi você fazer na Magda!
Ela ainda estava de 4. Deitei-me ao seu lado, com a mão direita enfiando 3 dedos na sua buceta e a outra mão trabalhando seu grelo. Ela pediu para chupar meu pau em um 69. Nos configuramos novamente, eu por baixo e ela por cima. Continuou chupando meu pau como uma puta e eu com aquela buceta e cu arreganhados na minha cara. Continuei sugando seu grelho e entrei novamente com 2 dedos de uma mão em sua buceta.

Seus gemidos me estimularam a colocar mais 2 dedos da outra mão. Ela gemia e as vezes gritava colocando a cara no travesseiro para abafar o som. Resolvi colocar o dedo médio da mão direita no seu cu. Deslizou como quiabo. Foi até o fundo. Ela gritou:
- Velho filho da puta! Você sabe fazer uma puta feliz! Me rasga toda. Rasga sua puta, rasga!
Comecei a arregaçar sua buceta puxando os dedos para cada lado.
Enterrei o dedo médio da mão esquerda e repeti o movimento. Ela tinha 4 dedos na buceta e 2 no cu. Metade de cada mão. Aí foi a explosão! Senti que comecei a gozar e ela também. Tudo pulsava, buceta, cu e meu pau.
Pena que saiu pouca porra.
Viramos simultaneamente, um de cada lado. Depois nos viramos. Ao emparelharmos nossos rostos, vi um pouco de porra escorrendo pelo canto de sua boca.
- Puta que pariu sogrão! Essa foi foda. Próxima vez quero sentir esse pauzão na minha buceta e no meu cu! Vamos manter isso em sigilo. Mas eu quero mais. Agora vamos nos arrumar rapidinho.
Quase morri de tesão mental, só de imaginar que voltaria a come-la. A noitinha, fomos comer uma pizza e nos encontramos no lavatório. Ela só comentou:
- Adoro o Paulinho, quero me casar com ele, mas preciso dessas fodas selvagens de vez em quando. Se você topar, poderemos ser amantes. Próxima vez, fique em abstinência uns 3 dias. Adoro engolir muita porra.
Mal vejo a hora de encontra-la novamente
  • Enviado ao Te Contos

Me viciei em negros de pau grandes, graças aos Angolanos

By: Helena

Para começar, eu me chamo Helena, tenho 36 anos, sou branca, cabelos castanhos, tenho 1,66 de altura e sou magra.
Ate ano passado eu morava com meu marido na Angola, e lá me aconteceu a loucura mais gostosa da minha vida.
Em um dia de semana, lembro-me bem que era mês de Setembro. Meu marido me telefonou, avisando que chegaria tarde porque o carro, com um problema mecânico teria que ir a uma oficina onde se demoraria bastante. Do escritório onde eu trabalhava, telefonei para casa, avisando o meu criado para se encontrar comigo no super mercado e me ajudar com as compras que lá ia fazer.
Depois das compras feitas, estava esperando por um táxi, mas o destino estava resolvido a me preparar uma armadilha.
De repente, sem que nem por que, tomei a decisão de apanhar um ônibus com meu empregado. Todos os lugares estavam ocupados, pois o ônibus estava cheio. No corredor, que aos poucos se enchia, toda a gente comprimida. Senti então, na minha coxa, a pressão de um volume duro, quente e palpitante. Apercebi-me de que era o membro teso do meu criado, que sempre tinha sido respeitador, mas que naquela aglomeração não tinha nem como recuar.
O meu primeiro sentimento foi de repulsa, e tive um impulso de dar um solavanco e me afastar. Mas foi só um impulso, pois um solavanco comprimiu mais ainda nossos corpos e o membro duro, e latejante, premiu-se de lado de minhas nádegas, irradiando um calor esquisito por meu corpo todo, que me fez sentir, a contragosto, um langor, e eu ora me irritava ora me enlanguescia no vaivém do ônibus. Uma excitação forte foi tomando conta de mim, e voluntariamente movimentei o meu corpo para colocar aquele pujante membro entre minhas nádegas.
Nessa posição, minhas sensações cresceram, inebriando-me, principalmente pela respiração em minha nuca. O contato me dava um enorme prazer. Eu estava toda úmida, minhas pernas a tremer. Em inúmeros momentos estive perto de um orgasmo.
Disfarcei ao saltar e caminhei à frente do criado, com as pernas tremendo. Ele me seguia à distância, eu sabia, mas não tinha coragem de olhar para trás. Entrei em casa e me dirigi à cozinha para arrumar as compras. Eu procurava raciocinar sobre o absurdo da situação no ônibus, mas só conseguia ficar mais excitada e perturbada, derrubando as coisas, me atrapalhando. E ele em pé silencioso, notando meu comportamento. Eu não tinha coragem de olhá-lo.
Anoiteceu e eu não conseguia sair de onde estava para ligar o interruptor de luz. Num momento, caiu um pacote no chão e eu me abaixei para apanhá-lo. Na cumplicidade do escuro, ele se aproximou e encostou seu pau duro entre minhas nádegas, segurando-me pelos seios, coma s mãos ásperas e quentes. Expliquei meu comportamento, não sei. Só sei que me senti fraca e gemi quando ele se encostou. A pressão viril nas minhas nádegas me incendiava, os mamilos dos meus seios se enrijeciam.
Ele me empurrou mais para a frente, e me apoiei na pia, mole, desfalecida, submissa, querendo até pedir que ele andasse logo, que metesse logo, pois minha vulva já estava inchada e dolorida, pegajosa e ardendo de desejo. Submissa, deixei-o tirar-me a saia e as calcinhas. Senti agora, com um soluço de prazer, a pressão fervente de seu sexo nu nas minhas nádegas nuas.
Ele tirou as mãos dos seios e acariciou minha bunda. Instintivamente abri minhas coxas, pensando que iria ter uma relação anal pela primeira vez. Mas ele apenas esfregou de leve a macia e imensa cabeça de seu pênis no meu anus, e por toda a minha vagina, provocando-me sensações indescritíveis, desencadeando movimentos frenéticos em mim.
Eu como que buscava seu membro, loucamente desejando a penetração, gemendo, chorando, pedindo, suplicando que me rasgasse, que me perfurasse.
Ele, num golpe rápido, virou-me de frente, e pude ver o enorme calibre de seu cacete negro e reluzente. Atirei-me ao chão, de costas e escancarei minhas pernas, implorando. Ele veio, tive um pouco de medo, supliquei que fosse gentil. Ele foi me penetrando devagar. Gemi num misto de dor e prazer no inicio e solucei convulsivamente de volúpia, quando ele aos poucos se enterrou profundamente. Como que drogada, eu gania incontrolavelmente som seus movimentos de vaivém dentro de minha boceta. Atingi orgasmos sucessivos e, por fim, um orgasmo profundo, quando em urros e convulsões ele esporrou dentro de mim, chegando ao fim.
Ficamos colados num abraço morno, até ambos recuperarmos o fôlego. Ai o telefone tocou. Livrei-me dele e corri nua para a sala. Era meu marido me informando que o conserto do carro ainda iria demorar mais de meia hora. Falei para ele que estava bem, com a voz que pude arranjar.
Mal desliguei e o negro já estava ao meu lado, com seu possante cacete em riste de novo. Ele fez-me ficar de joelhos e lamber e chupar seu cacete. Depois me empurrou até que fiquei de quatro e ele abrindo as polpas de minhas nádegas me possuiu analmente.

A força daquela penetração dolorosa no meu cu, virgem, obrigou-me a dar gritos de dor, mas no vaivém eu me confundia entre dor e prazer, e gemia em delírio.
Deliberadamente meu criado movimentava-se devagar, para não abreviar seu orgasmo. Até que me inundou com sua porra quente, cravando as mãos em minhas ancas.
Na manhã seguinte não fui trabalhar. Continuei na cama quando meu marido saiu, ainda dolorida e preguiçosamente tentando relaxar. Num determinado momento, meu amante negro entrou no quarto. Nada disse. Simplesmente se despiu. Depois me despiu também.
Eu, submissa e rendida, tremendo de luxuria. O fruto proibido estava entre as pernas dele. Meus olhos se encheram de temor e de admiração, porque via agora à luz do dia a envergadura daquele cacete, na plenitude de sua ereção, negro, grosso e comprido, duas vezes o tamanho do membro de meu marido.
Sussurrei num lamento, temerosa, que não me possuísse. No entanto, minhas coxas docilmente se abriam para recebê-lo. Apertei com os dentes os meus lábios, para não gritar, quando senti a cabeça dura do pau penetrar em minha boceta. E, choramingando em convulsões, senti a sua total penetração.
Entreguei-me de corpo e alma, numa paixão desenfreada dos sentidos. Fiz todo o necessário para satisfazer os caprichos de meu amante.
Este era insaciável, e a todo instante me procurava. Cheguei a ter relações com ele na sala, enquanto meu marido dormia no quarto, ressonando, sem nada suspeitar. Eu praticamente estava desvairada, porque sentia com ele o que nunca tinha sentido durante o tempo de casada.
A diferença da cor, a relação proibida, a virilidade potente de seu sexo, a força de submissão de entrega que ele me imprimia, fazendo-me sentir extremamente mulher, tudo isso fazia dessa relação algo perfeito, primitivo, animal, forte.
Quando ele partiu, de férias, para sua terra, fiquei profundamente deprimida e num estado de sofreguidão sexual. Não tive duvidas em procurar outro negro, para saciar meu corpo, que ardia de desejos, de animalidade plena. Contudo, não foi fácil minha procura, pois eu desfrutava de excelente reputação naquela terra e não podia me arriscar.
Uma tarde, meu marido foi ao clube jogar baralho, costume que tinha aos sábados. Sozinha, e inquieta, terminei saindo à rua temerariamente, e logo e, frente a minha casa, vi um negro musculoso, nu da cintura para cima, que sozinho abria uma vala num edifício em construção. Àquela hora, normalmente, naquele bairro, não havia ninguém. Todo mundo descansava, depois da semana exaustiva de trabalho, ou tinha saído para clubes ou viagens.
Pedi ao negro que viesse até minha casa para consertar uma torneira no banheiro. Humildemente ele aceitou o serviço, que foi a desculpa que arranjei no momento.
Ficou surpreso quando notou que não havia nada de anormal na torneira, mas muito mais admirado ao notar que havia algo de anormal em mim, quando comecei meigamente a apalpar os músculos saliente do seu tórax. Sorrindo sedutoramente, desci as mãos. Ele ficou assustado quando eu, sem qualquer pudor, com a mão a tremer, ultrapassei a barreira das calças como os dedos e toquei seu cacete, que vibrou. Pedi-lhe para me seguir.
No quarto, febrilmente, defronte dele, ainda surpreso e admirado, fiquei completamente nua e, deitando-me na cama chamei-o para mim. Rudemente, com selvageria, ele praticamente me violentou. Agüentei firme e chorei de tanta dor e gozo. Ele não se retirou de cima de meu corpo frágil e magoado. Ainda procurou outro orgasmo com sofreguidão, virando-me de bruços e comendo meu cuzinho.
Havia neste novo amante certa dose de brutalidade. Másculo e dominante, ele usava o meu corpo com vigor. Eu abria-me inteiramente, dócil e feminina, acolhendo com prazer inusitado suas viris investidas.
Quando meu criado chegou, planejei um esquema tão perfeito que cheguei a ter, em certos dias, relações sexuais com três homens. No espaço de poucos minutos saia dos braços de um, lavava-me e passava para o segundo, e findava o dia na cama, com meu marido. Tudo era tão bem planejado que não havia nos três, qualquer indicio de suspeita que eu houvesse dado para outro.
Os dias foram passando, num ritmo de insaciedade de minha parte, como se o mundo estivesse para acabar. Um dia peguei uma revista pornográfica e vi cenas de mulheres tendo relações com dois homens ao mesmo tempo.
Essas cenas perseguiram a minha mente durante muito tempo. E quando foi confirmada a nossa saída do país, ainda mais essa obsessão me afligiu e me espicaçou para por em pratica um ato semelhante.
Mais uma vez o destino estava ao meu lado. Meu marido organizou uma caçada de despedida, e eu ficaria dois dias livres. Com astúcia, preparei meu plano. E na noite em que ele partiu, meus dois amantes entraram em meu quarto.
Entre os dois desconhecidos, houve um perfeito entendimento, graças à minha persuasão. E, então, saciei meu desejo de uma completa posse por dois homens, dois negros forte, brutalmente penetrando meu corpo branco de fêmea no cio, simultaneamente no cu e na boceta, e me enlouquecendo com seus sexos duplamente movimentando-se dentro de mim, irradiando-me prazer. 
Foram dois dias de prazer supremo que até hoje não saem de minha cabeça.
Aqui no Brasil ainda não me adaptei suficientemente, mas acho que morro de desgosto se não voltar a ter meus prazeres alucinantes
  • Enviado ao Te Contos Helena

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Minha sogra virou minha amante


By: Gero

Sou o Gero (Rogerio), sou casado, tenho 30 anos

Sou casado há mais de 10 anos, nunca tive vontade de trair, pois entre eu e minha esposa dentro de quatro paredes não havia limites em nossa relação, e ela sempre atendeu todas as minhas vontades.
Porém, devido ela trabalhar em uma empresa multinacional, algumas vezes todos os anos ela precisa viajar para fora do pais, e ficando sozinho em casa, eu procuro sempre conter meu apetite sexual com uma punhetinha.
Como parente de minha esposa eu tenho apenas minha sogra, uma mulher viúva e cinquentona, mas apesar da idade ela procura sempre se cuidar, faz academia e é muito vaidosa no salão, tem quadris largos, coxas grosas e seios ainda volumosos.
Durante o tempo que ela vive sozinha, teve apenas alguns namorados, mas nada duradouro, apenas momentos. Ela possui um pequeno comercio e às vezes viaja de ônibus para fazer compras em outras cidades.
Certo período desse ano de 2018, minha esposa precisou viajar para os EUA, e eu estava de férias do trabalho, quando minha sogra me perguntou se eu poderia viajar com ela em meu carro, pois a quantidade de objetos que ela ia comprar era maior que as outras vezes, como prestativo que sempre fui, falei que sim, pois estava de férias mesmo.
Saimos para outra cidade na segunda, para aproveitar o comercio aberto, certo que voltaríamos para casa no mesmo dia, mas no meio do caminho meu carro ascendeu no painel a luz do óleo, e pensando que era algo simples não parei e continuei a viagem.
Viajamos uns 300 km e chegamos ao local de destino, e enquanto minha sogra foi as compras eu procurei uma oficina local, e foi aí que veio a surpresa, a bomba de óleo do motor estava danificada e teria que trocá-la para poder voltar, e o carro só seria entregue no outro dia.
Liguei para minha sogra e contei o problema, disse que iria busca-la de táxi e o jeito era ficarmos em uma pousada naquele dia.
Quando ela terminou as compras ligou para mim e fui a seu encontro. Em seguida procuramos uma pousada e o taxista nos deixou num lugar próximo de onde estávamos.
Na recepção achamos melhor alugar apenas um quarto, já que seria apenas uma noite para dormir e guardar os vários pacotes, ficamos em um quarto que era pequeno, mas bem aconchegante, e nele não havia box no banheiro e sim uma cortina, quase transparente.
Minha sogra sempre foi bem humorada e disse que quando fossemos tomar banho, era só colocar a toalha sobre a cortina, estava resolvido.
Eu fui o primeiro a ir para o chuveiro, e sai em pouco tempo, estava todo sem jeito pela situação.
Em seguida, ela entrou no chuveiro e começou a tirar a roupa, e fiquei surpreso pois ela não colocou a toalha impedindo a visão.
Naquele momento, vendo aquele mulherão tomando banho toda nua, apenas sexo era meu pensamento, e minha etiqueta de genro bonzinho saiu da mente, eu estava muito concentrado naquela loba toda nua, e meu cacete começou a pulsar de tanto tesão, deitei na cama e coloquei um lençol por cima de meu pau para disfarçar, mas era difícil conter.
Ela saiu toda cheirosa e molhadinha enrolada naquela toalha, e naquele momento não pensando no resultado das consequências de meu ato, me levantei e me aproximei dela, ela como sempre brincalhona, perguntou o que eu tinha, então tirei o lençol da frente, e ela ficou pasma, sem fala, quando viu como estava meu cacete, e eu disse:
-olha o que você acabou de fazer comigo
Ela disse:  -que aquilo não era certo
E eu falei que ninguém saberia, ficaria apenas entre nós dois, eu lhe disse que estava morrendo de tesão por ela com aquele cheiro, então cheguei mais perto dela e fui mais ousado, fui direto em sua boca, dei um beijo gostoso e fui retribuído da mesma forma.
Ela se entregou e baixou a toalha, nesse momento tive a certeza que valeu apena minha ousadia. Nos beijamos loucamente, e sem perder tempo a levei para cama, e pedi para ela abrir as pernas, cai de boca naquele bucetão, e ela estava toda molhada e delirava com minha língua entrando e saindo, gozou varias vezes em minha boca
Até que pediu para eu me deitar e ficando em cima foi se agachando e recebendo meu cacete até o saco, parecia uma cachorra no cio, rebolava bastante e foi grande a quantidade de esperma que jorrou dentro de sua buceta, nos levantamos e fomos os dois tomar banho.

No chuveiro a sacanagem não parou, ela se virou e ficou me provocando com sua enorme bunda, eu alisava seus mamilos e roçava nela por trás, e lhe implorei para penetrar seu rabinho.
Ela disse que nunca tinha dado o cuzinho a ninguém, mas tinha vontade, fomos para uma mesa e ela se escorou e abriu suas pernas, eu me abaixei e comecei a passar minha língua naquele cuzinho carente, em seguida, comecei a empurrar devagar meu pau naquele buraquinho, que já estava bem relaxado e foi recebendo aos poucos minha piroca
Ficamos algum tempo naquela posição, ela estava muito excitada e gostando, estava com tanto tesão que, a cada movimento de vai e vem, pedia para eu socar tudo, e como bom genro eu a obedecia, até que novamente gozei bem no fundo daquele cuzinho quentinho.
Voltamos para o banho, e como bons amantes passamos bastante tempo debaixo do chuveiro trocando caricias e nos beijando, até cairmos na cama e dormimos aquela noite bem abraçadinhos.
No outro dia acordei com ela apenas de calcinha preparando o café, e novamente fui a seu encontro, massageava seus mamilos e lhe beijava no pescoço, seu perfume me excitava muito, ela se virou e se agachou, caindo de boca em minha vara, que já estava igual a ferro
Pedi que ela ficasse de quatro na cama e lambendo feito um cachorro aquela buceta molhada, meti até o talo, comecei um movimento devagar, mas ela rebolava tão gostoso, que acelerei o movimento e falei que iria gozar, e juntos gozamos ao mesmo tempo.
E feito o dever da manhã, tomamos um gostoso banho seguido de um maravilhoso café.
Entramos na pousada como Sogra e Genro, e saímos amantes de mãos dadas, pegamos o carro e voltamos a nossa cidade.
Hoje temos um relacionamento com muito respeito quando minha esposa esta em casa, mas nos dias que ela viaja voltamos a ser amantes apaixonados.
  • Enviado ao Te Contos por Gero

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...