sábado, 7 de março de 2020

Trai meu marido no cinema sabado (29-03-2020)

by: Casada

Oi Gente, para começar quero dizer que sou aqui de Mato Grosso, tenho 33 anos, acho que estou no auge como mulher. Muitos podem me achar presunçosa, mas, comparando as fotos de quando casei, me acho mais bonita agora. Estou com os mesmos 1,64m, só cinco quilos a mais, acumulados no quadril que ficou mais largo, a mesma cinturinha fina e o rosto, agora com traços bem definidos.
Antes de me assumir como uma sem vergonha declarada sob a ótica de muita gente. Eu tentei, juro que tentei, ser fiel o maximo possivel, mais a falta de sexo do meu casamento chegou e estourou todo o meu limite.
Sábado passado (dia 29-03), fui fazer hora num shopping. Aliás, viver momentos excitantes. Tanto que saí sem calcinha e sutiã, vestida apenas com uma saia cinza meio curta e blusinha branca colada. Usei sandália baixa para dirigir até o estacionamento. E lá troquei por outra branca, de saltos altíssimos.
Fiquei olhando vitrines e andar com saltos finos no piso liso, faz com que eu rebole naturalmente. Segui em frente, na praça de alimentação, comprei um sorvete de baunilha. Passeando o olhar pelo ambiente, notei um par de olhos fixos em mim.
Era um homem próximo dos quarenta, de aparência distinta apesar da roupa casual. Nem alto e muito menos lindo. Sentando numa mesinha próxima, tomando cerveja.
Passei a encará-lo também, trabalhando a língua e lábios de forma acintosa no sorvete, simulando nao muito explicitamente uma felação. Ele observava de forma investigativa, com um leve sorriso no semblante. Deu impressão que todo o resto desapareceu. Uma atmosfera mágica nos envolveu, onde estávamos só nós dois, eu chupando o sorvete e ele talvez imaginando ser seu falo na minha boca.
Nesse jogo, eu balançava os cabelos longos e lisos, prendia com as mãos, fazia um rabo de cavalo com os dedos e os soltava, sem desviar os olhos nos olhos. Pegava nas pontas, entreabria a boca e passava a mecha nos lábios. A expressão fascinada dele confirmava o quanto estava seduzido. Palavras seriam dispensáveis nessa hora. Os olhares diziam tudo.
Me levantei e fui para a área dos cinemas. Nem precisei me virar. Sabia que estava sendo seguida. Na sala 2 estava passando uma comédia nacional. Pensei em entrar. Depois refutei, percebi-o proximo, criei coragem e comprei o ingresso. E no vidro da entrada, vi refletida a imagem dele, se apressando em me acompanhar. Por ser a primeira sessão, a sala estava com lotação mínima. Havia no ar um leve cheiro de mofo e bolor.
Sair da luz artificial para o escuro do corredor, foi um choque de lucidez. Deixava um mundo virtuoso e me encaminhava para um antro pecaminoso. A descida de nível de esfera, ocorria paralela às minhas atitudes. De uma mulher casada para uma devassa despudorada.
Hesitei, tomada pela vergonha. Não valeria o risco para uma senhora, ainda mais “como eu”.
Entrei na ultima fileira, segui até o meio e ao empinar a bunda para abaixar o banco da poltrona, esbarrei nele. Ele estava atrás, grudado em mim! Demorei de propósito, como se estivesse atrapalhada pela escuridão, dando uma leve manobrada no quadril, roçando o traseiro em sua zona pudica.
Acomodados, continuei com o olhar fixo na telona. Ele se achegou mais e perguntou:
- Posso saber seu nome?
- É Carla. E o seu? Respondi, dando o primeiro nome que veio à cabeça, o da minha melhor amiga.
- Gilberto, mas me chamam de Gil.
O perfume do creme de barbear sempre me agradou. Não sei porque, o aroma de masculinidade me faz associar pele na pele, a introdução de carne na carne, volúpia sexual. Fiquei ainda mais excitada, com a vagina tão molhada que o melzinho estava prestes a escorrer. Trocamos um beijo ardente, sôfrego e molhado.
Sua mão direita chegou nas minhas coxas e foi subindo, levando junto a barra da saia, causando ondas de prazer. O contato dos dedos tocando de leve a virilha me fez remexer a anca e quando chegou lá, tive uma reação abrupta, contraindo os músculos do ventre, tamanho o choque.
Ele por sua vez, deve ter tido a mais agradável das surpresas, ao constatar que eu estava sem calcinha, com a xaninha depilada e toda úmida. Ficou bolinando e depois, tentou enfiar o dedo. Estava difícil conter os gemidos, que acabavam em sons abafados.
Preocupada e com as pupilas mais dilatadas, habituadas à escuridão, olhei em volta. Me tranquilizei ao notar que os poucos expectadores estavam concentrados na película. Retribuí apalpando a braguilha dele. Gil facilitou, abrindo o fecho da calça, libertando o mastro. Era de tamanho médio e duro como pedra. Dei mais uma olhada em volta, me abaixei em frente a poltrona dele, acomodando como deu no espaço exíguo.
E comecei a lamber, igual fizera com o sorvete. Apesar da claridade exígua, conseguíamos manter o clima, olhos nos olhos. Depois de beijar a glande, brincar com a língua, abocanhei a cabeçorra, iniciando o vai e vem, prendendo aquela rola com a língua e o céu da boca. Se fosse meu marido, já teria gozado. Gil demorou bem mais e a certa altura estocando rápido, até ejacular.
Quase engasguei de tanta porra. Mal engolia o leitinho espesso, outra vez ele soltava em nova contração. Bebi e suguei até a ultima gota, esfregando a língua na pontinha sensível que causava novos tremores nele, ficando assim, até que perdesse a rigidez.
Voltei na minha poltrona. Foi só dar um leve puxão em seu braço para ele entender o recado. Se abaixou na minha frente. Para facilitar, ergui a saia até a cintura e abri as pernas. E Gil começou a me chupar. Depois de passear pelo grelhinho, mal a língua quente e áspera penetrou na xoxotinha, tive um orgasmo intenso.
O filme já estava pela metade. Uma das minhas fantasias sempre foi a de transar dentro de um cinema. O medo era de ser surpreendida pelo lanterninha, que desde o começo do filme, não tinha mais dado o ar da graça. Resolvi arriscar. Já tinha visto duplas se agarrando e indo para o toalete.
Fiquei sentada e puxei Gil para cima de mim. Ele abaixou a calça, a cueca e já veio pronto para meter. Com as palmas das mãos estendidas, evitei que ele enfiasse a tora, perguntando:
- Você tem camisinha?
A resposta foi negativa. Ele nem imaginava uma chance como aquela. Eu é que deveria ter me preparado. Afinal, desde que sai de casa, buscava algo vago, porém libertino. Que poderia terminar naquilo. Sexo não tem hora e nem lugar. Basta haver encontro de parceiros dispostos. A insanidade prevaleceu.
Vencida, afrouxei a força dos braços, numa permissão tácita. A penetração daquele jeito estava difícil. Ele parecia um cachorro, doido para meter na cadela. Se contorcia todo, conseguia colocar a cabecinha, começava a estocar e logo saia. Procurando colaborar, eu empurrava o ventre para frente. Um esforço em vão.
Já enlouquecida de tesão, ergui o banco da poltrona, sentei na ponta ficando quase de pé. Em toda transa, só a penetração, arde um pouco. Talvez porque sempre fico tensa. Mas dura pouco, até a rola ficar lubrificada com meus sumos.
O mastro do meu amante entrou fundo. Apesar do desconforto, o perigo de ser vista e o inusitado da transa, tudo fazia ficar excitante, mais delicioso. E sem querer, acabo comparando com meu marido. Mal põe, tira e põe, já goza e a vara meio mole, escorre para fora.
Gil bombava, bombava, tirava tudo e colocava de novo. Eu queria que ele se acabasse dentro de mim. Depositasse fundo no meu ventre o seu esperma quente. Em minhas fantasias sempre imagino a pica se inchando de gala e explodindo num jato forte. Impressão ou não, eu sinto eles batendo nas paredes das minhas entranhas.
Me sentia furada, empalada. Dar é bom demais. É sentir como se o outro estivesse todinho dentro do meu túnel do prazer. Entrando justo, raspando, fazendo pressão no útero. É quando chego ao ápice. A outro orgasmo arrebatador. E que gostoso ser possuída de forma robusta e demorada.
E ele gozou, tremendo todo. Mal acabou, deu conta de onde nós estávamos. Ergueu a calça rapidamente se recompondo. Eu só abaixei a saia, ajeitei o banco da poltrona e me deixei cair nela, exausta e ainda com a sensação de quero mais. Queria ter feito anal, o que não foi possível.
Gil pediu meu telefone e prometi que daria depois. Falei que iria ao banheiro e já voltava. Saí apressada do cinema, corri até o estacionamento do shopping. A porra tinha escorrido até a altura do joelho e incomodava. Peguei o carro e fui embora.

  • Enviado ao Te Contos por Casada

quarta-feira, 4 de março de 2020

Matando meu tesão com 2 vibradores (04-03-2020)

By: Giovana

Oi Te Contos, eu me chamo Giovana, tenho 21 anos, Univeritaria, sou do Goiania.
Este ultimo mês tem sido uma seca pois não tenho dado uso á minha bucetinha, pois todos os meus machos estão longe. Até meu irmão anda entretido com a putinha da namorada que nem me liga mais.
Hoje estou sozinha em casa e estou deitada na minha cama louca de tesão. Está calor e estou só de calcinha e um mais nada. Estou a ouvir musica e o tesão vai se apoderando de meu corpo. Começo a tocar-me. Toco nos meus seios fartos e belisco os mamilos.
Minha buceta dá sinais e vai ficando milhada. Toco-lhe por cima das calcinhas. Gemo de prazer. Percorro meu corpo com as mãos e vou me demorando nas zonas que me dão mais prazer.
Tiro a calcinha e brinco com o clitóris já bastante duro. Massaje-o-o e brinco com o piercing. Isso me dá um prazer enorme. Meto um dedo na xaninha mas um só não chega e meto mais um e mais um. Meto e tiro e brinco com o clitóris.
Ao mesmo tempo, com a outra mão massajei-o os meus peitos e depois com as duas mãos esfrego uma na outra. Contorço-me um pouco para chegar com a língua a um mamilo. Esta é uma vantagem de quem tem as mamas grandes como eu.
Tento morder o mamilo, mas isso não consigo. Gostava de o morder, mas já é bom lambe-lo. Volto a brincar com a minha buceta esfregando os grandes lábios e o clitóris.
Senti falta de um bom caralho na buceta e na falta de um fui buscar o vibrador que o António (Um coroa a a quem dou as vezes) me tinha oferecido. Lubrifiquei-o e meti-o na buceta, liguei a vibração e isso fez o prazer aumentar.
Tiro-o de mim e toco no piercing, loucura total aquela vibração. Toquei no clitóris e a vibração fez me vir. Vim-me num orgasmo delicioso, mas não fiquei satisfeita.
Sei que minha mãe também tem um vibrador. Fui á procura no seu quarto e encontrei dentro de uma gaveta, la estava uma coisa enorme e preta, um vibrador a imitar um pau de um negro com 20cm de cumprimento e 8 de largura. Fiquei de boca aberta e com vontade de experimentar.
Voltei para o meu quarto e passei bastante lubrificante no vibrador e na minha buceta. Não foi fácil meter aquele pau dentro de mim. A cabeça era enorme e custou a entrar quase me rasgando, mas o resto entrou bem. Senti-o tocar bem no fundo do meu útero.
Liguei a vibração e meu corpo estremeceu. Tinha de o segurar com as duas mãos pois era bem grosso. Depois de minha coninha se moldar voltei a tirar e lubrifiquei mais e agora só sentia prazer.
O meu vibrador estava mesmo ali ao lado e senti pena dele. Parei e lubrifiquei o cú. Muito desajeitadamente consegui meter os dois nos meus buracos. Gemi alto pois não estava ninguém em casa. Meti e tirei um de cada vez, mas de vez em quando ficavam os dois dentro o que me deixavam totalmente preenchida.
Não aguentei e Gozei como se o mudo fosse acabar nesse momento. Meu corpo deu espasmos de prazer e berrei, pois, o tesão era forte. Meti e tirei um de cada vez até terminar o orgasmo e ficar desmaiada na cama.
Adormeci durante algum tempo e acordei com o barulho de alguém entrar em casa. Meus pais chegaram e tive de esconder tudo na minha gaveta com medo que alguém viesse ao meu quarto.
O vibrador de minha mãe ficou essa noite no meu quarto, já já recomeço a festinha solitaria.
  • Enviado ao Te Contos por Giovana

O Sonho

by: Rich & Hard
Você alguma vez já foi ao cinema atrasado, o filme já tinha começado e você continuou ali, assistindo meio perdido até entender direito o que estava acontecendo? As vezes meus sonhos são assim, nem sei bem como começam e as histórias se desenrolam assim mesmo,sem pé nem cabeça…
A porta do apartamento se abriu e uma garota me recebeu com um sorriso que desarma qualquer um. Ela com aquele jeito tímido porém impecável nos movimentos, como os de uma bailarina. O olhar, cativante e fulminante, como os de uma leoa. O perfume claro, viciante, como de um campo florido e por fim aquele cumprimento sutil que denunciou toda e qualquer atitude posterior àquele beijo na bochecha quase tocando o canto dos lábios. Ela não estava para brincadeira e eu não tinha a intenção de recuar, logo o match foi alcançado com sucesso.
Adentrei-me e fui convidado a me sentar.
- Aceita uma bebida? ela disse
- Whisky por favor. Sem gelo. respondi a ela.
Ela se afasta até o bar no final da sala e eu vou conferir a vista da cidade. A noite estava muito linda, céu limpo e estrelado. Já não sabia se o calor que eu estava sentindo era do ambiente ou se eram os sinais do meu corpo , já que estava muito quente, mas era tarde para pedir pedras de gelo para minha bebida pois ela já estava bem atrás de mim com os copos.
- Vamos brindar a quê? Indagou ela.
- À esse momento. Porque não? lancei um sorriso mal intencionado.
Ela virou o copo e num único gole lá se foi todo o destilado.
Eu também dei um gole seco, e sem delongas, já coloquei o copo de lado, passei um dos braços pela cintura dela, segurei seu rosto com firmeza e dei um beijo quente nela, um longo e demorado beijo. Ela apenas se entregou ao momento e devolveu-me o beijo ainda mais quente no reflexo, puro instinto.
Corri minhas mãos pelo seu corpo naquele vestido preto colado e levantei-o, retirando-o todo. Ela usava uma lingerie, também preta, com meia e cinta-liga, aquele combo perfeito para quem quer cometer um crime. Ela estava decidida a me derrubar naquela noite, pois ela estava usando todas as armas que tinha até então.
Será que haveria espaço para mais alguma carta na manga?
De qualquer modo, eu não resistiria por muito tempo, não com aquela receptividade cinco estrelas da qual eu estava me fartando.
Beijei o pescoço dela que estava muito exposto, não por descuido claro, e ouvi um gemido longo e profundo seguido de um arrepio no corpo todo, como bem observei os pêlos todos eriçados de seu braço, barriga e pernas.
Delicadamente ela se permitiu abrir um pouco as pernas e aproveitei para tocá-la na virilha, bem devagar, sem pressa alguma, já que ambos estávamos ali aproveitando o momento e não iríamos à lugar algum.
Percebi meus dedos queimando ao puxar a calcinha para o lado e introduzi-los em sua buceta, que estava muito encharcada a esta altura.
Chupei um dos dedos e dei o outro pra ela chupar. Ambos sabíamos agora exatamente o gosto que tinha aquele pecado e confesso que ao me recordar desse trecho do sonho, fiquei de pau duro enquanto escrevia essas linhas.
Foco!
Dois dedos dentro dela e eu mordendo sua orelha, ouvindo seus gemidos, quase que um sussurro, e o barulho do líquido que escorria por entre as pernas dela, enquanto eu movimentava com certa velocidade e intensidade o indo e vindo mais apertado e escorregadio possível.
As mãos dela arranhavam minhas costas e ela já não gemia normalmente mais, agora ela estava em estado de transe e suas palavras de ordem eram “Me fode gostoso, seu cachorro”, e eu estava ali para atender o seu pedido, obviamente.
Eu me afastei dela e sentei no sofá, ela se ajoelhou e com certa agilidade, retirou a minha calça e começou a beijar minhas coxas até chegar na cueca. Ela olhou para mim como quem aguarda uma permissão para a próxima etapa. Eu assenti com a cabeça e ela começou a beijar meu pau e então retirou a cueca toda.
Meu pau era o prêmio da noite, o presente mais aguardado, a conquista dela.
Ela sabia que teria aquilo e por isso não poupou trabalho algum de caprichar em toda aquela alegoria da noite. Ela era a viúva-negra e eu havia caído em sua teia.
Foda-se!
Quero mais é ser usado mesmo, pensei.
E ela me chupou muito, com vontade, com força, com violência,com precisão. Uma coisa é ter uma mulher lhe chupando o pau, outra coisa é ter uma mulher com muita vontade de chupar teu pau. A diferença é gritante.
Uma vez ouvi que toda mulher é safada e psicopata na cama, mas que ela precisa encontrar a pessoa certa que ativará esse lado oculto e misterioso delas. Gosto de pensar que talvez eu seja esse tipo de homem, ou que talvez eu esteja perto disso…
Eu disse pra ela: - Minha vez!
E fui colocando ela na posição de quatro, uma das minhas favoritas e chupei-a de baixo pra cima, a buceta e o cuzinho, sugando todo aquele melado enquanto ela rebolava na minha cara e se contorcia de tesão no sofá.
Talvez fosse melhor ir para o quarto, já que tínhamos todo o tempo do mundo, mas ao mesmo tempo, não tínhamos tempo a perder. E foi ali mesmo que abri um pouco mais a buceta dela com os polegares e comecei a comer aquela buceta vulcânica. Com força, desde o início, profundo e rápido.
Ela gritava:
- Me fode,desgraçado!
- Mmmmmmmmm Seu gostoso!
- Aff Adoro teu pau dentro de mim…
- Isso, tá do jeito que eu gosto…
- Não pára não pára! Hoje eu quero gozar…
- …mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Não me recordo direito o que ela falava, só me recordo dela se contorcendo no sofá, tendo uma pequena “convulsão” onde eu não podia tocar ela pois estava curtindo o momento, só dela.
Fiquei ali, a observando, enquanto me masturbava lentamente para não perder aquela sensação gostosa e garantindo que o pau continuasse firme para prosseguirmos após o primeiro orgasmo dela.
Ela olhou para ele e disse “Quero leite na boquinha” e apontou para a boca, já aberta e engolindo ele até o saco.
Não saberia dizer qual era mais gostoso, se foder a buceta dela ou se foder a boca pois ambas eram muito quentes e ambas sabiam perfeitamente como me dar prazer.
E meu pau então explodiu e lançou um jato de porra pra dentro da garganta dela, que não desperdiçou nenhuma gota sequer.
Acordei “animado” e melado, pronto para a minha punheta matinal. Já que é exatamente isso o que temos para esse momento.
Rich & Hard
  • Enviado ao Te Contos por @rich-n-hard

segunda-feira, 2 de março de 2020

Uma trepada com uma GP na hora do almoço para matar o tesão (02-03-2020)

by: Roberto

Me chamo Roberto, tenho 35 anos, sou casado, sou de São Paulo.
Hoje estava perto da hora do almoço, não estava com muito trabalho para fazer, e estava com um Puta tesão, olhava para as mulheres do departamento em que trabalho e só pensava em qual eu meteria primeiro…
Então resolvi em vez de almoçar, preferi comer alguem, fui no facebook direto numa garota que conheci a um tempinho atras, atraves de uns amigos. seu “nome” é Hellen, garota de Programa, 23 aninhos um tesão.
Fiquei tentado, cedi à tentação e logo passamos ao WhatsApp. Hellen me mandou fotos do rosto e do belíssimo corpo. Loira, olhos verdes, feições finas, boca carnuda, perfeita, seios médios, firmes, barriga definida, coxas grossas e torneadas, bunda redonda e empinada, boceta carnuda e lisinha. Pirei!
Conversamos sobre os detalhes e ela respondeu: “Por R$***, 00 eu te dou prazer e por prazer você me paga. Você não vai se arrepender”.
Topei na hora, ela me deu o endereço da casa de uma amiga e eu me dirigi para lá, na mesma hora.
Ao chegar, fui recebido por Hellen, de blusinha sem sutiã e um short, sem calcinha por baixo. Levou-me direto para o quarto, onde sentamos na cama. Passamos trocar carícias no melhor “estilo namoradinhos”, nossas línguas se encontraram e o clima começou a esquentar.
Enquanto eu retirava com facilidade a blusa de alcinhas, ela abria o zíper da minha bermuda. Passei a linguar aqueles mamilos rosados e mamar aqueles peitinhos empinados alternadamente, enquanto ele começava punhetear o meu cacete, já duro e pulsante. Ficamos assim por uns bons minutos, até que lhe retirei o short e acariciei sua xana, já molhadinha, e passei tocar uma siririca naquele grelinho saliente, inchadinho de tesão.
Hellen então levantou e veio para cima de mim, esfregou a boceta na minha cara e eu abocanhei aquele xota na hora. Mas, ainda não era o que ela queria, aquilo era só para que eu sentisse o gostinho daquela xota. A garota desceu da cama, jogou um travesseiro no chão e ficou ajoelhada.
Sentei na borda da cama e, imediatamente, ela se apoderou do meu caralho. Beijou a glande, um beijo molhado, cheio de tesão. Lambeu, fez voltas com a língua, esfregou nos lábios. Mamou a cabeça da rola, dura e inchada.
Lambeu meu pau lentamente, várias vezes, indo e voltando, mordeu, mamou, mamou muito e forte, como um bezerro desmamado, chupou como se estivesse faminta por rola, de olhos fechados sugava com força, provocando em mim uma sensação maravilhosa.
Foi para as bolas, colocou de uma por uma na boca, salivou, chupou, sugou, me deixou louco, tudo isso sem parar de me masturbar. Voltou a mamar o meu caralho inteiro, acariciá-lo, arranhá-lo com delicadeza, em ouro momento enfiou as unhas e mordeu ao mesmo tempo. Que mistura de dor e prazer incrível eu senti.
Sem querer gozar logo, voltei para a cabeceira da cama, ela subiu de quatro, como uma gata, com olhar lascivo, imoral, provocante, como eu adoro, colocou uma camisinha na minha rola e sentou de frente para mim, encaixando tudo na boceta gulosa e muito molhada.
A segurei pela bunda firme e nossas línguas se encontraram, a puxei ao encontro do meu corpo e os peitinhos dela colaram no meu tórax, ambos já suados. Hellen começou um rebolado fantástico. Com nossas bocas “comendo” uma à outra e meu dedo médio fazendo terra no cu dela, a garota se movia para frente e para trás, quicava e rebolava na minha pica, fazendo com que eu sentisse meu pau roçar em cada centímetro da parede daquela boceta mais que gostosa. Uma verdadeira profissional!
A ponto de gozar, mas querendo aproveitar aquele corpo muito mais ainda, a segurei com delicadeza, diminuindo o ritmo daquela trepada. Hellen entendeu o sinal. Fez com que meu pau saísse da sua xana, mas continuou a me beijar e a colocar os peitinhos duros na minha boca. A boceta dela estava extremamente melada, babando.
Uns minutos depois, ela saiu de cima das minhas coxas, deitou de bruços, pegou um travesseiro, colocou sob os quadris, abriu bem as pernas e pediu:
-“Come o meu cu. Neste momento e é todo seu”.
Peguei o gel que estava na cabeceira da cama, lubrifiquei aquele ânus exposto, e à minha inteira disposição, e fui introduzindo meu pau, lentamente. “Forte, mete forte, com força, sem dó”, disse a garota.
Atendi e coloquei o que faltava entrar, de uma só estocada, forte, com o peso do meu corpo sobre o dela, que disse:
- “Assssssiiiiiim”!
E, dando o cu, Hellen também foi fenomenal. A cada estocada, ela apertava o anelzinho de couro, “mordendo” o meu caralho. Eu retirava, enfiava de novo e outra “mordida”. Depois, ela começou a rebolar sob o meu corpo com a pica no cu, rebolar forte e a empurrar a bunda de encontro ao meu púbis.
Aquilo era muito, mas muito bom mesmo, delicioso, indescritível. Decidi que acabaria ali: após mais uns 10 minutos de anal, gozei abundantemente naquele cu apertado, quente, que parecia ter vida própria.
Hellen, até então, só havia se excitado muito, bastante, gemeu, respirou fundo o tempo todo, mas não gozou. Como uma profissional, ela não gozou. Eu, porém, não me conformei com aquilo. Após voltar do banheiro, com ela ainda na cama, de olhos fechados, disse-lhe que agora era a minha vez.
Aproximei-me daquela boceta, entre as pernas ainda abertas e passei a mamá-la, também como um bezerro desmamado. Chupei, lambi, mordisquei, degustei um a um dos pequenos e grandes lábios, coloquei a língua na boceta de Hellen, mamei de novo aquela xana maravilhosa, deliciosa.
Passei a linguar aquele grelo, vermelho, inchado, saliente. Hellen gemeu, gemeu mais alto e com a voz rouca, diferentemente das outras vezes em que gemeu. Levantou os quadris. Era o sinal de que eu estava lhe dando prazer, como gosto de dar prazer a todas as pessoas com que me relaciono, mesmo sendo o sexo pago.
Me concentrei naquele grelo e comecei a mamá-lo, só ele, pulsante, cada vez mais inchado, vermelho. Ora mamava, ora linguava. Hellen passou a rebolar e gemer cada vez mais alto, levantou bastante os quadris em determinado momento, quando aproveitei e, com dois dedos, fiz terra novamente no cu da garota. Foi a gota d'água. Hellen gozou muito, gemendo e quase choramingando, respirou fundo e disse.
- “Puta que pariu, fazia tempo que eu não tinha um orgasmo assim. Fazia tempo que eu não gozava tão forte. Caralho. Que boca, hein!? Que língua! Você é foda!”.
Sorri e, logo, sorrimos os dois. Fomos juntos ao banheiro, nos recompusemos, paguei-lhe, nos despedimos e fui embora. Afinal, uma foda com uma puta é uma transação comercial. Uma transação comercial que, com Hellen, foi muito prazerosa. Para os dois. E quem disse que puta não goza?!
  • Enviado ao Te Contos por Roberto

domingo, 1 de março de 2020

Presente de aniversario!

by: Jennykero

Me olhava no espelho, franzi um pouco a testa e olhei para o vestido que usava, não era nada extravagante, mas nada tão simples, gostava dele pelo o simples fato de como ficava em meu corpo e como realçava minhas curvas, coloquei uma sapatilha e deixei o cabelo solto, deixei os cachos bem soltos e volumosos, peguei uma jaqueta jeans e a vesti, andei em direção ao ponto de encontro, enquanto ainda andava na rua em que morava, algumas vizinhas me viram e me cumprimentaram e brincaram perguntando se estava indo encontrar o namorado.
-“Sim, é aniversario de namoro!”, respondi sorridente.
Subi o lance de escada que havia no final de minha rua e fiquei sentada no banco que havia na pracinha que fora construída a alguns meses, olhava para meus pés e sorri, afinal por ser baixinha, nunca os encosto no chão, ergui a cabeça ao ouvir o barulho do carro, ergui a cabeça e sorri, me levantei e me aproximei do carro preto, a porta foi aberta, entrei e me sentei no banco, olhei para o motorista que me olhava seriamente.
-“O que foi? Não gostou?”
Perguntei apreensiva afinal, não sabia se ele iria a algum restaurante ou coisa do gênero, havia me arrumado de modo simples, mas aceitável, ele apenas me olhou e sorriu.
-“Está perfeita!”
Enquanto ele saia com o carro, fomos conversando sobre tudo um pouco, perguntei como fora seu dia, afinal ele passara o dia com seus pais e família que não via a algum tempo, mas parei de falar ao vê-lo entrar com o carro em um motel, o olhei um pouco estranho, afinal nunca havíamos ido a nenhum, talvez por ser aniversario queria algo mais elaborado, mas achei estranho a conversa que ele tivera com a recepcionista, afinal ele falava sobre já ser esperado.
A moça falou o número do quarto, e liberou a passagem, entramos, senti uma leve agitação em meu estomago, tudo que já transávamos, mas ainda assim senti uma certa excitação, ele parou o carro no meio do caminho e me olhou nos olhos.
-“Põem essa venda!”, se esticou e pegou a venda que estava no porta luvas, o olhei desconfiada, “entra no clima, confia em mim!”
Apenas assenti e coloquei a tal venda, era estranho não poder ver, mas os outros sentidos ficaram apurados de alguma forma, senti e ouvi ele parar e desligar o carro, desceu primeiro e logo me ajudou a sair do veículo, subimos alguns degraus, um pouco lento devido ao fato de estar usando a venda, ouvi o barulho da porta sendo aberta, ele ainda segurava em minha mão, puxou levemente para o que achei ser o meio do quarto.
Senti um arrepio em meu corpo, afinal o quarto estava um pouco gelado, ouvi e senti ele passar por minha frente, ouvi um barulho de um clique e logo começou a tocar uma música, admito que estava bastante excitada, sentia minha buceta dar leves piscadas, esfreguei uma coxa a outra, gemi baixo ao sentir o toque em minha nuca, ergui as mãos, tateei seu peito até chegar em seu rosto, sorri e abracei, ao sentir as mãos dele descansando sobre a minha bunda.
-“Espero que goste do presente!”, murmurou em meu ouvido, deu um leve beijo em meus lábios.
Se afastou e veio para trás de mim, senti uma mão tocar na venda e a tira-la, pisquei algumas vezes, para poder acostumar com a claridade, me virei e fiquei sem reação, a minha frente havia três homens parados e me olhavam seriamente, virei meu rosto a procura de meu namorado e o encontrei sentado em uma poltrona que havia no quarto e ele me olhava seriamente.
-“Podem aproveitar!”
Virei meu rosto e olhei para os homens, conhecia todos, afinal era amigos dele e estudavam juntos na escola militar, engoli em seco, e olhei para cada um, M., era um pouco mais alto que meu namorado, tinha um corpo exagerado ao meu ver, mais ainda assim, arrancava suspiros de muitas mulheres quando o viam sem camiseta, F., tinha um corpo magro mais definido, tinha a mesma altura de M., e olhei para C., era um mulato, também de corpo exagerado, admito que fiquei com medo.
Afinal, já os viras de sunga e havia sim reparado no tamanho de cada um, C., era o mais brincalhão de todos, ele sorriu e se aproximou lentamente, pegou em minha mão e me olhou nos olhos.
-“Iremos ao seu tempo”, falou com a voz baixa e rouca.
-“Não precisa ter medo”.
F. se aproximou e tocou em meu rosto e me beijou, me segurei nele para não cair, gemi ao sentir uma mão apertando fortemente minha bunda, seguido de um tapa.
-“Sabia que era boa para isso.”, ouvi a voz de M.
F., se afastou sorrindo e ficou a minha frente, fui puxado pela a cintura, bati no peito de M., que segurou com força minha nuca e me beijou, fiquei na ponta do pés para poder beija-lo melhor, senti mãos em minhas pernas, subiam lentamente e gemi alto ao sentir uma mão minha buceta.
-“Porra, mal começarmos e já está molhadinha?”
Ouvi barulho de algo ser rasgado e depois entendi que era minha calcinha, abaixei os olhos e suspirei ao ver F., se abaixando a minha frente, se aproximou, beijou minhas coxas, fechei os olhos ao sentir a mão dele em minha buceta.
-“E que gosto.”
Abri os olhos e vi o exato o momento, em que ele ergueu meu vestido e colocou a cabeça embaixo e me chupou com força, me segurei com força em M., que sorria, virei o rosto assustada ao sentir a parte de trás do meu vestido ser erguida e uma língua quente e exigente lambia fortemente meu cuzinho, esse qual havia dados poucas vezes a meu namorado.
-“Porra.”, gemi baixo.
M., me ajudou a tirar o vestido, estava apenas de sutiã vermelho, com dois homens me chupando pela frente e por trás, olhei para M., que tirava rapidamente meu sutiã e devorava meus seios, toquei em seus cabelos curtos, virei meu rosto e olhei para meu namorado, ele ainda continuava sentado na poltrona e me olhava seriamente, vi o momento em que ele mexeu no próprio pau e o colocou para fora e começou a massageá-lo lentamente.
-“É isso que quer?”
Virei meu rosto para C., ele parou em minha frente e tirou a cueca, lambi os lábios e o olhei nos olhos.Os outros homens se afastaram, me aproximei de C., me ajoelhei em sua frente, segurei o pau moreno dele em minhas mãos, sorri ao ver o líquido e o lambi lentamente, passei minha língua sem pressa naquele belo pau a minha frente, apenas me soltei e me transformei, deixei que a puta que existia dentro de mim sair e tomar o lugar.
O segurei com ambas as mãos, o massageava e o chupava sem pressa, sorri ao ver que estava no meio daqueles homens, virei meu rosto e abocanhei o pau de M., que era um pouco maior que de C., tive dificuldade em engoli-lo tudo, mas o fiz, senti lagrimas meus olhos, me virei e sorri ao ver o pau de F., era um pouco menor mas grosso, tive que abrir bem a boca para pode-lo acomoda-lo melhor, o chupava com um pouco de dificuldade devido a grossura.
Fiquei um bom tempo ali, chupando um e masturbando os outros dois, me assustei ao ser erguida com facilidade e jogada na cama, empinei bem a bunda e rebolei, senti um tapa e gemi alto ao sentir ser invadida por um pau grosso, virei meu rosto e olhei para F., que segurava com força em minha bunda e me fodia com força, C., ficou sentado em minha frente e o chupei, enquanto massageava M., eles foram revezando até que chegou o momento.
Dupla penetração, havia feito apenas com o pau de meu namorado e um pênis de borracha, M., se deitou por baixo e entrou com força e deu algumas metidas fortes, mas parou quando C., se aproximou e lambuzou meu cuzinho com gel lubrificante e entrou lentamente, era uma dor alucinante, mas a sensação de ser invadida por aqueles paus, me deixava mais ligada.
C., entrou e começou a se mexer com cuidado, M., chupava fortemente meus seios, F., estava ajoelhado cama e abria bem minha bunda para C., que aumentava aos poucos a metidas, gemia alto e olhava diretamente para meu namorado que sorria e se masturbava, fechei os olhos e gritei ao sentir ambos os paus meterem com força dentro de mim.
Cravei a unha no peito de M., meu rosto foi virado com força, F., fodia com força minha boca, me engasguei um pouco e o olhei, o vi sorrindo, meu rosto foi novamente virado e M., me beijou com força, ainda continha o gosto do pau de F. em minha boca e se misturou com o beijo de M.
C. saiu de dentro de mim e F. se aproximou, o vi lambuzando o pau como gel e entrou, urrei ao sentir aquele pau grosso me alargando com força, senti lagrimas em meu rosto, eles quiseram parar, mas a sensação seis mãos explorando meu corpo, bocas também o beijando, era uma sensação indescritível e não queria que acabasse.
Houve o momento de troca, C., ficou por baixo, M. e F. me fodiam com força, fui revezada entre eles, e cada revezamento a sensação aumentava, estava tão alta e alucinada com a sensação que pedi, dois dentro de minha buceta e um dentro de meu cuzinho, no começo ficaram com medo que não conseguir aguentar, mas ainda assim fizeram.
E ali meus amores, sinceramente, eu achei que estive no céu, afinal três me fodendo ao mesmo tempo, jamais me imaginei, mas agora me lembrando, minha boceta pisca apenas por lembrar da sensação de dois belos paus dentro dela e a fodendo com força!
  • Enviado ao Te Contos por JennyKero

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...