segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Traindo em Recife. (Out-2021)

By; Helena

Sou Helena, sou casada, tenho 31 anos, sou psicóloga e de São Paulo.

No inesquecível mês de Outubro do ano passado, eu estava em um congresso em Recife, num belo hotel a beira mar, quando conheci o Marcel, ele é um empresário paulista que estava a negócios na cidade e, por coincidência, hospedado no mesmo hotel que se realizava o congresso.

Na primeira noite depois dos trabalhos fiquei com alguns psicólogos no bar da piscina do hotel quando vi Marcel pela primeira vez, ele estava saindo da piscina, umas pernas bonitas, morenas, e usava uma sunga que marcava mais do que o normal, o volume de seu pau.

Ele veio em nossa direção enxugando os cabelos e sentou-se na mesa à minha frente, eu não conseguia desviar o olhar dele, alguma coisa me magnetizava, quando me levantei para ir embora para meu quarto ele também se levantou e veio em minha direção.

- Posso saber seu nome? - ele perguntou-me sem cerimônia.

- Helena.- respondi curiosa.

- Prazer, sou o Marcel e adoraria ter sua companhia para um drinque se vc estiver sozinha.- ele falou calmamente.

- Quem sabe outra hora. - respondi apressada e fui me retirando assustada.

- Amanhã, aqui, na mesma hora, que tal? - ele insistiu.

- Vou pensar. - eu disse e saí rapidinho para meu quarto.

Estava tremula e não sabia porque, acho que fazia muito tempo que não era paquerada e aquilo me deixou confusa e insegura, o fato era que aquele homem realmente tinha me chamado muito a atenção e meus hormônios estavam explodindo, me deitei na banheira pra tomar um banho e tentar relaxar, mas o efeito foi exatamente o contrário, eu simplesmente comecei a me tocar, a acariciar meus seios e minha buceta, que acabei me masturbando feito uma tarada.

Gozei quase aos gritos, não me reconhecia, pior é que quando me deitei pra dormir, o tesão novamente se apoderou de mim e tive que me masturbar novamente e abafar meus gemidos com o travesseiro.

No dia seguinte não conseguia prestar atenção no que falavam no congresso, minha cabeça era um enxame de abelhas, o final dos trabalhos chegando e eu não sabia o que fazer, minhas pernas tremiam só de pensar em me encontrar com ele.

Quando o ultimo debate terminou corri para meu quarto e fiquei avaliando o que fazer, tinha ido sozinha ao congresso, mas tinha uma ou duas pessoas que tinham contato comigo em São Paulo e que eu não gostaria que me vissem com um estranho que nem participava do congresso.

Estava desesperada sem saber o que fazer e quando abri a janela pude ver Marcel na piscina, meu coração disparou e acho que eu perdi a noção de qualquer coisa, pois quando dei por mim estava de biquíni entrando na piscina, Marcel se aproximou de mim e disse:

- Isso quer dizer que vc aceita?

- Sim, mas eu não gostaria que fosse aqui, pois sou casada e tenho conhecidos no congresso.- respondi.

- Não se preocupe, eu também sou casado, podemos tomar um champgne no meu quarto, estou no 504 e te espero lá daqui a meia hora, pode ser?.- ele disse isso me olhando nos olhos e se afastou.

Assim que ele saiu da piscina eu também saí e fui para meu quarto, definitivamente eu tinha enlouquecido, minhas pernas tremiam, minha cabeça rodava, eu não sabia o que fazer, cheia de culpa resolvi ligar para meu marido, mas não consegui falar com ele nem pelo celular, minha cabeça dizia pra não ir e meu corpo me ordenando que eu fosse.

Vesti uma saia leve e uma blusa, estava muito calor em Recife, passei um perfume e fui para o quarto dele, que abriu a porta apenas de bermuda e sem camisa, e me beijou o rosto quando entrei.

Eu nem reagi, parecia uma colegial entregue a um homem experiente, ele se aproximou da mesa e colocou champagne numa taça e me ofereceu, fizemos um brinde, ainda sem trocarmos uma palavra.

Continuamos em silencio enquanto bebíamos, ele encheu novamente nossas taças e se aproximou de mim para enlaçarmos os braços para beber, quando acabamos ele segurou minha taça, colocou na mesa, e me beijou na boca.

Não me lembro se correspondi, quando recobrei a consciência estava na cama com ele lambendo minha xaninha e nós dois totalmente nus, ele me chupava com tesão e enfiava seu dedo em meu cuzinho e me fazia delirar, eu estava gemendo alto, e ele continuava mais e mais, minhas pernas completamente abertas e eu me oferecendo toda.

Ele me puxou pelas mãos e me fez sentar na beirada da cama e ficou em pé na minha frente, segurou minha mão e conduziu-a para seu pau, não acreditei, era um pau lindo, não era exagerado, mas era maior do o do meu marido, confesso que fiquei maravilhada, era circuncidado, moreninho e a cabeça inchada vermelha.

Meti minha boca naquele pau e chupei já preparando para te-lo dentro de mim, eu estava encharcada de tesão e precisava de um pau daquele na minha bucetinha.

Implorei que ele me fodesse, só pedi pra que ele colocasse devagar e foi o que ele fez, me deixou de quatro e me penetrou gostoso segurando meu quadril.

Senti cada centímetro daquele pau me arrebentando, quando entrou tudo e eu sentia seus pelos roçando minha bunda fui a loucura, me lembro que eu dizia coisas desconexas:

- Me fode tarado, mete

E me lembro bem dele batendo na minha bunda e dizendo :

- Mete putinha, fode gostoso safada, rebola na minha pica, isso gostosa, minha vadia.

Ele precisou tapar minha boca com as mãos, acho que eu estava gritando muito alto e fazendo escândalo, ele me batia ma bunda e me xingava e aquilo me deixava ensandecida :

- Fode cadelinha, rebola gostoso minha putinha, que buceta deliciosa vc tem vadia

- O que é isso, vc me deixa louca, me fode, fode sua puta, estou maluca

- Toma putinha, vou te encher de porra minha vagabunda, vc é mesmo uma vadiazinha

- Me dá...me dá sua porra, me fode tesão!

Enlouqueci, tive convulsões de prazer e gozei feito louca com o pau daquele homem enterrado em mim, ele continuou com o pau duro e deitou-se de costas na cama.

Fui pra cima dele e abocanhei de novo seu pau e chupei mais um pouco, sentindo o calor, o sabor a grossura, o pulsar dele, depois me sentei então naquela vara maravilhosa, de frente pra ele, até sentir que tinha entrado tudo.

Ele segurava meus seios, lambia e chupava meus mamilos, comecei a cavalgá-lo, setia seu pau entrando e saindo de mim, perdi o controle novamente:

- Aaiiiiiii vc me mata de tesão cachorro, vai me viciar nesse pau, vc esta me deixando louca

- Vem putinha, goza de novo no pau de seu macho

Minha buceta estava encharcada de novo, liquido escorria pelas minhas pernas, o gozo veio novamente forte e incontrolável, ele esperou até que me acalmasse novamente e me deitou de costas na cama, se ajoelhou sobre mim e começou a pincelar seu pau no meio dos meus peitos e a se masturbar, de repente ele levantou minha cabeça com uma das mãos e me mandou beber sua porra.

Abri minha boca e ele aproximou sua pica de mim e comecei a sentir os jatos, consegui beber o primeiro, mas o segundo me lambuzou o rosto e eu só conseguia lamber o que escorria na minha boca, os outros jatos ele direcionou para meus peitos e barriga, era muita porra.

Eu estava extasiada de tesão e ao mesmo tempo recobrando a consciência e ficando com vergonha de meu comportamento, me sentia uma vagabunda mesmo, como ele falava. Uma puta depravada.

Mas ainda não tinha acabado, ele lambuzou suas mãos com sua própria porra e lambuzou meu cuzinho com ela enfiando dois dedos dentro dele, doeu um pouco mas logo me acostumei.

Ele me deixou de quatro e então lambuzou seu pau na minha buceta e começou a enterrar no meu rabinho, quando a cabeça entrou vi estrelas, nunca tinha sentido tanta dor, mandei ele parar, mas ele não quis saber, continuou enfiando aquele monstrengo no meu cuzinho virgem (nem tanto, mas já fazia uns 5 anos que não o dava).

Não sabia se chorava ou se gritava, mas fui me acostumando e no fim eu chorava de dor e de tesão com ele socando seu pau em mim, ele segurava forte meu quadril e enterrava e tirava todo seu pau de dentro do meu cu.

- Toma Heleninha, minha putinha

Eu estava descontrolada, rebolava e chorava e gemia, abri tudo que eu podia pra deixar ele me foder, e ele me fodeu gostoso como nenhum homem tinha feito.

Quando ele gozou e tirou seu pau de meu cu, parecia que tinha saído uma melancia de dentro de mim.

Finalmente ele me deixou tomar banho e depois disso, pela primeira vez, conseguimos conversar.

Pra resumir. Fiquei no seu quarto até acabar o congresso, teve dias que faltei meio período só pra ficar fodendo com ele, em São Paulo, estamos sempre nos encontrando para dar belas fodas.

  • Enviado ao Te Contos por Helena 


Transamos enquanto eramos observados

 By; Erika

Me chamo Erika, tenho 25 anos, e sou de Santos-SP.

To namorando com o Paulo (ele tem 30 anos) a pouco tempo, e este pouco tempo que estamos namorando ja fiz coisas que ate então nunca tinha feito, pois sempre namorei com pessoas muito conservadoras, ate agora estamos convivendo muito bem porque gostamos das mesma coisas, como por exemplo se exibir, e eu to adorando, sinto um tesão imenso em me mostrar pra alguem, ou ate transar em local aberto onde estejam nos vendo é o que estava acontecendo de conosco.

O Paulo mora em uma cobertura e eu sempre vou ficar com ele nos finais de semana, tudo começou a algumas semanas atrás quando fez um calorzinho gostoso, estávamos nós na cobertura tomando um solzinho e bebendo uma cervejinha, era um sábado a tarde e a empregada ainda estava em casa, só que ela e bem discreta e não sobe sem nos chamar...

De repente olhei pra um prédio do outro lado da rua estava um cara olhando pra nos, pois o AP desta pessoa fica na mesma altura da cobertura, somente ele pode nos ver e mais ninguém.

Começamos a namorar, o Paulo passando a mão em mim e eu pegando no pau dele, e o cara doidinho olhando sem parar, de repente o Paulo ficou pelado, o cara saiu na sacada e fez que nós o visse, entrou, e ficou olhando nós de dentro, ai o Paulo falou pra eu ficar pelada pra deixar o cara doidinho porque era isso que ele estava querendo, eu entrei na piscina e comecei a tirar as peças, fiquei nua e nós vendo o cara doidinho, mas faziamos de conta que nos não estavamos vendo ele.

Sai da piscina nuazinha e fiquei andando de um lado para o outro, quando vi o cara estava com a porta toda aberta sentado em uma cadeira pelado olhando pra nos e se masturbando, nossa que tesão me deu..!!

De repente o Paulo me agarrou por traz e ficou com o pau na minha bunda e pegando nos meu peitos, e o cara olhando e se masturbando, de repente não me segurei, eu então me apoiei com as mão na mureta e ergui a bunda pra traz e falei para o Paulo me comer, pois eu ja estava com a minha xana em chama e toda aguada de tesão..

Ele meteu e começou um vai e vem e o cara na maior masturbação olhando o Paulo me comer, não pude me segurar por muito tempo onde eu gozei alucinadamente, antes do Paulo gozar eu me joelhei e abocanhei o pau dele e comecei a chupá-lo, e pra completar eu deixei que ele gozasse na minha boca pra ele ver eu me cuspir e limpar minha boca, e o cara não parava de se masturbar, de repente o cara pareceu na porta e começou a gozar pra fora e olhando pra nos e nos fazendo que não viamos ele!!

E assim ficamos o resto do tempo pelados e o cara não saia da porta olhando sem parar, ate que resolvemos descer porque ja estava ficando frio...

Ontem fez um sol gostoso e ficamos quase o dia todo na cobertura e o cara não apareceu, ficamos o tempo todo pelados, O Paulo me comeu, eu chupei o pau dele, ele chupou minha xana o tempo todo, foi tão gostoso que depois de tudo saimos pra comer alguma coisa e eu fui de saia e sem calcinha. Ai que delicia!

Eu estou adorando tudo isso!

  • Enviado ao Te Contos por Erika

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Com quem estará a minha calcinha!? (05-02-2022)

 By; Lays

Me chamo Lays, tenho 23 anos, e sou de Fortaleza.

Tenho dois amigos inseparáveis, sempre saímos juntos, e sábado dia 5, fomos a um bar onde existem mesas altas com banquetas, estavamos conversando quando comecei a sentir alguém passar a perna na minha perna...

No começo, fiquei com vontade de fazer uma piadinha para que a carícia parasse, mas comecei a gostar e sentir tesão, e a partir daí não conseguia mais olhar para nenhum dos dois nos olhos, não sabia quem estava me acariciando por baixo da mesa.

Continuei a conversar e sentia muito tesão, mas, não poderia demonstrar meu descontrole, resolvi ir até o banheiro para me acalmar um pouco, pedi licença para eles e saí, fiquei um tempo no banheiro, me refiz e voltei.

Quando cheguei a mesa os dois me olhavam vorazmente, e na minha cabeça eu gostaria de saber quem era o autor das carícias, quem havia me tocado de forma tão deliciosa e excitante, voltei a sentar a mesa e agora decidida a descobrir quem estava me tocando, olhava fundo nos olhos deles e isso me confundia cada vez mais, foi quando resolvemos ir para uma boate.

Chegando lá fomos dançar, bebemos mais um pouco no balcão e fui ao banheiro novamente, no banheiro tirei minha calcinha e guardei na minha bolsa, decidida a entregar para aquele que me fez carinhos no bar. Na saída do banheiro, uma mão me puxou para trás de uns vasos com plantas da boate, então eu imaginei que devia ser meu amigo, e comecei a beijá-lo, entreguei minha calcinha e comecei a beijá-lo loucamente.

De repente, senti uma mão entrando em minha saia e indo em direção a minha buceta, os dedos me tocavam e entravam dentro de mim vagarosamente, eu estava com muito tesão, peguei em seu pau e comecei a masturbá-lo, aquilo tudo estava maravilhoso, as luzes da balada, o som, aquele cantinho escuro que não sei se as pessoas me viam, mas eu via todas passarem, resolvi me entregar, levantei minha saia e deixei que aquele pau gostoso me fodesse.

Ele não me dizia nada, apenas me comia, sua mão percorria todo meu corpo sua boca beijava minha nuca, minhas pernas foram amolecendo e ele cada vez mais me comia mais forte ate que gozei de uma forma muito forte e boa, pouco depois ele também gozou, me deu um tapinha na bunda e me beijou, foi como se pedisse para sair dali, eu achando que era meu amigo, entendi a situação e saí.

Fui procurar os meninos, os encontrei e comecei a dançar, dançava feliz e olhava para eles com a ternura de uma amante, não sabia qual dos dois havia sido, mas tinha gostado muito, e a única forma era achando no bolso de qualquer um dos dois minha calcinha...

Mas até hoje não encontrei...

  • Enviado ao Te Contos por Lays

 

Eu gosto, então ...

 By; Fernanda

Meu nome é Fernanda, sou natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou morena clara, olhos verdes e cabelos negros lisos. Atualmente curso engenharia no Rio de Janeiro. Moro com minha única tia, irmã de meu pai e com o único filho dela.

E penso que quanto mais razoável eu deveria ser, mais minha mente maldita se inflama e se torna libertina. Recebi uma educação extremamente religiosa e deveria ser com 22 anos uma mulher recatada e cheia de pudores de acordo com a educação que recebi de minha família e no colégio, mas não passo da mais devassa das mulheres.

Sempre mantive afastado de mim este sentimento pusilâme que é o pudor. Todos os meus atos, inclusive os de libertinagem são inspirados pela natureza e não há nenhum, seja de que espécie for, de que me possa envergonhar. Portanto, eu banco a puta com os homens. É para mim, uma dádiva da natureza, eu poder provocar desejos em um homem. E minha ocupação principal é a de foder de manhã até a noite.

Quando eu tinha 18 anos fui para a cidade do Rio de janeiro, ficar na casa da minha paterna e que só tinha um filho. Eu ia fazer cursinho e tentar vestibular na faculdades da cidade, pois não suportava morar em Belo Horizonte. E fiz de tudo para vir para o Rio de Janeiro pois, eu gostava de mar e praia. E como minha tia era viúva e minha tinha trabalhava muito como médica em um hospital, eu e meu primo ficávamos sozinhos na casa.

Convivendo com o meu primo, passei a me ter sentimentos de desejo sobre ele, principalmente quando descobri que ele estava sem namorada.

Passei a usar roupas sensuais perto dele e tomar algumas liberdades com ele, mas não o suficiente para ser chamada de oferecida.

Coitado, ele estava virando uma pilha, chegou a tremer, mas acho que já estava ligado na transação. Mas pouco resultado eu estava obtendo. Um dia, já impaciente, dei nele, um beijinho só, mas ele não se segurou e, para grande surpresa minha, me devolveu o beijo. Depois disso passei a tomar todo tipo de ousadia possível. Logo botei para quebrar tanto quanto podia, mas estava querendo manter a imagem de menina inocente que ele tinha de mim. Isso atraia os homens em geral.

Não fui logo dando para ele. Primeiro nós “brincávamos” de mamãe e neném, mesmo ele sendo mais velho do que eu. Eu me sentava, ele deitava a cabeça no meu colo, eu tirava um peito, punha os dois dedos perto dos mamilos, ele mamava de olhos fechados e mais ou menos gemendo. Depois eu mudava de peito e ele continuava a mamar. Pouco tempo depois nós evoluímos na brincadeira e eu ficava afagando o pau dele, enquanto ele mamava.

Pouco tempo depois, evoluímos mais ainda. Eu nunca ficava nua, só tirava os peitos, mas ele ficava nu. Depois foi indo, foi indo e logo começamos a transar. Mas a brincadeira que eu mais gostava era quando eu dava de mamar a ele nos peitos e, em seguida, tirava as calças, separava meu clitóris dos grandes lábios, apresentava-o com todo carinho e ficava vendo ele mamar geralmente tocando uma punheta nele. Era uma sensação deliciosa a dele mamando entre a minhas coxas.

A primeira vez que transamos foi assim:

Era noite, depois de brincarmos, ficamos conversando na sala. Falávamos altas sacanagens e apertei os peitos nele, que tirou minhas mãos, mas daquele jeito safado de quem não quer que a gente realmente tire. Percebi que ele queria era transar. Me insinuei para ele, mas ele disse que iria dormir. Fiquei pensando nele. Isso ocorreu também mais 3 noites seguidas. Entrei discretamente no quarto de meu primo que dormia de porta destrancada e o vi completamente nu. Ele queria que eu tomasse a iniciativa e o nu dele era o sinal que queria transar. Fiquei nua também. Comecei a beija-lo pelo corpo. Ele que fingia que dormia, me puxou para perto dele e começou a me beijar pelo corpo.

Abri a pernas e disse:

- Chupe aqui.

Me sentia poderosa. Como ele nada fez, puxei a cabeça dele para dentro de minhas pernas. Logo entrei em orgasmo e deslizei sobre a cama Que sensação boa era a de sentir a boca dele como quem encaixa uma peça de precisão, como quem dá de mamar. Imediatamente, já possessa e numa ânsia que me fazia fibrilar o corpo todo, resolvi montar na cara dele, cavalgar mesmo e aí gozei mais não sei quantas vezes, na boca, no nariz, nos olhos, gozei nele todo e então desci e chupei ele, engoli aquela viga, depois lambendo o saco, depois me enroscando nele e esperando ele gozar na minha boca, mas não só gozou na minha boca, acabou esguichando no meu rosto e esfreguei tudo em nós dois. .

Ele pediu que abrisse as pernas e curvou meus joelhos para cima, afastou as minas coxas ainda mais, encostou a pica bem no lugar certo, agarrou meus ombros com os braços em gancho pelas minhas costas, abriu a minha boca para me beijar com a língua enroscada na minha e, num movimento único e poderoso, dele enfiou em mim.

E que prazer grande, o vai e vem dele! Foi bom sentir aquele pau dentro de mim e sentir ele gozar dentro de mim. Tudo foi perfeito e para não ficar grávida eu tomo pílula, pois não importam o que digam, odeio camisinha. Ela me retira o prazer que me é tão caro.

Desde então transávamos sempre.

Ele me deixava molhada todas as vezes em que me tocava, ele anunciava que ia gozar em mim como um general romano em triunfo, me elogiava antes, durante e depois, o pau dele pulsava em minha boca antes de ele gozar, todas as minhas entradas palpitavam antes de ele meter, eu subia para o céu quando ele levantava meu traseiro e me transfigurava numa potranca sendo enrabada por um cavalo puro-sangue.

Às vezes ficava sentada com a boca junto ao pau dele, assistindo transportada a ele bater punheta para, na hora de dirigir o jato à minha boca. Fizemos isso muito isso em ocasiões em que a pressa era inimiga da perfeição e tiramos vários finos, fomos quase pilhados diversas vezes, mas isso dava graça.

Logo, passamos a sair. Gostávamos de sair para passear à noite e fazer sacanagem na rua, sabendo que estavam nos espreitando. Bebíamos numa pracinha ao ar livre e depois nos levantávamos e íamos para o escuro, se agarrar.

Voltávamos com a cara mais inocente do mundo, sabendo que todo mundo sabia e que alguns tinham espiado e mesmo tocando uma punheta vendo eu e meu primo nos beijando, chupando fazendo outras coisas ao ar livre. Muitas vezes eu ficava com uma cara de puta inocente e dizia que queria dar para ele gemendo entre ofegos quase lacrimosos e explicando que estava precisando que ele me cobrisse, me proteger, penetrasse bem fundo em mim e esporasse muito em mim. E dizia:

- Por favor, por favor.

Ele ficava muito excitando com isso.

Ele me adorava de biquíni. Quando íamos a praia, eu só ia de biquíni, sem nada por cima a pedido dele. Íamos no shopping e ele me presenteava com os mais variados biquínis e me fazia os experimentar na frente dele. Ele gostava de me admirar de biquíni. Era a tara dele.

Posso dizer que eu e meu primo estamos juntos. Mas não somos fiéis um ao outro. Podemos ter outros parceiros, pois para nós é uma bobagem a tal monogamia. Além de não ser natural, ela torna a vida uma chatice. Pois imagine só, você passar a vida trepando com uma só pessoa. É Cansativo.

  • Enviado ao Te Contos por Fernanda

 

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Depois de transar com minha prima eu terminei com o meu namorado (lesb)

By; Bianca

Sou mineira, me chamo Bianca, tenho 20 anos (quase 21), sou loira, branquinha, olhos cor de mel, baixinha (1,65 de altura) e falsa magra (cintura fina e quadril largo), moro em uma pequena cidade do interior, que prefiro não mencionar.

Eu tenho uma prima chamada Bárbara, seis meses mais velha do que eu, que também estava insatisfeita com seu namorado, tanto o meu, quanto o namorado dela, passavam o final de semana todo fora e deixava-nos sozinhas em casa, eles saiam a tarde, bebiam o dia todo e quando chegavam já a noite e apagavam, não tinham forças nem para nos comer, e isso era frustrante para nós.

Para não passarmos o final de semana tristes, nós resolvemos nos reunir em minha casa em uma de nossas tardes, nós resolvemos comprar duas garrafas de catuaba e conversar, a gente sempre passava as tardes sozinhas e tínhamos o costume de usar roupas curtas, a medida em que fomos ficando bêbadas, eu resolvi ligar o som pra gente dançar em meu quarto, nós começamos a dançar juntinhas e eu comecei a sentir tesão por ela.

De repente, estava com tanta vontade de beijá-la que me assustou, eu me afastei fingindo estar sem ar para evitar cometer uma loucura e beijá-la bem ali, e como se tivesse lido meus pensamentos, Bárbara me puxou para o beijo mais sensacional que eu já havia experimentado em toda a minha vida!

Era um beijo urgente e ao mesmo tempo suave, eu sentia a língua dela descobrindo a minha boca e a minha também passou a ter um desejo de descobrir cada parte daquela boca quente e macia, quando dei por mim, já tinha perdido o controle e estava tirando minha blusa, foi aí que Bárbara me parou, e disse que nunca havia transado com uma mulher e não sabia o que fazer, eu disse que também não sabia e que nós deveríamos ir pela nossa intuição e tesão.

- Eu esperei muitos anos pela oportunidade de ficar contigo, quero que nossa transa seja inesquecível. - Bárbara sussurrou me olhando nos olhos.

- Vai ser! - a respondi no mesmo tom.

Comecei a ir passando meus lábios por seu pescoço, indo até sua orelha, voltando para seu pescoço e comecei a descer para seu ombro, enquanto isso ela gemia e tremia de tesão e eu fui ficando cada vez mais sedenta.

Tirei sua blusa e vi seu belo sutiã branco, comecei a beijar sua boca e acariciar seus seios durinhos por cima do sutiã, Bárbara passava seus dedos pelos meus cabelos lisos e longos e pelo meu quadril, depois ela tirou minha blusa, meu sutiã caríssimo e caiu de boca em meus mamilos já durinhos de tesão, ela me chupava de uma maneira deliciosa e dava suaves mordidinhas que me tiravam o ar, chupou os dois seios, eu senti meu melzinho escorrer como meu namorado nunca havia feito e eu fui as nuvens pela primeira vez, depois de deliciar-se com meus seios, ela começou a beijar minha barriga lisa.

- Tá gostando dos meus carinhos, prima? - perguntou-me.

- Muito! - respondi sem fôlego - Mas agora é minha vez de te chupar, priminha!

Eu tirei seu sutiã e percebi que seus seios estavam maravilhosos, eu passei a chupá-los e meu tensão foi só aumentando!

Eu chupava, dava leves mordidinhas e passava minha linguinha suavemente em seus mamilos, o prazer que ela estava sentindo me fazia quase inflar de tesão, eu estava cada vez mais molhada e parecia que eu iria morrer de tanto prazer, comecei a beijar sua barriga, como ela havia feito comigo e a guiei até minha cama onde ela deitou e eu tirei seus short e o meu também, por cima da calcinha dava para ver como ela estava molhada, eu a olhei nos olhos e disse.

- Sua xoxotinha quer que eu a beije! Você deixa?

- Faz o que você quiser comigo! - respondeu.

Eu tirei a calcinha dela (que estava pregando de tanto mel), e comecei a passar a língua em seu grelinho para sentir o sabor, o gosto era inebriante e eu comecei a chupá-la com vontade enquanto ela gemia cada vez mais alto, não tive medo que meus vizinhos nos ouvissem, chupei seu grelinho e passava minha língua por sua bucetinha inchada de tesão, até que ela gozou em minha boca.

- Quer sentir o sabor da sua xota gostosa? - a provoquei.

- Só se for pelos seus lábios! - ela respondeu sem fôlego.

Eu então a beijei loucamente e ela parecia estar enlouquecida enquanto me beijava e sentia seu mel em minha boca.

- Minha vez de te experimentar! - ela falou quando eu acabei de beijá-la.

Bárbara voltou a chupar meus seios enquanto eu gemia de tesão, ela desceu a mão pela minha cintura, sem deixar de chupar meus seios e quando seus dedos tocaram minha xototinha, ela deu um suspiro de prazer e disse.

- Humm... Você está tão molhadinha, priminha, e eu estou morrendo de sede!

Ela então, largou meus seios, tirou minha calcinha e caiu com vontade em minha bucetinha, ela chupava meu grelinho e eu gemia de prazer, ela chupou minha xoxotinha toda e eu gozei gostoso, ela limpou meu gozo com a boca e quando ela estava "limpando" meu grelinho, eu gozei de novo!

Nós nos beijamos em minha cama e acabamos transando mais uma vez.

Depois mais tarde percebemos que nossos namorados chegariam em poucas horas, então resolvemos aproveitar para tomar um banho juntas, e claro, acabamos transando debaixo do chuveiro! Foi uma delícia e nós usamos o chuveiro com muita criatividade.

Depois daquele dia, resolvemos fazer do novo passatempo um segredinho nosso e nós passamos a transar toda a semana, conforme o tempo foi passando, nós fomos melhorando nossa performance, adicionamos brinquedinhos, e transamos em diversas posições e sentimos ainda mais prazer.

Depois de dois meses (e uma nova aventura) eu resolvi por um basta em meu namoro e seguindo meu exemplo ela também ficou solteira, nossa relação até hoje é a mesma, porém agora ela também vem me visitar durante a semana e as festas de família ficaram mais interessantes, pois a gente sempre escapole para transar.

É como diz o ditado: "As primas servem pra gente não chupar as irmãs (ou algo assim)!".

  • Enviado ao Te Contos por Bianca


E lá se foi a moral dele.

 By; Marina

Eu sou Marina, tenho 28, morena, pele branquinha, 1.57 de altura, 50 kg, cabelos cacheados e olhos castanhos, pernas bonitas, coxudinha, bundinha cheinha e gostosa, tenho seios médios de encher a mão (ou a boca, como queira)... Enfim não creio que você, me expulsaria da sua cama.

Mas sou meio geniosa e se fico brava ou indignada fico meio impulsiva.

Aconteceu um tempo atrás no meu apartamento, tinha um senhor (tinha uns 55 anos), meu sindico, me detestava pegava no meu pé por tudo, ele fazia o tipo puritano, guardião da moral e dos bons costumes, vivia reclamando de tudo, que meu marido viajava e eu ficava sozinha e fazendo barulhos até tarde, que andava com roupas impróprias (meus shortinhos tão inocentes) nos corredores, besteiras assim.

Um dia eu estava só e ele apareceu pra reclamar de algo sobre minhas roupas intimas penduradas na área de serviço que cairiam no térreo no apto. dele.

Bom o cara foi lá, fez questão de entrar pra encher meu saco, sentou e começou a ladainha, pior que eu estava para entrar no banho, só de roupão e fiquei em pé na frente dele ouvindo, aquilo foi me enchendo a paciência, até que me deu um estalo: deixei cair o roupão e fiquei peladinha ali na frente dele.

Ele ficou mudo, dei um passo a frente, meus peitos bem na cara dele (sou baixinha), ele primeiro ficou extático, olhos arregalados e fixos nos meu peito, de repente me agarrou me enlaçando pela cintura e caiu de boca nos meus seios.

Num instante acabou a falsa moral do velho chato, ele chupava meus seios, agarrava minha bunda, me puxou pro colo me fazendo montar nele, me chupava e se contorcia estocando pra cima e eu sentia a surpreendente ereção dele por baixo da bermuda.

Ele virou por cima de mim me deitando de costas no sofá e já foi tirando a bermuda sem parar de mamar, eu abri as pernas e ele veio metendo direto, numa enfiada só, e arfava nos meus ouvidos me fodendo e me chamando de puta, que sabia que eu era vagabunda, que eu “tava pedindo” pra levar uma metida, depois de alguns minutos eu falei:

- Viu seu velho safado, todo cheio de moral, mas veio pra cima de mim como um tarado qualquer, Anda! Fode logo essa buceta que você ainda tem que comer o meu rabo, esse rabo que você fica comendo com os olhos quando passo de shortinho.

Dai ele enlouqueceu de vez, urrava e me fodia como louco, de repente parou, saiu de cima e eu rapidamente virei de quatro e ele veio com tudo na minha bunda, ele estava nervoso que não acertava o cú e tive que ajeitar com a mão, e ele meteu como se nunca tivesse comido uma bunda na vida dele.

Eu estava adorando ver a pose dele cair por terra e ficava pensando na cara dele depois dessa.

Quando ele gozou quase desmaiou, desabou nas minhas costas bufando, eu deixei ele amolecer e sair de mim e fui escapando de baixo dele e pegando meu roupão e vestindo, ele foi se recuperando e percebendo que tinha perdido toda moral de senhor respeitado, catou a bermuda sem falar nada, vestiu e ficou ali sentado sem saber o que dizer e foi levantando e indo para a porta, eu chamei:

- Espera ai! Nada disso não pense que vai sair assim, a partir de agora eu quero mais respeito comigo. O senhor vai ser bonzinho entendeu?

Ele ainda tentou: - OLHA SENHORA EU....

E eu cortei: - Nada disso, vai ser bonzinho sim e quem sabe de vez em quando eu quebre teu galho de novo. Nem que seja assim...

E me ajoelhei na frente dele e puxei o seu pau pra fora da bermuda, antes que ele reclamasse comecei um boquete, ele gemia, parecia que ia cair.

Quando ele estava quase gozando eu parei, ele ficou pasmo, com uma cara, eu empurrei ele pra fora e fechei a porta, não sei como ele se viu lá fora de pau duro no corredor, eu adorei, pela situação, o gosto de vitoria.

Até gozei quando ele estava me enrabando, mas não deixei ele perceber.

Ele não é mais nosso sindico, mas enquanto foi, eu nunca mais ouvi uma reclamação, só os olhares pidões dele pra mim.

Mas esse era o castigo: ele ficar doido de cada vez que me via e saber que depois de ter provado o bom da coisa ia ficar sempre na vontade, que euzinha ele não pegava mais. Nunca mais.

Ah tá bom! Só uma vezinha mais, por que andava meio na seca, uma chupadinha no elevador, ele gozou tanto na minha boca que eu quase afoguei, mas depois, nunca!

  • Enviado ao Te Contos por Marina

Minha Boadrasta (lesb)

 By; Claudia

Me chamo Claudia, tenho 22 anos, sou carioca, morena, cabelos negros, lisos porém encaracolados, bundão, pernão, peitinho...não muito alta...

Esse caso aconteceu a bastante tempo, mas rendeu muito, e então resolvi contar a vocês, eu simplesmente amei esse dia.

Meus pais eram separados e já viviam com outras pessoas. Eu, ainda estudante, ficava sempre na casa do meu pai e da minha madrasta, pois era perto da escola.

Eu já mocinha, 16 aninhos, virgem ainda, saia todos os dias da escola, passava na casa do meu pai pra almoçar e depois ia embora...

Um dia, cheguei da escola, minha madrasta estava descendo as escada, me parou e começamos a conversar, eu com uniforme, sainha de prega, meia ¾, conversávamos sobre várias coisas, comecei a perceber que a tom da voz dela mudou, a fisionomia também havia mudado, ela chegou mais pra perto de mim e perguntou se poderia me fazer uma pergunta, eu disse que sim, com a voz já meio trêmula...

- "VOCÊ É VIRGEM?"

Ela me perguntou olhando no fundo dos meus olhos, eu a respondi que sim, e perguntei o porquê da pergunta... Neste momento, ainda em pé, ela colocou as mãos por baixo da minha saia, e bem devagarzinho alisando minha bucetinha pergunta novamente..

- "JÁ PASSARAM A MÃO AQUI?"

Eu, totalmente arrepiada e safada como sempre, respondi olhando nos olhos dela deixando claro que estava gostando...

- "SIM, JÁ SIM...MAS NUNCA TÃO GOSTOSO QUANTO VOCÊ ESTÁ PASSANDO"...

Minha madrasta deu um passo a frente, chegando bem pra perto de mim, me encarando ainda, chegou minha calcinha pro lado, acariciou meu grelo já endurecido de tesão com a ponta do dedo, eu fechei meus olhos e me entreguei totalmente àquele momento, ela sem pestanejar enfiou o dedo todo em mim, e começou um movimento de vai e vem, quando dei por mim já estava rebolando num ritmo com os dedos dela e recebi um beijo na boca, quente, macio, e cheio de tesão, que foi aumentando o ritmo e ficando mais veloz..

Ela me ajoelha no chão pelos cabelos, tira sua calcinha, coloca suas pernas na poltrona, e enfia minha cara na buceta dela, que cheiro de sexo, que mel delicioso, eu me masturbando de joelhos e chupando a buceta da minha madrasta tive meu primeiro orgasmo, parecia que o chão ia se abrir, meu corpo ficou quente demais, gozei tanto que parecia que tinha feito xixi...

Nos beijamos tão demorado que parecia que o mundo tinha parado, esse dia fizemos “apenas” isso, mas o começo, continuamos esses nossos "encontros" que foram ficando ainda mais picantes, por anos...

  • Enviado ao Te Contos por Claudia

Sou uma menina caridosa

 By; Leandra

Eu me chamo Leandra, tenho 18 anos, e moro em uma cidade no interior do meu estado.

Minha turma da igreja faz trabalhos voluntários, saímos a tarde para levar comida e ajuda aos necessitados e morro de pena das pessoas.

Um dia fomos em uma rua que tinha algumas pessoas dormindo no chão, tinha um senhor sentado no banco, enrolado em um cobertor, ele me chamou.

- Menina vc me lembra minha falecida esposa, era morena como vc, de cabelos lisos e muito bonita, ah como sinto saudades - e começou a chorar ...

- Não fica assim, ela está bem...

Quando vi tinha abraçado ele, morta de pena tentando diminuir sua dor...

- Onde o Senhor Mora? Perguntei preocupada...

- Moro logo ali, sempre venho pra cá pro tempo passar...

Mostrou sua casa e me convidou pra tomar um café, fui com ele, a minha turma já tinha se afastado. Chegamos lá, ele fez o café e tomamos, sentei no sofa e fiquei vendo suas fotos, ele me disse que tinha saudades da mulher, que queria uma namorada...

- Vc quer ser minha namorada?

- Eu? Acho q minha familia não deixaria NE

Ele começou a chorar, fiquei com dó e abracei

- Tá bom, podemos namorar um pouquinho..

Ele se chama José, tinha mais de 60 anos, um pouco gordo e careca, Me sentou em seu colo.

- Que delícia, agora tenho como matar a saudades.

Se levantou comigo no colo e me levou para o quarto, me colocou em pé no chão e começou a tirar a roupa, enquanto eu olhava, ficou so de cueca.

- Agora vc tira a roupinha, ou eu vou tirar ...

Tirei a blusa e a saia, fiquei só de calcinha, com meus dois limoezinhos de fora, ele começou apertar um e outro, sentou na cama, fiquei em pé entre suas pernas, ele começou a mamar nos meus pequenos seios, chupava um, depois o outro, me segurava pela cintura.

- Agora sobe na cama, isso... ajoelha, abaixa a cabeça ate o colchão e arrebita a bundinha, isso, agora abre as pernas, abre mais, mais isso...

Fiquei com as pernas escancaradas, ele começou a alisar minha bundinha e bucetinha, tirou a calcinha de lado e ficou massageando meu grelinho, descia e subia a mão do grelo ao cuzinho, tava muito gostoso, então ele fez eu juntar as pernas e tirou minha calcinha, mandou abrir as pernas novamente, começou a massagear meu clítoris e falava:

- Vc ja deixou alguém fazer isso?

- Sim

- Quem?

- Um amigo

- E quem faz melhor, ele ou eu?

- Vc!

Seu José começou a meter um dedo dentro da minha xaninha, doeu um pouco, ficou tirando e colocando, vai e vem e começou com a outra mão massagear meu grelo, depois meteu dois dedos.

- Nossa como é apertadinha, mal cabe meus dedos, mas vai ficar enorme com meu pau.

Ele começou a meter com força, parava com eles dentro da buceta e virava, puxando pra baixo.

- Agora deita minha cadelinha, isso, abre as perninhas quero ver sua grutinha

Deitei de barriga pra cima, abri as pernas e ele sentou entre elas e ficou olhando minha buceta, abriu ela com as mãos e cuspiu em cima, espalhando a saliva, ficou dedando depois tirou os dedos e pediu pra eu chupar eles, fiquei chupando os dedos diante do seu olhar faminto, tirava da minha boca e colocava na minha xota, e depois a colocava na minha boca. Então tirou a cueca e deitou sobre mim.

- Agora vc será minha, quero ver gemer que nem uma cadela de rua.

Pôs a camisinha e meteu de uma vez a pica, dei um grito e ele sorriu, e continuou metendo firme e forte, me abraçava, cheirava meu pescoço e beijava, ate que disse que ia gozar, e gemeu se apertando em mim, ele deu uma bombadinha e deitou do meu lado.

- Nunca comi uma puta assim, sua buceta é gostosa demais, vou lavar vc porque quero chupar ela.

Me levou ate o banheiro, lavou minha xana e me levou de volta ao quarto, me deitou, abriu minhas pernas e caiu de boca na xana, tava dolorida pelas varadas, mas foi esquentando, eu ja sentia muito prazer, chupava meu grelo, lambia, cuspia em cima e voltava a mamar, ate que gozei na sua boca!

- Minha mulherzinha gozou... agora eu

Me virou de costas pra cima, colocou outra camisinha e meteu sua pica na minha buceta, fiquei de quatro na cama e ele ajoelhado atrás metendo forte, me puxava pelos cabelos, batia em minha bunda, ate que gozou de novo.

Tomei um banho e nos despedimos, fiquei com a bucetinha doendo, fui para casa e depois disse ao meus amigos que tinham ligado pra mim de casa, ai sai sem avisar.

Foi gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Leandra

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Descontei com estilo! (Jan-2022)

 By; Fernanda

Oi, meu nome é Fernanda, tenho 29 anos, sou casada a 5 anos, sou uma morena bonita, coxas grossas, cabelos encaracolados e seios fartos.

No final do ano passado um fato que abalou meu casamento, meu marido estava me traindo e eu descobri, já desconfiava, e a certeza veio através de um flagra sem querer, eu consegui tirar foto e gravar um vídeo, procurei um advogado, contei a minha historia e pedi que ele fizesse um documento para a minha separação, e quando estivesse pronto ele me desse para eu pedir que o meu marido assinasse.

Eu aguentei cerca de um mês calada, mesmo sabendo que durante a semana ele ficava cerca de 3 horas com ela, e chegava em casa, sempre falando que o trabalho estava cansativo.

No final de janeiro o advogado me chamou ate seu escritório e me entregou o documento, eu mesma fiz questão de entregar ao meu marido para que ele assinasse.

Voltei para casa, arrumei minhas coisas, roupas, perfumaria, jóias, dinheiro, documentos pus no carro e fui deixar na casa da minha irmã que já estava sabendo o que iria acontecer.

Tomei um banho, vesti uma roupa mais provocante e bem perfumada liguei para o Paulo, um amigo do meu marido que sempre me deu moral, mas por respeitar meu marido nunca dei a menor bola, conversamos por uns 10 minutos e praticamente me joguei pra ele, que entendeu o recado e perguntou se eu não queria sair com ele, falei que não, que queria mesmo era ir ate a sua casa, e ele amou a ideia.

Paulo é solteiro, tem uns 30 anos, tem um apartamento bem arrumado, muito bonito e namorador.

Cheguei ao seu apartamento e ele estava em estado de choque por eu estar mesmo ali, nos cumprimentamos e conversamos um pouco, Paulo deu-me uma bebida, assim que fui relaxando, ele se aproximou olhando nos olhos e nos beijamos, foi um beijo quente, cheio de desejo, não demorou muito estávamos já tirando toda as nossas roupas, senti quando tocava meus seios e começou a suga-los com verdadeira vontade em seguida me chupava a xana com desejo, eu delirava.

A muito que não era amada dessa forma, eu estava molhadinha, sentia seus labios e sua lingua me penetrando, ah que delicia, não demorou estava num 69, com seu pau duro em minha boca, eu chupei ele todo, suguei suas bolas, punhetei rápido e devagar e o fiz gozar na minha boca, senti as golfadas dentro da minha garganta. Gozamos juntinhos.

Fomos pro chuveiro, nos refazemos, tomamos mais umas bebidas e novamente começamos a nos beijar, acariciar, desta vez me pus de quatro pra senti-lo bem fundo dentro de mim, Paulo meteu aquela pica de uma só vez, vi estrelas, quando quis reclamar ele se pos a cavalgar rapidamente segurando firme minha bunda, enquanto dizia “que a muito queria me comer com vontade e que não perdoaria a mulherzinha de seu amigo não, e que ia comer meu cuzinho também, para que o chifre fosse completo”.

Sentia aquele ir e vir forte, batendo dentro do meu útero que se contraia, ah que delicia, eu estava amando aquela foda, senti que ele se abaixou e pegou algo, não demorou senti que derramava algo no meu cuzinho, relaxei, pois sabia bem o que viria, minha xana já estava toda esfolada e satisfeita de tanto ser arremetida, já havia gozado pra caramba, mas faltava fechar (ou abrir..rs) com chave de ouro.

Ele tirou aquele pau duro e melado da minha xana e posicionou-a no meu cuzinho, já todo lubrificado com gel e pelos seu dedos que enquanto me fodia a xaninha enfiava os dedos abrindo ele e preparando pro seu pau que eu já ansiavam.

Desta vez foi mais delicado e foi forçando pouco a pouco, as vezes tirava e enfiava com força na minha boceta de novo, pra novamente forçar meu cuzinho, quando viu que poderia, meteu firmemente no meu rabinho até o talo, eu vi todas as constelações, mas amei, quando começou aquele vai e vem gostoso que prosseguiu por alguns minutos mais, eu gozei como louca pelo rabinho, ambos gozamos gostoso, ele encheu me robô com a sua porra quentinha.

E depois de mais um banho, e uma rapidinha com ele fodendo a minha buceta de 4 no sofá da sua sala eu fui pra casa com o rabinho e a xaninha ardendo e feliz.

Cheguei em casa com cabelo molhado,e fiz questão de chegar após o meu marido já estar em casa, ele perguntou onde eu estava/ o porque do cabelo molhado, o porque daquela roupa que eu usava? Onde estava as minhas coisas que ele não viu o no quarto? E ate o porque não tinha janta pronta?

Eu peguei da minha bolsa duas pastas, uma estava o documento da separação e na outra tinha as fotos e um cartão de memória do vídeo que eu fiz dele com a amante, liguei o seu notebook e mostrei o que eu tinha visto, vídeo e fotos, disse que já sabia de tudo, tirei o documento da separação e falei para ele assinar e ir viver a vida dele com quem ele quisesse.

Ele tentou se desculpar de todas as maneiras ate pra a sua mãe ele ligou, mas não teve jeito, ele depois de quase 1h tentando em vão fazer eu mudar de idéia, ele assinou, deixei as coisas com ele, falei pra nunca me procurar, nunca, NUNCA!

Agora sou livre, fui chifrada, mas chifrei de volta!

  • Enviado ao Te Contos por Fernanda

No motel com o 40tão sexta (29-01-2021)

 By; Leticia

Me chamo Leticia, tenho 20 anos, sou morena de 1,65 de altura, com seios fartos, bunda grande, cabelos ate o ombro lisos e pretos...

Já tive alguns namorados os quais nunca me satisfizeram de forma alguma no sexo, mas sempre tive uma repulsa de homens mais velhos,  eles não me excitavam...

Ate que sexta-feira, estava após ao trabalho em um barzinho como de costume com minhas amigas do trabalho, fui ai banheiro, quando esbarrei em um homem enorme, ele devia Ter 1.80 e com certeza no mínimo uns 40 anos, mas ele era maravilhoso o cheiro dele logo me fez ficar excitada e acho que ele percebeu, e claro logo veio se roçar em mim, coisa que eu odiava quando faziam, mas com ele não, fui me esfregando nele também no ritmo da musica que tocava, porque o banheiro era próximo a pista de dança que tinha no bar e quando senti a tora dele encostando em mim fiquei totalmente pirada, perdi totalmente o controle, não me importava com quem estava olhando, nem com minhas amigas que deviam estar perplexas com minha atitude, disfarçadamente passei a mão para sentir o tamanho, tava tão duro que parecia uma madeira...

Ele sussurrou no meu ouvido que era dono do bar e que já tinha me visto ali outras vezes, falou para eu ir com minhas amigas e depois ligar para o bar e pedir para falar com Sérgio, eu falei que tudo bem quando.

Voltei para mesa para minha surpresa as garotas ficaram me perguntando como eu deixei um coroa maravilhoso daqueles escapar, falei que não tinha nada haver que elas sabiam que eu não gostava de tiozinho e que queria ir embora...

Assim que cheguei em casa liguei para o Sérgio que atendeu com uma voz super sedutora que já me deixou molhada só de ouvir ele falar que eu era uma mulher maravilhosa que desde a primeira vez que pisei naquele bar ele sabia que eu ia ser dele e que era para me arrumar porque ele me daria uma noite inesquecível....

Coloquei uma micro saia jeans, uma blusinha vermelha, meia transparente e uma sandália alta...

Quando ele chegou ficou meio paralisado me olhando e assim que entrei no carro ele me puxou me colocou em seu colo enquanto me beijava acariciava meus seios e falava que eu era super gostosa que eu nunca tinha dado bola pra ele e que isso que excitava-o cada vez mais...

Fomos direto para um motel, eu não conseguia acreditar que estava com um “tio” que eu acabara de conhecer indo para um motel, mas só o cheiro dele fazia eu perder qualquer raciocínio, mal entramos no elevador já fomos nos tarando de uma forma animal, eu desejava ele, queria ele dentro de mim.

Ele me jogou na cama, tirou toda minha roupa com a boca e começou a me lamber, falava que eu era deliciosa que eu cheirava inocência e que ele ia me ensinar os prazeres do sexo, eu só gemia, não conseguia pronunciar uma só palavra, logo fui vendo que ao mesmo tempo que ele era rude ele se preocupava em não me machucar me acariciava nas partes certas e eu fui ficando louca de tesão...

Ele passava a língua na minha xaninha que logo se derreteu de prazer e eu gozei duas vezes seguidas, depois tirei a roupa dele e fiz o mesmo, fui lambendo ate chegar na tora enorme daquele velho, comecei a lamber e coloquei com gosto aquele pau na minha boca como se fosse um sorvete, ele gemia, se contorcia e falava

- ahhh você sabe dar prazer, que delicia de mulher

E eu ia melhorando minha performance, ate que ele soltou sua porra deliciosa na minha boca que eu fiz questão de engolir tudinho, ele me pegou me pôs no colo dele e veio me penetrando devagar, sem pressa, eu cavalguei naquela tora e estava maravilhada de tanto prazer, nunca tinha tido uma noite daquela, ele trouxe um vinho de pêssego e jogava o vinho em meu corpo e me chupava na minha xaninha, ele jogava e sugava claro que eu gozei de novo, ele dizia que era uma delicia o sabor do vinho com o do meu prazer...

Ficamos numa sessão de penetrações e sexo oral que eu nunca vou esquecer, e acho que nem tem como já que vamos sair novamente no final de semana.

  • Enviado ao Te Contos por Leticia

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Transei com a amiga da minha mãe (lesb) (02-02-2022)

 By; Paula

Me chamo Paula, tenho 17 anos e vou contar pra vocês o momento mais incrível de minha vida, que aconteceu nesse dia 2 de fevereiro.

Eu sou morena, boca carnudinha (mas não muito), olhos castanhos, cabelos da mesma cor, lisos, seios médios e empinados e corpo levemente torneado devido ao vôlei.

Vera é a melhor amiga de minha mãe, ambas malham juntas e ela me conhece desde que eu era criança, ela foi morar no sul e passamos quase seis anos sem ter contato, e ela voltou a morar em minha cidade nesse ano, minha mãe já tinha comentado isso, elas ate voltaram a se encontrar.

Esse dia 2, teve uma tarde inusitada, Vera e eu acabamos nos encontramos no pátio da escola, quando ela foi buscar seu filho, ela ficou espantada como eu havia crescido:

- "está uma mulher", disse.

E empolgada, me convidou para almoçar na casa dela, meio sem jeito, liguei para minha mãe e ela concordou, chegamos ao apartamento juntamente com seu filho, de quinze anos que esta estudando em minha escola, após o almoço ele foi para a casa de um primo e ficamos a sós, incrível como Vera continuava charmosa, pele clara, nariz pequeno, uma boca linda de dentes perfeitos, cabelos pretos um pouco ondulados, sorriso fácil, voz levemente rouca, corpo bem-cuidado na casa dos 37 anos; mulher madura, separada, porém feliz e realizada profissionalmente.

Estava um calor daqueles e ela disse que ia tomar um banho, eu fiquei na sala vendo TV, ainda estava de fardinha, calça azul-marinho e camiseta branca, só de meias, um tédio, caminhei pelo aconchegante apartamento e senti uma súbita curiosidade em entrar no quarto dela, notei a porta encostada, o som da água caindo logo ali, vi suas roupas jogadas na cama, senti um frio na barriga e não sabia o que era.

Caminhei lentamente e notei a porta entreaberta, por alguma razão que nunca vou saber, espiei com cuidado, quando vi aquele corpo maravilhoso todo ensaboado diante de mim fiquei paralisada, Vera estava de costas, um bumbum lindo, firme, coxas grossas e proporcionais, acho que demorei uns cinco segundos ali e quando pensei em sair para não ser vista, ela se virou e ambas nos assustamos, ela sorriu, abriu o boxe e me convidou para tomar banho.

- "não tem problema, venha, a água está uma delícia. depois vou lhe deixar em casa".

Mesmo hesitante, me aproximei do chuveiro, talvez, pelo fato de conhecê-la há tanto tempo, isso me fez sentir segura numa situação como aquela, meio sem jeito comecei a me despir até ficar nua, entrei no boxe e senti a água levemente morna, notei Vera espantada com meu corpo, éramos quase da mesma altura, sendo eu um pouco mais baixa, parecia uma menininha diante aquela mulher encorpada.

Eu não conseguia parar de olhar para aquele par de seios volumosos e com os bicos para fora, redondinhos e rosados, lindos, Vera me deixou tão à vontade; começou a falar de seu trabalho enquanto ensaboava minhas costas, demos risadas, ela perguntou sobre meus estudos, aos poucos fui perdendo a concentração em suas palavras, fechei os olhos e senti suas mãos lisas em meus seios, ali mesmo sem querer já estava excitada, percebendo isso, Vera ficou de frente para mim e olhando nos meus olhos perguntou:

- "você queria me ver nua, não era?"

Fiquei sem palavras, baixei a cabeça, ela tornou a perguntar e eu fiz que sim, sem nada dizer, ela, então, pegou minhas mãos e colocou em seus seios molhados, estava de olhos fechados e naquele momento quis sair dali.

Pensei: "o que estou fazendo? sou louca! ela é a melhor amiga da minha mãe e eu a tenho como uma tia".

Mas foi impossível resistir, abri os olhos e quando vi estava com um dos biquinhos quase no meu rosto, Vera apenas disse que estava tudo bem, que me achava linda e que tínhamos de aproveitar o momento, foi aí que não aguentei e levemente comecei a beijar aqueles seios deliciosos, foi uma sensação única, me deixei levar sem refletir no depois.

Ela gemeu e isso me deixou louca, ela pegou minha mão e colocou entre suas pernas, sua buceta estava úmido, ela desligou o chuveiro, eu comecei meio sem jeito a masturbá-la.

Ela me segurou pelos cabelos, me puxou e me beijou na boca como quisesse me engolir, que delícia, começamos a nos tocar e nos beijar, eu só podia ouvir o som de nossa respiração ofegante, que língua era aquela?

Voltei a chupar os seios, mordicar os biquinhos, já sem poder mais suportar aquilo, saímos do boxe completamente molhadas e fomos para a cama dela, ela me deitou e foi a vez dela chupar meus peitinhos, eu não sabia mais o que fazer, queria gritar, rir, chorar, ela foi descendo e passando a língua pela minha barriguinha, umbiguinho até alcançar minha bucetinha, que eu gostava de deixar com poucos pelinhos, ela abriu minhas pernas gentilmente e começou a me chupar, pude sentir o quão molhada eu estava, com um dedo ela me tocava, enfiava e tirava lentamente enquanto sua língua dançava por meu clitóris, em poucos segundos ela me fez gozar com sexo oral.

Foi perfeito, intenso, ela me abraçou e me beijou somente nos lábios, pude sentir meu sabor naquela boca gostosa toda lambuzada com meu gozo, naquele momento me dei conta que eu tenho 17 anos e ela, 37, mas isso pouco importava, Vera deitou-se de bruços e sorrindo mexeu o bumbum pra lá e pra cá, como me convidando a beijá-lo, foi impossível resistir, um pouco insegura foi beijando as nádegas, mas ela ficou impaciente, foi aí que fiz algo que jamais pensei que pudesse, sequer, existir: lamber aquele cuzinho rosado.

No começo foi estranho, mas Vera gemeu tão alto que logo voltei a me excitar e fiquei ali, quase cinco minutos metendo ora a língua, ora meu dedo naquele rabinho apertado, ela se virou de frente e abriu as penas grossas, sua buceta é linda, cheirosa e estava ensopada, eu botei meus lábios e comecei a chupá-la como se fosse uma manga, confesso que achei esquisito nos primeiros segundos, mas ela se tremia e segurava meus cabelos com força, eu sorri e continuei a chupá-la gostoso, fiz o mesmo que ela instantes atrás, metendo dois dedinhos rápido, com vigor até ela gozar na minha boca.

Vera sentou-se na cama e me colocou quase no colo dela, como se eu fosse uma filha, novamente nos beijamos, ela tirava os cabelos molhados do meu rosto e disse que eu era linda e pura como um anjo, o quarto estava meio escurinho, uma agradável penumbra, só com alguns fachos de luz entrando pelas venezianas quase fechadas, e ficamos ali, nos beijando, trocando carícias, sem nada dizer.

Nos secamos e vestimos, demos mais alguns beijos e depois ela foi me deixar em casa, e em nenhum momento tocou no assunto de nossa transa, quando fui descer do carro, ela apenas cochichou no meu ouvido:

- "adorei, Paulinha, quero repetir mais vezes, você quer?".

Eu olhei e segurei a sua mão e disse; - “lógico que quero”

Descemos do carro, ela foi conversar com minha mãe, relembrando coisas do passado, e antes de ir embora a minha mãe me chamou e me disse que agora duas vezes por semana a Vera me traria em casa, assim ficaria melhor.

Adorei !!!

  • Enviado ao Te Contos por Paula

Fui dar umazinha na capital (29-01-2022)

 By; Amanda

Eu me chamo Amanda, tenho 29 anos e sou casada a quase 10 anos, eu adoro fazer umas loucurinhas, mas sou super discreta, eu sou uma morena, com 1.67m e 57 Kg, tenho olhos castanhos, cabelos castanhos e compridos, tenho uma bunda grande, bem redondinha, cintura fina e seios médios.

No final do ano passado conheci um cara, de 36 anos, casado, bonitos que mora na capital, conversamos pouquinho tempo, depois voltei a minha cidade e falamos apenas por whatsapp, vídeo chamadas, inbox do instagram.

Eu moro no interior de meu Estado e ele mora na capital, nesse final de semana consegui driblar meu marido e ir me encontrar com o Fernanda.

Cheguei a capital na manhã de um sábado, e combinamos nosso encontro para o final da tarde, me preparei todinha pra ele, eu sentia que algo bem gostoso aconteceria, coloquei uma calça jeans bem justinha que realçava bastante o meu bumbum, uma lingerie bem sensual e uma blusinha bem decotada.

No horário combinado ele parou o carro no local que marcamos, entrei super tímida e dei-lhe um beijinho no rosto e começamos a conversar, ele me levou a um parque, desses com muitas árvores, pássaros, lagoa, um pôr-do-sol lindo e tudo mais, caminhamos ao redor da lagoa e depois sentamos num banquinho meio afastado, conversamos sobre muitas coisas, e logo começou a anoitecer, um ventinho frio começou a bater em nós, eu sentia frio, fiquei toda arrepiadinha e ele me ofereceu um abraço para me aquecer (que singelo ele, ainda perguntou se eu aceitava...), na hora fiz sinal que sim, hummmm... que delícia aquele abraço, senti seu calor e um fogo já ia me consumindo, minha xota parece que queimava, já senti que ela estava se contraindo.

Ele percebendo que eu estava gostando logo começou a roçar seus lábios em meu pescoço e eu já me senti toda molhadinha, seus lábios já se encontraram com os meus, beijamos deliciosamente, foi um beijo quente e demorado, suas mãos começaram a explorar o meu corpo me matando de tanto tesão, não consegui segurar alguns gemidinhos de prazer.

Aquele homem tão rapidamente conseguiu me fazer sentir mais fêmea, talvez foi seu cheiro, o seu toque, as palavras que dizia em meu ouvido naquele momento tão sublime, seria impossível continuarmos alí naquele banquinho, precisamos sair procurar um lugar mais acolhedor.

Fomos direto para o seu carro que estava no estacionamento do parque, mal entramos, continuamos a nos beijar ardentemente, agora ele tocava meus seios já sem a blusa, elogiava a beleza deles, beijava-os como nunca ninguém tinha feito, ele já sem camisa colou seu peito junto aos meus seios, deixou que os biquinhos ficassem durinhos com o toque de seus lábios quentes.

Ele me puxou para o banco traseiro do carro, já estavamos só com as peças intimas, e ele logo percebeu como eu estava molhadinha, mesmo me tocando por cima de minha calcinha, ele a arrancou e começou a chupar a minha xota, e massageava meu grelinho com sua língua encontrando precisamente o "pontinho da loucura", me segurei para não gozar tão rápido, pois precisava senti-lo mais e mais.

Eu suspirava e gemia de prazer, nunca tinha imaginado que uma língua pudesse proporcionar uma erupção de prazer como eu sentia naquele momento, eu pedia beijos para sentir o gostinho da minha xota lambuzadinha na boca dele, como adoro isso: sentir o gostinho dela.

Eu vi que o pau dele estava duríssimo, não resisti e comecei a chupá-lo de uma forma bem carinhosa, eu começava beijando sua cabecinha, depois descia com a lingua até as bolas, depois subia novamente passando a língua ao redor, até abocanhá-lo completamente, de vez em quando eu ajudava com as mãos, massageando-o levemente, depois mais intensamente, e assim fiquei nesse ritmo por alguns minutos, eu sentia gostinho dele como se fosse uma fruta suculenta, e o cheirinho de sexo que ele exalava, era perfeitamente alucinante.

Sentindo que minha xota nesse momento nem estava mais molhadinha, ela pingava, sentei delicadamente em seu pau, sentindo por alguns instantes a penetração magnífica que fizemos.

Sentada de frente, roçando meus seios em seu peito, não resisti àquele membro quente dentro de mim e comecei a rebolar, ele segurava com força em minha bunda, e quanto mais forte ele segurava, mais eu rebolava, nesse momento cavalgava como uma selvagem.

Quase louca de tesão, pedi para que ele me comesse da forma que mais gosto, de quatro, me ajeitei de joelhos no banco do carro, e ele me penetrou com força, ele dizia em meu ouvido umas palavrinhas mágicas que me fizeram enlouquecer, me chamava assim: “cadelinha, puta, vadia, cachorra, safada”, e dizendo isso, eu pedi para que ele me batesse com gosto, e assim ele fez, me dava tapas na bunda, me segurava pelos cabelos e eu ia sentindo minha xota cada vez mais quente, escorrendo um líquido quentinho pelas minhas coxas, eu gemia, urrava como uma louca.

Um fogo nos consumia e logo percebi que ele ia gozar, então pedi para colocar o pau novamente em minha boca, dizendo:

- Goza em minha boca, meu amor!

E mais do que depressa abocanhei seu pau gostoso, mamei ele, chupei, lambi, beijei-o todinho até sentir seu leitinho quente saindo, suguei todinho, deixando o pau dele limpinho, nos beijamos ardentemente, depois nos vestimos e fomos embora.

Voltei para a minha cidade e meu marido nem desconfiou que eu fui dar umazinha na capital e voltei, que bom fiz um ótimo serviço.

  • Enviado ao Te Contos por Amanda

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...