quinta-feira, 24 de julho de 2025

Desci do ônibus comida e com a buceta gozada.

 

By; Mônica

Oi, me chamo Mônica, tenho 28 anos, hoje sou casada, mas o que escolhi enviar se passou no ano passado, 2024, eu ainda estava solteira. Foi em um final de semana chuvoso e os ônibus estavam superlotados devido às greves do transporte público.

Eu sou uma loira de rabo grande, coxas grossas e seios médios, estava com um vestido curto de alças, pronta para provocar os encoxadores de plantão. Entrei no ônibus lotado, me apertando entre as pessoas até encontrar um lugar para ficar em pé. Atrás de mim, um homem moreno, mais baixo e bem mais velho ficou colado na minha bunda por causa da falta de espaço.

Em pouco tempo, senti algo grande e duro cutucando minha bunda e logo percebi que era o pau daquele desconhecido. Fingi não notar, mas dei uma esfregada discreta na bunda dele, deixando-o louco. O ônibus continuava a encher, e o pau dele não parava de cutucar minha bunda. Eu adoro ser encoxada, então estava no paraíso.

O trânsito estava horrível, o ônibus parava muito e cada solavanco fazia eu pensar que ele iria gozar na minha bunda. Fingindo não perceber, continuei me esfregando nele. Ele, tímido, sussurrou no meu ouvido:

— Moça, me desculpe, mas eu não estou conseguindo me controlar, essa sua bunda está me tirando do sério.

Eu respondi:

— Senhor, não precisa se preocupar, ninguém tá percebendo nada. Essas pessoas só querem chegar em casa depois de uma semana de trabalho. Pode continuar, tô adorando. Vou ficar séria só para disfarçar.

Empinei um pouco a bunda, abri as pernas e ele se colou mais ainda em mim. Minha buceta já estava super molhada. Quando ele soube que eu estava gostando, ficou mais confiante e as cutucadas ficaram mais fortes, quase como socadas. O pau dele estava para fora da calça, cutucando por cima da minha calcinha, louco para penetrar.

Minha vontade de dar para ele, tanto a buceta quanto o cuzinho, era incontrolável. Senti suas mãos calejadas deslizando pelo meu corpo, passando pelos meus seios e até pela minha buceta. Eu estava inundada de desejo. Encostei meu corpo na poltrona de uma senhora que dormia, empinei mais a bunda e abri as pernas. Ele já estava praticamente entre elas. Sussurrei:

— Moço, enterra esse pau na minha buceta, aproveita que o ponto que vou descer não está muito longe.

Ele não hesitou. Entre minhas coxas, com a minha calcinha minúscula facilitando, ele arredou a calcinha para o lado e enterrou o pau grande e durão na minha buceta. Eu rebolei suavemente, sentindo o pau dentro de mim.

Estávamos metendo no ônibus e ninguém percebia nada, ele não parava de socar e dizia que minha buceta era gostosa demais, não resisti às socadas e gozei gostoso. Ele notou e socou mais forte, falando no meu ouvido:

— Loira deliciosa, vou gozar e vou melar sua bucetinha por completo.

Rebolei igual uma vadia no pau dele e foi gostoso sentir o calor da porra escorrendo, gozou dentro de mim, no meio de tantas pessoas, e eu deixei ele se saciar por completo, deu mais umas duas bombadas e gozou mais, me deixando cheia de porra.

Desci do ônibus antes dele, arrumei a roupa, dei um tchau e saí como se nada tivesse acontecido.

Chegando em casa, fui direto para o quarto, tirei a roupa e peguei meu vibrador, deitei no chão, enfiei dois dedos na buceta, que saíram meladinhos de porra e os chupei, que delícia! Então, atolei o vibrador na buceta e me masturbei, imaginando que o pau daquele desconhecido ainda estava dentro de mim.

Nunca mais eu o vi, pode apostar que teria adorado pegar o ônibus novamente lotado com ele atras de mim e daria gostoso novamente.

  • Enviado ao Te Contos por Mônica

quarta-feira, 23 de julho de 2025

A Mari me ensinou a transar com mulher. Agora quero a Denise (Bi) (Junho-2025)

 

by; Alana

Oi meu nome é Alana, tenho 21 anos, 1,75m, morena, seios médios, uma bundinha deliciosamente grande e sou bi. Bom, agora eu sou, vou contar como tive minha primeira relação com uma mulher.

Mariane é minha melhor amiga, mesma idade, quase a mesma altura, loira, peitos enormes (e deliciosos) e quase sem bunda, justamente ao contrário de mim! Quem vive sempre reparando nisso é nossa amiga Denise, que tem seios médios e bunda média.

Mês passado fui fazer um trabalho na casa da Mari e, antes de começarmos ela disse que tinha uma novidade para contar. Qual a minha surpresa quando ela disse:

- Ontem eu transei com a Denise!

Minhas amigas são tão ninfomaníacas quanto eu, mas a Denise conseguia superar a gente. Ela já havia transado com garotas várias vezes, só não sabia que ia dar em cima da Mari, e, pior, que ela corresponderia.

Mari ia me dando os detalhes:

- Ai, não sei o que aconteceu! Ela começou a me fazer carinho e quando vi a gente tava se beijando! Quando dei por mim, já estava peladinha, fazendo um 69 alucinante!

- Então foi bom mesmo?

- Nossa, amiga, foi uma das minhas melhores chupadas que eu já recebi! E, olha, já senti tesão por mulher, mas nunca achei que fosse gostar de chupar uma xoxota! Afinal, ainda amooo uma pica, né, amiga?

- Então agora vc é bi?

- Ah... acho que sim.

- Ótimo! Eu agora com duas amigas bi! Hahahaha!

- Ai, amiga, vire também, aí seremos um trio!

- Ah, vontade eu tenho, só não sei se vai acontecer.

- É só vc fazer acontecer

- E quando?

- Pode ser agora! Eu aprendi, posso te ensinar!

Disse isso e me beijou. Pode parecer loucura, mas eu ali, beijando minha melhor amiga, foi uma das melhores sensações que já tive. Logo o beijo passou de um mero amasso pra sexo de verdade. Mari tirou minha camiseta e meu sutiã e caiu de boca nos meus peitinhos. Nossa, como chupa bem essa menina! Quando eu tirei a blusa dela, dei de cara com aqueles peitões enormes, que eu já tinha visto tantas vezes quando nos trocamos uma em frente da outra, tomamos banho juntas, etc, mas que nunca tinha olhado daquela maneira: com tesão! Lambi o bico do seio esquerdo, depois do direito e, quando vi, estava me fartando nos peitos da minha melhor amiga, alternando as chupadas com beijos naquela boca linda.

Logo estávamos as duas só de calcinha. Sei que minha bunda é gostosa, mas ela tinha verdadeira tara, não desgrudava da minha bunda! Ela tava realmente preparada: uma calcinha fio dental preta, linda, que realçava a xaninha dela. Já eu estava com uma calcinha rosa, que, apesar de não ser fio dental, ficava socadinha na minha bundona.

Mari tirou minha calcinha e começou a chupar minha boceta. Que língua essa menina tem! Meu ex-namorado Gustavo (que já comeu a maioria das minha amigas, aquele tarado) tinha me dito que ela chupava muuuuito bem, mas achei que era só pintos, não sabia que eram bucetas tambem.

Apás varias lambidas, ela se concentrou no meu grelinho enquanto enfiava dois dedos dentro da xota. Meu tesão era tanto que nem demorou muito a chupada e eu gozei pra caramba.

- Amiga, já aprendi, agora é minha vez!

Virei ela e tirei a calcinha e dei de cara com uma xoxota lisinha, com aquele cheiro deliciosa de buceta. Cai de boca mesmo, como se já fizesse aquilo a séculos. Logo adotei a mesmo tática da minha amiga, chupões no clitáris e dois dedos dentro da xana. Mari gozou loucamente na minha boca, e eu lambi todo o seu melzinho.

- Agora vou fazer uma coisa que quero fazer a tempos.

Me virou de costas e começou a beijar minha bunda, lamber meu cuzinho e enfiar um dedo dela dentro, depois dois. A filha da puta sabia que eu sou viciada em anal e se aproveitou disso.

- Faz tempo que vc queria comer meu cuzinho, safada?

- Sempre quis, tinha um tesão reprimido em vc. Já toquei muita siririca pensando em vc, cachorra! Eu piro nesse seu bundão!

- Entao come meu cú, vadia!

Não sei como demorou tanto pra gente começar a se xingar e falar putaria, uma sabia que a outra adorava falar palavrão durante o sexo!

Entre palavrões, gemidos e gritos, a gente se virou e encaixou xoxota com xoxota e começamos a nos esfregar uma na outra.

- Vai, sua vaca! Esfrega sua boceta na minha!

- Rebola na minha xana, putinha!

- vou colar velcro com vc todo dia agora, safada!

O grelinho dela no meu, uma xota esfregando na outra, foi tudo tão perfeito que tivemos um maravilhoso orgasmo juntas, de faltar ar, deixar perna bamba e quase desmaiar. Depois de algum tempo ainda dando aquela reboladinha uma na outra, sentamos e nos beijamos com muitíssimo desejo.

Nessa noite, dormimos as duas juntinhas, abraçadinhas e peladinhas. Porém, minha cabeça estava pensando em outra coisa: como eu iria transar com a Denise agora. Realmente, eu tinha virado uma lésbica safada pra caralho!

  • Enviado ao Te Contos por Alana

terça-feira, 22 de julho de 2025

Ontem a noite dei no quintal pro casado da casa de tras. (21-07-2025)

 

By; Nara

Oi me chamo Nara, tenho 20 anos, sou universitaria, gosto de malhar, tenho 1.57 de altura, corpo sarado, e adoro transar com homem, mais velho e casados. Fazer o que né!?

Ontem meus pais estavam na sala, e eu estava muito afim de algo, fiquei de papo com o vizinho da casa de trás (já transamos umas vezes), a mulher dele não estava em casa, ficamos falando safadezas ate que meus pais foram pro quarto, ver TV, eu aproveitei sai de mansinha do meu quarto, fui para o quintal e falei pra ele vir, pular o muro sem fazer barulho pois eu queria o pau dele.

O quintal aqui é bem escurinho e grande, coloquei uma cadeira perto muro que dividi os nossos quintais, pra ele sentar e para que eu pudesse sentar e seu colo.

Começamos em um beijo bem frenético, ele me apertava, passava a mão na bucetinha, enfiava um, dois, três dedos em mim e eu rebolava feito uma cadela no cio e não aguentei, sentei de frente para ele esfregando minha bucetinha em um volume bem alto na sua bermuda, ele me apertava pra que o esfrega-esfrega ficasse mais forte.

Ele já louco de tesão tirou o pau bem grosso e cheio de veias para fora da bermuda e eu me levantei, me ajoelhei em sua frente e comecei a chupa-ló, ele empurrando minha cabeça para baixo pra que eu colocasse tudo na boca e eu minha bucetinha estava babando e piscando por aquele pauzão.

Até que ele me puxou pelos cabelos, levantei um pouquinho a saia curtinha que eu vestia e afastei a calcinha pro lado e sentei naquele cacete, ele chupava meus peitinhos que estavam bem durinhos, apertava minha bundinha e metia com força, minha vontade era de gritar. Logo, eu estava cavalgando que nem uma louca e gemendo no ouvido dele, falando pra ele meter mais que tava muito gostoso. Eu falava eu seu ouvido;

- "fode safado, ahhh que gostoso".

Só de lembrar agora, já estou molhadinha.

Ouvimos um barulho na casa e paramos por uns minutos. E depois voltamos ele falou que queria minha bundinha, eu fiquei com medo e disse que não. Ele falava que iria devagar e se eu não gostasse ele pararia.

Então fiquei de costas em pé na sua frente, enquanto ele ainda sentado começou a chupar meu cuzinho, metia o dedo, passava a língua pela minha bucetinha trazendo o mel para minha bundinha ficar bem lubrificada, eu tava louca de tesão já. Então fui sentando no seu pau devagarzinho e ele segurava com firmeza na minha cintura, com isso a cabeça do seu pau foi me abrindo e eu comecei a sentir uma dor horrível e ia pedir pra ele parar e aí ele me puxou com força fazendo eu sentar no seu pau, arregaçando minha bundinha, chorei de dor, mas comecei a subir e descer no seu pau e ele com o dedo esfregando meu grelinho que estava bastante inchado.

Em pouco tempo eu já não lembrava mais da dor, eu queria gozar naquele pau, não me importava mais se alguém chegasse no quintal e nos visse, eu tava amando aquele vai e vem, minha bunda aberta e seus dedos me esfregando e metendo na minha grutinha.

Gozamos loucamente.

Quando terminamos ele chupou minha buceta e depois pulou o muro de volta pra sua casa, eu vim pro meu quarto, depois de banho bem gostoso passei uma pomadinha no cuzinho pra que diminuísse a ardencia e eu pudesse dormir bem. Ainda tá, mas valeu muito a pena.

  • Enviado ao Te Contos por Nara

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Já o meu Marido é pelo Flu, sempre vai aos jogos. Aí minha amiga vem transar comigo (lesb) (21-07-2025)

 

By; Alyne

Ola, me chamo Alyne, tenho 25 anos, sou casada e sou do Rio de Janeiro.

Acabei de ler o conto “Enquanto meu marido foi ver o jogo do Fortaleza no estadio, Eu dava pro garotão na nossa sala (19-Julho-2025)” e achei bem curioso pois passo pelo mesmo “problema”, nesse caso o meu marido é doente pelo Fluminense, todos os jogos no maracanã ele vai, não falta um, sempre vai com meu irmão e meu sogro.

Enquanto isso eu ficava sozinha em casa, ate que uma amiga minha veio um dia, cheio de carencia, por está sem namorado, não se aguentando mais, depois de duas taças de vinho nós acabamos transando no meu quarto.

Sem remoço nenhum, isso passou a ser frequente, sempre quando o Fluminense joga aqui no Maracanã que o meu marido vai, ela vem, a desculpa era só pelo prazer sexual dela, mas eu acabei gostando de transar com ela, fomos a primeira mulher da outra, acho que seremos a única kkkk.

Nessa copa do mundo de clubes, meu marido foi com o meu sogro e meu irmão para os Estados Unidos, eu fiquei. Enquanto ele ficou 1 mês lá, eu fiquei 25 dias em Trancoso com a minha amiga, curtindo como namoradas, sem nenhuma preocupação com nada.

Então Luma, vá em frente, curta sua vida, sem remoço.

  • Enviado ao Te Contos por Alyne



Enquanto meu marido foi ver o jogo do Fortaleza no estadio, Eu dava pro garotão na nossa sala (19-Julho-2025)

 

By; Luma

Ola TeContos, usarei o nome do Luma, eu sou casada, tenho 36 anos, meu marido tem 41 anos. Meu casamente é bem monótono, meu marido tem seu maior interesse em futebol, principalmente no time que ele torce, o Fortaleza, chega a ser quase doentio isso.

Fico sem na mão no sexo, ficava, porque a cerca de 2 meses eu cansei, e depois de umas insistência por parte da pessoa que falarei agora eu acabei sedendo. Eu sou morena clara, tenho cerca de 1.65 de altura, malho desde os meus 25 anos, tenho o corpo “d”, pernas grosas, bunda redonda e durinha, barriga chapada, cabelos castanhos escuro liso e longos. Meu marido é gordinho, pouco mais alto que eu, por volta de 1,70.

A cerca de 2 meses um garoto de 22 anos, entrou na academia e desde então passamos a conversar, e já no primeiro dia ele passou a me dar indiretas e eu fingindo que não era comigo, mas adorando tudo. Sempre após as nossas series vamos para o mezanino e ficamos vendo as aulas de natação, e um dia desse ele me encostou na parede e começamos um amasso bem gostoso, foi tão gostoso que nem me importei em ser casada.

Trocamos numero de celular e passamos a conversar sempre em que eu estava sozinha, logico que em muitas vezes o assunto era sexo, sabia que ele queria me pegar.

Nesse sábado a tarde foi a ocasião perfeita; Era dia de jogo do FORTALEZA, meu marido desde cedo já estava pronto pra ir, então pouco tempo depois que ele saiu eu liguei para ele, dei as informações de como ele chegaria até mim e combinamos d’ele me ligar quando tivesse próximo.

Uns 20 minutos depois meu celular toca e quando atendo é ele falando que estava perto de minha casa, assim que ouvi o barulho da moto parando aqui na frente de casa eu ja abria a porta, abri o portão da garagem para ele entrar fui para dentro e esperei ele vir ate mim.

Quando ele entrou já foi logo me agarrando, eu senti na mesma hora seu pau duro dentro da bermuda, ele me beijava na boca, descia pro meu pescoço, foi procurando meus seios e mordia os biquinhos duros por cima da camiseta fina.

Eu tava adorando aquilo e quando coloquei a mão em seu pau senti que tava latejando de tão duro não perdi tempo e abri sua bermuda, baixei a cueca e botei o pau pra fora punhetando rápido.

Com a ajuda dele a roupa foi parar no chão.

Falei pra ele sentar no sofá, sentei no seu colo sentindo o cacete roçando em mim enquanto ele me beijava e tirava minha camiseta, mamou nos meus seios e eu me esfregava naquela pica.

Ele começou a gemer e eu falei que queria sentir aquela rola em mim naquele momento. levantei e fui pegar uma camisinha que ja tinha deixado estrategicamente na mesinha, coloquei nele enquanto ele tirava meu short e calcinha de uma vez.

Quando ele passou a mão na minha buceta sentiu como ela tava molhada, fui me posicionando pra sentar no caralho duro e senti a cabecinha encostar.

O caralho dele não era muito grande, devia ter uns 17 cm mas era bastante grosso, quando senti que tava entrando fui descendo devagar enquanto ele mamava meus seios.

Com o pau todo dentro, comecei a cavalgar naquela delicia gemendo gostoso enquanto ele me chamava de putinha, que eu tinha uma buceta muito quente e gostosa e falando que se eu tava querendo rola agora tava tendo o que queria.

Ficamos nessa posição por uns 15 minutos até que levantei e sentei de costas pra ele continuando a cavalgada deliciosa, ele segurava um seio com uma das mãos e com a outra puxava meu cabelo, sua pélvis já começava a se movimentar de encontro a minha buceta fazendo com que o pau entrasse todo.

Deitei no tapete do chão da sala e ele veio por cima de mim num papai e mamãe gostoso com metidas lentas que aos poucos foram ficando rápidas fortes.

Em um momento ele tiou o pau e bateu com ele na minha buceta, eu só gemia e ele perguntava se tava gostoso ao que eu respondia que tava delicioso.

Novamente com o pau dentro nos olhavamos nos olhos eu sentindo aquela pica dura e ele minha buceta quente, gemia e falava que eu era uma vadia e que sempre ia querer me fuder.

Depois de um tempo ele falou que tava quase gozando, pedi pra ele acelerar os movimentos pois eu ia gozar também.

Começamos a gemer, um olhando pro outro e ele anunciou que ia gozar, acelerou ainda mais os movimentos e acabamos gozando juntinhos falando sacanagens um para o outro.

Ele caiu em cima de mim todo mole e ofegante, senti seu pau saindo devagar enquanto amolecia.

Quando ele levantou vi que a camisinha tava cheia de porra grossa e branca, acariciando seu pau eu retirei a camisinha e cai de boca no seu pau, tava quente e melado, sentia pulsando, eu chupei tamando o leitinho que ainda saia de sua rola, depois chupei suas bolas, enquanto acariciava seu pau, ele gemeu muito, mamei por quase 30 minutos ate ele gozar nos meus peitos, dessa vez um gozo fraquinho, mas gostoso tambem.

O chamei ate o banheiro para que pudesse lavar o pau que ainda pingava.

Depois disso ficamos na sala aos beijos e amassos, ate eu ter que falar para ele ir embora, marcamos de nos falarmos na academia nos despedimos com um beijo bem gostoso.

Meu marido quando chegou tava puto porque o Fortaleza perdeu, ficaria mais ainda se soubesse que alem da derrota ele ainda tomou chifre ?!

No domingo minha buceta tava inchada e dolorida daquele pau grosso mas eu adorei aquela loucura.

Beijos a todos e até a próxima.

  • Enviado ao Te Contos por Luma

sábado, 19 de julho de 2025

Meu marido foi treinar e o vizinho veio me comer (Junho 2025)

 

By; Raquel

Eu me chamo Raquel (claro que meu nome não é esse), tenho 31 anos, casada a 8, moreninha clara, petinhos grandes, bundinha média, com o cuzinho bem guloso e cada vez mais viciada em sexo.

Meu marido é jogador de futebol profissional, e desde que vinhemos para esse estado, e para esse condominio eu tenho me divertido bastante com um vizinho aqui.

Eu já tinha chupada a pica do vizinho, mas ainda não tinha acontecido de trepar com ele. No inicio ele insinuava alguma coisa, mas com o tempo foi deixando de lado. Acho que estava com medo da mulher dele e do meu marido.

No dia desse acontecido meu marido só tinha treino pois o campeonato Brasileiro estava parado, então ele lá pelas 13h ele saiu. Eu desci com ele até a garagem, já que ele iria de carona com um outro jogador do time, e assim que ele foram eu já liguei para o vizinho.

Eu: - Oi não quer matar a saudade ? o corninho volta só mais tarde.

Ele : Você não presta mesmo.

Eu: Como vc sabe se presto ou não, nem experimentou.

Ele: - Vou já ai, quero sua buceta cheirosa.

Eu: - Vou te esperar vestida de puta, tá.

Subi, tomei um banho gostoso, aproveitei o banho para arrombar o cuzinho com um dos meus consolos, assim a pica dele entraria mais forte.

Não deu 20 minutos e toca a campainha, eu já vestida para matar, arrastão vermelho no corpo todo, saldo alto, batom vermelho sangue, maquiagem carregada, como puta mesmo. Olhei pelo olho magico e vi que estava sozinho e abri a porta inteira, me mostrando completamente nua, ali no hall. Dei uma voltinha mostrando o corpo todo.

Eu: - Gostou ?.

Ele: - Amei.

Puxei ele para dentro da casa e tranquei a porta. Joguei ele no sofá e me joguei por cima, toda no ciu, esfregando os peitos na sua cara.

Eu: - Chupa, chupa seu safado, chupa a sua puta, chupa. – Adooooro ser chupada nos seios.

Sentada no seu colo senti a piroca crescer. Ele louco para fuder foi abaixando as calças e queria enfiar ali mesmo. Eu disse;

- não, não, precisa encapar a danada da piroca. Sou puta, não burra.

O danado encapado e ele já todo pelado, sentei na piroca ali no meio da sala, e é cavalgava feito puta e gemia gostosoo.

Eu: - Fode, fode gostoso, fode. Arregaça a buceta da sua putinha, arregaça. Aiiiii aiiiii aiiiii, que pica gostosa. Fode safado, fode.

Ele: Quero seu cú sua safada.
Eu: - Hummm, assim que se faz, macho tem que ter pegada.

Me coloquei de quatro no meio da sala, sob o tapete e ele veio com a pica no meu rabo. Como estava alargado entrou facinho.

Ele: - Caralho, que rabo largo

O safado com bombava feito loco no meu rabo que até sentia as bolas batendo na minha bund. Mas como sou viciada em dar o cú estava amando.

Eu: - Soca no meu cú, soca, soca forte safado, soooocaaa.... caraaaalhoooo, que goooooostoooooossoooooooooo

E gozei com a piroca enfiada no cú (ultimamente gozo toda vez que sou enrabada)

Pedi para ela gozar nos meios peitos, e para isso fiz um belo boquete, e eu como uma boa putinha falei bem manhosa pra ele;

Eu - Adoro porra nos peitos…

Ele: - Vc é muito safada mesmo.

Eu: - safada não, puta mesmo

Mamei ate ele avisar que tava pra gozar, apontei a cabeça da rola dele pros meus peitos punhetei ele e recebi sua gozada gostosa e quentinha melando meus peitos.

Depois ele pediu para ir ao banheiro e depois foi embora, ate queria dar mais umazinha mas ele medrou, achou melhor ir e marcarmos outra dia, já eu fui tomar banho e usar meu consolo pra dar mais uma fodidinha na minha buceta antes do meu marido chegar.

  • Enviado ao Te Contos por Raquel

A conciência ate pesou na primeira vez.

 

By; Luana

Oi, meu nome é Luana, tenho 28 anos, 1,65m de altura e tenho a pele bem clarinha, cabelos pretos, sou casada a 7 anos, com Bruno. Nossa vida sexual é bem ativa, transamos quase todos os dias, e sempre falamos várias besteirinhas durante o sexo.

Uma das vezes que transamos meu marido falou que tinha vontade de me ver transando com outro, e que esse outro tivesse o pênis maior que o dele!

Trabalho de secretária em uma escola técnica de enfermagem, e recebo várias cantadas de alunos, um deles me chamou a atenção por ter um corpo muito gostoso e pelo volume que tem nas calças, nome dele é Thiago, na semana de rematriculas da escola fiquei sozinha na escola e nesses dias não havia aula, vários alunos estavam fazendo suas rematriculas nos cursos, um dia a tarde chegou Thiago, só havia uma aula que após eu terminar sua rematricula saiu da escola, ficamos eu e Thiago lá.

Eu estava pegando seus dados e preenchendo o formulário no computador, e não conseguia tirar os olhos do enorme volume em sua calça, tentava se concentrar no que estava fazendo, mas não estava conseguindo, ficava tentando imaginar o tamanho do seu pau, foi fácil pra ele perceber que eu não parava de olhar, logo começou a questionar se eu era casada, falei q sim! Perguntou se o casamento estava bem e ajeitou seu pau nas calças me olhando, tremi na hora e não soube o que responder.

Ele perguntou novamente se o meu casamento estava bem, respondi que não! Falei que meu marido trabalhava muito e não me dava tanta atenção, ele sorriu e falou que se tivesse uma mulher como eu, me daria muita atenção, fiquei vermelha eu acho e mudei de assunto!

Terminei sua rematricula, ele pagou a mensalidade e quando levantei pra pegar seu recibo, na minha sala apertada, passei por ele, e esfreguei minha bunda meio que sem querer ou querendo nele e pude sentir seu pau passando pelo minha bunda, ele me segurou pela cintura e tentou me beijar, eu virei o rosto e fui até o armário onde ficava os recibos, voltei a minha mesa, preenchi e quando fui entregar, ele começou a abrir sua calça e puxou seu pau para fora, não estava duro, mas era enorme! Olhou pra mim e perguntou se o do meu marido era daquele tamanho, eu tremia, não sabia o que falar nem o que fazer!

Ele se aproximou, pegou minha mão que estava com o recibo e colocou no seu pau, larguei o recibo e segurei aquele pau enorme, minha mão quase não abracava de tão grosso, eu estava tremendo, quase sem pensar segurei o pau dele com as duas mãos e comecei a masturbar ele, estava com água na boca quando ele pegou em meus cabelos e puxou em direção ao seu pau, comecei a chupar a cabeça daquela pica enorme, ele estava com tanto tesão que chupei por poucos minutos e ele gozou, era muita porra, na minha boca, rosto, pescoço ... fiquei molhadinha.

Quando cai em si do que eu estava fazendo já era tarde, mandei ele sair logo e nunca mais falar comigo. Ele ficou confuso e saiu... passei o resto da tarde pensando no que havia acontecido e me culpando por ter traído meu marido.

Acabou que o tempo, me fez procurar o Thiago novamente, me desculpei pelo ocorrido antes, e voltei a chupa-lo dessa vez mais caprichadamente, ele que me comer, mas ainda estou fugindo, ficando apenas no boquete… não sei até quando!

  • Enviado ao Te Contos por Luana

sexta-feira, 18 de julho de 2025

Eu não resisti e mamei o meu amigo (2025)

 

By; Janaina

Oi, me chamo Janaina, tenho 22 anos, ate o mês passado eu trabalhava em um restaurante na Zona Sul do RJ, eu trabalhava no turno da noite, lá fiz grande amizade com Caio, um outro funcionário que trabalhava no mesmo horário que eu, nós morávamos relativamente perto um do outro, então sempre estávamos juntos, ia e voltava do trabalho junto com ele.

Caio é mais alto que eu, por volta de 1,85m, na época tinha 25 anos, bem magrinho, pele morena e muito vaidoso, estava sempre usando roupas novas e muito cheiroso.

Sempre fui afim de ficar com ele, mas na época ele namorava uma menina que trabalhava com a gente, então nunca investi e também tinha medo de perder a amizade dele.

As vezes quando estávamos sozinhos em alguma parte do Restaurante ele tinha o costume de passar roçando na minha bunda, ou falava pra mim, “Vem cá vamos namorar lá atrás” eu sempre levava na brincadeira e empurrava ele mandando ele parar de graça, mas no fundo ficava morrendo de vontade e ficava com uma pulga atrás da orelha me perguntando se ele tava falando serio ou só estava brincando mesmo.

Uma vez durante o serviço ele perguntou se eu poderia ir na casa dele no fim de semana ajudar ele em algumas coisas do cursinho que ele fazia, eu disse que ajudaria sim e levaria uma peça de roupa e uniforme, e de lá iriamos trabalhar.

Cheguei lá cedo, já tinha separado algumas coisas para estudar, ficamos horas ali, eu o ajudei o maximo que pude.

Quando deu o horário de se arrumar ele falou pra eu ir tomar banho primeiro que depois ele ia, peguei minhas coisas e fui tomar banho e me arrumei no banheiro mesmo, voltei pro quarto e ele foi tomar o banho dele, quando ele voltou, estava só com uma cueca branca da Lacoste, a pica dele tava marcando muito na cueca, já tinha ouvido falar pela namorada dele que ele era bem dotado, então brinquei com ele falando;

—Vai assaltar um banco? Tá armado aí.

E ele respondeu; — Isso porque tu não viu ele duro ainda.

Fiquei impressionada, achei que ele tava com a pica dura pelo tamanho, aí disse que não acreditava que tava mole, então ele só baixou a cueca, mostrando a pica, bem depiladinho uns 17cm, eu fiquei encarando a pica dele e ele diz;

— E aí quer ver ela dura?

Eu gaguejei um pouco e falei; — para com isso seu porra, tu tem namorada.

Ele veio se aproximando de mim com a pica ainda pra fora, como eu estava sentada fiquei na altura do pau dele já meia bomba e ele diz;

— Vai dá uma mamada, sei que tu quer, vai ser segredo nosso.

Eu fiquei muito sem graça e como não tive reação acho que ele entendeu como um sim, e foi aproximando o pau da minha boca, como sempre quis aquilo mesmo, fui abrindo a boca e abocanhando o pau dele, que não demorou a ficar completamente duro, ele realmente era bem dotado, tinha uns 21cm, cabeçona roxa, tentei engolir o pau dele o máximo que deu, mas não conseguia engolir tudo, e ele só gemendo baixinho enquanto eu mamava, fiquei uns cinco minutos mamando e ele me pediu pra parar porque estava quase gozando, pedi pra ele gozar na minha boca, ele me chamou de safada e pediu pra ver meu cuzinho de 4.

Tirei minha roupa e fiquei de quatro, ele abaixou abriu as bandas da minha bunda e falou;

— Já tá abertinho, anda dando essa bunda por aí né?

Eu disse que sim, mas não pra um pau igual o dele.

Ele pediu pra me comer porém eu não estava preparado e também já estávamos atrasados pro trabalho, então ele deu uma lambida bem molhada indo da minha buceta ate ao meu cuzinho e depois pediu pra voltar a mamar ele.

Voltei a mamar e logo ele gozou na minha boca, foi muito leite, parecia que não ia parar de gozar, mas bebi tudo, enquanto ele gemia falando;

— isso safada, bebe meu leite.

Quando terminou e eu deixe limpinho ele me dá uma camisa dele pra limpar minha cara que tava toda babada, nos arrumamos e eu fiquei com medo dele mudar comigo, mas o safado falou que na próxima vez iria querer me comer, e não era pra dar pra mais ninguém, só pra ele.

Saímos pra trabalhar, e quando estávamos no ônibus lá no fundo ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele que tava durão por cima da bermuda e falou;

— Olha como eu tô, lembrando da tua boca no meu pau.

Eu só ri e tirei a mão pois tinha gente perto e não dava pra fazer nada ali.

Assim foi como virei putinha do meu amigo, depois conto como ele me comeu.


  • Enviado ao Te Contos por Janaina

Ela sabia o que queria e não desistiu ate consegui (2025)

 

By; Davi

Oi, me chamo Davi, tenho 26 anos, sou de Ribeirão Preto-SP. Gostaria de contar sobre uma historia que aconteceu comigo, exatamente no ano passado, 2024.

Eu sou de Bauru-SP, mas ano passado tive que vim para cá devido ao meu trabalho, vim sozinho, o predio aqui é muito bom, bastante gente nova e logo fui fazendo amizades aqui, e um dia eu conheci uma garota, uma diabinha que acabou me dando uma dose de aventura que ate então minha vida, pacata, não tinha.

A Layla é uma menina de 18 anos, era magra, mais ou menos 1,75m de altura e uns 58 Kg. Pele branca e cabelos cacheados abaixo dos ombros.

Ela estava sempre junto de outras meninas, umas da mesma idade e outras mais jovens. Elas que se aproximaram de mim em um final de tarde em que eu cheguei do trabalho e fiquei vendo uma turma jogando futebol na quadro do condominio, foi uma conversar divertida, elas falavam de mais, e eu ficava olhando diretamente para a Layla o tempo todo.

Acabou que um dia voltando pra casa pra almoçar as vi voltando da aula e dei carona, trocamos contato, tinha sempre alguma delas puxando assunto no whats, era diverto, embora eu ter noção da idade, eu tava ficando gamado na Layla.

Um dia uma das meninas perguntou no whats o que eu tava fazendo, falei que nada, e ela falou se eu não poderia pedir uma pizza que ela iria no meu ap com mais 2 meninas, eu achei estranho e perguntei com quem, e ela falou, quando ouvi que a Layla era uma delas eu falei par elas virem que eu já ia pedir então. Comprei e elas chegaram bagunceiras como antes. A garota que havia me ligado era a mais bonita de todas, baixinha e rabuda. Eu pensava que ela era mais nova que a Lala, mas na verdade, era a mais velha de todas. Tinha 19 anos e namorava um garoto e a Layla apenas 17 (já 18). Com todo aquele corpo de mulherão.

Dois dias depois no hall do predio, encontro com a Layla, começamos a conversar enquanto esperavamos o elevador Layla me disse que tava a fim de ficar comigo e queria ir a um lugar reservado. Após alguns minutos de conversa eu lhe falei que eu gostaria muito de ficar com ela mas, não poderiamos, eu sou bem mais velho que ela, não queria problema para mim e nem para ela caso seus pais ficarem sabendo.

A partir de então Layla não parava mais de me ligar e eu gostando daquilo, mas ao mesmo tempo fugindo, ate o dia que dei carona pra ela de volta da aula, quando chegamos na garagem todas desceram menos a Layla, ela me disse que não ia para de me perturbar ate conseguir o que queria, fingi não entender e fugi do assunto, mas ela repetiu e ainda falou que tava com muito tesão, praticamente ela pulou no meu colo me deu um beijo na boca e eu não resisti. Agarrei ela dentro do carro e lhe dei vários amassos. Abri sua blusa e comecei a chupar os seus peitinhos durinhos e redondos. Layla enfiou a mão dentro da minha calça e começou a acariciar meu pau. Abriu meu ziper e mamou gostoso minha rola.

Inexperiente e desajeitada, Lala parecia uma bezerra faminta na minha rola. Algumas pessoas passavam pelo estacionamento e os vidros do meu carro não eram tão escuro. Sugeri que fôssemos para um local mais calmo.

Fomos correndo pela escada direto aqui pro meu ap, assim que entramos já fui deitando ela no sofa mesmo e tirei sua calça jeans. Ela estava super molhada, a bucetinha pequena e com pelos fininhos, eu caí de boca e ela gemia e apertava minha cabeça entre suas pernas. Eu estava amando saborear a cachoeira de tesão que saía do sua xoxota.

A coloquei deitada e deitei entre suas pernas. Encostei meu cabeção na entradinha da sua buceta e forcei sua racha. Ela deu um grito a falou pra ir com calma que era sua primeira vez. Gelei na hora.

- Como é menina!!! Você é virgem? - Sou, porque? Você tem algum preconceito?

- Não Lala, puxa vida. Você é uma adolescente com toda uma vida pra viver. Vai estudar, curtir sua vida. Você é muito nova.

Lala me disse: - Não tem problema bobo, eu quero que você seja o meu primeiro.

Nem pensei mais em nada, forcei sua entradinha mas ela gritava e travava as pernas. Tentei de várias posições e não conseguía romper seu cabacinho. Então falei pra Lala que esperasse um pouco para irmos com mais calma. Então fomos pra minha cama, pedi que ela me fizesse um boquete porque eu queria gozar. Ela veio toda safada e me mamou até inundar sua boca com meu gozo. Mandei ela engolir tudo e ela obedeceu.

Ficamos deitados de conchinha e meu pau estava duro e quente. Aquilo me incomodava. Não aceitava a idéia de não conseguir rasgar aquele hímen. Coloquei o pau entre suas pernas e fui fazendo um carinho no cangote, entre beijos de língua e abraços, encostei a cabeça do pau no seu cuzinho virgem e forcei um pouco. Layla percebeu a minha tara e segurou meu pau com uma mãe e começou a rebolar e esfregar a cabeça na buceta e no cú. Aquilo tava me deixando louco de tesão.

Ela colocou a cabeça na entradinha e deu uma bundada forte, a cabeça entrou; Ela gritou e ficou parada segurando meu cacete. Tentei tirar para não machucá-la, mas ela não deixou. Então ela mesma tirou de vagarzinho. Eu senti meu pau puxar seu cú pra fora. Mas ela não perdeu tempo, lubrificou novamente na bucetinha e socou a cabeça no cú outra vez. Daí começou a rebolar com a cabeça da minha rola no seu cú.

Segurei seus cabelos com uma mão e com a outra segurei seu quadril. Soquei de uma vez. E soquei mais, e soquei mais fundo. Ela berrava e seus gritos alimentavam mais o meu tesão. Continuei socando fundo no seu cú. Ela só gritava ai, ai, ai, ai... e eu socando cada vez mais forte.

-É assim que se fode Laylinha, minha putinha, Toma rola no seu cuzinho.

Ela falava: - Me fode, não para, me fode gato, fode pra valer.

Suas palavras me levaram ao delírio e esporrei um rio dentro do seu cú. Fiquei por alguns minutos abraçado com ela beijando sua boca e meu pau duro até o talo curtindo sua grutinha apertada.

Tirei o pau com força de dentro do seu cú e no mesmo movimento soquei na sua buceta. Senti minha rola rompendo seu cabaço como se estivesse entrando na boca de uma garrafa. Ela falou gritando e com voz trêmula:

- Ai que gostoso, Meu homem me come vai, me faz mulher.

Aquilo parecia acionar o turbo do meu cacete. Dava cada estocada na sua buceta de ladinho que a levantava da cama. Então virei ela de bruço e soquei com vontade na sua buceta. Ela gozava e eu não parava de meter. Fiz ela gozar várias vezes em diversas posições e ficamos até umas 16:00 horas. O cheiro de sexo impregnava o meu apartamento. Meu pau não queria mais amolecer, cheio de veias e latejando.

Tomamos banho juntos, ficamos aos beijos e nos amassos por muito tempo, ela foi embora porque os pais dela já deviam tá próximos de voltarem do trabalho, a noite ela voltei e namoramos mais. Muito dificil parar, dizer não a ela sem querer dizer, ela cheia de vontade, tem muita energia, quer sexo todo o tempo e começou a querer transar em seu ap, na cama dos seus pais, na sala, no seu quarto, na cozinha, só depois de “batizar” a casa toda foi que passamos a transar em outro lugares.

Quando ela completou seus 18 anos ela contou aos seus pais sobre o nosso namoro, eles já me conhecia, então não viram problema a questão da idade…

  • Enviado ao Te Contos por Davi

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Desse dia pra cá adoro fuder sentada e de quatro.

 

By; Luiza

Olá, a história que vou narrar aconteceu quando eu tinha 18 anos, numa cidade de Minas Gerais, onde costumo passar férias.

Eu me chamo Luiza, tenho 20 anos, sou loirinha, tenho 1,70, pernas longas e torneadas, seios e bunda médios, toda queimadinha de sol.

Sempre fui muito safadinha, tocando siririca quase todos os dias, no banheiro, no quarto e até na sala de aula já gozei gostoso. Gosto também de calcinhas bem pequenininhas, encravadinhas na bundinha.

Bem, meu namorado e eu nos encontramos com nossos amigos na praça, onde bebemos e ficamos por mais ou menos umas duas horas. Eu estava de vestidinho curto, sem sutiã por causa da ardência do sol (nunca saio sem), calcinha mínima bem enfiadinha, um tamanco alto e a minha tradicional pulserinha no pé, muito sexy. Acho que pelo sol e por estar com muito pouca roupa, neste dia eu estava mais excitada do que o normal.

O pessoal foi para uma festa e eu e meu namorado fomos para o nosso habitual amaço dentro do carro dele. Encostamos num lugar onde íamos todos os dias e começamos a nos beijar. De repente parti para cima dele e sentei no colo dele, e o amaço comendo solto. Ele botou a mão por baixo do meu vestido e percebeu a calcinha minúscula, e disse.

- "Putinha, você gosta de andar com fio dental, né não? Safada"

E eu respondi: - "gosto gostoso, fico molhadinha de sentir a calcinha enfiada".

Ele já estava louco quando começou a chupar meu petinho, que já estava para fora do vestido. Eu tava louca. Sentada no pau dele, pressionava sua pica demais, sentindo aquela rola bem dura dentro da calça. Essa noite estava especial.

Meu namorado estava com uma calça dessas moles, de elástico. Quando percebi, a pressão no pau dele estava diferente. Coloquei a mão por tras e senti a pica dele para fora da calça, batendo na minha bunda. Fiquei louca e continuamos nos beijar e eu, com uma mão para tras alisando aquela pica.

Foi quando tive a idéia de tocar uma siririca com o pau dele. Ele adorou. Me ajeitei, coloquei a pica dele junto da minha bucetinha e comecei a roçar. Eu estava louca, e ele chupando meu peitinho e fazendo carinho no meu cu. Nossa, só de lembrar já estou toda molhada.

Antes de gozar, no auge do meu prazer, cheguei a calcinha para o lado e deixei ela encostar direto na minha bucetinha. Eu, apesar de muito safada, era virgem. A rola dele foi encostando, a cabeça latejante, começou a entrar, e eu sentindo ainda mais prazer, quando de repente ele pegou na minha cintura me pressionou para baixo. Senti pela primeira vez um caralho duro dentro de mim. Gemi muito, ainda com um pouco de dor. Até que ele parou, deixou minha xaninha se acostumar com aquela pica e começou um movimento sequencial.

Nossa, senti muito prazer e gemia como uma puta. Comecei a me livrar do vestido e fiquei totalmente pelada, sentada naquela vara dura, gemendo, chupando o dedo dele e rebolando, até que gozei muito. Ele me mandou ficar de quatro no banco do carona, e começou a meter em mim. Nossa, que delícia dar de quatro para ele.

Até que ele gozou na minha bunda. Ficamos abraçados e de lá para cá adoro fuder, sentada e de quatro, como da primeira vez.

  • Enviado ao Te Contos por Luiza

quarta-feira, 16 de julho de 2025

O coroa ficou taradinho e ta sempre querendo de novo.

 

By; Ayla

Oi sou a Ayla, sou de Fortaleza, tenho 25 anos, tenho cabelos castanhos, 1.62 m, peitinho médio, coxas grossas, bunda redondinha e durinha, e passo 24 horas do dia pensando sempre em uma boa trepada.

Eu sou extremamente tarada por homens mais velhor, fico enlouquecida. Já tive vários homens velhos na cama, o diretor do colégio em que eu estudava, que era um velho de seus 62 anos, o vizinho do meu apartamento, que sempre dava um jeito de me chupar na escadaria do predio e tantos outros casos.

Mas esse que contarei agora tá sendo especial. Por que esse homem tá me dando de tudo e eu nunca encontrei um desse jeito.

Como moro a 3 quarteirões da praia, toda noite vou caminhar no calçadão, numa dessas noite eu caminhando eu o vi na minha frente, fiquei alí, fitando ele por algum tempo. Ele estava se exercitando junto com um grupo de umas 8 pessoas e uma personal auxiliando eles.

A essa altura, o meu grelo estava extremamente duro, e minha calcinha toda molhada. Fui até lá na coordenadora desse projeto de atividades com a desculpa de ter informação para repas ar a minha mãe, e ela me disse que era a primeira noite deles ali, que eles antes era mais cedo, mas que agora a pedidos passou a ser naquele horario e seria todos os dias lá no calçadão e que quase sempre as mesmas pessoas íam se exercitar a fim de emagrecer.

Pronto. Era só o que eu queria. Ja sabia que ele estaria lá no dia seguinte. E realmente estava. Fui caminhar na praia, dessa vez fui com um micro short bem coladinho, um tênis, um top, e uma camiseta amarrada na cintura. os peitinhos ja estavam praticamente pra fora. E a bunda então, nem se fala…

Caminhei durante algum tempo mas sempre andava em circulos pra ficar de olho na hora que os exercicios do coroa acabaria. Mal pude me conter quando acabou! Fui de imediato falar com ele, assim como quem não quer nada. Ele estava todo suado, limpando o rosto sentado em um dos bancos, e eu cheguei pra ele ja dizendo o quanto era bom fazer atividade fisica, e ele sorriu e confirmou, eu perguntei seu nome, era Marcondes, eu disse pra ele que depois dessas atividades ele melhoraria o rendimento dele em tudo, inclusive no sexo. Ele riu, dizendo que há muito tempo não sabia o que era isso, eu falei pra ele:

-como pode? tão jovem, ainda tão vigoroso..

Ele riu dizendo que eu tava de sacanagem. Eu perguntei se era casado, ele disse que sim, mas há muito tempo ele não tinha nada com a esposa dele. Eu disse;

- nossa ela naum sabe o que ta perdendo

Ele novamente riu, foi aí que eu perguntei a sua idade, ele me disse 60. Pronto, eu ja estava toda melada, e o chamei pra tomar um suco junto comigo, ele foi, nos conversamos sobre coisas paralelas, ele era muito inteligente, bem sucedido em tudo, menos no casamento. Até que quando estavamos na barraca tomando o suco, eu passo pro outro lado pra sair um pouco do caminha de quem passava e "sem querer" me esfrego nele, e assim permaneci, eu na sua frente, ele por tras de mim, e eu fazia gesto de quem queria ver melhor a paisagem e de vez em quando dava uma esfregada, ele como não é de ferro começou a me encochar, e quando menos percebi eu estava quase sentada no colo dele, o tesão falava mais alto, eu ja estava toda melada, e senti uma coisa se manifestando no meu rabo, mas ai eu queria mais, e como não aguentei de ansia por aquela pica, eu criei coragem e o chamei pra ir pra um lugar "mais calmo". a essa altura ja estavamos mais intimos.

Ele concordou e o coitado não cabia em sim de tanta felicidade, ele não acreditava que ia me comer, é claro que ele não falou isso, mas deu pra perceber pela maneira como me olhava, ele aponto pro seu carro parado do lado a rua, ali vi que ele era rico mesmo, ele foi direto pra um motel bem top, conversavamos e ele a cada para no semafaro passava a mão pela minha coxa, eu ja estava doida pra dar pra aquele velho.

Entramos no motel e ele foi tomar um banho pois estava muito suado, eu eu fui também logo atras e vi, ao contrario do que imaginava a sua rola não era tão pequena, ai eu disse foi a hora de encher o seu ego mais ainda;

- nossa Marcondes, como pode uma rola tão linda como essa escondida ai por tanto tempo?

Ele nem respondeu, me trouxe pra perto dele e ficou esfregando aquela rola em mim, chupava que nem um condenado os meus peitos, me chamava de gostosa, de putinha. Dizia:

- ai sua vaquinha deixa esse velho mamar nas tuas tetinhas deixa?!

E ao mesmo tempo que ficava se esfregando, também passava a mão no meu grelinho, e eu ja estava muito excitada. Pequei ele pelo braço e o conduzi até a cama, ele deitou e eu fui pra cima dele, a pica dele ja estava dura, media mais ou menos uns 18 grossa e tinha a cabeçona.

Subi em cima dele e comecei a me esfregar, esfregava meu gelo duro em cima da barriga dele, e depois esfregava na sua cara e ele lambia como um desesperado e eu ficava deslisando em cima dele, molhando toda ele com o mel da minha xaninha, que ja estava pulsando, e ele gritava como um louco pedindo

- por favor ME CHUPA AIIIIIIIIIIIII POR FAVOR ME CHUPAAAA, EU QUERO GOSAR NA SUA BOCA

Eu disse pra ele;

- meu amor, aqui quem da as regras sou eu, vc vai gozar onde eu quiser, seu velho tarado.

Então eu comecei a sentar lentamente naquela pica maravilhosa, ia descendo e ele ia gemendo, fiquei subindo e descendo bem devagar, maltratando ele por um tempinho ate eu começar a cavalgar rapido, deixando ele doido, com ele ora pegando nos meus peitos ora apertando a minha bunda.

Eu comecei a dizer:

- ME ARROMBAA, VAI ME FODEEEEEEE, AHHHHHHHHHH

E pulava em cima da pica cada vez mais rapido e ele gritava e ja estava todo suado, e eu de vez em quando saia de cima do seu pau, pra fica esfregando o grelo na sua cara, eu ficava fazendo movimentos de vai e vem, senti um impulso dentro de mim ja anunciando o meu gozo, e eu continuei naquilo, só me esfregando e me contorcendo toda, pois ja estava gozando, a essa altura ele já estava quase morrendo, e pediu

- MONTA DE NOVO NO SEU CAVALINHO MONTA, MONTA, O SEU CAVALINHO AGORA VAI GOZAR EM VC…

Eu subi em cima dele e ainda mais excitada, comecei a quicar como uma louca e ele gritava

- AIIIIIIIIII, AAHHH, EU VOU MORRER, EU VOU MORRER.. AIHHHHHHE, AN, AN, AN, AN. AN

De repente lá vem aquele jato de porra quente molhando toda a minha xaninha, que ja estava tão melada, eu cai em cima dele, ofegante e ele nas ultima, ainda brinquei dizendo;

- não morre não que ainda poderemos repeti outro dia rsrsr.

Depois de um tempinho eu fui tomar banho sozinha, ele tava sem força alguma, depois que eu sai do banho, foi que ele foi tomar o dele. Quando ele saiu do banho eu já estava vestida esperando por ele, disse que estava ficando tarde, ele concordou, mas pediu meu contato, trocamos whats e ele me deixou em casa.

Ali começou uma grande amizade, ele me dar presentes e eu transo com ele rsrsrs. Não vou mentir, estou adorando isso !!

  • Enviado ao Te Contos por Ayla

terça-feira, 15 de julho de 2025

Começou como uma aventura e terminou com uma fantasia realizada; Menage

 

By; Silmaria

Ola a todos, sou a Silmaria, tenho 32 anos, sou casada, mãe, trabalho, malho, hoje tenho uma vida boa, bem normal. Mas no final da minha adolecencia ate os 21 anos, eu tinha uma vida bem dificil, morava na pobreza, e para conseguir certas coisas nessa idade eu acabei virando GP, junto com umas 3 amigas, e assim fomos ate a faculdade.

O que contarei não tem haver com esse tempo em que fui GP e sim um tempinho depois, especificamente nos meus 25 anos, eu já estava casada, já não fazia mais Programas a uns anos, mas ainda existia firme e forte uma PUTA dentro de mim. E no dia desse acontecido eu estava nesse periodo de PUTA.

Estava muito quente naquele dia e o meu corninho me deu uma carona até o banco. Eu estava de vestido longo, estampado em vermelho, bem acinturado, com um decote provocante, aberto nas costas e uma fenda até as coxas. Tatuagens à mostra, perfume bom, batom vermelho contrastando com minha pele branquinha.

A fila estava enorme, eu já estava impaciente! Atrás de mim tinha um rapaz de uns 20 e poucos anos, muito gato, me chamou a atenção e não demorou cinco minutos de uma conversinha boba para ele se entregar. Abusado e audacioso, deslizou uma das mãos pelas minhas costas e, apoiado no meu ombro, sussurrou no meu ouvido me propondo sair dali.

Ainda na calçada do banco cravou as mãos na minha cintura e grudou seu corpo no meu, deslizou as mãos pela minha bunda e arrancou um beijo, que foi o suficiente para nos fazer prosseguir com a aventura.

Entramos numa lanchonete de esquina e fomos para os fundos, numa varandinha com outro par de mesas e duas árvores que nos escondiam, escolheu a mesa mais isolada, voltamos a nos beijar, ele deslizava a língua e me mordiscava, desde as orelhas até os ombros. Escorregava os lábios pelo meu decote.

Ele manteve o clima ao acariciar minhas coxas e subir meu vestido, foi abrindo minhas pernas, com os joelhos e com as duas mãos debaixo da saia, tirou minha calcinha, veio arrastando com delicadeza e guardou a calcinha no bolso, uma tanguinha azul turquesa, toda rendada, molhadinha.

Meteu a mão na minha xota, alisou de baixo pra cima, e vice-versa, penetrava os dedos, meu caldinho escorreu pelas pernas, melou a mão dele. Gemi baixinho, me contorci para trás e gozei!

Precisava sentir seu pau e fui enfiando minha mão em sua bermuda, agarrei o cacete com firmeza, abaixei sua bermuda e punhetei com vontada. Bem gostoso, uns 18 cm, cabecinha rosinha. Latejava, pulsava e babava na minha mão, não resisti e comecei a chupar, torcia devagarinho, passava a língua, abocanhava tudo, sugava a cabecinha. Excitado, ele gozou na minha boca, engoli todo o leitinho dele.

Não tínhamos percebido, mas o dono do bar estava atento a cada detalhe e em nenhum momento cogitou nos impedir. Ao trazer a conta, o tarado manifestou suas intenções, o pagamento seria a minha calcinha, bem molhadinha. Meu futuro comedor respondeu que não, que aquela era especialmente dele.

O homem não cobrou o consumo, mas insistente no fetiche, pediu para sentir o cheiro do meu melzinho. sua piroca pulava dentro das calças, então o safadinho levantou meu vestido, mostrou minha bucetinha, melecou minha mão e ofereceu como degustação. O indecente mamou meus dedos com leveza.

Saímos do bar com ele me conduzindo um quarteirão abaixo e entramos numa república de estudantes, ele me puxou para dentro do quarto e foi me encoxando contra a parede já me posicionando de quatro, brincava roçando o pau na minha bunda. Se encaixou na minha buceta e, num balanço extasiante, meteu forte.

Com o barulho da foda um cara que estava na beliche desceu e o achei lindo! Estava de pau duro e perguntou se poderia ficar e participar, fiquei envergonhada, mas deixei rolar, nunca tinha feito um Menage, nem na época de GP eu tive essa Sorte, então esse seria um bom momento para essa realização.

O chamei pra perto e, de joelhos, tirei suas calças, fiquei louca, rola grande e grossa, pulsando. Enlouqueci de tesão! Me colocaram entre eles, num sanduíche de mim, me esfreguei em ambos, dançando e rebolando nas duas rolas. Minha pepeca pegava fogo, estava quente e molhada…

Coloquei os dois sentados sobre a mesa e os chupei, às vezes um, o outro, ou os dois atolados dentro da boca, mamei até as bolas, dei linguaradas no cu, beijo grego. Batia os caralhos na cara.

Até que me prenderam pelos antebraços e inverteram a situação, me posicionaram na cadeira com as pernas bem abertas sobre a mesa. Se revezaram chupando minha bucetinha ensopada. Enquanto um me beijava ou mordiscava meus seios, o outro metia a língua na minha buceta meladinha.

Gozei na boca de um e o outro quis sentir meu gostinho também. Em seguida o segundo cara me arrastou para a cama pela cintura e com uma reboladinha me encaixei; grelinho bem aberto, encostadinho na piroca. Com meu grelho duro, grudado naquela rola enorme, iniciei a montaria, dominei o gingado, bem do meu jeito, bem gostosinho. Ele entrou no meu ritmo e metemos numa pegada frenética.

O outro, atento ao meu rabo empinado e devagar, foi enfiando a pica no meu cuzinho apertado e fui ajeitando os dois cacetes, enterrou o pau no meu rabo, começamos um vai e vem delicioso. Enquanto me arrombava, me incitava com palmadas bem dadas, estaladas.

O primeiro gozou, depois de um urro estremeceu o corpo, mas continuou com o pau dentro, duro. Um tesão inquieto tomou conta de mim, me senti incendiar, vibrar… Gozei primeiro, com orgasmos múltiplos. Orgasmos que nos levaram a gozar juntos. Uma DP, imensuravelmente prazerosa.

Nossos corpos caíram, quase que emparelhados. Deitamos lado a lado, e me deleitei num abraço carinhoso duplo. Foi muito divertido!

Nos recuperamos daquela molezinha gostosa, emaranhados no beliche, com mais pegação e alguns beijos. Cheguei em casa sem calcinha, cheirando a suor e sexo.

Até hoje me pego relembrando essa brincadeira, que começou como uma aventura e terminou como uma fantasia: Ménage.

  • Enviado ao Te Contos por Silmaria

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Realizando um sonho; Minha tia e eu na casa de praia (lesb) (Junho-2025)

 

By; Ju

Oi sou a Ju, tenho 20 anos, sou loira 1.65 de alt. 60 kg. cab. longos, bumbum arrebitado e seios grandes. Eu era, ou achava que era hetero, mas sempre quis transar com mulher, principalmente com minha tia uma mulher de 38 anos, muito linda, morena de cabelos longos, labios carnudos e muito atraente, porém casada.

Tudo aconteceu mês passado, Junho, meus pais viajaram, e como eu estava tendo aulas ainda, e nao pude ir, fiquei triste, mas logo veio a surpresa que me deixou muito feliz, eu iria dormir na casa da minha tia, pois os meus pais ficaram preocupados em me deixar sozinha em casa.…

Ja fiquei imaginando coisas e pra melhorar o marido dela (meu tio), estava viajando a trabalho, e eles tem um filho que estuda fora, portanto ela estava sozinha!!

Na primeira noite conversamos muito, sempre tivemos uma relação muito legal, ela é muito alegre, divertida, de espirito jovem, me senti muito a vontade…

nos divertimos bastante, foi muitas vezes ao shopping e fomos a praia no final de semana, em um momento minha tia alegrinha de batida d vodka antes de voltarmos pra casa na praia, um carinha chegou pra puxar papo com ela, mas ela dispensou o carinha dizendo que estava com a namoradinha dela (EU!), meus olhos ate brilharam, e a cara de espanto do carinha foi de rachar o bico kkk.

Na noite de domingo, tava uma noite muito quente, assistismos um filme, e quando acabou, fui pro meu pro quarto, ela me disse que iria tomar um banho, enfim fui pro quarto, coloquei uma camisolinha curtinha, muito transparente e uma minuscula calcinha de renda toda transparente tambem. fiquei ali lendo um livro, ouvindo o som do mar, já que a praia fica bem pertinho e pensando coisas com minha tia…

Foi quando ela entrou no quarto com um roupão, e sentou do meu lado e com olhares começamos a conversar,.aquilo me deixou louca, porque a todo momento percebi que ela olhava pra minha buceta, me deixando muito excitada, perguntou se eu tinha namorado, se ja havia transado e a conversa tava tomando um rumo que eu estava adorando…

Foi quando ela pos a mão na minha coxa, senti um calor enorme, minha bucetinha ja estava ensopada e continuou na conversa, logo em seguida me disse que estava muito calor e tirou o roupão hummm, que loucura, que corpão lindo, umas coxas grossas sem barrriga, a calcinha era muito pequena para o tamanho da sua buceta, grande, volumosa ficava quase pra fora da calcinha, eu fiquei louca, perdi a voz e ela percebeu e sem dizer nada me deu um beijo na boca, fiquei surpresa, mas correspondi...

Beijamos feito loucas enquanto sua mão percorria meu corpo até chegar na minha buceta hummm, eu gemia e ela parecia uma tarada, me pegava, me mordia, me chupava, tirou minha calcinha e me chupou gostosamente, segurava minhas pernas e enfiava a lingua na minha buceta, que me fazia estremecer de tesão, que delicia.

Me chamava de sua putinha, mamava nos meus peitos que as vezes até doía, mas se misturava com tesão, ela ficou incontrolável e eu estava excitadisssima.

De repente ela saiu de cima de mim, foi até o seu quarto e voltou com um penis de borracha enorme e falou agora vou te fazer mulher minha putinha, colocou aquilo na cintura e novamente pos a me chupar, agora eu ja pedia;

- me fode, vai me fode.…

Ela entrou no meio das minhas pernas e foi enfiando aquele pau de borracha enorme dentro da minha bucetinha, parecia que tava me rasgando, era muito grosso, mas ela não tinha dó, e foi enfiando devagar e chupando meus peitos, que tesão louco, uma mistura de dor e tesão, mas muito mais tesao. .…

Agora ela ja mandava sem pena um vai e vem alucinado, fodia feito uma tarada, me chamava de puta, vadia, safada e eu gemia feito louca.…

Ela me fudeu quase a noite toda, e ainda me fez chupar aquela bucetona até ela gozar na minha boca e assim foi que dormimos, agarradas, nuas, ela com um penis de borracha na cintura, entre minhas pernas, sua mão segurando meu peito e minha boca melada do mel de sua buceta.

Acordamos na manha de segunda feira já na sacanagem, com ela me fazendo de putinha dela de novo, me fodeu de 4, dando tapa na minha bunda, quando terminamos ela me chamou para tomar banho com ela e conversamos bastante, ela perguntou se eu não gostaria de ficar sendo a “sua putinha”, ficariamos nos encontrando sempre pra fazer essas sacanagens, que por ela ser minha tia seria bem fácil nossos encontros, claro que aceitei, afinal era tudo que eu vinha querendo.

Já fizemos cada coisa nesse pouquinho de tempo.

*explicando essa cinta com penis de borracha, ela disse que aproveitava as viagens do meu tio e ficava com alguma mulher.

  • Enviado ao Te Contos por Ju

Constragimento Total; Minha sogra ontem viu o que não devia! (13-07-2025)

 

By; Marina

Me chamo Marina, sou casada, e gostaria de contar sobre ontem, domingo dia 13 de Julho.

O cheiro da comida de domingo pairava na cozinha de casa, misturado ao aroma de café fresco. Minha sogra estava na sala, e o som da TV preenchia o ambiente, mas meus pensamentos estavam em outro lugar.

Daniel, meu marido, estava de costas para mim, concentrado em cortar legumes na bancada, e a visão dele ali, tão entregue à tarefa, acendeu um tesão incontrolável dentro de mim.

A ousadia de estar com minha sogra em casa, tão perto, só tornava o desejo mais eletrizante.

Aproximei-me sem fazer barulho, e o abracei por trás, meu corpo colado ao dele. Daniel se virou, um sorriso surpreso em seus lábios quando nossos olhos se encontraram. O brilho em seu olhar me disse que ele entendia a urgência no meu toque.

- “Amor”, sussurrei, a voz rouca, sem soltar o abraço, “não consigo esperar.”

Ele riu baixinho, um som cúmplice. Seus olhos desviaram rapidamente para a porta da cozinha, verificando se estava tudo certo. A cozinha, com seus utensílios e aromas, seria nosso palco secreto.

Com um movimento rápido e impulsivo, fiquei de joelhos ali mesmo, no chão frio da cozinha, meus olhos fixos nele.

Aquele ato de reverência e desejo era puramente meu, uma resposta ao que ele precisava. Daniel me olhou, seus olhos famintos, cheios de uma paixão que me fez vibrar.

Com um toque suave, ele tirou o pau para fora. Ele estava quente e rijo, a cabeça, um tom avermelhado e pulsante, parecia me chamar. Respirei fundo, sentindo o cheiro dele, um aroma que agora representava a pura masculinidade e o amor que nos ligava. Com um beijo terno, comecei a chupar a cabeça do pau, sentindo a textura aveludada, a pulsação vibrante.

Meus lábios e língua o envolviam por completo, subindo e descendo, com movimentos ritmados e uma devoção que eu nem sabia que possuía.

Sentia a vida borbulhar dentro dele, o pau pulsando com uma energia vibrante que se alinhava ao meu próprio coração acelerado. As mãos de Daniel estavam em meus cabelos, me guiando suavemente, me aprofundando naquela união.

Eu o ouvia respirar fundo, os gemidos baixos indicando que o clímax se aproximava. Meus movimentos se tornaram mais urgentes, minha boca trabalhando com fervor. Eu queria receber tudo dele, levá-lo ao ápice.

E então, senti a explosão. O gozo quente e abundante dele explodiu e preencheu todo o meu rosto. Foi uma onda de calor e vida, a culminação da sua entrega.

Aquele leitinho era a essência dele, o ápice do seu amor.
No exato instante em que Daniel relaxava, ofegante, e eu sentia o gozo escorrer pelo meu rosto, a porta da cozinha se abriu.

E lá estava ela. Minha sogra, parada na soleira, um pano de prato nas mãos, os olhos arregalados de surpresa. O rosto dela foi de um choque completo.

Daniel e eu nos olhamos, um misto de pânico e uma pontada de humor na adrenalina. Minha sogra chegou e flagrou. Por um segundo, o mundo parou.

Não houve tempo para explicar, para disfarçar. Eu, ajoelhada, o rosto coberto pelo gozo do meu marido. Ele, com o pau ainda exposto, o olhar fixo na mãe.

O silêncio na cozinha era ensurdecedor, quebrado apenas pela minha respiração ofegante e a da minha sogra. Foi um momento que durou uma eternidade, mas que, de alguma forma, nos uniu ainda mais em nossa audácia e paixão.

Foi um constrangimento absurdo, o silencio pairou a nossa casa ate a hora que minha sogra foi embora logo após o almoço. Após ela ir embora foi divertido, meu marido e eu rimos bastante e ate transamos bem gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Marina

Ela gozou duas vezes no meu pau

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