terça-feira, 9 de novembro de 2021

Que cabeção gostoso!

 By; Carliane

Oi Te Contos, eu me chamo Carliane, tenho 30 anos, sou ruiva, bonita e casada. Escolhi a dedo, ou melhor, a pau, o homem com que me casei.

Explico melhor. Entre dezenas, ate pouco mais que isso, de homens que tive entre as coxas, escolhi Eduardo. Homem bonito, com um membro grande, grosso e, o principal, pronto para o sexo a qualquer hora.

Quando nos conhecemos eu tinha 29 anos e transávamos duas vezes ao dia. Nos finais de semana eu ficava com a xoxota dolorida de tanto dar. Creio que meu fogo foi de tanto ver e ouvir meus pais transarem, pois não eram nada discretos. Mamãe chegava a berrar quando papai lhe enfiava o pau grosso na bundinha e estocava com violência.

Pois bem, depois de experimentar o sexo aos 18 anos, nunca mais fiquei uma só semana sem um macho entre as pernas. Eram namorados, amigos, desconhecidos, brancos ou negros. Eu preciso muito e não fico sem tomar ferro por mais de três dias. Conheci Eduardo e logo nos casamos.

Tudo ia bem até que os negócios da empresa fizeram com que ele não tivesse mais tempo para mim. Queixei-me com ele e recebi com resposta que arrumasse um amante, mas que fosse fixo. Fiquei louca com isso. Eu o amo demais e queria somente ele. Mas, com o tempo, o fogo me consumia as energias. Fiz as malas e viajei sozinha para espairecer.

Fui para o Nordeste e me hospedei em um belíssimo hotel beira-mar, pois adoro praias.

Não demorou dois dias para eu descobrir que na região tem uma praia de nudismo. Fiquei eufórica com a idéia de tomar sol nua e, no dia seguinte, fui de táxi até lá. O motorista, um jovem de 25 anos, simpático, ficaria esperando para me levar de volta ao hotel à tarde.

Era domingo e o local estava bastante movimentado. Fiquei excitadíssima ao ver mulheres e homens nus. Membros pequenos, grandes, grossos, finos, não importava, todos chamavam minha atenção. Minha xota se babava toda. Passei a apreciar um casalzinho que passava bronzeador e discretamente, muito discretamente, tocavam suas partes íntimas. Ou, melhor dizendo, o cacete de tamanho médio do cara e a boceta morena da garota foram devidamente lambuzados. Preciso contar uma particularidade. Adoro falar e ouvir obscenidades. Fico excitada só de ouvir certas coisas. E, quando eu fico taradinha, aí é que eu falo mais ainda.

Pois bem, estava ali curtindo tudo e todos, minha xoxota ficando escorregadia de mel natural, quando vejo o motorista que me trouxe desfilando nu. Para ser sincera, eu olhei mesmo foi para o pau que balançava entre as coxas. Eu nunca tinha visto nada igual ou parecido. Não era um superpau. Apenas a cabeça da piroca é que era descomunal. Roxa, brilhante, de uma grossura muito maior do que a do pau que a sustentava. Parecia uma enorme maçã pendendo de um galho fino. Fiquei impressionada e não tirei os olhos daquilo. Ele passou por mim e se foi para a ponta da praia.

Fiquei imaginando como seria dar para um cacete daquele e decidi que daria. Na volta dele eu ataquei.

Deitada e apoiada nos cotovelos, abri um pouco as pernas, dando a ele a visão da bocetinha avermelhada e de pouquíssimos pêlos. Ele sacou, agachou-se na minha frente e começamos um papo furado. Pedi que passasse bronzeador em mim e me ofereci para fazer o mesmo com ele. Nem é preciso dizer, mas fiquei uma sopa de tão molhada, e ele foi obrigado a deitar-se de lado com o pau duríssimo, longo, grosso e aquele cabeção enorme apontando para mim.

Confessei que estava louquinha para transar e fui convidada a passar a noite com ele na praia. Nada respondi, apenas fomos ficando. O dia acabou, todos foram embora, e eu não via a hora de devorar aquela bolota brilhante na ponta daquele pauzão. A luz clara despontava antes mesmo de o sol ter ido embora.

Agarrei a pica grossa e comecei a punhetá-la. Que cabeça tinha aquilo! Não poupei elogios:

- Que pau cabeçudo, duro e grosso você tem... Gostoso!!!

Chupei, beijei, fui chupada até gozar na boca gostosa daquele macho. Vi e ouvi a língua dura mexendo em minha boceta, em meu cuzinho e em meus peitinhos. Mas foi na hora de eu sentar na boneca que eu delirei.

Quando a cabeça entrou, senti dor, uma sensação que não experimentava desde que fui descabaçada, tão gorda era a ponta do pau. Gozei na hora. Trepamos em todas as posições possível e imagináveis. Gozei inúmeras vezes. Fiquei exausta, mas não satisfeita. Fomos para a beira do mar e nos encaixamos dentro d'água. Foi quando ele enfiou um dedo no meu rabinho. Olhei sacana para ele e perguntei:

- Você quer...? Será que aguento?

Fiquei de quatro na areia, incentivando a enrabada:

- Cospe no meu cu que eu cuspo no teu pau cabeçudo... Vem, me fode no cu, enfia essa cabeça gorda no meu rabo... Vem...

Meu marido nunca foi delicado comigo e me espetava em um só estocada. Eu já estava acostumada a sentir a dor de uma enrabada, mas desta vez foi diferente.

Vi estrelas quando meu cuzinho se abriu todo para a passagem rápida da ponta rombuda. Gritei alto e meus ombros foram empurrados para baixo, deixando minha bunda no alto, totalmente entregue ao invasor indelicado e violento. Gemi, chorei e suei. Mas depois delirei. Mudamos de posição várias vezes e sempre sofria para uma nova enfiada.

Quando ele finalmente gozou, ficamos deitados de lado, sem tirar o pau. De tão grande, a cabeça não sairia se não puxássemos. Permanecemos assim e adormecemos com o pau preso pela ponta dentro do meu rabo. Só desengatamos quando já amanhecia novo dia. Mesmo mole, a cabeça do pau não saiu de dentro de mim a noite toda. Aproveitamos e trepamos mais vezes.

Foi tão gostosa essa viagem que passei a ir a cada 3 meses ao Nordeste para trepar na praia de nudismo com ele, paramos devido a pandemia, mais já to de passagem marcada para trepar muito...

  • Enviado ao Te Contos por Carliane.

 

Isso sim que uma trepada de verdade!

 By; Catarina

Eu me chamo Catarina, eu sou secretária, falo inglês fluente, fui casada por 2 anos e não tenho filhos. Nos meus 33 anos de vida nunca havia encontrado de verdade um homem que satisfizesse plenamente meus desejos, fantasias e carências.

Sou uma mulher extremamente cuidadosa com minha aparência, afinal, minha profissão está intimamente ligada e condicionada aos aspectos do meu corpo. Aos fins de semana faço ginástica aeróbica, minha alimentação segue uma dieta praticamente isenta de fontes gordurosas e não passo mais de uma semana sem visitar meu cabeleireiro.

Meu casamento com Ricardo iniciou uma decadência irreversível a partir do momento em que percebi que ele atendia meus pedidos como um cachorrinho atende a seu dono. Em nossas relações sexuais, se eu pedisse para chamá-lo de Pedro ou Antônio, se quisesse estar por cima durante o ano todo ou se recusasse seus chamados alegando as coisas mais absurdas e ridículas, ele não hesitaria um segundo em me atender.

Acabamos nos separando, a despeito de toda a argumentação e insistência contrária dele. Eu estava esgotada daquele relacionamento insosso e monótono, além de desiludida e desempregada.

Após cerca de 20 dias comecei a trabalhar num escritório de um jovem advogado, recém-formado, 25 anos. Marcos Vinícius, um homem agradabilíssimo, alto, forte, inteligente, cabelos e olhos castanhos, mantinha um namoro há 10 meses, mas um dia confessou-me não amar realmente a namorada.

Eu me sentia fortemente atraída por ele, já não podia mais esconder, sua presença era um alívio para a angústia que sentia interiormente, talvez um pouco pela abstinência sexual em que me encontrava. Não me continha de ansiedade nas horas de folga, me vestia de forma cada vez mais provocante, lançava-lhe olhares maliciosos e se ele me pedisse para trabalhar até de madrugada todos os dias, aceitaria, desde que fosse ao lado dele, sentindo seu cheiro, ouvindo sua voz e contemplando seu peito largo e seus lábios grossos e excitantes.

Numa quinta-feira, ele consultou-me se poderia ficar até as 20:00 h, disse que precisava terminar de aprontar um processo com urgência e queria que eu o revisasse e deixasse-o pronto para o dia seguinte. Aceitei com um brilho no olhar e um friozinho na barriga incomum para uma mulher com minha experiência.

Por volta das 20:10 h, entrei em sua sala para entregar o processo, para minha surpresa, ele me sorriu docemente, afinal, até ali tinha sido sempre uma pessoa extremamente cautelosa para comigo. Começamos a conversar, falei a respeito de meu extinto casamento, ele me ofereceu um drink e quando percebi, já estávamos num beijo ardente, voraz, louco...

Ele me deitou em sua mesa, apagou a luz do escritório, deixando apenas a lâmpada de sua mesa, me despiu com violência, quase rasgando minha roupa. Em um segundo vi-o nu em minha frente, segurando o cacete duro e grosso. Eu estava atônita com seus movimentos rudes e decididos.

Sugou meus seios de forma impiedosa, passou pela minha barriga e terminou em minha bucetinha. Subiu na mesa e praticamente impôs seu pau em minha boca. Aquele 69 estava me deixando louca, sua vara era grossa, potente, latejava em minha língua.

Enquanto isso, me sugava os grandes e pequenos lábios e mordiscava o clitóris num ritmo alucinante, com uma vontade incrível, parecia raiva...Gozamos praticamente juntos, berrando como dois animais selvagens.

“Agora é minha vez, pensei”, tentando passar para cima e cavalgá-lo da forma que eu mais gostava de fazer. Para minha surpresa, ele resistiu, me forçando a deitar-se de bruços, levantou meus quadris e numa estocada firme e vigorosa enterrou toda sua vara dentro de minha xota.

Gritei dolorosamente, sentindo suas bolas querendo entrarem junto, não estava acostumada com todo aquele volume, o pau do meu ex era bem menor, além do mais ele nunca colocava tudo sem eu pedir.

O vai-e-vém foi breve, porém quase sufocante. Ele bombava com força, enterrava tudo com decisão e energia para abaixar no meu ouvido e dizer enquanto mordia minha orelha:

- “Vou te foder toda, cadela!”.

Aquilo me deixava louca, sentia falta de ar, fechava os olhos, não podia acreditar... Aquela forma bárbara, enérgica de trepar era absolutamente inédita para mim e ao mesmo tempo em que estranhava não posso deixar de dizer que estava adorando...

Gozou em cima de minhas costas, gemendo junto comigo, que sentindo seu esperma quente em cima de mim, semi-desmaiada, só enxergava algumas sombras na minha frente...

Depois de alguns minutos, vi-o abrindo uma pequena gaveta e pegando um tubo de pomada. Eu estava cansada, um pouco zonza, mas percebi o que ele exatamente iria fazer. Pensei em levantar-me e vestir-me, contrariá-lo, pois nunca tinha levado no cuzinho. Meu ex tinha pedido apenas uma vez e diante da minha recusa nunca mais tentou. Só que me faltava forças e, acho que no fundo, estava louquinha para sentir aquele membro maravilhoso dentro de meu rabinho.

Ele deitou-se por cima de mim, beijando suavemente minha nuca, enquanto passava a pomada delicadamente em meu cuzinho. Fiquei de quatro com sua ajuda e apenas tive tempo de pedir para ir com calma, pois, Marcos Vinícius após colocar a cabeça e firmar-se em cima de mim, enfiou de uma vez, sem dó diante de um urro comprido e alto que soltei, sentindo aquele caralho me rasgando toda...

Bombou com mais firmeza ainda, era uma sensação deliciosa sentir suas bolas quentes batendo em meu rabo, meu cuzinho já aceitava aquela invasão rude e inesperada...

Seu esperma encheu meu ânus em poucos minutos e desta vez, desmaiei de verdade, num orgasmo fantástico, delirante...

Quando acordei, ele estava deitado ao meu lado, acariciando meu traseiro e dizendo que nunca tinha comido uma buceta e um cuzinho como aqueles...

Já passava das 23:30 h quando fomos embora. Hoje ele é um homem casado, recentemente foi papai e ampliou o escritório. Eu trabalho atualmente em uma multinacional, me casei novamente e algumas vezes por mês vou até o escritório de Marcos Vinícius para “revisar alguns processos”.

  • Enviado ao Te Contos por Catarina

Esse é o meu segredo !

 By; Silvia

O meu nome é Silvia, tenho 30 anos, sou casada, tenho um corpo bem cuidado, seios medios, bunda grande, barriguinha sequinha e chamo muito atenção dos homens..!!

Hoje eu sou uma dona de casa por opção e por este motivo tenho tempo de sobra e nas horas vagas eu costumo ficar navegando na net e acabei achando o Te Contos e achei excelente porque agora eu vou poder escrever o que eu gosto de fazer, na verdade o que eu faço e o que eu sempre gostei de fazer.

Bom, na verdade eu sou uma tarada. Uma tarada compulsiva por paus grande que tenham ejaculação com abundancia para que eu possa beber tudo. Paus grandes para que eu possa chupar ate cair de tanto gozar!!

Tudo começou quando eu ainda era novinha porque eu ainda não podia ser penetrada na epoca e assim o que fazia era somente chupar, quando eu morava no interior eu era muito safadinha, e vivia na casa de um vizinho que morava sozinho e ele me pedia pra masturba-lo e eu vivia masturbando ele, e eu adorava ver os jatos de espermas saindo do pau, não contente o vizinho começou a me pedir pra chupa-lo, e assim eu comecei a chupa-lo..

Me lembro do primeiro dia que eu coloquei a minha boquinha naquele cacetão que era enorme que quase não coube na minha boca, mas mesmo assim eu gostei, e fiquei chupando ate que ele começou a soltar jatos de espermas na minha boca e falava pra eu não tirar a boca ate ele terminar, e eu segurava tudo e depois ele falava pra eu engolir tudo..

Me lembro quando eu senti o jato saindo do pau e inundando a minha boca com um gosto ruim e mal cheiroso, eu tentei tirar a minha boca, mas mesmo assim eu fiz o que ele me pediu, engoli tudo aquela coisa pastosa que achei horrivel, mas quando ele falou que depois eu iria gostar, porque na primeira vez era assim mesmo, eu acabei acreditando.

Acreditei tanto que no dia seguinte la estava eu novamente querendo chupar o cacete enorme dele e ainda pedi que que ele soltasse toda porra pra eu beber novamente, na verdade que na segunda sessão, que ele encheu a minha boquinha que eu comecei a beber eu ja achei delicioso o gosto da porra dele...

E dai em diante eu não só bebia toda a porra dele como gostava de colocar o cacete dele bem fundo ate a garganta que ate chegava a me engasgar pelo tamanho do pau que era enorme!!

Fiquei tão viciada e tarada por porra, que as vezes eu pedia pra chupar o pau dele ate duas vezes ao dia so para sentir os jatos na minha garganta e pra depois ficar me deliciando por varias horas com gosto da porra dele na minha boca, tambem gostava de ficar com cacete dele quase inteiro na minha boca deslisando pra dentro e pra fora, ne gostava de colocar bem fundo pra sentir a cabeça do pau na minha garganta pq eu ficava delirando de prazer.

Fui crescendo e o meu prazer era so chupar, chegou um dia este vizinho tentou colocar o pau na minha xana e eu não achei graça nenhuma e nem um pouco de tesão ao sentir o cacete dele na minha xana, eu so gostava de chupar e beber a porra dele e sentir os jatos bem no fundo da minha boca...

Fiquei nessa ate a adolecencia quando mudamos de cidade...

Quando mudamos que eu não conhecia ninguem que pudesse me dar um pau pra eu chupar eu fiquei ate doente de tanta vontade. Ate que eu comecei a namorar um garoto, mas ate eu conseguir pegar no pau dele e chupar gostoso, ainda levou varios dias, so que não era a mesma coisa, porque ele tinha um pau pequeninho que não me satisfazia. Foi ai que eu cheguei uma conclusão que eu so me realizava se fosse um pau bem grande que pudesse agasalhar a minha boca inteira e chegasse ate a minha garganta pra eu sentir bem no fundo os jatos de porra...

E logo desistir desse garoto e comecei a paquerar outros de uma maneira diferente, eu não me importava se o garoto fosse bonito ou não, o que eu queria era um rapaz bem pauzudo.

E assim eu comecei a paquerar pelos os volumes que tinham por baixo das calças, quando eu me interessava por alguem eu logo olhava o volume, se tivesse um volume grande era escolhido, se o rapaz não tivesse volume grande eu logo caia fora!!

Ate que um dia um rapaz começou a me paquerar e eu logo olhei mo meio das pernas e tinha um enorme volume, na hora eu fiquei com ele, fiquei namorando com este rapaz um tempão, ele tinha um cacete enorme e eu me deliciava chupando o pau dele e sentindo os jatos de porra que ele soltava na minha garganta que eu ate chegava o orgasmo so em sentir os jatos na minha boca, este rapaz tentava comer a minha xana , mas eu não dava de jeito nenhum..

Fui perder a virgindade com 20 anos e casei com 25 anos com o meu marido que estou ate hoje, temos um filho, so que as minhas taras continua a ponto de eu as vezes sair a noite quando o meu marido viaja so pra achar algum homem caralhudo pra eu chupar e sentir uma porra diferente na minha boca e beber ela toda, ja fiz isso muito enquanto eu sou casada quando o meu marido viaja..

Logico que eu faço isso com o meu marido mas eu nunca falei desta tarada, chupo o pau dele e deixo ele esporrar na minha boca, so que ele pensa que eu deixo ele esporrar na minha boca pq e normal um casal de marido e mulher fazer isso, ate anal eu faço com o meu marido. Logico que eu adoro quando ele esporra na minha boca e eu bebendo tudo, mas não fico satisfeita so com ele, apesar que ele tb tem um pau grande.

O que eu gosto mesmo e sentir outros paus esporrando na minha boca, se eu pudesse chupar um caralhão diferente por dia, logicamente que eu faria, so que não e nada facil..

A pouco tempo eu conheci um homem que eu vou visita-lo com o maior sigilo so pra chupar o pau dele, pq e enorme parecendo um animal, ele tem uma ejaculação tão enorme, sai tanta porra daquele pau, que quando ele começa a soltar os jatos na minha boca que eu comecei a beber tudo sem parar, eu entro em êxtase, eu tenho um orgasmo tão intenso que eu chego a viajar nas estrelas!!...

Conheci essa pessoa em um supremercado e tão cedo eu não pretendo perde-la, assim que eu olhei eu percebi que ele tinha um enorme volume no meio das pernas e alem de tudo era bonito, eu logo comecei a paquerar, não deu outra. No dia seguinte marcamos e ate hoje eu me encontro com ele no maior sigilo..!!

Eu tambem dou a minha xana, mas so dou pra disfarçar, o que eu quero mesmo e sentir aquele cacetão na minha boca e sentir os jatos de porra que ele solta numa enorme quantidade na minha garganta, que chega sobrar porra na minha boca que eu não desperdiço uma gota se quer da porra dele, que  tem a porra tão deliciosa, que se ele ejaculasse varias vezes sem parar eu bebia tudo ate ficar de barriga cheia!

Bom gente este é o meu segredo ...

  • Enviado ao Te Contos por Silvia

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Foi a minha maior loucura.

 By; Profesora

Sou professora secundaria do estado, tenho 32 anos, me divorciei ha 3 anos, meu marido conheceu outra mulher e simplesmente me deixou.

Todos me acham bonita, sou quase loura natural, olhos claros, pele clara, e um corpo normal ate sedento de carinho e amor.

Eu vivia concentrada no meu trabalho, apos a separaçao fiquei muito triste, e nao tinha muito interesse em quase nada. Quando iniciou o ano letivo, ja no primeiro dia de aula, na terceira serie, notei aquele garoto, pra mim com aparencia e um jeito todo especial, quieto, serio, nao brincava na aula e quando eu falava ele me olhava fixamente.

O fato de te-lo notado era seu tamanho, um pouco maior que os outros, tinha 16 anos, estava um ano atrasado para a serie, e parecia muito timido. Passei a nota-lo pelas redaçoes e a perceber que sua timidez o incomodava as vezes. Quando o chamava pra ler alguma coisa ele ficava muito vermelho e envergonhado. Juninho era assim mesmo, e fui me acostumando com ele e todos da sala de aula. A seu pedido, Juninho passou a sentar na primeira fila, alegando problemas de visao, e trocou com um coleguinha de lugar.

No decorrer dos dias o olhar desse menino passou a me intrigar, porque eu percebia que ele so olhava na altura da minha buceta. Eu usava calças jeans e bata que vivia sempre aberta. Juninho fitava diretamente ali, eu sabia, eu sentia, diretamente na minha buceta, era ali seu alvo. Resolvi um dia fechar a capa e prestei atençao nele, e sua feiçao era de raiva, ele olhava a capa e me olhava como quem dissesse, “tira isso daí”...

Um dia eu deveria sair apos as aulas para ir ao forum, e fui trabalhar de saia. Juninho quando me viu assim, ficou vermelho e nao tirava os olhos das minhas pernas, eu olhava pra ele, enquanto olhava para minhas pernas e ele nem me via, so me enxergava da cintura pra baixo.

Quando o chamei para se levantar e ler, ele nao queria, ate que o fiz levantar e percebi porque. O volume embaixo das suas calças era bem visivel, e ele querendo disfarçar me fez perceber ainda mais a sua excitaçao. O mais interessante que apesar de uma sala cheia de alunos e alunas, ninguem tinha percebido nada. Fiquei com a imagem na cabeça, fui ao forum resolver meus problemas, e ao chegar em casa, me joguei no sofa e voltei a pensar no dia todo. Logo a imagem daquele menino veio a minha mente, e quando eu menos esparava estava passando a mao em minha buceta, fechando os olhos e a imagem daquele garoto veio a mente, e acabei me masturbando ali mesmo e pensando nele, sem querer.

Me condenei por estar virtualmente abusando de um menor, mas depois pensei sobre meu tesao, e achei que nao iria mais pensar naquilo. O que mais me intrigava era sua timidez, isso me deixava maluca. Sempre gostei de homens timidos, mas nunca um menino.

No outro dia, sem pensar muito, coloquei outra saia, e ao chegar a sala de aula, Juninho nao estava, senti um tremendo vazio me invadir, pensando que tivera me produzido de presente pra ele, e ele nao tinha vindo a aula, justo na minha aula!!!...

Comecei a dar materia, e de repente ele entrou meio afobado, tinha perdido uma conduçao e atrasou, pedindo licença, claro que concordei ele entrou e sentou, me comendo com seus olhos. Nessa altura minha calcinha estava molhadinha, eu ja sentia tesao por aquele garoto, o que fazer?... Um sentimento de culpa me invadia e ao mesmo tempo um enorme tesao me jogava de encontro as minhas necessidades e pudor. Juninho me secava com olhares timidos, provocantes pela expressao, e me deixava maluca.

Ao terminar a aula, lamentei pelo tempo passado tao rapidamente e aquela magica se perder ali no sinal. Sai rapido e fui ao banheiro dos professores, e se tivesse de calça comprida, teria feito vazar meu liquido, a calcinha estava ensopada, eu nem tinha percebido, coloquei um absorvente, e fui terminar minhas aulas em outra classe.

Chegando em casa, depois de tomar um lache rapido, comecei a fazer algumas arrumaçoes, tinha ficado so de calcinha, e nao demorou o fogo dos momentos olhando para aquele menino, voltou com maior intensidade, e no meio da minha sala, me masturbei mais uma vez pensando nele. Aquilo ja estava me deixando maluca, e eu sabia, que Juninho jamais iria tomar qualquer iniciativa, pela sua timidez.

Era um final de semana, eu nem tinha percebido isso, passaria o sabado e domingo, sem ve-lo, bem ate que foi bom, eu relaxaria um pouco, iria sair com amigas. Engano meu, saindo com amigas, voltei correndo pra casa, nao queria ver ninguem, homem algum, tinha em mente o Juninho, agora eu tinha certeza, aquele menino mexia com meu intimo de mulher, e nao sabia porque. Se falasse isso pra alguem seria chamada de maluca, tarada ou coisas assim.

Na segunda feira, sairiam as notas do primeiro mes, e ja nas provas sabia que Juninho tinha ido mal na minha e outras duas materias. NA reuniao de pais e mestres, conheci sua mae, muito simples, mas uma pessoa agradavel e muito educada, sugeri entao que viesse aos sabados para aulas de reforço, embora ainda nao fosse tempo pra isso. Durante as aulas daquela semana Juninho, pareceu mais solto e mais alegre, passando a sorrir mais pra mim. Eu ja me entregava ao seu olhar e passava a trocar sorrisos com ele. Apenas ficava atenta para nao despertar a classe para isso, seria tragico.

Marcada aula de recuperaçao para o sabado, aconteceu o que eu previa. Antes de sair coloquei uma saia meia larga, porem acima dos joelhos. Quando cheguei na sala de aula so estava ele, eu tremia dos pes a cabeça e rezava pra nao aparecer mais ninguem, aquele seria meu momento. Peguei a materia tremula, e passei no quadro pra ele copiar, letra horrivel e falta de atençao, eu so olhava pra ele e ele entrava no meu olhar, quase me derrubando no chao. Como uma timides de um garoto como aquele poderia mexer tanto com uma mulher como eu.

Puxei minha cadeira mais para o lado da sala, e me sentei de frente pra ele. Ele estava abaixado fazendo a liçao, entao mecanicamente abri um pouco as pernas, quando ele viu, ficou meio sem graça, mas olhava agora disfarçando, entao abri mais um pouquinho e ai tinha certeza que ele estava vendo minha calcinha. Juninho, ficou meio branco e tremulo, nao sabia o que fazer, e olhava minha calcinha como se estivesse vendo algo do outro mundo.

Bom pra ele devia ser mesmo, talvez ou quase certeza que ainda era virgem, e ai que eu me excitava mais ainda quando me ocorria isso, vendo sua inquietaçao, levantei e fui ate perto dele, e perguntei

- o que foi?

Ele abaixou a cabeça e nada disse, eu insisti, entao ele falou...

- Professora, a senhora e a pessoa mais bonita do mundo, e eu adoro a senhora....

Aquelas palavras me fizeram emocionar, e talvez me arrepender do que estava correndo pela minha cabeça, mas quando olhei para baixo o volume sob sua calça era grande e muito visivel. Baixinho cheguei pertinho dele e apontando para o volume, perguntei...

- Juninho!!! o que e isso ?...

Ele ficou sem jeito, nao respondeu nada, fui ate a porta, nao havia ninguem, voltei, e insisti na pergunta, e disse

- o que tem ai Juninho, me fala, o que isso, ai ?

Ele mais uma vez nao disse nada.

- Eu quero ver, me mostra ?

Timidamente ele pegou seu penis, por cima da calça e apertou e me olhando aquele garoto gozou dentro da calça. Nao tive duvidas, peguei ele coloquei no meu carro, fui a casa dele, falei com sua mae, que ele iria pra minha casa, pra tomar mais aulas, porque estava muito mal na materia, ela me agradeceu, e la fui eu pra minha loucura.

Chegando em casa, tomamos um refrigerante, e sentamos no sofa da sala, Juninho estava tremendo, peguei suas maos, geladas e suadas, e beijei seu rosto, ele corou mais ainda, fui beijando todo seu rosto, ele passou a retribuir ainda sem jeito me beijando no rosto tambem, peguei o cantinho da sua boca, e fui beijando seus labios, e aos poucos abrindo a sua boca, abri a minha e tocamos nossas linguas. Sua saliva doce e quente me alucinavam, eu bebia ela e tirava dele o ar que respirava, ele aprendeu rapido e passamos a nos beijar com certa furia.

Puxei sua calça, e a cueca ainda melecada dele mesmo, a tirei e ai exibiu um magnifico pinto, normal, porem grosso, ainda com a glande coberta por uma fimose ainda nao operada, limpinho, e que dava um aspecto que seria no futuro um pau bonito e grande, a ver pela sua idade.

Sem pensar, abocanhei aquele pinto, e chupei com todo meu tesao que sentia por aquele garoto, e o fiz gozar de novo, agora dentro da minha boca, em mim, eu bebi tudo, era delicioso, porque era puro, saboroso, com gosto de inocencia.

Tirei minha saia, e pedi pra ele tirar a minha calcinha, ele sentado e eu de pe em frente a ele, tremulo, ofegante, ele pegou com as duas maos, como se desnudasse uma joia valiosa, ao descer minha calcinha via a joia aparecendo ali a sua frente lhe sorrindo e leh desejando. Nua, ele apenas encostava a cabeça nela, eu o posicionei e o fiz beija-la, ele o fez, entao abri com as duas maos, lhe mostrando o caminho a seguir e onde chupar e onde mexer, ele tremia muito e fazia tudo que eu mandava, e fui chegando a um orgasmo fabuloso na boca daquele menino.

Em minutos, seu membro ja duro, apontando pra cima, me fez deitar no sofa, e traze-lo pra cima de mim, abrindo bem as pernas, eu queria engolir aquele garoto todinho, ajeitei seu pinto dentro de mim, e ele ai começou a se mexer devagar e cada vez mais rapido ate que o senti gozar dentro de mim, e acabei mais uma vez gozando junto com ele.

Foi divino, magistral, ele ficou dentro de mim, nao saiu, senti seu pinto amolecer e em poucos minutos a crescer novamente ali dentro, e sem tirar ele entao meteu gostoso ate gozar novamente, eu fui as nuvens e gozei com ele mais vezes.

Levantamos, tomamos banho e ai ficamos conversando, ele confessou que eu era a primeira mulher dele, e ele tinha adorado. Me disse ainda que na classe tinha varios garotos querendo me comer. Nos trocamos, entao tive uma ideia e combinei com ele, iria a sua casa pedir a sua mae se ele poderia me ajudar arrumar as coisas pra mudar e poderia dormir la.

O que foi feito e ela aceitou, eu ja estava mentindo a mae dele, isso ja era demais, mas tudo bem, ele estava agora comigo e ia ser meu ate o outro dia.

Voltamos pra casa, me troquei coloquei uma calcinha linda e um babydoll, ele adorou lhe arrumei uma cueca de seda, e ficamos no sofa nos beijando. A um certo momento ele alisava minha bunda, virei de bruços e deixei ele brincar por cima da calcinha e aos poucos ele foi tirando, tirando ate que fiquei so de baby doll, ele alisava e beijava a minha bunda, ...vi o que queria, brinquei com seu pinto ja duro, e o puxei pra cima de mim, e coloquei na minha bundinha, ele tremia ainda mais, a visao por tras da minha bunda eu ja sabia era muito bonita.

Juninho encaixou seu pinto e em poucas mexidas conseguiu enfiar tudo, e quando mexia eu ia ate as nuvens, aquilo era maravilhoso, quente, liso, com os movimentos eu me toquei e gozei antes dele, e enquanto ele bombava a todo vapor no meu rabinho, deu uma estocada mais forte e gozou, senti seu liquido quente la dentro e seus gemidos, que me fizeram gozar de novo.

Eu estava ha mais de ano sem meu homem e aquele garoto me preenchia como tal. Nao queria que aquele momento acabasse nunca. Fomos nos deitar, e transamos de todos os jeitos a noite toda ate o dia amanhecer, e ja era domingo. Passamos o domingo todo juntos, e transamos novamente, mais vezes ate ele se esgotar.

Na segunda feira, foi mais tranquilo, e ai a maior surpresa da minha vida, a mae do Juninho veio me pedir se ele poderia ficar em casa uns dois dias, porque ela iria viajar e nao podia leva-lo., sem pestanejar, claro aceitei, e foram mais dois dias de gloria. Na escola ninguem nunca soube, ele foi cavalheiro em nunca ter contado a ninguem, o que o adorei ainda mais.

Juninho foi minha loucura e meu homem por quase o ano todo, ate no final do ano, ele mudou de escola e de bairro, vem sempre que pode me visitar, mas esta ficando mais distante, e aquela euforia toda que eu sentia, com seu afastamento tambem diminuiu bastante.

Os colegas dele de classe continuaram no ano seguinte., e ai vem outras historias. Ah...passei a coordenadora geral da escola, e com namorado novo e a vida seguindo.

  • Enviado ao Te Contos por Professora

 

Foi realmente relaxante (lesb) (05-11-2021)

 By; Fabiana

Meu nome é Fabiana, 38 anos, casada, baixinha, cabelo curto, seios grandes, bumbum médio, enfim um morena tipicamente comum.

Recentemente passei por momentos familiares bem difíceis que chegaram ao ponto de afetar minha saúde. Uma amiga me indicou uma massagista dizendo que ela faria milagres e que me proporcionaria um extremo relaxamento. Como toda mineira fui meio desconfiada..

No dia e horário marcado lá estava eu, Ana abre a porta da clínica e me recebe com um sorriso. Ambiente agradável musica tranquila ela me explica que a massagem se dará em 3 fases. Na pressa do dia dispensei as informações e pedi pra começarmos. Recebi uma toalha e fui direcionada a um quarto onde só de toalha fui acomodada em um carpete muito macio forrado com tecido bem leve. De olhos fechados e de bruços comecei a sentir o toque macio e experiente das mãos de Ana.

Até aí tudo tranquilo..mais os toques foram ficando mais ousados mais sutis, a pressão das mãos substituídas pelo toque das unhas. Um óleo completava o clima. Ainda de bruços sentia suas mãos roçando meu sexo que já estava molhado de tesão. Ela me pediu que virasse, retirou a toalha e novamente suas mãos percorriam meu corpo, tocavam meus seios, apertavam os mamilos.

Eu confesso estava adorando, aí ela me disse que entraríamos na 3 fase, de olhos fechados ouvi um barulhinho..ela começava a massagear meu clitóris com um vibrador e ao mesmo tempo introduzia a ponta do dedo na minha bucetinha molhada, meu corpo se contorcia eu abafava os gemidos e arqueava os quadris num movimento instintivo. Nem sei quantas vezes gozei assim .

Quando estava prestes a me recuperar veio o grande final .Senti falta do vibrador mais fui presenteada com um toque macio e quente. A língua dela percorria minha xana lambendo delicadamente cada gota de gozo derramado, gozei mais vezes e mais intensamente.

Foi realmente muito relaxante. Soube depois que o divino oral que recebi foi um brinde delicioso.

Saí dali totalmente relaxada e já pensando na próxima massagem . bjs

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Que boquete deliciosos que ganhei da minha namorada (29-10-2021)

 By; Jonas

Oi, eu me chamo Jonas, tenho 19 anos, namoro a Marcia, que tem 18 anos. Nosso namoro ainda esta cheio de restrições, os pais dela são bem rigidos e marcam pesado.

Nós dois fazemos faculdade juntos, moramos no mesmo bairro, cerca de 3 ruas nos separa. Toda a noite após as aulas da faculdade, eu sempre vou deixa-la em casa e aproveitamos para ficar dando uns bons amasso até uma ou duas horas da manhã no sofá da sala da frente da casa dela.

Algumas vezes os pais dela acabam dormindo cedo e sua irma faz vita grossa ai aproveitamos, sozinhos a coisa esquenta, sexta feira foi bem assim...

Estavamos sozinhos, começamos as incursões para dentro da roupa, alisando os peitinhos, que ficavam eriçados; escorregando o dedo pelo reguinho, ora no cuzinho, ora na xaninha; apertando as coxas (que coxas!) e por aí adentro.

Ela metia a mão em minha cueca e punhetava o meu pau até deixá-lo petrificado e pulsante, doido para gozar aquele leite grosso e quente.

Então, eu a coloquei deitada no sofá, com a cabeça em meu colo, virada de frente para a minha barriga. E ela beijava meu umbigo, me fazia carinho, enquanto eu abaixava a sua calcinha, deixando-a no meio das pernas, e mandava ver na siririca, chupando o dedo de vez em quando para sentir aquele melzinho que escorria em abundãncia.

Daí, em meio a um carinho e outro, eu dava meu dedo para ela chupar e ela fazia aquele boquete no dedão que até o dedinho do pé levantava. Era a deixa para começar a mamada!

Ela engolia meu pau com vontade, parecia uma bezerrinha. Fechava os olhinhos e fazia cara de "-Tô adorando!". Eu me compenetrava nos detalhes: a linguinha que saía para fora e percorria o meu pau; aquela saliva que escorria pelo canto da boca; aquele clássico barulhinho "SLURRRRP" que me deixava maluco de tesão; aquela massagem campeã que ela dispensava em minhas bolas; o volume do meu pau dentro de sua boca, forçando suas bochechas ao extremo...Resumindo, não basta sentir, tem que olhar e apreciar!

Ela saíu da posição de deitada e ficou ajoelhada no sofá, com a bunda virada para um lado do sofá e a rosto virado para o outro, deixando aquele rabo queen size arreganhado para cima. Ela continuou a chupeta, enquanto eu lhe batia aquela siririca melada. Ora com o dedo médio, que escorria por toda a xana e entrava em sua buceta e depois voltava e circulava o seu grelo. Ora com dois dedos, que desciam e subiam por toda a extensão da xoxota inchada. E também com o dedão, que se enterrava fundo no buraquinho, enquanto os outros dedos pressionavam o seu cu. E ela rebolava muito assim.

Como é gostoso esfregar o dedo na xana de uma mulher, com o outro dedo enfiado em seu cu, enquanto ela rebola gostoso, dando aquelas voltas gigantes com a bunda. Isso sem falar, na trilha sonora: "-Huumm, huuuummm, huummm!".

E é lógico, não pode faltar aquelas palavras sacanas no pé do ouvido:

"-Mama, vagabunda! Engole o pau do seu macho! Continua assim até beber o leitinho!"

De vez em quando, eu tirava o pau de sua boquinha e batia com ele em sua cara, então, eu esfregava ele em seus lábios, pescoço, no biquinho das tetas e voltava a meter em sua boca.

O rabo dela ficava lindo daquele jeito, empinado e aberto. Eu dava uns tapas, de vez em quando. Dava para ver, às vezes, pelo reflexo de um adorno de vidro que ficava perto do sofá, atrás dela, aquele detalhe da xoxota, quando a mulher fica nessa posição: parece um hamburguer no meio das pernas. E o cuzinho então...

Era um boquete demorado, caprichado e bem feito. Gosto de curtir as coisas com calma, sem pressa e com vontade.

Até que, depois de muita mamada, linguada, lambida, mordidinhas e dedadas, eu avisei que iria gozar. O pau começava a tremer, suas veias ficavam mais inchadas. A cabeça da pica parecendo um cogumelo, saindo e entrando de sua boca. Ela acelerava o ritmo das mamadas até que a porra espirrou forte em sua boca. Quente, grossa e branca. Muita porra! Ela engolia o que podia, saia um pouco pelo canto da boca e escorria. Ela rebolava aquele rabo igual uma cadela no cio.

Eu queria gritar bem alto e espancar aquela bunda mas tinha que me conter e a já manjada almofadinha ia para na minha boca, para abafar os gemidos mais altos.

Depois do banho de esperma, ela levantou a cara, toda melada, feito uma putinha de beira de estrada, e falou sorrindo;

- missão cumprida.

Detalhe: com porra ainda no canto da boca e no queixo, ela mordia os lábios, esfregou a sua xana e olhando nos meus olhos, disse:

- agora é hora de voce ir embora

PQP!... eu doido pra meter naquela buceta gostosa. Mas tive que ir.

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domingo, 7 de novembro de 2021

Vontades e Pensamentos

 By; Mr. Erio.

Durante um tempo, minha esposa e eu estávamos conversando sobre umas taras e fetiches, foi quando namorávamos. E uma hora eu disse para ela que uma das minhas vontades era alguém vendo a gente transando, ela me disse a época que tinha coragem para rolar isso, mas que tínhamos de ter cuidado com a pessoa, n poderia ser qqr uma.

Papo vai, papo vem, ela havia topado de que conseguíssemos alguém para ver a gente. Durante a conversa, disse tbm que una coisa que gostaria muito era de vê-la com uma outra mulher, de ver ela sendo tocada por outra, sendo chupada, e chupando também. Até mesmo enquanto nós fizéssemos sexo, gostaria de ver ela com outra, eu só encostaria na outra se ela deixasse. E sempre deixei isso bem claro pra ela, só tocaria em outra se ela deixasse, e tinha de ser com ela junto.

Ela gostou da idéia, e um  dia chegou até a comentar de se poderia ser tbm com outro cara, eu disse que poderia sim (mas n gostei da ideia, mas queria agradar ela).

Um dia, ela viu que eu estava em um apps de namoro, brigou comigo, e eu expliquei que era para poder arrumar alguém pra gente realizar as fantasias. Ela veio falar que não queria, voltou a trás em tudo que disse, rolou a maior confusão.

Depois disso, um tempo atrás, uma amiga nossa (que foi nossa testemunha de casamento inclusive) divorciou. E de uns tempos para cá venho notando que ela tem ficado muito mais atraente que o normal.

Ela é daquelas mulheres cavala, tudo grande, lábios grandes, seios grandes, bunda grande, coxas... Morena muiiiiito gostosa, e bem safadinha, pois minha esposa disse que já viu as mensagens de telefone dela para outros caras, fotos que ela mandava e recebia.

E com a separação, ela veio dormir várias vezes lá em casa,  e ela dormia na sala de cima no nosso AP.

Percebi que sempre que isso rolava, quando minha esposa e eu transávamos, a porta ficava aberta, ou íamos para a sala de baixo.

Um dia, ela nos fez subir até o último degrau da escada enquanto nós amiga dormia lá. Ficou de 4 na escada, ficou em cima de mim depois e dava umas gemidinhas.

Desde então fico imaginando se ela queria que ela entrasse na brincadeira com a gente. E sempre fico imaginando ela vindo pro AP e fazendo a 3 com a gente. Até quando a gente está transando me vem isso na cabeça.

Posta como Mr.  Erio.

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sábado, 6 de novembro de 2021

Cineminha quente hoje (06-11-2021)

 By; Leticia

Oi, me chamo Leticia, tenho 17 anos, e namoro o Diego, que tambem tem 17 anos e somos de Fortaleza.

Nesse sábado, meu namorado e eu fomos ao cinema e pegamos uma sessão bem tranquila, o filme (bem ruinzin ) então não havia muita gente na sala.

Sentamos na última fileira, sabe como é, abraços, beijos quentíssimos, até que ele começou a alisar meus seios, já fiquei excitada, ele começou a chupar minha orelha e meu pescoço, rapidamente fiquei molhada, então ele começou a alisar minha xoxota por cima da calça ( eu estava morrendo de medo que alguém visse) só tinham algumas poucas pessoas nas fileiras da frente, não aguentei e fui abrindo a perna aos poucos, ele abaixou o zíper e meteu a mão com tudo, veio o meu 1º orgasmo, eu não podia fazer barulho, tive que segurar tudo para mim.

Logo peguei o seu pau que estava duro como uma rocha, só que eu não queria tirá-lo para fora porque estava com muito medo, não teve jeito, ele mesmo o fez e tive que meter a boca porque não estava aguentando mais, foi um dos melhores boquetes que eu já fiz.

Chupei como se fosse um sorvete, eu o chupava e ele metia os dedos em mim, veio novamente o orgasmo, mas já não foi sozinha, quando senti, ele já tinha molhado minha mão com sua porra, fiquei assustada, tinha lenço de papel na bolsa, nos limpamos, fomos ao banheiro para nos lavar depois voltamos a sala, terminamos de assistir ao filme....

Foi muito bom esse sabado.

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Não deixa de ser um desabafo; Minha vontade de dar muito para o meu primo (06-11-2021)

 By; Luciana

Eu me chamo Luciana, tenho 33 anos, sou casada e tenho uma filha. Acompanho o TeContos já a quase 1 anos, e um conto sobre primos transando me inspirou a contar a minha historia.

Minha historia começa quando eu tinha meus 16 ou 17 anos, nessa epoca, meus pais todos os domingos iam passar na casa dos meus avós, e na casa de tras moravam meus tios e meu primo, que naquela epoca estava com 17 anos.

Na parte das tarde dos domingos, minha mãe e minhas tias iam para a missa, meu pai e meu tio ficavam na casa da frente (do meus avós) fazendo companhia aos meus avós, e eu para não ficar sozinha ia brincar com meu primo na casa de tras, geralmente jogando video game.

Todos os domingos era a mesma coisa, e um dia, não lembro como, passei a pegar no pau dele, e ele na minha bunda, seios e bucetinha, era uma festa, ficavamos tentando disfarça, falando alto pra matar, pra ir para esquerda, pular sei la onde, enquanto iamos nos tocando...

Um domingo ele pôs seu pau para fora do calção e eu comecei a punheta-lo, era divertido, eu gostava muito de sentir seu pau duro e quente na minha mão, e ele acariciava minha buceta, eu não gozava, mas ficava bem molhada, marcava sempre a minha calcinha, e ele com um tempo foi gozando em minha mão.

Nossos domingos eram essas brincadeirinhas, um domingo, eu punhetando ele, quis provar a sua porra, ele gozou a primeira vez na minha mão e eu lambi um pouco, achei estranho, ele passou a chupar o meus peitinhos e isso me deixava louca, era gostoso de mais.

Ate que um domingo tivemos um tempo maior, nossos pais e mães tinham saido juntos a um batizado, meus avós não passava para a casa de tras, então tivemos um tempo bem longo a sós, tiramos nossas roupas, tv ligava e nós aos beijos na cama, foi a primeira vez que chupei um pau, foi a primeira vez que levei uma gozada direto na boca, foi a primeira vez que fui chupada e que alguem me fez gozar (ate então só sozinha que eu gozava).

Não transamos, eu tive medo, mas ficamos nessas brincadeiras por um longo tempo, e varios domingos vinheram e agente assim, sempre nos fazendo gozar.

Crescemos, perdemos contado embora ele continuasse morando na mesma casa, ele passou a fazer outras coisas e eu fiquei um bom tempo sem ir la. O tempo passou, eu casei, tive filha, faculdade, emprego... Ele cresceu, ficou muito bonito, lindo corpo, namorador, não casou mas ta sempre com alguma menina muito bonita.

Então aconteceu o que deveria ter acontecido a anos atras...

Agora após a liberação das lojas, eu tive que ao centro da cidade, e na volta, com muitas sacolas resolvi da uma paradinha na casa dos meus avós, que já faleceram, mas meus tios ainda moram la, fiquei de conversas por horas e horas com eles e quando percebi já era quase 7 da noite, imagina voltar pra casa de ônibus e cheia de sacola, tendo que ir para terminal, que loucura.

Já estava chateada pois liguei para o meu marido e ele não queria ir me buscar... por sorte a minha tia ouviu eu reclamando e chamou meu primo e pediu para ele ir me deixar, eu ate tentei falar que não era preciso, mas ele já foi indo pegar a chave do carro.

Ele foi me deixar e no caminho eu puxei o assunto de quando eramos adolescentes, das nossas brincadeiras, e o papo rendeu, eu fiquei excitada e dava para notar ele com o pau duro, seu calção mostrava bem, e ele perguntou se minha mão ainda era macia como antigamente, eu não disse nada, apenas me inclinei um pouco e fui colocando minha mão por dentro do calção e cueca dele, segurei firme no seu pau puxando para fora e fiquei alisando bem devagar, pau duro, quente e com veias salientes, estava com saudade de toca-lo, já perto de casa me bateu um certo arrependimento, ate tentei mudar de assunto mais o clima não deixava.

Ele perguntou se minha buceta ainda era gostosa e eu falei que não sabia, ele disse que era impossível, eu sorri, falei que era sim, nunca tinha provado ela, então ele pediu para provar, pediu, implorou e eu deixei...

Ele achou uma rua mais vazia, eu soltei o cinto, abri zip da minha calça jeans, desci ela com a calcinha ate aos meus joelhos, ele segurou minhas pernas empurrando elas para que eu segurasse, e começou a lamber a minha buceta, de baixo pra cima, lambeu em volta, lambeu no meio, chupou me deixando doidinha, ate que ele parou, abaixou minhas pernas, segurou em minha nuca me puxando pra perto dele e me beijou com força, parecia querer engolir meus labios e lingua...

Depois de me beijar, me falou que agora eu sabia que a minha buceta continuava muito gostosa, enquanto eu arrumava a minha calcinha e calça, ele pegou o meu celular adicionou o numero dele e disse que quando eu tivesse afim e eu iria ta afim, era pra ligar pra ele a qualquer hora que ele viria.

Ele me deixou em casa, eu entrei e passei pela sala falando pro meu marido que estava apertada e precisava usar o banheiro, na verdade eu fui tocar uma siririca das boas e depois um bom banho para tentar tirar de mim o calor que estava me consumindo.

A noite transei com meu marido, aff, nada de novo, nada alem do mesmo, quando terminamos eu fui para o banheiro e siririca forte imaginando o meu primo.

A cada dia que passar eu desejo dar pra ele, dar forte, dar muito, por horas e horas, pra descontar todos esses anos que fiquei sem pegar nele, fazer o que eu deveria ter tido coragem quando era adolescente, dar pra ele !

ps; acontecendo eu conto aqui !

  • Enviado ao Te Contos por Luciana

Minha primeira D.P anal, que delicia !!!

 By; Rose

Meu nome é Rosangela, ou Rose, como sou mais conhecida, tenho 48 anos, sou divorciada há 5 anos, sou loura, 1:80 de altura, 60 kilos bem distribuídos, pela minha idade e pelos 2 filhos que tenho, posso dizer que estou em forma, logicamente que estou longe de ser a gatona de meus 18 anos.

Achei interessante como as pessoas expõe seus relatos e resolvi revelar algo que marcou minha vida sexual, logicamente com nomes fictícios.

Em meus já passados 28 anos de casada digo que fiz quase tudo em matéria de sexo, só não transei mulher (ainda).

O que vou relatar a vocês aconteceu 2 anos antes de minha separação, meu casamento já estava quase destruído, apenas faziamos de conta que estávamos casados.

Em vídeos eróticos, vi todas as maluquices possiveis de sexo, até uma d.p. anal, mas jamais passou-me pela cabeça um dia servir de cobaia.

Mas...

Em uma sexta feira, em meu trabalho, recebemos a informação de que a empresa seria dedetizada e seriamos dispensados, eram 14:00 horas, os rapazes ficaram eufóricos e combinaram de tomar umas cervejinhas, resolvi acompanha-los.

Fomos até uma choperia e chopp vai, chopp vem, o grupo começou a dissipar-se, fiquei apenas com três colegas de trabalho.

Lá pelo 5º chopp, percebi que estava ficando um pouco alta e que o papo começou a ficar apimentado, começaram insinuações propositais e cantadinhas sem graça, elogiando meu corpo, minha bunda seria a mais bonita da empresa, meus lábios os mais carnudos, etc.etc.

Estavam atacando meu fraco, estava carente, não transava há alguns meses, virava-me apenas com meus dedos em minhas solitárias masturbações.

Comecei a ficar excitada com as conversas e fiz a besteira de pedir mais um chopp e dar uma golada em uma caipira de vodka que um dos rapazes bebia, me ferrei, fiquei grogue e comecei a soltar meu lado fêmea carente, tirei minha sandália e esfregava meus pés nas pernas dos rapazes, estava agindo como uma puta, queria possui-los ali mesmo se possivel, saciar minha sede de sexo, alimentar minha fome de ser amada.

Percebendo o clima, os rapazes engoliram as bebidas e em questão de minutos estavamos a caminho de um Motel, o clima esquentou mesmo no carro com caricias e ferveu quando estacionamos o carro, abaixamos o toldo e adentramos o quarto.

Alucinadamente, com o tesão a mil por hora, despimo-nos, era boca naquilo, aquilo na boca, meus seios, minha buceta e meu cú foram lambidos, chupados e beijados, brincava com um cacete atoxado na boca e bolinava outros dois com as mãos, cacetes maravilhosos, duros e tesos.

Ajeitei-me de quatro na cama e exigi um cacete em minha buceta, esta louca de desejo, fui presenteada, minha buceta engoliu-o, não estava molhada, estava ensopada.

Gemia baixinho abafada pelo pau que mantinha na boca, sentia aquele pau duro e gostoso entrar e sair esfolando meu clitoris, comecei a gozar desesperadamente, apertei com os lábios o cacete que estava em minha boca que não aguentando despejou rios de esperma, inundando minha boca, senti acelerar-se as estocadas em minha buceta que foi lavada por jatos intermináveis de porra quente.

Não demorou muito e sentei com minha buceta em uma pica e senti meu cú abocanhar outra, não havia realizado uma dupla penetração, sentir os paus se encontrando em meu interior foi demais, gozava e gozava, não sentia dor, pois meu marido, como todo brasileiro tendo a bunda como preferência nacional, comia meu cú direto, meu ânus é super dilatado.

Mas minha alucinante experiência veio a seguir, num dos filmes eróticos que assisti, uma atriz fez dupla penetração anal e eu precisava saber como era, logicamente que meus amantes adoraram a ideia.

Colocamos em prática, escolhi os dois que tinhas as picas menores e sentei meu cú em uma delas, e depois de várias tentativas frustrantes o segundo começou a adentrar, a principio tive a sensação que meu cú estava sendo dilacerado, mas quando senti os dois cacetes dentro de mim, comecei a rebolar e gritar de dor e prazer, uma mistura deliciosa, pressenti como é delicioso o sexo, meu esfincter dilatou-se de uma tal maneira que sentia as paredes de meu cú anestesiadas, fortes espasmos percorriam meu corpo, as estocadas tornaram-se mais fortes, estava sendo estuprada, não imaginava que isso seria possível, com as mãos comecei a esfregar minha buceta que doia de tesão, minhas vistas começaram a escurecer, minha cabeça girava, senti aquele friozinho característico no estômago e a sensação de que iria desmaiar, mas o que eu não sabia é que estava tendo múltiplos orgasmos anais, meu cú estava pegando fogo, comecei a gritar para que apagassem meu fogo, meu cú começou a dilatar-se, pois seus paus começaram a pulsar forte e inchar-se dentro de mim, prenuncio de estavam prestes a explodir.

Meus olhos viraram de tesão, cheguei ao ápice do orgasmo, simultaneamente fui presenteada com inúmeros jatos de esperma fervendo, literalmente estavam urinando porra dentro de meu cú, jamais em toda minha vida senti algo tão forte, esperaram os paus amolecerem e sairam de mim, estava oca por dentro, meu esfincter dilatado não suportou a grande quantidade de liquido de seu interior que começou a escorrer pelas pernas, corri para o banheiro e defequei enorme quantidade de esperma, e um pouco de sangue, rasgaram meu cú, mas foi delicioso, uma experiência que recomendo a todas as mulheres, sentir seu ânus dilatado é algo maravilhoso.

Ainda voltei e dei muito a minha buceta naquelas 3 horas, foi uma delicia.

E pude perceber que aquela atriz naquele filme erótico não fazia cena, seus gemidos eram de tesão pelos fortes orgasmos que sentia.

Hoje não trabalho mais naquela empresa, mas jamais esquecerei-me daquela sexta feira em que fui duplamente fodida.

  • Enviado ao Te Contos por Rose

 

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Já transei com o meu primo e foi maravilhoso

 By; Janaina

Sou gaúcha, do interior do Rio Grande do Sul, morena clara, tenho 1.70 , 67 Kg, cabelos castanhos e lisos e olhos negros como a noite, hoje ja estou com 26 anos.

A história que vou contar se passou quando eu estava com 20 anos e foi com o meu primo o Luís, ele tem pele claro, olhos verdes, casado e muito simpático, por quem eu jamais pensei nada além de uma forte ligação familiar e amizade, na época ele tinha uns 26 anos (além de primo, meu padrinho na religião que minha família pratica).

Minha tia estava de aniversário, era um lindo mês de Dezembro e a noite daquele dia estava espetacularmente bela, a família estava toda reunida, brincando, contando piadas enfim, todos divertindo-se.

Meu primo estava lá também, eu estava com um vestido muito bonito e uma sandália preta de tirinhas e comecei a notar que ele estava me olhando de uma maneira deferente, como nunca havia olhado antes, tentei esquecer aquilo e pensei comigo "deve ser bobagem da minha cabeça".

Passado algum tempo o pessoal resolveu colocar músicas para todos dançarem, foi então que ele me tirou para dançar e eu toda sem jeito. Nos olhamos olho no olho e pude notar que era realmente aquilo que eu havia imaginado, ele apertou minha cintura, mas sem que ninguém nota-se saquei tudo naquela noite e em breve fui para casa, ele morava no mesmo bairro.

Não posso negar a vocês que essa situação mexeu muito comigo.

Passou-se duas semanas e nada de nos cumprimentar-mos, pois eu estava totalmente sem jeito e acredito que ele também, certo dia tive de passar na loja dele para dar-lhe um recado, então foi inevitavel falar sobre o assunto.

Ele estava na sala que havia ao fundo da loja, antes de eu dar-lhe o recado ele foi logo ao assunto me explicando oque estava acontecendo com ele e eu ali estagnada, muda, perplexa, ele chegou a minha frente pegou-me pela cintura e começou um movimento suave com sua boca em meus lábios, eu queria, mas resistia ao desejo dizendo

- "isso é um grande pecado"

E ele; - "sentir desejo não é pecado"

Naquele momento o mundo parou para nós e comecei a corresponder aos beijos, não resisti e me nos entregamos ali mesmo. Nos beijamos loucamente, sentindo o cheiro um do outro, ele tirou sua calça e camisa e sentou ao sofa e eu sobre seu colo frente a frente, bem devagar baixou a alça de me vestido e meus cabelos longos tapando os meus seios que ja estavam duros de tanto prazer, ele foi levemente beijando-os, mordendo lambendo, tirando de mim leves gemidos e aquele pau ali roçando na minha buceta era altamente enlouquecedor.

Deitei no sofa e ele me tocou sobre a calcinha que ja estava encharcada de tesão, beijou minhas coxas robustas, tirou minha calcinha, cheirou e começou a trabalhar com a língua na minha buceta molhada, na minha bunda e isso durou uns 20 minutos, o seu pau ja estava duro, tanto que parecia que ia arrebentar.

Sentei-me no sofa baixei a cueca dele, molhei bem molhadinho e comecei chupar, cuspir e lamber as suas bolas e ele gemia de prazer.

Me pegou no colo e começou a apertar-me um tanto mais, passando aquele cacete na minha bunda, novamente ao chão ele ergueu uma de minhas pernas em um banco e ali chupou-me novamente, mas dessa vez enfiando um dedo na minha xana e o outro no meu cuzinho, acabei gozando na sua boca e ele dizia que era o liquido mais gostoso que ja havia provado, só que eu ainda queria mais e ele tambem.

Fiquei de quatro no sófa e ele meteu minha buceta bem devagar, hora fazendo movimentos leves e rápidos e cada vez ele aumentando a velocidade e com suas mãos apertando os meus seios arrepiados de tanto tesão por aquele macho que no momento fizera eu gozar urrando, gemendo e delirando, nós dois gozamos e ali ficamos atirados conversando e nós fazendo muitos carinhos.

Quando notei que sua pica estava dura novamente e eu nao perdi tempo, fui lá e engoli tudinho, lambi bem devagar, e ele comentou a vontade que tinha de me pegar por trás, não me fiz de rogada sentei por cima dele só que agora de costas e começamos uma leve penetração para que meu cuzinho se acostumasse com aquele cacete robusto e delicioso, pois havia dado por trás apenas uma vez e nunca havia tido muitos homens em minha vida, meu cuzinho começou a ficar molhado naturalmente (ñ foi preciso lubrificante) e então sentei com tudo, fazendo ele suar frio de tesão, cavalguei em cima dele e as vezes erguia o bumbum para ele ver saindo e entrando novamente só para deixá-lo louco, e cavalguei mais e mais e ele com as mãos em minha cintura me enfiando até o talo, chegamos ao último do orgasmo, foi delicioso, nunca havia sentido tal prazer.

Saimos várias vezes juntos, repetindo muitas doses, mas o que não nos deixava em paz principalmente a mim era a ligação familiar e a religiosa, não era só sexo, havia um grande carinho entre nós, algo que eu jamais conseguirei explicar a ninguém, era algo além do natural.

Hoje somos grandes amigos e nada mais acontece, estou casada no momento presente, ficando entre nós um amor incondicional.

  • Enviado ao Te Contos por Janaina

 

Dei no carro a pouco na volta do trabalho (04-11-2021)

 By; Renata

Eu me chamo Renata, tenho 27 anos.

O dia hoje foi cansativo ao extremo, estava tudo acontecendo super rapido no escritorio e agora as 8h da noite quando terminou o expediente a única coisa que eu queria era vir para casa, banho e cama... Mas não bem assim, acabou que juntamos todos do escritorio e resolvemos para no barzinho perto, tomar umas cervejas para relaxa um pouco.

Depois de umas cervejas, sei la o porque eu fiquei tarada e a merda é que estou solteira. Me despedi de todos e resolvi vir embora, tinha ainda que encarar quase uma hora de onibus, só que por sorte consegui carona fácil, o Wilian (Will). foi super gente boa, agente só ia dar uma passada na casa da ex dele e então direto pra minha casa.

Para minha felicidade eles discutiram e o w. tava puto. Moreno, alto, corpao musculoso, eu aproveitei para tentar animar minha noite.

- Não fica assim, relaxa...

Deslizei minha mão pela coxa dele até o pau e adorei sentir o cacete endurecendo na minha mao. Na mesma hora ele jogou o carro pro acostamento e abriu o ziper desesperado. Que pau lindo, grande, cheio de veias, durissí­mo e cabeçudo não deu pra ficar só na punheta, debrucei no banco e comecei o boquete mais gostoso da minha vida.

Ele fez parar, fomos para o banco de trás, ele tirou minha roupa toda, me xingou de puta, o que me deixou ainda mais excitada, chupava meus peitos com forca, mordia meus biquinhos, abriu minhas pernas e me chupou gostoso demais, eu tremia de tanto tesão, eu tava toda molhada, quanto mais ele lambia mais eu gemia, eu tava quase gozando, mas queria o pau dele me fudendo, eu implorei pra ele me comer logo e ele nem aí­. Metia a lingua na minha buceta e nem me escutava, me deu um tapa na minha bunda e me mandou ficar quieta.

Quando senti o iní­cio do orgasmo, ele parou, botou a camisinha super rapido, meteu tão forte que meus olhos se encheram de lagrimas, ADOREI! Quanto mais dor eu sentia, mais eu gozava, tive um orgasmo violento.

- Vira de quatro!

Eu ainda tava tremendo, mas virei, ele bateu na minha bunda com a mão SUPER pesada, meteu na minha bunda, doeu, aquele cacete rasgou meu cú, coisa de louca, gozei de novo.

Virei de frente e botei o caralho na boca e ele encheu minha garganta de porra.

Foi a melhor foda da minha vida, nunca tinha gozado desse jeito, to louca pra dar pra ele de novo!

Cheguei em casa e corri pro banho, já toquei umas 4 siririca desde o momento que entrei em casa... que delicia!!!

  • Enviado ao Te Contos por Renata

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...