quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Tarde na cama da amiga da minha mãe (lesb)

 By: Renata

Eu sou Renata, sou de Fortaleza, tenho 21 anos, sou morena clara, cabelos longos e louros, tenho seios bem gostosos, fartos.

No feriadão que teve o dia de finados, meus pais, minha irmã e eu fomos para a casa de praia la em Jeriquaquara, parecia que seria algo calmo, só familia, bem divertido, mas sem nada de mais, ate que uma amiga de minha mãe, a Paula, chegou la, minha mãe tinha convidado ela.

Dividiamos nosso tempo entre a piscina e a praia, ate que em uma tarde, estava só a Paula e eu na piscina quando em uma troca de gentileza, com uma pedindo a outra para ajudar a passar bronzeador nas costas da outra a coisas esquentaram mais ainda...

Ela começou a passar em mim primeiro, quase colando seu corpo no meu, me tocando e sussurrando em meu ouvido que eu estava um tesão no bikine que estava usando, e deu alguns apertões em minha bunda, era tudo que dava pra fazer ali, mas já foi o suficiente para despertar em mim a vontade de beija-la.

Ela tem uns 38 anos, é casada, e tem um corpo bem modelado, tem seios lindos, siliconados, e pernas bem gostosas. Depois que ela passou o bronzeador em mim eu fiz o mesmo, com direito a beijo na sua nuca e tambem apertei a sua bunda, riamos, disfarçamo muito, conversamos, ate que chamei ela para me seguir, na lateral da casa, encostei ela na parede, dei uma olhada para os lados e a beijei bem demorada.

Durante o feriado ficamos trocando beijos sempre que possivel, quando a viagem acabou trocamos contatos e falando durante a semana ela me chamou para ir ate a sua casa. Eu achei que só ficaria naqueles beijos, mas ela queria ir alem, então aceitei o ceu convite.

Na quinta feira, dia 5, na parte da tarde eu fui até lá, quando toquei a campainha ela me atendeu linda em um vestidinho, que não escondia em nada seus belos seios, que ali com aquele vestido ficava mais volumoso e sedutor, ela me levou até a sala para conversarmos um pouco, mas meu desejo era beijar sua boca e sentir sua lingua macia, mas me contive, conversamos um pouco e depois de alguns minutos eu ja estava com a mao em sua cocha, levantando o vestidinho bem de leve, queria ver sua buceta,  ela me beijou e passou a mão de leve no biquinho de meus seios, que logo espetavam na blusinha de alcinha que eu estava

Meus seios alem de grandes são durinhos, e mesmo sem sutien eles ficam no lugar, ela disse que ama meus belos seios, depois de belos beijos, ela começou a mamar nos biquinhos, eu ja estava toda molhadinha e comecei a passear com as maos pelo seu corpo, tirei o vestidinhos dela bem delicadamente e deixei que ela me deixasse nua tambem.

Ela me beijou e me deitou no sofá, com seu corpo quente no meu, senti minha buceta piscar, ela começou a roçar sua buceta na minha, nossa que tesão era aquele? acabei gozando e ela aproveitando colocou 2 dedinhos e começou a mexer e falando que iria provar meu mel, eu ó lembro que falei:

- vai minha putinha, me come e me faz sua putinha safada

Ela avançou mais e me dava cada estocada com os dedos que não resisti o queria fazer o mesmo com ela, de tanto tesão que senti, ela pediu calma e falou que tinha alguns brinquedinhos para usarmos, adoroo isso, e subimos para seu quarto.

Quando chegamos la ela pediu para ficar de 4 em sua cama macia e gigante, veio e me chupou com a cabeça entre minhas pernas, nossa que delicia, não satisfeita queria colocar o consolo em meu rabinho, como já dei e gostos eu só pedi para ela ir devagar, mas ela com toda sua vontade de me comer, falou que iria, mas depois seria um vai e vem que iria delirar.

Eu deixei e a cada estocada era uma delicia, ela me chupando e me enfiando no meu cuzinho, depois das tentativas, senti o consolo bem grosso e grande me penetrando, a dor foi seguida de tesão e pedidos para colocar mais, eu gozei muitas vezes com isso, e ela gozou em estar me comendo e gemendo, com suas pernas tremendo me falou para lambe-la e sugar tudo deixar sua buceta limpinha

Eu obedeci e minha lingua percorreu cada detalhe de sua buceta gostosa e cheirosa, ela pediu para fazer o mesmo com ela, enfiar no seu rabinho o consolo, mas queria que chupasse ela com força para gozar em minha boca, eu estava com muito tesão, meti o consolo no cuzinho dela, meti 3 dedos em sua buceta e minha lingua fazendo movimentos para ela gozar varias vezes, ela pedia mais e mais de tanto tesão que estava sentindo, eu roçava minha buceta no lençol da cama para gozar mais, porque o tesão estava D+.

Ela gozou muito e gemia como ninguem, rebolava em minha boca e no consolo, gozamos juntas muitas vezes nessa tarde... só paramos perto das 17:30... estavamos exaustas, queriamos mais, só que não podiamos, já estava perto do seu marido chegar do trabalho, decidimos por bem irmos tomar banho juntas, namorar um pouco no banheiro e depois eu vim embora para casa.

Passaram-se os dias, ficamos trocas de mensagens provocantes ate que com o tesão explodindo, marcamos de ir ao motel,  isso em plena segunda feira a tarde, logo após o almoço... mas isso eu conto depois. Beijos

  • Enviado ao Te Contos por Renata

terça-feira, 17 de novembro de 2020

A noite que transei com minha irmã

 By: Marcos

Eu me chamo Marcos e minha irmã se chama Marcele, sempre nos demos bem quando éramos mais jovens. Conversávamos bastante e muitas vezes encobríamos um ao outro. É claro que sempre havia algumas brigas. Mas eram coisas de irmãos e logo passavam.

Mas isso foi há um bom tempo já. Hoje tenho meus 23 anos e ela já tem 24 e as coisas mudaram bastante.

Uma vez, durante um fim de semana, fui acampar com os meus pais e a minha irmã. Há tempos que não íamos a família toda reunida, mas, dessa vez fomos. Nessa epoca eu tenho 16 e minha 17 anos, meus pais ficaram em uma tenda e eu e minha irmã em outra.

À noite, quando nos deitamos, eu estava com uma ereção doida. Meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão. Pensei em ir fora da tenda bater uma punheta rápida, mas fazia muito frio e estava muito escuro também. Dentro da tenda? Nem pensar. Minha irmã estava deitada (e acordada) bem do meu lado, dividindo o colchão comigo. A saída foi ficar ali mesmo e esperar meu tesão passar.

Eu e minha irmã começamos a conversar e a relembrar vários acontecimento ocorridas com ela e comigo. Ríamos muito. Isso sempre servia para me distrair. Já era quase uma hora da manhã e ainda estávamos acordados.

De repente ouvimos passos perto da nossa tenda e fizemos o máximo de silêncio para descobrirmos o que era. Ouviu-se o barulho do fecho de uma tenda se abrindo e, segundos depois, se fechar.

Não demorou muito e começamos a ouvir outros rúidos, que logo foram substituídos pelos gemidos de uma mulher e de um homem. Com certeza estavam transando ali, bem ao lado da nossa tenda. Minha ereção voltou à mil por hora. Nunca tinha sentido minha pica tão dura como estava naquele momento. Do nada o casal se calou e tudo ficou em silêncio novamente.

- Ufa! Esses dois deram uma rapidinha bem rápida mesmo - disse minha irmã começando a rir bem baixinho.

- Parece que sim - concordei ajeitando meu cobertor de forma a esconder minha ereção.

- Você não ficou com tesão ouvindo eles treparem? - perguntou minha irmã, com voz baixa e suave.

- Eu?!? - Respondi surpreendido com a pergunta dela.

A verdade é que eu estava morrendo de tesão. Meu cacete dóia de tão duro que estava e meu saco estava inchado, querendo por tudo expulsar logo o esperma que estive juntando ali há quase 10 dias.

Enquanto eu me recuperava da pergunta de minha irmã eu senti a mão dela se enfiar por debaixo do meu cobertor e subir pelas minhas pernas, até encontrar minhas virilhas e tocar meu pau, por cima da minha calça.

- Uau! Você viu como seu pau está? - disse ela rindo novamente e apertando minha pica delicadamente.

- Está muito duro mesmo ! Estou com muito tesão - respondi meio sem jeito.

- Você está assim desde que se deitou - disse ela - Pensa que não percebi?

De repente senti a mão da minha irmã esfregando meu pau bem devagar, para cima e para baixo, ainda por cima da minha calça. Eu estava completamente desorientado. Não sabia se pedia para ela parar porque era minha irmã ou pedia para continuar.

Enquanto eu curtia essa dúvida, ela foi se aproximando mais de mim, até ficarmos quase colados. Eu já podia sentir o hálito dela no meu rosto quando ela falava alguma coisa. E isso estava aumentando cada vez mais o meu tesão.

- Você está gostando? - perguntou minha irmã com a boca quase colada no meu ouvido.

- Mas somos irmãos - respondi recuperando parte dos meus sentidos.

- E daí? - disse ela rindo.

- Somos irmãos - repeti.

- Mas você não está gostando do que eu estou fazendo com você?

- Estouuuu! - respondi timidamente e quase sem fôlego.

- Ótimo! Vem aqui! Vou fazer melhor.

Ela terminou de dizer isso e já foi puxando minha calça de moleton para baixo, levando minha cueca junto. Fiquei deitado de barriga para cima, com o pau ereto, sem saber o que fazer.

- Xiiiii, maninho! Como esse negócio está grande! - minha irmã disse baixinho - Você não pode dormir desse jeito! De forma alguma!

Ela sorria toda satisfeita enquanto uma de suas mãos agarrou meu pau novamente e começou a punhetá-lo bem lentamente. Deitado como estava eu apenas fechei os olhos, curtindo a punheta maravilhosa que aquelas mãos pequenas e macias estavam me proporcionando.

- Alguma menina já fez isso com você antes? - ela perguntou no meu ouvido.

- Já!!! Mas não dessa forma que você faz! Está muito mais gostoso - respondi entre gemidos.

- Isso é para que você saiba o quanto a sua maninha é boa nessas coisas.

- Ohhhhh!! Acho que vou gozarrrr! - avisei percebendo que não ia aguentar muito tempo mais.

Estávamos às escuras mas o luar entrava pela tenda através do tecido e eu podia ver claramente os contornos do corpo de minha irmã. Mesmo com calça de moleton e blusa de frio eu pude perceber o quanto ela tinha crescido. O formato da cintura, a bundinha já bem formada, sua barriguinha retinha e os peitinhos bem crescidos mexeram com minhas fantasias naquele momento.

De repente ela começou a se movimentar, e para meu delírio, senti a lingua dela passeando pelas minhas bolas, uma de cada vez. Depois sua boca foi subindo pelo meu pênis, até chegar à cabeça, onde ela parou, dando beijinhos e lambendo suavemente. Quando finalmente abriu seus lábios e engoliu boa parte da minha pica eu quase desmaiei de prazer.

- Ohhhhhh! Que gostosooooooo! - deixei escapar entre os dentes.

- Hummmmm! Já que você estava gostando eu resolvi fazer melhor ainda - disse ela chupando meu pau como se fosse um sorvete - Goza na minha bocaaa! Gozaaaaa!

Ao ver minha irmã ali, com a boca cheia de pica e massageando as minhas bolas eu não aguentei. Perdi o controle. Era demais para mim. Ela movia a cabeça para cima e para baixo, fazendo o meu pênis entrar e sair da boca dela como se estivesse fodendo uma bocetinha molhadinha.

Ao mesmo tempo os toques mágicos da lingua dela me proporcionavam um prazer que nenhuma outra garota tinha me dado antes. Não aguentei mais e comecei a gozar na boca dela, sem avisar.

Enquanto meus jatos de esperma iam parar dentro daquela boquinha quentinha eu tive outra surpresa. Eu já tinha gozado várias vezes na boca de minhas namoradas e quando isso acontecia, elas afastavam a boca, com nojo, cuspindo a pôrra toda fora. A minha irmã não. Ela continuou a chupar e punhetar meu pau, engolindo todo o meu sêmen, querendo mais, sugando até a última gota.

- Foi bom? - perguntou ela quando meu pau começou a ficar mole e a boquinha da minha irmã finalmente o liberou.

- Foi a melhor chupada que já recebi em toda a minha vida - respondi exausto e satisfeito.

- Você podia fazer o mesmo por mim! Quer? - disse ela se deitando do meu lado novamente.

- Eu nunca lambi nenhuma vagina - confessei envergonhado - Nem sei como se faz.

- Óhhhhh, meu irmãozinho! Não se preocupe! Eu te ensino a lamber uma boceta - disse ela acentuando bem a palavra "boceta".

- Bem, se você me ensinar... - disse eu.

- Claro que te ensino! Passo a passo! - disse ela - É um dos maiores prazeres que um cara pode dar a uma menina, além de uma boa foda, é claro.

Fiquei todo animado. Há tempos que eu sentia vontade de lamber e chupar uma bocetinha para saber como era. Ela tirou a calça de moleton e sua calcinha, mantendo sua blusa de frio. Em seguida deitou-se com as pernas abertas para mim. Apesar da escuridão eu conseguia ver a bocetinha dela, bem pequenina e totalmente sem pêlos.

Minha irmã então colocou as duas mãos na minha nuca e puxou minha cabeça em direção à sua perereca. Um cheiro delicioso invadiu meu nariz e fiquei muito excitado. Minha pica começou a endurecer novamente em um rítmo inacreditável. Eu já tinha brincando com muitas bocetinhas antes, mas nunca tinha encostado a minha boca em uma.

- Comece lambendo meu grelo! - disse ela movimentando meu rosto com as mãos nos meus cabelos - Bem aqui!!!

Coloquei minha lingua para fora e deixei que ela me guiasse. Quando minha lingua tocou o clitóris dela, me pareceu veludo ou algo assim. E o sabor, não sabia explicar, mas era muito gostoso.

- Agora brinca com a ponta da língua no meu grelhinho, bem devagar! Issooooooo! Hummmmmm! Vai! Agora passe a lingua por baixo. Tente enfiar a lingua o mais fundo que puder no meu buraquinho. Ohhhhh! - Ela me falava em sussurros, para que ninguém fora da tenda nos ouvisse.

Eu ia fazendo o que minha irmã me dizia, mesmo tendo a impressão que estava completamente sem jeito. No entanto, ela me incentivava a continuar.

- Isso, maninho! Lambe tudo, lambe! Lambe meu grelhinho, o buraquinho! Lambe toda a minha bocetinha - ela disse entre gemidos cada vez mais intensos.

Eu estava cada vez mais excitado ao ouvir minha irmã usando aquela linguagem. Meu tesão estava aumentando cada vez mais e eu estava muito satisfeito em perceber que ela também estava muito excitada. Continuei a lamber e beijar sua boceta. Minha lingua agora percorria sua xoxotinha de baixo para cima e de cima para baixo, arrancando suspiros da minha irmãzinha.

- Estou gostando muito do que você está fazendo aí - disse ela com a voz baixa e rouca.

Aquele elogio me deu um ânimo extra para continuar. Encostei um dedo no clitóris dela e comecei a massageá-lo, ao mesmo tempo que minha lingua passava pelo buraquinho da sua bocetinha pequenina e cheirosa. Fiquei imaginando quantos pau já teriam passado por ali, penetrando minha irmã bem fundo, arrombando sua bucetinha. Me baseando no que estava acontecendo naquela noite, ela com certeza não era mais virgem.

- Issooooo! - disse ela ao sentir meu dedo no seu grelo - Estou quaseee! Estou quaseeee!

Aumentei o rítmo do meu dedo durante uns instantes, tentando lhe dar o máximo de prazer possível. De repente ela me pediu para parar, ficando ajoelhada na minha frente.

- Estou fazendo alguma coisa errada? - perguntei desiludido.

- Você está fazendo muito bem! Está maravilhoso! - exclamou ela, trêmula, colocando os braços ao redor do meu pescoço e beijando meus lábios. Sua boca estava molhadinha e provocativa - Eu só queria prolongar este momento um pouco mais - ela finalizou, colando seu corpinho ao meu.

- Vem de novo! Agora vou gozar na boca do meu irmãozinho! Vem! - disse ela se deitando de barriga para cima novamente, abrindo bem as pernas e levando minha mão até sua boceta.

- Comecei a explorar a vagina dela lentamente. Passava os dedos nas virilhas, nas nádegas, nas coxas e ia contornando sua buceta, massageando os grandes e pequenos lábios e percebendo a respiração dela ficar mais ofegante.

- Issooooo! Ohhhhhhhh! Toca meu grelhinho! Tocaaaaa! - gemia ela baixinho.

Continuei a esfregar o clitóris dela para cima e para baixo, para a direita e para a esquerda.

- Ohhhhh! Que gostosooooo! Estou gozandooooooo! - gemeu mais um vez e enfiou as duas mãos dentro de sua blusa de frio, massageando seus peitinhos desesperadamente - Estou gozandoooooo! Ahhhhhhhh!

- Estou cheio de tesão outra vez! - falei no ouvido dela quando percebi sua respiração voltando ao normal.

- Quer que eu bata outra punheta pra você?

- Eu queria mesmo era te foder, comer sua boceta - respondi com medo da reação dela.

- Você é louco? Nem pensar! - disse ela em voz baixa mas em um tom mais sério.

- Por que não? Você ainda é virgem?

- Depois do que aconteceu você ainda acha que sou virgem, seu bobinho? - disse ela passando a mão nos meus cabelos.

- Então por que não posso te foder? - insisti.

- Você não percebe o que vai acontecer se eu ficar grávida de você?

- Eu tenho preservativos na minha mochila. Posso pegar? - perguntei.

- Não é preciso. Eu tomo anticoncepcional!

- Então por que não posso te comer?

- Por que não! Pode esquecer!

- Está bem então - respondi em tom mais triste e resignado.

Houve um breve silêncio.

- Você já comeu alguma menina por trás - perguntou minha irmã de repente.

- Só uma vez.

- E foi bom?

- Sim! Foi muito gostoso! - respondi.

- E por que foi tão gostoso? - perguntou ela terminando de vestir sua calcinha e sua calça de moleton.

Fiquei em silêncio e procurei vestir minha roupa também. Me virei para o outro lado, sem dizer uma palavra.

- Você não me disse por que foi tão bom comer uma menina por trás - disse minha irmã depois de uns dez minutos de silêncio.

- O cuzinho de uma garota é muito apertadinho e provoca um prazer difícil de explicar - eu disse a ela, me virando no colchão e encarando-a novamente.

- Você gosta mais de comer o cu da menina ou comer ela de quatro?

- São coisas diferentes, mana - tornei a explicar.

Nesse instante parece que já tinhamos esquecido o que tinha acabado de ocorrer entre nós dois. Agora éramos apenas duas pessoas conversando sobre sexo, embora eu ainda estivesse com um tesão enorme.

- E o que você mais gosta numa menina? - minha irmã voltou com suas perguntas.

- Tanta coisa!

- Por exemplo?

- Gosto de olhos grandes, lábios carnudos, pernas bonitas, peitos grandes...

- Os meus já estão bem crescidos! - ela me interrompeu puxando sua blusa de frio para cima, levando sua camiseta junto e me mostrando seus peitinhos durinhos.

- Estão mesmo! Vão ficar lindos! - disse eu sem tirar os olhos dos biquinhos dos seios dela.

- Quer chupar? - ela perguntou.

Nem respondi. Num instante minha boca já estava nos peitinhos dela, um de cada vez, chupando e brincando com minha lingua naqueles biquinhos completamente eretos. Depois me atrevi a colocar as mãos neles e massagear e apertar, até arrancar arrepios e gemidos da minha irmãzinha. Mas eu estava com um tesão enorme e novamente a idéia de comê-la veio à minha cabeça.

- Mah, deixa eu te comer! Não estou aguentando - falei.

- Você está mesmo com muito tesão! - disse ela agarrando meu pau por cima da minha calça novamente - Ok! Se você prometer não me machucar, eu deixo você me comer por trás.

- Mas você disse que nunca fez por trás, pelo cú.

- Há sempre uma primeira vez, maninho - disse ela se livrando de toda a sua roupa e me ajudando a tirar a minha.

Eu não estava acreditando na minha sorte. Ia comer o cú da minha irmã. E o melhor, ia ser o primeiro a enfiar o pau ali, tirar a virgindade do rabinho dela.

- Que jeito eu fico? - perguntou ela.

- Pode ser de ladinho ou de barriga para baixo - falei - de barriga para baixo vai doer menos e é mais gostoso.

Era mentira minha. Eu nem sabia qual posição doía mais ou doía menos. O que eu queria mesmo era me deitar em cima dela, sentir o seu corpinho embaixo do meu, aprisioná-la com minhas pernas e braços e não deixá-la escapar enquanto comia seu rabinho virgem.

Ela se ajeitou de barriga para baixo, com a bundinha levemente empinada, e ficou esperando, quietinha. Fora da tenda fazia um silêncio total. Que maravilha. Punhetei meu pau por alguns segundos e fiquei olhando para aquela bundinha linda. Depois abri suas nádegas gentilmente, aproximei minha boca e deixei cair um pouco de cuspe no rêguinho dela.

Finalmente comecei a passar meu dedo em seu ânus em movimentos circulares, até perceber uma leve dilatação.

- Aiiiiii!! Devagar!!!! - ela soltou um gritinho quando enfiei um dedo bem fundo no seu cuzinho apertadinho e comecei a girá-lo, de forma a lubrificá-lo um pouco mais.

- Seja gentil, por favorrr! - disse ela em voz baixa quando me sentei em cima das pernas dela e me preparei para a penetração. Ajeitei a cabeça da pica em seu cuzinho totalmente lubrificado de cuspe e fiz uma leve pressão.

- Auuuuuuu!!!! - minha irmã soltou um grito abafado quando sua entradinha apertadinha cedeu e a cabeça do meu pau invadiu seu rabinho.

Agora era questão de tempo. Fiz uma pequena massagem no ombro dela e beijei suas costas. Finalmente me deitei em cima dela e comecei a soltar o meu peso.

- Ohhhhhh! Que cuzinho gostoso!!

Eu gemia desesperado enfiando bem fundo naquele buraquinho apertadinho e macio. Minha irmã gemia de dor e parecia estar chorando, mas pedia para continuar.

- Ahhhhh! Mete no cuzinho da sua irmã! Meteeeee, maninho!

Aquilo estava me dando um prazer sem limites. Comecei a beijar suas costas, nuca, as orelhas, o pescoço e finalmente ela se inclinou um pouco e virou o rosto para mim, buscando minha boca. Enquanto eu bombava seu cuzinho com metidas mais profundas e rápidas, ela praticamente chupava minha boca, querendo ser beijada cada vez mais.

- Ohhhhhhh! Vou gozar, maninha! - avisei colocando minhas mãos por debaixo dela e apertando firmemente seus seios.

Agora ela estava totalmente dominada e eu podia dar metidas cada vez mais fundas, retirando minha pica quase totalmente e enfiando de volta, sem qualquer receio. Seu cuzinho estava tão lubrificado que meu pinto não encontrava mais nenhuma resistência e deslizava suavemente.

- Quero gozar também! Com você! - gemeu ela levantando um pouco os quadris e enfiando uma mão por baixo, procurando desesperadamente massagear sua bocetinha.

- Ahhhhhhh! Que gostosoooooooo! - minha irmã começou a tremer toda e empurrar seu cuzinho na direção da minha pica, querendo engolir tudo.

Agarrei ela fortemente e aumentei o rítmo dos meus movimentos, indo cada vez mais fundo naquele rabinho quentinho, apertadinho e virgem, ou melhor, que acabava de deixar de ser virgem, e eu estava tendo o prazer de comê-lo pela primeira vez.

Não aguentei mais e comecei a gozar dentro dela, inundando seu buraquinho de pôrra. Ela gemeu profundamente, "trancou" seu cuzinho ao redor do meu pau, querendo sugá-lo e então explodiu em um orgasmo maravilhoso, rebolando deliciosamente debaixo de mim.

Fiquei deitando em cima dela, sentindo sua respiração voltar ao normal. Aproveitei para beijar seu rosto e cheirar seus cabelos. Nunca tinha imaginado que minha irmã fosse capaz de me proporcionar tamanho prazer.

- Deixa dentro mais um pouquinho! - ela pediu quando comecei a sair de cima dela.

Movimentei então meu corpo para o lado, trazendo-a junto, de forma que ficamos deitamos de ladinho, encaixados um ao outro. Deixei minha pica dentro daquele cuzinho quentinho mais um pouco e finalmente adormecemos, como dois namoradinhos.

A partir daquela noite e a Marcele ficamos mais íntimos e coniventes. Nunca a fodi na boceta. Ela não permitia. Mas fizemos todo o resto possível, justamente como fizemos na nossa primeira noite.

  • Enviado ao Te Contos por Marcos

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Minha amiga e eu transamos com um amigo dela na balada

By: Gabriela

Sou a Gabriela tenho 25 anos e comecei a transar aos 16. Depois disso não consegui mais parar. Já transei em vários lugares diferentes, tais como praias, piscinas, escadas, lanchas, carros, entre outros. Mas, nunca havia transado em público, até minha amiga me colocar nesta enrascada.

Conheço a Adriana há vários anos. Somos boas amigas e companheiras de farra. Sempre saímos e aprontamos juntas. Ela é morena, tem 29 anos e um corpão de deixar qualquer homem maluco. Eu sou loira, um pouco magra, bundinha bem gostosa e uns peitinhos bem durinhos e lindinhos. Enfim, sou gostosinha e saío todos os finais de semana com a Adriana para aprontarmos bastante com os caras.

Nossa diversão principal é fazê-los gastar muito com a gente durante as festas. É claro que no final deixamos que eles nos levem para os móteis e comam nossas bocetinhas. Tanto eu quanto a Adriana gostamos muito de sexo e gozamos como loucas, principalmente quando os caras são bonitões ou fortões. Adoro ser agarrada e fodida com força mesmo. Se me dar uns tapas na bunda antes de penetrar minha boceta ou quando estiver me comendo por trás eu fico doidinha de tesão e gozo como nunca.

Sempre que saímos, nós combinamos com os caras para que eles nos peguem e nos deixem em nossas casas. Quando isso não acontece a Adriana passa em minha casa no carro do pai dela. Isso nos dá uma vantagem adicional. Podemos agarrar vários caras na balada sem ficarmos presas e dependendo da carona de alguém para voltarmos para casa.

Em um destes finais de semana nós combinamos mais uma farrinha. Ficou acertado que a Adriana passaria na minha casa no sábado para me pegar e irmos a uma boite que não tinhamos ido ainda.

- Durma bem durante o dia, Gabi. Tenho uma surpresa especial para este sábado - disse ela na sexta-feira à noite.

Como conheço bem minha amiga eu sei o que significa "surpresa especial". É sexo com alguns gatinhos na certa. Assim, no sábado de manhã fui ao salão para depilar a petequinha. Gosto da minha bocetinha e cuzinho sempre bem depiladinhos. Odeio perceber que um cara deixou de dar uns beijos bem tesudos nas minhas virilhas por causa de pêlos. Deixar de chupar minha boceta por causa de pêlos? Nem pensar.

Eram aproximadamente umas 10:00hs da noite quando a Adriana parou o carro em frente ao meu prédio e ligou no meu celular. Eu já estava pronta. Desci com um traje básico: blusinha, sutiã mostrando uma pequena parte das alças (para provocar os tarados de plantão), calça jeans, sandálias salto alto, cabelos soltos, um batom bem bonito e uma calcinha bem pequenina e totalmente enfiada no meu rabo. Uns assobios dos dois porteiros do prédio me confirmaram que eu estava realmente "no ponto" para mais uma trepada gostosa. Adoro caminhar e ter a certeza de que algum homem está com os olhos fixos na minha bunda. Meu cuzinho fica piscando quando isso acontece.

Entrei no carro e saimos em busca da boite e da surpresa que ela prometera. Percebi que, diferente de outras noites, a Adriana estava usando uma saia. E não era saia jeans ou brim. Era um tecido leve e florido.

- Que foi, Adriana? Você nunca sai usando saias - perguntei.

- É parte da surpresa. Trouxe uma para você também. Tire essa calça e vista-a

Disse ela abrindo a bolsa e me entregando uma sainha bem bonitinha, com o mesmo tecido fininho e com elástico na cintura. Fiquei toda sem jeito. Como eu ia tirar minha calça jeans e vestir uma saia com o carro em movimento e em uma avenida movimentada? E se alguém filmasse ou tirasse uma foto? Era internet na certa.

- Vai logo, bobinha! Você não gosta de se exibir? - disse a Adriana se divertindo com a situação.

Comecei a tirar minha calça quase deitada no banco do passageiro. Com muito custo consegui me trocar sem atrair a atenção dos outros carros.

- Espero que nenhum cara invente de dar um puxão nesta saia. Minha calcinha hoje não está cobrindo nada

Disse eu rindo da fragilidade do tecido das saias que estávamos usando agora.

Chegamos ao estacionamento da boite e ela ligou para um cara chamado Mateus avisando que a gente tinha chegado e que queria que ele nos aguardasse na entrada. Em seguida ela me falou um pouco mais sobre ele e como tinham se conhecido. Fiquei interessada e louca para conhecer o cara que passaria a noite inteira "cuidando" de nós duas.

Assim que aproximamos da entrada da boite ele acenou para a Adriana e pude perceber como aquele cara era charmoso. Alto, moreno-claro, um pouco forte, aproximadamente 36 anos e dono de um sorriso muito lindo. Ele já foi, de imediato, nos cumprimentando com selinhos na boca e se colocando no meio de nós duas. Em seguida entramos os três abraçados na boite.

Tão logo entramos o Mateus chamou um garçom e este nos levou a um camarote reservado bem no fundo da boite. Ficava em um canto bem escuro. Aliás, a boite toda era muito escura. Apenas as luzes fracas acima de cada camarote e as luzes de efeitos impediam que o lugar fosse completamente escuro. Nos sentamos e o Mateus pediu umas bebidas. Conversamos muito e a Adriana nos convidou para dançar. Ele recusou. Disse que queria nos observar dançando de onde ele estava.

Então a Adriana segurou minha mão e me arrastou para a pista. Estava lotada. Tão logo começamos a rebolar nossas sainhas os caras foram se aproximando. Haviam uns cinco ou seis caras dançando com a gente e nos encoxando o tempo todo. Aquelas sainhas leves e fininhas eram um convite irresistível.

Logo começei a sentir os paus duros roçando minha bundinha e mãos atrevidas levantando minha saia e tocando minhas coxas e calcinha. A Adriana parecia estar se divertindo muito e logo fui entrando no clima. Deixamos os caras realmente loucos com nossas provocações. O Mateus apenas nos olhava, rindo e fazendo o sinal de "não" com a cabeça quando algum cara tentava nos beijar. Dançamos mais um pouco e voltamos para a mesa. Depois de bebermos mais um pouco, eu e a Adriana começamos a dividir a boca do Mateus. Como era gostoso beijar a boca daquela delícia de homem.

Voltamos novamente para a pista de dança e o Mateus continuava nos olhando. Mas agora ele estava com uma expressão diferente no rosto. Parecia estar se desmanchando de tesão. Me concentrei nele e percebi um movimento em seu braço. Eu não conseguia ver nada por baixo da mesa, mas, o movimento do braço dele não me deixou com dúvidas. Ele estava batendo uma punheta vendo a gente dançar. Me aproximei da Adriana.

- Seu amigo está batendo uma punheta, não está? - cochichei no ouvido dela.

Ela olhou e ele sorriu chamando-a na mesa.

- Continue dançando e olhando para ele - disse ela indo em direção a ele.

Continuei dançando enquanto a Adriana se sentou ao lado do Mateus, se beijaram muito e ele chamou o garçom. Em seguida a luz do nosso camarote foi apagada. A Adriana começou então a beijar o peito dele e lentamente começou a abaixar a cabeça, como se estivesse cansada e quisesse descansar a cabeça no colo dele. Mas eu sabia de tudo. Ele enclinou a cabeça para trás e parecia estar curtindo um boquete muito delicioso.

Minha bocetinha palpitava de tesão agora. Eu também queria mamar naquele pau. Depois de alguns minutos a cabeça da Adriana apareceu novamente. Ela se levantou e veio sorrindo na minha direção.

- Quer provar? - disse ela me dando um selinho na boca. - Ele quer você agora! Vai - ela disse voltando a dançar no meio dos caras.

Aquilo me parecia loucura mas meu desejo falava mais alto. Eu queria passar por esta experiência. Fui até o nosso camarote novamente e me sentei ao lado do Mateus. Ele praticamente chupava meus lábios de tanto tesão que sentia.

Em seguida segurou minha cabeça e lentamente levou minha boca em direção àquela pica dura e enorme. Eu não pensei duas vezes. Comecei a beijar a cabeça da rôla dele e logo meus lábios envolveram aquele pau quentinho e duro. O Mateus então começou a passar a mão na minha bunda, tentando levantar minha sainha. Me ajeitei um pouco para facilitar os movimentos dele e senti sua mão na minha calcinha por trás. Com um movimento calculado ele puxou minha calcinha todinha para o lado. Fiquei molhadinha ao sentir o dedo indicador dele fazer pressão na entradinha do meu cuzinho e depois penetrar fundo na minha boceta.

Nisso a Adriana já estava de volta na mesa beijando ele novamente e apertando meus seios. Eu tremia de tesão e de medo, torcendo para que o escuro do nosso camarote impedisse todos de ver o que a gente estava fazendo.

- Tira sua calcinha, Gabi - disse ele puxando minha cabeça para cima novamente e beijando minha boca com muita vontade.

- Ficou louco? - perguntei olhando para ele e para a Adriana com uma cara assustada. - Se alguém filmar a gente aqui vão com certeza colocar na internet. Meu pai me mata - eu disse ajeitando minha saia (a calcinha continuava só de um lado da minha bunda e teria que esperar até uma ida ao banheiro).

- Ninguém vai ver não, Gabriela! Está muito escuro aqui. Tira logo - disse a Adriana me dando um beijo bem molhado.

Meu tesão foi lá em cima. Ela já tinha me beijado antes mas toda aquela situação estava me deixando realmente louca. Olhei para os lados toda desconfiada e tomei a decisão.

- Vamos ao banheiro então, Adriana! Vem - disse eu puxando a Adriana para o banheiro comigo.

No banheiro ela percebeu meu medo daquilo tudo e me abraçou carinhosamente.

- Vem cá, amiga! Vai dar tudo certo - disse ela dando uns selinhos nos meus lábios.

Então tirou minha calcinha lentamente, depois tirou a dela, fizemos xixi, colocamos as calcinhas nas bolsas e voltamos para a mesa.

Assim que chegamos na mesa o Mateus se levantou, me segurou pela cintura e me levou para a parede. Como nosso camarote era o último, ficamos em um cantinho realmente escuro. Ele ficou de costas para a parede e me abraçou por trás. A Adriana veio e me abraçou pela frente. Fizemos um sanduíche muito gostoso. Ele beijava minhas orelhas e nuca enquanto ela beijava minha boca e apertava os seios dela contra os meus. Tudo isso em um rítmo gostoso acompanhando a música.

Até o momento não levantávamos nenhuma suspeita. Finalmente senti o pau dele no meio da minha bunda. Estava quentinho e pulsava de tesão. A parte de trás da minha saia estava levantada, mas quem visse pela frente, não suspeitaria de nada. Rebolei minha bundinha com vontade naquela pica enorme até ficar com a xoxota molhadinha. Então pedi aos dois para me abraçarem bem forte e empinei minha bunda um pouco, ajeitando a cabeça do pau dele na entrada da minha petequinha. Ele fez uma leve pressão e o cacete dele entrou em mim lentamente, me abrindo aos poucos.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, Mateus!

Deixei escapar um gemido alto quando senti a rôla dele todinha dentro de mim. Aquela situação estava me deixando tão excitada que nem lembrei de camisinha. Só queria sentir o pau dele entrando e saindo da minha bocetinha apertada.

- Fode o pau dele, Gabi! Rebola na pica dele, sua safadinha! - dizia a Adriana no meu ouvido, me abraçando, me beijando e acompanhando nosso rítmo.

As mãos do Mateus estavam agora dentro da minha blusinha, tocando e apertando meus peitinhos durinhos.

- Agora é a Adriana, Gabi - disse ele no meu ouvido.

- Nãoooooooooooo, gatinho! Me come mais! Mete mais um pouco! - falei quase chorando.

Aquela pica estava tão gostosa dentro da minha boceta que eu não queria parar. Queria ficar ali a noite inteira, dançando no meio dos dois e sendo fodida igual uma putinha. Minha vontade era que todos chegassem para perto da gente agora e ficassem assistindo. Queria que vissem minha carinha de safadinha rebolando naquele pau cheio de tesão.

- Depois você vem novamente - disse ele me empurrando um pouco.

Senti o pau dele sair de dentro de mim lentamente e ir parar dentro da calça dele novamente. Ajeitei minha saia e troquei de lugar com a Adriana. Ela ficou de costas para mim e de frente para ele. Abracei-a por trás com muito tesão e vi o Mateus tirar o pau para fora novamente. Estava enorme e duro como pedra. A Adriana então abriu as pernas levemente, levantou a parte da frente da sainha dela, forçou a região pélvica para a frente e encaixou aquele pau gostoso na boceta dela.

O Mateus a abraçou com força mesmo e começamos os três a nos movimentar lentamente, acompanhando a música.

- Aiiiiii, gostoso! Me fode! Mete! - falava a Adriana enquanto ele pressionava o corpo dela contra o meu.

Comecei a beijar o pescoço, nuca e orelhas da Adriana. Ela sempre foi cheirosinha mas esta noite ela estava irresistível. Ela gemia de tesão entre nós dois.

- Vou gozarrrrrrrrrrrr! Ahhhhhhhhh!

Ela explodiu em um orgasmo delicioso beijando o Mateus loucamente. Ele apenas ria de tudo aquilo.

- Deixa eu ir de novo? - eu disse aos dois depois que a Adriana ficou uns longos minutos abraçada com ele, com a cabeça em seu ombro.

Olhei novamente em volta. Todos estavam dançando e pareciam não se preocupar com a nossa "festinha" naquele cantinho escuro. A Adriana então veio por trás de mim e fiquei de frente para o Mateus. Agora foi a minha vez de forçar minha boceta naquela pica gostosa. Eu nunca tinha sido comida em pé pela frente mas estava gostando muito. A impressão que tive é que minha petequinha ficou duas vezes mais apertadinha e parecia agarrar e segurar aquele pau quentinho bem dentro de mim. O Mateus me agarrava com força mesmo e metia sem dó.

- Mete, gato! Mete bem fundo na minha boceta

Eu gemia no ouvido dele, querendo ser penetrada cada vez mais forte e mais fundo. Eu estava muito excitada e comecei a beijar a boca dele anunciando que queria gozar naquela pica dura e gostosa.

- Goza no pau dele, Gabi! Gozem juntinhos - ouvi a Adriana falar no meu ouvido no exato momento que senti uns jatos de pôrra bem quentinha bem no fundo da minha xoxotinha. Aproveitei e aumentei meu rítmo.

- Estou gozandooooooooooooo! Meu Deussssssss! Não pára, Mateus! - disse eu com os olhos cheios de lágrimas de tesão e quase sem voz.

Minha bocetinha apertava o pau dele de forma descontrolada, como se quisesse sugar aquela vara para dentro de mim.

- Gozaram, meus amores? - perguntou a Adriana fazendo um carinho nos meus cabelos ao perceber minhas pernas tremendo de tesão no meio dos dois. Tudo que eu queria agora era me deitar e descansar um pouquinho.

- Tira seu pau rapidinho, gato! Sua pôrra está escorrendo pelas minhas pernas! - disse eu ao Mateus ao sentir o esperma dele saindo da minha petequinha.

Ele foi se afastando aos poucos e vi seu pau um pouco duro ainda saindo de dentro de mim, trazendo boa parte de seu esperma junto.

- Vá ao banheiro lavar essa xoxota deliciosa, Gabi - disse ele sorrindo e me dando um beijo na boca.

Agarrei a Adriana pela mão e fomos ao banheiro. Aquele gato tinha jorrado tanto esperma dentro da minha boceta que tive que andar com as pernas juntinhas para não deixar cair nada no caminho. Minha amiga ria demais me vendo naquela situação. Já no banheiro nós duas rimos muito. Aquela tinha sido realmente uma experiência maravilhosa.

Finalmente expressei minha preocupação em relação ao Mateus não ter usado camisinha. A Adriana disse que ele era um cara que selecionava bem suas parceiras e não era sempre que ele transava sem proteção. Fique um pouco mais calma. Não tinha medo da gravidez, mas sim de alguma doença.

Voltamos do banheiro e ficamos nos divertindo muito ainda com o Mateus. Realmente ele era um cara sensacional. Na ida para casa passamos em um motel e transamos os três por mais algumas horas.

Já gozei em muitas picas, mas a daquele cara foi realmente uma das melhores. Finalmente a Adriana me deixou em casa. Devolvi a sainha a ela e pedi que a guardasse para uma próxima oportunidade. Ela sorriu e me deu um beijo gostoso na boca. Não sou lésbica, mas minha amiga tem uma boquinha tão gostosa que não resisto.

Esta foi minha primeira experiência de sexo em lugares públicos. Outras já aconteceram, mas, como dizem por aí, a primeira vez a gente nunca esquece.

  • Enviado ao Te Contos por Gabriela

sábado, 14 de novembro de 2020

Uma surpresa para minha esposa no motel

 By: Adalberto & Cristina

Ola, me chamo Adalberto, tenho 37 anos, sou casado com a Cristina, ela tem 35 anos, somos casados desde os 22 anos,

No começo do casamento, nos primeiros anos, gostavamos de fazer loucuras no sexo, aproveitavamos bem ate que com os filhos chegando entramos no modo casal, aquelas transas rapidas e só.

Ate que cansado das mesmices resolvemos voltar a ativa, e acerca de 2 anos voltamos a incrementar a nossa relação. Nessa semana estavamos no quarto de um motel, tínhamos acabado de chegar, então minha mulher me deu um beijo, tirou a roupa e foi tomar uma ducha, tbm tirei a minha roupa e fiquei só de cueca, tipo boxer. Assim que ela acabou o banho, se enxugou, vestiu uma cinta liga, meia 7/8 preta e um salto, veio perto de mim e começamos a nos abraçar, beijar e acariciar...

Ela já estava soltinha, pois tinha bebido no caminho pro motel, então peguei na mochila uma venda que tinha trazido e falei que iria vendá-la, o que ela adora, depois dela vendada, deitei ela na cama e peguei umas amarras que tinha trazido e amarrei os braços dela e ela cada vez mais nervosa e excitada, então quando o tel tocou ela percebeu que teria um algo a mais, uma surpresa, ficou ainda mais nervosa e começou a falar sem parar, então falei pra ela ficar quieta, que ela era minha puta e faria tudo que eu quisesse, ela disse que sim, então falei pra ela relaxar, e aproveitar a surpresa.

Abri a porta e deixei a surpresa entrar, era a Michele (uma GP, de uns 22 anos que conheci para essa surpresa), mas ela ainda não sabia que era uma mulher, ela entrou, tirou a roupa, ficando só de calcinha e soutien, adorou ver minha mulher amarrada na cama, vendada, só de cinta liga, meia e salto, então chegou perto e começou a acariciar as pernas dela, subindo até as coxas, foi continuando a subir, alisando o corpo todo e ao mesmo tempo subindo por cima dela, nesse momento minha mulher já sabia que era outra mulher e dava pra ver o tesão que ela estava, a Michele foi subindo e acariciando, ao mesmo tempo deixando os seios dela tocarem no corpo da minha mulher, beijou o bico do peito da minha mulher e foi acariciando com a boca até chegar nos lábios dela, então deu um beijo de leve e voltou a descer para os seios, barriga, coxas……

Então a Michele me chamou e mostrou, ela tava ensopada…..um tesão…logo em seguida ela começou a chupar a bucetinha da minha mulher e o melado que escorria, dava pra sentir o tesão que minha mulher estava, depois ela votou a chupar os peitos, chegando novamente na boca, aí então as duas começaram a se beijar com gosto, com tesão….minha mulher já tinha soltado os braços e já acariciava o corpo do Michele enquanto elas se beijavam, se beijaram, se alisaram até que acabaram num 69 delicioso, era uma visão maravilhosa, poder olhar as duas se beijando e depois se chupando, ver minha mulher, minha puta, chupando a bucetinha da Michele com gosto, cheia de tesão, foi nesse momento que ela tirou a venda.

Depois disso não aguentei, cheguei perto da minha mulher e quando ela olhou pra mim, dei um beijo gostoso na boca dela, então ela alternava em chupar a bucetinha e me beijar.

Quando ela mudaram de posição e voltaram a se beijar, eu comecei a chupar a bucetinha da minha mulher, enquanto ela beijava a Michele, depois comecei a fuder a bucetinha dela, quente, melada, deliciosa, enquanto as duas se beijavam.

Mudamos mais uma vez de posição e a Michele veio chupar a bucetinha dela, enquanto minha mulher chupava meu pau, não sabia se dava meu pau pra ela chupar ou beijava a boca dela, meu tesão por ela era demais.

Quando voltei a comer ela de 4, ela começou a chupar a bucetinha da Michele, que estava deitada na sua frente, foi um tesão ver ela chupando uma bucetinha com gosto, enquanto eu fudia sua bucetinha, depois deitei ela na cama, e enquanto elas duas se acariciavam e se beijavam, peguei o gel, coloquei uma camisinha e comecei a fuder o cuzinho da minha mulher vendo as duas se beijando, já não estava aguentando mais de tesão, então tirei a camisinha e voltei a fuder a bucetinha dela ate gozar bem gostoso dentro dela…

As duas se beijaram e se acariciaram mais um pouco……dava pra sentir o tesão que exalava pelo quarto……então conversamos um pouco sobre vários assuntos, tomamos um banho, nos vestimos, elas deram um beijo de despedida e fomos todos embora, cada um pro seu lado…..quando estavamos depois no carro, voltando pra casa, conversamos, fizemos carinho um no outro, coisas que normalmente fazemos, mas nunca antes tinha me sentido tão conectado com minha mulher como naquele momento, parecia que eramos um pessoa só, um sentimento maravilhoso de cumplicidade, amizade e amor total……amo demais essa mulher…..ela é minha vida!!!

  • Enviado ao Te Contos por Adalberto & Cristina

Me fez virar puta

By: Leticia

Oi, me chamo Leticia e vou contar a minha historia. Eu nunca fui uma garota incrivelmente vadia. Foi tudo por causa de uma minúscula confusão que eu fui forçada a me virar puta.

Eu tinha 18 anos e nem tinha muita experiência ainda. Só tinha ficado com um cara na vida umas 3 vezes, mas tinha feito boquete pro mesmo cara umas 40 vezes. E só.

Tirando isso só ficava com os caras na balada. E foi justamente em uma balada que tudo aconteceu e eu me vi sem opção além de ir para o mundo da prostituição.

A confusão foi a seguinte: eu fiquei com um cara e quando fomos pegar bebidas no bar ele ficou com a minha comanda e eu fiquei com a dele. Só que eu só percebi isso na saída. O cara tinha gasto 135 paus na balada e eu tinha só 20.

Tentei ligar pras minhas amigas, mas nenhuma atendia. Eu não queria que meu pai descobrisse nada. Ele nunca me deixou sair a noite, achava que eu estava dormindo na casa das minhas amigas. Não sabia com quem falar, sabe como são essas baladas, com uns seguranças negões de 2 metros de altura com cara de folgados.

Fui falar com um deles. Pedi, chorei, briguei, mas o cara falou que se eu não pagasse os 135 ia ter que ficar esperando até 16h00 pra falar com o gerente. Se eu não fosse só uma menina besta de 18 anos eu chamaria a polícia, sei lá, alguma coisa eu faria, mas o problema é que eu realmente era só uma menina besta de 18 anos.

A conversa com esse segurança terminou assim:

– Será que você não pode só ser gente boa e me liberar pra ir embora.

– Haha. Você já está me enchendo o saco, vadia. Eu posso te liberar pra ir embora se você me liberar essa sua bundinha deliciosa.

– Meu olha lá como você fala comigo. Vai se fuder.

Eu me afastei dele na mesma hora e olhei em volta, já deviam ser 6h30 da manhã e todo mundo tinha ido embora. Simplesmente só sobrou eu e os seguranças. Fui tentar falar com um outro segurança, que era o único branco e que parecia mais simpático. Expliquei minha situação e ele confirmou o que o outro tinha dito, que eu precisaria esperar até 16h00 pra falar com o gerente. Eu tentei conversar e acabei falando o que o outro disse. Ele foi mais amistoso, mas também me propôs uma gracinha.

– Olha aqui, na verdade nenhum de nós quer ficar até as 16h00. Mas se você não tem dinheiro não temos opção. O que você acha de nos dar outra coisa em troca, ao invés de dinheiro.

– O que? O que você quer dizer? Eu não sou puta.

– Não to falando isso, mas se você quiser a gente pode acabar com isso tudo rapidinho.

– Como?

– Você devia 135, mas tem 20, então você deve só 115. Se você fizer alguma coisa para mim eu te dou 65 em troca. Eu falo depois com algum dos outros seguranças e você faz algo pra ele em troca dos 50 que faltarem. Que que você acha.

– Não meu eu não sou puta já falei.

– Nem eu to falando isso, só para acabar com isso tudo. Eu não posso te dar de graça os 115, mas se você me fizer um boquetinho a gente acaba com tudo isso.

– Mas um boquete pra dois caras?

– Não é tão horrível assim vai minha delícinha. Aposto que você ficou com mais de um lá dentro.

Bom, ficamos nessa por uma meia hora até que eu aceitei. Precisava ir para casa. Se meu pais descobrisse ele ficaria louco da vida.

Entrei numa espécie de cabine com ele, ajoelhei e comecei a chupar. Enquanto eu chupava ele ia me xingando baixinho de vadia, vagabunda e ficava elogiando meu boquete. Isso eu admito, eu já sabia chupar bem naquela época. Nenhuma profissional, mas chupava bem.

– Chupa ai putinha, quem manda aqui sou eu. Quem manda aqui? Hein vadia?

Tirou o pau  da minha boca pra eu responder.

– Você manda, chefinho. Você.

– Isso mesmo, putinha esperta. Deixa eu te bater com meu pau vai Letícia putinha. Outra coisa, seu boquete é uma delícia, mas por 65 mango você vai ter que fazer tudo que eu mandar ouviu.

– Ta bom, ta bohuummm.

– Primeira coisa, vou abrir a porta pra você ver uma surpresa:

Quando ele abriu eu vi o primeiro negão que eu tinha conversado. Fiquei louca com aquilo, levantei, xinguei, mas o que eu estava chupando  me segurou e me falou.

– Leticinha putinha, olha aqui, você vai ter que fazer tudo o que eu mandar agora.

– Tudo bem, tudo bem.

– Agora ajoelha de novo e continua o que você tava fazendo. Eu quero que na hora que eu gozar, você demore um pouco pra engolir, daí você olha pra câmera bem de perto, fala que minha porra é uma delícia e engole. Ta bom?

– Como assim engole, eu nunca fiz isso, eu tenho nojo.

Era verdade, eu nunca tinha engolido. Quando ele ouviu isso ele começou a rir e falou.

– Se não quiser engolir não precisa.  Que tal?

– Não não, desculpa, eu engulo. Eu sabia que poderia me dar mau senao fizesse o que ele me pedia

– Lógico que você engole. Porque você é a minha putinha não é?

– Sou sou. Eu sou sua putinha.

Puxou minha cabeça e eu continuei a chupar. Depois disso ele tinha ficado tão excitado que gozou em pouco tempo. Tive que ficar sentindo o gosto na minha boca e ainda:

– Humm. Que porra deliciosa.

E engoli. Ele riu e falou:

– Agora você faz o que nosso amigo ai mandar.

– É isso mesmo putinha. Vira pra parede que o que eu quero é comer esse seu rabinho. Eu tava te olhando desde o começo da noite. Esses seus olhinhos azuis, esses peitos deliciosos, mas esse seu rabo dançando nessa sainha ai tava uma verdadeira putinha. Vira vai. Anda que eu quero te comer.

Eu reclamei, falei que eu só ia fazer boquete e tal e o negão falou que se eu não desse pra ele ele não iria me pagar os 50. Conversaram um pouco, me xingaram de puta, me apalparam. Entao chupa vai. Tirou um pau feio, cabeçudo, muito duro. Peguei nele e comecei a punheta-lo, fiquei olhando e cai de boca, chupei a cabeça, depois foi descendo todo o mastro, ai abocanhei de vez e o chupava com intensidade.

Mesmo sendo grandao e metido a comedor o cara foi fraquinho, nao aguentou e logo, para o meu deleite, falou que ia gozar. Intensifiquei e ja comecei a esperar o jato na minha boca.

Realmente não tinha ido com a cara dele. Desgraçado. Apesar de ate querer aquela tora em mim.

– Eu não vou gozar na sua boca não, vadia, vou gozar na sua carinha de puta. Tira essa blusa vai.

– Não, não vou tirar nada.

– Se você não tirar, vai acabar sujando sua roupa de porra. Você tá sem dinheiro, como vai voltar pra casa com a blusinha suja de porra? Tirei.

Ele ficou passando o pau dele nos meus peitos, me chamando de vadia e gozou na minha cara inteira. Nunca vi um cara gozar tanto. Ele esfregava o pau na minha cara. Sinceramente eu tava com tesao a qualquer momento eu poderia dar para aqueles dois mas tinha que me controlar, estava desesperada para sair dali logo.

Quando eu estava indo no banheiro, eles falaram:

– Ei ei onde você acha que está indo?

– Me lavar.

– Não vai se lavar nada. Vaza daqui vadia.

Não tive nem tempo de falar nada. Me empurraram pra fora da balada, toda lambuzada de porra. Ajustei minha blusa que estava suja de qualquer jeito e fui pra casa de uma amiga que era lá perto. Cheguei lá e ela tava dormindo, eu tinha ficado com uma chave, tomei banho e quando acordamos falei pra ela que tinha ficado com um cara e que esse cara que tinha gozado em mim inteira, por isso que minhas roupas estavam daquele jeito.

E depois de muito pensar nesse acontecimento eu eu passei a fazer programa...virei puta.

  • Enviado ao Te Contos por Leticia

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Transando com a minha cunhadinha

By: Luiz

Meu nome é Luiz, tenho 25 anos, sou moreno, e 1,76 de altura, namoro uma morena chamada Nadia de 22 anos que é muito linda e gostosa, bunda farta, cochas grossas, peitos empinados, cabelos cacheados e com 1,70 de altura.

Tem uma irmã, a Carlinha, minha cunhadinha, que quando comecei a namorar sua irmã ela era apenas uma criança sapeca de 14 anos. Hoje Carlinha com 18 anos já é uma linda morena parecida com sua irmã, só que mais magra e um pouco mais baixa, seus peitinhos parecem duas mangas rosa, sua barriguinha uma maravilha, sua bundinha empinada e cochas definidas com pelugens douradas. 

Carlinha a tão pouco só tinhas umas paquerinhas, ficantes, hoje ela namora Guto, um cara legal, que furou rápido o cabacinho de Carlinha, sei disso, pois em menos de três meses de namoro vi os dois transando no quarto dela, quando fui a casa de minha namorada apanhar o capacete da minha moto e vi que a moto de Guto estava em frente da casa, achei estranho pois sabia que só Carlinha estaria em casa, pois os pais dela tinham ido pra um casamento em uma cidade próxima e Nádia estava na faculdade e Guto não tinha ainda essa intimidade com a família pra ficar só com Carlinha em Casa.

Entrei malandramente devagar, e rodeei a casa até a janela do quarto dela que era o único cômodo que estava aceso, eu escondido olhei pra dentro do quarto e vi Carlinha de quatro na cama peladina e Guto também pelado por trás dela, com as mãos segurando na cintura dela ele socava com força na xoxota dela e ela gemia e pedia pra ele meter mais:

- “METE VAI, METE TUDO... ME CHAMA DE CACHORRA SEU PUTO...”.

E o Guto no clima daquela foda chamando ela de cachorra e dava uns tapas de leve em sua bunda empinada até ele dizer que ia gozar e ela se deitou de frente e ele jorrou porra em seus peitinhos lindo. 

Fiquei louco, meu pau parecia que ia arrebentar a minha bermuda de tão duro que estava. Em seguida sabendo que a foda deles tinha acabado, voltei ao portão esperei uns cinco minutos e chamei de fora por Carlinha. Ela veio até a janela da cozinha que dar pra ver o portão e pediu pra eu entrar.

Quando eu me deparei com ela, ela agiu como se nada estivessem acontecidos minutos antes, Guto deitado no chão da sala fingindo estar dormindo, peguei meu capacete, abracei minha cunhada e dei um beijinho na testa dela como sempre fiz, mas dessa vez me deu tesão quando meus braços envolveram suas costas e minha mão segurou seus ombros, passei a olhar minha cunhada diferente, mas não deixava com que Nádia e ninguém percebessem.

Mas não demorou muito pra Carlinha perceber, pois ela me flagrou olhando ela um dia com um shortinho que deixava sua buceta igual um capô de fusca. 

Daí pra frente eu senti que ela passou a me provocar; sentava no meu colo, saia do banheiro de toalha e ia à sala falar comigo e sua irmã e fazia comentários e um dia que eu sabia que ela estava só em casa e iria à praia com Guto, rodeei a casa até a janela dela e ela estava só com a parte de cima do biquíni, com a xoxota gostosa de fora, de frente pro espelho, eu senti que pelo reflexo ela me viu, mas ela não fez nada, pelo contrario sentou-se na cadeira de frente pro espelho de forma que eu pudesse ver pelo reflexo, abriu bem as pernas e começou a tocar  na  sua xaninha linda... eu percebia que ela olhava pro espelho em direção ao reflexo da já nela, mas eu não saía dali pis sabia que ela fazia questão que eu visse e ficasse maluco.

E ela estava certamente correta, eu fique looouco com aquela xoxota raspadinha, ficou mais linda ainda com aquele grelinho rosinha pro lado de fora. 

No mesmo dia a noite eu fui pra casa de Nádia, pois ela me ligou pra ver um filme lá, como era de costume depois que Carlinha começou a namorar deitávamos eu e Nádia no sofá-cama e Carlinha e Guto num colchão do lado na sala. Quando eu cheguei Guto já estava no colchão, Nádia em seu quarto e Carlinha tomando banho pois tinha acabado de chegar da praia. Eu me deitei no sofá-cama e logo depois Nádia se deitou do meu lado e gritou pra Carlinha se apressar pra começarmos a ver o filme, quando de repente Carlinha entra na sala com um shortinho aparecendo a poupa da bunda, uma tomara-que-caia, cheirosa e toda bronzeada com as marquinhas do biquíni expostas, ela na hora de deitar ainda vira a bunda pro meu lado e quando se deita ainda olha pra minha cara e sorrir, Guto e Nadia sem desconfiar de nada, afinal ela era minha “cunhadinha querida”. 

Apagaram a luz, rolou o filme. Eu estava tão cansado aquele dia que me apaguei num instante e acordei um bom tempo depois com Nadia me perguntando se eu ia ficar por ali mesmo que ela estava indo pro quarto, muito sonolento eu disse que iria ficar ali sim, achei estranho, pois era tarde e Nadia foi pro quarto e deixou a tv ligada, foi quando minutos depois percebi que levantou alguém do colchão e foi até a tv, era Carlinha, logo quando ela se levantou eu olhei pra ver se Guto estava lá, não estava, ele já tinha ido embora como eu imaginava.

Quando a tv se desligou e Carlinha voltou para o colchão em vez de ir para o seu quarto logo meu coração acelerou e por instinto e desejo meu pau ficou duro. Eu ficava imaginando um monte de sacanagens e já estava louco de tesão e doido pra pular em cima dela já passando a mão nela toda e sem atitude fiquei parado e suando frio até sentir a mão Carlinha em meu pau, fiquei alucinado, parecia que era a primeira vez que uma mulher pegava em meu pau, daí ela se sentou e disse bem baixinho no meu ouvido:

- “acorda seu bobo, eu sei que você está doido pra me comer...”. 

Na hora eu pulei por cima dela no colchão já comecei beijando e passando a mão em seus peitos, sua bunda, mordendo seu pescoço e ela parou e me disse:

- “quero que você me foda como fode a minha irmã, do jeito que eu assistia escondida e desejava você fazendo aquilo tudo em mim...”.

Coloquei ela ajoelhada no colchão de costas pra mim comecei a beijar o pescoço dela e ia ate a orelha e mordia e com uma mão em seu peito e a outra já apalpando sua xaninha por cima da calcinha. Tirei sua blusa e rapidamente eu a deitei e comecei a chupar seus peitinhos e ainda com a mão em sua buceta que por sinal já estava bem molhadinha, passava minha língua em todo o seu peito e dava mordidinhas de leve nos biquinhos, fui descendo beijando sua barriga até tirar seu short e calcinha colocá-la deitada de costas e entrei mordendo seu pescocinho e descendo pelas costas até chegar a sua bunda, e beijando as duas bandas desci pras cochas e voltei com a boca pro meio da bunda, já aberta e empinada, comecei a lamber com a pontinha da língua seu cuzinho e com o dedo atolado na sua xoxota... ela gemia alto de tesão e colocou a cara na almofada pra abafar seus sussurros...

Virei ela de frente pra mim e já cai de boca pertinho de sua xaninha, ainda deixando minha cunhadinha louca, passando a língua em sua virilha passei pra sua xoxota e comecei a lamber subindo e descendo com minha lingua e com os meus labios por cima dos dentes dava mordidinhas de leve no seu grelinho maravilhoso e gostoso... Ela não se conteve e me pediu:

- “por favor, mete logo seu pau na minha xoxota eu quero gozar tudo de vez”.

Então rapidamente eu me deitei, coloquei meu pau pra fora e pedi que ela viesse sentar nele. Ela se sentou bem devagar e logo começou a subir e descer bem rápido com as mãos no meu peitoral ela apertava e louca pra gozar ela parou e pediu pra eu meter nela de quatro, eu disse melhor:

- “fique de joelhos e encoste a cabeça no colchão”.

Ela fez o que eu pedi, sua bunda totalmente empinada e aberta com sua xoxota escorrendo, fiquei louco e pensei que não iria aguentar, achava que iria gozar primeiro que ela. 

Mas aguentei, coloquei meu pau e comecei a meter bem devagar, depois aumentei a velocidade e ela começou a se endurecer toda querendo gozar e eu louco pra dar uns tapas e chama-la de cachorra mas não podia, agarrei nos peito dela e meti com mais força ainda até ela se amolecer e sentir que ela gozou, daí eu tirei meu pau, ela se virou de frente ainda em estado de êxtase, segurei seu queixo ela abriu a ... 

Logo me vesti e ela também, ela me beijou e me pediu pra fazer isso mais vezes so que num motel...

Dito e feito, passamos a sempre dar um jeitinho de irmos ao motel.

  • Enviado ao Te Contos por Luiz

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Ganhando um trato na biblioteca do colégio onde trabalho

 By: Fatima

Oi galera aqui do TeContos, eu me chamo Fátima, tenho 45 anos, sou casada, mãe e trabalho como secretária num Colégio do Estado numa pequena cidade do interior.

Como a grande maioria das mulheres casadas eu também carrego minhas fantasias sexuais, entretanto meu marido é extremamente conservador e nunca vai além do “papai e mamãe”, do gozar dentro e virar para o lado.

Nunca o convenci a bater uma punheta e menos ainda deixar fazer um boquete. Quando vejo alguns vídeos na internet chego até a molhar a calcinha tamanho é o tesão que tenho.

Considero-me uma mulher atraente e me destaco pelo volume do traseiro que, embora não seja desproporcional, chama a atenção principalmente quando ponho roupas mais justas.

Na escola a garotada vive indo na secretaria com uma desculpa qualquer mas com a intenção clara só de secar minha bunda e aí quando vejo que são os do segundo grau, punheteiros inveterados, eu faço questão de me levantar da minha mesa e ir até ao arquivo que fica junto ao balcão e ficar de costas fingindo que estou procurando algo no arquivo. Eles faltam pular o balcão para me currar e eu me divirto sabendo que eles vão fazer verdadeira festa no banheiro! Alguns mais atrevidos já até me abordaram no pátio para me dizer:

- “Eh D. Fátima, como a sra. Está gostosa!” Apenas sorrio e me divirto.

Nas últimas férias fui escalada para organizar os registros dos alunos dos cursos técnicos noturno que haviam começado no semestre. Certa tarde eu estava sozinha na escola quando um dos rapazes ligou perguntando se poderia retirar alguns documentos pessoais cujos originais tinham sido retidos na secretaria, eu disse que sim e que o aguardaria pois já estava terminando meu trabalho. Era uma tarde ensolarada, então eu fui trabalhar trajando uma bermuda clara no meio das coxas, baby-look regata e sem sutiã.

Quando o Maurício chegou, acompanhado de um dos colegas de classe, eu estava na sala da diretoria. Ao me verem entrando na secretaria seu colega não conteve um leve assobio de espanto, eu sorri, os cumprimentei e fui ate ao balcão entregar seus documentos, momento em que o Mauricio comentou em tom confidencial:

– Nunca tinha podido reparar como a sra esta com tudo em cima!

– Obrigada! Certamente você só tem olhos para as periguetes que infestam os cursos noturnos! – Sorri maliciosamente e lisonjeada.

– Eu abriria mão de minhas férias só para ficar aqui ajudando-a na organização desta secretaria.

– Ora! Pois saiba que vocês chegaram em muito boa hora. Eu tenho que organizar a biblioteca e tem algumas caixas que eu já estava pensando quem eu poderia pedir para movimentá-las para mim. Para vocês dois será um passatempo de cinco ou dez minutos! Vocês estão a fim?

– Claro! Tenho certeza que será um enorme prazer fazer-lhe companhia mesmo que por tão pouco tempo.

Sai da sala e abri uma porta que dava para o corredor que levava à biblioteca e segui à frente de ambos, com intuito de fazê-los devorarem minha bunda e minhas pernas.

Na biblioteca toda vez que um ia movimentar uma caixa, eu me abaixava para fazer anotações procurando sempre deixar à mostra meus peitos para ele a bunda para outro. Eu já estava morrendo de excitação com aquele jogo. Quando terminou eu estava apoiada com o cotovelo em uma estante de frente para o colega do Maurício, quando ele encostou seu corpo por trás e sussurrou no meu ouvido:

– Só isso para hoje?

Seu hálito quente e seu sexo pressionando minha bunda quase me fez desmaiar! Eu disse baixinho com a voz rouca:

– Vocês querem fazer mais alguma coisa?

– Dar um trato em você, como você nunca teve em sua vida… você nunca mais vai esquecer esse dia!

– Aqui mesmo? Você está maluco! Eu disse tentando ser difícil, mas já de pernas bambas.

Maurício contornou minha cintura com seus braços peludos, me apertou firme contra seu corpo me tirando levemente do chão e me conduziu assim até à mesa de trabalhos da biblioteca. Não esbocei qualquer resistência. Seu colega desabotoou e abriu o zíper da bermuda puxando-a para baixo junto com a calcinha.

Neste momento senti o cacete do Maurício esfregando entre minhas pernas e as mãos do seu colega tirando meus peitos de dentro da camiseta começando massageá-los com volúpia… eu estava de joelhos sobre uma poltrona com o Maurício me metendo por trás e o pau do seu colega já em minha boca… com uma mão eu segurava seu cacete com a outra acariciava meus peitos com os mamilos até doloridos de tão duros… comecei a gozar imediatamente… um orgasmo intenso e longo enquanto os dois se movimentavam sincronizada e freneticamente dentro de mim.

Eu continuava a gozar parecendo que aquilo não teria mais fim, quando de repente Mauricio deu um gemido arrancou o pau da buceta e soltou um enorme jato de porra no rego de minha bunda… senti o liquido quente escorrer em direção ao meu cu e meu gozo foi ainda maior… neste momento seu colega também tirou o pau de minha boca e esporrou fartamente na minha cara e nos meus peitos.

Eu queria mais… meu orgasmos não cessava… Mauricio colocou o pau mole na minha bunda deitou nas minhas costas mordendo com força meu pescoço e minhas orelhas o que me fez relaxar e voltar a mim. Aquietei-me, sem fôlego, tentando entender tudo aquilo de olhos cerrados ouvi a voz do Mauricio dizendo:

– Como vamos limpar toda essa porra? Tem papel toalha por aqui?

– Toalheiro… na… secretaria… balbuciei sem forças.

Ouvi os passos de Mauricio saindo da sala e vi que seu colega já havia fechado o zíper de sua bermuda o que indicava que já estavam satisfeitos. Maurício voltou com um pacote de toalhas na mão e começou limpar carinhosamente minha bunda, esfregando varias folhas  e quando ele passou uma folha com o dedo no meu cu soltei um gemido baixinho pois foi muito gostoso.

Quando ele terminou a limpeza seu colega já havia saído da sala, ele me ajudou a vestir a calcinha e a bermuda, me perguntou:

– Cumprimos nossa promessa?

– que promessa?

– Dar um trato em você que nunca mais iria esquecer!

– Ah! Claro. E qual é a próxima promessa? Perguntei, passando os braços ao redor de seu pescoço.

– Um bis quando você quiser!

Ele respondeu, me envolvendo num beijo quente e apaixonado, saímos abraçados como antigos namorados.

Até hoje mesmo dando umas escapadas no distanciamento devido a pandemia nós nos encontramos para eles me darem um bom trato.

  • Enviado ao Te Contos por Fatima

Ela gozou duas vezes no meu pau

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