sábado, 24 de janeiro de 2026

Indo pro motel com a minha nova amiga tambem casada.

  

By; Rinaldo

Oi Te Contos, meu nome é Rinaldo, mas conhecido como Naldo, sou branco, 30 anos, 1,72 m, 70 kg, olhos castanhos escuros e cabelos castanhos curtos com alguns fios grisalhos.

Uma tarde, bem no meio da semana resolvi matar o trabalho, estava de cabeça cheia, precisava sair dali um pouco e fui dar uma volta, fui ate um shopping aqui perto do trabalho, e já no estacionamento eu conheci a Tânia, uma mulher tambem casada, com um filho e trabalhava no caminho de minha casa, morena de 1,71 m, 60 kg, olhos e cabelos negros e muito simpática (isso já havia percebido pela conversa). Conversamos por um tempo, trocamos whats e nos outros dias continuamos a conversarmos.

Uma dia desse ela me pediu uma carona, que iria do seu trabalho a um outro lugar, eu aceitei e no horário combinado estava parado dentro do carro, esperando-a no local indicado não demorou muito e vi aquela linda morena, pernas longas, seios pequenos, redondinhos e apetitosos aparecendo num sensual decote, cabelos curtos uma boca muito vermelha caminhando em minha direção.

Saí do carro e a cumprimentei com um beijo no rosto, ela usava um delicioso perfume e sua presença ao meu lado no carro era uma tentação, rodamos um pouco pela região, parando próximo de uma grande praça (não tínhamos muito tempo, pois o compromisso dela começaria em breve) e ficamos conversando sobre nós, sentados dentro do carro num determinado momento, notei suas mãos comportadamente pousadas sobre suas deliciosas coxas e comentei sobre suas unhas (ela havia me dito uma vez que tinha unhas longas, e que adorava usá-las para arranhar, como um gatinha) ela me perguntou se não eram perfeitas para deixar marcas nas costas, e disse-lhe que não poderia ficar marcado, pois minha esposa perceberia, mas em tom de brincadeira, ela então me disse que sabia se comportar, e, para demonstrar o que dizia, deslizou suas unhas sobre as costas da minha mão, aquela era a deixa que eu estava esperando, meu pau ficou duro na hora, mas não quis arriscar e disse-lhe, um pouquinho mais baixo, que aquele toque era delicioso e que não resistiria a outro igual ela apenas olhou-me nos olhos e repetiu o movimento, deslizando suas unhas desde o meu pulso até os dedos, fiquei arrepiado e, aproximando-me dela, a beijei deliciosamente.

Ela retribuiu meu beijo, deixando-me louco com aquela língua nervosa dentro de minha boca arrisquei deslizar minhas mãos pelos seus seios, que se revelaram macios e durinhos ao meu toque, e ela gemeu de leve durante o beijo infelizmente estávamos no meio da rua, e não poderíamos continuar ali além disso, a reunião que ela teria já iria começar, então a deixei lá no local, não sem antes combinar um novo encontro, para o dia seguinte.

Mal dormi a noite pensando naquela morena deliciosa, castiguei minha mulher sem dó, imaginando que estava com a Tânia novamente, no dia seguinte, liguei para ela e combinamos um almoço, claro que eu estava pouco ligando para onde iríamos comer, só queria saber de degustar aquela morena gostosa que tinha uma língua quente e que a usava como ninguém.

Na hora combinada peguei-a perto de seu serviço e perguntei onde ela gostaria de ir, ela disse que estava sem fome, e que se entregava aos meus cuidados, havia malícia em seus olhos e avisei-a que não tinha a menor vontade de almoçar, mas sim de repetir o beijo do dia anterior, mas num lugar mais reservado, ela topou prontamente e instantes depois, estávamos entrando em um motel da região.

Subimos para o quarto e começamos a nos beijar ainda vestidos, de pé mesmo, loucos de tesão e com vontade de sentir o corpo um do outro, ela começou com uma história de que não deveria estar ali, que era casada, que nunca havia traído seu marido, etc. Fiquei com medo de que ela desse para trás, mas fiz o estilo do bom moço, dizendo que poderíamos apenas conversar, sem se preocupar em sermos interrompidos, que ela não se preocupasse eu dizia isso e continuava beijando-a, boca, pescoço, orelhas, ombros, tudo o que estivesse ao meu alcance, ela retribuía, cada vez mais à vontade, e tirou minha gravata e minha camisa sob o pretexto de não me amassar, fiquei só de calça e retribuí o favor, tirando sua blusa e saia e deixando-a apenas de calcinha e soutien, meu Deus, ela era muito gostosa, e parecia estar carente à muito tempo, pois deitou-se sobre mim e não parava de me beijar, esfregando os seios em meu peito e a xaninha sobre o meu pau, que estava duríssimo dentro da calça, ela me olhou dentro dos olhos e me disse que podia fazer o que quisesse com ela, desde que usássemos camisinha, pois não tomava pílula.

Ela aproveitou sua posição e tirou minha calça e cueca, deixando meu pau em pé, duro como ferro, e deitou-se gostosamente sobre ele, enquanto me beijava, eu estava morrendo de tesão, mas queria lhe dar uma surra de vara como ela nunca havia experimentado, disposta a transformá-la em minha putinha chupei seus seios com muito tesão, lambendo-os, mordiscando os biquinhos escuros e entumescidos, percorrendo cada pedacinho daquele corpo com minha língua e ela já não aguentava mais de tesão sua respiração estava entrecortada, seus gemidos iam ficando mais altos, ela suava e se esfregava em mim, sempre segurando meu pau com aquela mãozinha delicada, não aguentando mais minhas carícias, ela me pediu para pôr uma camisinha e colocar meu pau todinho em sua bucetinha.

Não me fiz de rogado e devidamente encapado, fui metendo devagarinho naquela xaninha gostosa, totalmente molhada, lambuzada com seu próprio mel, quente como um vulcão em erupção, ela respirava forte e quando sentiu meu pau todinho dentro dela, me prendeu com uma chave de pernas deliciosa e deslizou suas unhas pelas minhas costas, aumentando ainda mais meu tesão, estávamos num delicioso papai e mamãe, e o tesão dela era tanto que bastaram algumas estocadas bem dadas naquela xotinha deliciosa e ela gozou deliciosamente no meu caralho, gemendo alto como uma cadelinha no cio.

Mas ela não estava satisfeita eu ainda não havia gozado e meu pau estava duro como nunca, ela me perguntou como queria comê-la e eu pedi para ela ficar de quatro, pois queria meter na xotinha dela por trás, ela delirou com a idéia, e prontamente obedeceu, empinando aquele rabinho lindo e pedindo que eu metesse tudo de uma vez, ela estava sedenta de sexo e parecia ter medo de que tudo acabasse de repente, pois não aguentou esperar que eu entrasse todo dentro dela e já jogou sua deliciosa bundinha para trás, engolindo meu cacete de uma vez, ela não estava acostumada com o tamanho e a grossura, e reclamou que estava doendo um pouco, pediu-me então para me deitar de costas e subiu sobre mim, encaixando meu pau em sua xaninha quente e me cavalgando com uma verdadeira amazona, eu delirava de prazer por ver aquela fêmea engolindo meu caralho todinho, depois subindo novamente só para tornar a engoli-lo, enquanto não se cansava de me dizer o quanto aquilo era bom.

Ela me implorava para gozar juntinho com ela, queria sentir meu pau explodindo dentro dela, e me dizia que já estava quase gozando, eu não tinha a menor pressa, pois estava adorando comer aquela delícia de buceta, então segurei seu corpo um pouco acima do meu quadril e iniciei um entra e sai alucinante em sua xana, levando a outro orgasmo em poucos segundos, ela caiu sobre meu peito, beijando minha boca e totalmente deliciada com o que estava sentindo, mas não saiu de cima do meu pau, que continuava firme apesar de não gostar da camisinha, eu sabia que sempre que a usava conseguia retardar o meu gozo por bastante tempo, então podia curtir de verdade aquela foda maravilhosa.

Ela estava meio exausta, mas olhei bem dentro dos olhos dela, que brilhavam de prazer e desejo e disse-lhe que ela já havia gozado duas vezes, e que agora era minha vez e que queria gozar juntinho dela isso parece que ligou a força reserva da minha deliciosa amante, pois ela no mesmo momento voltou a movimentar-se sobre mim, louca de tesão e querendo me fazer gozar, suas mãos apertavam o meu peito, sua língua invadia minha boca enquanto eu mamava gostosamente naqueles seios pequenos e apetitosos, ela aumentou o ritmo da cavalgada, subindo devagar e deixando o corpo todo cair sobre o meu cacete, que se enterrava cada vez mais fundo, cada vez mais dentro dela, comecei a sentir a porra se acumulando, prestes a inundá-la e a avisei de que iria gozar e que ela iria gozar comigo, ela ficou como que hipnotizada e acelerou ainda mais o ritmo da foda, e gozamos juntinhos, ela gemendo e gritando novamente de prazer.

Quando nos levantamos, tive que ajudá-la a ficar de pé, pois suas pernas estavam moles e seu corpo todo tremia, consumida pelo orgasmo. Tomamos um banho juntos, infelizmente rápido, pois aquele almoço já se alongava a duas deliciosas horas e a levei de volta ao trabalho.

Nos encontramos outras vezes, e ela sempre conseguia me surpreender de alguma forma.

  • Enviado ao Te Contos por Rinaldo

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