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Rinaldo
Oi Te Contos, meu nome é
Rinaldo, mas conhecido como Naldo, sou branco, 30 anos, 1,72 m, 70
kg, olhos castanhos escuros e cabelos castanhos curtos com alguns
fios grisalhos.
Uma tarde, bem no meio da
semana resolvi matar o trabalho, estava de cabeça cheia, precisava
sair dali um pouco e fui dar uma volta, fui ate um shopping aqui
perto do trabalho, e já no estacionamento eu conheci a Tânia, uma
mulher tambem casada, com um filho e trabalhava no caminho de minha
casa, morena de 1,71 m, 60 kg, olhos e cabelos negros e muito
simpática (isso já havia percebido pela conversa). Conversamos por
um tempo, trocamos whats e nos outros dias continuamos a
conversarmos.
Uma dia desse ela me pediu uma
carona, que iria do seu trabalho a um outro lugar, eu aceitei e no
horário combinado estava parado dentro do carro, esperando-a no
local indicado não demorou muito e vi aquela linda morena, pernas
longas, seios pequenos, redondinhos e apetitosos aparecendo num
sensual decote, cabelos curtos uma boca muito vermelha caminhando em
minha direção.
Saí do carro e a cumprimentei
com um beijo no rosto, ela usava um delicioso perfume e sua presença
ao meu lado no carro era uma tentação, rodamos um pouco pela
região, parando próximo de uma grande praça (não tínhamos muito
tempo, pois o compromisso dela começaria em breve) e ficamos
conversando sobre nós, sentados dentro do carro num determinado
momento, notei suas mãos comportadamente pousadas sobre suas
deliciosas coxas e comentei sobre suas unhas (ela havia me dito uma
vez que tinha unhas longas, e que adorava usá-las para arranhar,
como um gatinha) ela me perguntou se não eram perfeitas para deixar
marcas nas costas, e disse-lhe que não poderia ficar marcado, pois
minha esposa perceberia, mas em tom de brincadeira, ela então me
disse que sabia se comportar, e, para demonstrar o que dizia,
deslizou suas unhas sobre as costas da minha mão, aquela era a deixa
que eu estava esperando, meu pau ficou duro na hora, mas não quis
arriscar e disse-lhe, um pouquinho mais baixo, que aquele toque era
delicioso e que não resistiria a outro igual ela apenas olhou-me nos
olhos e repetiu o movimento, deslizando suas unhas desde o meu pulso
até os dedos, fiquei arrepiado e, aproximando-me dela, a beijei
deliciosamente.
Ela retribuiu meu beijo,
deixando-me louco com aquela língua nervosa dentro de minha boca
arrisquei deslizar minhas mãos pelos seus seios, que se revelaram
macios e durinhos ao meu toque, e ela gemeu de leve durante o beijo
infelizmente estávamos no meio da rua, e não poderíamos continuar
ali além disso, a reunião que ela teria já iria começar, então a
deixei lá no local, não sem antes combinar um novo encontro, para o
dia seguinte.
Mal dormi a noite pensando
naquela morena deliciosa, castiguei minha mulher sem dó, imaginando
que estava com a Tânia novamente, no dia seguinte, liguei para ela e
combinamos um almoço, claro que eu estava pouco ligando para onde
iríamos comer, só queria saber de degustar aquela morena gostosa
que tinha uma língua quente e que a usava como ninguém.
Na hora combinada peguei-a
perto de seu serviço e perguntei onde ela gostaria de ir, ela disse
que estava sem fome, e que se entregava aos meus cuidados, havia
malícia em seus olhos e avisei-a que não tinha a menor vontade de
almoçar, mas sim de repetir o beijo do dia anterior, mas num lugar
mais reservado, ela topou prontamente e instantes depois, estávamos
entrando em um motel da região.
Subimos para o quarto e
começamos a nos beijar ainda vestidos, de pé mesmo, loucos de tesão
e com vontade de sentir o corpo um do outro, ela começou com uma
história de que não deveria estar ali, que era casada, que nunca
havia traído seu marido, etc. Fiquei com medo de que ela desse para
trás, mas fiz o estilo do bom moço, dizendo que poderíamos apenas
conversar, sem se preocupar em sermos interrompidos, que ela não se
preocupasse eu dizia isso e continuava beijando-a, boca, pescoço,
orelhas, ombros, tudo o que estivesse ao meu alcance, ela retribuía,
cada vez mais à vontade, e tirou minha gravata e minha camisa sob o
pretexto de não me amassar, fiquei só de calça e retribuí o
favor, tirando sua blusa e saia e deixando-a apenas de calcinha e
soutien, meu Deus, ela era muito gostosa, e parecia estar carente à
muito tempo, pois deitou-se sobre mim e não parava de me beijar,
esfregando os seios em meu peito e a xaninha sobre o meu pau, que
estava duríssimo dentro da calça, ela me olhou dentro dos olhos e
me disse que podia fazer o que quisesse com ela, desde que usássemos
camisinha, pois não tomava pílula.
Ela aproveitou sua posição e
tirou minha calça e cueca, deixando meu pau em pé, duro como ferro,
e deitou-se gostosamente sobre ele, enquanto me beijava, eu estava
morrendo de tesão, mas queria lhe dar uma surra de vara como ela
nunca havia experimentado, disposta a transformá-la em minha putinha
chupei seus seios com muito tesão, lambendo-os, mordiscando os
biquinhos escuros e entumescidos, percorrendo cada pedacinho daquele
corpo com minha língua e ela já não aguentava mais de tesão sua
respiração estava entrecortada, seus gemidos iam ficando mais
altos, ela suava e se esfregava em mim, sempre segurando meu pau com
aquela mãozinha delicada, não aguentando mais minhas carícias, ela
me pediu para pôr uma camisinha e colocar meu pau todinho em sua
bucetinha.
Não me fiz de rogado e
devidamente encapado, fui metendo devagarinho naquela xaninha
gostosa, totalmente molhada, lambuzada com seu próprio mel, quente
como um vulcão em erupção, ela respirava forte e quando sentiu meu
pau todinho dentro dela, me prendeu com uma chave de pernas deliciosa
e deslizou suas unhas pelas minhas costas, aumentando ainda mais meu
tesão, estávamos num delicioso papai e mamãe, e o tesão dela era
tanto que bastaram algumas estocadas bem dadas naquela xotinha
deliciosa e ela gozou deliciosamente no meu caralho, gemendo alto
como uma cadelinha no cio.
Mas ela não estava satisfeita
eu ainda não havia gozado e meu pau estava duro como nunca, ela me
perguntou como queria comê-la e eu pedi para ela ficar de quatro,
pois queria meter na xotinha dela por trás, ela delirou com a idéia,
e prontamente obedeceu, empinando aquele rabinho lindo e pedindo que
eu metesse tudo de uma vez, ela estava sedenta de sexo e parecia ter
medo de que tudo acabasse de repente, pois não aguentou esperar que
eu entrasse todo dentro dela e já jogou sua deliciosa bundinha para
trás, engolindo meu cacete de uma vez, ela não estava acostumada
com o tamanho e a grossura, e reclamou que estava doendo um pouco,
pediu-me então para me deitar de costas e subiu sobre mim,
encaixando meu pau em sua xaninha quente e me cavalgando com uma
verdadeira amazona, eu delirava de prazer por ver aquela fêmea
engolindo meu caralho todinho, depois subindo novamente só para
tornar a engoli-lo, enquanto não se cansava de me dizer o quanto
aquilo era bom.
Ela me implorava para gozar
juntinho com ela, queria sentir meu pau explodindo dentro dela, e me
dizia que já estava quase gozando, eu não tinha a menor pressa,
pois estava adorando comer aquela delícia de buceta, então segurei
seu corpo um pouco acima do meu quadril e iniciei um entra e sai
alucinante em sua xana, levando a outro orgasmo em poucos segundos,
ela caiu sobre meu peito, beijando minha boca e totalmente deliciada
com o que estava sentindo, mas não saiu de cima do meu pau, que
continuava firme apesar de não gostar da camisinha, eu sabia que
sempre que a usava conseguia retardar o meu gozo por bastante tempo,
então podia curtir de verdade aquela foda maravilhosa.
Ela estava meio exausta, mas
olhei bem dentro dos olhos dela, que brilhavam de prazer e desejo e
disse-lhe que ela já havia gozado duas vezes, e que agora era minha
vez e que queria gozar juntinho dela isso parece que ligou a força
reserva da minha deliciosa amante, pois ela no mesmo momento voltou a
movimentar-se sobre mim, louca de tesão e querendo me fazer gozar,
suas mãos apertavam o meu peito, sua língua invadia minha boca
enquanto eu mamava gostosamente naqueles seios pequenos e apetitosos,
ela aumentou o ritmo da cavalgada, subindo devagar e deixando o corpo
todo cair sobre o meu cacete, que se enterrava cada vez mais fundo,
cada vez mais dentro dela, comecei a sentir a porra se acumulando,
prestes a inundá-la e a avisei de que iria gozar e que ela iria
gozar comigo, ela ficou como que hipnotizada e acelerou ainda mais o
ritmo da foda, e gozamos juntinhos, ela gemendo e gritando novamente
de prazer.
Quando nos levantamos, tive
que ajudá-la a ficar de pé, pois suas pernas estavam moles e seu
corpo todo tremia, consumida pelo orgasmo. Tomamos um banho juntos,
infelizmente rápido, pois aquele almoço já se alongava a duas
deliciosas horas e a levei de volta ao trabalho.
Nos encontramos outras vezes,
e ela sempre conseguia me surpreender de alguma forma.