quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Dando o cu pro coroa

 By: Fernanda

Eu sou a Fernanda, tenho 20 anos e moro hoje em Sobral-Ce, mas na epoca desse acontecimento em morava em uma cidade proxima. O que contarei aconteceu em 2018 no São João.

Lá perto na cidade onde eu morava havia uma família tradicional, composta de adultos e duas meninas, parecia ter boa grana, e só passava férias lá em época de São João, fora isso quase não ficava lá. Eu conhecia apenas o caseiro que era da cidade igualmente a mim, foi ele quem me indicou para eu ajudar a troco de uma graninha na casa da família quando os moradores estivessem presentes.

Na festa junina todos da casa foram para a festa que estava acontecendo no centro da cidade, que ficava há uns 2km da casa, isso era quase 7 horas da noite. Só quem não foi para a festa foi, eu que ficaria na casa para cuidar das coisas e um senhor de aproximadamente 50 anos, que dizia estar com dores de cabeça, por isso deixou as meninas irem sozinhas. Mas logo percebi que de "senhor" aquele coroa não tinha nada...

Ele me perguntou porque eu não iria para a festa, eu disse que teria que arrumar a casa, ele disse que "tudo bem" e me olhou dos pés à cabeça focando no meu short, que era um pouco apertado e deixava a minha perereca um pouco pressionada contra o tecido.

Com aquela olhada que ele me deu fiquei assustada e nervosa, ele vendo minha situação, disfarçou e foi para o quarto dele. Mas confesso que fique um pouco excitada também, pois quando fui ao banheiro consertar o short que estava expondo a minha perereca eu percebi que estava um pouco molhada, logo lembrei da olhada que aquele coroa me deu e um frio subiu a minha barriga, e alisei por alguns segundos o meu grelo.

Lavei alguns pratos que estavam na cozinha, varri um quarto e varri a sala, só faltava varrer um quarto que era onde ele estava dormindo, fiquei com medo de incomodá-lo, mas criei coragem e resolvi bater na porta e falei:

- Seu Henrique, posso varrer o seu quarto?

Ele demorou alguns segundos para responder e falou:

- Claro, pode entrar!

Assim que eu entrei percebi que seu Henrique estava com um grande volume no short, logo quando vi aquilo me assustei! Ele disse que não era pra eu me assustar, que não gostava de meninas novas e que era pra eu continuar varrendo o quarto que aquilo era normal. Continuei varrendo e o percebi olhando para a minha bunda...

Aquilo foi assustador pra mim, mas ao mesmo tempo eu estava gostando.

Num tom sorridente ele me perguntou quantos anos eu tinha, eu timidamente falei que tinha 18, ele me perguntou se eu já tinha visto um homem excitado, eu disse que não e que não pretendia, pois eu era virgem. Pra minha surpresa e para o meu delírio ele pediu para eu olhar pra ele e em seguida abaixou o short. Nossa... Aquele pau latejando saiu do short parecendo que queria me engolir. Na hora fiquei olhando e com uma vontade enorme de pegar, mas estava com vergonha e com medo que alguém chegasse.

Passou-se alguns minutos de tensão, ele me pediu para pegar no pau dele. Eu segurei a respiração e peguei de cheio com as duas mão... Nunca tinha pegado num pau tão grosso daquele jeito, já tinha pegado em outro, mas menor e mais fino. Nas alturas do campeonato a minha xoxota estava encharcada, e eu comecei a bater punheta pra ele... Ele me dizendo

- "Está vendo que você gosta?”.

E quanto mais ele falava aquilo me excitava e eu meti a boca com gosto naquele pau grosso. Quando ele sentiu a minha boca na cabeça do cacete dele, num ato involuntário ele forçou minha cabeça para engolir o pau dele, eu quase vomitei, e ele pediu desculpas e eu continuei a chupar.

Em seguida ele abaixou o meu short, eu fiquei de calcinha, logo percebeu através do pano da calcinha a minha buceta toda molhada! Eu disse a ele que eu era virgem, ele disse que tudo bem e que não iria tirar a minha virgindade.

Em seguida ele passou o dedo na minha calcinha encharcada e com o dedo molhado abaixou a minha calcinha por trás e passou no meu cu. Logo percebi a intenção dele e não me preocupei muito, afinal eu já tinha dado o cu para dois rapazes na minha cidade, mas nunca tinha dado a buceta. Me preocupei só pelo fato de o pau dele ser muito grosso e poderia me machucar. O tesão era enorme que eu não me contive e nem me preocupei com o tamanho do pau de Seu Henrique.

Logo ele começou a chupar meus seios e a meter o dedo no meu cu com o melado da calcinha para prepará-lo para a metida do pau. Neste momento eu estava de frente para ele sentada no colo, ele estava sentado na cama.

Meu cu já estava bastante lubrificado com o molhado da minha calcinha (sim, ele nem tocou na minha buceta). Em seguida, ele começou a passar o pau que também estava encharcado no meu cu, aquilo estava muito gostoso, pedi pra ele meter logo, pois eu estava me derretendo de tesão. Ele atendeu meu pedido e tentou enfiar a primeira vez... Tentou enfiar a segunda e não entrou. Tava doendo muito, mas tava gostoso mesmo assim.

Na quinta tentativa ele conseguiu... Assim que o pau entrou senti uma dor muito grande e junto com essa dor gozei urinando na calcinha e jorrando e urina na barriga dele, ele nem ligou e começou a meter com força, me chamando de putinha mijona. Eu tonta pedia pra ele meter mais devagar, ele não obedecia... E naqueles momentos eu já tinha dado duas gozadas no pau dele. Ele metia com força e eu pedia pra ele ir devagar.. Ele mandou eu ficar de quatro na cama, e começou a meter, quando ele tirava o pau do meu cu eu colocava os dedos e via que eu tava toda arrombada! Tava muito gostoso... Ele metia com gosto, sem tirar minha calcinha, aquilo me enchia de tesão.

Depois de alguns momentos o coroa me fudendo, pedi pra ele meter mais e mais e mais! Mas ele ao ver a minha situação parou de meter forte e pediu o meu rosto para gozar na minha cara. Eu sem reclamar meti meus 4 dedos no meu cu melado e pedi pra ele lambuzar a minha cara de porra, ele gozou sem dó... Foram litros de esperma em minha cara... Fiquei com o rosto todo melado e com o cu arrombado, tinha melado a cama dele e ainda a minha calcinha que ficou com o fundo todo vermelho.

Logo ele me levou para o banheiro, e pediu para eu tomar banho e não contar nada para ninguém. Eu disse que tudo bem, que poderia ficar sossegado que só o meu cu saberia daquele dia.

Depois fui pra casa com o cu ardendo, mas em compensação gozei muito. Foi ruim, mas foi bom! rsrsrs!

De lá pra cá nunca mais tive notícia do coroa arrombador de cu e comedor de meninas virgens. Procuro saber do caseiro que trabalha lá como anda aquela família e o caseiro diz que só aparecem de vez em quando. Tenho medo de ir lá novamente, pois hoje tenho namorado e fica difícil. 

Mas confesso que foi a minha maior experiência de anal até agora (e olha que de lá pra cá meu cu não pára quieto, pois em quase todas as transas eu dou o cu pro meu namorado).

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terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Rapidinha no terreno baldio sexta (04-12-2020)

 By: Adriana

Me cham Adriana, tenho 20 anos, sou universitaria e moro aqui no Recife.

Eu sou uma pessoa bem comportada, não curto sair. Mas sexta a noite eu acabei saindo com um grupo de amigos para tomar um chop em um barzinho la na praia, eu fui apesar de não curtir beber nada alcoolico.

Já no bar todos bebendo e se divertindo eu so no refri percebi que meu amigo ja tava bem ligado estava começando a aproximar de mim, e ai papo vai e papo vem ele me convenceu a tomar uns goles de chop eu fui bebendo, bebendo e ficando ligada e acabamos nos beijasdo.

No final ele ficou de me levar em casa, ele propôs me levar ao motel e eu sugerir outro lugar bem exótico, ele aceitou! O lugar era um terreno baldio aberto proximo de casa, eu sempre imaginei um dia transar ali e essa era a oportunidade.

Saimos do carro e fomos olhar o terreno, a principio ele repudiou o lugar e quis ir embora e como eu ja estava cheia de tesão e super excitada virei pra ele tirei a roupa fiquei de joelhos, abri sua calça, coloquei seu pau pra fora e  comecei a chupar aquele cassete que ja tava todo meladinho. Eu chupei tanto que cada vez ficava mais duro e latejante, delícia!

Ele me levantou e tirou minha calcinha e me chupou fortemente enfiando a lingua na minha buceta que nem precio dizer o quando estava super enxarcada que gozei feito louca.

Ele me virou de quatro e me penetrou vorazmente que perdi o controle de meus atos e gritei de tesão pedindo pra ele enfiar com mais força e ele atendeu.

Eu fiquei de costas pra ele apoiando as mão no chão ele enfiou no meu cuzinho, essa foi minha primeira vez que dava o cuzinho, eu gritei de tesão, e enquanto ele estocava meu cuzinho eu apertava os bicos de meus seios que estavam durissimos, depois de uns 5 minutos socando com vontade no meu cuzinho ele gozou urrando feito um leão, como eu queria mais ele se abaixou colocando a minha perna direita sobre seu ombro começou a me chupar enfiando sua ligua grande dentro da minha buceta lisinha com movimentos cada vez mais rapidos e forte

Eu gozei em sua boca e ele fez questão de engolir meu gozo e depois me deu um delicioso beijo na boca e me fez sentir meu proprio sabor.

Nossa, tudo foi exatamente como imaginei e isso eu nunca irei esquecer..

Cheguei em casa com meu cuzinho latejando e minha buceta bem melada, agora passo pelo o terreno e lembro do que aconteceu e já fico com vontade de fazer de novo.

  • Enviado ao Te Conto por Adriana

Aprontávamos bastante juntas nos metrô ou ônibus

 By: Ana

Me chamo Ana e tenho 23 anos e sou noiva. Hoje estava com minha amiga Carol, com quem conheço desde de criança, e que estudamos juntas ate nos formar, acabamos que relembrando algumas situaçoes que causavamos na epoca da escola la pelos 17 para 18 anos.

Nessa época nós duas fazíamos parte do time de voley do colégio, além de gostar do esporte, era uma desculpa para nós sairmos de casa já que os treinos eram em dias e horários diferentes das aulas.

Perambulando pela cidade, constatamos que duas jovens de fardamento e shortinho colado de física acabavam despertando tesão em muita gente, principalmente no ônibus ou metrô. Não raro eles estavam sempre muito lotados e querendo ou não acabávamos recebendo encoxadas.

Quando a gente via que era algum gato minimamente atraente, acabávamos curtindo bastante a experiência, e vez ou outra isso até rendia uns rápidos amassos ao descer.

Mas isso era raridade de acontecer,  mas como ainda havia uma parcela de ingenuidade junto com a safadeza na época, acabávamos sendo bastante "solicitas" à algumas daquelas investidas. Descobrimos que tentar escapar ficando de frente era ainda pior, pois haviam muitos caras sem noção que queriam se aproveitar de você de qualquer forma, tocando os seios ou mesmo a buceta, mas o pior era quando tentavam aproximar o rosto do seu. Nesse caso era preferível "oferecer" só a bundinha a ter que encarar aqueles decepcionantes olhares gulosos. Apenas em última instância reclamávamos publicamente, criava um certo tumulto mas a multidão sempre ficava a nosso favor.

Esses eram os afoitos, e graças a eles essas experiências deixam de ser excitantes para a maioria das mulheres, para serem aterrorizantes. Os que não tinham noção que pelo fato de você deixar (ou não ter opção de espaço) ele roçar o pau na sua bunda, não significa que você vai transar ali num coletivo lotado.

Por outro lado os discretos esses sim podiam apreciar a "brincadeira" um pouco mais. Haviam os tímidos e era visível que eles tentavam evitar que o contato fosse interpretado de forma ofensiva. Eram meus "favoritos" pois eu realmente entendia que não tinham como permanecerem com o pau inerte quando aquela "coisa redondinha e macia" tentava dividir espaço bem na sua frente. Quando percebíamos que era um desses até gostávamos de provocar dando umas empinadas a mais para sentir a reação, sempre de costas para não "quebrar o encanto".

Outro tipo eram os "sonsos", os que sabiam muito bem o que estavam fazendo, mas queriam (ou achavam) que não estávamos percebendo. Geralmente eles ficavam procurando a melhor posição atrás da gente, e até nos acompanhavam dentro do coletivo. Uma vez ali suas ereções eram bem perceptíveis e eles costumavam dar estocadas com intensidade cada vez maior, ou "coincidentemente" estavam com as mãos justamente onde nossa bunda ia passar. Mas ainda mantinham alguma discrição não avançando além disso.

Esses tipos nos rendiam boas risadas das situações depois e comentários do tipo:

- Ana tu viu aquele que veio atrás de mim agora? Amiga parecia que eu estava sentada o tempo todo num corrimão de ferro. Que cacete duro da porra, pensei que ia acabar entrando na minha bunda com roupa e tudo.

- É? Por isso que tu nem saia do canto né Carol, tu tava era curtindo que eu sei. Aquele que veio atrás de mim até a estação do centro só faltou me derrubar em cima do pessoal sentado, ele morria de empurrar, mas tudo que eu sentia era a barriga. Fiquei em tempo de virar e mandar ele fazer um regime se queria que eu sentisse o cacete.

Mas a Carol como sempre foi a primeira a "avançar a linha" naquelas brincadeiras. Certa vez ela parou na frente de um senhor, devia ter uns 40, calvo e um pouco acima do peso. Naquele dia eu consegui um assento único e eles ficaram do meu lado em pé. Por leitura labial entendi quando ela começou a me dizer:

- Ana, ele tá duro aqui!

Como eu podia vê-lo melhor, fiz um gesto de desagrado com o rosto, conhecia as preferências da Carol e ele estava bem distante de seus "padrões". Mesmo assim notei que ele começou a falar algo no ouvido dela, e logo em seguida ela vira de frente para ele. Desconfiei pois não tínhamos esse costume, e logo perguntei se ela não queria vir sentada no meu colo, mas ela negou e os dois continuaram conversando aos cochichos.

Algumas paradas passam e o ônibus começa a vagar, até que um assento duplo fica disponível e ela segue junto com ele. Eu fazia sinais pra ela sem entender bem o que estava acontecendo, mas ela só me pedia pra esperar por ela.

De onde eu estava podia ver o homem. Seu rosto vermelho suava horrores e a seu lado Carol sorria pra mim, por duas vezes fiz sinal impaciente. Nossa descida já havia passado, mas de lá ela pedia pra eu esperar mais um pouco e com uma mão gesticulou para mim rapidamente. Foi o suficiente para eu confirmar minhas suspeitas. Ela estava masturbando aquele cara dentro do ônibus.

Era assustador e ao mesmo tempo excitante imaginar aquilo, sua mão subindo e descendo no pênis ereto de um completo desconhecido, com várias pessoas podendo a qualquer momento perceber o que estava acontecendo, e a porra quente e pegajosa lambusando sua mão após ele gozar; mesmo que eu não visse nenhum atributo nele que justificasse a atitude.

Alguns minutos depois ela vem correndo até mim e descemos na próxima parada. Ela parecia apressada em sair dali, sua farda manchada de uma forma que eu conhecia muito bem, esperma. Só após o ônibus já ir distante ela sorrindo me mostra uma nota de 50 reais (nunca havíamos pegue em tanto dinheiro na época).

- O que foi isso amiga?

- Ele me deu Ana.

- Como assim?

- Quando notei que ele estava roçando em mim e te avisei, ele se assustou e disse que me pagava pra eu ficar calada e me deu 15. Depois disso eu deixei ele continuar se esfregando e ele me perguntou se eu não queria ganhar mais, eu confirmei que sim e quando o ônibus vagou fui lá bater uma punheta pra ele.

- Amiga sua louca, o que você fez?!

- Sei lá Ana. A gente faz isso de graça. Fiquei excitada quando ele colocou o dinheiro na minha mão, independente da aparência dele, um pau é um pau né? Mas ele queria me oferecer mais ainda pra me comer, fiquei assustada e por isso saí correndo, kkk.

De certa forma aquilo foi mesmo excitante, mas pra Carol foi uma espécie de "iniciação", tempos depois percebi ela cada vez menos seletiva com seus "casos", mas como me levava para curtir em muitos lugares legais não percebi de início, e mesmo sendo melhores amigas somente uns dois anos depois ela teve coragem de me confirmar que estava se prostituindo, e que tudo começou naquele dia no ônibus.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Nos exibindo

 By: Rodrigo

Meu nome é Rodrigo e o da minha esposa Cláudia, somos de Belo Horizonte, ela é morena, bonita, cabelos longos, 1,62, 53 kg, seios pequenos durinhos e empinadinhos, cintura fina e bumbum grande, enfim, deliciosa.

O que passo a narrar agora foi uma das nossas transas, gostamos de exibicionismo, já fantasiamos mais alguém em nossa cama, mas não tivemos coragem de realizar esta fantasia, pois ela é muito recatada e eu ainda inseguro, não gosto dos relatos que o cara fica xingando o outro de corno, e vejo que a maioria dos caras que fazem o ménage acham que nossas mulheres são piranhas, logo isto nos desanima bastante. Mas vamos ao conto.

Quando éramos namorados e até como noivos, gostávamos de transar em locais públicos ou que corrêssemos o risco de sermos pegos.

Quando namorávamos, estávamos na casa dos pais dela e dormimos na sala de televisão eu, ela e minha cunhadinha, lá pelas tantas as duas dormiam e comecei a fazer carícias na Cláudia, alisando seus seios e sua bucetinha carnuda, começamos a nos beijar e ela foi descendo a mão até meu pau que já estava duro como pedra, de tanto nos esfregar o tesão tornou-se incontrolável e ela de repente me virou chegou sua calcinha para o lado e subiu no meu pau encaixando-o em sua bucetinha já encharcada de tesão, minha cunhada a poucos centímetros de nas parecia em sono profundo, mas até hoje não sabemos se ela nos flagrou, pois permaneceu imóvel durante toda a transa, após uns dez minutos de vai e vem naquela bucetinha deliciosa enchi ela de porra quente e grossa e caímos ofegantes, ainda com medo de que ela acordasse ou que meu sogro aparecesse.

Essa sem dúvida foi a transa mais arriscada de todas, mas tivemos outras tantas que também foram deliciosas e que passo a contar.

Certo dia saímos para um boate e depois fomos a um drive-in, já na boate eu sentado e ela em pé com uma saia preta e uma meia calça 3 que dava acesso a sua bucetinha que era acariciada sem rodeios para quem quisesse ver, quando entramos no drive-in já quase sem roupas desci do carro, chamei-a e ela meio sem entender mas com um baita tesão saiu do carro, acabamos de tirar toda a nossa roupa e aquela morena deliciosa e com tesão estava ali toda entregue a mim, virei-a de costas e enterrei meu pau em sua bucetinha, colocando-a bem rente a cortina do drive-in, e de repente ainda atolado em sua bucetinha abri a cortina com ela se apoiando com uma mão na parede e a outra na cortina aberta, a nossa frente.

Um pouco afastado o segurança do local fitava a cena que não devia estar acreditando, aquela mulher maravilhosa nuazinha em pêlo sendo deliciosamente metida por trás, ela ficou assustada pediu para entrarmos no carro, mas eu estava adorando exibi-la para o segurança que acariciava o cacete disfarçadamente, o cara por respeito ou receio não se aproximou (infelizmente, pois naquela noite eu estava muito chapado e com certeza deixaria pelo menos ele tocar uma punheta pertinho dela), apos uns cinco minutos de exibição direta sentei no carro e ela do lado de fora, agachada, me chupou ate eu gozar na sua boca.

Depois que saimos do drive-in comentando o fato que acabara de ocorrer, perguntei a ela se tinha gostado de se exibir, ela respondeu que sim, mas depois disse que ficou envegonhada e arrependida.

Nao sei porque mas sinto um tesao enorme nessas situaçoes e o interessante vem ser a perceber que ela fica completamente molhadinha e tesuda nessa situaçao.

  • Enviado ao Te Contos por Rodrigo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Minha mulher quis transar usando “brinquedos”

By: Jorge & Lidiane

Ola, eu me chamo Jorge, tenho 42 anos e sou casado com a Lidiane, que tem 42 anos.

Somos casados ha mais de 20 anos, com familia estabelecida e todos os requisitos que um casamento pode ter, em suma somos um casal normal. Claro que tivemos nossos momentos dificeis mas superamos principalmente pelo desejo de um ver o outro feliz. Acho que esse é o segredo.

No começo tudo era festa mas quando vai se passando o tempo a coisa vai ficando mais monotona e mecanica e isso tivemos que ir mudando aos poucos. Os filmes sempre esquentaram nossa relaçao. Minha esposa no começo nao gostava e nao queria de maneira alguma mas, acho que depois foi se excitando e ver as cenas. Claro que as cenas que mais excitam sao as de orgias ou menages, afinal sao fantasias dificeis de serem realizadas. Eu percebia isso e quando tentava comentar logo ela se esquivava e eu a respeitava, logico. Senao o clima poderia esfriar...

O legal foi que fomos nos envolvendo com os filmes, no começo faziamos anal, mas aquele de ladinho e eu acho que era mais para ela me agradar, pois era devagarzinho e ela nao parecia sentir muito prazer pois fazia expressoes de que nao queria estar ali.

As vezes ela ate me indagava como as mulheres nos filmes faziam tao facil isso? Quando nos assistiamos um filme em que a suruba era generalizada eu percebia que ela nao queria que eu visse que ela assistia entao eu virava meu rosto e enquanto ela assistia ao filme eu sentia que ela rebolava mais, que esfregava a buceta dela no meu pau, que gemia e ficava completamente molhadinha, deixava eu enfiar o dedo no seu cuzinho enquanto rebolava no meu pau. Toda vez no fim que eu tentava comentar sobre como ela estava safada ela se esquivava e eu, nao insistia.

Certo dia no meio de um transa ela me pede para eu gozar na boca dela. Fiquei surpreso mas gostei muito, pois tinha sido uma bela trepada, daquelas que estavamos suados, sem anal, mas muito boa e no fim ela me pede para eu gozar na sua boca, nem perdi tempo quando fui gozar me posicionei de frente pra ela e derramei meu leite na sua boca. Ela chupou como se tivesse experimentando o sabor e o gostoso foi que esperou ate a ultima gota depois limpou tudo com a lingua e me deixou desfalecido na cama enquanto foi se banhar.

As nossas transas foram progredindo e num outro dia ela do nada fica de 4 e me pede para comer sua bundinha.

Dessa vez foi maravilhoso, pois pude curtir tudo, vi meu pau sumindo naquele rabao gostoso e naquele cuzinho apertado, bombei segurando sua bunda enquanto via que ela gemia e dessa vez de prazer.

Em um jantar a dois, encontrei um momento certo e a questionei que ela estava bem mais safada ultimamente e que eu estava adorando. Ela me confidenciou que ela realmente estava mais sexual ultimamente e que estava mais desencanada de problemas e estava mais segura...

Sinceramente nao entendi as relaçoes por ela estava mais safada mas perguntei se ela estava gostando mais dos filmes? Ela disse que sim que nao entendia algumas atitudes nos filmes mas que era excitante, claro. Saimos desse jantar direto para um motel ja que em casa teriam os filhos e coisa e tal.

Chegamos no motel e fui ligar a banheira ela foi tomar um banho, aproveitei para fumar um cigarro e fiquei a aguardando na banheira. Quando ela chegou ela trouxe um cesto que tinha no motel com varias coisas e mostrou para mim. Ali tinha camisinhas diferentes, vinho, calcinhas, e um penis de borracha que vibrava. Perguntei o que ela queria dali? Ela me falou que queria uma calcinha daquelas, o vinho e me perguntou o que era aquilo? Pensei comigo:

- O que vc acha? Um pinto de borracha poxa! Mas fui mais economico e fingi analisa-lo.

- E' um vibrador, amor. E ja emendei: - Voce quer?

Ela me olhou e disse que queria experimenta-lo sim. Fingi normalidade e falei pra ela pegar o que ela queria. Ela pareceu feliz e voltou para o quarto. Tive um misto de tesao e desapontamento e enquanto eu tava naquela angustia excitada ela me aparece na banheira vestindo uma calcinha bem pequena que a deixou um tesao de mulher e para a minha surpresa ela me aparece com um outro vibrador na mao e disse:

- Querido eu vi esse que estava mais embaixo e preferi.

Esse era muito maior do que o outro e tambem maior que meu pau de longe, nao a questionei, ela o colocou na beira da banheira e veio logo me beijar, montou em mim, nem tirou a calcinha e começou a esfregar aquele bucetao no meu pau.

Como ela tem os seios fartos nao me privei em suga-los, ela parecia descontrolavel, me dava mordidinhas levantou minha cabeça e me deu um beijo como a muito nao dava. Entendi que devia ser o tesao do vibrador e a provoquei...

- Quer que eu enfie em voce ELE agora?

Ela disse que ainda nao, pois ele nao era aprova de agua e que ela queria transar ali e depois continuassemos na cama. Nem precisei de esforço, so coloquei a calcinha dela de lado e meu pau ja deslizou para aquela bucetinha gostosa e quente. Ela me cavalgava gostoso, seus seios esfregavam em meu rosto. Apertei seu bumbum com minha duas maos e fui abrindo. Pela primeira vez ela teve a iniciativa e pediu para eu colocar um dedo atras. Eu conhecia o motivo, ela tava excitada com aquele pau ali na beirada. Enfiei logo dois dedos um de cada mao a safada jogou a cabeça para tras e começou a gemer alto.

Fui provoca-la um pouco e a deixei de 4 na banheira de frente para o vibrador e comecei a bombar naquela bucetinha gostosa, a safada se empinou toda e comecei ir cada vez mais forte, abria seu bumbum e via aquele cuzinho quase que pedindo, mas me mantive concentrado ja me segurando para nao gozar. Percebo que ela começa a passar a mao no seu clitoris e quando ela faz isso é que esta prestes a gozar, e quando ela goza geralmente demora um tempo ou ate mesmo nao tem uma segunda vez, por isso, fui mais devagar e tirei meu pau pedindo para mudarmos de posiçao. Entao ela me pediu para irmos para a cama.

Descemos a escada e chegamos na cama, eu fui colado nela, a encoxando e vi que quando saimos da banheira ela segurou aquele outro pau e o levou junto. O pau era maior que o meu, mais grosso, ainda pensei: eu tinha liberado o pequeno...Chegamos na cama ela se deita de frente para mim abre as pernas e eu enfio de novo meu pau na sua bucetinha, so que agora ate com certa raiva de tudo que estava acontecendo e fodo ela pra valer.

Observo que ela nao soltou o pau e o segura na sua mao esquerda, cada vez mais forte. Ela pedi para eu gozar mas eu nao quero vejo que ela da umas olhadas para a TV entao  procuro no espelho e vejo um filme onde varios homens comem uma mulher e pergunto se ela ta gostando do filme, ela diz que ta gostando muito, nesse grau de excitaçao eu falo para ela que hoje ela 'e a atriz do filme e que é para ela pegar o pau novo dela e chupa-lo. Ela nem pensa e traz o pau para boca e começa a beijar a cabeça da borracha.

Realmente ela começa a fazer um boquete para o vibrador, aquilo nao sei porque me excitou tambem. Ela liga ele na parte inferior sem tira-lo da boca e ele começa a vibrar, mas ele vibra forte. Ela entao o tira da boca e o leva na direçao da vagina. Quase que eu falei que ali ja estava ocupado, mas ela o colocou no clitoris e instantaneamente começa a gozar alto. Sua vagina se fecha e aquilo faz com que eu goze  tambem. Tirei meu pau da buceta e esporrei em toda a sua barriga a vendo gozar e se contorcer.

Logo depois cai por cima dela e ficamos durante um tempo ofegantes. Pela intensidade do tempo de descanço, a conhecendo sabia que so seria essa, afinal nunca a vi gemendo tao alto em 20 anos.

Se gostei? Claro! Nao tem coisa melhor no mundo, no meu ver, do que uma mulher gozando na sua frente.

Ela se levantou e foi ate o banheiro tomar uma ducha, eu tambem ia fazer isso mas a preguiça foi maior e fiquei relaxando na cama, do nada dormi, nao sei quanto tempo mas acordei sendo chupado, minha mulher de 4 me chupando, meu pau duro, muitos gemidos do filme que passava. Ela entao monta em mim novamente e começa a me cavalgar, seus seios balançando, o som da carne batendo, me empolgo de vez e viro ela e começo a foder pra valer, falei que gostei que ela queria mais e entao ela me respondeu dizendo:

 - ainda nem dei minha bundinha.

Nossa aquilo me deu muito tesao nao via a hora de comer seu cuzinho e ela continuou:

- e nem brinquei com esse brinquedo aqui.

Pra mim foi meio que um anti climax mas me segurei e o olhei ali ao lado so esperando para invadi-la.

Nao prorroguei a angustia e falei para ela testa-lo, ela entao pegou uma camisinha e enquanto eu a comia de 4 ela ia o arrumando. Quando estava pronto ela pediu para eu colocar nela. Falei que nao, que nao queria toca-lo. Ela ainda falou “que era so um brinquedo”, mas eu falei que nao e que ela deveria por nela mesmo.

Entao ela se desgarrou de mim se deitou na cama e pediu meu pau para ela chupar. Enquanto ela me chupava deitada foi descendo seu brinquedo o ligou e foi se penetrando. Incrivel como aquilo tava me dando tesao, foi vendo ele sumir e ela gemia e apertava meu pau, nao o chupava mais apenas o apertava cada vez mais.

Fiquei assistindo a cena e meu pau cada vez mais duro, eu estava quase gozando sem nem ser punhetado. Entao ela começou a se contorcer e eu conheço isso, ela estava para gozar entao eu pedi para ela ficar de ladinho e fui com o meu pau procurando seu cuzinho. Ela disse que nao aguentava, mas nao fugiu da raia. Quando meu pau encontrou seu buraquinho deslizou para dentro sem dificuldade alguma, ela gritou, gemeu, me xingou e pediu mais.

Meti mais forte e devido ao tesao dela nao aguentei e quando fui falar que ia gozar ela explode num orgasmo que foi uma surpresa para mim, nunca tinha visto. Caimos novamente na cama desfalecidos e adormecemos...

Foi uma transa e tanto...

  • Enviado ao Te Contos por Jorge & Lidiane

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Aquela encoxada gostosa no busão lotado (02-12-2020)

 By: Fabiola

Me chamo Fabiola, tenho 27 anos e sou de São Paulo. Quero contar sobre o que me aconteceu nessa quarta feira.

Essa quarta começou com meu carro quebrando, e eu tive que ir trabalhar de ônibus. Confesso que foi delicioso, entrei no ônibus e me deparei com ele lotado.

Eu sei que é muito ruim ônibus lotado, e muito perigoso devido ao virus da covid, mas eu acordei com tesão e quando fazia faculdade me deliciava muito com as encoxadas nessas lotações.

Após passar pela roleta, dei uma olhada tentando imaginar onde iria ficar, notei que alguns homens me comiam com o olhar e pensei que talvez pudesse tirar um proveito disso, relembrar os bons tempos.

Mais ao fundo eu avistei um moreno muito gato, alto. Fui em sua direção, me posicionando em sua frente e ajeitei o cabelo pra trás, empinando o bumbum em sua direção. Não me aguentando de curiosidade, olhei pra trás e vi que o moreno estava com os olhos vidrados no meu traseiro. Eu usava um jeans azul muito colado, um salto alto, blusinha preta bem decotada, só não mostrava os biquinhos, mas mostrava meus seios como se fossem pular pra fora, e uma mascara.

Eu adoro exibir meus peitinhos e estava sem sutiã e sem calcinha nesse dia. Na primeira curva, fui pra trás e bati com o bumbum no pau daquele moreno delicioso. Olhei em seus olhos e pedi desculpas. Ele  disse que estava tudo bem. Entre brecadas e curvas, senti que ele se aproximava, sempre precavido, procurando saber se eu permitia ou não. Eu, claro, fui deixando e sempre batendo nele com o bumbum bem empinado.

Então senti seu pau bem duro roçando em meu traseiro e em uma curva, que não tinha como me manter, meu corpo foi pra trás e ele me agarrou pela cintura, apertando seu pau em mim, que mais parecia uma rocha de tão duro e senti sua respiração em meu pescoço, me arrepiando toda.

Voltei pra minha posição e ele, pro meu prazer, se manteve colado em mim.

Ele segurava no cano de cima com uma mão e a outra que estava em minha cintura, desceu até minha coxa me apertando. Que loucura era aquela!! Eu sentia seu pau quente me roçando o traseiro e sua mão deslizava até minha virilha me apertando, me desejando. Eu podia sentir minha bucetinha toda molhada e meu cuzinho piscando.

Que vontade louca de trepar com esse desconhecido. Uma vez que ele me segurava, resolvi me atrever a tocar seu pau e ele prontamente deu espaço pra minha mão. Que delicia sentir aquele pau durinho e quente. Aaaiiiiiii!!!! Como eu queria ele na minha boca. Eu só pensava em mamar nele até sair leitinho! Comecei a bater uma punheta pra ele bem gostoso, por cima da calça.

Eu sentia sua respiração cada vez mais ofegante e uns gemidos de vez em quando. Então senti sua mão apertando meu traseiro, depois em minha cintura. A mão dele foi subindo e meu tesão também, até chegar em meus seios. Notei que ele veio com a cabeça mais pra frente e comia meus seios com os olhos. Ele foi apertando meus peitinhos, fazendo com que quase pulassem pra fora. Os biquinho durinhos apareciam por sobre a blusinha e eu já me derretia todinha de tanto tesão.

Ele já nem mais se preocupava em ser discreto e eu já não via mais nada ao meu redor, somente aquela vontade de dar minha bucetinha para aquele desconhecido, sentir seu pau me penetrando e rasgando meu cuzinho. Então ele ousadamente com uma mão tampando meus seios, e com a outra, puxou minha blusinha pra baixo fazendo com que meu seio ficasse exposto apenas ao contato de sua mão.

Ele soltou um gemido bem gostoso e senti seu pau se mexendo como se fosse rasgar sua calça. Que delicinha!!! Eu sentia o toque de sua mão em meu seio e ele colocava o biquinho entre os dedos e apertava, depois roçava a mão, o deixando mais durinho e arrepiado. Soltei seu pau e me segurei com as duas mãos, pois com a curva que vinha achei mesmo que fossemos cair.

Ele se segurou em mim, agora com a outra mão em minha coxa, e apertava seu pau no meu traseiro. Confesso que eu estava quase gozando, mas notei que tinha que descer no próximo ponto. Lamentando ter que interromper o moreno tarado, me virei e ficamos de frente um para o outro. Ele sorriu eu me afastei e puxei a cordinha, dando sinal que iria descer.

Olhando em seus olhos, dei com os ombros, mostrando que não podia fazer mais nada, apenas descer. Ele me puxou novamente em sua direção apertando meu traseiro, me afastei dele, a porta se abriu e eu desci.

Chegando no escritório, me tranquei em minha sala, baixei minha calça e já fui enfiando dois dedos dentro da minha bucetinha. Minha bucetinha estava tão encharcadinha que eles deslizaram deliciosamente. Soquei meus dedos com muita vontade mesmo e deslizei até meu grelinho, gemendo muito e gozei clamando pelo pau daquele moreno desconhecido.

Gozei mais duas vezes naquele dia pensando nele, durante o banho e em minha cama. Me toquei e gozei muito.

Agora, enquanto escrevo e me lembro desse dia delicioso, minha bocetinha já está molhadinha novamente.

  • Enviado ao Te Contos por Fabiola

Trai meu marido enquanto ele via o jogo na tv

 By: Casada

Oi, Eu sou do Rio Grande do Sul, mas moro em Santa Catarina, tenho 30 anos, sou casada, loira, seios medios e corpo sarado.

Nesse mês de Novembro que passou, o Júlio veio nos visitar. Ele e o meu marido iam assistir a um jogo do Grêmio. Quando ele chegou, eu estava no banho. Meu quarto é uma suíte e tem uma porta de vidro e na frente uma piscina, que fica entre meu quarto e a sala. Quem está na sala vê todo o meu quarto se a cortina estiver aberta.

Eu, é claro, havia esquecido a cortina aberta e saí do banho nua e enxugando os cabelos com uma toalha. Meu marido estava sentado em uma poltrona de costas pra porta de vidro. Mas de onde o Júlio estava sentado, dava pra me ver toda. Quando me toquei da situação, notei que ele me olhava disfarçadamente e depois para a TV. Percebi e adorei a situação. Confesso que sempre morri de curiosidade em saber como seria ser comida por aquele homem.

Ele é muito mais gato que o meu marido, descendente de família alemã, bem alto mesmo, loiro e de olhos verdes, pele branquinha e corpo bem definido. Então resolvi passar creme de pitanga em meu corpo. Imaginando que talvez ele gostasse dessa fruta, comecei a me alisar enquanto ele me olhava. Passei em meus seios bem devagar, deixando eles bem arrepiados, na barriguinha e depois, dando mais atenção ao meu traseiro, o virei em sua direção e passava o creme, lambuzando tudo.

Chegou a hora das minhas coxas. Ergui uma perna e apoiei no puff abrindo bem e deixando minha bucetinha exposta. Olhei pra saber se ele ainda estava me olhando e me deparei com ele mordendo os lábios e com uma almofada no colo. Me virei de costas novamente e chegou a hora de passar mais próximo aos pés. Essa foi a minha parte preferida. Fui de encontro aos meus pés e empinei o bumbum em sua direção, ficando quase que de quatro, deixando totalmente expostos meu cuzinho e minha bucetinha.

Eu já estava com tanto tesão e tão molhada e então resolvi me vestir e ir pra sala. coloquei uma saia bem curtinha branca quase transparente, sem calcinha e uma blusinha rosa bem decotada e colada em meu corpo, que marcava meus biquinhos bem arrepiados.

Chegando na sala, o Júlio tinha ido ao banheiro. Imaginei na hora que devia ter ido se aliviar, é claro.

Ele demorou um pouco e quando apareceu, já foi me beijando no rosto e colocando a mão esquerda na minha cintura, me apertando e foi se sentar. Eu peguei umas revistas e me sentei em uma poltrona ao lado de meu marido e praticamente de frente para o seu amigo, afinal, eu não estava nem um pouco interessada em assistir futebol.

Cruzei as pernas e dei uma tombadinha pro lado contrário deixando uma parte de meu traseiro à mostra e vi que ele estava de olho. O mané de meu marido nem via nada. Para ele só existia aquela porcaria de futebol.

Percebendo isso, abri as pernas na direção do Júlio e continuei olhando para as revistas. Eu só olhava, porque estava prestando atenção em algo mais gostoso.

Então o Júlio se levantou, fingindo pegar algo no chão, e por alguns segundos ficou olhando pra minha bucetinha toda lisinha e molhada que o convidava para penetrá-la. Ele voltou a se sentar e pra minha felicidade, segurou seu pau por cima da calça, me mostrando como ele estava duro.
Senti um calor tão gostoso e minha bucetinha se molhou toda. Fiquei com tanta vontade de gritar que contei até 10 para que isso não acontecesse.

Ahhhhhhh!! Que delícia de pica. Era grande mesmo, como eu imaginava, e bem grosso. Nossa!!! Eu só pensava em rebolar naquele cacete gostoso. Eu o olhava segurando seu pau e batendo uma punheta por cima da calça. Levei minha mão até meu seio e comecei a acariciá-lo por cima da minha blusinha, já mordendo os lábios de tesão.

- GOOOOOLLLLL!! - meu marido gritou de repente.

Cacete!!!! Que puta susto!!!! o Júlio colocou a almofada novamente no seu colo pra não dar bandeira. Eu me levantei e imaginando o que podia fazer pra dar minha bucetinha para aquele alemão, fui para o escritório.

Após uns 10 minutos, vejo o Júlio passando pela porta. Ele parou e ficou me olhando. Fui em sua direção e quando pensei em perguntar algo, ele já me pegou pela nuca enfiando os dedos em meus cabelos e me puxando em sua direção, me beijando e sugando meus lábios.

Meu coração estava à mil neste momento e nossos lábios tremiam e se encaixavam deliciosamente. Suas mãos já apertavam o meu traseiro e iam de encontro com a minha bucetinha, que estava toda molhada. Minhas mãos já se encontravam acariciando seu pau quente e duro como rocha. Que macho mais gostoso! Nem sei como, mas nesse momento ele parecia ter umas 6 mãos percorrendo meu corpo.

Ele levou as mãos em minha boca enfiando dois dedos e acariciando meus lábios e me fazendo chupá-los enquanto beijava e chupava meu pescoço, indo até os meus seios. Então ele puxou minha blusinha pra baixo, deixando meus peitinhos expostos e começou a se deliciar com eles, lambuzando, chupando e mordendo. Ao mesmo tempo que apertava meu traseiro ele me fazia chupar seus dedos.

Foi delicioso, mas tínhamos que parar. Ele tinha que ir ao banheiro bater outra punheta e voltar para a sala aliviado. Eu queria muito gozar, mas achei melhor voltar para a sala também, somente para não levantar suspeitas.

Uns minutos depois, meu marido foi até a cozinha buscar mais petiscos. Ele estava cortando salame e outras coisas. Me levantei e fui até o Júlio e abaixei, levantei minha saia, empinando o bumbum e enfiando o cuzinho e a bucetinha na sua cara.

Ele passou a língua bem úmida e quente, do grelinho até a bucetinha, me penetrou bem de leve, foi até o cuzinho e lambia como um louco. Então ele ficou olhando minha bucetinha e foi enfiando um dedo, que entrou facinho. Minha xoxotinha estava muito molhadinha. Então ele foi me penetrando e colocou dois dedos. Socou bem gostoso. Eu tentava me conter e não gemer alto. Fui ficando mais louca ainda quando ouvia ele gemendo baixinho, com sua respiração toda ofegante.

Ele tirou os dedos e voltou a me chupar e penetrar minha bucetinha com a língua. O safado chupava meu grelinho tão gostoso, e segurava meu traseiro com as duas mãos e apertava deixando marcas e socava novamente a língua na minha bucetinha. Escutamos que meu marido estava voltando e me recompus, indo pro meu quarto e batendo aquela siririca deliciosa. Meu Deusss! Como gozei muito.

Quase no final do 1° tempo, minha amiga me chamou lá fora e ficamos um tempo conversando, até que meu marido apareceu por lá dizendo que ia buscar mais cerveja e que o Júlio não ia porque estava com dor de barriga e que por isso ele não saia do banheiro. Eu ri muito e assim que meu marido saiu, já fui dispensando minha amiga e entrei.

Ele já veio erguendo minha saia, abrindo minhas pernas e me pegando no colo. Nós nos beijávamos como dois animais. Tirei minha blusinha e a camisa dele e pude sentir seu peito forte e quente. Corremos para o meu quarto e ele me levou até a parede e me devorava, enquanto eu abria sua calça e colocava seu cacete enorme pra fora. Depois de duas punhetas ele estava durinho de novo como uma rocha, todo delicioso. E meu marido não aguentava dar duas seguidas.

Ele me levou até a cama. Como não tínhamos muito tempo, ele me colocou de quatro e foi enfiando aquela tora na minha bucetinha, e sem camisinha mesmo. Nem pensamos nisso naquela hora. Ele me segurou firme pelos cabelos.

- Sua vadia gostosa!! Você gosta é de trair seu maridinho, não é? - ele falava um monte de besteiras no meu ouvido e eu estava adorando.

Ele montou em mim com vontade mesmo, batendo as bolas no meu grelinho. Eu rebolava como uma louca naquele pau delicioso. Então ele cuspiu em meu rabinho umas três vezes e foi enfiando um dedo, depois dois e eu gozando e jorrando na sua pica. Sentia seu pau cada vez mais duro. Ele tirou a pica da minha bucetinha e disse que queria gozar no meu cuzinho apertadinho.

- Não vai dar tempo, Júlio!! O Cláudio já está chegando!! - falei desesperada mas morrendo de vontade de dar meu rabinho pra ele.

Ele nem quis saber. Parecia que era um cara acostumado ao perigo.

- Ahhhhhhh!! Está me abrindo todinha!!! Que gostosooooo!! - eu gemi quando ele foi enfiando devagar, até entrar tudo. Eu delirava de tesão.

Então ele pegou meus seios, um em cada mão, apertava e me forçava em sua direção, socando seu pau e rasgando meu cuzinho e me fazendo gemer alto.

- Uhhhhhhh!! Que rabo gostosooooo!!! Estou gozandoooooooo!! - ele soltou um urro, gozando e melando todo o meu cuzinho e me fazendo gozar de novo.

Passamos a nos beijar por alguns minutos, ainda sentindo nossos corpos tremendo e se acalmando. Fomos cada um para um banheiro e nos limpamos, nos recompomos e voltamos para a sala.

Conversamos por um tempo e logo meu marido estava de volta. Foi delicioso. À noite eu dei pro meu marido e imaginando que estava com o Alemão, nas duas vezes que gozei, chamei ele de Júlio enquanto gemia e ele pareceu não se importar. Mais tarde ele me perguntou que patacoada era aquela e eu expliquei que eu tinha uma fantasia secreta com o Júlio e acabei soltando sem querer.

Falei que ele podia ficar tranquilo, que era só uma fantasia mesmo e que eu nunca teria coragem de traí-lo. Ele entendeu e salvei o meu pescoço. É claro que depois disso, o Júlio me comeu durante um bom tempo. E, safado como ele era, queria comer só o meu cuzinho. Eu tinha que insistir muito pra ele comer minha bocetinha antes de passar para o meu rabinho.

  • Enviado ao Te Contos por Casada

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Transando bem gostoso 2x com o come quieto da sala da faculdade (28-11-2020)

 By: Nicoly

Meu nome é Nicoly, tenho 28 anos, sou casada e tenho uma filha. Sou uma japonesinha muito bonita, sexy e dona de uma bocetinha bem apertadinha. Meus seios são médios e tenho o bumbum bem empinadinho. Ah! E sou baixinha e um pouco magra.

Sempre fui mulher de um homem apenas, ou seja, por mais que outros homens tentem, quem me come mesmo é só o meu marido. E na época de solteira era assim também. Eu dava apenas para meus namorados e ao todo, não devo ter transado com mais de 6 ou 7 caras durante toda a minha vida.

A que vou contar aconteceu no inicio desse ano de 2020, pouco depois do carnaval, eu faço faculdade de administração. Eu estava namorando um cara que me levava e buscava na faculdade. Ele era bonito e tal mas, depois de alguns meses de namoro a gente começou a brigar muito. E durante estas brigas às vezes ficávamos dias sem falar um com o outro. Dessa forma, quando estávamos brigados, eu ia e voltava da faculdade de ônibus, junto com minhas amigas.

Após o carnaval nós tivemos um briga tão feia por causa dos cíumes e insegurança dele que eu achei que a gente fosse se separar de vez. Eu mal consegui assistir às aulas, de tão nervosa e inquieta que estava. Não conseguia rir das piadas dos homens nem me interessava pelas conversas das minhas amigas.

Em uma sexta-feira, a aula acabou mais cedo e fui o mais rápido possível para o ponto de ônibus, querendo chegar logo na minha casa.. Meu ônibus não passava de jeito nenhum e já estava pensando em ligar pro meu pai ou minha mãe vir me buscar.

De repente um carro parou e um cara perguntou se eu queria uma carona. Olhei atentamente e reconheci o motorista, um  amigo da sala, o Douglas, um cara muito inteligente, de uns 35 anos. A gente conversava bastante na faculdade, mas nunca soube muita coisa sobre ele. Apesar de ser muito legal, ele nunca tinha me atraído fisicamente.

Resolvi aceitar a carona e ele me perguntou para onde eu estava indo. Eu disse o setor onde eu morava e, coincidentemente, estava no caminho que ele faria.

No caminho começamos a conversar e em questões de minutos eu já estava me sentindo muito melhor. Na verdade eu até torcia para não chegarmos em casa logo. Eu estava precisando descansar minha cabeça e aquele momento com ele estava me ajudando muito.

Nossa conversa foi ficando mais animada e logo o Douglas me perguntou porque meu namorado não tinha ido me buscar naquela noite. Expliquei a ele que a gente estava brigados e tal.

- É mesmo uma pena deixar uma menina tão bonita voltar pra casa sozinha à noite - disse ele - Se eu tivesse uma namorada como você eu jamais faria isso.

Concordei com ele e continuamos a conversa. De repente eu percebi que ele começou a me elogiar, falando dos meus cabelos, dos meus olhos, boca, etc. E estava gostando muito de seus elogios e resolvi dar corda, afinal, meu coração estava despedaçado.

- Douglas, você é casado? - perguntei quando percebi o momento apropriado - Tem namorada?

- Não! Sou solteiro ainda - ele respondeu - Não sou o tipo de cara que se amarra nessas coisas. Gosto de viver a vida, curtir. Mas tudo discreto. Sou o tipo de cara que come quieto pra comer mais vezes.

A última frase dele me pegou em cheio. Meu namorado estava brigado comigo e eu já ia completar umas três semanas sem transar, imediatamente comecei a sentir um calorzinho gostoso começou a invadir o meu corpo.

- Quer parar em algum lugar e beber alguma coisa, Douglas? - eu perguntei a ele - Hoje é sexta-feira. Estamos sem nada pra fazer mesmo, não?

- Claro! - ele respondeu - Mas eu não gosto de confusão e seu namorado poderia ver a gente juntos. Eu estou sozinho em casa esses dias. Quer ir pra lá? Assim ficamos mais à vontade e não corro o risco de estragar seu namoro.

Eu concordei. Não pelo namoro. Eu queria mais é que meu namorado se fodesse. Eu concordei mesmo porque eu estava louca de vontade de sentir um pinto diferente dentro de mim e a idéia de não sermos incomodados me agradava muito.

Liguei pra minha mãe e avisei que eu ia passar em um barzinho com um amigo e fomos para a casa do Douglas. Foi interessante como um cara que não me atraia nem um pouco se converteu rapidamente em um sério candidato a foder minha bocetinha. Entrei no carro dele triste e desapontada e em poucos minutos eu já estava pegando fogo, de tanta vontade de foder. E eu era uma menina muito reservada e séria. Não dava pra qualquer um não.

Chegamos à casa dele e começamos a nos beijar na garagem mesmo. Comecei dando uns selinhos nos lábios dele e logo nossas linguas invadiam a boca um do outro, deixando bem claro o nível de excitação que estávamos.

Depois ele me levou até a sala, me sentei e ele preparou uma bebida, a qual bebemos vagarosamente, sempre nos tocando, abraçando e beijando.

Quando eu vi que o negócio ia pegar mesmo eu perguntei a ele onde era o banheiro. Como eu tinha tomado banho há umas 5 ou 6 horas antes e feito xixi depois, fiquei com receio de que a minha xaninha não estivesse tão cheirosa quando ele fosse me dar uma chupada. De forma que fui ao banheiro rapidinho e dei uma lavadinha rápida na minha buceta. Percebi que ele também foi ao banheiro e torci para que ele também estivesse lavando o seu pau, já que era minha intenção dar uma mamadinha em sua pica.

Voltamos pra sala e nos beijamos mais um pouco. Logo ele pegou na minha mão e me convidou para ir até seu quarto. Aceitei na hora, pois já estava ardendo de tanto desejo. Mal nos deitamos e suas mãos já procuraram meus peitinhos, massageando e apertando por cima da minha blusa e sutiã. Como não sou boba, já levei à mão ao seu pau também, sentindo como seu pênis estava duro por cima de sua calça.

- Tira minha roupa! - pedi a ele, sendo atendida de imediato.

Primeiro ele tirou minha blusa e minha calça, me deixando apenas de sutiã e calcinha. Seus olhos percorriam todo o meu corpo, mal acreditando que ele ia comer a japonesinha mais gostosinha da faculdade.

- Nicoly! - disse ele me comendo com os olhos - Você é muito gostosaaaaa! Que é isso?

Ele passava as mãos por todo o meu corpo, com atenção especial à minha barriga, pernas e coxas. Finalmente tirou meu sutiã e apertou, lambeu e chupou meus peitinhos, me arrancando gritinhos de prazer.

Minha calcinha foi seu próximo alvo. Ele a tirou bem devagar, expondo aos poucos a minha bucetinha pequena e bem depiladinha. Senti a respiração dele ficar ofegante quando abri minhas pernas e puxei a rosto dele, fazendo sua boca tocar minha boceta, a qual ele beijou com muita vontade.

Em seguida seus dedos abriram os lábios da minha xoxota e ele passou sua lingua no meu clitóris. Um arrepio de prazer percorreu meu corpo inteiro.

- Chupaaaa! Chupa a bocetinha da japonesinha! Chupaaaaa bemmm gostosoooo! - eu gemia descontrolada, rebolando minha xoxotinha na cara dele.

Logo senti um de seus dedos fazendo círculos na minha entradinha apertadinha e logo deslizou pra dentro de mim. Comecei a gritar e gozar como uma louca sentindo a boca dele chupando meu clitóris enquanto seu dedo entrava e saia da minha bocetinha molhadinha.

Depois de alguns segundos me recuperando daquele orgasmo maravilhoso eu comecei a tirar a roupa dele, peça por peça, beijando seus mamilos e roçando o meu corpo no dele. Quando tirei sua cueca sua rola saltou pra fora, bem dura e grossa. Não era o maior pau do mundo, mas pra uma japonesinha baixinha, magrinha e apertadinha, aquela pica dava de sobra. Minha boca se abriu demonstrando meu espanto e admiração por seu membro. Ao mesmo tempo fiquei pensativa se eu ia aguentar tudo aquilo dentro de mim.

Comecei a beijar o pau dele, esfregando-o no meu rosto e depois nos biquinhos dos meus seios. Ele gemia gostoso, parecendo estar gostando muito do que eu estava fazendo. Fiz uma massagem demorada em suas bolas e depois engoli sua pica com minha boquinha pequena, fazendo um esforço extra pra conseguir segurar a cabeça da rola entre meus lábios.

- Chupaaaaa, Nicoly!!! - ele gemia e falava - Fode meu pau com sua boquinha gostosaaaa.

Com as minhas chupadas o pau dele parecia crescer cada vez mais, pulsando entre meus dedos enquanto eu o punhetava. Decidi que já era hora de foder aquela pica com minha boceta.

Pedi a ele que se deitasse na cama de barriga pra cima e fui prontamente atendida. Fui por cima dele e o montei, beijei sua boca e o provoquei mais um pouquinho. Em seguida posicionei a cabeça da pica na entrada da minha bocetinha e soltei meu corpo.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh!!! Que gostosoooo!

Deixei escapar quando senti seu pau escorregando devagarzinho pra dentro de mim, sentindo minha xaninha se abrindo e engolindo tudo. Como estava gostoso sentir um pinto diferente, ser fodida por outro cara, sem compromissos nem preocupações.

- Está gostando de comer a namoradinha de outro cara? - eu perguntei a ele enquanto subia e descia meu corpinho em sua rola grossa, dura e escorregadia.

- Simmmmm, Nicoly!! - dizia ele entre gemidos - Você é a japonesinha mais gostosa que já comi! Fode minha pica com essa bocetinha apertadinha! Fodeeee!

Eu me deliciava com as palavras dele e me deitei um pouco, de forma que sua boca pudesse alcançar e chupar meus peitinhos. De novo senti uma tesão enorme me atingindo e me deixei levar, sem receios.

- Estou gozandooooo! Estou gozandooooo! - gritei e rebolei gostoso em seu pau enquanto uma descarga elétrica percorria meu corpo inteiro.

Eu estava pegando fogo! Gemi e gemi desesperada, tremendo e me contorcendo toda. Finalmente fiquei parada em cima dele, deitada em seu peito, com minha respiração voltando ao normal. Sua pica continuava dentro da minha xaninha, dura como ferro, sentindo as últimas contrações do meu orgasmo.

- Vamos trepar de quatro agora? - eu disse a ele já me levantando e ficando de quatro, na beirada da cama.

Me empinei o máximo que eu podia, exibindo a ele a minha bundinha pequena mas redondinha, e o meu cuzinho apertadinho e totalmente depilado. Ele veio por trás, beijou meu bumbum e começou a passar a lingua no meu ânus, deixando-o todo lambuzado. Na hora eu fiquei preocupada. Eu nunca tinha feito sexo anal na minha vida e não estava disposta a fazê-lo naquele dia.

- Ohhhhhhhhh! Devagarrrrrr! - disse eu quando ele enfiou um dedo no meu cuzinho apertadinho, bem fundo. Tranquei meu rabinho de imediato e tentei escapar.

- Volta aqui! Só quero brincar com seu cuzinho um pouco antes de meter na sua boceta! - disse ele me colocando de volta na posição que eu estava.

Fiquei mais tranquila e empinei minha bundinha novamente enquanto sentia a boca dele no meu rabinho de novo, lambendo e tentando enfiar a pontinha da lingua no meu buraquinho super apertado. Os pêlos de minhas pernas e braços estavam muito arrepiados e eu começava a fica tonta de tanto tesão eu sentia.

- Issooooooo! Meteeee bem fundooooo!!! - gritei e gemi como louca quando a pau dele me invadiu por trás.

Minha bocetinha apertadinha se esticou ao máximo para permitir a passagem de sua pica grossa e dura. Rebolei e rebolei enquanto o Douglas me segurava firme pela cintura, beijando minha costas e minha nuca.

- Rebola nessa pica, japonesinha safada!! Fode meu pau com essa bocetinha gostosaaaa! Fode, japonesa gostosa!! - ele me falava essas coisas e minha cabeça dava voltas, do tanto que eu estava gostando de dar pra ele.

- Vou gozarrrrr!!! Vou gozarrrrr!!!! - disse ele soltando uns gemidos mais altos, parecendo um animal, me agarrando com força mesmo, quase violento.

- Gozaaaa dentro!!! Gozaaa na minha boceta!!!! - eu gritei quando percebi que ele queria tirar o pau e gozar fora.

Ele não estava usando camisinha, mas eu tomava anticoncepcional, e não queria perder a chance de sentir uma boa gozada dentro de mim. Não deu outra. Ele deu mais umas cinco bombadas e gozou como louco.

- Ohhhhhhhhh! Que gostosoooooooo! - deixei escapar quando senti o pênis dele espirrar pôrra quentinha bem no fundo da minha xoxotinha.

A sensação foi tão gostosa que levei uma mão ao meu clitóris e o massageei, tendo o meu terceiro orgasmo na noite. Foi uma delicia quando eu ainda estava gozando e ele soltou seu corpo em cima de mim, ficando deitado nas minhas costas, exausto e satisfeito depois de foder a bocetinha da japonesinha mais gostosinha da faculdade.

Depois de descansarmos um pouco ele me levou ao banheiro e tomamos um banho juntinhos. Depois voltamos para a cama e assistimos um filme. Já estava ficando muito tarde mais eu não queria me preocupar com nada. Queria era foder mais. Queria esquecer namorado, brigas, tudo mesmo.

E foi assim que aproveitei bem a noite com o Douglas. Trepei muito mesmo. Fizemos todas as posições que a gente conhecia e ainda nos arriscamos em outras que eu só tinha visto em vídeos pornôs na internet. Mais uma vez eu senti sua pica esguinchar porra dentro de mim, até que ele se deu por vencido e dormimos um pouco.

Bom...depois desse dia nós não transamos mais, meu namoro durou ate ao segundo mês da pandemia. Foi melhor, cada um para o seu lado.

Sábado passado (dia 28-11-20200) o Douglas e eu saímos no sábado a noite e fomos para um motel, no qual ele me pegou de jeito e meteu tanto em mim que fiquei mole e exausta.

  • Enviado ao Te Contos por Nicoly

A trepada...

By: Graziela

Meu nome é Graziela, mas todos me chamam de Grazy. Tenho 26 anos e resolvi contar a vocês uma das minhas tantas transas. Tenho 1,68 de altura, sou morena clara, meu cabelo é castanho escuro e comprido, tenho  seios são grandes, coxas grossas, pernas bem torneadas e uma bundinha não muito grande mas muito empinada. Sou super feliz com o meu corpo, fruto de muito esforço na academia.

Adoro sexo e faço de tudo para ter muito prazer e dar prazer para o homem que estiver fodendo comigo no momento. Dias desses conheci o Adriano, um cara bem legal. Trocamos contatos e fomos nos aproximando cada vez mais devido às conversas diárias pelo whats.

O Adriano era o tipo de homem que chamava a atenção por onde passava e fazia qualquer mulher enlouquecer. Ele era um moreno bonito, alto e com um corpo perfeito e muito gostoso. Além de ser super carinhoso, ele adorava sexo tanto quanto eu e sabia mesmo como satisfazer uma mulher.

Em uma de nossas conversas ele me convidou pra ir a uma festa na casa de uns amigos dele.

Eu aceitei o convite de imediato e disse a ele que nos encontraríamos lá. Me produzi toda. Tomei um banho bem gostoso e acabei me masturbando enquanto pensava no encontro que teria mais tarde com o Adriano. Coloquei um espartilho branco, que deixou meus seios com um decote muito bonito, depilei minha bucetinha, deixando-a bem lisinha, coloquei uma saia preta bem curtinha, uma calcinha branca fio-dental, que ficou bem enfiadinha na minha bundinha, um salto alto, deixei meus cabelos soltos e fiz uma maquiagem bem marcante, com um batom rosa. Finalmente fui ao encontro dele.

Quando cheguei percebi que ele me olhou dos pés à cabeça. Em seguida se aproximou de mim, me abraçou carinhosamente e me apresentou aos seus amigos, que ficaram babando vendo meu corpinho de ninfetinha. Conversamos mais um pouco e ele me puxou pra dançar. Começamos a dançar e fui ficando com um calor danado, cheia de excitação, sentindo ele me tocar, me abraçar. Logo ele estava pressionando meu corpo contra o dele e deslizando a mão até minha bunda, apertando levemente a minha bunda.

Fomos para um canto e começamos a nos beijar loucamente. Ele beijava meu pescoço e falava no meu ouvido o quanto ele queria ficar comigo.

- Estou louca pra ser todinha sua, Adriano! - eu disse a ele - Você não tem idéia de como a minha buceta está molhadinha.

- Então eu acho melhor a gente ir pra minha casa e terminar a nossa festinha lá! - disse ele sorrindo - O que você acha?

Concordei na hora. Não via a hora de sentir a vara dele na minha buceta, já palpitando de vontade de ser penetrada com força e bem fundo.

No carro dele a nossa azaração continuou à mil. Ele passava as mãos nas minhas pernas e coxas e não tirava os olhos do meu decote. Para provocá-lo ainda mais, eu puxei meu espartilho um pouco mais pra baixo, mostrando meus seios ainda mais, quase permitindo que os biquinhos saissem pra fora. Os olhos dele brilhavam de tanto tesão. Comecei então a beijar o pescoço dele, provocando aquele macho pra deixá-lo no ponto pra mim. Logo coloquei a mão por cima da calça dele, apertei e fiz massagem em seu pau enquanto ele dirigia.

Quando chegamos na garagem da casa dele o tesão já era tanto que descemos apressados e ele já me agarrou por trás, levantando minha saia e metendo as mãos na minha boceta, por cima da minha calcinha. Senti o volume do pau dele na minha bunda e percebi como ele estava crescendo mais e mais. Entramos na casa, ele me levou até a cozinha, pegou umas três latinhas de cerveja e fomos correndo para o quarto.

Já no quarto eu o empurrei na cama e fui tirando minha saia, bem devagar, de costas pra ele.

- Que delícia, Graziela! Quer me matar, minha gostosa? - disse ele quando me viu só de calcinha, bem enfiadinha na minha bundinha empinada.

Fui pra cima dele, que já tinha tirado a camisa e comecei a beijá-lo. Suas mãos rapidamente abriram o meu espartilho, liberando meus peitinhos lindos. Ele não me deu tempo. Caiu de boca nos meus seios, beijando, lambendo, chupando e sugando os biquinhos durinhos de tanta vontade que eu já estava de levar pica.

Tirei suas calças e comecei a esfregar meus lábios no pau dele, que já estava muito duro dentro de sua cueca. Logo tirei sua cueca também e esfreguei minha mão em sua pica, que estava enorme e pulsando, com as veias bem salientes. Fiquei louca pra chupar aquele mastro ali, durinho só pra mim. Primeiro eu levei uma mão até as bolas e fiz uma massagem bem gostosa, fazendo o Adriano gemer de prazer.

Em seguida lambi a cabeça de seu pau, esfreguei meus lábios, de cima à baixo, chupei seu saco, bati com seu pau duro na minha lingua. Fiz uma verdadeira festa, deixando a pica dele toda babadinha e bem molhadinha.

- Chupa, sua putinhaaa! Chupa o pau do seu macho!!

Ele gemia me falando essas coisas enquanto eu mamava e chupava gostoso, até a garganta.

Não demorou muito e ele veio de novo pra cima de mim, me deitando na cama e começando a sugar meus seios, dando mordidinhas nos biquinhos. Peguei uma latinha de cerveja, abri e despejei um pouco nos meus peitinhos.

- Vem, meu macho! Bebe tudo!

Eu disse a ele vendo sua lingua percorrer meus seios, minha barriga e meu umbigo. Eu queria morrer de tanto tesão que eu estava. Sua boca foi descendo até a minha bucetinha, que já estava toda meladinha.

- Que buceta mais linda, Graziela!

Ele quando puxou minha calcinha com os dentes, descobrindo minha xoxotinha pequena, linda e toda depiladinha. Enquanto suas mãos terminavam de tirar minha calcinha eu já sentia a boca dele beijando a testa da minha buceta. Abri bem minhas pernas para aquele macho dominador.

- Ohhhhhhhhh! Chupa bem gostosooooo, meu macho!!! - eu gemia como uma louca quando ele começou a lamber minha boceta e chupar meu grelinho, me deixando louca de tesão.

- Ahhhhhhh!! Que gostosooooo! Não paraaaa! Vou goz...

Nem consegui terminar de falar e explodi em um orgasmo maravilhoso, rebolando na boca dele. Nossa, que delícia! Gozei como nunca. Ele ficou me olhando, sorrindo satisfeito e despejando mais um pouquinho de cerveja geladinha na testa da minha boceta e esperando escorrer para os meus grandes e pequenos lábios. Em seguida ele caiu de boca, lambendo e bebendo tudo.

Aquela gozada tinha sido muito boa, mas eu queria mais. Queria ser dominada por ele. O fato de ele ser militar me fazia querer ser mandada por ele. Eu queria que ele me fizesse sua putinha, sua vadiazinha. E acho que ele entendeu o meu recado.

- Vem, sua vadia! - disse ele como se estivesse ordenando - Senta aqui no meu pau e rebola até eu gozar, minha putinha gostosa!!

Ele falou isso e se deitou na cama, de barriga pra cima e com o pau completamente ereto, apontando para o teto.

Não perdi tempo. Só passei mais um pouquinho de cuspe na entrada da minha xoxotinha e me ajeitei em cima dele.

- Ahhhhhhhh!!! É muito grandeeee!

Soltei um gemido baixinho me sentando bem gostoso na pica dele e deixando minha buceta engolir tudo, de uma só vez. Fui rebolando bem devagar até que senti o saco dele encostar na minha bunda.

Comecei a levantar e descer minha pélvis de encontro ao seu pênis, deslizando suavemente. Ele estava louco de tesão e me puxou mais pra cima dele, beijando minha boca, chupando e apertando meus seios.

- Rebola nesse pau, minha cachorra gostosa!

Disse ele no meu ouvido, entre gemidos. Percebi que ele ia gozar e rebolei um pouquinho mais rápido, permitindo uma penetração bem profunda. Meu corpo inteiro começou a se arrepiar e notei que meu orgasmo estava se aproximando também.

- Ahhhhhh, amorrrr! - gemi bem gostoso - Vou gozarrrr também!! Deixa eu gozar nessa pica gostosaaaa! Deixaaaaa!

- Isso, cachorrinha safada! Fode meu pau bem gostosoooo! Vou gozar na sua bucetinha!!! - ele mal terminou de falar isso e gozamos juntinhos, bem agarradinhos.

Depois que gozamos eu me deitei ao lado dele e conversamos um pouco, bebendo a cerveja que tinha sobrado. Ficamos assim por uns 15 minutos, até que minha xoxotinha começou a "coçar" de novo, querendo mais pica. Comecei então a brincar com o cacete dele, batendo uma punheta bem de leve. Não demorou muito e seu pênis reagiu, ficando duro com rocha novamente.

- Agora eu vou comer o seu cuzinho, Graziela! - disse ele me olhando com cara de safado. Eu concordei na hora, pois adoro sexo anal.

- Fica de quatro, sua putinha! - ele falou me puxando para a beirada da cama e me colocando de quatro, com a bunda bem empinadinha - Empina essa bunda pro seu macho! Vou enfiar tudo nesse seu rabinho.

As palavras dele tinham um efeito devastador em mim. Eu delirava de tesão com cada frase, percebendo que eu estava domada por aquele macho. Eu estava parecendo mais era uma égua só esperando o cavalão montar em cima, sem dó.

Como uma boa putinha eu fiz o que ele mandou. Fiquei de quatro bem empinadinha, só esperando o meu castigo. Ele ficou em pé atrás de mim e começou a beijar e lamber a minha bunda. Quando sua lingua tocou o meu cuzinho eu me arrepiei e quase gozei novamente. Em seguida ele me deu uns quatro tapas bem fortes na bunda que minha cabeça girou.

- Quero pau no meu cú! - falei pra ele não me aguentando mais - Enfie na minha bunda! Enfia sem dó, meu macho gostoso.

A hora mais gostosa da trepada tinha chegado. Ele deu uma cuspida enorme no meu cuzinho, esfregou o dedo e logo posicionou a cabeça da rôla na entradinha apertadinha. Sem aviso ele forçou e a vara foi deslizando pra dentro de mim, bem fundo. Meu cú piscava desesperado, tentando frear sua pica, mas o esforço era em vão. Entrou tudo, até o talo.

- Uiiiiii!!! Que gostosoooo! - gemi e gritei como puta mesmo quando senti o saco dele batendo em mim.

- Toma sua safada!!! Você gosta é de dar seu cuzinho, não é? - dizia ele me puxando com força e enfiando bem fundo em mim.

- Vai, cachorrinho!!! Come bem gostoso o cú da sua cachorraaaa!!! Come, seu safado! - eu dizia pra provocá-lo ainda mais.

Ele então começou a me chamar de puta, de safada e outros nomes mais. Eu gritava de tesão e rebolava meu corpo, querendo ser fodida com força. Ele percebeu minha vontade de gozar e começou a esfregar os dedos na minha bocetinha.

- Quer gozar no meu pau, safadinha? - ele perguntou me agarrando bem forte.

- Queroooooo!!! Queroooo muitooooo, meu macho!!! Mete essa pica bem fundooo, meteee! - eu disse e comecei a gozar como uma desesperada - Goza também!!! Goza no cuzinho da sua mula, Gozaaaa!

Não deu outra. Poucos segundos e ele encheu meu cuzinho de leitinho. Que delícia gozar com o meu macho, juntinhos novamente. Acho que ele queria ver como meu cú estava e tirou seu pau de uma só vez. Em seguida ele abriu bem as minhas nádegas e eu pisquei meu rabo, tentando expulsar o esperma dele. Logo senti a pôrra dele ir saindo de dentro do meu cú e escorrendo para a minha boceta e coxas. Que loucura.

Depois de deixar ele se deliciar com aquela cena mais alguns segundos, eu me virei e agarrei o pau dele, mamando tudo, deixando a pica dele bem limpinha e minha boca e meus lábios sujos de seu esperma gostoso. Não deixei escapar nenhuma gota, engoli tudo.

Em seguida fomos tomar banho juntos e ele ficou me observando. Me toquei e me exibi para aquele macho gostoso e dominador por vários minutos.

Depois do banho bebemos mais um pouquinho de cerveja, demos mais uns amassos e dormimos agarradinhos.

No outro dia eu acordei com ele beijando minhas costas, passando suas mãos em mim, beijando e acariciando meus cabelos. Ele já estava pronto pra meter de novo mais eu revolvi ir embora. Eu e o Adriano ainda mantemos contato hoje em dia e sempre que dá certo a gente dá uma fugidinha pra trepar bem gostoso. É um dos poucos homens que me fazem sentir uma putinha desejada e completa.

Falando nisso, já estou molhadinha de novo.

  • Enviado ao Te Contos por Graziela

sábado, 28 de novembro de 2020

Fui para o motel hoje com o cara que conheci no insta (27-11-2020)

 By: Tânia

Meu nome é Tânia, tenho 32 anos, sou casada, meu marido trabalha em uma plataforma de petróleo, então fica dias fora de casa, assim fico sozinha... tipo hoje.

Hoje, sexta feira (27-11), eu quero da uma trepada, para relaxar da semana cansativa do trabalho, acabei resolvendo dar uma saidinha com um carinha que andou me secando nessas duas ultimas semanas quase. Quando postei uma foto com uma amiga, eu estando de biquini em uma praia, e ele no privado do instagram começou a puxar assunto comigo.

Ele é casado, bonitão, tem 45 anos, fortão, faz estilo militar. Já estavamos tendo conversas mais quentes e hoje perguntei de cara se ele não queria da um pulinho em um motel e me comer, e ele aceitou.

Eu corri para casa no final da tarde, tomei um banho, pus uma roupa e corri para o shopping para me encontrar com ele... la deixei meu carro e fui no dele para o motel.

Antes de sairmos do carro, na garagem do motel, começamo a darmos um amasso bem gostoso, com beijos bem demorado, com ele pegando nos meus peitos e eu agarrando seu pau e apertando...

Abri seu ziper e coloquei seu pau duro pra fora, nossa eu estava com muita saude de um pau, cai de boca nele, fiquei ali chupando e punhetando com todo carinho que uma rola gostosa merece.

Muita vezes eu parava de chupar seu pau e descia ate suas bolas e chupava fazendo ele gemer alto... não deixei ele gozar, parei bem antes então fomos para o quarto e logo que chegamos ele me puxa e disse:

- agora quero seu cu, desde que vi aquela foto eu to louco pra te comer de 4..

Eu não sou virgem no cú, mas me fiz de dificil e disse:

- vamos ter que combinar isso..

Nos beijamos de novo e ele que nem louco levantando meu vestido, passando a mão pela minha bunda e falando sacanagem no meu ouvido, eu já estava louca de tesão, me abaixei, botei seu pau pra fora e comecei a chupa-lo novamente, engoli tudinho, eu sentia na minha garganta, chupava que nem louca e ainda arranhava de leve..

Ele acabou não aguentando e gozou forte e eu como estou faminta não derramei nem uma gota.

Ele me levanta e me empurra para a parede, me levanta e começa a chupar minha xana.. Nossa , só de lebrar a cena, fico molhada. E como ele chupava.. Enfiava a lingua profundamente. Eu gritando já de tesão:

- me come, vem pegar o que deseja?!

Ele olhou para mim, me soltou, virou-me de costas e sem dó enfiou o pau dele no meu cu .. Nossa!!!. Eu senti uma dor intensa, dei um grito alto demais ate chegou a sair lagrimas.

Ele parou e esperou eu me acostumar com aquilo tudo abrindo meu cuzinho, assim que percebeu que eu me acalmei, foi metendo e eu sentindo prazer gritei de novo, só que agora de prazer.

Ele metia forte e eu só gritava, não demorou e ele gozou, enchendo meu cu de gozo, minhas pernas ficaram bambas, eu só sentia o gozo descendo pelas pernas.

Ele tirou seu pau de dentro do meu cu, me virou, encostou em mim e começamos a nos beijar, seu pau estava melado, seu gozo escorria pelas minhas coxas, meu cuzinho estava piscando, ele parou de me beijar e foi me lavando ate a cama, me deitou com as pernas abertas, abaixou e caiu de boca na minha buceta, deu umas lambidas e meteu a lingua, depois ficou em pé bateu umas 3 vezes com seu pau em cima da minha buceta e então enfiou em mim a sua rola...

Eu me arrupiei toda, como é bom levar uma boa metida assim, ele começou a me foder sem parar, socando ate as suas bolas baterem na minha bunda, ele me comeu magistralmente, foram uns 10 minuto sendo comida assim, ai eu pedi pra mudar a posição, eu queria entrar naquela rola, então ele deitou e eu fui pra cima dele, coloquei a cabeça do seu pau na entrada meladinha da minha buceta e fui descendo ate a minha buceta engolir o pau todo dele, e então eu comecei a cavalgar do jeitinho que gostos.

Quiquei sem parar no pau dele, sentando com forçar, querendo fazer ele gozar tão forte quando foi no meu cu, ele segurava nos meus peitos, apertava os biquinhos e eu galopando forte... ele nem avisou direito, em meio ao meu gozo ele encheu a minha buceta com o seu gozo...

Parecia que estavamos levando choques, nossos corpos tremendo e gozando, que delicia dei o maximo de sentada que aguentava ate cair sem força sobre ele.

Ficamos deitado assim ate recuperar um pouco das nossas forças, fomos para o banho juntos, eu fiz um novo boquete nele, queria sentir aquele pau duro novamente na minha boca, mamei ate que fiz ele gozar de novo, que delicia.

Foi muito bom, falamos sobre repetir mais vezes, vamos com certeza marca outra saida dessa, ele me deixou no shopping onde deixei meu carro e então vim para casa, esperar ate a hora de falar com meu marido por video chamada...

  • Enviado ao Te Contos por Tânia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...