terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Ela da o troco no corno e quem sai ganhando sou eu (Jan-2022)

 By; Jose

Me chamo Jose, tenho 29 anos, casado, trabalho em um condomínio, como porteiro.

O que vou contar aconteceu no meio do mês de Janeiro.

Eu cheguei ao condomínio pra trabalhar, mas o clima estava muito esquisito, nada parecia como eu deixei estar no outro dia, não demorou muito o zelador residente veio falar comigo.

- Cara, deu a maior confusão aqui.

- O quê houve?

- Sabe a babá La da casa do sr Edgar, ele comia ela e a Dona Esther descobriu tudo. Pôs a menina pra correr ontem a noite, foi a maior confusão.

Fiquei chocado com tudo aquilo, nem pude me despedir da Carlinha.
A semana passou, demorei pra ver o casal de novo, até que um dia o Sr Edgar passou pela portaria.

- E aí, rapaz... tudo bem?

- Tudo bem, e com o senhor?

- Pois é, as coisas estão se ajeitando, mas essa trepada me custou caro.

- Fica tranquilo, doutor, com um tempo as melancias se ajeitam.

- Tá certo.

O velho foi embora caminhar no parque.

Dias depois, eu estava quieto na portaria, quando Dona Esther veio falar comigo.

- Oi Zé, tudo bem?

- Tudo bem Dona Esther.

- Preciso confirmar uma coisa contigo, tu pode me confirmar?

- Se eu souber, posso!

Ela foi super direta.

- É verdade que tu também comeu a Carlinha?

Gelei, mas assumi a história.

- Comi, sim, a gente transava no meu intervalo.

- Hahaha... bem feito, aquele imbecil do meu marido achou que só ele comia aquela putinha.

Ela ria sozinha.

- Uma mulher não pode ter um bebê, que o marido já acha que pode arranjar uma vagabundinha qualquer, mas ele vai ver, será corno duas vezes.

Dona Esther voltou pro apartamento e eu fiquei bolado na portaria, daquele dia em diante as coisas mudaram, Dona Esther pôs o bebê numa creche e passou a frequentar a academia, andava o dia inteiro em roupas de ginástica, toda gostosa, deu pra ver que tinha uma baita mulher ali, uma coroa bonita e bem fogosa, o comportamento dela comigo mudou também, ela passou a ir na portaria conversar comigo, me dava umas gorjetas do nada, sempre usando umas roupas bem sensuais.

Um dia Dona Esther me chamou no apartamento dela, pra me dar um lanche, quando ela abriu a porta estava só de calcinha e sutiã, um conjunto preto super bonito, meu pau endureceu na hora.

- Oi, tô bonita?

- Sinceramente... a senhora está linda.

- Obrigada. É bom ouvir um elogio de vez enquanto.

Peguei o tal lanche e fui pro intervalo, mas a imagem daquela mulher linda não me saía da cabeça. No dia seguinte, Dona Esther me interfonou um pouco antes do almoço:

- Oi, meu querido... tu já almoçou?

- Ainda não, Dona Esther.

- Então passa aqui depois, tenho uma coisa pra voce comer.

- Ok, já vou aí.

Na hora marcada, subi pra pegar o meu almoço, cheguei ao apartamento, bati na porta e Dona Esther abriu.

- Entra, meu querido, senta ali na sala, já trago o teu almoço.

Sentei no mesmo sofá onde transei com a Carlinha, as lembranças ainda estavam frescas, minutos depois Dona Esther voltou completamente nua, um corpo sensacional, os pêlos da buceta bem pretos, ela me olhou nos olhos e perguntou:

- E então, tá com fome? Quer comer?

Levantei do sofá e agarrei aquela gostosa.

- Temos pouco tempo, vem logo pra minha cama!

Tirei minha roupa e Dona Esther pegou no meu pau e começou a me chupar, e chupava muito gostoso, chupava as bolas, enquanto punhetava o meu pau deixando ele bem duro.

Deitei na cama e Esther veio por cima, encaixou, montando de costas para mim, onde eu podia ver sua buceta engolindo meu pau e seu cuzinho piscando.

- Que delícia o teu pau em mim, isso come a mulher daquele traidor desgraçado, faz dele duas vezes corno...

Enquanto ela mexia, eu metia meu dedo indicador na porta do cuzinho dela.

- Safado, vai com calma... outra hora tu come a minha bunda... só mete na minha bucetinha por enquanto, te prometo deixar tu fazer tudo comigo um outro dia.

Deixei ela comandar a transa, ela rebolava tão gostoso no meu pau, mostrando todo talento de uma mulher casada que era mal comida pelo marido. Ela deitou na cama e pediu pra fazermos um papai/mamãe.

- Vem, quero sentir o poder dessa piroca.

Meti tudo naquela buceta gostosa, bombei com firmeza, fazendo ela gozar descontroladamente.

- Que delícia, que orgasmo foi esse? Goza em mim... quero sentir a tua porra na minha buceta.

Continuei metendo, fazendo ela gozar outras vezes, numa dessas gozadas, não consegui me segurar e gozei tudo dentro dela.

- Tô sentindo essa porra quente inundando a minha buceta, que sensação gostosa, meu macho!

Ela me deu um beijo super gostoso.

- A partir de agora tu é meu amante, podemos transar todos os dias se tu quiser.

Claro que eu disse que quero, já não tinha mais a Carlinha, fui vestir minha roupa, pois o corno, ops o sr Edgar já estava pra chegar, nos despedimos com outro beijo e Esther me deu R$ 100,00 de presente.

- Aquele filho da puta vai me pagar caro pela traição.

Voltei pra portaria, e minutos depois o Sr Edgar chegou, pude ver pelas câmeras, deve ter vindo para almoçar em casa, e eu agora almoço a mulher dele todo dia.

Perdi a Carlinha, mas ganhei um AVIÃO em forma de mulher.

  • Enviado ao Te Contos por Jose

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Sexta feira não resisti a diabinha (18-02-2022)

 By; Marcos Paulo

Eu me chamo Marcos Paulo, tenho 36 anos, sou separado, e sou do Rio Grande do Sul.

Tenho uma amiga que mora a duas ruas da minha, nos conhecemos, já a uns 20 anos, e ela tem uma filha, a Jessica, menina que nesses últimos tempos vem tirando o meu juízo, desde a minha separação a quase 1 ano que ela vem tentando transar comigo, e eu bravamente resisti, por ela ser muito nova (17), por eu conhece-la desde recém nascida e por conhecer seus pais.

Mas a carne é fraca, uma hora não iria conseguir resistir aquela diabinha.

Sexta-feira à noite, eu estava em casa, era ainda cedo, umas 22;00, mas eu já me preparava pra dormir, sábado eu teria que trabalhar pela manha. Quando de repente o interfone tocou, fiquei intrigado, quem poderia ser ?

- Oi.

- Oi, sou eu, a Jéssica. Posso subir?

- Pode, sim.

Liberei o portão e fiquei esperando a Jéssica na porta do apartamento, só de short, quando ela saiu do elevador e me viu, veio correndo me abraçar, ela estava diferente, maquiada, uma roupinha mais sensual, curta e o decote era generoso.

- Tá fazendo o quê aqui, menina? Tua mãe sabe que tu veio aqui?

- Ela não sabe de nada. E nem quero que ela saiba. Disse pra ela que ia dormir na casa de uma amiga.

- Safadinha...

- Eu tô com muito tesão, quero transar contigo, pode fazer tudo comigo, dou até o meu cuzinho se tu quiser.

Jéssica levantou o vestidinho que usava, estava sem calcinha e com um plug anal enfiado no cuzinho, ao ver aquilo fiquei cheio de tesão, eu pirei.

- Então a putinha quer dar o cuzinho?

- Sim... quero muito. Hoje tudo é só meu.

Agarrei ela por trás, esfregando meu pau duro na bundinha dela.

- Tu me deixa louca assim. Vamos pro teu quarto... quero muito chupar o teu pau até tu gozar na minha boca.

Levei Jéssica pro quarto, ela tirou a roupa, ficando só com o plug, ela deitou na cama, tirei meu short e meu pau saltou duro, Jéssica meteu tudo que pôde na boca, ela mamava com uma bezerrinha, vendo ela naquela posição, botei meu lado cachorro pra fora e comecei a foder a sua boca, meti meu pau na garganta dela, fodi por quase um minuto, tirei meu pau deixando ela respirar.

- Adorei isso... senti teu pau na minha garganta. Faz de novo, meu macho!

Meti mais fundo e com mais força, tava fodendo a goela da Jéssica e ela tava adorando, só tirei quando ela já estava vermelha.

- Isso é muito bom... agora mete na minha bucetinha.

Botei minha putinha de 4 e cravei meu pau naquela bucetinha carnuda e molhada. Eu atolava meu caralho na bucetinha, puxava ela pelas ancas, segurando com firmeza.

- Mete tudo... mete tudo, paizinho!

Eu não acreditei... minha putinha me chamou de "paizinho".

- Me come, paizinho... me come... fode a tua puta!!

Aquilo me deu um tesão da porra, comecei a meter com mais força ainda.

- Assim, paizinho... fode a tua cadelinha... eu vou gozar nesse pauzão!

Fiz a putinha gozar na minha pica, mas ela queria mais.

- Agora eu quero leite. Dá leite pra tua cadelinha puta...

Ela se ajoelhou pedindo porra na boca, segurei ela pelos cabelos, puxando com força, enquanto punhetava meu pau pro leite jorrar.

- Bate em mim, bate na minha cara...

Ela estava louca de tesão.

- Assim, paizinho... judia da tua putinha... enche minha boca de leite!!

Gozei um pouco na cara, um pouco na boca, a porra que foi na boca, Jéssica engoliu e ainda queria mais...

- Me dá mais porra, paizinho. Eu quero muito o teu leitinho.

Jéssica ainda tava com o plug metido no cu, botei ela de bruços na cama.

- De onde tu tirou esse plug, guria?

- Uma amiga comprou pra mim, em troca, paguei um boquete pro irmão dela.

- Tu anda pagando boquete por aí?

- Não, foi só nele

Tirei o plug do cuzinho dela e meti o pau.

- Fode o meu cuzinho... fode o meu cuzinho...

Era um cuzinho bem apertado, Jéssica sentia dor, mas não tava nem aí, queria foder.

- Soca nesse cuzinho pidão, come o cu da tua cadelinha, paizinho.

Eu tava adorando ouvir a Jéssica me chamando de paizinho, comecei a bombar com força no cuzinho dela, a cada metida o pau entrava mais, faltava bem bom pra entrar tudo, puxei o pau pra fora, deixando só a metade, quando ela respirou, eu meti tudo, enterrando ele inteiro no cu dela, Jéssica deu um gemidão, quase um urro e apagou por alguns segundos.

- UUUUUUUUUHHHHH!

- Jéssica... Jéssica...

Continuei metendo, até que ela voltou a si.

- Meu Deus... que delícia ser fodida assim... continua, paizinho... mete com força que a tua cadelinha aguenta...

Soquei mais um pouco, fazendo a minha putinha gozar.

- Ai ai ai... eu vou gozar pelo cu, paizinho... pelo cuzinho.. que delícia!

A metelança continuou, queria ver até onde a minha putinha ia aguentar.

- Continua socando no meu rabo, paizinho... eu vou gozar de novo... tá vindo tão forte... aaaaaaahhhhhhh...

Minha putinha gostosa gozou de novo, tirei o pau no cu dela, limpei meu pau com um lenço e dei pra ela chupar.

- Ainda quer um leitinho?

- Quero, sim... dá tudo pra mim.

Ela começou a chupar a cabeça do meu pau, quando o leite saiu, Jéssica chupou com mais força ainda, chupando e engolindo tudo que saía do meu pau.

- Adoro esse pau, adoro o teu leite.

Dei um beijo na boca dela, fomos pro chuveiro, onde recomeçamos a nossa transa.

Foi uma noite maravilhosa, saciei todos os desejos da minha putinha, deixei ela feliz e toda arrombada, dormimos juntinhos, e somente La pelas 7;30 foi que eu a deixei na rua em que ela mora.

Parece que assinei um pacto com uma diabinha, pois ela ficou o final de semana todo falando pelo whatsapp comigo, dizendo que na semana virar muitas vezes aqui em casa...

Já vi que estou correndo risco, pois se descoberto estarei ferrado.

Até mais.

  • Enviado ao Te Conto por Marcos Paulo

domingo, 20 de fevereiro de 2022

O inicio da putinha que sou!

 By; Maria Paula

Meu nome é Maria Paula, tenho 25 anos, 1,70 metros e 59 quilos, sou loira, cabelos compridos, olhos verdes e amo sexo!!! Adoro as formas maias loucas!!! Com homens e mulheres, de preferência com os dois juntos!!! Alias, de preferência com mais de dois!!!

Eu frequento alguns clubes de swing, e faço muitos programas, praticamente todos os dias, sempre durante o dia e escondida, pois sou casada e meu marido nem sonha com esse meu lado “devassa” rsrsrsrsr.

Mas o que quero contar, atendendo ao pedido de uma amiga que adora ler contos aqui, é como eu me tornei a mulher que sou hoje.

Há alguns anos, eu comecei a me interessar por sexo muito, muito cedo, durante o dia ficava olhando os meninos e as meninas na escola e imaginava seus corpos, seus sexos e tudo mais, a noite, de madrugada, assistia aos filmes e vídeos pornôs e me masturbava muito.

Mas a minha primeira experiência aconteceu um pouquinho mais tarde, na época eu estava no 2º ano, e já ficava muito com os meninos, principalmente com os mais velhos, mas só com os meninos, porque ainda morria de medo do meu lado bi.

Existia um grupo de meninos do 3º ano que sempre me assediavam, todos os dias eu recebia bilhetinhos, cantadas, e eles sempre se aproveitavam das filas para o lanche, ou para tomar água, para me encochar, e eu adorava sentir o pau duro deles na minha bunda, mas morria de vergonha.

Um dia, eles me pediram para ajudar com um trabalho que tinham que entregar e precisava de muitos desenhos e eles não conseguiam fazer e como tenho um bom talento para desenho, não precisou muito para me convencer, marcamos para o inicio da tarde na casa de um deles, que ficava bem pertinho da escola, passei o resto da aula muito excitada, minha calcinha ficou totalmente ensopada.

Quanto acabou a aula, fui pra casa, nem consegui almoçar direito, tomei um banho muito longo e me vesti da forma mais provocante que eu podia na época, uma mini saia jeans, e uma camisetinha branca curta, que deixava boa parte dos meus seios e da minha barriga de fora, eu estava sem sutiã e com uma calcinha tipo tanguinha, por cima, para espantar o frio e para minha mãe não desconfiar, coloquei um casaco.

No caminho até o encontro, uns 10 minutos andando, eu novamente encharquei minha calcinha, imaginando o que iria acontecer; quando entrei no prédio eu estava completamente excitada, morrendo de curiosidade e de vontade, e num ato sem pensar tirei o casaco e minha calcinha no elevador, quando fiz isso sentir um prazer enorme percorrer meu copo.

Quando entrei no apartamento, o aquecedor estava ligado muito forte e todos estavam sem camisa, e haviam preparado muitas batidinhas, morango, pêssego, maracujá, e foi a primeira vez que bebi, nem se falou do trabalho, eles só me elogiavam e falavam de baladas de aventuras, e cada vez mais a conversa ficava mais picante até chegar ao ponto das experiência sexuais, foi ai que eu falei que as minhas eram só com os meus dedos, todos riram....

Mas em seguida o dono da casa, que tinha ido ao banheiro, voltou e me agarrou por trás e começou a beijar o meu pescoço, em seguida outros quatro também começaram a me beijar!!

Me assustei, pois imaginava que seria um de cada vez, mas aquilo tava bom demais para eu querer parar, e no meio daquilo tudo, eu que nunca nem tinha sido beijada, sentia cinco meninos beijando meu corpo todo, e pela primeira vez e tive um orgasmo acompanhada!!

Gozei no meio da sala, fiquei com a perna bamba, cheguei a achar que ia desmaiar, ele me levaram pro sofá e continuaram a me beijar, foi quando viram que eu estava sem calcinha e vibraram muito com isso.

O Miguel, único que vou nominar, pelos motivos que vocês iram ver, começou a beijar minha virilha, meus pelos e finalmente minha buceta, sentir aquela língua, lembro até hoje, foi a sensação mais maravilhosa do mundo, gozei de novo, dessa vez mais forte, sem conseguir segurar os gemidos.

Nesse momento eu ainda estava zonza, mas percebi que todos já estavam nus e se preparavam para me penetrar, fui tomada por um pavor enorme, me desesperei, comecei a chorar queria ir embora, nao sei explicar o medo que senti.

O Miguel, para me acalmar me levou para cozinha, me ofereceu água, conversou comigo alguns minutos, expliquei pra ele que eu era virgem e que não queria perder a virgindade assim, ele entendeu acho muito legal, falou que não tinha problemas e começou a falar que existia outras formas de se fazer, logo me veio a idéia de anal, nunca tinha feito, nem me imaginando fazendo, mas naquele instante a idéia me deixou completamente eufórica.....

Quando Miguel acabou de falar, percebi que ele falava de Oral, mas falei pra ele que queria experimentar anal.

Deu pra ver o brilho que surgiu nos olhos dele e sorriso na boca, ele não pensou duas vezes, me debruçou na mesa, e utilizando óleo de cozinha como lubrificante começou a força minha bundinha, sentir a cabeça bem na entrada da minha bundinha era maravilhoso, ele forçava bastante, mas não entrava, eu adorava aquela pressão, poderia ficar por horas, sentido aquele pau me pressionado.

Foi quando ele afastou e em uma estocada muito forte entrou todo dentro de mim, doeu muito, eu gritei muito, a dor fez a minha vista escurecer, mas depois fui me recompondo, e a dor foi dando lugar para um prazer enorme, idenscritivel a sensação de sentir ele entrando e saindo de mim, eu estava quase gozando quando o Miguel tirou de dentro de mim e gozou nas minhas costas, depois do susto, adorei sentir aquele liquido quente nas costas.

Antes que eu pudesse me mexer, o segundo, que era o dono da casa, já havia se posicionado e começava a me penetrar, ele mexia mais devagar que o Miguel, eu sentia mais ele entrando e saindo de mim, nesse momento os outros três se colocaram na minha frente para que eu os chupasse, comecei a chupá-los e descobrir que é muito gosto sentir um pau na boca, e comecei a chupar mais e mais....

Até que um deles, junto com o dono da casa começaram a gozar, na minha boca e na minha bundinha, eu comecei a gozar junto, sem saber o que fazer com a porra que estava na minha boca, acabei deixando escorrer pelo meu queixo, nisso o quarto gozou na minha cara, jato no meu rosto, meu pescoço, meu cabelo.

Só faltava o quinto, e esse tinha um pau enorme, muito maior que os dos outros, nem cabia direito na minha boca, foi quando ele foi pra trás de mim e sem cerimônia começou a me penetrar com força, eu chorava de dor, sentia minha bundinha se arrobar, e de repente em meio a dor, comecei a sentir outro orgasmos chegando e comecei a empurrar a bunda pra trás, queria todo aquele pau dentro de mim, e comecei a gritar de prazer, até o Miguel colocar o pau na minha boca, gozei muito sentindo as estocadas na minha bundinha e a pulsação do pau do Miguel na minha boca, ai desabei, não aguentava mais nada, afinal ainda era muito novinha.

Foi quando o Miguel me carregou para o banheiro, me deu banho, lavou meu cabelo e cada parte do meu corpo, enquanto fazia isso o seu pau estava duríssimo, então comecei a puheta-lo, me ajoelhei no box, para fazer melhor e acabei não resistindo, comecei a chupá-lo, e foi só eu colocar a boca para ele gozar, e dessa vez engoli tudinho, e sentir aquele gosto escorrendo na minha garganta foi quase um novo orgasmo.

Ele me levantou, me beijou demoradamente.

Fui pra casa quase me arrastando, passei mal a noite toda, tive até febre, no dia seguinte cada parte do meu corpo doía, nem pude ir pra aula, fiquei sentindo dores por um 2 dias, mas só pensava quando e como seria a próxima vez, era inevitável, já estava viciada em sexo, principalmente anal.

Me encontrei muitas vezes com esse grupo de amigos, principalmente com o Miguel, mas isso são outras histórias.

  • Enviado ao Te Contos por Maria Paula

Minha cunhadinha (lesb) (dez-2021)

 By; Lidiane

Me chamo Lidiana, tenho 22 anos, e tenho namorado.

Mas o que eu vou contar aconteceu quando faltava poucos dias pro natal passado, era o ultimo sábado antes do Natal e não estava trabalhando, resolvi ir de surpresa a casa do meu namorado para agilizarmos algumas coisas para nossa festa de confraternização que realizaríamos na antevéspera de natal, mas quando cheguei na casa dele, ele estava de saída com os pais e o irmão mais novo para levá-los de carro na casa do tio que ficava em outro bairro.

Como fui de surpresa e bem mais cedo do que o horário que havíamos combinado de nos ver, era umas três horas e tínhamos combinado de nos ver às oito da noite, não quis atrapalhá-los e como não poderia ir com eles já que o carro estava cheio com eles e algumas compras, eu disse que retornaria pra minha casa para espera-lo, embora eu tenha levado roupa e calçado para me arrumar lá mesmo e sairmos para o nosso destino, mas ele disse para eu ficar e espera-lo, pois demorariam muito na casa do tio e por volta das seis horas já estariam de volta.

Disse que ficaria chato eu ficar sozinha na casa dele aguardando-o, mas ele disse que a irmã dele estava em casa, para que eu entrasse e fosse até ela que estava no quarto navegando na internet. Eu disse que sendo assim então eu ficaria e o esperaria e no que eu entrei, ele deu partida no carro e foi levar os pais na casa do tio.

Entrei, fechei a porta e como já tinha estado muitas outras vezes na casa dele e já tinha uma certa liberdade, antes de ir encontrar a minha cunhadinha que estava no quarto dela, passei pela cozinha para beber água e após eu fui encontra-la para ficarmos papeando aguardando o irmão dela voltar e ao chegar no quarto, bati umas três vezes na porta e ela nada de atender, então meti a mão na trinco e como ela não havia passado a chave, abri e me deparei com ela sobre a cama, peladinha com seu belíssimo corpo e sua xotinha a mostra, usando fone de ouvido com microfone e conversando distraidamente com alguém, olhando fixamente para a tela do notebook, que nem piscava, enquanto se masturbava.

Eu fiquei excitada com a cena e a observa-la por alguns minutos me tocando na buceta por cima da calcinha embaixo da sainha que eu usava.

De repente ela me viu, levou um susto e tentou tampar aquela rachinha maravilhosa pegando uma blusa dela que estava na cabeceira da cama e fechando rapidamente o not, tranquilizei-a dizendo que era normal o que estava fazendo e que eu mesma já havia feito por muitas vezes me mostrando para outra pessoa do outro lado da telinha e pedi desculpas por ter invadido a privacidade dela, contando o que ouve para eu estar ali.

Ela já mais refeita do flagra que dei nela, disse que tudo bem e contou-me que estava brincando com uma paquera virtual dela e que ao vê-lo mostrando o cacete ficou excitada e deu no que eu acabei vendo, eu aproveitei a deixa e disse que também fiquei muito excitada em vê-la se masturbando e que também não resisti e tive de me tocar como ela viu.

Foi ai que para minha surpresa ela perguntou-me se eu já havia transado com outra mulher e como eu disse que sim, ela perguntou se eu continuava excitada e como eu também disse que sim, ela falou que continuava muito excitada e sem hesitar, perguntou se eu gostaria de transar com ela, ali e naquele momento, pois já transara algumas vezes com duas amigas dela e adorou.

Não me fiz de rogada e disse que ia adorar fazê-la gozar e gozar também com ela, que falou:

- “Venha então, olha como minha bucetinha esta molhadinha”.

Imediatamente eu tirei minha blusinha e minha saia, somente de calcinha, partir pra cima dela trocando um delicioso beijo na boca e já tocando naquele corpinho sensacional de uma ninfetinha no auge dos seus 17 aninhos, que começou a gemer quando eu tocava e chupava seus peitinhos no mesmo instante que minha mão e meus dedos buscavam aquela xotinha maravilhosa dela que estava encharcada de tanto melzinho que ela expelia.

Fiquei tocando-a e chupando-a por uns quinze minutos com ela tendo vários espasmos nos meus dedos, eu muito excitada também, sentia minha calcinha encharcando cada vez mais, mas não queria deixa-la e continuei tocando na rachinha dela e aos poucos introduzindo um, dois, três dedos, até que ela gemendo bastante e a fodi com meus dedos que já entravam e saiam com facilidade daquela rachinha maravilhosa.

Eu percebia que ela estava pra ter um orgasmo daqueles e disse que queria que ela gozasse na minha boca e me deitando de costas na cama, ela veio e se posicionando por cima com aquela bucetinha linda sobre o meu rosto e cai de boca naquela racha, enfiando minha língua bem no fundo, chupando e mordiscando o grelinho dela, percorrendo com mina língua por toda rachinha e em poucos minutos ela aos gritos e gemendo muito gozou fartamente na minha boca e eu pude assim provar o melzinho da minha queridinha e deliciosa cunhadinha que jamais eu podia imaginar ser tão liberal e liberada daquele jeito, pois ela sempre foi muito na dela e mesmo me tratando bem todas as vezes que estive na casa dela, não demostrava ser a mulher que era, bem putinha e sacana por sinal.

Depois de ter gozado gostoso na minha boca, ela disse que queria me provar também e aproveitando que eu já estava deitada, retirou minha calcinha e vendo minha bucetinha toda meladinha exposta para ela, de imediato ergueu minhas pernas e caiu de boca me chupando gostosamente por uns dez minutos e me levando a um incrível orgasmo, muito intenso.

Foi sensacional eu gozar naquela boquinha, sentindo a linguinha dela dentro da minha rachinha.

Em seguida deitamo-nos lado a lado e acariciando nossos cabelos e rosto, trocamos um delicioso beijo e prometemos repetir mais vezes, mas sem que o irmão dela (meu namorado) venha, a saber. Prometi a ela que nosso segredo estaria guardado e assim temos mantido sempre que pudemos, uns encontros em minha casa, nos dias que estou de folga e antes de encontrar e estar com o irmão dela.

  • Enviado ao Te Contos por Lidiane

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

O filho da vizinha virou meu amante e vem me comer 2x na semana (Jan-2022)

 By; Claudia

Sou a Claudia, sou casada, tenho 34 anos.

Foi em meados do mês de Janeiro desse ano, era um dia bem gostoso, eu acordei naquele dia com muito tesão, meu marido não me comia já fazia um tempão.

Tirei minha calcinha e comecei a dedilhar minha xaninha, abri bem as pernas e comecei a mexer bem gostoso no meu grelinho, fui ficando muito molhada e com mais tesão ainda, resolvi pegar uma escova de cabelos que eu tenho e que tem um cabo bem roliço, liso e comecei a enfiar na minha bucetinha.

Aquilo me deixou maluca e comecei a gemer alto de tanto tesão, antes de gozar ainda enfiei bem gostoso em meu cuzinho me fazendo sentir um misto de dor e prazer, voltei a enfiar em minha buceta e mexi bem gostoso até gozar.

Mas ainda assim não estava totalmente satisfeita, eu precisava mesmo era de um pau de um macho. O pior é que nunca tive um amante, por isso nem sabia onde ia encontrar alguém discreto pra me foder bem gostoso.

Enquanto tomava meu café pensando nisso olhei pela janela e vi o Adriano, filho de minha vizinha, jogando bola na rua, ele tem uns 17 anos, mas já parece um homem, é alto e forte, e tem umas pernas lindas.

Inventei que tinha que mudar uns móveis e pedi ajuda dele, não sem antes colocar um shortinho bem cavado e uma blusinha sem sutien, Adriano chegou de shorts e sem camisa e logo que me viu já pude notar o volume entre suas pernas.

Ele me ajudou a mudar alguns móveis de lugar e eu notava que ele não tirava os olhos de mim.

Quando acabamos levei-o para meu banheiro e ofereci-lhe uma toalha para que ele tomasse um banho e foi o que ele fez.

Quando acabou pedi que ele esperasse que depois que eu tomasse um banho prepararia um lanche pra gente tomar, deixei a porta entreaberta de propósito e fui tomar meu banho.

Quando eu tive a certeza que ele estava espiando, comecei a alisar minha xaninha e enfiar meu dedo nela, as vezes me virava de costas para a porta e acariciava minha bunda e minha buceta por trás, quando saí, encontrei Adriano visivelmente excitado, ele não conseguia esconder que seu pau estava muito duro.

Coloquei uma calcinha e segurando apenas a toalha para cobrir meus seios pedi que ele me passasse um creme hidratante nas costas, me deitei de bruços e ele começou a passar o creme, minha bucetinha pulsava de tesão, estava super molhada e as mãos dele em minhas costas me deixavam alucinada, de repente ele disse :

- Dona Claudia, a senhora é muito gostosa.

Achei engraçado ele me chamar de dona, mas como eu estava morrendo de tesão aquilo era o que menos importava.

- Vc acha Adriano? E vc transa com a sua namorada?- eu perguntei.

- Não. Ela disse que quer casar virgem.-ele respondeu.

- E como vc faz pra aliviar o tesão?

- Ah! Ela me masturba e as vezes me chupa.

Aquela conversa me deixou mais maluca ainda, abri as pernas e pedi pra ele passar no meio das minhas coxas, aquilo estava me deixando louca de tesão.

- E vc ainda é virgem , Adriano?

- Sou sim dona Claudia.

Eu já estava super molhada e não resisti.

- Adriano tira seu short.- pedi com jeito.

- Tudo ? - ele perguntou assustado.

- Sim tudo. Quero te ver nu, vc deixa?

- Deixo sim.

Ele tirou a roupa e vi um belo pau bem duro na minha frente, tirei minha calcinha e perguntei se ele queria me chupar, ele imediatamente se aninhou no meio das minhas coxas e começou a chupar minha bucetinha encharcada.

- Devagar Adriano bem devagar assim, isso ta gostoso.....

O garoto aprendeu rápido e logo eu gozei na boca dele.

Depois deitei-o de costas na cama e comecei a chupar seu pau, é bem grande e inchado (sem exagero), eu chupei com tesão, mas ele não resistiu muito tempo e logo ele encheu minha boca de porra, eu bebi tudo e lambi seu pau até ficar limpinho e brilhando de novo.

- Adriano, agora vem me foder bem gostoso, vamos tirar sua virgindade

Fiquei de quatro e ofereci minha xana pra ele que ficou ajoelhado atrás de mim e enterrou todo seu mastro na minha buceta, eu sentia aquele mastro quente e pulsando dentro de mim, eu rebolava e pedia mais e mais, mas infelizmente ele gozou muito rápido, e desta vez eu não gozei.

Deixei o descansar uns minutos e comecei de novo a chupar seu pau que logo ficou duro de novo e pedi pra ele segurar o mais que podia sem gozar.

Sentei em cima de seu pau e encaixei bem ele na minha buceta e comecei a cavalgada.

- Ai Adriano que delicia, que pau gostoso vc tem.

- Vc também tem uma buceta gostosa dona Claudia.

- Gostoso, assim sente minha bucetinha delicia

- Mete dona Claudia

- mete gostoso Aiiiiiii, assim vou gozar, que delicia

- Goza dona Claudia, goza gostoso, me da seus peitos pra eu chupar

- Toma...chupa todinha

- Hummmmm delicia dona Claudia, mexe mais

Ele me fodeu por um tempo, socando sua rola em mim, e eu rebolando e quicando sem parar ate que ele gozou mais uma vez e eu sentindo os jatos de porra dentro de mim eu também acabei gozando no seu pau, gemendo muito.

Depois de um banho bem relaxante que tomei com ele, nos deitamos novamente e ele falou:

- Posso te pedir uma coisa dona Claudia?

- Claro Adriano, o que é??

- Deixa eu comer seu cuzinho?

Me assustei com a pergunta, mas não pude resistir.

- Mas primeiro passa o creme e depois coloca bem devagar.

- Pode deixar dona Claudia.

Ele lambuzou meu cuzinho com o creme hidratante e depois seu pau e me penetrou bem devagar, sentia seu pau me rasgando o cuzinho, mas estava muito gostoso.

Quando senti seus pelos na minha bunda ele começou a me foder bem gostoso.

- Isso Adriano me fode, fode sua putinha, assim Gostoso

- Que cuzinho delicioso

E ficou socando no meu cuzinho, eu rebolava, ate lembrei de quando meu marido me comia o cuzinho, pedi que Adriano desse uns tapas na minha bunda, e ele deixou as marca de sua mão na minha bunda, era tapa e socada, meu cuzinho estava ardido, ate ele segurar firme na minha cintura, dar umas 3 ou 4 estocadas bem firmes e gozar urrando feito um cavalo, e eu gozei muito dando meu cuzinho pra aquele garotão.

A partir daquele dia, pelo menos duas vezes por semana Adriano vem me comer bem gostoso, virei sua putinha, também quem manda o maridão não dar conta.

  • Enviado ao Te Contos por Claudia

 

O coroa me comia em troca comprava todas as balas que eu vendia na praça. 2º Encontro

 By; Julia

Meu nome é Julia, quando eu tinha 17 anos eu vendia bala e água para ajudar em casa, nessa época eu morava com minha tia, esse aqui é o segundo encontro que eu tive com um senhor que me comprou todas as balas em troca de sexo.

Passado 1 semana desde o primeiro encontro, o senhor do parque voltou, eu estava no mesmo local, depois daquele dia minha bucetinha levou dias para parar de arder. Ele chegou e me perguntou se queria mais dinheiro, fiquei desviando a conversa, ai ele me disse que se eu não quisesse que ele ia procurar outra menininha, então topei, ele me levou pro carro.

- Julinha, tira a calcinha...

- mas aqui?

- sim, quero amaciar sua bucetinha ...

Tirei a calcinha, e abri as perninhas conforme pediu, ele ia dirigindo com uma mão e a outro amassava meu pequeno grelo, ou metia os dedos na minha bucetinha, depois tirou e colocou na minha boca e mandou eu chupar, depois voltava a meter na minha bucetinha.

- Como esse forninho está quente, ja prontinho pra eu meter minha tora de novo.

Assim fomos até chegar a sua casa, ele parou o carro na garagem, e me colocou em seu colo, me beijou de lingua, puxou meu vestido pra cima, abriu a boquinha da minha xana, olhou e depois meteu os dedos bem fundo, enquanto socava, me beijava de lingua...

- Vamos pra dentro sua vadiazinha...

Chegando la fui lanchar, e ele ficou bebendo um copo de wisk, depois, ele encheu outro copo, bebeu um pouco e foi tirando a nossa roupa, me deu banho e me levou pro quarto, me deitou na cama, com a cabeça pra fora, ficou pendurada pra fora da cama, ele veio por cima e colocou a pica na minha boca e foi socando, abriu minhas perninhas e ficou socando os dedos na minha pequena xoxota.

- Nossa que delicia, suga tudo cachorrinha...

Ele metia o pau na minha garganta e tirava, metia forte e seus dedos tambem, iam fortes e firmes na minha xaninha, ate que ele gozou, engoli tudo....

- Agora deita na cama

Ele se deitou do meu lado, me abraçou e me beijou de lingua, desceu a cabeça e começou a mamar nos peitinhos, chupava, mordia, segurava meu rosto, me beijava e voltava nos meus peitinhos....

- nossa, como tenho vontade de ter vc aqui em casa como uma cachorrinha, por uma coleira em vc, vou te comer que nem um cachorro come a cadela, fica de quatro, isso, abre as pernas

Antes de meter, ele deu tres tapas na minha bucetinha por trás, bem fortes que gritei.

- pra deixar ela inchadinha

Então meteu o seu pau, ele batia em minha bundinha, sentia dor quando ele metia, e dor pelos tapas que iam ficando mais fortes, me segurou pela cintura e puxava forte

Estava uma delicia, a dor era bem gostosa, sentia arrepios deliciosos, minha buceta parecia estar levando choques, então pegou nos meus peitos e começou apertar e acelerava as bombadas na minha bucetinha, quanto mais apertava, mais acelerava, ate que gozou, e eu deitei com meu corpo tremendo e eu gozando, apaguei por uns minutos.

Quando acordei, ainda estava deitada de barriga pra baixo e ele de lado, enfiava o dedo no meu cu..

- Acordou filhinha, agora podemos continuar...

Ele deitou sobre meu corpinho e colocou seu pau na entrada do meu cuzinho, e foi forçando a entrada.

- Vou comer esse cuzinho todo vadiazinha

Ele tampou minha boca e meteu tudo no meu rabinho, senti as pregas rasgando, não pude gritar, comecei a espernear, ele ria e metia fundo.

E foi socando, socando, socando ate que gozou, e saiu dentro de mim, meu cuzinho ardia sem parar, enquanto escorria porra do meu rbinho ele ficou me beijando e fazendo carinho na minha buceta, ele me fez gozar nos seus dedos, depois de um tempo ele me deu banho novamente e passou pomada tanto na minha buceta, como no meu cuzinho.

- Toma putinha, 100 reais pra vc fazer o que quiser.

- Obrigada Titio

Ele mandou eu ajoelhar no chão e latir que nem cachorra, depois pos o dinheiro em minha boca e mandou eu andar de 4 até a sala, onde estava a minha roupa, assim fiz, me vesti com ele dizendo

- Mas é uma cadela mesmo.... semana que vem te pego de novo no parque ta, toma mais 50, putinha gostosa, agora vamos ta ficando tarde.

Ele me deixou no parque, quando minha tia chegava eu dizia que tinha vendido tudo e ela ficava muito feliz.

  • Enviado ao Te Contos por Julia

Entre Colegas

 Valéria trabalhava há alguns anos em uma importante empresa do lugar onde morava. Era uma jovem de 18 anos quando obteve uma vaga de trabalho no setor de atendimento e após quatro anos de trabalho havia subido alguns postos e estabelecido uma boa posição em outro setor da empresa, no qual trabalhavam dezenas de pessoas.

Naquele tempo vivia um namoro estável há quase 8 anos, sem grandes problemas (nem maiores emoções) com o namorado, que recentemente havia concluído a faculdade e se mudado para outra cidade para aprimorar seus estudos. Não era muito longe dali, mas o casal vivia a rotina de conversarem ao telefone (ainda não existia whatsapp ou tecnologias de vídeo) e de se verem aos finais de semana.

Após alguns meses nesta rotina, Valéria se sentia sozinha e em dúvida sobre o futuro do casal, questionando se haveria continuidade no relacionamento, se ele voltaria, se ela iria morar com o namorado, etc.

Neste mesmo período, numa tarde de quinta-feira, um e-mail coletivo convocava todo o setor para, no dia seguinte, se despedirem de um dos colegas, Leonardo, que estava deixando a empresa e se mudaria para outro estado. Valéria ficou surpresa pois Leonardo tinha um bom cargo na empresa e era uma das principais figuras do setor.

Até então Valéria não tinha tido muito contato com Leonardo por conta do trabalho, pois apesar de trabalharem em setores interligados, não tinha trabalhado direto com ele, de modo que o conhecia apenas superficialmente. Apesar disso, o achava simpático e charmoso.

Leonardo tinha 10 anos a mais que Valéria. Era um homem alto, esguio, cabelos curtos, educado e não perdia a oportunidade de ser simpático e atencioso com as colegas de trabalho, ainda que a empresa desencorajasse relacionamentos entre colegas. De qualquer forma, Leonardo era casado e tinha um filho, sendo respeitador apesar dos olhares e sorrisos trocados durante o expediente.

Por não ter muita intimidade ou relação com o homenageado, Valéria não pensava em ir na despedida, já que era inverno e ainda tinha aula na faculdade na sexta-feira à noite e, também, sexta-feira era o dia que o namorado chegava para ficarem juntos. Entretanto, ao final daquela quinta-feira, recebeu a notícia do namorado que ele somente poderia ir no sábado à tarde em razão de uma prova.

Valéria ficou desanimada com a notícia e chateada por perder a noite de sexta-feira ao lado do namorado. Na empresa comentou que não iria ao evento, mas com o incentivo dos colegas de trabalho mais próximos, acabou decidindo ir à despedida de Leonardo. 

Saiu da empresa ao final da tarde, passou em casa, tomou um banho e colocou uma roupa bem simples e discreta: calça jeans, tênis, camiseta e uma jaqueta jeans. Cabelos presos em rabo de cavalo e cara lavada, sem maquiagem.

Chegando lá Valéria foi efusivamente recebida por Leonardo que foi extremamente simpático e agradeceu por ela ter vindo. A animação do homenageado e o clima de festividade do local renovaram o ânimo de Valéria que acabou curtindo a noite de boas conversas e risadas.

Sobravam poucas pessoas no local quanto Valéria resolveu ir embora. Despediu-se dos colegas e dirigiu-se a Leonardo para desejar-lhe boa sorte na nova empreitada. Leonardo sorriu, agradeceu e fez questão de levar Valéria até o carro, estacionado um pouco adiante do local onde se realizou a festa. No caminho, lamentou com Valéria o fato de nunca tê-la conhecido melhor e que gostaria de estar mais em contato, pois mesmo trabalhando em outro lugar continuaria a fazer negócios com a empresa.

Ao chegar na porta do carro, Valéria foi agradecer pela gentileza e virou-se para Leonardo. Prontamente, ele colocou a mão em sua cintura e a encostou no carro. Aproximou-se e deu um beijo na boca de Valéria que, apesar de surpresa, correspondeu à investida, entrelaçando seus braços na cintura de Leonardo.

Estava carente e ao mesmo tempo que sentia aumentar o volume do pau de Leonardo, sentia seus seios enrijecerem e sua buceta ficar melada. Gemeu baixinho quando Leonardo desceu por sua orelha e pescoço, mas um súbito pensamento de consciência a impediu de ir além, interrompendo os amassos.

Travou as ações e frisou que tinha namorado e não gostaria de ir adiante, embora seu corpo dissesse outra coisa. Leonardo não insistiu e respeitou a vontade de Valéria. Contudo, deixou claro que voltaria a procurá-la, pois havia ficado louco para conhecer melhor sua agora ex-colega de trabalho.

Passadas algumas semanas o telefone da mesa de trabalho de Valéria toca. Era Leonardo. Estava na cidade fazendo algumas reuniões e estava ligando para convidar Valéria para almoçar. Seu rosto enrubesceu e Valéria olhou rapidamente em volta do salão para seus colegas pensando que alguém pudesse ter escutado. Muito sem graça, agradeceu o convite e recusou, dizendo que tinha um compromisso.

Leonardo não se deu por vencido e insistiu no convite, relembrando a noite do beijo e reforçando o quanto tinha pensado nela nestas últimas semanas. Valéria ficou muda e imediatamente a sua memória trouxe as sensações daquele beijo. A buceta melada, o pau duro apertado contra o seu corpo.

Após alguns segundos de silêncio, Valéria aceitou o convite de forma titubeante, combinando de se encontrarem em um posto de gasolina. Valéria deixou seu carro estacionado no posto e seguiu no carro de Leonardo que, sorridente, perguntou:

- E ai, onde vamos? Almoçamos ou podemos ir para algum outro lugar?

- Para onde tu achar melhor.

Leonardo seguiu dirigindo e conversando sobre assuntos comuns, sobre a empresa e sobre a mudança de emprego, ate que chegou à rampa de entrada de um motel. A adrenalina tomou conta de Valéria que sentiu os pelos se arrepiarem e uma grossa gota escorrer na xoxota já cheia de tesão.

Leonardo estacionou o carro e fechou a garagem, voltando-se em direção de Valéria. Agarrou-a ali mesmo, antes de entrarem no quarto, num beijo tórrido e tesudo, novamente prensada entre Leonardo e o carro. As mãos de Leonardo agarraram forte a sua bunda e subiram pelas costas repousando nos seios. Leonardo abocanhou o pescoço de Valéria ao mesmo tempo em que segurava seu quadril.

Valéria virou-se de costas e empinou sua linda e polpuda bunda na direção do pau de Leonardo. A calça social de tecido fino que ele trajava deixava muito evidente a rigidez o tamanho de seu membro, que Valéria agora sentia roçando em sua bunda. Leonardo apertava o pau duro contra a bunda de Valéria, segurava seus seios e chupava o seu pescoço. A cada passada de mão elogiava sua pele e sua beleza.

Ainda na garagem Leonardo deslizou a mão pelo corpo de Valéria e abriu os botões de sua calça jeans encontrando uma pequena calcinha de renda já encharcada. Com o dedo indicador, venceu a lateral da calcinha e introduziu o dedo em Valéria que gemeu, abaixando um pouco mais a calça.

Enquanto sua mão direita brincava com o clitóris e a lubrificação de Valéria, com a mão esquerda Leonardo abriu o zíper de sua calça e colocou o pau para fora. Valéria deu uma olhadinha e gostou do que viu: um pau muito duro que deveria ter uns 20 cm, muito maior que o do seu namorado. Leonardo abriu a bunda de Valéria e colocou o pau entre as nádegas, roçando a cabeça na entrada da buceta, ainda por sobre a calcinha.

Os dois entraram no quarto e foram se despindo à medida que se dirigiam à cama redonda. Valéria deitou-se de costas, apenas de calcinha, enquanto que Leonardo despiu-se completamente, vindo por cima de Valéria. Encarou-a diretamente e iniciou uma sessão de beijos e carícias, descendo do rosto ao pescoço, dali aos seios, à barriga, o meio das pernas… uma bela chupada na xoxota de deixar Valéria doida.

Leonardo levantou-se, pegou uma camisinha e vestiu-a rapidamente, voltando para a cama no meio das pernas de Valéria. Ergueu os calcanhares de Valéria até seus ombros e gentilmente tirou sua calcinha, beijando suas coxas, panturrilhas e pés, sem economizar nos elogios e nas passadas leves de mãos, acariciando a pela já suada.

Devagarzinho foi introduzindo seu pau em Valéria que se arrepiou toda quando sentiu o tamanho e a rigidez entrando. Sentiu alguma dor, mas a excitação era tanta que o pau deslizou com facilidade preenchendo cada milímetro de sua buceta. Leonardo iniciou um movimento delicioso e vigoroso, preenchendo Valéria como jamais havia sido preenchida. Leonardo a encarava e admirava seu corpo, fazendo carícias e percorrendo suas curvas, ao mesmo tempo em que a fodia com tesão.

Após alguns minutos, Leonardo saiu e pediu para Valéria ficar de 4. Em um único movimento introduziu todo o pau arrancando um pequeno grito de Valéria. Ele segurou sua pelve com as duas mãos e cada vez que metia puxava o corpo de Valéria para perto. A cada metida um gemido alto. Valéria mal conseguia abrir os olhos de tanto tesão. Ainda assim, encontrava uma brecha para olhar para frente e ver-se no espelho sendo possuída por Leonardo, que a encarava pelo espelho.

Sem tirar os olhos dela pelo espelho, Leonardo afastou-se um pouco e abaixou-se para iniciar uma excitante chupada com ela de 4, introduzindo sua língua na encharcada e lisa buceta. As linguadas e mordidas no cu quase levaram Valéria ao orgasmo, dexando-a doida.

Valéria puxou Leonardo, deitou-o na cama e montou em cima. Introduziu o pau até o limite, sentindo sua ponta alcançar lugares jamais explorados em sua buceta. Os bicos de seus seios ficaram rígidos e o corpo arrepiado com a sensação. Valéria levantou a cabeça fechando os olhos e ficou rebolando com o pau totalmente introduzido em sua buceta, sentindo-o além do limite.

Rebolou e cavalgou no pau de Leonardo até que chegou a um orgasmo muito forte e diferente, provavelmente mais vaginal do que clitoriano, gemendo e contorcendo-se por alguns segundos até parar e cair cansada na cama.

Leonardo ficou de joelhos e mandou que ela ficasse de 4. Valéria pôs-se de frente para o espelho e empinou a bunda para ser enrabada. Sentiu a metida e ficou observando-se novamente pelo espelho, sendo fodida por um colega de trabalho mais velho que ela e muito pauzudo, sentindo-se muito puta pelo que estava fazendo.

Não demorou muito até Leonardo afastar-se e retirar a camisinha. Valéria sentiu fortes jatos e pingos de porra em toda sua bunda, suas costas, ombros e cabelo. Uma gozada farta e forte em vários jatos como jamais tinha recebido.

Valéria deitou-se e Leonardo a seu lado, dizendo:

- Eu tinha certeza que tu eras uma verdadeira delícia. Precisamos nos ver mais vezes.

Ela sorriu, pegou o pau ainda duro e esporreado e respondeu, enigmática:

- Gostei!

Levantou-se e foi para o banho, pedindo para que ele a deixasse novamente no posto de gasolina para pegar seu carro.

Ela voltou ao trabalho e nas semanas seguintes, sempre que Leonardo estava na cidade o telefone da mesa de Valéria tocava as 11hs. Era diversão garantida no horário de almoço.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Muito sexo em Angra (Fev-2022)

 By; Angelica

Me chamo Angelica, estou separada, tenho 32 anos, sou morena, tenho 1.68 de altura, 56 kg, seios médios e trabalho bem o meu corpo com anos de academia.

Eu me considero uma pessoa muito erotizada, pois eu adoro trepar, amo ser comida por um homem que tenha me despertado desejo.

Mas estou lhes contando tudo isso porque vivi - melhor, estou vivendo - uma grande e adorável aventura amorosa. E, por sentir-me especialmente emocionada com esse acontecimento, foi que resolvi escrever contando tudo.

Eu estava há duas semanas atrás em minha casa de praia em Angra dos Reis, quando acabei conhecendo o Marcio.

Márcio é um rapaz de 18 anos, apesar de sua pouca idade, já tem um corpo bem definido, deve medir 1,80 de altura, é musculoso, tem poucos pêlos no corpo e um olhar e um sorriso (seus dentes são lindos!) que deixam qualquer mulher cheia de tesão.

Foi em uma tarde de quarta-feira que ele se aproximou de mim, começamos a conversar amigavelmente e ele, ao saber dos meus interesses por arte, quis me mostrar alguns desenhos de sua autoria, com muita cautela fui me insinuando para ele, pois em pouco tempo ao seu lado percebi que ele se inquietava com a visão de minhas coxas e parte dos meus seios, mal cobertos por um biquíni ousadíssimo, mas por ser tímido, com certeza inexperiente, não tomava nenhuma iniciativa em relação a um possível relacionamento erótico entre a gente, daí que fiquei louca de tesão.

Fui então até a sua casa, que não ficava longe da minha, ele me ofereceu uma cerveja e, me pedindo licença, foi buscar os seus desenhos, quando voltou, sentou-se ao meu lado e as nossas coxas ficaram se roçando provocantemente, ele me mostrava sua arte, eram desenhos de mulheres e homens se amando, sugerindo coisas que ele tinha vontade de praticar, mas jamais tomaria qualquer iniciativa para chegar às vias de fato.

Eu sentia o cheiro forte do desejo que exalava do seu corpo, sua respiração — opressa — mexia comigo. De repente Márcio se aproximou mais do meu corpo, e seus braços tocaram levemente os bicos dos meus seios, que logo ficaram intumescidos, o meu tesão se fazia notar, sentia um calor me abrasar por entre as pernas, a visão daquele jovem ao meu lado, com um porrete de proporções descomunais: a sunga me deixava ver o tamanho daquela maravilha.

Eu salivava de tesão, sentia que não resistiria bem comportada por muito tempo, porém tinha receios de o atacar mais claramente, ele poderia se assustar, além do que eu não tinha certeza de que Márcio estava sozinho em casa.

Em dado momento nossos rostos se colaram lateralmente, Márcio então foi se virando devagar, ficando frente a frente a mim, houve um silêncio, daí eu me aproximei mais, meus lábios tocaram os seus lábios, fui em frente e dei-lhe o maior beijo, sugando a sua língua para dentro da minha boca, minhas mãos desceram até o seu pau, que foi crescendo sob as minhas inflamadas carícias, a medida que aquele pau crescia a intensidade da minha excitação também aumentava, de repente vi aquele mastro meio de fora da sunga, não resisti à sua visão, aquele enorme músculo pulsava, estava cheio de vida., minha xoxota começou a ficar molhadinha só d’eu pensar em ter aquilo tudo dentro de mim.

Devagar fui descendo a boca de encontro ao seu pau, dei um suave beijo em sua cabeça grande, quente e vermelha, e ele soltou um gemido, então eu senti que ele estava maravilhado, saboreando gostosamente as sensações que eu lhe proporcionava com minha boca experiente.

Abocanhei seu cacete pela metade, sugando-o, chupei, chupei, engolia e largava, de repente Márcio começou a me estocar e, não contendo o seu prazer, gozou na minha boca. Que delícia! Eu bebi todo o gozo dele ouvindo os gemidos de prazer que ele não conseguia conter.

Meio hipnotizado, trêmulo ele me pediu que o acompanhasse até a praia, eu disse que estava bom ali, mas ele me explicou que sua irmã e seus pais estava para chegar a qualquer momento.

Fomos então para uma parte deserta da praia e nos deitamos lado a lado, aproximei-me o máximo de Márcio e recomecei a acariciá-lo, ele deixava que eu tomasse as iniciativas, e isso contribuía para aumentar, muitíssimo, o meu tesão, fui lhe beijando o peito, mordiscando-lhe a barriga, até que reiniciei a chupar-lhe, em segundos aquele cacete estava novamente em ponto de bala.

Foi então que me preparei para cavalgá-lo, Márcio assistia a tudo, seus olhos brilharam intensamente quando focalizaram o seu pau ir sendo devorado, aos poucos, pela minha xoxota, entre grunhidos, ele confessava o seu prazer, dizendo que estava muito gostoso, e que jamais fizera sexo antes, aí eu enlouqueci, comecei a me esfregar violentamente contra ele, fazendo com que sua rola me penetrasse, até o útero, subindo então a minha pélvis até quase tirar seu pau de dentro de mim, eu sentia aquele músculo possante ir perfurando e preenchendo as minhas entranhas, causando-me tamanha sensação de um gozo que, eu sabia, em segundos perderia o controle, entrando num orgasmo alucinante.

Não demorou e a coisa aconteceu, eu comecei a gozar e o meu prazer se estendeu por todo o meu corpo, que estremecia sobre o dele, eu cheguei a chorar de tanto que gozei, chorava e me rebolava agilmente sobre aquele pau gostoso, mais um pouco e Márcio também gozou, inundando-me com o seu esperma quente e farto.

Depois de alguns minutos abraçados, dei-lhe uns beijos gostosos, levantei-me e convidei-o a um mergulho, nadamos além da arrebentação, e fomos em direção a umas rochas, subimos sobre elas e nos deixamos ficar por alguns instantes, curtindo o sol sobre nossos corpos, um vento suave nos acariciava, dando-nos uma sensação de liberdade, de prazer, recomeçamos a nos beijar e desta vez, ele tomou a iniciativa, foi descendo seus lábios ao longo do meu corpo e a sua inocência fazia com que suas carícias fossem ainda mais alucinantes que a de um homem mais experiente.

Ele rodopiava sua língua em volta do meu umbigo, descia com ela até o interior de minhas coxas, beijava-me, lambia os meus grandes lábios e, desajeitadamente, mordicava o meu clitóris, foi então que eu comecei a instruí-lo de como ele deveria me chupar, comecei a reger as suas carícias, e Márcio ora chupava meu clitóris, ora meus pequenos e grandes lábios, e, vez ou outra, enfiava sua língua em minha buceta, apesar de minhas lições ele perdia o compasso, fazendo com que sua língua bailasse loucamente sobre minha xoxota, o prazer, entretanto, que me proporcionava, era inédito.

Eu comecei a gozar, mas ele não parou, continuou com suas diabruras, gozei mais uma vez, e mais uma e mais uma... até que, quase desfalecendo de tanto gozo, pedi que ele metesse em mim.

Márcio veio que veio maluco, me enfiando de qualquer jeito aquele pauzão, mal a cabeça entrou e eu cheguei a um outro clímax, curtindo o auge do meu prazer ainda mais quando ele acelerava mais os movimentos de vaivém, eu não sabia se gritava, se chorava, se lhe apertava contra mim, mas ele não estava nem aí, continuava a meter sem parar, cada vez com movimentos mais fortes, num ritmo que beirava o inacreditável, eu aprontava o maior escândalo, gozando sucessivamente, babando de tanto prazer, não acreditando que o que estava acontecendo era real, em meus anos e anos de relacionamento erótico, jamais havia experimentado uma trepada tão fantástica, e acho que ficou quase uma hora dentro de mim.

Não se dando por satisfeito, tirou seu pau da minha xota e me pediu que ficasse de quatro, em transe, sem entender direito, obedeci e fiquei na posição que ele queria, arreganhei-me toda para recebê-lo, tinha um certo medo, pois se ele quisesse o que eu estava pensando iria doer, tamanho eram as dimensões de seu cacete, e ele começou a por no meu cuzinho, me torturava a torto e a direito, seu cacete não entrava no orifício apertado do meu cuzinho, resvalando todo o tempo, ele ia de encontro à minha buceta, de repente entrou todo, de uma só vez e eu gritei, urrei com a violência da penetração.

Foi então que ele meteu na minha xoxota com toda força, fazendo todo o meu corpo vibrar, os joelhos ralavam sobre a pedra, mas eu estava novamente no paraíso, gozando com uma intensidade frenética, o meu corpo vibrava, eu não conseguia parar de gozar, Márcio então gozou também, se agarrando doidamente no meu corpo e gritando pra todo mundo ouvir, eu sentia o seu leite ir me inundando, me invadindo.

Quando aquele garanhão saiu de cima de mim eu estava com os joelhos sangrando, com a entrada do ânus esfolada e com a xoxota pegando fogo.

Vi estrelas quando mergulhei, a água salgada fez com que meu sexo doesse ainda mais, assim que chegamos na praia fomos correndo para a minha casa, tomamos uma ducha e eu pude ver o cacete de Márcio, machucado de tanto transar.

Naquela noite seria impossível uma outra relação, eu não aguentaria, além do que estava satisfeitíssima.

Sei que fiquei mais de quinze dias em companhia daquele tesão, fazendo sexo o maximo de tempo que podíamos.

  • Enviado ao Te Contos por Angelica

O coroa me comia em troca comprava todas as balas que eu vendia na praça.

 By; Julia

Contarei algo que me aconteceu quando eu estava com 17 anos, e morava com minha tia, hoje tenho 22 anos.

Meu nome é Julia, e trabalho desde os meus 16 anos, eu morava com minha tia e trabalha para ajudar em qualquer coisa em casa, então de manhã estudava e a tarde eu ia para o parque vender balas ou água (dependendo do dia), eu ficava rodando a praça e a tarde minha tia vinha me buscar.

Um dia um senhor sentou perto de mim e comprou algumas balas, ficou me olhando durante algum tempo e me sugeriu um negócio, que eu fosse até a casa dele, fizesse sexo com ele, que ele compraria todas as balas da caixinha.

Eu era magrinha, morena, cabelos pelo meio das costas amarrados em duas maria chiquinhas, meus peitinhos ainda eram dois limoezinhos, boca carnuda e olhos pretos, eu já não era inocente, já tinha transado, ma nunca com alguém mais velho, eu perguntei as horas e disse que não poderia demorar muito, perto das 5h da tarde vinham me buscar, ele disse que em 1;30 estariamos de volta, então aceitei ir com ele, fomos ate seu carro, entrei, ele me passou o cinto e foi, algumas vezes apertava minha perninha.

Chegamos em sua casa, era afastada da praça, tinha muros altos, me deu medo na hora, a garagem abriu e entramos, ele me levou ate a sala, sentei no sofá, ele foi até a cozinha e voltou com um baita sanduíche e um suco de laranja, colocou sobre a mesa e me pediu pra ir lanchar, enquanto eu lanchava, ele colocou wisk em seu copo, e depois veio e ficou me olhando, enquanto eu bebia o suco ele aproveitou e me tirou da cadeira, e me sentou em seu colo, de perninhas abertas, eu estava de vestido.

Enquanto eu comia, ele ficou alisando meu corpinho, suas mãos foi deslizando até entrar na minha calcinha, ele beijava meu pescoço e me fazia rir, com a mão dentro da minha calcinha ele ficou fazendo circulo no meu grelinho, ia e vinha fazendo circulos e as vezes apertava o dedo sobre ele, a outra mão, por debaixo do vestido, veio subindo ate encontrar meus petinhos, que eram pouco mais que dois limoesinhos.

- Nossa que delicinha esse corpinho, parece uma balinha, titio quer chupar todinho...(eu só ficava rindo). - come tudo vadiazinha, daqui a pouco eu que vou comer vc todinha...

Ele molhou os dedos e passou na minha bucetinha, e foi enfiando um dedo dentro dela, foi entrando aos poucos ate entrar o dedo todo, ele ficou tirando e colocando, socando bem devagar, depois tirou e molhou mais e agora enfiou dois, estava delicioso, ele ficou me fudendo com os dedos e amassando meus peitinhos ate que acabei o lanche.

Ele me pegou no colo e me levou pro banheiro, encheu uma banheira que tinha la, tirou minha roupa e a sua própria e entramos, a água estava morna, me sentou de pernas abertas seu colo, de frente pra ele, senti seu pau latejando, ele começou a me beijar na boca, colocou sua lingua toda dentro da minha boquinha, pegou a minha língua e começou a chupar e me abraçava apertando minha bundinha, me afastou um pouco e pôs meus peitinhos na boca e começou a sugar, um apos o outro, depois ficou em pé dentro da banheira, e mandou eu abrir a boca, colocou o pau la dentro e começou o vai e vem.

- Suga que nem mamadeira cadelinha, isso, passa a lingua aqui no meu saco, abre agora bem a boca, vou la no fundo ....( meteu toda, foi na minha garganta, foi fazendo isso várias vezes). - agora vira pra la, isso, fica de joelhos e se apoie na borda da banheira, abre as perninhas, abre mais putinha, mais, nossa que delícia.

Ele voltou a meter os dedos na minha bucetinha, agora por trás, fiquei de joelhos, com a bunda empinada, apoiada na borda da banheira, ele então ficou entre minhas pernas e meteu o pau na minha bucetinha, nesta hora gritei de dor

- Grita mais alto vagabunda, ninguem vai te escutar, vou fuder bem forte essa xoxota de rua...

Ele segurou meu cabelo no rabo de cavalo e começou a bombar a rola na minha xana, eu gemia e gritava alto e isso aumentava seu prazer, enquanto socava, e segurava meus cabelos, introduziu dois dedos no meu cu, ele bombou e bombou muito forte, ate senti sua porra quente dentro de mim, ele saiu e me limpou, e se limpou, me tirou da banheira e me levou pro quarto, passou pomada na minha bucetinha

- Nossa, arrombei ela todinha kkkk

- vou comprar as balas e te dá 100 reais a mais, vc quer ?

- sim Quero

- Então me peça " me dá dinheiro titio"

- Me dá dinheiro titio

- Isso cachorra ... ( ele me beijou outra vez de lingua)

- Posso ir no parque buscar vc outras vezes? Não vai doer mais, seu buraquinho vai querer meu pau de novo.

- Se me dá dinheiro, pode sim tio

- Combinado então, agora se veste que vou te deixar lá na praça, tome o dinheiro.

Depois ele me levou de volta

  • Enviado ao Te Contos por Julia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...