terça-feira, 15 de julho de 2025

Começou como uma aventura e terminou com uma fantasia realizada; Menage

 

By; Silmaria

Ola a todos, sou a Silmaria, tenho 32 anos, sou casada, mãe, trabalho, malho, hoje tenho uma vida boa, bem normal. Mas no final da minha adolecencia ate os 21 anos, eu tinha uma vida bem dificil, morava na pobreza, e para conseguir certas coisas nessa idade eu acabei virando GP, junto com umas 3 amigas, e assim fomos ate a faculdade.

O que contarei não tem haver com esse tempo em que fui GP e sim um tempinho depois, especificamente nos meus 25 anos, eu já estava casada, já não fazia mais Programas a uns anos, mas ainda existia firme e forte uma PUTA dentro de mim. E no dia desse acontecido eu estava nesse periodo de PUTA.

Estava muito quente naquele dia e o meu corninho me deu uma carona até o banco. Eu estava de vestido longo, estampado em vermelho, bem acinturado, com um decote provocante, aberto nas costas e uma fenda até as coxas. Tatuagens à mostra, perfume bom, batom vermelho contrastando com minha pele branquinha.

A fila estava enorme, eu já estava impaciente! Atrás de mim tinha um rapaz de uns 20 e poucos anos, muito gato, me chamou a atenção e não demorou cinco minutos de uma conversinha boba para ele se entregar. Abusado e audacioso, deslizou uma das mãos pelas minhas costas e, apoiado no meu ombro, sussurrou no meu ouvido me propondo sair dali.

Ainda na calçada do banco cravou as mãos na minha cintura e grudou seu corpo no meu, deslizou as mãos pela minha bunda e arrancou um beijo, que foi o suficiente para nos fazer prosseguir com a aventura.

Entramos numa lanchonete de esquina e fomos para os fundos, numa varandinha com outro par de mesas e duas árvores que nos escondiam, escolheu a mesa mais isolada, voltamos a nos beijar, ele deslizava a língua e me mordiscava, desde as orelhas até os ombros. Escorregava os lábios pelo meu decote.

Ele manteve o clima ao acariciar minhas coxas e subir meu vestido, foi abrindo minhas pernas, com os joelhos e com as duas mãos debaixo da saia, tirou minha calcinha, veio arrastando com delicadeza e guardou a calcinha no bolso, uma tanguinha azul turquesa, toda rendada, molhadinha.

Meteu a mão na minha xota, alisou de baixo pra cima, e vice-versa, penetrava os dedos, meu caldinho escorreu pelas pernas, melou a mão dele. Gemi baixinho, me contorci para trás e gozei!

Precisava sentir seu pau e fui enfiando minha mão em sua bermuda, agarrei o cacete com firmeza, abaixei sua bermuda e punhetei com vontada. Bem gostoso, uns 18 cm, cabecinha rosinha. Latejava, pulsava e babava na minha mão, não resisti e comecei a chupar, torcia devagarinho, passava a língua, abocanhava tudo, sugava a cabecinha. Excitado, ele gozou na minha boca, engoli todo o leitinho dele.

Não tínhamos percebido, mas o dono do bar estava atento a cada detalhe e em nenhum momento cogitou nos impedir. Ao trazer a conta, o tarado manifestou suas intenções, o pagamento seria a minha calcinha, bem molhadinha. Meu futuro comedor respondeu que não, que aquela era especialmente dele.

O homem não cobrou o consumo, mas insistente no fetiche, pediu para sentir o cheiro do meu melzinho. sua piroca pulava dentro das calças, então o safadinho levantou meu vestido, mostrou minha bucetinha, melecou minha mão e ofereceu como degustação. O indecente mamou meus dedos com leveza.

Saímos do bar com ele me conduzindo um quarteirão abaixo e entramos numa república de estudantes, ele me puxou para dentro do quarto e foi me encoxando contra a parede já me posicionando de quatro, brincava roçando o pau na minha bunda. Se encaixou na minha buceta e, num balanço extasiante, meteu forte.

Com o barulho da foda um cara que estava na beliche desceu e o achei lindo! Estava de pau duro e perguntou se poderia ficar e participar, fiquei envergonhada, mas deixei rolar, nunca tinha feito um Menage, nem na época de GP eu tive essa Sorte, então esse seria um bom momento para essa realização.

O chamei pra perto e, de joelhos, tirei suas calças, fiquei louca, rola grande e grossa, pulsando. Enlouqueci de tesão! Me colocaram entre eles, num sanduíche de mim, me esfreguei em ambos, dançando e rebolando nas duas rolas. Minha pepeca pegava fogo, estava quente e molhada…

Coloquei os dois sentados sobre a mesa e os chupei, às vezes um, o outro, ou os dois atolados dentro da boca, mamei até as bolas, dei linguaradas no cu, beijo grego. Batia os caralhos na cara.

Até que me prenderam pelos antebraços e inverteram a situação, me posicionaram na cadeira com as pernas bem abertas sobre a mesa. Se revezaram chupando minha bucetinha ensopada. Enquanto um me beijava ou mordiscava meus seios, o outro metia a língua na minha buceta meladinha.

Gozei na boca de um e o outro quis sentir meu gostinho também. Em seguida o segundo cara me arrastou para a cama pela cintura e com uma reboladinha me encaixei; grelinho bem aberto, encostadinho na piroca. Com meu grelho duro, grudado naquela rola enorme, iniciei a montaria, dominei o gingado, bem do meu jeito, bem gostosinho. Ele entrou no meu ritmo e metemos numa pegada frenética.

O outro, atento ao meu rabo empinado e devagar, foi enfiando a pica no meu cuzinho apertado e fui ajeitando os dois cacetes, enterrou o pau no meu rabo, começamos um vai e vem delicioso. Enquanto me arrombava, me incitava com palmadas bem dadas, estaladas.

O primeiro gozou, depois de um urro estremeceu o corpo, mas continuou com o pau dentro, duro. Um tesão inquieto tomou conta de mim, me senti incendiar, vibrar… Gozei primeiro, com orgasmos múltiplos. Orgasmos que nos levaram a gozar juntos. Uma DP, imensuravelmente prazerosa.

Nossos corpos caíram, quase que emparelhados. Deitamos lado a lado, e me deleitei num abraço carinhoso duplo. Foi muito divertido!

Nos recuperamos daquela molezinha gostosa, emaranhados no beliche, com mais pegação e alguns beijos. Cheguei em casa sem calcinha, cheirando a suor e sexo.

Até hoje me pego relembrando essa brincadeira, que começou como uma aventura e terminou como uma fantasia: Ménage.

  • Enviado ao Te Contos por Silmaria

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Realizando um sonho; Minha tia e eu na casa de praia (lesb) (Junho-2025)

 

By; Ju

Oi sou a Ju, tenho 20 anos, sou loira 1.65 de alt. 60 kg. cab. longos, bumbum arrebitado e seios grandes. Eu era, ou achava que era hetero, mas sempre quis transar com mulher, principalmente com minha tia uma mulher de 38 anos, muito linda, morena de cabelos longos, labios carnudos e muito atraente, porém casada.

Tudo aconteceu mês passado, Junho, meus pais viajaram, e como eu estava tendo aulas ainda, e nao pude ir, fiquei triste, mas logo veio a surpresa que me deixou muito feliz, eu iria dormir na casa da minha tia, pois os meus pais ficaram preocupados em me deixar sozinha em casa.…

Ja fiquei imaginando coisas e pra melhorar o marido dela (meu tio), estava viajando a trabalho, e eles tem um filho que estuda fora, portanto ela estava sozinha!!

Na primeira noite conversamos muito, sempre tivemos uma relação muito legal, ela é muito alegre, divertida, de espirito jovem, me senti muito a vontade…

nos divertimos bastante, foi muitas vezes ao shopping e fomos a praia no final de semana, em um momento minha tia alegrinha de batida d vodka antes de voltarmos pra casa na praia, um carinha chegou pra puxar papo com ela, mas ela dispensou o carinha dizendo que estava com a namoradinha dela (EU!), meus olhos ate brilharam, e a cara de espanto do carinha foi de rachar o bico kkk.

Na noite de domingo, tava uma noite muito quente, assistismos um filme, e quando acabou, fui pro meu pro quarto, ela me disse que iria tomar um banho, enfim fui pro quarto, coloquei uma camisolinha curtinha, muito transparente e uma minuscula calcinha de renda toda transparente tambem. fiquei ali lendo um livro, ouvindo o som do mar, já que a praia fica bem pertinho e pensando coisas com minha tia…

Foi quando ela entrou no quarto com um roupão, e sentou do meu lado e com olhares começamos a conversar,.aquilo me deixou louca, porque a todo momento percebi que ela olhava pra minha buceta, me deixando muito excitada, perguntou se eu tinha namorado, se ja havia transado e a conversa tava tomando um rumo que eu estava adorando…

Foi quando ela pos a mão na minha coxa, senti um calor enorme, minha bucetinha ja estava ensopada e continuou na conversa, logo em seguida me disse que estava muito calor e tirou o roupão hummm, que loucura, que corpão lindo, umas coxas grossas sem barrriga, a calcinha era muito pequena para o tamanho da sua buceta, grande, volumosa ficava quase pra fora da calcinha, eu fiquei louca, perdi a voz e ela percebeu e sem dizer nada me deu um beijo na boca, fiquei surpresa, mas correspondi...

Beijamos feito loucas enquanto sua mão percorria meu corpo até chegar na minha buceta hummm, eu gemia e ela parecia uma tarada, me pegava, me mordia, me chupava, tirou minha calcinha e me chupou gostosamente, segurava minhas pernas e enfiava a lingua na minha buceta, que me fazia estremecer de tesão, que delicia.

Me chamava de sua putinha, mamava nos meus peitos que as vezes até doía, mas se misturava com tesão, ela ficou incontrolável e eu estava excitadisssima.

De repente ela saiu de cima de mim, foi até o seu quarto e voltou com um penis de borracha enorme e falou agora vou te fazer mulher minha putinha, colocou aquilo na cintura e novamente pos a me chupar, agora eu ja pedia;

- me fode, vai me fode.…

Ela entrou no meio das minhas pernas e foi enfiando aquele pau de borracha enorme dentro da minha bucetinha, parecia que tava me rasgando, era muito grosso, mas ela não tinha dó, e foi enfiando devagar e chupando meus peitos, que tesão louco, uma mistura de dor e tesão, mas muito mais tesao. .…

Agora ela ja mandava sem pena um vai e vem alucinado, fodia feito uma tarada, me chamava de puta, vadia, safada e eu gemia feito louca.…

Ela me fudeu quase a noite toda, e ainda me fez chupar aquela bucetona até ela gozar na minha boca e assim foi que dormimos, agarradas, nuas, ela com um penis de borracha na cintura, entre minhas pernas, sua mão segurando meu peito e minha boca melada do mel de sua buceta.

Acordamos na manha de segunda feira já na sacanagem, com ela me fazendo de putinha dela de novo, me fodeu de 4, dando tapa na minha bunda, quando terminamos ela me chamou para tomar banho com ela e conversamos bastante, ela perguntou se eu não gostaria de ficar sendo a “sua putinha”, ficariamos nos encontrando sempre pra fazer essas sacanagens, que por ela ser minha tia seria bem fácil nossos encontros, claro que aceitei, afinal era tudo que eu vinha querendo.

Já fizemos cada coisa nesse pouquinho de tempo.

*explicando essa cinta com penis de borracha, ela disse que aproveitava as viagens do meu tio e ficava com alguma mulher.

  • Enviado ao Te Contos por Ju

Constragimento Total; Minha sogra ontem viu o que não devia! (13-07-2025)

 

By; Marina

Me chamo Marina, sou casada, e gostaria de contar sobre ontem, domingo dia 13 de Julho.

O cheiro da comida de domingo pairava na cozinha de casa, misturado ao aroma de café fresco. Minha sogra estava na sala, e o som da TV preenchia o ambiente, mas meus pensamentos estavam em outro lugar.

Daniel, meu marido, estava de costas para mim, concentrado em cortar legumes na bancada, e a visão dele ali, tão entregue à tarefa, acendeu um tesão incontrolável dentro de mim.

A ousadia de estar com minha sogra em casa, tão perto, só tornava o desejo mais eletrizante.

Aproximei-me sem fazer barulho, e o abracei por trás, meu corpo colado ao dele. Daniel se virou, um sorriso surpreso em seus lábios quando nossos olhos se encontraram. O brilho em seu olhar me disse que ele entendia a urgência no meu toque.

- “Amor”, sussurrei, a voz rouca, sem soltar o abraço, “não consigo esperar.”

Ele riu baixinho, um som cúmplice. Seus olhos desviaram rapidamente para a porta da cozinha, verificando se estava tudo certo. A cozinha, com seus utensílios e aromas, seria nosso palco secreto.

Com um movimento rápido e impulsivo, fiquei de joelhos ali mesmo, no chão frio da cozinha, meus olhos fixos nele.

Aquele ato de reverência e desejo era puramente meu, uma resposta ao que ele precisava. Daniel me olhou, seus olhos famintos, cheios de uma paixão que me fez vibrar.

Com um toque suave, ele tirou o pau para fora. Ele estava quente e rijo, a cabeça, um tom avermelhado e pulsante, parecia me chamar. Respirei fundo, sentindo o cheiro dele, um aroma que agora representava a pura masculinidade e o amor que nos ligava. Com um beijo terno, comecei a chupar a cabeça do pau, sentindo a textura aveludada, a pulsação vibrante.

Meus lábios e língua o envolviam por completo, subindo e descendo, com movimentos ritmados e uma devoção que eu nem sabia que possuía.

Sentia a vida borbulhar dentro dele, o pau pulsando com uma energia vibrante que se alinhava ao meu próprio coração acelerado. As mãos de Daniel estavam em meus cabelos, me guiando suavemente, me aprofundando naquela união.

Eu o ouvia respirar fundo, os gemidos baixos indicando que o clímax se aproximava. Meus movimentos se tornaram mais urgentes, minha boca trabalhando com fervor. Eu queria receber tudo dele, levá-lo ao ápice.

E então, senti a explosão. O gozo quente e abundante dele explodiu e preencheu todo o meu rosto. Foi uma onda de calor e vida, a culminação da sua entrega.

Aquele leitinho era a essência dele, o ápice do seu amor.
No exato instante em que Daniel relaxava, ofegante, e eu sentia o gozo escorrer pelo meu rosto, a porta da cozinha se abriu.

E lá estava ela. Minha sogra, parada na soleira, um pano de prato nas mãos, os olhos arregalados de surpresa. O rosto dela foi de um choque completo.

Daniel e eu nos olhamos, um misto de pânico e uma pontada de humor na adrenalina. Minha sogra chegou e flagrou. Por um segundo, o mundo parou.

Não houve tempo para explicar, para disfarçar. Eu, ajoelhada, o rosto coberto pelo gozo do meu marido. Ele, com o pau ainda exposto, o olhar fixo na mãe.

O silêncio na cozinha era ensurdecedor, quebrado apenas pela minha respiração ofegante e a da minha sogra. Foi um momento que durou uma eternidade, mas que, de alguma forma, nos uniu ainda mais em nossa audácia e paixão.

Foi um constrangimento absurdo, o silencio pairou a nossa casa ate a hora que minha sogra foi embora logo após o almoço. Após ela ir embora foi divertido, meu marido e eu rimos bastante e ate transamos bem gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Marina

A secretária e o gogo boy

 

By; Oswaldo

Essa foi uma aventura real que aconteceu com minha amiga e ex namorada Bianca, a qual ela permitiu compartilhar essa aventura.

Isso aconteceu já algum tempo mas foi uma história muito interessante. Nessa época Bianca era secretária numa empresa de pequeno-médio porte, onde ela acumulava várias funções.

Bianca era uma japonesinha mestiça, do tipo mignon, bem branquinha, com cabelos negros lisos do tipo Chanel. Tinha pernas grossas que harmonizavam em um lindo quadril com bumbum redondinho e cintura fininha. O rosto de era lindo como um desenho de heroína de mangá.

Mas o que ela tinha de linda tinha o dobro de safadeza! Ela tinha um fogo no rabo sem tamanho e me proporcionou muitas aventuras divertidas!

Mas hoje quero contar a estória dela com Jonas, um segurança da empresa dela.

Jonas tinha boa aparência e também aquele porte físico atlético típico de personal trainer. Ele sempre era muito sério, mas não podia ouvir uma música tecno que começa a se soltar e fazer movimentos discretos e sutis de dança. Era evidente que ele era baladeiro.

Um dia Bianca perguntou pra ele se ele gostava de baladas e dançar. Ele aproveitou a deixa e se abriu: antes daquele emprego ele tinha sido go-go boy de uma conhecida boate da cidade. Ele dançava com sunguinha no palco e entre as mesas, divertindo o publico "eclético" da boate.

Isso caiu como uma bomba para Bianca. A imaginação formada na cabecinha dela daquele cara saradão, arrancando a farda de segurança e ficando de sunga e dançando foi demais pra ela. Ela ficou naquele misto de surpresa e tesão do tipo "eu quero!", vermelha como uma pimenta.

Isso não ia prestar!

A partir daí, sempre que podia ela ia falar alguma coisinha com ele, perguntar sobre como era, se tinha muitas aventuras e tal.

Jonas era sério e discreto no horário de trabalho, mas nos intervalos ele ficava mais solto e jogava charme e sensualidade sobre Bianca. Evidente que ele ia pegar ela logo, logo!

Um dia eles resolveram almoçar juntos, mas longe da vista dos colegas de trabalho. Discretamente subiram até o terraço, que estava deserto após uma reforminha.

Chegando lá, Jonas a segurou por trás pela cintura, puxando ela pra perto, dando um cheiro gostoso no pescoço dela. Bianca se derreteu toda e já começou a gemer como uma putinha no cio. Ainda por trás, ele abriu a blusa dela e começou a massagear os peitinhos de moça dela. Uma mão em cada teta. Xero no cangote. Ela agarrou a cabeça dele com as duas mãos e o beijou na boca, naquele tesão de primeiro beijo desejado.

Enquanto se beijavam, ela já foi abrindo a camisa dele, aranhando as costas e a barriga sarada.

Nisso Jonas já enfiou a mão por baixo da saia dela, apertando aquela bunda durinha e redondinha, sentido aquela carne firme e macia. Os dedos por dentro da calcinha foram escorregando pelo meio da bunda dela, indo e vindo. Ela estava com a buceta pingando de tesão, toda babada. Ele passava o dedo lá e trazia aquela babinha para o cuzinho dela, fazendo círculos. Ela gemia e rebolava.

Bianca arrancou o cinto dele, abaixou a calça da farda e botou a picona e o saco dele pra fora. Claro, ele tinha sido go-go boy não só pela ginga mas principalmente pelas ferramentas que ele tinha: um pica enorme, grossa e cabeçuda, ornamentada por um sacão com duas bolas enormes. Não deu outra: Bianca caiu de boca naquilo tudo, chupando, punhetando, massageando.

Bianca não se aguentava mais de tesão, deitou-se na mesa numa posição de frango assado e mandou ele comer ela imediatamente. Claro, ele sacou a pistola e foi com tudo naquele buceta linda, pequenininha e lisinha! (Até hoje sinto saudades dessa buceta que me deu tantas alegrias)

Ela estava super melada e apesar da pica ser bem grossa, entrou tudo com certa facilidade. O cara fudeu ela como um animal no cio e em cinco minutos ele despejou um litro de porra dentro da buceta dela. Bianca tomava anticoncepcionais e não ia perder uma oportunidade daquelas de fazer uma sessão no couro!

Ela ainda estava com muito tesão e não tinha gozado ainda. Ela ficou de pé, pegou a pica recém gozada dele e começou a chupar.

Bianca olhou pra ele com aqueles olhinhos lindos de japonesinha e perguntou de uma forma bem direta:

- "Quer comer meu cuzinho?"

Ela disse isso já foi se virando de costas e deitando sobre a mesa, oferecendo aquela bunda branquinha e redondinha.

Jonas não estava acreditando naquilo: ganhar um anal sem nem pedir! Ele ainda perguntou pra ela iria aguentar aquela pica grossa. Ela, de bate pronto, respondeu;

- "Aguento sim! Meu noivo come meu cu todo dia!" (O noivo era eu, o corno narrador que vos fala...)

Ele apontou a pica naquele cuzinho rosado e forçou. Ainda meio mole da gozada, não estava entrando. Bianca falou pra ele, como um professora de primário:

- "Pra comer cuzinho a pica precisa estar bem dura!"

Ele puxou a rola, deu umas balançadas e socou de novo. Desta vez entrou, bem apertadinho. Ela gemia igual uma putinha e ele metia como se o mundo fosse acabar. Mais uma leitada daquelas de ficar na história, em menos de cinco minutos!

Ela ainda estava com tesão e querendo gozar mas já era hora de voltar para o trabalho.

Se vestiram rápido e voltaram discretamente: primeiro um e um tempo depois o outro. Naquele dia, sem saber, eu que finalizei o serviço dele, fazendo ela gozar com um delicioso sexo anal com ela fazendo uma siririca nervosa!

Essas escapadas com Jonas continuaram a acontecer várias vezes por semana, durante muito tempo. Até que uma das colegas de trabalho dela, que estava de olho nele, descobriu tudo e armou um flagrante com um dos supervisores da empresa. (Mulher é bicho ruim! Um homem nunca faria isso com um colega! kkkk)

Nesse dia a casa caiu: ele e ela foram demitidos no mesmo dia.

Mas o mesmo diretor que a demitiu contratou ela para trabalhar numa outra empresa dele, onde ela teria mais chance de crescimento, além de um salário melhor.

Claro, o diretor tinha muitos planos com ela...

Eu e Bianca já não estávamos mais juntos, mas continuamos amigos coloridos por muito tempo. Sempre que a gente se encontrava acontecia flash-back e muita conversa picante.

  • Enviado ao Te Contos por Oswaldo

sexta-feira, 11 de julho de 2025

A primeira vez que tomei leitinho de rola foi de um casado

 

By; Thais

Oi eu sou a Thais, tenho hoje 24 anos,e gostaria de contar sobre minha aventura com um homem casado, o primeiro de quem eu tomei leitinho.

Nessa época eu tinha 17 anos, estudava de manhã e ficava na casa de uma amiga da minha mãe durante a tarde, até ela chegar do trabalho. O marido dela trabalhava a noite, e quando eu chegava era a hora que ele tava acordando, ele sempre andava de cueca pela casa. Três vezes por semana a amiga da minha mãe dava aula de artesanato e eu ficava sozinha com o marido dela.

Sempre conversávamos bastante, víamos filme, com o tempo passamos a ver filmes com mais cenas quentes, nossa liberdade um com o outro foi aumentando, assuntos de sexo foram surgindo com frequência.

A liberdade era tanta que eu sempre tomava banho quando chegava da escola e ele ficava me olhando na porta do banheiro, eu saia pelado e ia me trocar no quarto e ele sempre ficava brincando comigo, me cutucando, batendo na minha bunda mais não passava disso, ele percebia que eu gostava daquela brincadeira.

Certo dia tava só eu e ele em casa ai eu fui tomar banho, entrei no banheiro e ele tava pelado tinha acabado de acordar e foi urinar, e eu fiquei na porta olhando ele urinar, um pau enorme, ele me viu olhando e perguntou se eu não tinha visto um antes, respondi que sim mais não um grande assim, ele perguntou se eu não queria pegar eu rapidamente disse que não, mais um não querendo disser SIM.

ele disse; - “pega pra você ver como é, ninguém vai ver, eu não falo pra ninguém”

Fiquei com uma vontade enorme de pegar aquele cacete, não que não tivesse pegado um antes mais não daquele tamanho.

Ele viu que eu fiquei indeciso e veio e pegou minha mão e colocou no cacete dele era grosso, rapidamente tirei a mão e fui pro Box tomar banho, quando acabei de tomar banho fui pro quarto me trocar e ele tava deitado na cama pelado, me enxuguei ai ele veio brincar comigo ficou me cutucando, me fazendo cócegas, nessa o cacete dele roçava em mim e eu fingia que não percebia, ele me pegou por trás e me levantou juntando o meu corpo no corpo dele ai o cacete dele encaixou na minha bunda, senti aquele tronco grosso e duro roçando na minha bunda, e ele disse;

- “você gosta hem?”

Eu fingi que não entendi, ele me virou e colocou minha mão no cacete dele e disse;

- “não fica com medo não, você vai gostar”

Eu comecei a alisar o cacete dele e ficava cada vez mais duro, ele começou a passar a mão na minha bunda. Ele começou a forçar minha cabeça pra baixo pra eu chupar o cacete dele, eu relutei um pouco (mas por brincadeira) mas depois eu cedi e comecei a chupar o cacete dele, era grosso mal cabia na boca, ai eu senti ele encher meu rego de saliva e começou a força o dedo na meu cuzinho, ele perguntou se eu já tinha dado pra alguém, respondi que pra um garoto da escola umas duas vezes, mais o pau dele era fino.

Ai ele mandou eu continuar a chupar o cacete dele e continuou a enfia o dedo no meu cu, estava doendo mas muito gostoso, enquanto isso eu chupava, babava, apertava seu pau e suas bolas, ate que ele gozou na minha boca, não pensei em nada apena tentei engolir tudo, ele encheu minha boca, ate parecia que não gozava a uns dias já.

Esperei ele gozar tudo, eu mamei tudinho deixei limpinho, ainda dei um beijinho na cabeça dele e pedi pra ele ir pro quarto dele, ele foi e eu corri pro banheiro pra lavar a boca.

Depois voltamos pra sala, dessa vez vestidos e fingindo que nada tinha acontecido. Ali eu sabia que de agora em diante as coisas iriam esquentar sempre, e esquentou sim.

Ate os meus 21 anos eu transei com ele sempre, acho que nesse periodo ele transou mais comigo do que com a esposa dele.

Mais foi assim que eu tomei a primeira gozada na boca.

Enviado ao Te Contos por Thais

Estou tendo um caso com uma policial que me revistou (Lesb) (2025)

 

By; Anônima

Oi Te Contos, não revelarei meu nome, eu tenho 29 anos, sou casada, meu marido não sabe, mas sou Bi sexual desde sempre, nunca trai ele com homem, mas muitas vezes com mulheres. Eu sou de uma cidade pequena aqui do estado, mas moro na capital a anos.

Nesse momento estou tendo um caso com uma mulher de 28 anos, loira, deliciosa na cama, seio pequenos, perna grossas e uma bunda boa de tá uns tapas.

A forma com eu a conheci foi bem peculiar eu diria. Ela policial, e infelizmente eu tive que ir fazer uma visita a uma prima no presidio, ela foi presa e condenada (o crime não vem ao caso né), e toda a nossa família ficou puta de raiva com ela, ninguém quis visita-la, mas tambem ninguém quis deixa-la a minguá, uma pessoa foi escolhida para ir deixar coisas para ela nas visitas (Eu !) durante os 4 meses dela presa.

E é horrivel ter que nessas visitas, passar por revistas era vergonhoso, muitos da minha família não foram tambem.

Bom aqui começa!

Numa dessas visitas já no mês de fevereiro, quem estava fazendo as revistas não era uma agente penitenciaria e sim uma policial, ela tinha dito que estava lá pois os agentes penitenciário tinha entrado de greve, elas foram destacadas para lá, então ela me conduz ate a salinha da revista, fecha a porta e quando bota a mão em minha cintura, sinto um arrepio e o bico dos meus seios ficam duros, eu estava sem sutiã, e então eles eram visíveis pela minha blusa fina. Quando sobe ela percebe meu estado, e sem nenhum pudor, passa a mão e diz;

-ta durinho! E da uma risada.

Eu sem graça com a situação digo;

- Deve ser o frio!

Ela então diz;

- será?

E então bota a mão por baixo da minha saia e diz;

- acho que não, aqui está bem quentinho.

De repente, fico quente e por um instante pensei; “enfia o dedo em mim”.

Logo em seguida me dou conta e digo meio gemendo;

- O que você está fazendo?

Ela responde; - te deixando feliz.

E ela tinha razão, jamais alguém homem tinha feito eu sentir o que ela me fazia sentir naquele momento, apenas com a mão. Ela afastou minha calcinha e foi se ajoelhando na minha frente, então coloquei a cabeça para trás e gemi sentindo um prazer inigualável.

Ela falou; - Deita nessa mesa, preciso te revistar.

Eu, já sem saber nem o que dizia de tanto prazer, deitei e por instinto abri as pernas o máximo que pude.

- hmm pelo jeito você já tem experiência, - disse ela, com um sorriso safado.

- Não, nunca tive experiência com mulheres, respondi (mentindo é claro)

- que tesão, vou tirar seu cabacinho então?!!!. - Disse ela, caindo na risada.

Ela ficou na minha frente, afastou minha calcinha da minha buceta o maximo que pode, e começou a me chupar! Ela lambia minha buceta com uma velocidade incrível, ela lambe por fora, bota a boca, e balançava a cabeça. Eu então segurei sua cabeça em minha buceta, forçando contra, e ela metendo a língua deliciosamente, me fazendo gemer de prazer.

Então ela olha para mim e diz;

- Você já chupou uma buceta?

- Não, respondi, - mais vou fazer isso agora.

Disse isso indo em direção a ela e dando-lhe um beijo demorado. Enquanto isso ela passava a mão nos meus seios e tirava minha blusa, eu ia abrindo seu cinto, e tirando sua farda. Botei a mão na sua calcinha e sinto que ela está molhada, ela então diz;

- Chupa, mas chupa com vontade!

Então tirei sua calcinha e vejo uma buceta linda, raspada, molhada e pedindo minha língua. Então ela deita e eu começo, fingindo ser inexperiente, porém, ela vai me ensinando. Passo a língua por fora, e o cheiro me faz ter vontade de devorá-la, então abro sua buceta e passo a língua la dentro, ela força minha cabeça. De repente o gozo, o meu e o dela, juntos, sem nem pensarmos. Então ela me dá um beijo, e diz;

- desde a hora que te vi na fila que me bateu um tesão, você foi ótima, poderia trocar contato comigo ? Quem sabe nos encontrarmos com mais tempo.

- Sim claro, será otimo.

Naquele dia visitei a minha prima ate que feliz por estar ali, aparti desse dia passamos a conversar todos os dias, a Policial e Eu, ela ficou trabalhando na revista só por uma semana, na visita seguinte a que eu a conheci já não era ela lá. Mas voltamos a nos encontrar, fomos a um shopping e de lá ao motel, transamos muito, e depois de novo, e de novo e de novo… então após alguns encontro de muito prazer oficializamos e nosso caso, se é que é assim que se faz.

Ate hoje estamos juntas mesmo nós duas sermos casadas.

  • Enviado ao Te Contos por Anônima



quinta-feira, 10 de julho de 2025

Transei no trabalho com 2 e adorei a experiencia.

 

By; Gaby

Eu sou a Gaby, tenho outros contos já, quem leu sabe que sou safada por demais, mas isso que vou contar não esperava. A minha empresa resolveu cortar gastos, então demitiu alguns funcionários e outros que ganhavam bem, incluindo o gerente do meu setor. Para seu lugar, foi contratado outro, aparentava ter 39 anos, alto, pele morena, que se chamava Sérgio. Ele era as vezes grosso, gostava de tudo funcionando certo.

Depois descobri com uma colega que ele era muito galinha, ele era separado porque a mulher dele descobriu que ele tinha um relacionamento no antigo emprego. Pois bem, ele logo fez amizade com o Marcelo, um carinha com eu transava as vezes, e o colocou em um cargo melhor.

Como eu imaginava, nesse meio tempo o Sergio começou a agir diferente comigo. Me elogiava muito, as vezes me cantava e dava indiretas, e como eles dois estavam sempre juntos, imaginei que o Marcelo havia contado sobre nossa transa, que alias foi à única vez. Sei la o Sérgio de repente me achava fácil, puta….de certo modo não pensava errado,rsrs, mas não me passou pela cabeça ter algo com ele.

O tempo foi passando e em uma manha o Marcelo me avisou que o Sergio disse que precisava que eu ficasse até um pouco mais tarde ao final do dia, pra por uns documentos em dia pra ele apresentar pro gerente geral. Não dei bola, sabia que nesses dias precisávamos por em dia essa papelada, pois já havia feito e sabia da importância.

Ao final da tarde, ficamos eu e a Nilva, uma das mais antigas funcionárias. . Já eram quase 20:30, quando ligaram pra ela que a menina não estava bem, e seu filho estava na faculdade. Sergio a liberou, e como não havia ninguém mais lá, o Marcelo a levou para casa.

Sergio veio em minha direção, e pediu como estava, falei que tudo em ordem, porém algumas contas não batiam. Ele começou a massagear meus ombros, pediu-me pra relaxar um pouco que tudo iria dar certo, a massagem dele era gostosa, e eu fui me soltando. Abaixei meus braços sobre minhas pernas, e ao perceber que eu já estava “entregue” ele chegou perto do meu ouvido, e com sua voz meio grave pediu se eu estava relaxada.

Nessa hora eu me arrepiei toda, ele percebeu e passou a mão sobre meus braços, e começou a cheirar meu pescoço…falei pra ele parar, e ele me disse:

- Porque so o Marcelo pôde provar você?. Eu tambem quero!!!!

Nisso começou a beijar meu pescoço, não consegui me controlar mais, virei a cabeça e o beijei. Ele me ergueu da cadeira e nos beijamos com mais tesao, sentei sobre a mesa, derrubando canetas ,papeis, o que tinha nela….ele já foi abrindo os botões da minha camisete, me deixando so de soutiem, já apalpando meus peitos, tirou eles pra fora e foi chupando, parecia um bebe mamando, so que tava muito gostoso, ele foi me deitando sobre a mesa e abriu o zíper da minha calça, tirou ela com violência, me deixando somente de calcinha.

Me beijou novamente, um beijo longo de língua, e passava a mão sobre minha bucetinha. Deve ter percebido como estava molhada. Foi puxando a calcinha pro lado e enfiando 1,2,3 dedos….eu essa altura ia rebolando nos dedos dele…não aguentava mais, quase implorei pra ele me comer logo.

Ele me virou de costas, baixou minha calcinha, abriu minhas pernas e meteu a língua….que M A R A V I L H A! Ele realmente sabia o que fazia, pois gozei na boca dele. Ele me levou a loucura, e pedi por favor pra ele por aquele pauzao em mim…então ele se despiu , me olhou e disse:

- Você e muito gostosa e muito putinha! Como marcelo me falou!

Eu disse:

- Se você sabe então, cala a boca e me come com esse pintão!

Ele não se fez de rogado, e de uma vez atolou em mim! Nossa, o pau dele não era tão grande, pouco maior que do meu namorado, porém bem mais grosso! Parecia no inicio que ia me rasgar, porém fui me acostumando e logo já estava gemendo.

Eu estava em pé, curvada com os peitos sobre a mesa e ele atrás metendo….me ergui, e ele massageando meus peitos, virei a cabeça e nos beijamos. Ele deitou no chão, e eu subi e comecei a cavalga-lo, estava tão gostoso que não reparei o Marcelo estava na porta nos olhado…parei por um instante, e o Sérgio olhou-me e pediu se ele podia participar…

Eu estava com tesão, então chamei o Marcelo pra perto, ele tirou a roupa e veio…eu ia cavalgando e comecei a chupar o pau do Marcelo….passou um tempo, fiquei de quatro chupando o pau do Sérgio, e foi a vez do Marcelo me comer…ele dizia:

- Sempre quis repetir essa foda, comer essa buceta gostosa, vc me deixa louco de tesao Gaby!

Ele me segurava a pela bunda e metia forte, me fazendo quase engasgar no pau do Sérgio…. Eu tava delirando, e gozei pela segunda vez!!!!

Marcelo parou, olhou pro chefe e disse:

- A putinha gozou!

Eu olhei e disse:

- Cala a boca e continua!

Ele meteu mais forte ainda, me fazendo gemer alto. Ele dizia:

- Vou comer teu cuzinho, te arrombar pra você chegar em casa arrombada! puta tem que dar o cú e a buceta ao mesmo tempo!!!

Nisso subi novamente no Sérgio, e disse pro Marcelo!

- Ta esperando o que então?

Ele veio, e foi enfiando o pau no meu cuzinho….doeu um pouquinho, mas logo o tesao bateu novamente…ficamos uns 5 minutos assim, me chamavam de putinha, gostosa, enfim, meu tesao era tanto que não ouvia mais nada…os dois paus em mim me davam um sensação boa, então meu corpo tremeu, e gozei acompanhada de um berro, nunca havia gozado assim…meu corpo desfaleceu, parecia tudo em câmera lenta, escutei urros e senti meu cú e minha buceta melarem, Marcelo gozou, e Sérgio veio por traz e continuou me comendo.

Ate que tirou fora e gozou na minha bunda, cai deitada no chão, e ele caiu por cima…acariciou-me nos cabelos, beijou me e saiu, ainda fiquei uns 2 minutos assim, me levantei com as pernas bambas, fui ao banheiro, me limpei e me vesti, sai calada, e Marcelo disse que ia me levar pra casa…fiquei calada o trajeto todo.

Cheguei em casa e fui direto ao banho, só conseguia pensar na foda que tive, e me perguntava como eu era tão vagabunda em fazer isso com meu namorado???!!!

  • Enviado ao Te Contos por Gaby

O Começo da Minha Vida de Hotwife

 

by; Vivi

Sou Vivi, (nome fictício) ou melhor meu codinome, tenho 43 anos, sou casada e muito bem casada, com o Jose (Fictício) ele com 48 anos, e me descobri uma mulher o prazer de ser desejada... por muitos.

Nunca imaginei que aos 43 anos eu fosse me redescobrir de uma forma tão intensa, tão... excitante.

No início, confesso que me sentia insegura. Meu marido falava tanto sobre outras pessoas, sobre fantasias, sobre me ver com outro homem, que por momentos cheguei a pensar que ele não me desejava mais. Mas com o tempo, fui percebendo que aquilo era muito mais sobre tesão do que rejeição. Era desejo, provocação, admiração. Era ele querendo ver a mulher que tinha ao lado florescer — ou melhor, se libertar.

As conversas picantes começaram a me atiçar, as brincadeiras que antes me deixavam desconfortável passaram a mexer comigo de verdade. E foi assim, aos poucos, que comecei a mudar.

Comecei a usar roupas mais ousadas. Saia sem calcinha, decotes mais fundos, vestidos colados… Até que um dia, num surto de coragem — ou pura safadeza — saí de casa apenas com um sobretudo. Por baixo? Nada. Sentia o vento roçar minha pele nua e aquilo me deixou molhada como há muito tempo não ficava. Foi libertador.

Mas foi numa noite em especial que tudo mudou de vez.

Meu marido sugeriu que fôssemos a uma casa de swing. Fiquei nervosa. O lugar era simples, meio escuro, nada glamouroso. Quase fomos embora. Mas eu já tinha tomado umas taças de vinho — coragem líquida — e resolvi encarar.

A casa estava vazia. Mas o clima... quente. Fiquei perto do palco, provocando. O vinho queimando meu peito, minhas pernas já inquietas. E pensei: "Já estou na chuva mesmo..." — tirei meu vestido ali mesmo, ficando só de calcinha.

Foi quando ele apareceu. Um homem alto, moreno, com o pau já semi-duro por baixo da calça. Começou a se exibir, me olhando. Meu tesão explodiu. Olhei pro meu marido e sussurrei:

— Posso brincar com ele?

Ele sorriu. E eu fui.

Levei o rapaz para um canto mais reservado, mas ainda coletivo. Me ajoelhei e comecei a chupar com vontade, sem pressa. Logo senti mãos nas minhas costas, outro homem. Olhei pro lado e percebi que havia mais dois casais ao redor. E ali começou a verdadeira loucura.

Enquanto eu chupava um, outro já me penetrava por trás. Mãos por todo lado, gemidos, corpos se misturando. Era como se eu estivesse em transe. Me senti viva, desejada, no controle — mesmo sendo completamente usada.

Quando tudo terminou, eu ainda tremia. Meu marido me levou pra casa, onde ele me devorou com ainda mais tesão. Terminamos ali o que tínhamos começado... e algo dentro de mim mudou para sempre.

A partir daquela noite, descobri a mulher safada que eu sou. E ele? Ele me ama ainda mais por isso.

E assim nasceu a Vivi hotwife.

  • Enviado ao Te Contos por Vivi (nome fictício)

terça-feira, 8 de julho de 2025

Transando pela primeira vez.

 

By; Renata

Oi, me chamo Renata e tenho 18 anos, tipo baixinha, seios pequenos e empinados e gostosinha, namoro a um ano e meio com o Fabio, ele tem 20 anos.

Vou contar como perdi o cabaço por que meu namorado.

Eu tinha 17 anos e namorava há alguns meses, e sempre que meu namorado ia pra minha casa a noite pra namorarmos, ficávamos na sala namorando perto da minha mãe, e sempre que ela dava uma saída a gente pegava um no outro, o pau dele sempre ficava duro e na hora em que minha mãe se afastava eu pegava no pau dele.

Na hora da despedida sempre eu ia la fora deixar ele, e quando dava eu chupava a rola dele, do lado da casa perto de uma caixa de Ar condicionado, e tinha vez que ele gozava na minha boca e outras ele gozava em cima dos meus peitos, e quando saia toda a gala eu terminava de chupar a cabeça da rola dele.

Até que um dia ele pediu da minha mãe pra me levar num aniversário de uma tia dele, minha mãe deixou e nesse dia sem saber que iria perder a virgindade coloquei uma blusinha e uma saia e fui pra festa.

Chegando lá, depois de algum tempo meu namorado me chama pra ir dentro da casa e me levou pra um quarto. Quando entramos no quarto ficamos algum tempo deitados assistindo TV, logo depois ele trancou a porta e perguntei pq ele tinha trancado, e falou que era pra eu chupar a pica dele, claro que chupei logo e só a cabecinha, ele começou a me amassar e eu sentada na beira da cama continuava dando uma chupada na rola dele bem gostoso.

Depois ele me deitou na cama e levantou a minha saia e puxou minha calcinha pro lado, deu uma chupada bem gostosa na minha buceta e depois falou que ia colocar a cabecinha da pica, eu falei que não, mas ele falou que não ia doer nada.

Ele foi colocando bem devagarzinho e começou a doer e pedi pra ele parar, ele tirou e logo depois ele colocou de novo e foi entrando devagar e doendo muito, até que entrou todinha. Eu não sentia prazer no começo, mas assim que entrou tudo e ele começou o movimento de vai e vem ficou aquele gostoso com dor, logo ele gozou fora da minha bucetinha.

Fomos pro banheiro e nos lavamos, depois ele queria-me fuder de novo, mas eu não aguentava e ele pediu pra mim chupar a pica dele novamente e eu claro chupei e ele terminou gozando nos meus peitos enquanto ia batendo uma punheta na minha frente e depois voltamos pra festa.

Três dias depois combinamos de ele me pegar na escola pra irmos à casa dele, ele estaria sozinho lá. Na hora marcada ele me pegou e fomos pra casa dele, ao chegar lá, ele me botou pra chupar a pica dele logo na área, depois de chupar um pouco entramos na casa, ele me colocou no sofá e mandou eu chupar a pica dele de novo, cai de boca naquela pica e chupei ela todinha, chupava a cabecinha num vai vem gostoso, depois ele me colocou na beira do sofá e tirou minha calcinha e viu que minha buceta já estava toda meladinha e deu aquela chupada bem gostosa, depois foi colocando bem devagar e falei que ia doer, mas ele falou que não ia doer muito pq já tinha perdido a virgindade.

Ele colocou bem devagar até entrar todinho, claro que ardeu só um pouco, mas logo o prazer tomou conta. Depois de ele está socando bem devagar, pedi pra ele socar com mais força que o tesão já estava grande nessa hora, quando ele acelerou as socadas me deu logo aquela vontade de gozar tremenda e gozei feito uma cadela no cio.

Ele tirou seu pau de dentro de mim todo melado, ele sentou, e eu sentei em seu colo, montando, fazendo a minha buceta engolir seu pau bem melado, entrou fácil ate, eu esperei um pouco enquanto isso ele ficou mamando os meus peitos, parecia querer tirar leite mesmo, ele chupou forte, deu um tesão, me sentia pegado fogo, eu comecei a quicar no seu pau, sentava forte, subia ate a pontinha da cabeça e sentava com força, depois ficava quicando rapido, foi uma loucura, ele avisou que gozaria.

Eu sai de cima do seu pau, já fui caindo de boca chupando ate ele gozar muito na minha boca.

  • Enviado ao Te Contos por Renata

Realizamos nosso feitiche.

 

By; Bruno

Me chamo Bruno, tenho 29 anos, sou casado, sou de MG. Trabalho viajando e muitas vezes acabo usando um app para conhecer alguma mulher que queira um sexo sem compromisso.

Foi quando encontrei com uma mulher de 38 anos, tambem casada, cuja vontade batia com a minha, e uma tara que sempre tive foi de transar no serviço de uma mulher, ela era dentista e prontamente atendeu ao meu desejo.

Fui até a clínica odontológica onde ela trabalhava, que fica em uma cidade próxima a Betim, quase na hora da saída, me levou para o consultório, chegando lá, já estávamos com muito tesão, começamos a nos beijar.

Ela veio segurando no meu pau, enquanto eu tirava os seios dela para fora, uma das minhas condições foi que ela não usasse calcinha, o que deixou tudo ainda mais excitante, passei as mãos nos seios dela, segurando com vontade, enquanto ela abocanhava e salivava no meu cacete.

Tirei o meu pau de sua boca e bati em seu rosto, e ela, com muito tesão, já pediu para que eu a fodesse com força, e era o que eu queria também, então a posicionei em um balcão, ergui seu jaleco, abaixei sua calça e soquei com força, sua bucetinha estava tão molhada que engoliu o meu pau inteiro de uma vez!

Entrar e sair de dentro dela, toda molhada, e brincar com seu cuzinho me deixavam ainda mais maluco. A roupa dela, um uniforme de dentista, com uma blusa branca e calça preta, dava um ar de proibido e profissional ao mesmo tempo, tornando a cena ainda mais excitante.

Ficamos metendo durante um tempo, ela rebolando no meu pau e gozando sem parar, tirei meu pau da buceta e coloquei no seu cuzinho, e o gozo veio com muito prazer.

Ela sentiu o gozo chegando e disse que queria sentir tudo dentro dela e depois limpar o meu cacete, algo que fez com muita vontade e dedicação, me chupou, babou e sugou até a última gota!

Quando saimos já não tinha ninguém lá, eu era a ultima pessoa a ser “atendida”, trocamos contato enquanto faziamos um lanche perto do consultório, depois eu voltei pra casa.

Agora, fico esperando para ver se acontece alguma viagem pra perto de lá para encontrarmos novamente.

  • Enviado ao Te Contos por Bruno

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Meu vicio!

 

By; Bibi

Esse é meu primeiro conto, mas é mais um desabafo, podem me chamar de Bibi, que é como os amigos mais próximos me chamam.

Tenho 30 anos, 1,70 m, 66 kg bem distribuídos. Meu marido costuma dizer que sou a legítima cavala e meu forte são os seios grandes que por conta da tara dos machos, recebe muito leite.

Sou casada com um homem de 50 que me trata bem, me dá carinho, amor, ama os fetiches de ser corno, mas não conhece um vício que tenho cultivado há muitos anos: sou viciada em engolir esperma, de preferência de homens que não conheço e que me chamam atenção e hoje posso dizer que meu marido é corno da minha boca, principalmente.

Quando eu era mais nova, não queria transar para não perder a virgindade. Mas as meninas sabem que hoje em dia o que os rapazes querem é meter na gente, usar como depósito de porra, e fica difícil negar por muito tempo.

Como eu não queria transar, comecei a tocar punheta para os meus ficantes e namoradinhos até eles gozarem. Já me fascinava ver a porra saindo em jatos dos paus gostosos e isso me excitava a ponto d’ eu ter que me masturbar várias vezes no dia lembrando dos jatos.

Até que um dia, um namorado mais velho (sempre gostei de mais velhos e ele tinha 40 e eu 18) me convenceu a mamar a rola dele. Era um pau cabeçudo, rosado, não muito grosso. Ele foi paciente, eu encostava a boca e tirava de novo, com nojo, mas ele ia conversando comigo e me fazendo baixar de novo, até que conseguiu me fazer ficar com o pau dentro da boca e foi me ensinando a mamar.

Me fez brincar com a língua no saco dele, lamber a extensão do pau, passar a ponta da língua na cabecinha, enfim, me deu as manhas.
Mas eu fazia tudo isso e o combinado era que na hora de gozar ele tinha que me avisar e tirar. E assim ele fazia. Eu comecei a gostar de brincar e sentia confiança nele. Lambia, chupava e sentia encher minha boca. Ele me elogiava, dizia que minha boquinha era deliciosa, e eu ficava orgulhosa de dar prazer a ele. Sempre que ia gozar ele avisava e eu tirava da boca e terminava na punheta.

Ficamos uns dois meses, quase todo dia nesse ritual. Eu já tinha confiança para chupar ele onde fosse. Gostava da sensação de chupar onde pudesse ter algum perigo de alguém nos pegar. Ele começou a pedir para gozar em várias partes de mim, principalmente nos seios que são, modéstia a parte, lindos.

Eu comecei a gostar e logo ele gozava nos peitos, em cima da minha bunda, nas minhas coxas e, depois de me convencer, na minha cara!

A primeira gozada na cara foi sensacional, quentinha e muita porra. Estava preocupada, mas na hora que ele avisou e pediu para olhar pra ele eu ergui o rosto, mas fechei os olhos. Ele encheu minha cara e minha bucetinha escorreu toda.

Um tempo depois eu já deixava ele gozar na minha cara e olhando o pau jogar todo o leite nela e adorava a sensação da porra batendo na minha pele.

Ele foi me ensinando tudo, batia com o pau na minha cara, me xingava de puta, boqueteira, e eu fui pegando gosto por aquela submissão. Aí começaram os tapas e o cuspe, e eu sinceramente acostumei com ele me usando daquele jeito.

Até que um dia, eu estava de joelhos pra ele no meu quarto, ele estava batendo na minha cara, me pegou pelos cabelos e ergueu meu rosto e falou com voz autoritária:

– Abre a boca que eu vou gozar e você vai engolir tudo cadela!

Não sei se foi instinto na hora ou o que, mas eu estava tão condicionada a obedecer que abri a boca e ele foi despejando aquele leite quente e grosso na minha língua, dentes e garganta. Instintivamente, com ele falando;

- “toma tudo, engole piranha, não deixe escapar nada”

Quando encheu muito eu acabei fechando a boca e engolindo. Aí foi minha perdição: eu ameeeeiiiiiiii o sabor. Peguei o pau dele e tentei tirar o máximo que podia. Fiquei chupando até ele amolecer totalmente.

Dali em diante, todo dia eu engolia no mínimo uma dose de porra. Precisava disso. Se não engolia porra parece que meu dia era perdido. Ficava irritada e brava. Às vezes ele passava de manhã antes de ir pro trabalho me ver e eu mamava no carro e a noite já mamava de novo. Foi ele que me deu o apelido de Bibi Boquete que amo até hoje.

O problema começou quando ele arrumou um trabalho fora e foi embora. De um momento para outro, eu fiquei sem meu leitinho diário. Ele vinha só nos finais de semana e tinha que me dar várias doses de porra, porque eu ficava na semana subindo nas paredes.
Por mais que eu gostasse dele, minha necessidade de engolir esperma começou a falar mais forte e como sou gostosa mesmo, vários caras me olhavam e me cantavam, mas eu não dava bola.

Mas com essa carência, comecei a me pegar olhando para os paus dos homens na rua, independente se bonitos ou feios, novos ou velhos. Se eu via um volume já começava a pensar se o leite era gostoso, porque até então eu tinha tomado só de um.

Minha vida mudou quando comecei a trabalhar num escritório de uma empresa. Eram umas quatro mulheres somente e quinze homens. Eu vivia com vontade de engolir e na segunda semana que estava lá um cara de 30 anos chegou em mim e começou a me chavecar. Ele não era bonito, mas era forte e alto. Falou que todos me achavam linda, que queriam me pegar.

Eu estava a quase 10 dias sem mamar meu namorado e quando olhei para a calça dele, vi um volume que me encheu a boca de água. Perdi a compostura, minha buceta ardeu e escorreu, imaginei ele me segurando pela cabeça e me colocando mamar e… não resisti. Olhei para ele e falei:

– Você sabe ser discreto?

Ele me olhou curioso e falou que sim. Então eu disse:

– Você deixaria eu mamar teu pau e gozar na minha boca e não contar nada pra ninguém? Eu não vou dar pra você, mas se quiser eu mamo e engulo tudinho.

Ele me olhava com cara de surpreso e falou que sim, que ele seria discreto.

Minha fome de esperma era tanta que minha cabeça girava e eu não pensava em mais nada. Só queria sentir o leite saindo do pau pra minha boca.

Falei para ele ir no banheiro que tinha na parte do estoque e me esperar na porta. Naquela parte não tinha câmera e aí eu me sentia mais segura.

Ele foi e dois minutos depois eu saí me cuidando e fui até lá também. Ele estava na porta me esperando e olhei em volta e ninguém estava por perto.

Entrei e tranquei a porta, indo pra cima dele que até se assustou. Sentei no vaso e abri a calça dele, baixando com cueca e tudo.
O pau dele era mais ou menos uns 18 cm, mas bem grosso.

Enfiei com vontade na boca, como se fosse uma droga que eu precisasse. Ele segurou minha cabeça e logo estava duro como uma pedra martelando minha garganta.

Imaginem para o cara: uma menina novinha e linda mamando no banheiro do trabalho. O sonho para qualquer um.

Estava feliz sentindo pau na boca de novo. Mamei, babei, lambi, até que ele falou que tinha que gozar senão iam perceber. Era tudo que eu queria.

Acelerei a mamada e ele me pegou pela cabeça e fodia como se estivesse fodendo uma buceta. Ouvi ele acelerar a respiração e senti as veias do pau dele incharem e nessa hora me melei inteira porque sabia que ia ganhar meu leitinho!

O fdp parecia que não gozava a um ano, porque era muita porra. Eu tentei engolir, mas escorreu no meu queixo e caiu um pouco na minha calça. Me afoguei, mas ele não parava de gozar e eu não queria tirar a boca sem engolir o máximo que podia.

O gosto era mais forte que o do meu namorado, mas delicioso como o dele!

Quando ele saiu, eu tirei a calça e lambi o que tinha caído nela, para não perder nada.

Ali eu soube que nunca mais seria a mesma e que aquele safado iria me dar leite a hora que quisesse e eu como um bom depósito de porra que estava me tornando, iria aceitar.

  • Enviado ao Te Contos por Bibi


sexta-feira, 4 de julho de 2025

Nada melhor terminar a noite tomando leitinho de rola (Junho-2025)

 

By; Daniela

Eu me chamo Daniela tenho 39 anos, solteira, gordinha e com um bundão de dar inveja. Resolvi sair para uma festa junina com minhas amigas, o objetivo era dançar, me divertir, mas nunca imaginei que a noite teria um desfecho tão quente.

Na festa, encontrei Marcos, um homem de 45 anos, alto, com cabelos brancos e um porte admirável, era simpático e logo chamou minha atenção, dançamos forró a noite toda, e quando a festa terminou, Marcos perguntou se poderia me levar para casa.

Eu, sem pensar muito, aceitei, mas deixei claro que ele só me levaria até a porta, mas notava seu tesão ao tocar no meu corpo, ainda mais porque eu estava vestida com um vestido branco curto, calcinha fio dental e sutiã de bojo branco, que destacava ainda mais minhas curvas.

Chegando em frente à minha casa, ele disse que eu era muito bonita e pediu um beijo, e demos um beijo intenso, senti um calor subir pelo meu corpo, minha bucetinha ficou molhada e um desejo irresistível tomou conta de mim. Sem pensar duas vezes, levei a mão até sua calça e seu pau estava muito duro e era avantajado, não aguentei e o convidei para entrar.

Mal entramos e ele já tirou seu pau para fora, era enorme, comecei a chupar com vontade, a cabeça do pau mal entrava toda, mas eu chupei com gosto, ele, cheio de tesão, tirou meu vestido, me colocou de quatro na cama, viu meu cuzinho clarinho e convidativo, começou a chupar, passando a língua me fazendo delirar de prazer.

Então posicionou seu pau grosso e duro na entrada da minha bucetinha e começou a foder com força e ritmo, em um vai e vem intenso, eu sentia cada estocada penetrando fundo, fazendo-me gemer alto.

Depois, sentei em cima dele, rebolando no pau, sentindo cada centímetro dele dentro de mim. Marcos, com as mãos em meus quadris, me guiava, aumentando o prazer de ambos.

Quando ele estava prestes a gozar, perguntou se eu queria seu leite, sem hesitar, já ajoelhei e abri minha boca para que ele gozasse, foi jato quente e espesso de leite que eu recebi com prazer, sentindo o gosto dele na minha língua.

Foi uma noite inesquecível.

  • Enviado ao Te Contos por Daniel

quinta-feira, 3 de julho de 2025

O garoto da casa ao lado

 

By; Casal liberal (J.Pedro e Camila)

Oi a todos, sou o J.Pedro, sou casado com a Camila, somos um casal liberal, temos 29 anos.

O que contarei aconteceu a uns 3 anos atras. Era verão, e alugamos uma casa na praia, no litoral. Já era quase final de temporada, e a praia já estava ficando deserta, principalmente durante o meio da semana. Minha deliciosa esposa, a Camila, desfila com bikinis bem pequenos, para ficar com marquinhas minímas.

Ao lado da nossa casa, estava uma familia, na qual havia um garoto, adolescente, que devia ter 17 a 18 anos. Camila, quando não estava de bikini, colocava shortinhos justos, deixando a bunda, grande e redonda, mais saliente ainda. Peguei o garoto, observando ela, várias vezes. Ela tinha um bikini, fio dental, extremamente pequeno, mesmo ela sendo uma putinha liberal, teve vergonha de usá-lo na praia, mas convenci ela a usar, quando estavamos na casa. Toda vez que ela saia na parte dos fundos, para colocar toalhas no varal, pegar alguma coisa, eu ficava cuidando, e o garoto estava lá. Devia estar batendo punhetas, olhando o rabo enorme, de Camila, praticamente sem nada cobrindo…

Acabei falando para ela fantasiamos a possibilidade dela foder com ele. Isto nos deixou com um tesão enorme, e fodemos, imaginando como seria, ela com o garoto. A ideia, continuou na minha cabeça, eu queria fazer algo, mas não tinha muito tempo…

Dois dias depois, voltando do mercadinho, passei pelo garoto, e chamei ele. O guri, veio totalmente desconfiado, de cabeça baixa. Fui puxando assunto, cheio de rodeios, afinal, não é fácil abrir o jogo, falar de uma fantasia louca, como esta, a queima roupa. Ainda mais, para um garoto, que parecia totalmente inexperiente. O nome dele, era Daniel. Cerca de 1,70m, branco, corpo de menino, mais para magro.

- Te vi, olhando para a minha esposa... - eu falei.

- Não, não fiz isto... Eu não tava olhando ela - ele respondeu, já assustado.

- Fica frio... Não me importo. Ela é bonita mesmo, gosto que olhem.

- Mas não olhei, senhor. Não fiquei olhando ela…

Ele estava cheio de medo, achando que eu iria dar um esporro nele, ou fazer qualquer violência.

- Já tive a tua idade. Sei como é, ver uma gostosa, uma mulher mais velha, mostrando o rabo, como a minha esposa faz. Já bateu punheta, para ela ? – perguntei.

Ele não sabia o que dizer, estava confuso. Fui levando o papo, mostrando que não havia perigo.

- Você curte aquelas revistas de mulher pelada, ou videos de sacanagem ?

- Sim, eu gosto, tenho muitas - ele respondeu.

- Também gosto. E faço muitas fotos da minha esposa, nua. Gosto de mostrar para outros homens, trocar com outros maridos.

O guri, estava de olhos arregalados, não sabia se eu estava inventando aquilo, ou se minhas intenções, eram outras. Fui falando mais, deixando ele com menos medo, e com mais curiosidade.

- Quer ver as fotos da minha esposa ?

- Tá falando sério ? - ele perguntou.

- Sim, gosto de mostrar…

Ele ficou desconfiado. Achando que era algo fácil demais. Mudei o assunto, perguntei se ele tinha namora, essas coisas. Envergonhado, ele contou que ainda era vigem, que só estava na punheta, ainda. Quando senti que ele estava mais a vontade, convidei ele para ir na nossa casa, a noite, que eu mostraria as fotos. Ele disse que iria, mas não senti firmeza. Marquei, para ele ir as 21:00h, ele disse que não daria, teria que ser mais cedo, tipo umas 19;30.

Era muito cedo mais disse a que tudo bem, ele poderia ir essa hora.

Cheguei em casa, e falei para Camila. Ela me chamou de louco. Mas, quando eu disse que o menino era virgem, ela ficou assanhada. Fiquei falando para ela: "imagina, você tirar o cabaço dele...".

A tarde, passou demorada, e Camila estava inquieta. Eu também estava nervoso, ansioso, sem saber se o menino iria aparecer.

Pouco depois das 19:30, o moleque chegou, com uma cara de desconfiado, entrou. Sentamos no sofá, e ficamos conversando. Camila, estava no banho. Fui até ela e avisei que a "visita" havia chegado…

Quando voltei para a sala, ele me perguntou das fotos. Falei que não tinha elas comigo, ele fez olhar contrariado, de quem tinha sido enganado. Então, perguntei se ele não gostaria de ver, ao vivo. O olhar de espanto, dele, foi cômico. Ele estava nervoso, achei que pudesse sair correndo. Enquanto Camila terminava o banho, fiquei conversando com ele, acalmando, explicando a situação.

Falei, que eu e Camila, faziamos troca de casais, e outras aventuras. Que eramos liberais.

- Já li contos sobre isto, achei que eram só papo - ele me disse.

Expliquei, com calma, sobre estas fantasias, e aventuras. Que não rolava ciúmes, que era uma forma de gente se divertir, sair da rotina.

Nisso, Camila chegou na sala, e cumprimentou o garoto. A puta, estava com uma camiseta, fina, e só de calcinha. Daniel, olhou arregalado, para a buceta dela, sob a calcinha quase transparente. Já não fluia o assunto, por que ele mais gaguejava do que falava. Estava nervoso, olhando para o corpo e Camila. As pernas grossas delas, os bicos dos seios, marcados no tecido da camiseta fina.

Camila chegou perto dele. Foi acariciando os cabelos dele, tentando fazer ele relaxar. Ela se levantou, e puxou ele, para perto dela. Lascou um beijo nele. No começo, ele estava desajeitado, sequer abraçou Camila. Mas ela fez ele ir se soltando, beijando e esfregando-se no corpo dele.

- Olha, o que será que temos aqui ? - disse ela, se afastando dele, e apontando para o volume, no calção dele.

Ela se sentou no sofá, fazendo com que ele ficasse de frente para ela. Foi abrindo o calção, baixando-o, até que deixou a pica do garoto totalmente exposta. Devia ter uns 18cm, dura, escorrendo melzinho, da cabeça, tamanha a excitação dele.

- Parabéns... Um caralho grande, de homem... Vou inaugurar, ele ! - disse ela, colocando a pica na boca.

Daniel estava com um tesão enorme. Era a primeira vez, que sentia uma boca, em sua pica. Camila, experiente, sabia chupar de forma deliciosa, engolia quase a metade daquele caralho, deixando ele molhado. Com uma mão, batia uma suave punheta. Ele não resistiu muito tempo, e logo jorrou uma golfada de leite quente e cremoso, na garganta de Camila. Ela tirou a pica dele, da boca, e ficou punhetando. Outros jatos saltaram, melando todo o rosto dela.

O garoto se sentou no sofá, tremulo.

- Foi muito bom.. – agradeceu.

Camila ficou massageando a pica dele, tirando o resto do leitinho. Se levantou, e foi se lavar. Achei que a brincadeira tinha acabado. Ela saiu do banheiro, e foi para o quarto. Ele ficou olhando, e eu fiz um sinal, para que ele fosse até o quarto.

Camila estava na cama, deitada de lado, e indicou para que ele se deitasse, ao lado dela. Daniel se deitou, e Camila ficou brincando com a pica dele, que já estava começando a ficar dura, de novo. Ele passava a mão nos seios dela, na bunda, deliciando com o corpo da minha mulher.

- Sabe chupar ? Me chupa ! – disse Camila, abrindo as pernas.

Daniel se posicionou entre as pernas de Camila, e pude notar toda a inexperiência de dele... Camila teve que ficar ensinando, orientando o garoto. Mesmo assim, ela estava gostando, devido a situação, e conseguiu gozar, segurando a cabeça de Daniel, para que os lábios dele pressionassem a buceta dela. Ela gozou, rebolando, esfregando a buceta, na boca de Daniel.

- Agora, mete em mim.. Vem…

Ela puxou Daniel, e a pica dele encaixou na buceta, e foi entrando. Sem muito jeito, ele foi forçando, até machucando ela, mas fazia parte da brincadeira. Ela gemeu, reclamando, e pediu calma. Mas o garoto, estava alucinado, era a primeira vez, dentro de uma buceta. Ele começou a socar, forte. Camila abriu bem as pernas, para que ele metesse profundamente. Ela colocou as pernas, apoiadas nos ombros dele, e mexia, também. Ela gemia alto, enquanto eu assistia tudo, batendo punheta.

Camila pediu para Daniel deitar de lado. A puta, ficou deitada, de costas para ele. Pegou a pica do garoto, e foi encaixando na buceta.

- Deixa que eu mexo, agora... – orientou.

Ela começou a se mover, para frente e para trás. A pica entrava e saia, molhada. As vezes, Camila deixava apenas a cabeça dentro, e rebolava, enlouquecendo Daniel. Ela alternava, entre movimentos lentos e rápidos, controlando a foda. Ele apertava os seios dela, e ela pegou a mão dele, e colocou sobre o grelinho, orientando ele, para que ele massageasse, exatamente, aquele ponto. Obediente, ele ficou tocando ela, que explodiu em mais um gozo, virando o rosto para trás, para beijar Daniel.

O garoto, ainda com a pica dura. Recebeu mais um boquete de Camila, que lhe disse, para não gozar ainda. Ela ficou de quatro, e ele veio por trás dela. Aquela bunda, redonda, linda, deixou o garoto enlouquecido. Ele meteu, com vontade, com muito tesão. Camila pedia mais, pedia para ele meter fundo, foder ela. Coloquei minha pica, na boca de Camila, abafando os gritos e gemidos dela.

Daniel, bombando, furiosamente, gozou, derramando seu leitinho, dentro de Camila. Tomei o lugar dele, e enfiei minha pica, na buceta dela. Sentir o leite, quente, recheando minha esposa. A buceta, aberta e besuntada de porra, fez eu e ela gozarmos, com muito tesão. Quanto tirei minha pica, o leite de Daniel e o meu, escorreram pelas pernas de Camila.

O garoto, estava exausto... Mesmo com seu fôlego de adolescente, ele não conseguiria comer Camila, novamente. No dia seguinte fomos visitar uma praia próxima e acabamos não vendo o garoto, já que voltamos já a noite e no dia seguinte vinhemos embora pra casa.

Ficamos só com a lembrança. Camila adorou, ter tirado o cabaço, daquele garoto.

  • Enviado ao Te Contos por J.Pedro

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...