terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Meu enteado focou tanto no FreeFire que levou chifre e perdeu a namorada.

 

By; “Vlad”

Oi eu me chamo “Vlad” tenho 42 anos, sou de São Paulo, dias atras eu li um conto; “Enquanto ele jogava free fire o irmão dele me fodia gostoso”. E gostaria de contar o ocorrido comigo a 2 anos atras e tem haver com esse jogo.

Para começar acompanho vocês lá pelo Blogger, adoro os contos postado por vocês.

Dois anos atras, não lembro o mês, lembro que marcou a situação, estou no meu segundo casamento, e minha atual mulher tem um filho que na época estava com 18 anos, ele vivia dentro do quarto, de portas fechadas, geralmente eu chegava lá, passava o dia todos la, comia a mãe dele, as vezes ate na sala, e ele nem me via chegara ou sair. A mãe dele sempre deixou claro, ele trabalhava fazendo live e jogando esse FreeFire, era contratado por uma empresa de um cara que tambem jogava. Uma historia assim.

Me casei com a mãe dele e passamos a mora juntos, e ele continuava nesse ritimo de escola, chegava em casa e se trancava e só o via vez por outra quando saia pra pegar comigo.

Um dia apareceu com uma namoradinha, uma loirinha do colegio, a menina era doida por ele, que é um garoto bonito, mas só tem atenção pra jogo. Por voltas de uns 3 meses desse namoro, em uma tarde de sábado, eu tava em casa, a mãe dele tinha saido pra fazer unha e cabelo no salão que tem em frente ao ap que moramos, estava na sala quando ela sai de dentro do quarto dele, shortinho curto e camiseta, um tesão de menina, ela passa pela sala e vai pra cozinha, eu parei de olhar pra TV e fiquei olhando ela, na cara de pau mesmo, ela volta da cozinha, e balança a cabeça negativamente, e diz que tava ficando cansada da falta de atenção que ele dava a ela.

Eu olhei pra ela conferi de cima a baixo, e disse que se eu tivesse a idade dele com um quarto a disposição não deixaria ela sair de lá pra nada, ela sorriu, e disse que se eu não fosse o pai dele ela descontaria essa falta de atenção em mim, eu nem pensei na hora já disse que não era o Pai dele, que era o Padrasto então ela poderia descontar se quisesse.

A safadinha deu um sorriso e me chamou, ficamos olhando pro quarto, ela andou ate a area de serviço, escorou na parede e me puxou pra ela me dando um beijo tão molhado que meu pau quase estoura a bermuda, eu apertei bem a sua bunda, abrindo, sem parar o beijo, ela agarrou meu pau por cima da bermuda, apertou, depois enfiou a mão por dentro e ficou segurando, paramos o beijo, ela olhou pra dentro para ver se acontecia algo, como não ela se abaixou, abriu minha bermuda, tirou meu pau de dentro, e começou um boquete tão gostoso, que ate hoje eu me perguntou;

Porque o infeliz deixa de tá ganhando um boquete de uma gata pra ficar segurando a porra de um celular o dia todos.

Tá eu sei, a diversão virou o trabalho dele. Mais caralho ate quem trabalha tem que ter folga entende?!”

Ela me chupou e deixou meu pau tão babado, tinha saliva pingando dele, ela levantou, abaixou o shortinho e a calcinha minuscula (que por sinal tava toda enfiada naquela bunda deliciosa), virou de costas abaixou, segurou o meu pau guiou ele ate a entrada da sua buceta e eu fui enfiando lentamente, deixei a metade dentro, esperei ela acostumar, e então comecei a comer aquela bucetinha deliciosa, loirinha, apertadinha que o meu enteado não tava dando atenção.

Ela gemia baixinho, pedia mais olhando pra tras, que tesão de lembrar, eu apertava sua bunda, seus peitinhos gostosos, puxava o cabelo dela, metia rapido, depois com força, e a loirinha gosta assim viu, era um sorriso só. Eu não podia gozar dentro, então perto de gozar eu avisei e ela abaixou abocanhou meu pau e punhetou ele ate eu dar leitinho pra gatinha esfomeada, ela tomou tudinho, quando ela limpou todo o meu pau que levantou e tava pra subir a roupa eu peguei ela pela cintura, sentei ela na pia (de lavar roupa) tirei seu short e calcinha, abrir suas pernas e cai de língua na sua buceta, ela estava mega molhada, eu chupei, lambi, chupei seu grelinho, ela puxava meu cabelo, só faltou arrancar meu couro cabeludo. Chupei ate ela gozar bem gostoso na minha língua, ficou toda molinha, sem força nenhuma com as pernas tremendo.

Quando desceu da pia eu a beijei pra ela sentir o sabor da buceta dela na minha língua.

Ela voltou pro quarto e eu pra sala, ela voltou a sair 20 minutos depois, passou por mim, me entregou o seu numero, e saiu.

Dois anos depois e ele continua do mesmo jeito, trancado fazendo a tal da live dele, jogando esse jogo ainda, a loirinha continuou com ele por um tempo, onde quem comia era eu. Ate ela cansar e terminar, com ele.

  • Enviado ao Te Contos por “Vlad”

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