Uma boa parte da família do meu pai nasceu e vive em outro estado e, durante muito tempo, somente os conhecíamos através de histórias e algumas fotos antigas, quase nenhum contato pessoal. Ali no início dos anos 2000 eu tinha 20 anos, já namorava aquele que é meu marido há 7 anos e numa época em que internet, redes sociais e celulares ainda engatinhavam, eu só conhecia a parentada do outro estado pelos nomes mesmo.
Até que em verão, início de ano, meu pai estava feliz e contando a todos que os parentes estavam vindo nos visitar e finalmente conheceríamos os primos distantes. Eis que no dia marcado chega em nossa casa uma verdadeira horda de parentes: tias, tias, primos e primas. Eram uns 15, difícil decorar os nomes. Exceto de um deles: Mário.
Ele era um pouco mais velho do que eu, deveria ter uns 22 anos. Pele clara de descendência italiana, cabelos ondulados e volumosos, olhos expressivos, sorridente, simpático e cara de tarado. A italianada se encontrou aos gritos e choros, mas sobre mim pairou o silêncio e eu só tinha olhos para o primo.
Depois de toda a alegria esfuziante e da emoção do reencontro, nos reunimos para o almoço e acabei sentando ao lado de Mário e em razão de nossa idade próxima rapidamente nos demos bem em nossa conversa.
Lá pelas tantas, o tio distante pede a atenção, fala umas palavras bonitas e no final anuncia que Mário havia sido aprovado no vestibular de medicina da faculdade local e que moraria na minha cidade. Olhei para ele com surpresa e ele sorriu, repousando a mão levemente na minha coxa e dizendo:
- Que bom que vamos ficar mais próximos.
Aquela atitude me pegou de surpresa, mas foi o suficiente para me dar um arrepio no corpo e melar minha calcinha.
Passados alguns dias recebo uma ligação (sim, àquela época os celulares só recebiam ligações e umas poucas mensagens de texto) e era o primo me dizendo que havia alugado um apartamento junto com um colega e que já estava pronto para começar a vida na nova cidade e completa:
- Vamos fazer uma festa de inauguração do apartamento e lógico que a presença da minha mais nova priminha é indispensável.
Num misto de receio e excitação respondi que não poderia, pois já tinha combinado outro compromisso com o meu namorado.
- Que isso, inventa uma desculpa e deixa ele pra lá!
Apenas a agradeci e não disse nem que sim e nem que não. No dia da festa eu resolvi não ir. Fui no compromisso com o namorado, mas sinceramente nem me lembro o que fizemos, pois eu só pensava na festa e na curiosidade do que poderia estar por vir.
Lembro que o namorado me deixou em casa ainda cedo, por volta de 22h porque tinha uma prova importante no dia seguinte e precisava estudar.
Estava sem sono algum e os pensamentos sobre o convite parta a festa do primo. Até que lá pelas 23:30 me levantei, vesti uma calcinha pequena, uma calça jeans e uma blusinha de alcinha fina sem sutiã, avisei meus pais que iria na festa do primo, peguei o carro e fui aceitando os riscos.
Chegando lá era uma festa pequena e tranquila, som baixo e sala quase escura, iluminada apenas por dois abajures e a luz que entrava da rua. Além do meu primo e do colega dele de apartamento, tinha mais duas meninas e outros quatro meninos, todos com mais ou menos a mesma idade. Fui super bem recebida por todos e apresentada pelo Mário como “a prima mais gostosa da cidade”.
Peguei uma cerveja, disse que não poderia demorar e me acomodei em uma das almofadas que estavam espalhadas pelo chão e ali fiquei de papo, dando dicas da cidade para os que eram de fora (quase todos). Na sala, além das almofadas havia um pequeno sofá de dois lugares, no qual estavam acomodados meu primo e o colega de apartamento dele.
Depois de algum tempo sentada naquelas almofadas, me levantei para alongar as costas e nisso o primo exclamou:
- Tá mal acomodada aí, prima? Vem sentar aqui comigo.
Estendeu o seu braço direito, o enrolou na minha cintura e me puxou para perto, me fazendo sentar no colo dele. Fiquei sem graça, afinal era uma prima dele. Me reacomodei sentando no braço do sofá e com a perna esquerda sobre a perna direita dele, apoiando o meu braço esquerdo no encosto do sofá, enquanto ele mantinha a mão direita nas minhas costas e próximo da cintura da calça.
Notando meu constrangimento ele comentou alto:
- Não fica envergonhada, prima. Antes de você chegar eu já tinha dito pra turma que estava louco por você.
Todos riram e isso só aumentou meu constrangimento, mas também a minha excitação. Nisso, ainda sentados na mesma posição, ele movimentou o dedão da mão e a colou em minhas costas por baixo da blusa, começando a fazer carinhos leves. O movimento era discreto e a conversa seguia normalmente com as outras pessoas.
O movimento foi aumentando, a mão subia até o meio das minhas costas e descia com a ponta dos dedos entrando na minha calça até encontrar a costura da calcinha. Vez por outra ele me olhava de baixo para cima, sorria e olhava pros meus peitos, àquela altura já com os bicos evidentes por baixo da blusa.
Depois de um tempo assim ele tirou o meu braço de apoio e me puxou em definitivo pro colo dele. Senti o pau duro por baixo da bermuda e me acomodei de modo a encaixar a minha buceta, que aquela altura já fervia e derretia. Fui perdendo a vergonha e deixando o tesão me levar.
A conversa seguia naturalmente com todos. Eu estava tomada de tesão e o primo ia avançando nos carinhos. Apertava de leve minha coxa, passava a mão, deslizava o dedo para dentro da calça até alcançar o rego, contraía o pau fazendo pressão na minha buceta. Em dado momento ele me puxa para mais perto e começa a beijar meus ombros, afasta meu cabelo e começa a beijar meu pescoço e minha orelha. Pronto, estava descoberto o meu ponto fraco.
Naquela altura já tinha esquecido que era prima e que outras pessoas estavam ali. O primo me abraçou pela cintura e me puxou pra perto. Coloquei meu braço direito para trás, peguei a cabeça dele e nos beijamos ali mesmo. Senti que as falas cessaram e somente a música baixa ficou no ambiente. Sem pudores nos pegamos num beijo ardente e sentia o pau dele pulsar no meio das minhas pernas. A essa altura minha calça já deixava transparecer o meu tesão, de tão melada que eu estava. Sinto suas mãos deslizarem por dentro de minha blusa alcançando e meu seio que já implorava por uma boa chupada.
- Ahaaaam.... quem sabe um lugar mais reservado? – fala um dos convidados em meios a risos dos demais.
Me levanto e sem dizer uma palavra me dirijo a um dos quartos da casa, onde já entro tirando a blusa e ficando apenas de calça e calcinha. Meu primo vem a atrás e fecha a porta apressado, agarra meus peitos por trás e ao pé do ouvido declara: “vou te deixar louca!”.
Me aproximo da cama enquanto ele me beija como se fosse me engolir segurando firme o meu pescoço. Com a outra mão habilidosamente se livra do botão e do zíper da calça, rebólo para ajudar na saída dela e com as calças na altura do joelho me ponho de 4 oferecendo minha bunda para ele, ainda de calcinha.
Sem nenhuma cerimônia ele passa o dedo no tecido encharcado, afasta pro lado e mergulha com vontade sua língua no fundo da minha buceta, me arrancando gemidos nada contidos. Coloca o dedinho no meu cu e chupa meu clitóris, quase me levando ao orgasmo.
Em seguida ele se coloca em pé atrás de mim e de uma única vez enfia o pau duro na minha buceta. Não pude olhar na hora, mas senti que era um pau de tamanho normal, bem cabeçudo e gostoso, do jeito que sabe fazer gozar. E não demorou muito para que eu deixasse transbordar o meu tesão e começasse a gemer e gozar de 4 (coisa rara para mim) o que fez ele também chegar a um orgasmo forte, que começou jorrando uma boa quantidade de porra quente dentro da minha buceta e terminou com jatos que pintaram minha bunda e minhas costas de branco.
Os dois estavam incrivelmente ofegantes e excitados. Sem deixar o pau murchar e sem me tirar da posição, o primo voltou a ação metendo novamente de 4, num ritmo lento e não se cansava de dizer o quanto estava louco para me comer. Algum tempo depois me deitou na cama de barriga pra cima, com as pernas para fora e veio por cima, me beijou, chupou meus peitos demoradamente e foi descendo pela minha barriga e pernas e, de novo, mergulhou na minha buceta, sem se importar com a porra espalhada e que a preenchia.
Chupou com vontade até que me fez gozar pela segunda vez. Antes mesmo da sensação do orgasmo ter cessado, ele se posicionou no meio das minhas pernas, levantando-as em direção aos seus ombros, metendo fundo e forte, pegando o bico do meu seio com uma das mãos e olhando no fundo do meu olho. A cada gemida minha ele aumentava a intensidade da metida, até que ele gozou pela segunda vez, dessa vez espalhando o seu gozo pela minha barriga e seios.
Sem deixar a peteca cair, repetiu o gesto da posição anterior e voltou a meter o pau num ritmo mais lento, apreciando meu corpo e reforçando quanto tesão ele estava por mim. Quis retribuir e pedi que ele deitasse na cama porque estava doida para chupar aquele pau já sensível pelas duas gozadas. E não era difícil arrancar um gemido a cada passada de língua e a cada chupada. Não resisti àquele pau gostoso e montei em cima para que logo viesse a minha terceira gozada da noite, mais intensa, mais longa e mais safada.
E para tornar completo o banho de porra da noite, ele se colocou em pé e me fez ajoelhar à sua frente, submissa. Me fez chupar o pau dele e finalizou com uma punheta que decorou minha boca, rosto, cabelos e seios. Ele me pegou pela nuca e com uma cara de tarado me tascou um beijo de língua com porra que era inédito pra mim.
Me limpei com os lençóis e deitamos lado a lado para descansar, nus. Ficamos conversando no escuro, olhando para o teto e divagando sobre o que havíamos feito, considerando que, mesmo distantes, ainda éramos primos. Depois de uns 10 minutos de conversa ele diz para virar de costas e, de ladinho, ele começa o último ato da noite, agarrando minha cintura e metendo o pau duríssimo até o fundo.
Estava quase gozando quando saí da posição e pulei em cima dele para cavalgar. Metemos com vontade até que os dois gozaram pela quarta vez, agora simultaneamente. Ele quase não tinha mais porra e meu clitóris não dava para encostar, de tão inchado e sensível. Estava saciada, como há muito não ficava.
Olho no relógio e me assusto ao ver que eram 4:40 da madrugada. Corro para o celular e vejo 5 SMS enviadas pelo namorado às 3 horas. Sem saber o conteúdo me preocupo, mas depois vejo que seria algo simples de corrigir:
- Oi amor, acordada?
-Acabei agora de estudar e fiquei pensando em ti.
- Não vou te ligar pq acho que deve estar dormindo.
- Se não tiver me liga...
- Bom, acho que está. Nos vemos amanhã. Beijos e boa noite!
Ele tinha razão! Foi uma ótima noite que terminou quase com o sol raiando e gostinho de quero mais!
Enviado ao Te Contos por @contos-de-valeria
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