domingo, 14 de novembro de 2021

Sendo uma boa tia ! (12-11-2021)

 By; Paula

Ola! Meu nome e Paula, tenho 23 anos e moro com minha irmã de 37 anos e seu filho Eduardo que já esta com 17 anos. Meu pais são separados e vivem com suas novas famílias. Moramos em uma casa no interior que é um sobrado, com os quartos ficando no andar superior.

Temos uma atividade comercial iniciada pelo meu pai, onde trabalham quase toda minha família. Costumo sair de casa muito cedo junto com minha irmã e meu sobrinho que levamos para o colégio. Eu e o Eduardo nos damos muito bem. Ele é um menino muito esperto e vem crescendo muito rápido.

Nessa última sexta feira (12-11) o Eduardo não teve aula, e ficou em casa sozinho até umas 10:00hs, horário em que a nossa secretaria do lar chega. Muito bem, eu tinha ido trabalhar cedo mas precisei voltar para casa pois havia esquecido alguns papéis, voltei aproximadamente umas 8:00hs, e entrei com todo cuidado para não acordar o Edu que pensei estava dormindo. Fui em direção ao meu quarto, a porta estava entre aberta, e para minha surpresa encontrei ele deitado na minha cama com a calcinha que eu havia usado para dormir em sua mão próximo ao seu nariz.

Eu fiquei surpresa com a cena e resolvi ficar espiando, enquanto o Edu cheirava minha calcinha ele com a outra mão tocava em seu pau. Não podia esperar que aquele garoto estivesse se masturbando sentindo o meu cheiro na calcinha. Aquela cena me deixou um pouco chocada, mas ao mesmo tempo muito exitada. Resolvi entrar no quarto, e ele levou o maior susto e não sabia o que dizer. Entrei com uma cara de brava dizendo;

-“Menino o que é que você está fazendo, você não tem vergonha, deixa sua mãe saber disso

Ele respondeu quase chorando; -“Por favor tia não conte nada para ela, por favor”.

Eu então sentei na cama e comecei a questiona-lo;

- Você cheira minhas calcinhas desde quando? Você gosta do cheiro delas? O que você fica imaginado?

A essa altura comecei a perceber que seu pau começava a crescer e já fazia volume em seu short, eu peguei a calcinha em minhas mãos e trouxe até o meu nariz e perguntei;

- é desse cheiro que você gosta?

Olhei para o seu shorts e disse;

-“Deixa eu se está duro, me mostra se não eu vou contar para sua mãe.

Ela olhou para mim meio assustado e eu disse;

- tira o shorts.

Ele levantou-se um pouco e abaixou a shorts, seu pau era maior do que eu poderia imaginar, ele então sentou ao meu lado e eu delicadamente peguei seu pau com uma das mãos e comecei a massageá-lo.

- Você gosta disso Edu ? É isso que você faz quando cheira minhas calcinhas? Sua màe não vai gostar nada de saber disso.

- Não tia não conta nada.

- Eu não conto se você for bonzinho e deixar a tia brincar com o seu pau.  Então seja bonzinho. É assim que você gosta?

Eu estava morrendo de tesão, queria ver ela gozando na minha mão. Foi quando eu percebi que ele não estava mais aguentando que eu propositadamente parei e tirei minha mão. Ele quase suplicando pediu;

- não tia continua, continua...

Eu imediatamente continuei e perguntei; -“Você vai gozar para a titia.

Ele nem conseguiu responder e soltou um jato em direção ao seu peito, eu continuei, sentindo escorrer aquele líquido em minha mão e disse;

-“É assim que você faz sempre?”Você sujou toda mão da titia, agora vai trocar esse short que eu vou lavar a mão.

Fui até meu banheiro e não resisti, coloquei todos os dedos na minha boca. O gosto daquele leite era delicioso. Imediatamente tirei a calça que eu estava vestindo, minha calcinha estava molhada. Tirei minha calcinha também e resolvi cheira-la, ela exalava o cheiro do meu sexo. Me masturbei feito louca, sentindo o gosto do leitinho do Edu e sentindo o cheiro do meu sexo.

Naquele dia não consegui mais trabalhar direito, não parava de pensar no que havia acontecido e quanto louca eu fui ao fazer aquilo. Mas ao mesmo tempo eu estava super exitada e querendo mais. Tudo que eu queria um brinquedinho de verdade dentro da minha casa.

No sabado pela manha cedo eu disse para minha irmã que eu estava meio indisposta e não fui trabalhar, esperei ela sair e fui até o quarto do Edu que dormia sossegado, eu estava de camisola e de calcinha, comecei a me masturbar por cima da calcinha fazendo força com os dedos para que a calcinha entrasse dentro da minha buceta e ficasse bem molhada e com o cheiro mais forte.

Então, tirei a calcinha e me deitei atrás do Edu, ele levou um suto e eu disse;

- quetinho é a titia, não fui trabalhar posso ficar aqui com você. Trouxe um presentinho para você. Você quer?

Ele perguntou; -“O que é tia.

Eu disse; - advinha, é uma coisa que eu usou a noite toda e você adora.

Imediatamente levei a calcinha até o seu rosto e disse;

- cheira, vê se você gosta.

Ele começou a cheira-la sem parar e eu fui esticando meu braço e coloquei minha mão por cima do seu short e disse;

-“Deixa eu ver se está durinho.

Seu pau quase furava o short, e eu falei;

- tira ele todo que eu deixo você cheirar mais a minha calcinha

Ele rapidamente tirou todo o short e se deitou de novo e eu falei;

- Você quer ver eu sem roupa.

Os olhos dele brilhavam e eu fiquei em pé e tirei a camisola. Eu então perguntei, “

-  Que parte do meu corpo você mais gosta?”.

Ele meio sem jeito disse; - Da sua bunda tia”.

- Da minha bunda !?i. Como assim você acha ela bonita? Você já viu ela de perto? “

- Não tia,‘só quando a senhora usa biquini.

- Então você fica olhando para minha bunda na piscina? Você quer ver minha bunda de pertinho.

Me virei de costas e disse; - vem aqui, senta na beirada da cama.

Fui afastando colocando minha bunda bem próxima ao seu rosto, com as pernas um pouco abertas. Queria que ele tivesse uma visão do meu cuzinho.

- O que você acha, ela é linda mesmo? O que você quer fazer quer toca-la? Toque, não tenha vergonha.

E ele com as duas mãos como num sonho começou a passar levemente as mãos sobre minha bunda e bem próximo ao meu cuzinho.

- Você quer mais?

Peguei sua mão de novo e desta vez fiz o dedinho dele tocar meu cuzinho e falei sotando a mão dele;

-“Passa mais eu gosto.

E ele não teve dúvida, passou seu dedinho de novo pelo meu cuzinho tocando de leve, ele não se segurou e gozou fortemente pedindo desculpas para mim, eu me virei sentei ao seu lado e comecei a punheta-lo para que ele terminasse se gozar, ele com um ar de felicidade estampado no rosto e eu disse segurando seu pau que já dava sinal de vida de novo;

-“Você gostou da minha bunda? Ela é gostoso como você imaginava?

Nessa altura o pau dele já estava firme de novo, larguei o seu pau e comecei a lambuzar minha mão com o leitinho dele que estava sobre a sua barriga, percebi que ele começou a gostar...

Aproximei a minha mão cheia do seu leitinho e comecei a lamber enquanto olhava para ele, ai falei que agora era a vez dele provar do meu gozo, sentada na beira da cama, com os pés sobre ela, comecei a tocar em minha buceta, vendo o Edu vidrado nela, caprichei na siririca, ate gozar forte e lambuzando muito os meus dedos...

Nem esperei recuperar o folego, já fui pondo os meus dedos para ele chupar e saborear o sabor da minha buceta, minhas coxas tremiam, minha buceta pulsava. Meu tesão era tanto que cheguei ao orgasmo novamente enquanto ele se deliciava com o meu gozo em meus dedos.

Passei a calcinha na minha buceta e dei para que ele ficasse cheirando, disse que pegaria de volta na hora do almoço, antes de sua mão voltar pra casa.

Voltei para o meu quarto e me acabei em siririca e gozando.. louca para que chegasse logo a noite e o meu namorado me pegasse de jeito e me fodesse muito.

  • Enviado ao Te Contos por Paula

 

Realizei a fantasia da loira em transar com PM fardado. (12-11-2021)

 By; Brandão

Me chamo Brandão tenho 31 anos, sou Policial Militar em Santa Catarina, da região do Vale do Itajaí, boa aparência, 1,85 de altura, 76 Kg, moreno de olhos castanhos, nada de excepcional.

Normalmente em rondas com a viatura, percebemos os olhares famintos de algumas mulheres que certamente têm taras por uniformes/fardas.

Numa dessas rondas, cruzamos por uma loira com aproximadamente 1,75, 59 kg, olhos azuis, bundinha perfeitinha levemente arrebitada, seios não muito fartos mas apontados para o céu. Quando passamos, não pude deixar de constatar o seu olhar; momento em que, obviamente, fiz sinal para meu companheiro fazer o retorno.

Encontrei novamente ela, parei e conversamos um tempinho, fiquei sabendo que a mesma era casada, mas que seu marido não se preocupava se ela chegasse um pouco mais tarde em casa, já que ele sempre trabalhava até por volta das 22:00 hs. Assim, convidei-a para uma cervejinha após o serviço e, por volta das 19:30 hs, levei-a a um barzinho aqui da cidade.

Conversa vai, conversa vem, o assunto chegou em sexo, onde ela me confessou que não era realizada pelo marido e que gostaria de transar com um policial militar fardado (uma de suas taras). Não me fiz de rogado, passei no quartel, peguei minha farda e levei-a até um motel.

Lá chegando a primeira coisa que me pediu foi que eu colocasse a farde, sendo que ao terminar de me vestir ela imediatamente começou a me beijar e acariciar o meu pau que, neste momento, já estava em riste. Sem que eu tirasse uma peça sequer, ela começou a descer, beijando - bem lentamente - meu pescoço, peito, barriga, abriu a braguilha da calça, colocou meu membro pra fora e começou uma deslumbrante chupada, digna de uma mulher que há tempos não tinha um bom relacionamento com o marido.

Ela sugava como se o meu pau fosse único, vez por outra dava lambidinhas no saco e subia até a cabeça, abocanhado-o com sofreguidão. Aquilo estava me deixando louco, a ponto de quase inundar aquela linda boquinha com todo o gozo que estava prestes a sair. Pedi a ela que parasse um pouco e deixasse que eu fizesse um pouco de oral.

Comecei beijando avidamente sua boca, sua nuca, dando pequenas mordidas em suas orelhas, retirando delicadamente cada peça de sua roupa, deixando-a completamente a minha mercê. Deitada, totalmente nua, puxei do meu cinto de serviço um par de algemas e, sem que ela percebesse a minha intenção, puxei uma das mãos até a cabeceira da cama e a algemei.

Desci até sua xoxotinha que, neste instante, estava completamente molhada, piscando para minha língua que estava prestes a torturá-la. Iniciei uma das chupadas mais demoradas da minha vida, fazendo-a se contorcer e implorar para ser penetrada porém, sem qualquer maneira de reagir, continuei a lambuzá-la e a provocá-la com minhas lambidas.

Não aguentando, levantei suas lindas pernas até meus ombros e a penetrei com toda calma e sutileza que ela merecia, fazendo com que ela chorasse e implorasse para que meu pau preenchesse aquela bucetinha.

Comecei um vai e vem com maior intensidade, fazendo gemer e gritar de tanto tesão que sentira, não se aguentando e anunciando o gozo que estava prestes a chegar. Notei a força com puxava as algemas, tentando se libertar e me agarrar, mas tudo em vão. O gozo chegou e um grito abafado por um beijo a fez se acalmar e se recobrar do acontecido; ao que ela me disse ser a melhor transa que teria feito.

Porém, eu ainda não havia gozado e ao reiniciar o vai e vem a virei de quatro, entrelaçando suas mãos, ainda algemadas, deixando-a de joelhos sobre a cama. Posicionei o meu pau na entrada da sua bocetinha e comecei novamente a penetrá-la, agora com mais vigor e velocidade, fazendo com que novamente ela ficasse excitada.

Ao mesmo tempo, introduzia levemente um dedo em seu cuzinho, demonstrando o interesse que estava prestes a surgir. Tirei o meu pau da sua xoxotinha e comecei a lambuzar o seu cuzinho, onde ela me disse ser virgem e que nunca se rendeu às solicitações de seu marido, alegando que no cuzinho sentiria muita dor.

Tratando-a com carinho e lhe dizendo que eu pararia qualquer movimento ao seu sinal, comecei a introduzir o meu pau vagarosamente dentro de seu cuzinho úmido, parando a cada avanço e deixando-a se acostumar com o volume. Fui introduzindo e ela fazendo cara de quem estava sentindo um pouco de dor e prazer, quando comecei um vai e vem com mais intensidade, socando minhas bolas e sua bunda, sendo correspondido por um

- "AIIIIIII, QUE DELÍCIAAAAA, NÃO PARAAAAAAA, AHHHHHH...".

Fui aumentando o vai e vem, quase não conseguindo segurar o meu gozo, quando anuncio que vou gozar, ela dizendo;

- "NÃO PARA, NÃO PARA, QUE EU ESTOU GOZANDO, NÃO PARA, AHHHHH, QUE DELÍCIA, QUE PAU GOSTOSO";

Quando digo que vou gozar ela pede pra eu tirar do seu cuzinho que ela quer o meu pau na sua boca. Eu retiro e rapidamente vou até sua boca gulosa que suga freneticamente o meu pau, fazendo-o explodir num gozo nunca sentido por mim antes. Ela não deixou cair nenhuma gota, e ficou lambendo a cabeça do meu pau satisfeita.

Retirei as algemas, ficamos aos beijos na cama por uns tempinho ate que ela viu que já era quase hora dela chegar em casa pois seu marido estaria perto de chegar, tomamos um banho rapidinho e deixei ela pertinho de sua casa, já com um novo encontro marcado.

  • Enviado ao Te Contos por Brandão

Enquanto eu dirigia minha tia me chupou e depois tocou siririca gozando ao meu lado. (30-Out-2021)

 By; Sergio

Ola, me chamo Sergio, tenho 22 anos, sem namoro serio, trabalho, perto de me formar e moro em Fortaleza.

No feriado de finados, tinha sido combinados com toda a minha familia em ir passar em Canoa Quebrada, onde mantemos uma casa lá, seria a primeira vez em que todos os familiares se encontrariam. Eu não poderia ir na sexta feira final de tarde, pois teria que resolver umas coisas ainda no sabado pela manha.

Como estava indo sozinho de carro no sabado, minha tia que tambem não teria com quem ir, perguntou se poderia pegar uma carona comigo, sem maldade nenhuma falei que por mim tudo bem e seria até melhor, pois teria companhia na viagem para conversar, afinal são 170 km até lá.

No dia combinado, de manhã, umas 9h da manhã, passei na casa dela, arrumamos suas coisas no porta mala e saimos para pegar a estrada, minha tia usava um short de tactel rosa e uma camiseta de algodão bem cavada nas laterais, e com biquini por baixo.

Ao sairmos, ela comentou que o biquini seria para pegar um solzinho enquanto viajássemos. Já na saida de Fortaleza pegamos um baita de um engarrafamento, mas depois a viagem foi mais tranquilidade, porém perdemos cerca de 1h no engarrafamento (foi um acidente).

Conversávamos muito e até por isso mesmo não estava de pé embaixo, pois estava meio distraído. Em certo momento, minha tia perguntou se tinha algum problema ela tirar a camiseta. Falei que não, ao mesmo tempo em que ela a tirou e sem querer ficou com um dos mamilos do lado de fora, ajeitando meio que envergonhada o biquinho e recolocando-o no lugar. Em seguida puxou o short mais para cima para expor mais as pernas ao sol. Como não estava muito bom ela perguntou se poderia tirar o short e respondi que não tinha problema nenhum.

Quando ela tirou o short é que percebi o tamanho do biquini que usava, em cima só cobria os mamilos e embaixo era um pedacinho de pano que mal a cobria. De imediato fui ficando de pau duro enquanto ela ia se contorcendo no banco do carro para encontrar uma melhor posição.

Minha tia tem 34 anos, é divorciada, uma mulher extremamente sensual e com tudo em cima: uns 1,65m e uns 58kg, morena clara, seios médios e uma bunda gostosinha, vivi em academia mantendo a boa forma.

No meio do caminho o sol deu uma esfriada, ficando só o mormaço, para não perder ainda a oportunidade ela meio que sem graça vira para mim e fala:

- vc se importa de eu tirar a parte de cima do biquini para ver se consigo tirar a marquinha?

Por um segundo fiquei mudo, buguei de verdade, mas respondi, que ela poderia ficar a vontade, pois só estavamos a sós. Quando ela tirou é que tive a verdadeira noção da mulher que estava deitada do meu lado.

Era muito gostosa, seus seios são maravilhosos e um mamilo de enlouquecer qualquer um. Voltei a ficar de pau duro e pela situação ela notou o que estava acontecendo, pois toda hora que ela se distraía eu ajeitava meu pau no short. Ela notando minha aflição se vira e pergunta:

- que tá acontecendo? tá nervoso?

Eu respondi: - não é para menos né tia!!! a senhora com esses seios aqui do lado e eu sem poder fazer nada!

Ela fala então: - vai ficando calminho que sou sua tia, olha a direção.

Ela deitou mais o banco e fechou os olhos, eu fiquei com um olho na estrada e outro nela, quando vejo sua mão esquerda vir repousar na minha coxa, como se não fosse o suficiente ela ficou alisando minha perna por cima e na parte de dentro, fiquei com o pau igual uma rocha de tão duro, seus movimentos eram cada vez mais longos e sua mão começou a encostar perto do meu pau e comecei a abrir mais minhas pernas. Em seguida ela de uma vez dá uma agarrada no meu cacete e aperta gostoso.

- nossa não sabia que você já estava assim....

Olhei para ela e rimos e ela não tirou a mão do meu pau por cima do short, então ela manda:

- posso dar uma olhadinha para ver como vc está??

Eu acho ate que gaguejei quando falei: - pode tia

Ela afasta minha cueca e meu short e tira meu pau para fora apontando para o teto do carro, ela o agarra e sem falar nada, continuou apertando e iniciou um punhetinha de leve, a cabeça da minha rola foi inchando cada vez mais e ela vendo isso se sentou no banco e foi chegando com o rostinho até dar uma engolida na cabecinha. Puta!!! fui às nuvens....

Ela começou um boquete gostoso enquanto eu olhava a estrada e sua cabeça subindo e descendo. Não acreditava que ela tava fazendo isso, pois sempre tive respeito por ela, mas agora tinha extrapolado. Enquanto ela me chupava fiquei acariciando seus seios macios, apertando os mamilos e ela com a outra mão ela ficou acariciando a sua buceta. Não tava aguentando mais e falei para ela:

- tia tá chegando a hora, assim vou gozar

Ela nem tomou conhecimento, continuou chupando até que meu gozo veio e ela sem parar, eu dei umas 4 golfadas na garganta dela e gozando mais um pouco. Ela engoliu tudo enquanto me chupava e depois limpou minha rola todinha com a boca. Guardou minha rola e me deu um beijo na boca com gosto ainda de porra e eu com um sorriso de orelha a orelha....rs

Ela deixou eu acariciar a sua buceta por um tempinho, e depois colocou as pernas no painel do carro e começou a se tocar por uns 5 minutos ate ela gozar gemendo bem alto, quase gritando. Ela ficou olhando pra mim enquanto acariciava a buceta melada após o gozo, depois colocou seus dedos na minha boca para chupa-los.

Pqp! Ela me deixou maluco!

Já perto da cidade, quando o transito foi ficando mais carregado, ela se vestiu, e fomos conversando ate chegar na casa. Infelizmente não conseguimos voltar juntos a sós, mais gente voltaram conosco no carro e não tivemos oportunidade de fazer algo la, fora um ficar atiçando o outro o tempo todo.

Loucura!

Enviado ao Te Contos por Sergio

sábado, 13 de novembro de 2021

Minha mãe saia para o plantão e o meu padrasto me enrabava a noite toda.

 By; Bethe

Oi, Eu me chamo Elizabethe, mais prefiro Bethe, hoje eu moro em São Paulo, sou casada, tenho 25 anos, trabalho e sou formada.

Eu moro aqui em São Paulo a 6 anos, ate ao 19 anos eu morava em Sobral-Ce, eu fui adotada quando era recem nascida.

Bom com 16 anos, meu pai adotivo faleceu, minha mãe arrumou emprego em um hospital e se casou com um medico mai velho que ela, e fomos morar na casa dele, quase fora da cidade em um sitio.

O Carlos era uma pessoa legal, quase 60 anos, simpatico, e com um tempo mostrou ser mulherengo. Um dia sai da aula mais cedo e ao entrar em casa pela cozinha me deparei com o Carlos sendo chupado pela empregada. Fiquei paralisada, ela estava de joelhos e se esforçava para engolir a primeira pica que via, até então. Era um pau enorme, grosso e cabeludo, o saco era imenso. Ele a segurava pelos cabelos e forçava sua cabeça pra frente e pra trás. Eu me escondi e comecei assistir àquela cena inédita e não percebi que ele tinha me visto. Minha presença o estimulou e ele acelerou as chupadas até que gozou um rio de porra e a obrigou a engolir tudo.

Sem descanso ele a jogou de bruços na mesa e meteu no cu dela de uma vez e mandou que ela dissesse que estava gostando e pedisse mais e mais, sua pica entrava ate o talo no cu da empregada ate que ele gemeu forte e sacou a pica toda suja de porra.

Vendo aquilo eu pela primeira vez gozei nas calcinhas. Assustada corri para meu quarto. Não nos falamos durante todo o dia...

À noite não conseguia dormir, quando vejo minha porta sendo aberta e Carlos, só de cueca, entrar. Por azar, ou sorte, minha mãe é enfermeira, tinha plantão naquela noite, estávamos a sós. Ele, doce como sempre, sentou ao meu lado e perguntou se eu tinha gostado do que vi, eu neguei dizendo que não tinha visto nada de mais. Ele respondeu:

- Eu te vi me assistindo enquanto enrabava a Maria...

Não respondi e ele me pediu para que não contasse pra minha mãe, eu prometi rápido pedindo prá ele me deixar dormir, mas ele continuou:

- Sabe que ainda estou com tesão, meu pau ainda está duro igual àquela hora que você viu ele, quer ver de novo?

Não respondi e ele me falou:

- Olha aqui safadinha, sei que você gostou!

Eu me virei e ele estava com o pau de fora, enorme de duro, eu engoli seco e ele perguntou:

- Gostou né? Quer fazer igual à Maria?

Eu não conseguia responder, eu estava vidrada, eu era virgem, e a vez que peguei em um era pequeno e achei ate fino.

- Vai putinha, chupa meu caralho, sei que voce quer!

E queria mesmo, eu comecei, tremendo a lamber aquele monumento, o cheiro era bom, o sabor aos poucos foi ficando familiar, ele dirigia minha cabeça e me orientava:

- Engole, cuidado com os dentes, isso putinha, agora você vai ser minha putinha, engole essa pica até beber minha porra... isso!.. tá gostando né?... sabia que seu olhar era de inveja...

Realmente eu estava me deliciando com aquela chupada, chupava o saco, engolia as duas bolas, ele acelerou e metia na minha boca até despejar todo o leite, me fazendo engasgar...

- Bebe tudo filhinha, esse vai ser seu alimento diário...

Durante todo o tempo ele estava alisando minha bunda, brincando com meu grelinho e passando o dedo na entrada de meu cu, ele molhou o dedo em um pouco do gozo que saia da minha xaninha e lubrificou meu buraquinho...

Pronto agora vamos ao segundo ato daquele filme que você assistiu, pois não vou estourar teu cabacinho.

- Não Carlos você vai me rasgar, por favor!

Que nada, você não ouviu aquela vadia dizer que era bom? Vira essa bundinha pra cá, anda!E relaxa só vai doer hoje, depois você se acostuma...

Virou-me e me colocou de quatro e cuspiu em me cu dizendo:

- Que cuzinho rosado lindo! Vai ser uma delícia comer ele todos os dias...

Mordi o travesseiro e esperei a entrada, ele não teve dó, deu uns tapas na minha bunda:

- Rebola para meu caralho entrar, anda. Mexe essa bundinha, sua puta do caralho!

E foi metendo sem dó...

- Me chame de paizinho, vai... pede meu pau...!

Meu tezão era grande, mas meu medo da dor era maior, mais fiz o que ele pediu;

- Me dá seu pau painho, mete ele todinho em mim...ai...ta doendo! Pára Carlos, eu não vou aguentar!Para deixa eu chupar de novo, eu prometo que bebo tudo...

- Que nada, agora não tem volta, faz força pra fora, isso putinha ta todinho dentro, agora vou meter gostoso agora.

E foi metendo e sem saber como, comecei a gemer gostoso, a morder seu pau com meu cuzinho, a rebolar instintivamente, ele gostou.

- Isso, você aprende rápido, você nasceu pra ser putinha, que delícia de cuzinho, você vai me servir todos os dias.

E depois de meter muito ele encheu meu cú de porra, aí é que eu me entreguei, levei o dedo até meu cu, colhi um pouco de porra e chupei o dedo, ele adorou...

- Calma que eu tenho mais

E meteu seu pau na minha boca de novo, sem amolecer, ele fudeu minha boca outra vez e novamente bebi seu leite até limpar seu pau todinho.

Como minha mãe só chegaria às dez da manhã, ele dormiu por ali mesmo, às 7:00 horas eu acordei com o pau dele dentro do meu cú mais uma vez, ele me fudeu até quase gozar, tirou e meteu na minha boca, foi o meu café da manhã...

Os lençois ficaram todos sujos de porra, sangue e suor, depois do banho juntos, ele foi trabalhar e eu fui lavar os lençois, e foi assim todas as noites que minha mãe tinha plantão, ele nunca comeu a minha bucetinha (meu marido foi quem tirou a virgindade dela), era só o meu cuzinho e chupadas.

Ate quando eu conheci o que viria ser o meu marido, e em um mês casamos e nos mudamos aqui para São Paulo.

  • Enviado ao Te Contos por Bethe

1 ponto por cada buraco e terá a nota desejada para passar de ano!

 By; Silvana

Meu nome é Silvana, tenho 32 anos, sou casada, tenho 3 filhos maravilhosos, meu marido é meu super amante, sacia todas minhas fantasias.

Sou novata neste site, semana passada visitei pela primeira vez, e alguns contos até que me excitaram um pouco e alguns até dificil de acreditar.

Mas teve um em que li que a autora narrava que um senhor tinha um pau grande e grosso, fez-me lembrar de um fato que aconteceu-me no Colégio em que passei por um sufoco danado, nem para o meu marido contei este fato, talvez por vergonha, sei lá!!

Tinha na época 17 anos, corpo firme de adolescente, seios durinhos e firmes, uma bucetinha novinha e cabacinho, mas o que mais chamava atenção era minha bunda, redondinha e empinadinha, todos os homens a cobiçavam.

Estava cursando o 3º colegial em um conceituado colégio de minha cidade, meu pai pagava caro pelos meus estudos e exigia e cobrava desempenho e para me incentivar, prometeu-me que se eu me formasse naquele ano, daria-me um carro de presente.

Passei o ano me esforçando, ia bem em todas as matérias, mas me enroscava em matemática, tinha um professor chato, solteirão e ranzinza, tinha 52 anos, vivia estressado, não dava nem 0,5 ponto de bônus a aluno nenhum.

Seu apelido era mangueirão, um aluno o viu no vestiário quando tomava um banho e reparou em sua ferramenta e espalhou para o colégio inteiro, ele servia de chacotas para todos os alunos, deve ser por isso que não se casou nunca, deveria assustar as mulheres.

A sorte não estava do meu lado, mês de novembro, quarto bimestre, havia passado em quase todas as matérias, mas em matemática precisava tirar um 8,0 para passar, todos já planejavam a formatura e eu tinha certeza que tinha ido mal na última prova.

Um dia antes das notas serem passadas para a Diretoria, criei coragem e procurei o professor em sua sala e indaguei-o sobre minha nota, ele respondeu-me prontamente;

-Você tirou um 5,0, esta reprovada!

Aquilo gelou-me, tanto esforço a toa, seria uma decepção para meu pai, implorei a ele, pagaria o preço, se necessário daria-lhe dinheiro, ralhou comigo quase me agredindo e expulsou-me de sua sala.

Fui para minha casa e naquele dia nem me alimentei direito, estava decepcionada comigo mesma, mais que pensasse numa solução, não tinha jeito, chorei muito a noite toda.

No outro dia quando estava em minha sala tendo aula de história, o zelador interrompeu a aula dizendo para eu comparecer na sala 21 da diretoria, era a sala do professor de matemática, chegando lá ele pediu-me para sentar-me, pegou o livro onde continha as notas e que passaria para a diretoria na manhã do próximo dia, onde constava meu nome estava em branco a nota, achei estranho e ele disse-me que colocaria um 8,0 ali se eu fizesse umas "coisinhas" para ele, disse em voz suave para mim:

-Você tirou um 5,0, darei a você 1,0 para cada buraquinho de seu corpo que eu preencher com meu pau!!

Ele era muito feio e asqueroso e veio-me na cabeça seu apelido no colégio, não respondi nada para ele e sai as pressas de sua sala, bati com força a porta e fui para a sala de aula, não consegui prestar atenção na aula toda, estava literalmente perdida, se quisesse passar de ano teria que entregar-me para aquele porco, tá certo que o corpo é meu e não devo satisfação a ninguém, mas perder minha inocência com aquele homem não era minha intenção.

Terminou a aula e tomei uma decisão, seja o que Deus quiser, um dia teria que perder meu cabacinho mesmo, então que seja por uma boa causa.

Fui até a sala dele e comuniquei-lhe que aceitava a proposta, ele disse em voz áspera que se não cumprisse a promessa eu me arrependeria.

Pegou a caneta abriu seu livro e colocou um 8,0 de nota, que alivio, estava aprovada, quando estava para sair ele disse-me:

-Encoste a porta, como garantia, vou preencher seu primeiro buraquinho agora!

Minhas pernas tremeram, estava assustada com aquela situação, estava literalmente fudida.

Afastou sua cadeira da escrivaninha e pediu para eu ir até ele, virou-me de costas para ele e pediu para eu levantar a saia, segurei minha saia para cima com as duas mãos, ele abaixou minha calcinha até o joelho, eu estava gelada da cabeça até os pés, ouvi o barulho do ziper de sua calça, com certeza estava colocando seu pau para fora, meu coração disparou, aquela situação era complicada, alguém poderia entrar ali a qualquer momento e eu ali com a saia arriada, calcinha abaixada até o joelho, se me pegam seria comentario para o ano todo, sem falar que se chegasse ate meu pai eu provavelmente nem estaria escrevendo aqui hoje kkk.

Comecei a sentir o cheiro azedo de seu pau, dava para perceber que ele o manipulava e passava a mão em minha bundinha.

De repente ele deu-me um tapa forte em minha bundinha, deve ter ficado a marca de suas mãos, dei um grito de dor e ele pediu para eu calar a boca, em seguida deu um tapa no outro lado, quase cai no chão, arreganhou minhas nádegas colocando á mostra meu pequenino cuzinho, começou a pincelar sua lingua, beijava e lambia, por incrivel que pareça eu estava apavorada, mas comecei a sentir um tesãozinho com aquela lingua áspera e quente lambendo meu cúzinho e sem querer soltei um gemidinho e ele foi logo dizendo;

-Esta gostando, minha putinha, este buraquinho é todo meu, continuou lambendo e devo admitir, se ele continuasse gozaria, pois minha bucetinha foi ficando molhadinha.

Parou de repente de lamber meu buraquinho apertadinho e pediu-me para virar-me, e quando abaixei meus olhos avistei seu pau, aquele homem era normal, seu pau nem era tão grande e o que me chamou atenção foi a grossura, com certeza não conseguiria agasalhar aquilo tudo.

Pediu para eu abocanhar seu pau e faze-lo gozar rapidamente, pois em 5 minutos teria que estar em sala de aula, levantei minha calcinha, ajoelhei-me e levei minha boca primeiro passei o nariz por ele, tinha um cheiro forte, descobri a pele que cobria sua cabeça vermelha e grossa, abri minha boca o máximo e coloquei na boca, minha estréia em sexo oral, jamais coloquei um pau na boca, chupava e mamava com dificuldade, pois não tinha experiência, seu pau inchou-se mais e atoxou-se em minha boca, ele segurou minha cabeça e começou a fazer movimentos empurrando minha cabeça e penetrando minha boca, começou a acelerar, fazia de minha boca uma buceta, respirava só pelo nariz, pois minha boca estava preenchida com aquela carne dura e grossa, ele foi gemendo cada vez mais alto, senti seu pau pulsar em minha boca e comecei a receber jatos e jatos e jatos de esperma quente, tentei tirar minha cabeça dali, estava com nojo, ele segurou forte minha cabeça em seu pau, foram 5 ejaculadas fortes que explodiam em minha garganta e enchiam minha boca, estava engasgando, ele pediu para engolir tudo, não queria manchar sua calça, percebendo que não tinha jeito, fui engolindo cada gota daquele líquido quente, com muito custo livrei-me daquela tora, ajeitei meus cabelos que ele bagunçou e voltei para a aula.

No outro dia ele chamou-me e disse que queria outro buraquinho, disse que iria arrombar minha bundinha, ficou maluco por meu cúzinho, pediu-me para encontra-lo no banheiro feminino em 5 minutos.

Enrolei um pouco e fui até o banheiro cumprir com minha promessa, entrei e ele com um sinal chamou-me e ficamos trancados ali, indaguei-o se alguma aluna entrasse ali e ele disse que era só ficar em silêncio.

Sentei-me no vaso e ele ficou em pé, colocou seu pau para fora e pediu para eu chupar e salivar bastante, mamei agora com alguma técnica, seu pau ficou duríssimo e grosso, pediu-me então para levantar-me e ele que sentou-se, fiquei de costas para ele, arreganhou minhas nádegas, lambeu, beijou e chupou meu cuzinho, passou um creme e enfiou devagar seu dedo lubrificando em mim.

Depois abriu bem minha bunda e pediu para eu sentar-me em seu colo, apoiei minhas mãos em suas coxas e ele engatou aquela cabeça enorme em meu reguinho, comecei a rebolar, mas não tinha coragem de sentar, comecei a suar frio, ele sussurrou baixinho em meu ouvido para eu terminar logo com isso, disse a ele que não dava, não caberia.

Ele então arreganhou minhas nádegas ao máximo segurando-me com suas mãos grandes e fortes, deixou-me suspensa no ar, apenas apoiada sobre sua vara grossa, deu ordens para eu tirar as mãos de suas coxas, aos poucos fui obedecendo e ele aos poucos foi soltando meu corpo sobre aquela cobra, sua cabeçona foi abrindo caminho e ultrapassou a entrada de meu cúzinho arrebentando minhas pregas, não suportei e gritei alto:

-Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!você esta rasgando meu cúzinho, tá doendo!!!

Ele segurou firme e interrompeu a penetração, mas permaneci com aquela cabeçona atoxada em meu cuzinho, ele pediu para acalmar-me, respirei fundo e fui orientada para fazer força, fiz o que ele orientou, meu cuzinho foi dilatando-se e aos poucos fui sentando, passei minha mão e percebi que tinha entrado só um pouquinho, faltava muito ainda, foi quando entrou uma aluna no banheiro, ao lado do nosso, ele aproveitou sabendo que não poderia gritar e foi descendo minha bunda naquela caralhão, foi rasgando as paredes e alargando meu esfíncter que apertava aquele pau.

Rezava para aquela aluna sair logo do banheiro para eu poder pelo menos respirar um pouco mais alto, mas ela demorou. O suor caia de meu rosto pela força que fazia para aguentar aquele monstro, foi então que veio o pior, sem aviso nenhum ele soltou minha bunda, sentei com tudo naquela vara, entrou até encostar em suas bolas, senti seu pau cutucar lá no fundo, ele num movimento rápido puxou-me sobre seu peito, levou a mão em minha boca e a tapou, agarrou com a outra mão meu peitinho e começou a amassar, voces não podem calcular a dor, minhas vistas escureceram, quase desfaleci...

Uns 2 minutos depois comecei então a rebolar, queria que ele gozasse logo para acabar com aquele pesadelo, para meu alivio não demorou muito e comecei a ser lavada por dentro, soltou todo seu estoque de esperma, sentia ele explodir dentro de mim, sentia meu cú pulsar forte, estava dilatado, ele tirou a mão de minha boca e debrucei sobre ele atoxada naquele cacete, sentia-me como uma cadela engatada em um cachorro, teria que esperar ele amolecer.

Ele então levou sua mão até minha xaninha e com os dedos começou a manipula-la, esfregava e bolinava-a, mnha buceta começou a ensopar-se e cada vez que ele roçava seu dedo em meu clítoris, começou a beijar e chupar minha nuca e meu pescoço, comecei a me soltar e a gemer baixinho, estava super excitada e necessitava gozar também, ele sentindo isso acelerou a masturbação, comecei a sentir espasmos em meu cú sentindo aquele pau aos poucos amolecer-se, senti um arrepio gostoso na boca do estômago, soltei meu corpo e gozei alucinadamente molhando o dedo daquele professor.

Seu pau amoleceu e ele aos poucos foi levantando-me de cima de seu colo, sentou-me na patente e evacuei grande quantidade de esperma, sangue de minhas preguinhas dilaceradas, seu pau estava levemente sujo, ele penetrou-me fundo, meu cúzinho piscava e esguichava esperma fazendo barulho na agua, ele deliciava-se com aquilo, peguei papel higiênico e limpei meu ânus, vestimo-nos e saimos dali já sabendo que no outro dia de manhã seria meu 3º e último buraquinho.

Não dormi direito a noite, meu cuzinho ardia e fui a noite toda no banheiro, ele mexeu com meu organismo.

No outro dia fui para ser dilacerada em meu último buraquinho, cheguei no colegio e o porteiro me disse que o professor queria falar comigo, quando cheguei na sala dos professores, já achando que seria aquele o momento, ele perguntou e eu estava preparada, eu disse que sim, ele disse que seria após o recreio, na terceira aula, la na sala do terceiro B.

Eu teria muito tempo para me preparar mentalmente, eu estava acabada do dia e noite anterior, não concentrei na aula e muito menos no recreio, minha hora estava chegando, a qualquer momento seria descabaçada, estourada, voaria cabaço para todo lado.

Foi quando o destino resolveu me ajudar, pouco antes de terminar o recreio, uma gritaria veio da parte das salas dos professores, algumas pessoas chorando desesperadas saiam de lá, acho que todos os alunos foram se aproximando pra ver o que tinha acontecido, quando saiu um professor já dizendo que o professor de matematica tinha sofrido um ataque cardíaco fulminante, fomos mandado de volta as salas de aulas, após a chegada e saida da ambulância nós seriamos mandado de volta para nossas casas.

Não fui ao seu velório, fiquei alguns dias sem dormir ou dormindo mau, ele arrombou meu cúzinho, bebi de sua porra, mas minha bucetinha ficou intacta, .... bom, vá em paz !!!

  • Enviado ao Te Contos por Silvana

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Trepei no provador da loja em que trabalhava

 By; Carol

Meu nome é Carol, tenho 29 anos e vou contar uma da minhas melhores transas.

Trabalhava como vendedora em uma loja de shopping, um dia entrou um casal, eu prontamente fui atende-los, naquele minuto o namorado dela me chamou muito a atenção, não conseguia me concentrar, principalmente porque enquanto ela olhava as peças nos cabides ele não tirava os olhos de mim, ainda mais nesse dia que estava com uma calça jeans bem justa que deixava minha bunda (100 de quadril) bem marcada e mais arrebitada do que ja é, ficou "secando" meus seios que estavam derramando dentro daquela frente unica decotada.

Disfarçava, conversava com ela, mas no fundo estava gostando. Ela então resolveu me pedir algumas roupas para provar, era tudo que eu queria, peguei o tamanho certo das peças e fomos para o provador, ela não tinha nem fechado a porta direito, ele começou a olhar descaradamente para os meus seios e deu um sorriso safado.

Comecei a provoca-lo mais ainda, percebi o volume na calça dele, aquele pau estava ficando enorme, e eu morrendo de tesão. estava louca para segurar com vontade aquele pauzão.

A loja estava vazia foi aí que aproveitei, coloquei minha mão lá e ainda dei uma esfregada naquele volume, arriscamos pois ela poderia abrir a porta a qualquer momento.

Perguntei qual ela tinha gostado ela falou que iria levar as tres peças e ainda me elogiou e que iria voltar mais vezes.

No dia seguinte ele voltou, ja era quase hora de fechar, as outras duas funcionarias ja estavam indo embora, ele disfarçou fingindo que estava procurando um presente e ficou por ali, não tive duvida, assim que elas sairam tranquei a porta, e corremos para o provador, ele tirou primeiro minha blusa e começou a sugar meus seios, mamava feito um bebê;

Abri sua calça e seu pau estava duro, eu louca para por aquele cacete na boca e deixa-lo crescer mais ainda, sentir aquele pau latejando, ai que tesão, chupei com vontade aquele pau grosso, ele não aguentou e gozou muito na minha boca, eu engoli toda sua porra, esvaziei o estoque mas seu pau continuava duro feito pedra, foi aí que deitei ele no chão e sentei, e como estava toda lubrificada, foi facil, seu pau estava todo estocado na minha xana que pulsava de tesão, comecei a rebolar, aquele vai e vem hummmm, ele falava vai minha gostosa, rebola mais, ao mesmo tempo ele segurava meus peitos que estavam pulando, colocava na boca, mamava muito.

- nunca tinha visto um pau tão gostoso

Então ele me falou que eu não tinha visto nada ainda, me colocou de quatro e me comeu novamente, delirei de tesão, pedi para por seu pau novamente na boca, ele falava que eu era uma safada, que seu pau era todo meu, pra engolir ele todo, ai que delicia.

Então ele falou que queria meu cuzinho, não pensei duas vezes, ele foi com jeitinho, enfiou a cabeça, eu pedi que fosse com um pouco mais de força, até que entrou tudo, aí ele não parou mais de estocar aquele pauzão delicioso, ele disse que não estava mais aguentando, que iria explodir, estava para gozar, pedi na xaninha novamente, ele se segurou mais um pouco e logo depois gozou bem forte tres jatos.

Depois ficamos ali deitados um em cima do outro, exaustos de tanto prazer.

Depois dessa vez, dei muitas outras pra eles, por uns 3 meses.

  • Enviado ao te Contos por Carol

 

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Estou apaixonada (lesb) (05-11-2021)

 By; Patricia

Eu me chamo Patricia, tenho 26 anos, sou morena, cerca de 1.70 de altura, 65 kg, cabelos pretos lisos.

Eu morava sozinha aqui em Goiânia, minha familia é o interior, e eu vim para estudar e trabalhar. A cerca de 1 anos, uma amiga minha veio morar comigo, ela veio tambem para estudar e trabalhar e assim tambem ajuda nas despesas daqui...

Desde logo a nossa relação foi muito movimentada, ela é lésbica e eu sou bi, então no dia em que acabei com meu namorado por ter pego ele com outra, então ela me deu o seu ombro para chorar e carente como estava logo trocamos caricias e ela acabou por me beijar e depois me dar um prazer que eu já tinha sentido, mas fazia tempo que não tinha.

Desde então de vez em quando eu e ela namoramos, aliás, estando na mesma casa e sem que ela tenha namorada e eu apenas alguns peguetes, acabássemos por ficar com alguma frequência.

Na semana passada as coisas aqueceram mais do que o costume entre nós. Nós realizamos um joguinho, era simples, eu deveria pegar ela com um dildo anal e faze-la gozar o mais possível, estava longe de imaginar o quanto isso iria mudar nossa relação.

Ela chegou a casa pelas 16 horas e foi para o seu quarto, ouvi ela tomar banho e eu estava fazendo algumas coisas da casa, entre elas lavando minhas calcinhas, desde logo comecei a imaginar como seria que a ia pegar nesse final de dia.

Depois dos deveres de casa realizados, fui tomar banho, me depilar e ficar desde logo toda cheirosa, depois disso fui bater na porta do quarto dela que estava deitada, só de calcinha, fiquei sentada a seu lado e conversamos coisas de garotas, enquanto isso eu ia passando a mão nas pernas dela, a acariciando, a conversa foi decorrendo até que eu comecei a beijar as pernas dela.

- "...sua tarada, me diga logo que me quer pegar..." falou ela

Eu sorri e ficando mesmo junto dela a beijei nos lábios, foi um beijo doce, demorado, carinhoso, enquanto isso lhe passei a mão no seio, ela correspondeu e nos envolvemos num mar de caricias que somente a duas mulheres é possível.

Invariavelmente acabamos por nos chupar e eu dei muita atenção ao cuzinho dela, porque o desafio foi pegar ela num anal que a deixasse toda acabada.

Chupei ela muito e lhe meti dois dedinhos no cuzinho gostoso e rosadinho, ela bem loirinha, tem alguns pelinhos loirinhos na bucetinha e no cuzinho, amo lambe-la, já que ela se rebola toda e se abre empinando.

Depois de estarmos bem molhadas eu lhe pedi para que ela me deixasse meter o dildo nela, ela levada pelo tesão sorriu, se levantou e foi buscar a cinta com um avantajado pau de borracha preso, logo coloquei e voltei a lamber o seu cuzinho.

Ela é lésbica ativa, raramente se deixa pegar por outra garota, ela gosta mesmo é de dominar, mas naquele final de tarde a sua atitude estava me surpreendendo de tal forma que estranhei ela se colocar tão prontamente de quatro e empinar as ancas e se abrindo toda.

Depois de chupa-la, de introduzir meus dedos nela, ela me pediu para meter logo, pois estava louca de tesão. Fiquei atrás dela e pegando no dildo introduzi a cabeça grossa daquele pau de borracha. Ela gemeu

-"...aiiiiiiiii...hummmmmmmmmmm...mete..."

Foi entrando, entrando e ela gemendo, primeiro alto, depois baixinho como se fosse um murmurio, o cacete estava todo dentro do seu cu, eram uns 20 cm de pau grosso, ela parecia desfalecida, apenas gemia a cada estocada minha...

- "...hummm...hummm...hummm..."

Comecei a meter mais forte e para minha surpresa ela começou a pedir que lhe batesse...

- "...mete, mete...forte...me pega...me dá tapas...me da tapas com força...aiiiii...aiiiiii..."

Eu bati, primeiro na bunda, com pouca força, ela pediu mais, depois e porque a cinta dava para eu me mexer mais, pediu para lhe bater no resto do corpo, eu bati e ela pediu mais e mais forte, eu bati mais, bati na cara dela, bati com força, bati de novo enquanto metia nela, ela começou a soluçar e a pedir mais...

- "...aiiiii...mete...me bate puta...me bate com força...hummmmm...mete, mete, mete...força..."

E soluçava chorando, eu estava já muito louca e lhe bati com força, se pode dizer que nunca tinha batido em ninguém com tanta força, a espanquei mesmo, as tapas na sua cara ecoavam no quarto junto com o choro e os gemidos dela.

- "...aiiiiiiiii tô gozandoooooooooo...aiiii..."

Ela estava completamente descontrolada e eu também, ela me pedia perdão e empinava enquanto eu lhe metia violentamente o dildo no seu cu, ela começou a estremecer de forma violenta e caiu para o lado tendo um orgasmo como eu nunca havia visto ela ter, suas mãos esfregavam a buceta pegando o clitóris e podia ver seu cuzinho piscar todo aberto pelo dildo.

Eu me acalmei e me deitei a seu lado, respirava ofegante e descontrolada, havia gozado também e nem tinha percebido, ela ficou por um bom tempo caída sem se mexer recuperando do orgasmo e do espancamento que havia sofrido.

A beijei, ela sorriu, nos olhamos como nunca nos tínhamos olhado a beijei de novo, nossos lábios secos pelo esforço do orgasmo ficaram colados, lambi os delas os melando e a beijei de novo. Ainda sem perceber o que tinha acontecido naquele quarto, ela me disse...

- "amor...hoje foi o nosso noivado, quero-te muito, acho que estou apaixonada por você..."

A olhei e a beijei de novo, sim esse sentimento também me surgia no peito, um desejo de a abraçar, de a beijar, meu Deus, ela tinha razão, eu também estava e estou apaixonada por minha colega de casa.

Isso tem 6 dias, desde esse dia que temos dormido juntas, estou apaixonada por esta garota que me deixa alucinada.

  • Enviado ao Te Contos por Patricia

 

Toda sexta transo com o filho da minha amiga aqui na piscina de casa

 By; Vanessa

Oi, tudo bem com todo?! Eu me chamo Vanessa, tenho 48 anos, sou casada há 30 anos, posso dizer que sou feliz, tenho a segurança que toda mulher pode pedir a um marido, moro em uma bela casa, com piscina, mas minha vida sexual virou uma rotina, meu marido nem em pensamento é aquele de 30 anos atrás, procura-me vez ou outra e seu desempenho e desejo estão quase apagados.

Ele, um empresário bem sucedido no ramo de material esportivo ligado a um grande clube de futebol aqui de São Paulo, 56 anos, dedica-se mais aos negócios do que para mim, sinto-me muito solitária depois do casamento de nossa filha, fico sozinha nesta imensa casa.

Não sei se pela proximidade de minha menopausa, meu desejo sexual aumenta a cada dia, um fogo acende dentro de mim quando vejo um homem másculo, mas isso posso ser sincera, jamais trai meu marido, mas existem situações que não temos como fujir.

Vizinho de nossa casa mora Fatima, grande amiga minha, e numa tarde quando estávamos em sua casa, chega seu filho, William,19 anos, retornara do exército naquela semana, fiquei deslumbrada como aquele menino franzino há um ano atrás tornara-se um homem tão maravilhoso, seu cabelo cortado curtinho, seus braços engrossaram e sua barriga saradinha, tórax definido, seus poros exalavam masculinidade, os hormônios fluiam em sua pele, tenho que admitir, meu coração bateu mais forte quando abracei-o e beijei seu rosto, minha buceta ficou molhadinha, estava com tesão recolhido, dei uma desculpa, voltei para minha casa e nem fui a meu quarto, deitei-me no carpet da sala e ali mesmo aliviei-me com meu dedo, imaginando aquele macho possuir-me.

Meu desejo por aquele rapaz aumentava a cada dia, não posso dizer que sou uma atriz global de meia idade, mas quebro o galho.

Minha excitação aumentou ainda mais quando numa tarde em que a solidão me bateu, criei coragem, fui até a casa da Fatima, sabendo que ela não estaria lá, e convidei o William para pegar um bronzeado em minha piscina, ele prontamente aceitou.

Corri para casa, coloquei um micro-biquini super curtinho, que só uso quando estou a sós com meu marido, tenho vergonha de usa-lo quando tem várias pessoas em casa, ele tem 2 lacinhos do lado e uma tirinha que só tampa a "perseguida" e a parte de trás atoxo-o no rego, e a parte de cima apenas tampando pouca coisa dos seios, fico super sexy.

Logo ele chegou, tirou o short ficando de sunga, pude perceber o volume de sua "mala", servi-lhe um copo de cerveja e começamos a conversar e tomar um sol, passei bronzeador em suas costas fortes e másculas, e coloquei meu plano em ação, após 1/2 hora, perguntei-lhe se ele poderia ensinar-me a nadar, entramos na piscina, ele segurava-me pela cintura e eu ia nadando, chegamos a parte mais funda, não conseguia ficar em pé, ele abraçou-me por trás e pude sentir sem pau tocar minha bunda, comecei a rebolar e senti sua rola ficar durissima, ele percebeu minhas intenções, virou-me de frente para ele e beijou-me, que delicia, sentir aqueles lábios carnudos, sua lingua quente enlaçar a minha...

Saimos da piscina, deitei-lhe na esteira, beijei seu pescoço, mordisquei seus mamilos e tirei sua sunga, meus olhos brilharam, era verdade, seu pau era grande e grosso, bem maior que de meu marido, meu coração palpitou em minha buceta, estava louca de desejos e iria saciar minha sede...

Eu lambi e chupei suas bolas, liberei a pele de sua glande, logo aparecendo uma cabeçona vermelha e grosso, abocanhei e mamei, levava-o até a garganta e queria engoli-lo de tanto fome, mas engasgava, acelerei e senti-o pulsar e inchar em minha boca, seu corpo estremeceu e recebi 2 jatos fortes na língua, levei-o até próximo a minha garganta e foram mais três esguichadas fortes arrebentando em minhas amígdalas, quase engasguei com tanta porra fervendo, engoli até a última gota.

Estava sentindo-me uma putinha, e por ser a primeira vez que traia meu marido, aquilo me excitava muito, tirei a boca de seu pau, que persistia em ficar duro, não sei como mas em segundos estava sem minhas roupa, ele mamou meus enormes seios e afundou sua cabeça em minha buceta, sua lingua invadia-a de tão dilatada que estava pelo tesão que estava sentindo, as vezes chegava até meu ânus, lambia e beijava, aquilo deixava-me arrepiada, comecei a gozar em sua boca, puxei-o pela cabeça, beijei-o e a natureza de nossos corpos entraram em ação, seu enorme pau encaixou-se exatamente na portinha de minha buceta, que sem cerimônias o engoliu, senti-o tocar meu útero, começou a meter com força, acelerado, aquele rapaz era muito potente, seu pau entrava e saia de minha raxa com uma velocidade incrivel...

Eu rebolava e jogava meu corpo para cima, nossas púbis se tocavam e estralavam num movimento sensual, sem preocupar-me com gravidez, pois sou laqueada e torcendo para que ele fosse limpinho, comecei a gozar naquele pau delicioso, logo comecei a sentir fortes jatos de seu esperma esguichando e lavando as paredes de meu útero, ficamos abraçados ali, colados, beijando alucinadamente, e acreditem, sem tirar de dentro ele voltou a meter em mim, aquilo deixou-me super satisfeita, com 48 anos, estava saciando um jovem de 19 anos, que pelo jeito deveria estar no atraso.

Ele bombou por uns 5 minutos, minha buceta começou a latejar e doer, uma dorzinha de tesão, ouvia-se barulhos que saiam dela por estar encharcada de esperma e logo foi inundada novamente com esguichos fortes, desta vez virei-o e fiquei em cima dele, esperei seu pau amolecer e deitei a seu lado, seu esperma escorria por minha coxa, levantei-me nua pulei na piscina e sai nadando, ele pulou atrás de mim chamando-me de safada, tinha enganado-o.

Ficamos ali brincando e logo começaram as sacanagens, mergulhei, fui até seu pau e o abocanhei e chupei e logo subi novamente e beijei-o.

Saimos e ele começou a secar-me com sua lingua, virou-me de bruços, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cúzinho, senti algo que nunca senti em minha vida, vocês podem até não acreditar, sou cabaço no cuzinho, pedi várias vezes para meu marido comer-me, mas ele não conseguia meter nele, e tambem não sabia, sempre eu ficava com dor.

Logo percebi as intenções dele, fiquei de quatro e arrebitei minha bunda para trás e com as mãos arreganhei minhas nádegas deixando aparecer meu pequenino anelzinho que piscava pedindo um cacete gostoso.

Willian pegou o bronzeador e passou em meu buraquinho e enfiou seu dedo lá dentro lubrificando-o, apontou a cabeça de seu pau e foi forçando, comecei a forçar meu rabinho para dilata-lo, esfreguei minha buceta com os dedos, logo pelo meu tesão e pela lubrificação ele foi deslizando, meu cú novinho estava sendo deflorado, abocanhou a ponta e foi deslizando pelo canal anal, dilatou meu esfíncter arrebentando todas minhas preguinhas e chegou até o fundinho, senti-me preenchida e com muita dor, ele tirou com calma até quase sair e empurrou novamente, fez esses movimentos por 3 vezes, percebeu que meu cú acostumou-se com sua enorme vara e ai começou a arromba-lo, socava com força e acelerado, sentia-o sair e entrar dilatando meu esfincter que teimosamente tentava morde-lo, logo comecei a gozar, minha pele tremia de tesão, arrepios percorreram meu corpo, nenhum pelinho de meu corpo não arrepiou-se, tive o orgasmo mais louco de minha vida, gozei pelos dois buracos, ele não teve dó, por uns 10 minutos bombardeou meu cú e lavou-o completamente, com esguichos fortes de porra...

Ele tirou-o devagar, cheguei a ficar com vergonha, pois ele meteu tão fundo que sujei seu pau, defequei nele, desculpei-me, e ele beijou minha boca dizendo não ter problema.

Lavamo-nos na piscina novamente mesmo com o cú ardendo fizemos algo que nunca imaginei que pudesse ser feito, ele meteu em minha buceta dentro d'agua e depois socou dentro de meu cú, gozando e lavando-o.

Por aquele dia bastou, estávamos exaustos, estava agradecida por aquele rapaz, ele salvou meu casamento, com certeza em breve separaria de meu marido, mas com aquele tesão morando vizinho jamais sairia dali.

Marcamos, e agora toda sexta feira a tarde ele bronzeia-se em minha casa e mete em mim em todas as posições possiveis e imagináveis e sacio minha sede com seu esperma docinho.

  • Enviado ao Te Contos por Vanessa

 

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Meu marido nem desconfia que enquanto ele bebia com os amigos eu estava traindo.

 By; Tânia

Meu nome é Tânia, 27 anos, sou morena-jambo, minha pele é cor de chocolate, meus olhos e cabelos são pretos e mesmo com 4 anos de casamento, jamais descuidei de meu corpo.

Meu marido é um homem atraente, mas nós mulheres sabemos que chega uma hora que vira rotina e enjoa ser penetrada pelo mesmo pau sempre e temos fantasias de engolir outros paus, algumas mulheres colocam em prática, outras não.

Comigo aconteceu, uma situação em que não consegui escapar, meu desejo foi maior que minha fidelidade.

Estávamos eu e meu marido no clube, enquanto ele tomava cerveja com amigos fui á aula de dança e aeróbica e fiquei hipnotizada com o novo professor, um rapaz alto, forte, vestia uma bermuda agarradinha no corpo e mostrava seus dotes, e que dotes, estava com a "mala" enorme.

Comecei a flerta-lo e logo ele percebeu e começou a admirar meu corpinho mignon e minha bunda assanhadinha, trocamos vários olhares e no término da aula, todas sairam ele veio até mim, pegou-me no braço e levou-me até uma sala onde guardam materiais esportivos, encostou a porta, abraçou-me e beijou-me apaixonadamente, tentei escapar dizendo-lhe que era casada, mas não teve jeito, continuou a beijar-me e senti seu pau ficar duro e esfregar em minha bucetinha, estava incendiada de tesão, mas temia ser pega ali e colocar meu casamento a perder, empurrei-o e tentei sair, ele agarrou-me e gritou comigo:

-Olha como você me deixou, meu pau está estourando de tão duro, você vai ter que dar um jeito!

Ele abaixou sua bermuda e colocou para fora sua ferramenta, e que ferramenta, um cacete bem maior e mais grosso que de meu marido, meus olhos brilharam, enfim teria um pau diferente, sentia uma mistura de medo e tesão pela situação, abaixei-me rapidamente para tentar alivia-lo, abocanhei aquele mastro e sem cerimônias comecei a chupa-lo e mama-lo ferozmente, ele agarrou em meus cabelos e começou a foder minha boca como se fosse minha bucetinha, seu pau começou a inchar e pulsar forte, apertei minha boca prendendo-o e comecei a receber meu prêmio, esguichos fortes rebateram em minha garganta inundando minha boca, rapidamente tirei minha boca, engoli seu esperma quentinho, levantei-me e sai rapidamente dali, voltei até a lanchonete, tomei um refrigerante para tirar o gosto de porra da boca e logo meu marido chegou.

Percebi a presença de meu garanhão sentado numa mesa próxima da nossa, ele olhava-me e sorria marotamente, mandou-me um beijo e fez sinal que voltaria para a academia onde encontraria-me, meu coração disparou, aquele pauzão não saia-me da cabeça, se na boca foi uma delicia engoli-lo, imagina em minha bucetinha.

Dei um tempo e dei um golpe, disse a meu marido que iria até a sauna, mas tomei outro caminho e fui ao encontro de meu macho, estava deserto e logo o vi na sala onde fiz-lhe um boquete, ele fechou a porta, tirou minha blusa e meu sutien e começou a mama-los com seus lábios carnudos, eu gemia de tesão, minha bucetinha incendiou-se e ficou encharcada, ele apertou-me contra seu corpo e beijou-me loucamente, deitou-me sobre uma mesa e arrancou minha bermuda de lycra trazendo minha calcinha junto, abriu minhas pernas e começou a lamber e chupar minha xaninha, segurava em seus cabelos e esfregava seu rosto contra minha bucetinha, sua lingua passou então a trabalhar em meu cuzinho que piscava de tesão, estava em transe erótico...

Ele colocou seu pau para fora encostou em minha raxinha e foi penetrando-me, como era bom receber um outro pau em minha buceta, ele estava duro como rocha, ia até o fundo e voltava e esfolava as paredes de minha bucetinha safadinha, acelerou sua metida e gozamos juntos, enchendo-me de porra quente...

Ele transpirava e suava muito, fiquei orgulhosa pois estava dando trabalho para aquele rapaz sarado, ele em pé e eu deitada na mesa na posição "frango assado", aos poucos foi tirando seu pau, seu esperma começou a escorrer de minha bucetinha, descendo e passando por meu cuzinho e molhando a mesa.

Ai aconteceu o inesperado, seu pau ainda estava durissimo, aproveitou a porra que escorreu pelo meu rego, apontou aquela vara grossa em meu botãozinho e começou a forçar, abri minhas pernas ao máximo levando-as até meu queixo, estava toda arreganhada e meu anelzinho á mostra, comecei a sentir meu cuzinho se abrir e recebi a cabeça super grossa daquele caralho, meu cu latejava de dor e tesão, as preguinhas estouraram-se todas abrindo passagem, arrombou a portinha de meu cuzinho, dilatou profundamente meu esfincter e deslizou rumo ao fundo, tirou quase que todo seu cacete para fora e voltou a meter e dai pra frente foi alucinante, aquele garanhão era potente, metia com força e acelerado, eu sentia-me preenchida com aquela linguiça enorme, comecei a sentir meu cuzinho formigar e comecei a manipular com os dedos minha xaninha, esfreguei meu clítoris e comecei a gozar recebendo rios daquele leite fervendo e grosso dentro de meu cuzinho, cheguei ao orgasmo mais gostoso de minha vida...

Ele tirou o pau de meu cuzinho deflorado, corri para o vestiário ao lado e despejei todo o seu esperma de minhas entranhas, limpei-me, vesti-me, sai dali e fui para a sauna para não dar na cara.

A noite em nossa cama, meu marido chupou minha bucetinha que a poucas horas havia recebido outro cacete e a lavado de esperma, penetrou-me e elogiou pois eu estava molhadinha, mal sabia ele que ainda restava esperma de meu gostosão em minha entranhas, até hoje meu marido não desconfiou do que fiz.

  • Enviado ao Te Contos por Tânia

Aprendendo sexo de verdade e ainda transformando meu marido em corno.

By; Julia

Meu nome é Júlia, tenho 27 anos, fui casada por 2 anos, resolvi relatar este episódio que aconteceu durante meu casamento, pois não vivo mais com meu marido, sou divorciada.

Não vou esconder seu nome real, o seu nome é Carlos, entre namoro e noivado foram 2 anos em que dificilmente ficávamos a sós, meus pais eram muito rígidos, sexualmente o conheci muito pouco.

Enfim casamos, tinha na época 20 anos, e estava sedenta por ter um homem para saciar meus desejos ardentes.

Carlos tinha 25 anos, em nossa lua de mel, chupei seu pau ávidamente e até deixei ele ejacular em minha boca, pela primeira vez sentia um esperma encher minha boquinha e mesmo tendo um gosto esquisito engoli tudo, pois queria satisfazer meu macho.

Mas ai veio a frustração, Carlos simplesmente abriu minhas pernas e socou seu pau para dentro de minha bucetinha, aquilo que eu sonhava em minhas masturbações, sentir uma lingua lambendo meu clítoris e deixando-me maluquinha antes da penetração, não se realizou.

O tempo foi passando e comecei a perceber que Carlos em relação ao sexo era muito estranho, de tanto insistir com minhas fantasias, ele chupava-me, mas ficava com uma toalha do lado e vez ou outra cuspia.

Minhas preocupações aumentaram quando, confidenciei o fato com uma amiga minha, Carmen, e durante nossa conversa ela disse-me que o que mais gostava numa relação era sexo anal, fiquei frustrada pois jamais recebi um pênis no ânus e pela empolgação de minha amiga, realmente deveria ser muito gostoso.

Comecei então a assanhar Carlos, durante nossas relações pedi a ele para colocar em minha bundinha, mas nem o dedo ele colocou, dizia que não era higiênico e nunca mais toquei no assunto com ele, só comia minha bucetinha.

Em uma noite estava sozinha em casa, Carlos é policial rodoviário e ficaria 48 horas de plantão na rodovia, Carmem ligou para mim convidando-me para uma festa do sindicato dos funcionários da Saúde, pensei bem e resolvi ir.

Chegando lá, Carmen estava com seu marido que chama-se Alberto, um morenão alto e muito charmoso, bebemos vários chopps e dançamos muito, pelo efeito da bebida soltei meu libido e estava muito feliz,dançava agarrada e animadamente com Alberto nem lembrava-me que era casada, cheguei a sentir o volume na calça de Alberto e imaginei que seu pau deveria ser enorme, admito que fiquei excitada, mesmo assim respeitei-o, pois sou casada e ele é marido de minha melhor amiga, e lá pelas 03:00 horas da madrugada fui despedir-me de Carmen e seu marido para ir para minha casa e Carmem disse-me que poderia dormir em seu apartamento, pois seu filho iria dormir na casa da namorada, eu pensei bem e como estava sozinha em casa, resolvi aceitar.

Chegando lá, Alberto foi tomar uma ducha e saiu só de cueca, e foi para seu quarto, logo em seguida eu e Carmen também fomos, e ela confidenciou-me que Alberto estava assanhadinho e que ela iria meter o resto da noite, e na maior cara de pau, convidou-me para participar, disse a ela que de maneira nenhuma, que a ideia era absurda, Carmen enrolou-se em uma toalha e saiu, terminei meu banho e chegando á sala, assustei-me, Carmen estava chupando o pau de Alberto, e que pau, grande e grosso, fiquei paralisada, ela e Alberto vieram até mim e arrancaram minha toalha, Alberto abraçou-me e beijou minha boca, senti a ponta dura e grossa de seu pau encostar em minha bucetinha, tentei resistir mas não consegui, levaram-me até o sofá.

Alberto abriu minhas pernas e começou a chupar-me, primeiro meus seios, desprendi-me de meus pudor, relaxei e entreguei-me aos carinhos de meus amantes, mas quase subi pelas paredes, quando Alberto desceu mordiscando minha barriga e alojou sua lingua quente em minha buceta ensopada, esfregava e chupava meu clítoris, minhas fantasias estavam realizando-se, Carmen alisava carinhosamente meus cabelos e contou-me que fantasiavam transar a três e escolheram-me por saber que eu era de confiança, limpinha e estava carente.

Alberto começou então a lamber e beijar meu cuzinho, Carmen saiu e logo retornou, sentou-se a meu lado e masturbava-se com um vibrador enorme em formato de pênis, maior ainda que o enorme cacete de Alberto, seus gemidos eram tão excitantes que não resisti e gozei na boca de Alberto, fechei minha coxa em seu pescoço e literalmente ejaculei em sua boca.

Ele levantou-se e mirou seu enorme pau em minha boca, sem cerimônia abocanhei-o, precisava retribuir a aquele macho gostoso por ter me dado prazer, sua pica era tão grossa que eu mamava-o com dificuldade, Carmen ao lado tinha seu primeiro orgasmo com aquele gigantesco vibrador atochado em sua bucetinha, acelerei minha lingua circundando a base do cacete de Alberto, começou a pulsar e jorrou em minha boca, forcei minha garganta e engoli até a última gota.

Saimos dali e fomos para o quarto, sua cama era redonda e enorme, parecia um motel, recomeçamos nossas caricias e estava tão alucinada com aquela transa que pela primeira vez conheci o sabor de chupar uma buceta, Alberto chupava a buceta de Carmen, que chupava minha buceta e eu afundada com a boca na buceta dilatada de Carmen, gemiamos alucinados e gozamos uma na boca da outra, uma ejaculação doce, sabor de fêmea.

Carlos agora deitara de costas na cama e Carmen sentou-se em seu enorme pau, rebolando e arrebitando seu rabinho, colou sua boca na de Alberto, mas antes pediu para introduzir o vibrador em seu cu, passei saliva nele e apontei em seu cuzinho que engoliu-o sem dificuldade, liguei-o no máximo, ouvia o barulho dele vibrando dentro do cu, Carmen urrava dentro da boca de Alberto e com tremores no corpo chegou a mais um orgasmo, agora pelo cu e buceta.

Havia chegado minha vez, Carmen deixou o cacetão de Alberto bem duro, fiquei de quatro, e Carlos começou a pincelar em meu cuzinho, forçou e começou a descabaçar-me, aquele monstro de carne rígida invadiu meu cuzinho arrebentando com todas minhas preguinhas, afundei minha cabeça no travesseiro e dei um grito de dor, não podiamos fazer muito barulho, estávamos num apartamento, comecei a sentir meu esfincter dilatar e engoli-lo e passado isso o trajeto ficou mais fácil e pude senti-lo no fundo de meu canal anal, ele metia compassadamente num vai e vem gostoso, foi aumentando gradativamente e começou a meter com força e aceleradamente, meu cu arrombado acostumou-se.

Carmen ao lado masturbava sua buceta com os dedos e seu vibrador novamente enterrado em seu cu, ela adorava gozar pelo cu, puxei-a, abri suas pernas e comecei a chupar sua buceta e e com a mão empurrava aquele vibrador descomunal até o talo em seu cu, mais uma vez senti o melzinho sair da buceta de Carmen e inundar minha boca, o pau de Alberto começou a inchar dentro de mim, sentia sua pulsação quando passava pelo meu esfincter nas inúmeras entradas e saidas, meu coração disparou, tremores percorreram meu corpo e comecei a sentir orgasmos múltiplos, seria a primeira vez que receberia porra em meu cuzinho, agora cuzão dilatado, comecei a rebolar e jogar minha bunda de encontro a pica de Carlos, suas bolas batiam em minha vagina, e chegou o que tanto esperava recebi meu prêmio, minha fendinha anal começou a ser lavada e inundado, foram vários jatos fortes e quentes, consegui aguentar aquela cobra enorme.

Exausta, deitei sobre a vagina de Carmen e Alberto carinhosamente ficou em cima de mim, com seu tarugo atochado em meu buraquinho traseiro, aos poucos fui sentindo ele amolecer e naturalmente saiu de dentro de mim, senti o liquido daquele macho escorrer de meu interior, meu esfincter estava dilatado, ensopando o lençol.

Fomos os três tomarmos mais uma ducha, Alberto abraçou-me pelas costas, e invadiu fundo minha bucetinha, sentia ele tocar meu útero, pedi a ele para não gozar dentro, pois estava desprevenida, aquela vara acabou de descabaçar minha bucetinha, gemia alto, virei meu pescoço para trás e procurei a boca de Alberto, colamos nosso lábios, minha primeira foda em pé, nossas pernas tremiam, sentia o calor da boca de Alberto que apertava os bicos de meus seios com suas mãos macias.

Carmen ajoelhou-se e começou a lamber meu clítoris, a respiração de Carlos tornou-se acelerada, comecei a sentir espasmos vaginais e cheguei ao meu primeiro orgasmo com um pau de outro homem, uma sensação maravilhosa, Alberto sentindo que iria gozar tirou seu pau de minha buceta e colocou entre minhas pernas, Carmen que lambia meu clítoris, agora abriu a boca e abocanhou o cacetão que explodiu em sua garganta e inundando sua boca sendo posteriormente engolido, levantou-se e beijou minha boca com aquele gosto maravilhoso de néctar dos deuses.

Não demorou muito e pedi minha separação de meu marido, em seguida fiquei sabendo, ele era bi-sexual, gostava também de levar vara na bunda.

Quando sinto-me carente, peço ajuda a meus grandes amigos e amantes, Carmen e Alberto.

Enviado ao Te Contos por Julia

 


Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...