quinta-feira, 22 de julho de 2021

Eu quero mais ! (lesb)

 By; Yasmin

Me chamo Yasmin, tenho 25 anos, estou solteira (por enquanto) e sou de São Paulo.

No mês de Maio desse ano, em um fim de semana, resolvi sair de São Paulo, para relaxar um pouco do stress do trabalho, faculdade e etc... Pelo telefone reservei dois dias numa pousada em Campos do Jordão. Costumo dizer que essa cidade é meu refúgio. Sempre que preciso colocar as ideias em ordem, viajo sozinha, para lá, passo o fim de semana e volto renovada.

Me perdi tentando chegar á pousada, já que nunca me hospedo no mesmo lugar. Quando finalmente consegui chegar, me surpreendi com a moça que estava na recepção. Era linda. Fiquei encantada e percebi que ela retribuiu meus olhares, sorrindo, de maneira simpática. Logo percebi que estávamos flertando de maneira muda.

Se chamava Leonna, vi no seu crachá. Era alta, magra. Seios e bumbum, pequenos. Cabelos naturalmente ruivos, cortados no estilo Chanel, na altura dos ombros. Pele clara, olhos verdes. Tinha sardas no rosto. Tinha mais ou menos 20 anos. Tinha pernas longas e ombros alinhados, enfim possuía porte de modelo. Era muito gostosa. Fiquei com um tesão louco.

Devido ao fato de ser uma pousada pequena, provavelmente de família, ela parecia se desdobrar em diversas tarefas. Mesmo assim, ela fez questão de me levar até o quarto. Um rapaz, bem jovem, que devia ser um ajudante, levou as malas até lá. Enquanto isso Leona e eu conversávamos distraidamente, ela me perguntou se eu estava sozinha e pareceu satisfeita, quando respondi que sim.

No domingo á tarde, depois que voltei do almoço, no restaurante da pousada, resolvi tomar um banho para me refrescar, e descansar meu corpo depois de passeado a manhã inteira, só então percebi que não havia toalhas limpas no quarto. Liguei na recepção, Leona me atendeu. Pedi as toalhas, avisei que estava entrando no banho e que deixaria a porta do quarto, aberta, orientando-a para deixa-las sobre a cama.

Fiquei nua, entrei no chuveiro e ensaboei meu corpo com sabonete líquido. Senti a água quente caindo sobre mim. Aproveitando cada instante daquele banho, então comecei a gostar do toque no meu corpo. Passei a mão sobre os meus seios, sentindo os mamilos durinhos. Senti minhas coxas, minha barriga, minha bundinha, ensaboando com carinho o meu cuzinho, que se contraiu ao toque meu dedinho. Ensaboei novamente meu abdômen, deslizando os dedos até chegar na minha bucetinha, recém-depilada, meu grelinho, já pulsava de tesão, esqueci-me completamente da vida, dos problemas, de tudo, estava completamente concentrada na sensação deliciosa que crescia no meio das minhas pernas. Esqueci de tudo, da vida, dos problemas. Fechei os olhos para sentir a agua quente lavando meu rosto. Quando ouvi uma voz feminina, me dizer:

- Não quer a minha ajuda?

Me assustei, e me surpreendi, depois relaxei, ao ver o rosto de Leona. Ela analisou lentamente cada centímetro do meu corpo nu. Parecendo gostar da imagem diante dela. Reconheci de imediato o que o brilho dos seus olhos queria me dizer.

Fiquei tão distraída que não á ouvi entrar no banheiro. Na verdade, esqueci que alguém viria até meu quarto me trazer toalhas. Olhando-me fixamente, Leona desabotoou um á um os botões de sua camisa, abrindo-a bruscamente, deixando-a deslizar até cair no chão. O mesmo fez com seu jeans, atirando-o para longe. Depois tirou seu sutiã, mostrando-me seus seios. Eram lindos e delicados, e pareciam saborosos. Em seguida, baixou sua calcinha, deixando ver sua bucetinha, também delicada, com um pequeno tufo de pelos ruivos.

Estendi-lhe a mão e ela entrou debaixo do chuveiro comigo. Nos beijamos longamente. Seu beijo tinha gosto de cereja. Sua língua era ágil, assim como suas mãos que passeavam pelo meu corpo. Eu a ensaboei, aproveitando para explora-la todinha. Chupei seus mamilos durinhos, enquanto apertava sua bundinha macia, aproveitando para sentir seu cuzinho de vez em quando. Ela gemia muito quando eu penetrava seu rabinho com meu dedo.

Depois que tomamos banho juntinhas, levei-a para a cama. Onde a cobri de beijos, lambidas e mordidinhas. Leona era muito apetitosa e me dava muito tesão. Então, foi à vez dela, me dar um demorado banho de língua, deixando-me lambuzada com sua saliva.

Ela meteu seus dedos na minha xaninha, enquanto pincelava meu grelinho com sua língua. Quando Leona aumentou o ritmo, de suas linguadas e dos seus dedos, eu não aguentei e gozei na sua boca, fazendo-a provar meu melzinho.

- Você é uma diabinha! Sabia? – brinquei – Agora é minha vez!

Depois de beija-la mais, já que seu beijo era simplesmente delicioso, eu a deitei com as pernas abertas, enfiando a língua dentro de sua xana. Leona era apertadinha e seu gosto era muito bom. Ela se segurava para não berrar, contorcendo-se sobre os lençóis. Então, eu a beijei novamente, fazendo-a sentir o gosto de sua própria bucetinha.

Pedi para que ficasse de quatro, coloquei dois de meus dedos em seu cuzinho apertado, lambendo e sugando seu grelo. Ela se arrepiou completamente, enlouquecendo quando iniciei uma dupla penetração com os dedos da minha outra mão. Leona gemeu alto, dizendo-me que ia gozar. A safadinha contorceu-se e eu pude sentir seu gozo entre meus dedos.

Depois disso ficamos nós beijando por um bom tempo. Chegamos á cochilar, com nossos corpos entrelaçados.

Quando a noite chegou eu parti, com seu telefone na minha agenda, o gosto da sua buceta nos meus lábios e a saudade pulsante em meu grelo.

Já voltei 3x depois disso e todas as vezes ficamos juntas.... quem sabe o que acontecera...

  • Enviado ao Te Contos por Yasmin

 

terça-feira, 20 de julho de 2021

De amigos a amantes

 By; Leandra

Me chamo Leandra, tenho 30 anos, sou casada com filhos e sou de São Paulo.

Tenho tido um relacionamento extraconjugal com um amigo. Eu o conheço há mais de oito anos. No começo, nossa amizade era familiar, ou seja, a família dele com a minha, filhos crescendo juntos, mulheres trocando receitas e homens bebendo cervejas.

Há mais ou menos cinco anos, passei por problemas conjugais e ele também. Devido a nossa amizade, fomos nos tornando confidentes um do outro, sem o conhecimento dos cônjuges, lógico. Ele se dizia triste, pois sua esposa não era do tipo romântica, não gostava de carinhos e só o procurava quando ELA queria sexo. Eu, também em crise, comecei a achar um absurdo, pois no meu relacionamento as coisas também eram assim, mas o marido era quem não tinha romantismo.

Bom, não há a necessidade de dizer que nos completamos no sentido de carinhos, né?

Um dia saímos para conversar e fomos andar no Parque Trianon. Lá, em meio de tanto verde e tanta paz, ele me pediu um beijo. Fiquei sem graça, um pouco tímida, mas quando ele disse que não mais me pediria nada, não resisti e lhe dei o tão ansiado beijo. Nossa! E que beijo!

Eu tremia tanto que nem parecia uma mulher adulta e casada já há muito tempo, pois faltou-me o ar, as pernas ficaram bambas e o tesão estava palpável! De lá, fomos a um Hotel baratinho, pois não tínhamos muito tempo nem dinheiro naquele momento e foi a melhor transa da minha vida!

A princípio, eu estava com muita vergonha, pois afinal era um amigo de algum tempo, né? Mas suas carícias foram tão doces, com tanto carinho, que consegui me soltar e aproveitar ao máximo o pouco tempo que tínhamos!

Ele começou me beijando com sua língua gulosa, quente, macia e carinhosa de forma que enquanto me beijava, acariciava meu corpo, meus seios,e ía tirando nossas roupas. Quando percebi que só tínhamos as roupas íntimas nos protegendo e que o tesão era total, entrei na brincadeira e fomos tirando nossas roupas com os dentes, nos lambendo, nos acariciando e nos sentindo mais e mais perto e cúmplices.

Em apenas três horas, ele conseguiu me fazer gozar 5 vezes. Com a língua dentro de mim, com seus dedos hábeis, com seu pau delicioso, com suas palavras, dizendo para que eu o fizesse gozar, enfim, era muito mais do que eu já havia vivido com meu marido.

Depois de todo esse tesão, eu ofereci meu cuzinho pra ele. Qual não foi sua surpresa! Ele adorou e gozamos mais uma vez!

Fomos então para o banho, pois estávamos cheirando sexo e teríamos que voltar para as respectivas casas. Então, embaixo da água, ele me deu um banho muito sensual, com um carinho que nunca tinha sentido...

Resumo: estamos nos encontrando há 5 anos, nos tornamos amantes e a cada encontro, nosso tesão aumenta, tentamos formas e lugares diferentes e não pensamos em nos largar por nada desse mundo!Ele é simplesmente um tesão de homem! Sensível, romântico, atencioso, ótimo de cama e eu simplesmente amo amá-lo!

  • Enviado ao Te Contos por Leandra

Dei pra 2 na academia e foi muito gostoso, mas to envergonhada de voltar lá

 By; Joelia

Me chamo Joelia, tenho 36 anos, casada ha 15 anos, mãe de dois filhos, 1,64, 54 kgs, cabelos longos e alourados e uma silhueta violão, cintura fina e bumbum grande.

Sou feliz no casamento mas acho que sou muito tarada embora seja muito timida, nuca tive coragem de contar minhas fantasias sexuais a meu marido, sempre me imaginava uma prostituta, puta mesmo, na rua esperando fregueses, sainha curta, sem ou, com calcinha bem pequenininha, roupa coladinha com cafetão e tudo.

Depois de dois filhos, embora ainda mantenha um corpo bonito as coisas começam a ficar mais moles aqui e ali, então resolvi entrar para uma academia.

Fui la, me inscrevi e pedi uma personal trainer feminina pois, com essas ideias, longe de mim arranjar confusão. Comecei a malhar 3 vezes por semana mas, é logico, não pude deixar de observar quem estava a minha volta. Tinha muitos gatinhos e os treinadores tinham um corpo sarado de deixar qualquer mulher de queixo caido.

Havia um, em particular, chamado Rafael que olhava para as mulheres com aquele olhar de safado gostoso que dava arrepios e vontade de morder, huuuummmm, sempre mantinha distancia, apesar do tesão, não queria confusão, embora estivesse doida para dar, sentir um pau diferente dentro de mim, chupar gostoso e fazer o cara pedir mais.

Minha treinadora era muito atenciosa, estava sempre me cuidando, depois de 4 semanas, as pessoas começaram a dar olhares insinuadores quando ela chegava perto de mim e ate riam e cochichavam no banheiro.

Certo dia, cheguei mais tarde, faltavam 45 min para a academia fechar, minha treinadora teve que sair mais cedo, a atendente estava de saida mas permitiu que eu ficasse ate fechar, fui fazer meus exercicios. Havia pouca gente e as pessoas começavam a ir embora, estava ficando sozinha eu e Hugo, um outro personal. Fui para a prancha de abdominal, ele chegou perto de mim me disse que poderia terminar a serie que iria trancar a porta, mudar de roupa e me esperava para sair. Sem graça, concordei e continuei malhando.

De repente para minha surpresa quem aparece em pe ao lado da prancha,? O Rafael. Me olhou com aquele olhar safado, sorriu e me perguntou se queria ajuda. Aquele olhar me desnudava e eu petrifiquei.

Agradeci e disse que ja havia terminado. Naquele momento não sabia o que fazer. Não tive forças e ele me deu a mão para levantar da prancha inclinada, mas, ao invés de me puxar, levou a minha mão no seu calção e me deixou sentir seu pau que ja começava a crescer. Fiquei imóvel, sem ação, era tudo que queria, continuou a esfregar minha mão e o volume ficava cada vez maior e rígido.

Estava excitada e começava a me sentir molhada, puxei minha mão e disse que era casada, ele novamente sorriu e disse que tambem era, mas, não podia deixar de notar em mim, aguardava a oportunidade. Meu corpo tremia de nervoso e tesão. Fiz menção de levantar, ele me tomou pelas mãos e me rodou colocando minha cabeça na parte mais alta da prancha, notei que seu membro a meu lado estava completamente enrijecido, ele o esfregou em meu rosto e me segurou.

Abaixou um pouco e correu suas mãos pelo meu corpo, de baixo para cima parando no meu peito que estava durinho e completamente arrepiado, levantou meu cabelo, deu uma mordidinha em meu pescoço, outra na orelha e sussurrou algo no meu ouvido, não pensei, estava doida para dar, minha buceta latejava e ja não conseguia se manter seca, ele, então, pegou minha mão e a enfiou dentro do seu short, não usava cueca, não resisti, segurei seu pau com força, estava louca de tesão mal podia esperar para ter aquele pau, grande, grosso e duro dentro de minha buceta ardente.

Puxei seu short e comecei a lhe chupar devagarinho. Comecei pelo saco e vim subindo ate a ponta, ele gemia e pedia que eu não parasse enquanto engolia seu pau com vontade sugando e sentindo o gosto do seu prazer.

Minha buceta jorrava de tesão a cada gemido de Rafael. Ele me pediu para parar, me ajudou a levantar e imediatamente me virou de frente para a prancha, me empurrou para baixo, arrancou minha calça, deslizou mais uma vez suas mãos pelo meu corpo, tirou minha calcinha, tocou o meu grelhinho, estremeci, abaixou mais, lambeu minha buceta e provou meu liquido da buceta encharcada.

Perguntou se podia meter e disse que era louco na minha bunda, não respondi apenas acenei com a cabeça aprovando, não podia me conter. Me apoiei na prancha com as pernas ja abertas e ele penetrou de uma so vez, soltei um grito de prazer aaaaiiii, uuuuiiiiii, não podia resistir á aquele movimento de vai e vem e gemia ainda mais

– “huuuuummmm, aaaaaiiii isso mete vai, isso puto eu preciso desse pau bem fundo.

E quanto mais eu falava mais rapido ele movimentava e gemia tambem. Havia esquecido totalmente o Hugo, que neste momento retorna do vestiario. Depara com a cena, sorri e se aproxima. Estou morta de vergonha, ele pergunta se pode participar, não sei o que dizer, dei um sorriso e ele abre a calça perto do meu rosto, esfrega seu membro em meus labios delicadamente e vai endurecendo rapidamente.

Logo enfiei na boca e chupei gostoso enquanto Rafael me comia por tras, ai, ui, ahhhhh. Nunca havia imaginado trair meu marido e ser fudida por dois ao mesmo tempo.

Rafael então colocou o dedo no meu grelhinho tocando suavemente, começou a me dar batidinhas, mal podia chupar o Hugo, não podia falar, louca de prazer não resisti e gozei, da maneira mais rapida e gostosa da minha vida, ahhhhhh huuummmmmm, gemia em voz alta, e queria mais.

Neste momento, Rafael me levantou da prancha e me deitou no chão, ajoelhou-se a meu lado, enfiou o pau em minha boca e deixou que eu o engolisse, procurei seu saco, ele soltou um gemido e logo gozou enchendo minha boca de porra quentinha, engoli tudo.

Hugo que ja estava me metendo na buceta de frente rapidamente retirou o pau e gozou sobre minha barriga atingindo meu top, provei tambem de sua porra.

Neste momento voltei a realidade, estava satisfeita e assustada, levantei depressa, me vesti, corri ao banheiro, lavei o rosto e sai em direcao a porta. Não olhei para traz, pensava no que tinha acontecido e me sentia envergonhada.

Ha duas semanas que não tive coragem de voltar na academia, não sei se vou conseguir, mas certamente não vou esquecer daquela prancha e a minha primeira traição a 45 graus.

  • Enviado ao Te Contos por Joelia

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Minha cunhada fez tanta propaganda que eu tive que ir comprovar como o marido dela fode gostoso.

 By; Isabela

Oi, me chamo Isabela, sou casada, sou morena, tenho 26 anos, cabelos longos, uma pele aveludada e um corpo arrumadinho, que um parto não conseguiu modificar.

Ta, a minha historia é bem recente, e vem acontecendo a uns 3 meses e começou assim;

Tenho um cunhado, casado com uma irmã do meu marido, que é um tesão, moramos com uma certa distancia e pouco nos viamos, mas sempre estava conversando com minha cunhada por video conferencia, e devido a pandemia e ter que ficar muito tempo em casa sem sair, acabamos nos abrindo uma pra outra sobre varios assuntos e algumas vezes minha cunhada não cansava de elogiar seu apetite insaciável pelo sexo que o seu marido tem.

Bom, no aniversario da minha sogra a 3 meses atras fomos para um sitio, que a familia do meu marido tem. E foi aí que, talvez pela carência de sexo, comecei a sentir o calor do corpo de meu cunhado em cada abraço. Sentia-me cada vez mais contagiada pelo seu hálito quente e seus lábios sensuais em cada beijo respeitoso em meu rosto que ele dava toda a manha na hora do café de bom dia. Sua proximidade provocava-me um calor intenso na minha buceta, alagando a calcinha. Ele, por sua vez, portava-se sempre com muito respeito.

Em um domingo em que estavamos la, quase todos estavam na parte da piscina e churrasqueira, eu acho que fui a ultima pessoa a acorda e a descer, já era bem proximo as 10;30 da manha, desci de biquine já para curtir um pouco, ao passar pela cozinha para tomar agua, ele se aproximou, fez um elogio e já foi me abraçando para dar um beijo de bom dia, mas dessa vez foi diferente, acho que potencializada pela noite anterior de cervejada.

Ao abraçar-me, senti suas mãos fortes puxando-me para si, espremendo-me contra seu tórax, primeiro senti eriçar-se os bicos dos meus seios, que ficaram durinhos ao sentir aquele calor e aquela umidade que marcavam sua proximidade, eu colei, por conta dos cumprimentos, meu corpo ao seu insinuando-me claramente, surpresa, senti seu pau endurecendo no meio de minhas coxas. Disfarçamos e tudo correu normalmente como qualquer festa de família.

A noite não paravamos de nos olhar, logo na segunda cedinho quando acordei e desci não vi, ate achei que ele ainda estivesse dormido, mas ai meu celular e era ela me ligando, dizendo que precisava conversar comigo, eles estava na cidade, pediu para que eu fosse la, mas alertou-me de que, se fôssemos vistos juntos, seríamos mal interpretados.

Disse ao meu marido que iria na cidade comprar umas lembrancinhas, sabia que ele não iria pois estava com ressaca então foi perfeito, fui sozinha ate o local onde estaria me esperando e assim que entrei no carro e olhei para ele já fui dizendo que toparia ir a qualquer lugar e de la já fomos direto pra motel

Entramos e já fui fui abraçada e beijada com muita vontade, ao mesmo tempo em que suas mãos percorriam meu corpo arrepiado de tesão, minha calcinha ficou ensopada, meus seios duros, e minhas pernas não sustentavam o corpo.

Ele levou-me para cama, foi retirando lentamente minhas roupas, deixando-me apenas com a calcinha, que já podia ser até torcida de tão molhada. Iniciou uma sequência de beijos sobre meu grelinho, que, de tão intumescido, até doía. Não pude conter-me ao ver próximo do meu rosto aquele gigante que pulsava nervoso, conduzi até minha boca, que teve dificuldade para engoli-lo.

Seu caralho preenchia totalmente minha boca. Parei um pouco para tomar fôlego e passei a lambê-lo desde o saco peludo, com duas bolas enormes, até aquela cabeça brilhosa. Sua língua fazia maravilhas em minha boceta dilatada e em meu cuzinho, que não parava de piscar.

De repente, como se uma comporta se tivesse rompido, seu gozo encheu minha boca transbordando pelo canto dos lábios. Tive até de recolher com os dedos para poder saborear todo aquele néctar.

Sem dar sinais de cansaço, ele girou seu corpo sobre o meu e colocou a cabeça do seu pau entre meus grandes lábios e iniciou a introdução, apesar de bastante úmida, não pude conter um grito. Era como se estivesse perdendo novamente minha virgindade. Senti-me partida ao meio. Aquela rola parecia nunca acabar de entrar. Estava totalmente lotada quando ele iniciou seus movimentos com muito carinho, mas com vigor.

Arrepios percorriam-me todo o corpo, terminando no baixo-ventre e entre as nádegas, nas minhas pregas que, ao mesmo tempo em que ansiavam por aquela vara, a temiam, sabendo os estragos que provocaria. Tive um primeiro orgasmo, um segundo, um terceiro. Depois disso ele pôs-me cavalgando sobre seu cacete. Eu parecia flutuar, a sensação era indescritível.

Quando ele gozou e, com suas mãos, forçou-me para baixo, foi como se eu tivesse explodido. Senti sua porra lavando-me por dentro, seu pau latejar, procurando um espaço que não existia.

A sensação que tive, quando ele saiu de dentro se mim, era de que eu estava arrombada. Sua porra, misturada com meus líquidos, pingava sobre seus pentelhos e escorria fartamente pelas minhas coxas.

Após uma pausa, aconteceu o que eu temia. Ele deitou-me de bruços, começou a beijar minhas costas e desceu por meu rego até atingir minha argolinha, que piscava sem parar. Brincou durante bastante tempo com a língua e, como se isso não bastasse, ainda lubrificou meu traseiro com um gel, introduzindo um dedo. Enchi também minha mão de gel e espalhei generosamente pela extensão daquela pica, pedindo-lhe que tivesse cuidado. Senti quando, separando minhas nádegas, ele encostou a chapeleta no meu cuzinho e começou a forçar a passagem.

O invasor era claramente maior que o invadido. Com uma pressão mais forte, senti meu ânus abrir-se e aquela tora saltar rapidamente para dentro de mim.

Depois um tempo para que eu me adaptasse, antes de começar o entra-e-sai, um movimento que me foi provocando um calor inusitado, sentia-me como se eu estivesse me virando pelo avesso. Seu dedo em minha buceta, além de me levar a gozos contínuos, fazia notas que me reviravam por dentro. Quando ele gozou, senti a pica aumentar de tamanho e todas as esguichadas.

Ficamos quietos até que a pica se tornasse flácida e saísse sozinha de mim. Por alguns dias fiquei toda dolorida, em especial na minha bundinha.

Cerca de 3 dias depois voltamos pra casa e já no dia seguinte voltamos a repetir tudo, em mais uma deliciosa transa.

Hoje já estou acostumada com ele e o acho um amor de cunhado.

  • Enviado ao Te Contos por Isabela

Me comeu melhor que o meu marido

 By; Adriana

Me chamo Adriana, sou casada, sou de Brasilia, e tenho um filho, tenho 27 anos.

4 anos atras fui fazer um curso no Rio de Janeiro, duraria cerca de 3 meses, acabei optando por ficar em um hotel em Copacabana, de frente para o mar. Meu marido vinha me ver quase todo fim de semana, mas num deles, em que não pôde comparecer, coloquei meu biquíni e fui sozinha à praia sem nenhuma pretensão.

Era cedo, ainda havia pouca gente e me deixei ficar deitada, sonhando com meu marido, esquecendo o livro que levara para me distrair, quando o vento derrubou meu guarda-sol. Quis levantar para pegá-lo, mas um senhor vistoso e bronzeado se adiantou e já o colocava no lugar, sem me dar maior importância.

Dia seguinte, mesmo horário, voltei à praia e o vi novamente, observando que era um homem maduro, mas esbelto e cheio de energia. Mais alguns dias, sentada numa mesinha do calçadão em frente ao hotel, o vi passar elegantemente vestido. Olhou-me, mas sequer nos cumprimentamos. Só fomos nos falar uma semana depois quando, depois da aula, resolvi fazer um lanche num pequeno restaurante que estava muito cheio. Ele estava lá e, gentilmente, me convidou a sentar em sua mesa.

Na conversa, ele me disse ser militar da reserva, viúvo, com filhos também militares morando em outros estados. Por isso, resolvera morar ali proximo da praia. Eu, por minha vez, contei que era casada, que estava fazendo um curso de um ano, e que meu marido era médico e vinha me ver de quando em quando.

Em seguida, nossa conversa derivou para as belezas do Rio e ele acabou por me convidar para um passeio de carro pela cidade, que aceitei sem malícia devido à maneira como nos conhecêramos e à sua própria idade (quase o dobro da minha), o que me parecia uma vacina contra o tipo de conquistador que eu evitava em minha estada aqui. Afinal, eu nunca tinha traído meu marido e isso sequer me passava pela cabeça.

Durante nosso passeio, em seu carro, a conversa abrangeu tudo, inclusive namoro e sexo, mas nada que comprometesse ou parecesse uma cantada, até que ele, num sinal fechado, audaciosamente me abraçou e me deu um gostoso beijo na boca. Eu me senti muito excitada com a firmeza de seu gesto e com a agilidade de sua língua, e, dali para frente, nem consegui mais pensar em coisa alguma, deixando que sua mão passeasse por mim e acabasse por me bolinar a vontade.

Nem reparei quando ele rumou para um motel, só notando quando já estávamos dentro do quarto, eu sentada em seu colo, a blusa aberta, o sutiã arriado, ele lambendo os sensíveis bicos de meus seios. Foi quando eu quis recuar, mas já estava naquele ponto sem retorno, quase em orgasmo, e sequer conseguiria resistir.

Ele se despiu, acabou de tirar a minha roupa, me colocou na cama e, depois de uma série de beijos, na boca e em meus seios, mostrou-me seu mastro - o dobro do tamanho do de meu marido. Ele percebeu-me tão molhadinha que começou logo a me penetrar.

Gozei nas primeiras estocadas e tive outros seguidos gozos, intensos como nunca, talvez pela ausência de meu marido, que me deixava com o tesão atrasado, e nem precisei pensar muito para concordar com um novo encontro para o dia seguinte, após a aula, em seu apartamento, confesso que já estava gostando de botar chifre em meu marido...

Eu já fui sem calcinha e ele me lambeu o corpo todo, mostrando ser essa sua especialidade, me sugou os mamilos e foi até minha buceta, dando-me a maior chupada, daquelas de fazer a gente quase desfalecer. Quando gozei, quis retribuir, peguei o pau do velho e o chupei como se nunca tivesse feito outra coisa na vida, deixando-o louco e urrando de tesão.

Pegando um pote de vaselina, ele me virou de bruços e untou meu rego e a entrada do meu cu após lubrificar bem a cabeça do pau. Colocando bem na entradinha, começou a forçar devagarzinho. Quando começou a entrar, a dor foi enorme, mas aguentei.

Depois prazer foi tanto que a dor sumiu. Então, ele deu o toque final, fazendo seu cacete enterrar-se todo. Eu urrei, chorei e ri de prazer e acabamos chegando juntos a um dos maiores orgasmos da minha vida.

Nesse dia, dormimos juntos no apartamento dele, passando toda a noite repetindo o nosso amor com tantas variações que já nem lembro as melhores... E isso se repetiu por todo tempo que ainda fiquei no Rio, até terminar meu curso, fazendo crescer o chifre de meu marido, que de nada desconfiou.

  • Enviado ao te Contos por Adriana

domingo, 18 de julho de 2021

Bons tempos

 By; Gustavo

Me chamo Gustavo e moro no RJ.

Quando mais jovem eu morava numa cidade no Norte, onde vivia com uma família que me ajudou a terminar o 2° grau. Quando fiz 19 anos, um amigo me convidou a sair daquele lugar e ir tentar a vida numa cidade grande, com maiores chances e oportunidades.

- Onde?

- São Paulo!

Meu amigo conhecia um casal de São Paulo que concordaria em nos hospedar por uns tempos, até que a gente conseguisse se ajeitar, depois de ponderar muito a acabei concluindo que era uma boa idéia.

Ao chegarmos á rodoviária de São Paulo, já estávamos sendo esperados pelo casal, que aqui vou chamar de Paulo e Carla.

Com o passar do tempo fui fazendo amizade com os dois; embora Paulo sempre demonstrasse uma ponta de ciúme pôr causa da mulher. Carla tinha a minha idade mais ou menos 1m57 era loira de cabelos compridos e belas curvas. Suas coxas eram grossas e a bundinha arrebitada de um jeito enlouquecedor.

Tempos depois arrumei um emprego, mas continuei morando com meu amigo na casa de Paulo.

Um dia cheguei do trabalho e fui direto para o banheiro. Paulo e meu amigo não estavam. A porta do banheiro estava entreaberta e deixava escapar uns gemidos. Preocupado, resolvi investigar. Não havia mais ninguém em casa e Carla podia estar com algum problema. Abri a porta e deparei-me com ela de quatro na banheira, enfiando um consolo enorme na boceta, devia ter pelo menos uns 20 centímetros.

Me afastei um pouco, com o coração aos pulos. Ao mesmo tempo meu cacete começou a endurecer. Olhei de novo. Ela continuava a se masturbar com o consolo. Abaixei o short e comecei a bater uma punheta.

Quando estava quase gozando, bati sem querer na porta. Ela levantou a cabeça assustada e me viu ali com um pinto duro que nem pedra na mão.

Pedi desculpas, pois não sabia qual seria a reação dela. Para minha surpresa, Carla me convidou a entrar na banheira com ela. Obedeci, trêmulo.

- Continua o que tava fazendo.

Recomecei a punheta, Carla então pediu que eu passasse creme no cuzinho dela e no meu pau. Fiz a sua vontade e, quando ela virou aquela bundinha branca para mim, não aguentei. Meti a vara no cu de Carla. Ela gemia e pedia mais.

Minha tara era tão grande que nem ligava para a possibilidade de alguém chegar e nos encontrar ali. Tirei o pau do cuzinho de Carla, que segurou-o bem firme e começou a chupar. Depois, veio pra cima de mim cavalgando feito uma louca. Sem conseguir me conter, gozei em sua bocetinha quente.

Daquele dia em diante, transamos durante um longo tempo, sem ninguém desconfiar.

Hoje tenho 26 anos, moro no Rio, mas continuo em contato com Carla. E se tivesse que tornar a enfrentar o frio de São Paulo para viver outra aventura como essa não pensaria duas vezes.

  • Enviado ao Te Contos por Gustavo

quinta-feira, 15 de julho de 2021

PqP! Virei a amante do meu cunhado.

 By; Bia

Meu nome é Bia, tenho 19 anos, sou morena, magra, seios médios, cintura fina, bumbum redondinho e arrebitado e dona de uma bucetinha pequena sempre muito bem depilada.

Minha irmã tem 22 anos, e atualmente esta namorando serio o Alex (que tbm tem 22 anos). De cara eu já senti uma atração enorme por ele, além de gato é super gostoso ele tem uma cara de safado que me deixava louca. Ele me olhava de um jeito estranho, mas eu ficava pensando que era coisa da minha cabeça, que ele nunca iria dar bola pra mim ainda mais namorando a gostosa da minha irmã.

Mas ai aconteceu, anos foram passando, la se vão quase 2 anos deles namorando, e minha amizade com ele foi surgindo naturalmente, até que então em uma dessas noites conversa vai e conversa vem e ele me perguntou se eu estava interessada em alguém, eu respondi que não, na hora eu percebi que ele ficou surpreso e disse ;

- como podia isso!?, maior gatinha e dando sopa.

A gente foi ficando cada vez mais confortável com a nossa conversa, até que ele me confessou que estava louco de tesão por mim, que sempre me olhava quando vinha visitar minha irmã e ficava de pau duro ao me ver de sainha curta andando pela casa.

Na hora eu fiquei toda empolgada com a declaração dele e disse que tbm me sentia muito atraída por ele, começamos a falar umas sacanagens e ele me fez ficar toda molhadinha de tesão. Passei a noite pensando nele, louca pra chegar a noite do dia seguinte e agente voltar a fala. E assim fomos fazendo por uns dias, só falando sacanagens, ele me dizendo como ia me pegar de jeito e eu louca pra acontecer logo.

Até que já não aguentando mais de vontade eu irmos logo fazer em vez de ficar só falando, ele aceitou e marcamos de nos encontrar no shopping e de lá fomos direto para a casa dele, eu estava nervosa e suando frio, assim que chegamos ele já me deu um beijo delicioso me deixando toda arrepiada, foi tirando minha blusinha e beijando meu pescoço, em seguida tirou meu sutian e começou a mamar nos meus seios.

Eu na hora fiquei super exitada com aquela sensação maravilhosa, ele me pegou no colo e levou pro seu quarto, me deitou na cama e começou a tirar minha saia junto com a calcinha, parou um pouco e ficou me olhando ali peladinha na sua frente, disse que não aguentava mais e que agora eu ia ser sua.

Abriu minhas pernas e passou o dedo na minha bucetinha encharcada, ficou elogiando dizendo como ela era rosadinha e apertada, enfiou o dedo e eu gemia baixinho.

Em seguida começou a passar a língua devagar e ao poucos foi enfiando a língua e mordendo meu grelinho. Eu me contorcia de prazer, gemia pedindo pra ele continuar que estava muito gostoso.

Ele parou um pouco, tirou toda a sua roupa me revelando aquele mastro enorme e duro, começou a cutucar a cabeça na minha bucetinha me levando a loucura, mas sem deixar entrar, depois começou a me chupar de novo me fazendo gemer cada vez mais alto.

Em seguida ele levantou e pediu pra eu pegar no seu pau, peguei e comecei a punhetar. Ele pediu pra eu chupar, levei ele até minha boca e comecei a fazer um boquete bem gostoso, ele gemia me chamando de cunhada safada.

Fui aumentando o ritmo engolindo todo e me engasgando com aquela coisa dura na minha boca, ele começou a fazer um vai e vem lento e falou que logo ia gozar, ele gozou um pouco na minha boca e tirou melando os meus seios pos ele tinha sonhado muito gozando neles.

Fomos para o banho, ele me encostou na parede, ergueu minha perna e ali mesmo embaixo do chuveiro me chupou mais um pouco, depois me levou de novo pra cama e disse que agora ia me comer do jeito que come a minha irmã.

Começou a enfiar o pau devagazinho na minha buceta, eu sentia aquilo entrando e gemia pedindo pra ele enfiar logo. Ele então atendendo meu pedido enfiou com tudo em uma unica estocada, eu gritei com a dor e pedi pra ele tirar um pouco que estava doendo. Ele começou a movimentar devagar fazendo um vai e vem, eu fui relaxando e aos poucos a dor foi diminuindo e dando lugar ao prazer. Ele começou a aumentar o ritmo e me chamando de cadela safada e foi me fodendo gostoso. Eu gemia, pedia pra ele me arrombar todinha, me fazer sua mulher, chamando ele de cunhadinho gostoso, safado etc.

Ele então pediu pra eu ficar de quatro, veio por trás e meteu mais um pouco na minha bucetinha, e enquanto isso enfiava o dedo no meu cuzinho. Eu estava alucinada com aquilo tudo, rebolava e dizia o quanto estava bom, ele então parou de penetrar e começou a lamber meu cuzinho falando que ia me comer ali tbm. Eu na hora exitei um pouco, mas ele disse que não ia perder essa oportunidade e pra eu relaxar que ele ia fazer com carinho.

Foi lambendo meu cuzinho, enfiando a lingua e com a mão tocando minha bucetinha dolorida. Abriu a gaveta do criado mudo e pegou um lubrificante lambuzando bastante meu cuzinho. Começou cutucando meu anelzinho com a cabeça do seu pau, em seguida com dificuldade foi enfiando aos poucos.

Eu reclamava de dor e ele pedindo pra eu relaxar que ia passar. Depois que entrou a cabeça ele enfiou tudo de uma vez. Eu gritei mordendo o travesseiro, ele me pediu pra ficar quieta que logo passava a dor e aos poucos começou a se movimentar.

Eu gemia alto dizendo que nunca tinha comido um rabinho tão apertado, que estava uma delicia e não ia aguentar muito tempo e logo começou a bombar com força. Eu comecei a gostar, numa mistura louca de dor e prazer e ele me pedia pra rebolar e me dava tapa no bumbum. Eu então pedi pra ele encher meu cuzinho de leitinho quente, e ele me chamando de vadia disse que ia me encher de porra.

Foi estocando cada vez mais rápido gritando de tanto tesão, me chamando de puta, safada, cadela e dizendo que ia me fuder sempre agora. Senti seu pau engrossando dentro de mim e de repente veio aquele jato quente e gostoso fazendo meu cuzinho arder.

Ele caiu do meu lado exausto, ficamos ali deitados um pouco em silencio até que eu vi que já tinha passado a hora de ir embora. Tomamos um banho rápido juntos onde nos beijamos e eu chupei seu pau mais uma vez.

Antes de me deixar perto de casa (pra ngm desconfiar) ele me disse que quer me fuder mais vezes e que agora eu vou ser sua amante. Fui para casa nas nuvens, fiquei uns dias com o cuzinho ardendo, mas to louca pra dar pra ele de novo, só que dessa vez quero cavalgar no pau dele.

Assim que rolar de novo eu conto aqui pra vcs. Bjoss.

  • Enviado ao Te Contos por Bia

 

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Motelzinho e Rapidinha (Terça-13-2021)

 By; Carla

Oi, me chamo Carla, tenho 36 anos, sou casada e tenho 2 filhos, eu sou cirurgiã dentista.

Alguns meses atras estava na academia e conheci um rapaz, cerca de 25 ano, alto, forte, belos braços e peitoral e lindos olhos, que logo me encantei pela sua beleza e sua educação, fomos ficando amigos, conversando entre as trocas de aparelhos, na chegada e saída da academia e tudo.... foi passando o tempo e comecei a ficar atraída por ele, passei a ter sonhos eróticos, passei a me tocar ate em meu trabalho pensando nele.

Ontem quando estava saindo da academia, no estacionamento começamos a conversar e sem no controlar começamos a nos beijar, demos uns bons amassos, ate que começamos a ouvir barulho de carro passando perto de onde estavamos, segurei em sua mão e o entramos no meu carro e o levei direto para o motel.

Entramos no quarto e já fomos nos pegado, tirando nossas roupas, nos beijando, ele segurando em meus seio e a outra mão descendo apertando a minha bunda, que tesão, rolou uma química gostosa, os beijos foram perfeitos, o toque então nem se fala.

Não perdemos tempo, ate porque nem podiamos demorar muito, eu já fui mamando na sua pica por alguns minutos e depois já coloquei uma camisinha e embarcamos num PPMM delicioso, ele socava tudo com movimentos frenéticos, eu conseguia sentir suas bolas encostando e aquela sensação foi deliciosa.

Eu adorei passear com minhas mãos pelo seu bumbum duro e gostoso, tenho tesão por bundas masculinas, bundas pequenas de preferência, ele me comeu por um bom tempo nessa posição até ele dizer:

- “Eu vou gozar”

Eu pedi que ele se controlasse e fizesse mais devagar, afinal eu também queria, e nesse momento entramos num ritmo mais tranquilo.

Me coloquei de bruços e usei meus dedos para me siriricar enquanto ele me devorava, apertava e da tapas em minha bunda e socava firme na minha buceta me deixando louca, mas eu não consegui gozar.

Eu estava incomodada ainda; Minha menstruação que acabou na segunda, hoje na hora da foda ainda deu aquele sinal que incomoda no final de toda menstruação. Fiquei extremamente desconfortável com a situação.

Imprevistos acontecem e a verdade precisa ser dita.

Então preferi pedir para ele para de me comer e eu parti para um oral bem gostoso nele, chupando bem a sua rola e suas bolas enquanto eu batia uma punheta bem gostosa nele.

Um tempinho nessa tortura gostosa o fez gozar muito no meu rosto e boca... eu achei uma delicia e ele tambem, uma pena que não pudemos demorar e o meu probleminha.

Foi isso! Sexo gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Carla

 

Trepadinha no baile funk

 By; Larissa

Oi, Eu sou a Larissa, hoje tenho 25 anos, sou casada e moro em Botafogo-Rj, mas o que contarei aconteceu quando eu estava com 18 anos e morava na Rocinha-Rj.

Eu já tinha um fogo enorme, estava sempre transando. Peitos durinhos, bunda redondinha, buceta gostosa e muito tesão, deixava os homens e ate mulher doidos.

Um sabado eu fui a um baile funk para curtir a vida, coloquei uma blusa frente única sem sutiã, um short, uma calcinha minúscula e um tênis. Já cheguei dançando muito, tinha muitos homens, mais um em particular me olhou de um jeito que já molhei na hora.

Ele devia ter perto de 30 anos, era alto, musculoso e muito sexy, ele já chegou perto de mim relando na minha bunda, e eu já fiquei louca na hora.
Agente ficou nessa sarrada alguns minutos e ele falou no pé do meu ouvido.

- Vamos ali fora comigo.

E logico que eu fui. Lá ele já chegou me beijando na boca.

- Nossa como você é gostosa. Estou com muito tesão em você. Sente como meu pau está duro.

Eu segurei e senti aquele rola grande e dura, minha calcinha molhou na hora, eu fiquei doida para dar para ele. Ele segurou na minha mão e me levou para um barraco proximo do baile que ele falou que era dele, e já chegou me beijando e apertando os meus peitos.

-Nossa que delícia de peitinho. Vou mamar muito eles.

E já caiu de boca neles e eu só gemia. Ele começou a alisar o pau por cima dá bermuda e eu levei a mão para ajudar ele, era grosso e quente, ele abriu a bermuda e aquela jeba balançou, meu susto foi maior ao ver que ele estava sem cueca, eu não pensei duas vezes já cai de boca naquela delícia, que era tudo o que eu precisava.

- Isso gostosa mama mesmo a minha rola. Vai gostosa engole.

E eu estava aproveitando cada minuto, ele passava a mão pelo meu corpo e tirou a minha roupa, alisava a minha buceta que já estava babando.

- Mete essa rola em mim. Eu pedi

Ele começou a pincelar aquele jeba em mim e fui me arrepiando. Quando ele meteu eu fui ao céu, foi muito gostoso. Ele sábia coloca muito gostoso e começou a bombar.

Ele bombava cada vez mais forte, me colocou para cavalgar naquela rola e eu delirava de vontade. Ele bombava e gemia.

- Aí, aí que delícia continua metendo que eu vou gozar.

Ele aumentou as bombadas.

- Aí estou gozando. Aí continua.

Gozei naquela rola grossa, mas ele tinha guardado o que eu tanto amo, leitinho de rola, fui de boca ate a rola dele, abri minha boca, chupei ate ele encher ela com seu gozo e eu bebi tudo. Limpei bem a sua rola que demorou para ficar mole.

Me arrumei e voltei pra baile, e foi bom de mais !

  • Enviado ao Te Contos por Larissa

 

terça-feira, 13 de julho de 2021

Trai 2 meses antes de me casar

 By; Cristiane

Me chamo Cristiane, tenho 30 anos, sou casada desde os meus 24 anos, ou de São Paulo – Capital

Estava em uma viagem na casa de uma amiga que mora no interior de São Paulo, isso antes de me casar com meu marido ( 2 meses antes de me casar), fui passar um feriado prolongado lá. Uma bela chácara, com piscina, animais, lagoa. Um belo domingo de sol estávamos fazendo um churrasco lá aonde chegaram muitos parentes dessa minha amiga mãe e pai, irmão, tios e primos. Eu nunca tinha ido lá e como tinha muita gente na casa minha amiga não teve tempo de me mostrar o lugar. 

Estávamos passando um dia maravilhoso e tinha um primo solteiro, 33 anos, 1,78 altura, 75 kg ele era magro, mas com um corpo bem definidinho que estava me dando bastante atenção, não parava de conversar comigo nem me deixava quieta pra falar a verdade, mas ele estava sendo muito simpático também.

Durante essas conversas ele me perguntou se eu sabia andar a cavalo, eu disse que nunca tinha montado em um, mas que era um grande desejo meu então ele se convidou para me ensinar.Com certeza aceitei e fui.

No começo eu montei e ele foi puxando o cavalo para eu me acostumar em cima dele depois já estava andando sozinha e até dei uma corridinha, um galope com cabelos ao vento me senti uma amazonas kkk. Quando ele percebeu que eu já estava dominando o cavalo passou a galopar ao meu lado e me convidou a dar um passeio. Avisei minha amiga que ia passear de cavalo com o primo dela e ela deu risada como se já soubesse o que ia acontecer.

Então fomos só nós dois, galopando pelo mato, passeando e conversando, ai ele me disse que a uns 3 km tinha uma cachoeira que era muito bacana e eu perguntei se ele levava todo mundo pra lá, mas é claro que ele disse que não, mas no fundo no fundo sabemos que isso não é verdade.

No caminho estávamos conversando então e ouvimos uns barulhos uns gemidos então fomos bem de vagar pra não fazer barulho então vimos atrás de muitos matos dois primos dele. Eles estava na posição de 69 era um chupa, chupa que só de ver já estava de excitando. Eles não viram a gente e fomos mais de vagar ainda então o outro primo que estava pegando a prima colocou ela de quatro e socava, e ela pedia pra ele socar mais que estava gostoso, e ele socava cada vez mais foi então que ela deu um gemido de gotoso bem alto ai ele ficou em pé e pediu para ela chupar que ele também ia gozar e ela chupou com gosto, com vontade, ele segurou a cabeça dela com força, com a pica até na garganta e gozou e ela chupo tudinho lambendo até a última gota do leitinho dele.

Seguimos nosso caminho antes que eles nos vissem ali e logo chegamos à cachoeira. Eu que gosto muito de nadar principalmente em água corrente não pensei duas vezes e fui logo entrando na água. Ele um tanto duvidoso disse:

- você vai entrar?

Eu disse: - é lógico adoro água quero mergulhar e nadar o maximo que der.

Mas ele não queria molhar a roupa dele, pois era a roupa que ele ia embora então ele disse;

- vou ficar de cueca você não se importa?

Eu disse: - não sem problemas.

Só que eu estava com aquelas cenas na minha cabeça que tinha me deixado muito excitada, mas estava evitando-o, tratando ele como fosse um primo meu, mas isso não durou muito tempo eu estava boiando na água quando ele veio e disse pra eu fechar os olhos, eu fechei ai ele começou a me balançar nas águas aquilo estava uma delicia foi então que eu senti sua boca encostando na minha, me beijando de vagarzinho e foi ficando cada vez mais quente então parei e levantei e disse;

- agente não pode

E ele disse: - por quê?

Eu disse; - a sou amiga da sua prima e nos estamos no meio do nada...

Ele me calou com um novo beijo, comecei a imaginar aquela cena, nós dois ali naquela cachoeira, ele foi me beijando e me levando para a margem do rio e deitados entre a terra e a água os beijos esquentaram mais, ai não aguentei e me entreguei, pois não aguentava mais me segurar. Ele começou passar a mão no meu peito, colocou a mão por dentro da minha blusa, depois foi descendo e passou a mão na minha xaninha por cima do short e depois colocou a mão dentro do meu short eu percebi um grande volume sobre minha xaninha querendo me penetrar, então ele tirou minha blusa e lambendo meu peito e passando a mão na minha xaninha tirou meu short, pronto estava completamente nua na margem do rio e pensando

“será que vai aparecer alguém? Será que continuo”

Mas não dava mais pra voltar a trás ele já estava a ponto de explodir e eu estava pronta para receber aquela gostosura... Ele foi encaixando gostoso sua pica em movimentos de vai e vem suave, depois deu uma encaixada de uma vez bem forte e ele percebeu que eu gostei da socada e fez de novo e de novo, estava uma delicia, mas como eu gosto de ir por cima viramos as posições e comecei a cavalgar nele tão gostoso e de um jeitinho que só eu sei fazer que ele ficasse me segurando para não gozar rápido, pois ele queria me ver gozar primeiro, então continuei sentando e rebolando naquela pica gostosa, ele batia na minha bunda e dizia;

- gosta de pica né sua safada, então fode, isso fode minha pica, senta gostoso, senta isso assim, goza na minha pica, goza sua putinha safada, vadia...

Nossa aquilo estava muito bom, não aguentei e gozei, gozei gostoso, ele continuou bombando porque ele já estava pra gozar fazia tempo, então ele bombou mais forte e gozou na minha bucetinha...

Acham que parou por ai?! nem pensar!. Aquele cara não era brincadeira, paramos um pouquinho, nadamos mais um pouco pelados naquela cachoeira e logo ele estava a ponto de bala de novo, mas dessa vez vocês já sabem o que ele queria né? Meu cuzinho.

Me puxou para a margem novamente, me colocou de quatro e começou a lamber meu cuzinho pra liberar mais fácil a passagem. Começou roçando sua pica devagarzinho e depois colocou só a cabecinha e ficou fazendo vai e vem tirando e colocando só a cabecinha e estava uma delicia, ele deu aquela estocada de uma só vez.

Nossa eu vi estrela, guinomos e duendes, mas foi passando, ele ficou bombando, estocando sua pica no meu cu, batendo na minha bunda e me mandando pedir pra ele arregaçar meu cuzinho e eu pedia;

- vai arregaça, isso arregaça mais, nossa que pica gostosa

E como meu cuzinho não é muito explorado estava bem apertadinho ainda, não demorou muito tempo e senti o pau dele inchar anunciando que ele estava gozando novamente, bem forte e demorado.

E pra terminar, como eu esta no ápice do tesão deitei no chão e pedi para ele me chupar que eu estava pra goza e queria goza em sua boca e ele deu um talento na minha bucetinha, chupou com gosto parecia que queria engolir minha buceta e ao mesmo tempo lambia devagar e não demorou muito gozei em sua boca, segurei sua cabeça para que ele lambesse ela todinha toda molhadinha.

Gente foi uma grande aventura, uma delicia, voltamos pra casa eu molhada com a camisa dele e a minha amiga rindo pra mim como se tivesse visto tudo o que acontece.

Cerca de 2 meses depois eu me casei, e meu marido que na epoca já era  meu noivo, nunca soube de nada.

  • Enviado ao Te Contos por Cristiane

Foi gostoso de mais dar o cuzinho para o pai do Mateus

 By; Jaely

Oi, sou a Jaely, tenho 22 anos e quero conta do fato da epoca de colegio ainda, era segundo ano, e hoje  estou na faculdade.

Vou contar como foi que dei meu cuzinho pela primeira vez, ate hoje sinto enorme tesão em lembrar.

Já fazia uns cinco meses que eu havia perdido a virgindade, e eu já estava mais rodada no colégio do que uma vadia em uma avenida, já tinha conhecido vários tipos de pau, os pequenos e grossos, os grandes e finos, os médios, inclusive conheci duas bucetinhas cheirosas também, por estar apenas no começo da minha vida sexual eu confesso que exagerei na quantidade e esqueci um pouco da qualidade.

Eu tinha um trabalho muito chato de historia para ser feito, valendo metade da média, era trabalho em grupo, então eu estava em um grupo de sete pessoas sendo quatro meninas, Eu, a Ingrid, a Sandra e a Thais e três meninos, o Gilberto, o Evandro e o Matheus.

Na verdade éramos uma turma fechada desde a 6ª serie, e continuamos assim até hoje.

O trabalho foi dividido em dois, sendo que Eu, o Matheus e o Evandro ficamos encarregados da apresentação e digitação do conteúdo, os demais ficaram com a pesquisa, desenvolvimento e montagem.

Com o material pronto, decidimos ir à casa do Matheus, que era maior, para ensaiar a apresentação e digitar o trabalho, mas isso nunca dava certo, ficamos na sala jogando video game, conversando da parte da manha até a tarde.

Perto de 16h eu estava com fome, então disse que iriam embora para comer, então os meninos se ofereceram para ir comprar comida no mercado e jantaríamos lá mesmo, como eu era a única menina aceitei, mas estava com preguiça de ir até o mercado que era um pouco longe, então pedi pra ficar esperando.

Fiquei na sala, procurando algum programa de tv para assistir enquanto eles não chegavam, mas me deparei com um canal adulto, se não me engano era o sexyhot, eu como adoro uma putaria, fiquei assistindo, achando que estava sozinha em casa, na cena, era um homem com 2 mulheres, uma com a bucetinha na cara dele e a outra cavalgando no pau enorme dele, não preciso falar que em menos de 1 minuto vendo aquela cena, eu já estava com a mão na minha bucetinha, estava de saia, então era fácil resolver caso eles chegassem.

Estava tão concentrada na tv que não percebi que o pai do Matheus estava em casa, e naquele mesmo instante me observando meter meus dedinhos na minha buceta.

Então ele apareceu do meu lado, eu quase enfartei, fiquei muito sem graça, e pedi desculpas, já me levantando para ir embora, mas ele me olhou tão profundamente e me disse que era para ficar a vontade, mas eu ainda sem graça quis ir embora, então ele sentou do meu lado e pediu para eu me acalmar. eu fiquei em silencio, e vi que ele ficou prestando atenção na tv, e aí começou um dialogo:

- "você também gosta de assistir filmes assim?" - disse o pai do Matheus.

- "eu... eu, eu estava procurando um canal interessante e me deparei com esse..." - respondi sem jeito.

- "você gosta de fazer o que eles estão fazendo?" - novamente me perguntando o pai do Matheus.

Fiquei em silencio, não sabendo o que falar... Então ele começa a passar a mão por cima da calça dele, e olhar pra mim. Nessa hora eu sabia que iria acabar fudendo com ele, então relaxei e entrei na dele, levantei novamente minha saia e comecei a me masturbar pra ele, que começou a elogiar minha bucetinha, dizendo que ela era muito linda e excitante.

Eu já com o tesão a flor da pele, comecei a enfiar os 2 dedos na minha bucetinha e me contorcer de tesão no sofá, então ele me ajudou a tirar minha calcinha, e começou a me chupar. a língua dele grossa, mas delicada, brincava com meu grelinho, enquanto ele enfiava dois, às vezes três dedos na minha buceta, eu estava adorando ter aquele macho me chupando.

Ele tirou a calça dele e o pau dele saltou na minha cara, eu sem demora comecei a chupar, a principio chupei a cabecinha, e fui descendo pela base, indo até suas bolas, ele me pegou pelo cabelo e apontou o pau dele na minha boca e me pediu pra chupar, sem demora comecei a chupar e aquele pau foi ficando cada vez mais duro na minha boca.

o filme na tv ainda rolava, agora era apenas uma mulher e um homem, ela estava chupando ele também, então o pai do Matheus teve a idéia de fazer tudo o que fizerem no filme, eu achei deliciosa essa idéia, mas não sabia o que estava me esperando.

Enquanto a moça na tv chupava o cara, eu fazia o mesmo, cada movimento dela, era o meu. O rapaz na tv deitou e ela foi por cima dele, enfiando tudo de uma vez, rebolando com uma habilidade que eu não acreditei, tentei fazer igual e descobri um ponto em mim que me dava muito tesão ao imitar os movimentos dela, continuei seguindo o script, ele lambendo meus seios, até que eu me recordo, o Matheus e o Evandro já devem estar chegando... mesmo não querendo parar aquela trepada maravilhosa, eu avisei ele, que o filho dele chegaria logo.

Então ele falou que ele daria um jeito, e enquanto eu rebolava e cavalgava, ele pegou o celular e pediu para o filho passar na mãe dele para pegar uns documentos, foi aí que lembrei que o Matheus tinha os pais separados, fiquei mais tranquila por não correr o risco de destruir uma família, então me liberei, falei que queria trepar na cama dele, então com o pau dele ainda cravado na minha buceta, ele me pegou no colo e me levou pra cama dele, eu fiquei de lado, mas na hora ganhei um tapinha na bunda, pedindo para que eu ficasse de quatro.

- "empina esse rabo pra mim, quero ver sua bucetinha e seu cuzinho"

Fiz o que ele pediu, e ele continuou a bombar na minha bucetinha, às vezes ele tirava o pau dele e batia o pau dele no meu grelinho, eu ia à loucura cada vez que ele fazia isso.

Então ele cuspiu no dedo e começou a enfiar no meu cuzinho, eu quis fugir, mas ele disse que seria carinhoso, que iria bem devagar e eu acabei deixando, mesmo sabendo que iria doer muito, mas o tesão falava mais alto, e eu queria saber como era dar o cu.

Com muita dificuldade ele foi enfiando o dedo no meu cu, ainda ria dizendo que se o dedo estava complicado, o pau dele iria me estourar toda, eu pedia pra ele parar, mas eu sabia que quanto mais pedia isso, mas ele desejava meu cuzinho.

O dedo dele finalmente havia entrado, foi uma sensação diferente, pois estava com a pica enorme dele entrando e saindo da minha buceta, e aquele dedo me invadindo, instintivamente, comecei a rebolar, estava com tanto tesao que rebolava e ao mesmo tempo masturbava meu grelinho, fazendo meu cuzinho espremer o dedo dele de tanto que me contorcia.

- "hummm, agora esta uma delicia seu cuzinho pra receber meu pau"

Assim que ele terminou de dizer isso, ele ja mirou a cabecinha na entrada do meu cuzinho, eu estava com muito tesão que pedia para ele fuder meu cuzinho que eu queria muito a pica dele no meu cu, e ele cheio de tesao com dificuldade foi enfiando aos poucos...

- "que cuzinho mais apertadinho... hummmm... se masturba pra eu ver minha putinha"

Estava pra gozar, mas queria me segurar, pois queria continuar essa putaria... Comecei a receber tapinhas na bunda, puxadas de cabelo, e o pau dele ainda não tinha entrado todo, até que ele sem dó, colocou mais força e eu quase desmaiei de dor, mas finalmente aquele pau delicioso estava todinho no meu cu.

Ele começou a bombar devagar, mas não demorou muito, ele estava fazendo movimentos frenéticos, enfiava e tirava o pau dele do meu cu com vontade, me dava tapas, mandava eu rebolar, e eu com as pernas bambas, gritando e gemendo, pedindo pra me fuder toda...

- "ahhhhhhhh... enfia... hmmmm vai mete com força no meu cu, mete, enfia ele todo... eu quero gozar com seu pau no meu cu, enfia... mete... meu cuzinho ta arrombado... fode ele..."

Eu já estava louca...

- "goza no meu cuzinho, inaugura ele com estilo, joga sua porra toda dentro dele, me lambuza, deixa ele todo melado com seu leite, gozaaa... goza no meu cu".

Nessa hora eu estava gozando, e ele percebendo isso, tiou o pau dele do meu cu e começou a gozar na entrada dele, eu senti a porra dele invadindo da entrada do meu cuzinho...

Cai na cama, e fiquei uns 15 minutos desfalecida... quando me recuperei, tomei um banho rápido, vesti minhas roupas e fiquei esperando o Matheus e o Evandro chegarem, e eles ainda demoraram, pois a casa da mãe dele era um pouco longe, quando eles chegaram o pai dele falou que já tínhamos comido na padaria, pois eles estavam demorando muito, e que ele iria me levar para casa pois estava muito tarde para andar sozinha.

Como os meninos estavam com fome, eles ficaram e eu fui com o pai do Matheus, e que sorte ele me trouxe em casa, pois seria bem complicado vir estando com o cuzinho todo ardido.

Sai com o pai do Mateus varias vezes, ainda saiu... mas essa por ter sido a primeira vez que dei o cuzinho é a que eu mais sinto tesão quando lembro.

  • Enviado ao Te Contos por Jaely

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...